Galáxia Abell 383 – mais uma evidência cosmológica criacionista

Imagem duplicada da Galáxia Abell 383 devido as lentes gravitacionais.

“No princípio criou Deus os céus [o espaço sideral] e a terra” (Gn 1:1). Devido à duração de tempo que a luz remota demora a chegar a Terra, quanto mais afastado um objeto está, o mais afastado no tempo ele parece estar. Portanto, olhar através dum telescópio é como olhar para o passado. Se a cosmologia naturalista do Big Bang está correta, então os objetos tão afastados de nós que aparentam terem sido feitos logo após o Big Bang deveriam ter uma aparência aleatória, dispersa e “imatura”. Mas o que os astrônomos encontraram foi uma galáxia inteiramente madura num segmento distante do espaço. Uma das últimas coisas que os crentes no Big Bang esperariam encontrar é uma galáxia “antiga” com margens bem definidas numa parte do universo tão afastada da Terra. Essa galáxia está tão longe que foram necessárias lentes gravitacionais para a detectar. Lentes gravitacionais ocorrem quando o espaço entre um objeto distante e a Terra é distorcido por uma massa enorme – neste caso, o aglomerado galáctico de Abell 383. A viagem da luz a partir de objetos distantes segue o espaço distorcido, resultando em duas imagens idênticas de tal objeto. Para além disso, a sua luz é acelerada pela massa interveniente, fornecendo assim uma luminosidade ainda maior para o tal objeto. A nova estrela foi formada “apenas 200 milhões de anos depois do Big Bang”, segundo a publicação Astronomy Now Online. Johan Richard, que descreveu a galáxia na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, comentou: “Isto é um desafio às teorias em torno do quão cedo as galáxias se formaram e evoluíram durante os primeiros anos do universo”. (O correto seria “isto é um desafio às teorias NATURALISTAS em torno da origem do universo”). “Mas em vez de colocar em questão a linha temporal da formação das galáxias, esta descoberta deveria ser levada como um desafio geral a todas as teorias em torno da formação estelar”. Não, Johan, esta descoberta não é um desafio a “todas” as teorias em torno da formação estelar. Esta descoberta só é um desafio às teorias que dependem do mitológico Big Bang. A ciência e o relato bíblico das origens do universo não são minimamente afetados com esta descoberta. Semelhantemente, Richard e os seus co-autores declararam: “Interpretando isto de forma direta, a presença de uma larga divisão óptica e uma inferida população estelar madura (800 [milhões de anos]) apenas a mil milhões de anos depois do Big Bang é um desafio”. “Desafio” é um declaração que não reflete bem a gravidade da descoberta para a cosmologia Big Bang. “Inexplicável” ou “contraditória” são palavras que talvez se ajustem melhor a esta galáxia especialmente se levarmos em conta que os autores do artigo não explicaram este “desafio” dentro da cosmologia Big Bang. De acordo com a concepção comum da evolução estelar, 200 milhões de anos não é tempo suficiente para que os gases aleatoriamente distribuídos pelo Big Bang se unirem e formarem estrelas e galáxias.


Conclusão: Porque é que galáxias “velhas” são encontradas em zonas “jovens” do espaço? Estendendo o conceito por trás da Mensagem Biótica (que a vida biológica foi feita com uma mensagem embutida em si), a explicação mais lógica é que isto foi feito precisamente para refutar qualquer teoria naturalista para a origem do universo. Galáxias maduras encontradas em zonas distantes do universo fazem todo sentido se o universo foi criado por Deus [“no princípio”], mas não faz sentido nenhum se o mesmo é o resultado de um mitológico Big Bang.



Fonte: Institute for Creation Research.
Tradução: Blog Darwinismo
Correção ortográfica por Hendrickson Rogers.

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