Meu destino pode já ter sido decidido no juízo pré-advento?

Jeus julga e intercedeNomes riscados do Livro e a retirada do Espírito Santo Certamente você já pensou ou ouviu um cristão que pensou: “E se Jesus riscar meu nome hoje? Estarei perdido dentro da igreja, mesmo fazendo Sua obra e sendo um cristão ativo?” De acordo com o que já estudamos até aqui, as Escrituras nos afirmam que:

  1.     a) Deus é fiel e justo (I Jo 1:9).
  2.     b) Deus não decide pelo pecador (Jr 29:11).
  3.    c)   A onisciência divina não altera o futuro do pecador (Jo 6:64).
  4.    d) O destino de um pecador não é definido por uma queda ou por um acerto isolados, mas pela tendência de suas escolhas (Lc 6:43-45), por seu esforço e dedicação para o mal (Is 43:24) ou para o bem (I Co 9:25-27) e por seu tratamento ao próximo (Mt 7:12 e Lc 10:25-37). Tudo isso reflete a vitória ou a derrota dos esforços divinos para a transformação do caráter do pecador (Gl 5:16-25 e Ap 3:15-20); tais esforços da graça de Deus são os verdadeiros responsáveis pela salvação! Por isso que ela é somente pela graça (Ef 2:8) e nunca pelas obras do pecador, pois todo traço de caráter saudável é herança do Criador; nem mesmo o pecador penitente pode produzi-lo à parte de Jesus! Como então merecer a salvação? Quem a merece (mas, sem precisar dela obviamente) é Jesus, e não é por coincidência que Ele acumula as funções de Juiz e Salvador dos pecadores!

Os frutos do caráter humano e o veredito divino O tempo é um aliado de Deus! A vida de uma pessoa contém tempo suficiente para a produção dos frutos da salvação (não frutos para a salvação) ou dos frutos da perdição. Parece-me que até os anjos maus sabem disso. Caso Deus permita que esses cruéis tirem precocemente a vida de um ser humano, por certo que eles não poderão reivindicar com justiça essa alma uma vez que arrancaram a árvore (Lc 6:45) ainda nova, sem os frutos, de modo que Deus será declarado justo pelo universo inteiro ao salvá-la! Satanás não devora a todos, mas procura os que são devoráveis, ou seja, condenáveis por Deus (cf. I Pe 5:8) e, mesmo assim, sob a permissão e o querer divinos (Rm 9:14-18). É por isso que um cristão esforçado não deve ter medo do juízo pré-advento. Deus não erra e é misericordioso! Não faz sentido pensar que meu nome pode estar sendo riscado do Livro da Vida se minha comunhão com o Salvador é legítima e diária. Se, embora pecador (Sl 51:5), eu esteja sendo transformado pelos esforços da graça divina com o apoio de minhas escolhas pela obediência à Palavra, pelo amor ao próximo a começar pelos de casa (I Tm 5:8) e por continuar ligado a Videira (Jo 15:1-8)! Paulo não temia o julgamento divino mesmo havendo sido Saulo; antes, ele conhecia o caráter do “reto juiz”, bem como suas próprias obrigações, sua “carreira” (II Tm 4:6-8).  João incentivou a humilde segurança dos que creem (operosamente) “em o nome do Filho de Deus” (I Jo 5:13). Ou seja, o “mordomo fiel e prudente” (Lc 12:42-44) não deve pensar que Jesus Cristo não será capaz de completar a “boa obra” (Fp 1:6) de transformação em seu caráter pecador.

 

Natureza carnal versus pecado acariciado, Fé viva versus ausência das obras O pecador que está no processo de salvação não deve se desanimar ao perceber a insistência de sua natureza pecaminosa, pois ela sobreviverá até o fim do julgamento e o retorno libertador do Senhor (I Co 15:50-58). É claro que o filho de Deus não confunde essa sobrevivência teimosa da carne com mornidão espiritual (Ap 3:16) ou secularização (Rm 13:12-14 e I Jo 2:15-17)! A permanência da natureza caída em alguém que é “nova criatura” (II Co 5:17)  não impede a produção do fruto do Senhor Espírito no caráter (Gl 5:16, 22-25). Não quero dizer com isto que as boas obras de uma pessoa são sua garantia de salvação; a Bíblia afirma que Lúcifer foi perfeito (suas obras eram perfeitas) até escolher ser imperfeito (Ez 28:15). O acerto de hoje não é tudo, portanto. Só o amor de Deus é garantia de salvação, mais especificamente a presença do Espírito Santo na alma (Ef 1:13 e 14). Contudo, crer nisto, somente, não vale de nada! A fé não existe sem as boas obras. O bom caráter não existe sem o reto estilo de vida. “Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo? Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente. Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta” (Tg 2:14, 24 e 26). “Portanto, os meus estatutos e os meus juízos guardareis; cumprindo-os, o homem viverá por eles. Eu sou JAVÉ” (Lv 18:5).

Fé na Bíblia é sinônimo de obediência a Deus; não tem nada que ver com o assentimento intelectual improdutivo, como se percebe nas práticas religiosas hodiernas, seja aqui no ocidente ou lá no outro lado do mundo! Esse costume se manifesta, por exemplo, em ir à igreja (inclusive às quartas-feiras) e só. Em datar para o futuro mudanças que já deveriam ter ocorrido, pois Deus não é fraco! Em colocar na mente que aqueles que advertem e apelam para reformas no estilo de vida estão querendo obrigar os outros a pensar e agir como eles mesmos. Em falar mais sobre o amor (pseudo-amor) ao próximo ignorando-se outros mandamentos de Deus! Enfim, o tempo não é um aliado dos religiosos acomodados com anos e anos de igreja, mas que produziram pouca ou nenhuma mudança duradoura e visível! Lembremo-nos do fracasso do povo judeu: “Portanto eu lhes digo que o Reino de Deus será tirado de vocês e será dado a um povo que dê os frutos do Reino” (Mt 21:43, NVI). Os salvos são inimigos da serpente e nunca simpatizantes dela e das suas obras (Gn 3:15 e I Jo 2:15-17) e o comportamento deles evidencia isto! Portanto, ter medo do julgamento deve ser um alerta para uma mudança imediata e radical no descompromisso ou hipocrisia para com Deus e uma enorme oportunidade para a investigação das Escrituras (Ap 18:4 e II Tm 2:15). O Espírito não abandonará nenhuma alma que luta contra o pecado (Sl 51:11 e 17). Se o meu nome foi (ou for) riscado do Livro da Vida em algum momento entre 22 de outubro de 1844 até a volta de Jesus, biblicamente este não será o motivo para a retirada do Senhor Espírito de minha alma. Porém, a recíproca é verdadeira – o Espírito irá retirar-se de alguém por causa de sua teimosia. Logo, esse alguém será riscado do Livro pra sempre (confira a história do riscado rei Saul em I Sm 16:14-23 e 31:1-6 e compare-a com a do salvo Sansão descrita anteriormente!). Nunca ocorre a situação em que Jesus pede para o divino Espírito sair de alguém por Ele riscar o nome desse indivíduo. (Hendrickson Rogers)

Lista de todos os capítulos desta odisseia soterio-escatológica:

Introdução: Quantas vezes Jesus inscreve e risca um nome no Livro da Vida?

  1.   A) O Livro da Vida e o Julgamento dos terráqueos que começou há mais de 166 anos!
  2.    B) O Juízo na Volta de Jesus.
  3.    C) O Juízo Milenário no Céu.
  4.    D) O Juízo Final.
  5.    E) O Novo Céu do Universo.
  6.    F) A tecnologia divina usada no Julgamento da Terra.
  7.    G) Meu destino pode já ter sido decidido no juízo pré-advento?
  8.    H) O pecado eterno e a procedência do Juiz durante o juízo pré-advento.
  9.   I) Momentos anteriores e posteriores ao encerramento do Juízo no Santuário Celestial.
  10.    J) As 7 últimas Pragas, o Espírito Santo, a Trindade do Mal e os Selados!
  11.    K) O Papado, a Marca da Besta, o Sábado e o Caráter.
  12.   L) O Falso Protestantismo, o Papado, os EUA e o Remanescente Fiel no Armagedom.

Se desejar, baixe o livro o Juízo, o qual é a reunião de todas estas pesquisas! É só clicar/apertar AQUI ou AQUI.

A tecnologia divina usada no Julgamento da Terra e os muitos casos

o juízoA onisciência do Juiz e a complexidade da vida após o pecado Não há dúvidas de que, antes mesmo da existência do mal com seus efeitos irreversíveis, Deus já tinha diante de Sua mente onisciente “joio e trigo”, “bode e ovelhas”, “riscados e selados”! Sim Jesus Cristo é “o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim” (Ap 22:13). A necessidade dos registros e do “Livro da Vida do Cordeiro” se deve a presença de anjos e homens no julgamento dos habitantes de nosso planeta (os 24 anciãos, Ap 4; se desejar estude o artigo “Quem são os 24 Anciãos?”). Porém, mesmo assim, mil pecados na vida de alguém que possui o nome no Livro, mesmo parecendo que sua escolha será a perdição eterna, pode não ser motivo para o Senhor Pai considerá-lo um não adorador, o Senhor Espírito se afastar desse pecador e o Senhor Jesus riscar seu nome do livro da vida, pois, pode ser que com a infinita bondade, graça e esforço dEles Três esse pecador se torne “nova criatura”, valorizando o empenho milenar do Céu em prol de suasalvação! “Pois nem a circuncisão é coisa alguma, nem a incircuncisão, mas o ser nova criatura” (Gl 6:15). “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós”. Mas, “se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (I Jo 1:8,9).  Por outro lado, “não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo. Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo. Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão” (3:7-10). “Há pecado para morte”, mas “há pecado não para morte” (5:16,17)!

Fatos O que as Escrituras querem dizer com isso é que “Deus não precisa observar por muito tempo o homem antes de o fazer ir a juízo perante ele” (Jó 34:23). O fato de o julgamento só ter começado há 167 anos (quando este artigo foi construído) e o fato dele ainda não ter terminado revelam que:

  1.  a) O evento do juízo é algo de suma importância para as criaturas de Deus que o estão acompanhando dentro do Tribunal divino e até realizando algum papel nesse acontecimento singular em todo o universo (I Pe 1:12).
  2.  b)Deus tem o tempo como Seu aliado (At 1:7) e deseja que Seus filhos aproveitem cada dia (Seus filhos terrestres) e cada lapso (Seus filhos celestes) para conhecê-Lo melhor e melhor servir ao próximo (At 2:1-4)!
  3.  c) O destino de uma vida embora seja decidido por ela mesma (Jr 29:11) deve ser ponderado pelos que a observam! Enormes bênçãos vêm do estudo da Bíblia porque o Juiz colocou nela a história de homens, mulheres e crianças por quem Ele lutou durante todo o tempo em que o Senhor Espírito permaneceu neles. Os grandes exemplos de amor, fé e obediência devem ser imitados por filhos divinos terrestres e extraterrestres. Os péssimos exemplos devem ser estudados e memorizados para que não se repitam na vida de um filho de Deus da Terra ou do Céu (Rm 10:11 e I Ts 5:21)!  

A tecnologia usada no Tribunal de Deus e os muitos casos! Para quem morreu desde Adão até hoje, certamente não é difícil para o Deus Eterno, Jesus Cristo, justificar para as testemunhas presentes no Tribunal, o Seu veredito concernente ao seu destino: “Os mortos foram julgados de acordo com o que cada um havia feito, conforme estava escrito nos livros” (Ap 22:12, NTLH). A Bíblia afirma que é impossível imaginarmos a tecnologia usada pelo Altíssimo lá no Céu (Rm 2:9), mas fica claro que onde consta a palavra “livros” há um registro audiovisual incrível, possivelmente o próprio ponto de vista da mente onipresente do Todo-poderoso em todos os ângulos e até de dentro da mente do réu, durante todos os segundos de sua breve existência na Terra! “Nada há encoberto que não venha a ser revelado; e oculto que não venha a ser conhecido. Porque tudo o que dissestes às escuras será ouvido em plena luz; e o que dissestes aos ouvidos no interior da casa será proclamado dos eirados” (Lc 12:2,3). “E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas” (Hb 4:13). “Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações” (I Co 4:5). Assim sendo, os que estiverem vivos aqui na Terra no ínterim entre o fim do julgamento pré-advento e o retorno de Jesus terão sido julgados antes de o “tribunal de Cristo” (II Co 5:10) encerrar as suas atividades.

E os bebês que nascerem nesse lapso… também! “Pois Jesus sabia, desde o princípio, quais eram os que não criam e quem o havia de trair” (Jo 6:64). “Deus não precisa marcar um dia para que uma pessoa se apresente a fim de ser julgada por ele” (Jó 34:23, NTLH). Isso revela como, mesmo na ausência de pecado e do mal, é necessária a confiança em Deus, em Seu caráter e em Sua administração do universo! Não estou sugerindo uma fé cega. A fé enxerga muito bem, possui bases bastante sólidas e destina-se exatamente para seres racionais! Mesmo antes de Satanás a confiança já existia – JAVÉ trino confiava Um no Outro e no Outro! Todo relacionamento entre seres racionais demanda confiança, caso os envolvidos tenham em mente a alegria e o bem-estar entre si permanentes. Não será pedir demais da parte de Deus quando Jesus julgar esses pequenininhos que não pediram para nascer e lhes conceder o Céu (cf. Mt 18:3 e 10) ou o lago de fogo (cf. I Sm 15:3). Talvez Ele mostre para os funcionários do Tribunal (e mais tarde, no milênio, para os salvos e após o milênio para os perdidos) todas as possibilidades que a Matemática divina alcança a respeito do futuro desses bebês, justificando assim Seu veredito sobre eles. Jesus pode mostrar o futuro de alguém que vai acontecer bem como o futuro que aconteceria caso essa pessoa permanecesse salva e o futuro que aconteceria caso essa pessoa permanecesse em desobediência a Deus! Exemplos: JAVÉ (Jesus) mostrou para Abrão ou a vinda do Messias Jesus ou a vinda do Rei Jesus ou ambas (Gn 15:12 e Jo 8:56). JAVÉ mostrou ao Israel literal seu glorioso futuro que nunca se cumprirá devido as suas escolhas rebeldes (Ez 38 e 39, Is 65:17-25). JAVÉ enviou Jonas para predizer o futuro iminente de Nínive que não se cumpriu por causa do arrependimento de seus habitantes (Jn 3). Em todos os casos Jesus não cometeu sequer um erro de cálculo, não foi tendencioso em Suas decisões judiciais e nem manipulou o futuro ou o alterou ao apresentá-lo! Sim, Este Juiz merece nossa confiança tanto pelas estatísticas de Seu trabalho quanto pela fidedignidade de Seu caráter e a pureza de Seu amor! “E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus” (II Co 3:4). Hendrickson Rogers

Lista de todos os capítulos desta odisseia soterio-escatológica:

Introdução: Quantas vezes Jesus inscreve e risca um nome no Livro da Vida?

  1.   A) O Livro da Vida e o Julgamento dos terráqueos que começou há mais de 166 anos!
  2.    B) O Juízo na Volta de Jesus.
  3.    C) O Juízo Milenário no Céu.
  4.    D) O Juízo Final.
  5.    E) O Novo Céu do Universo.
  6.    F) A tecnologia divina usada no Julgamento da Terra.
  7.    G) Meu destino pode já ter sido decidido no juízo pré-advento?
  8.    H) O pecado eterno e a procedência do Juiz durante o juízo pré-advento.
  9.   I) Momentos anteriores e posteriores ao encerramento do Juízo no Santuário Celestial.
  10.    J) As 7 últimas Pragas, o Espírito Santo, a Trindade do Mal e os Selados!
  11.    K) O Papado, a Marca da Besta, o Sábado e o Caráter.
  12.   L) O Falso Protestantismo, o Papado, os EUA e o Remanescente Fiel no Armagedom.

Se desejar, baixe o livro o Juízo, o qual é a reunião de todas estas pesquisas! É só clicar AQUI.

Quantas vezes Jesus inscreve e risca o nome de alguém no Livro da Vida?

A questão incerta para as criaturas Quem vencerá ao lado de Jesus Cristo? Quem são os “salvos”? Na Bíblia encontro motivos para achar essas perguntas fáceis e difíceis, simultaneamente, de serem respondidas! É fácil no sentido de que os salvos existirão aconteça o que acontecer. O difícil é como entender a Ciência da graça de Deus, a Ciência da “Salvação”! Longe de mim dizer com isto que Deus é complicado ou obscuro em Seu julgamento. Não. Nós é que complicamos tudo, até o assunto “salvação”! Afirmar que a salvação pode ser perdida, bem como afirmar que alguém já está salvo são coisas semelhantemente simples e complexas, segundo a Bíblia, pelo seguinte:

A Salvação de Sansão Este cidadão israelita é um exemplo perfeito dos contrastes que existem dentro do assunto que estamos estudando. JAVÉ abençoou Sansão desde o seu nascimento (Jz 13:24), mas não esqueça do que vimos antes. Há um motivo divino honesto para isto descrito parcialmente na Bíblia. A outra parte certamente Deus explicará aos salvos durante os mil anos de julgamento (ou de revisão do julgamento) no Céu, entre a primeira ressurreição e a segunda morte (Ap 20:4-6). O fato é que Sansão viveu, aos olhos divinos e humanos, como perdido (é só ler sua biografia resumida no livro de Juízes!). Mas, segundo Paulo, além e apesar de caminhar na direção da perdição eterna, Sansão, “por meio da fé”, praticou “a justiça” (Hb 11:32,33) e aguarda a ressurreição dos salvos (:39,40)! Ou seja, existe algo sobre ele que não está na Bíblia ou está e não enxergamos. Além disso, embora eu tenha escrito acima “aos olhos divinos” pelo fato de a Lei de Deus nos informar o que Ele espera daqueles que nEle esperam a salvação, “JAVÉ não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém JAVÉ, o coração” (I Sm 16:7) e este princípio faz uma enorme diferença, embora ele não seja o único critério divino para dar o veredito a respeito do destino do pecador. As obras do pecador refletem (não garantem, mas refletem) seu destino (Tg 2:14-26)! Certamente em vários momentos da vida de Sansão, seu nome não estava na lista dos salvos. Será? A propósito, existe tal lista nas Escrituras? E caso exista, como ter o nome inscrito ali ou riscado desse importante registro? Esse registro é determinante?

O Livro da Vida do Cordeiro “E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo” (Ap 20:15); “adorá-la-ão [a besta] todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (13:8). “Nela [na Cidade Santa], nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro” (21:27). Portanto, existe sim uma lista com os nomes dos salvos e não ter o nome ali significa perdição eterna. Para ter o nome inscrito nesse Livro deve-se seguir o “Cordeiro”, Jesus Cristo, o “Descendente da mulher”, o Salvador, Aquele que é o Dono da lista! E devido essa comunhão entre pecador e Salvador há transformação de caráter e de estilo de vida: “Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz JAVÉ: Na mente, lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo” (Jr 31:33). E mesmo o povo de Israel falhando em ser o disseminador da redenção divina e a aliança sendo substituída por outra (Mt 21:43), a aliança entre o próprio Cristo e o pecador arrependido e perdoado (Mt 26:28), o resultado permanece o mesmo da aliança anterior: “Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei no seu coração as minhas leis e sobre a sua mente as inscreverei, acrescenta: Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniqüidades, para sempre” (Hb 10:16,17). E assim como Jesus inscreve o pecador em Seu Livro, da mesma forma Ele o risca! “Que o nome deles seja riscado do livro da vida e que não seja colocado na lista dos que te obedecem!” (Sl 69:28, NTLH). “Agora, pois, perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste. Então, disse JAVÉ a Moisés: Riscarei do meu livro todo aquele que pecar contra mim” (Êx 32:33). Contudo, como vimos na história típica (verídica e representativa) de Sansão, resta-nos saber se JAVÉ ou o Cordeiro ficará “inscrevendo” e “riscando” o nome de um ser humano várias e várias vezes no decorrer de sua vida! Pois, se descobrirmos isto, saberemos responder completamente as perguntas-motivos desta pesquisa.  

“Riscarei do meu livro todo aquele que pecar contra mim” (Êx 32:33) Aqui chegamos num outro momento imprescindível deste estudo: a maneira como Deus julga o pecador! JAVÉ se fez carne na maravilhosa pessoa de Jesus Cristo também para aumentar ainda mais a credibilidade de Seu julgamento. E é o Senhor Jesus, dos Três, quem dará a sentença final sobre cada ser humano (Jo 5:22 e At 17:31). Ele viveu 33,5 anos como ser humano na Terra e de lá pra cá quase 2000 anos como ser humano no Céu! Além disso, Jesus é “Deus Eterno” e nunca deixou de existir (Gn 21:33). Logo, Ele tem credibilidade aumentada para dar Seu veredito! No entanto leia o que Ele mesmo disse a respeito de como exerceria Sua função de Juiz: “Quem me rejeita e não aceita a minha mensagem já tem quem vai julgá-lo. As palavras que eu tenho dito serão o juiz dessa pessoa no último dia” (Jo 12:48, NTLH), o que está em completa harmonia com o que Ele já havia dito ao povo israelita (no AT): “Eu sou o Senhor que sonda o coração e examina a mente, para recompensar a cada um de acordo com a sua conduta, de acordo com as suas obras” (Jr 17:10, NVI. Leia também Jo 5:45). Em outras palavras isso quer dizer que, não é Jesus quem escolhe ou determina quem será salvo e, consequentemente, quem se perderá! Ele apenas separará uns dos outros em Sua vinda (Mt 13:41-43 e 25:31-33) dando-lhes o que escolheram e determinaram para si, conscientemente, enquanto viviam aqui no mundo! O “riscar” de Deus corresponde, portanto, a uma escolha por parte do individuo.

A predestinação bíblica e o Espírito Santo Todos os descendentes da mulher, no caso de Eva, receberiam do próprio Deus a capacidade (vamos chamar assim) de nascer inimigos de Satanás (Gn 3:15). Por meio do Cordeiro, todos, antes e depois dEle ter morrido sobre o altar da cruz, teriam a oportunidade da “salvação”; isto é, “em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da sua vontade” (Ef 1:5, NVI). Independente da escolha humana, a “salvação” seria sempre uma opção divina real desde “antes da fundação do mundo” (:4) para um individuo, até que ela seja verificada em seu estilo de vida ou até que ele cometa o pecado contra o Espírito Santo (Mt 12:31,32) e perca eternamente essa opção da Graça (Ef 2:8,9). A Pessoa divina Espírito Santo garante esta opção na vida de todos os que nascem e é um equivoco pensar que só os cristãos possuem o Ajudador. “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador [ou Ajudador], a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós” (Jo 14:16,17). Ora, mesmo antes de pedir ao Pai que enviasse o Deus Espírito, Jesus afirmou que Ele já habitava nos discípulos e olha que, pelo menos Pedro, dentre aqueles homens, não era convertido (Lc 22:32) ainda!  Ou seja, mesmo os não cristãos e até os ateus são agraciados com a presença do Senhor Espírito no santuário de seus corpos, como garantia de que eles ainda têm a opção da salvação! “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (I Co 6:19,20). Ele impede Satanás de tomar conta da alma humana desde o ventre materno, de modo que a criança já nasce inimiga de Satanás pela presença de Deus em seu corpinho! Desse modo, enquanto o pecado contra o Espírito Santo não for cometido pelo individuo, há a esperança da salvação, pois o nome daquele pecador permanece no “Livro da Vida do Cordeiro”, de lá não foi riscado. Assim, como o Cordeiro morreu por “todos os homens” (I Tm 2:4, I Jo 2:2 e II Pe 3:9), Ele mesmo inscreveu “todos os homens” em Seu Livro! Se não atrapalharmos Seu trabalho em nosso favor e a transformação que o Espírito busca efetuar em nosso caráter, não teremos nossos nomes riscados e seremos salvos (Ap 3:5). Foi o que aconteceu com Sansão!

Inscrito uma só vez e riscado uma só vez! Não encontro um só versinho nas Escrituras que apóie a ideia de que, no curso de sua vida, o pecador possua várias vezes seu nome inserido no Livro, pelo Cordeiro, por ter sido várias vezes riscado. E isso faz sentido quando entendemos que o Juiz é onisciente! “Pois Jesus sabia, desde o princípio, quais eram os que não criam e quem o havia de trair” (Jo 6:64). Apesar de os assistentes de Seu governo sobre o vasto universo serem criaturas, inclusive humanas (Ap 4); a despeito de o caráter do Deus trino ser honesto e preocupado em explicar Suas ações e decisões divinas para Seus súditos; embora anjos e homens sejam limitados em relação ao Criador e não possuam os atributos distintivos de Deus (vida original, onisciência, onipresença, onipotência, imortalidade, etc.), o Deus Eterno pede a confiança de Suas criaturas. Pela limitação de Seus assistentes Deus poderia trabalhar com a repetição dos verbos “inscrever” e “riscar” no Tribunal (ou Santuário celestial: Dn 7:10, Hb 8:2 e Ap 21:22). Mas, o assunto do destino de uma criatura construída por Suas próprias mãos, “a Sua imagem”, é tão solene para o Juiz que Ele inscreveu uma vez todos no livro da vida através de Sua morte substitutiva (I Jo 2:2) e só riscará uma única e determinante vez o nome dos que escolherem se perder, em Seu julgamento pré-advento. Nesse julgamento, embora o Senhor Jesus tenha recebido a incumbência do juízo, JAVÉ trino está envolvido:

  1.  a)Deus o Pai – “Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles, até que veio o Ancião de Dias e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o tempo em que os santos possuíram o reino” (Dn 7:21,22); “porque são estes que o Pai procura para seus adoradores” (Jo 4:23; cf. Jo 8:16).
  2.  b) Deus o Espírito – “Todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada. Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á isso perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir” (Mt 12:31,32); “convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei. Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (Jo 16:7,8).

Os Três, na Terra e no Céu, a começar pela “casa de Deus” (I Pe 4:17), isto é, pelos que professaram seguir ao Cordeiro (Mt 7:21-23), ser santos (separados do mundo, cf. Lc 18:11) e pertencer ao povo de Deus (Ez 9:6, Mt 8:12), “selam” e “riscam” segundo a decisão de cada pessoa. E isto antes de Jesus voltar, pois como traria Ele o galardão “para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap 22:12), como faria “justiça aos santos do Altíssimo” (Dn 7:22) se o Juiz não tivesse concluído os casos perante a nuvem de testemunhas e assistentes presentes no Santuário celestial (Ap 4 e 5)? Certamente Deus julgará também antes da segunda vinda de Jesus os que, aparentemente, não eram religiosos e não professaram seguir nenhuma denominação religiosa. Primeiro porque existirão salvos entre eles (Mt 8:10,11 e 21:31,32); depois porque, como Ele salvaria alguns (após julgá-los) e mesmo sem julgar condenaria outros? “Afinal de contas eu não tenho o direito de julgar os que não são cristãos. Deus os julgará” (I Co 5:13, NTLH). “Pois estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça” (At 17:31; cf Ap 11:18).

Os Julgamentos A Bíblia apresenta quatro momentos de julgamento divino ou retribuição divina (Ap 22:11) definidores e imutáveis. O primeiro já começou há mais de um século e os outros três dependem deste e ocorrerão logo após. (Hendrickson Rogers)

Conheça esse importante momento da História que não é ensinado na maioria das Escolas, Igrejas e dos lares: 

Lista de todos os capítulos desta odisseia soterio-escatológica:

Introdução: Quantas vezes Jesus inscreve e risca um nome no Livro da Vida?

  1.   A) O Livro da Vida e o Julgamento dos terráqueos que começou há mais de 166 anos!
  2.    B) O Juízo na Volta de Jesus.
  3.    C) O Juízo Milenário no Céu.
  4.    D) O Juízo Final.
  5.    E) O Novo Céu do Universo.
  6.    F) A tecnologia divina usada no Julgamento da Terra.
  7.    G) Meu destino pode já ter sido decidido no juízo pré-advento?
  8.    H) O pecado eterno e a procedência do Juiz durante o juízo pré-advento.
  9.   I) Momentos anteriores e posteriores ao encerramento do Juízo no Santuário Celestial.
  10.    J) As 7 últimas Pragas, o Espírito Santo, a Trindade do Mal e os Selados!
  11.    K) O Papado, a Marca da Besta, o Sábado e o Caráter.
  12.   L) O Falso Protestantismo, o Papado, os EUA e o Remanescente Fiel no Armagedom.

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O Livro da Vida e o Julgamento dos terráqueos que começou há mais de 166 anos!

julgamentoInscrito uma só vez e riscado uma só vez! Não encontro um só versinho nas Escrituras que apoie a ideia de que, no curso de sua vida, o pecador possua várias vezes seu nome inserido no Livro, pelo Cordeiro, por ter sido várias vezes riscado. E isso faz sentido quando entendemos que o Juiz é onisciente! “Pois Jesus sabia, desde o princípio, quais eram os que não criam e quem o havia de trair” (Jo 6:64). Apesar de os assistentes de Seu governo sobre o vasto universo serem criaturas, inclusive humanas (Ap 4); a despeito de o caráter do Deus trino ser honesto e preocupado em explicar Suas ações e decisões divinas para Seus súditos; embora anjos e homens sejam limitados em relação ao Criador e não possuam os atributos distintivos de Deus (vida original, onisciência, onipresença, onipotência, imortalidade, etc.), o Deus Eterno pede a confiança de Suas criaturas. Pela limitação de Seus assistentes Deus poderia trabalhar com a repetição dos verbos “inscrever” e “riscar” no Tribunal (ou Santuário celestial: Dn 7:10, Hb 8:2 e Ap 21:22). Mas, o assunto do destino de uma criatura construída por Suas próprias mãos, “a Sua imagem”, é tão solene para o Juiz que Ele inscreveu uma vez todos no livro da vida através de Sua morte substitutiva (I Jo 2:2) e só riscará uma única e determinante vez o nome dos que escolherem se perder, em Seu julgamento pré-advento. Nesse julgamento, embora o Senhor Jesus tenha recebido a incumbência do juízo, JAVÉ trino está envolvido:

Deus o Pai – “Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles, até que veio o Ancião de Dias e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o tempo em que os santos possuíram o reino” (Dn 7:21,22); “porque são estes que o Pai procura para seus adoradores” (Jo 4:23).          

Deus o Espírito – “Todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada. Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á isso perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir” (Mt 12:31,32); “convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei. Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (Jo 16:7,8).

Os Três, na Terra e no Céu, a começar pela “casa de Deus” (I Pe 4:17), isto é, pelos que professaram seguir ao Cordeiro (Mt 7:21-23), ser santos (separados do mundo, cf. Lc 18:11) e pertencer ao povo de Deus (Ez 9:6, Mt 8:12), “selam” e “riscam” segundo a decisão de cada pessoa. E isto antes de Jesus voltar, pois como traria Ele o galardão “para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap 22:12), como faria “justiça aos santos do Altíssimo” (Dn 7:22) se o Juiz não tivesse concluído os casos perante a nuvem de testemunhas e assistentes presentes no Santuário celestial (Ap 4 e 5)? Certamente Deus julgará também antes da segunda vinda de Jesus os que, aparentemente, não eram religiosos e não professaram seguir nenhuma denominação religiosa. Primeiro porque existirão salvos entre eles (Mt 8:10,11 e 21:31,32); depois porque, como Ele salvaria alguns (após julgá-los) e mesmo sem julgar condenaria outros? “Afinal de contas eu não tenho o direito de julgar os que não são cristãos. Deus os julgará” (I Co 5:13, NTLH). “Pois estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça” (At 17:31; cf Ap 11:18).

Os Julgamentos A Bíblia apresenta quatro momentos de julgamento divino ou retribuição divina (Ap 22:11) definidores e imutáveis. O primeiro já começou há mais de um século e os outros três dependem deste e ocorrerão logo após.

O Juízo Pré-Advento “Porque, naquele dia, se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados, perante JAVÉ” (Lv 16:30). “Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado” (Dn 8:14), isto é, 2300 anos para que faça sentido a visão profética do capítulo dois! “Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém” (Dn 9:25). Se contarmos 2300 anos a partir da “ordem para restaurar e para edificar Jerusalém”, que ocorreu em 457 a.C. (Ed 7:11-28), precisamente no dia 22 de outubro daquele ano (segundo o nosso calendário), chegaremos ao dia 22 de outubro de 1844 a.D.! Essa “expiação” que ocorria anualmente no Santuário dos israelitas, representava algum evento, alguma ação divina que purificaria os salvos “de todos os… pecados, perante JAVÉ”. Daniel, Paulo e outros escritores bíblicos afirmam que esse evento é o julgamento no Santuário celestial, mais precisamente no lugar santíssimo, que ocorreria imediatamente antes do retorno de Cristo a Terra “sem pecado” (Hb 10:28), ou seja, sem a função de “Cordeiro que tira o pecado” (Jo 1:29)! Logo, a função de substituto do pecador penitente assumida pela segunda Pessoa divina terminará antes de Seu retorno a Terra! “Então o seu povo vai conseguir o perdão dos seus pecados, e a justiça eterna de Deus será feita. A visão e a profecia serão cumpridas, e o santo Templo será inaugurado de novo” (Dn 9:24, NTLH). “Ele mesmo edificará o templo de JAVÉ e será revestido de glória; assentar-se-á no seu trono, e dominará, e será sacerdote no seu trono; e reinará perfeita união entre ambos os ofícios” (Zc 6:13). “Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação, nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção”. “Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer, por nós, perante a face de Deus; nem também para a si mesmo se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no Santuário com sangue alheio. Doutra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo; mas, agora, na consumação dos séculos, uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo. E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos,aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para a salvação” (Hb 9:11,12, 24-28, ARC). “E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra” (Ap 11:18, Almeida Corrigida e Revisada Fiel). “Enquanto eu olhava, tronos foram postos no lugar, e um ancião se assentou. Sua veste era branca como a neve; o cabelo era branco como a lã. Seu trono ardia em fogo, e as rodas do trono estavam todas incandescentes. E saía um rio de fogo, de diante dele. Milhares de milhares o serviam; milhões e milhões estavam diante dele. O tribunal iniciou o julgamento, e os livros foram abertos” (Dn 7:9 e 10, NVI). Somente após o término desse tremendo julgamento fazem sentido as palavras divinas: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap 22:11). O “Espírito da graça” (Hb 10:29) será retirado do pecador não arrependido, pois “feito está” (Ap 16:17), o Santuário celestial, o Tribunal de Cristo (II Co 5:10) terá encerrado suas atividades para todo o sempre! “Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído” (Dn 7:13 e 14). “E eis que venho sem demora”, o Rei Jesus afirmará em seguida, “e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap 22:12). É o fim do julgamento dos habitantes humanos do planeta Terra. O Senhor Jesus retorna ao planeta para executarparcialmente o veredito de Seu juízo no Céu. Começa, então, a segunda etapa do julgamento de Deus. (Hendrickson Rogers)

Lista de todos os capítulos desta odisseia soterio-escatológica:

Introdução: Quantas vezes Jesus inscreve e risca um nome no Livro da Vida?

  1.   A) O Livro da Vida e o Julgamento dos terráqueos que começou há mais de 166 anos!
  2.    B) O Juízo na Volta de Jesus.
  3.    C) O Juízo Milenário no Céu.
  4.    D) O Juízo Final.
  5.    E) O Novo Céu do Universo.
  6.    F) A tecnologia divina usada no Julgamento da Terra.
  7.    G) Meu destino pode já ter sido decidido no juízo pré-advento?
  8.    H) O pecado eterno e a procedência do Juiz durante o juízo pré-advento.
  9.   I) Momentos anteriores e posteriores ao encerramento do Juízo no Santuário Celestial.
  10.    J) As 7 últimas Pragas, o Espírito Santo, a Trindade do Mal e os Selados!
  11.    K) O Papado, a Marca da Besta, o Sábado e o Caráter.
  12.   L) O Falso Protestantismo, o Papado, os EUA e o Remanescente Fiel no Armagedom.

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E o planeta Terra se torna o “Novo Céu” do Universo de Deus!

Novo CéuO Planeta Recriado e a Descida da Cidade Santa “E vi a Cidade Santa, a nova Jerusalém, que descia do céu. Ela vinha de Deus, enfeitada e preparada, vestida como uma noiva que vai se encontrar com o noivo” (Ap 21:2, NTLH). “Então, foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como a palha das eiras no estio, e o vento os levou, e deles não se viram mais vestígios. Mas a pedra que feriu a estátua se tornou em grande montanha, que encheu toda a terra” (Dn 2:35). “Na época desses reis, o Deus dos céus estabelecerá um reino que jamais será destruído e que nunca será dominado por nenhum outro povo. Destruirá todos esses reinos e os exterminará, mas esse reino durará para sempre. Esse é o significado da visão da pedra que se soltou de uma montanha, sem auxílio de mãos, pedra que esmigalhou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro. O Deus poderoso mostrou ao rei o que acontecerá no futuro. O sonho é verdadeiro, e a interpretação é fiel” (Dn 2:44,45, NVI). “Então, veio um dos sete anjos que têm as sete taças cheias dos últimos sete flagelos e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro; e me transportou, em espírito, até a uma grande e elevada montanha e me mostrou a santa cidade, Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, a qual tem a glória de Deus” (Ap 21:9-11).

Analogia entre a Arca de Noé e a Cidade Santa Assim como a arca de Noé, que continha os salvos do Dilúvio, pairou por sobre a destruição em nosso planeta (Gn 7:17,18) e “repousou sobre as montanhas de Ararate” (8:4) quando as águas diminuíram, possivelmente, assim ocorrerá com a Nova Jerusalém, a arca dos salvos do pecado! Assim como “Deus fez soprar um vento sobre a terra, e baixaram as águas” (8:1), Jesus Cristo, quando o Seu fogo (Lc 12:49 e Is 66:15,16, 30:33) terminar a obra dele, Ele assoprará as cinzas (Ez 28:18) de Satanás e dos maus “como a palha das eiras no estio, e o vento os levou, e deles não se viram mais vestígios” (Dn 2:35). “Não escapará das trevas; a chama do fogo secará os seus renovos, e ao assopro da boca de Deus será arrebatado” (Jó 15:30). Sem dúvida após tal assopro divino (símbolo do infinito poder da Trindade, Gn 1:26; 2:7 e II Ts 2:8), o planeta estará purificado completamente! Neste momento, o Rei Jesus toca na terra com Seus pés pela primeira vez após Sua assunção (At 1:11): “Naquele dia, estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade, para o sul” (Zc 14:4). O Senhor Jesus modelará nosso planeta mais uma vez, e desta vez, diante de Sua Criação, não mais antes dela! Não usaremos a fé para crer no poder que criou a vida e o universo – assistiremos a tudo de dentro da Cidade Santa!

A Pedra e a Ovelha Perdida “A pedra que feriu a estátua se tornou em grande montanha, que encheu toda a terra” (Dn 2:35). Sim, a “pedra rejeitada” (At 4:11) pelos que não mais existem, engrandecerá a ex-ovelha perdida de Seu rebanho universal, o planeta sequestrado, abusado e humilhado por Satanás, ao qual os homens chamaram Terra, será exaltado como uma “grande montanha” perante todos os demais planetas habitados que nunca caíram! “Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo. E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida” (Lc 15:4-6). Então, a Cidade Santa “repousa” sobre Seu próprio “Arquiteto e Edificador” (Hb 11:10), Aquele que passou pela mesma terrível experiência dentro da Terra, “Jesus é pedra rejeitada… a qual se tornou a pedra angular” (At 4:11)! Aquele que sempre foi “a pedra angular” do universo de Deus, Jesus, elevará aquele que tão agraciado havia sido desde sua criação, nosso planeta, ao posto de “novo céu” (Ap 21:1), a nova capital universal, pois na Santa Cidade “estará o trono de Deus e do Cordeiro” (Ap 22:3) e do Espírito Santo, “a água viva” (Jo 7:37-39), “o rio da água da vida” (Ap 22:1,2), “que sai do trono de Deus e do Cordeiro”! Aleluia e amém! “Toda a terra se tornará como a planície de Geba a Rimom, ao sul de Jerusalém; esta será exaltada e habitada no seu lugar, desde a Porta de Benjamim até ao lugar da primeira porta, até à Porta da Esquina e desde a Torre de Hananel até aos lagares do rei. Habitarão nela, e já não haverá maldição, e Jerusalém habitará segura” (Zc 14:10,11). Glórias a Trindade justa e bondosa!

As Portas da Cidade Santa se Abrem e os Salvos Repovoam a Terra E assim como Noé e sua família e também os animais saíram da arca, segundo a ordem de Deus, quando a purificação divina havia se completado (Gn 8:15-19), semelhantemente, dEle ouviremos: “Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas. Mas vós folgareis e exultareis perpetuamente no que eu crio; porque eis que crio para Jerusalém alegria e para o seu povo, regozijo. E exultarei por causa de Jerusalém e me alegrarei no meu povo, e nunca mais se ouvirá nela nem voz de choro nem de clamor” (Is 65:17-19). Ora, JAVÉ havia fechado a porta da arca (Gn 7:16) e, certamente, Ele mesmo a abriu para que Seus filhos saíssem e repovoassem a Terra. O mesmo JAVÉ – Jesus Cristo, que fechou as portas da Cidade Santa com Seus filhinhos dentro dela, lá no ex-Céu, para a viagem espacial de lá até nosso planeta de origem, o agora chamado “novo Céu”, após abrir as portas da Nova Jerusalém para que os salvos saiam e retornem a vida normal das criaturas de Deus sem pecado, dirá: “As suas portas nunca jamais se fecharão de dia, porque, nela, não haverá noite” (Ap 21:25)! Os seres humanos, então, sairão. Já acostumados com a presença do Deus trino, dos 4 seres viventes, dos demais anjos, dos 24 anciãos, dos personagens bíblicos salvos, dos “filhos de Deus” (Jó 38:7) habitantes de outros planetas, após mais de mil anos de convivência (tempo que nem Adão e Eva conseguiram com Deus, pois antes dos 130 anos de vida já tinham pecado e sido expulsos do Éden, cf. Gn 5:3!), “eles edificarão casas e nelas habitarão; plantarão vinhas e comerão o seu fruto. Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam; porque a longevidade do meu povo será como a da árvore [antes do pecado!], e os meus eleitos desfrutarão de todo as obras das suas próprias mãos” (Is 65:21,22).

Nova Fauna, Nova Flora e o Éden Perdido E quanto à fauna e à flora? “O lobo viverá com o cordeiro, o leopardo se deitará com o bode, o bezerro, o leão e o novilho gordo pastarão juntos; e uma criança os guiará. A vaca se alimentará com o urso, seus filhotes se deitarão juntos, e o leão comerá palha como o boi. A criancinha brincará perto do esconderijo da cobra, a criança colocará a mão no ninho da víbora. Ninguém fará nenhum mal, nem destruirá coisa alguma em todo o meu santo monte, pois a terra se encherá do conhecimento do Senhor como as águas cobrem o mar. Naquele dia as nações buscarão a Raiz de Jessé, que será como uma bandeira para os povos, e o seu lugar de descanso será glorioso” (Is 11:6-10, NVI). Cabem aqui algumas perguntas: de onde virão esses mamíferos? E seu alimento vegetariano brotará novamente da terra? Ora, quando Deus criou o conteúdo de nosso planeta em seis dias, Ele o colocou em todo o planeta, não apenas no Éden: “Produza a terra relva” (Gn 1:11); “Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus” (1:20); “produza a terra seres viventes, conforme a sua espécie” (1:24). É uma falta de atenção ao relato da Criação pensar que fauna e flora só existiam no Éden! Foi somente na sexta-feira, antes da criação do santo dia de descanso, o sábado, que “plantou JAVÉ Deus um jardim no Éden, na direção do Oriente, e pôs nele o homem que havia formado. Do solo fez JAVÉ Deus brotar toda sorte de árvores agradáveis à vista e boas para alimento; e também a árvore da vida no meio do jardim e a árvore do conhecimento do bem e do mal” (2:8 e 9). Portanto, quando, infelizmente, como consequência de suas escolhas Adão e Eva foram expulsos de sua casa no jardim do Éden, eles continuaram com toda a criação divina construída na semana da Criação, exceto com as árvores que se encontravam no meio do Éden – a da vida e a do conhecimento do bem e do mal (2:9 e 3:3)! O jardim do Éden foi arrancado do planeta e plantado no Céu atual, na casa do Pai, não mais com esse nome, mas como “jardim de Deus” (Ap 2:7, NTLH) ou “paraíso de Deus” (Ap 2:7; cf. Lc 23:43 e II Co 12:4). Pelo visto Deus colocou o Seu jardim na Cidade Santa, pois “no meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos” (Ap 22:2; cf. Gn 3:22- 24). Logo, os animais que habitavam no Éden e a vegetação deste estarão na “nova Jerusalém” e, portanto, na Terra reconstruída! Assim como os animais saíram da arca de Noé um dia, isto se repetirá após a aterrissagem da Cidade Santa aqui. Além disso, o Criador poderá ordenar novamente, com relação ao espaço terrestre exterior à Santa Cidade: “Produza a terra relva” (Gn 1:11); “Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus” (1:20); “produza a terra seres viventes, conforme a sua espécie” (1:24), você não acha? “Sabemos que toda a natureza criada geme até agora, como em dores de parto” (Rm 8:22, NVI). “Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada. A natureza criada aguarda, com grande expectativa, que os filhos de Deus sejam revelados. Pois ela foi submetida à futilidade, não pela sua própria escolha, mas por causa da vontade daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria natureza criada será libertada da escravidão da decadência em que se encontra para a gloriosa liberdade dos filhos de Deus” (Rm 8:18-21, NVI).

“E o mar já não existe” (Ap 21:1) Lembre-se que “a pedra que feriu a estátua se tornou em grande montanha, que encheu toda a terra” (Dn 2:35). Talvez João tenha visto a Terra no momento em que a Cidade Santa estava pairando por sobre o lago de fogo, de modo que os oceanos, rios e lagos estavam evaporando. Talvez devamos aplicar Ap 17:15 e entender esse “mar” como multidões. Se o rio do Éden (Gn 2:10) for “o rio da água da vida” (Ap 22:1 e 2), o qual certamente é um símbolo bastante pertinente do Senhor Espírito Santo (Jo 7:37-39), possivelmente deverá existir o oceano. Caso sejam rios distintos, bem, certamente eles desembocarão nalgum mar! Não vejo nada na Bíblia nem na História que contrarie a existência “dos enxames de seres viventes” aquáticos! O fato de o diabo ter atacado também as águas dos mares e não só a terra (Ap 12: 12), é mais um motivo para que o Criador e Redentor invencível, Jesus Cristo, recrie esse espetáculo à parte de Sua Natureza perfeita! Enfim, quem come certamente bebe! E os salvos juntamente com o lobo, a vaca, o leão e o “animal cevado” (Is 11:6; bem nutrido), beberão constantemente das águas cristalinas do rio da vida! E o Senhor Jesus beberá com Seus redimidos, pelo menos, o suco “novo” de uva (Mt 26:29) e com eles comerá (Lc 22:16), certamente, daquilo que a “nova terra” brotará! “Amém. Vem Senhor Jesus!” (Ap 22:20). Hendrickson Rogers

Lista de todos os capítulos desta odisseia soterio-escatológica:

Introdução: Quantas vezes Jesus inscreve e risca um nome no Livro da Vida?

  1.   A) O Livro da Vida e o Julgamento dos terráqueos que começou há mais de 166 anos!
  2.    B) O Juízo na Volta de Jesus.
  3.    C) O Juízo Milenário no Céu.
  4.    D) O Juízo Final.
  5.    E) O Novo Céu do Universo.
  6.    F) A tecnologia divina usada no Julgamento da Terra.
  7.    G) Meu destino pode já ter sido decidido no juízo pré-advento?
  8.    H) O pecado eterno e a procedência do Juiz durante o juízo pré-advento.
  9.   I) Momentos anteriores e posteriores ao encerramento do Juízo no Santuário Celestial.
  10.    J) As 7 últimas Pragas, o Espírito Santo, a Trindade do Mal e os Selados!
  11.    K) O Papado, a Marca da Besta, o Sábado e o Caráter.
  12.   L) O Falso Protestantismo, o Papado, os EUA e o Remanescente Fiel no Armagedom.

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Após o julgamento pré-advento, o julgamento no advento e o julgamento milenário, ocorre o Juízo Final!

lago de fogoO Juízo Final e o Lago de Fogo “Depois que os mil anos terminarem, Satanás será solto da sua prisão” (Ap 20:7, NTLH). Após a volta de Jesus os anjos maus foram confinados a atmosfera terrestre (a qual possivelmente não mais exista devido o contato fatal entre a glória de Deus e o pecado na Terra, cf. Ap 6:14, II Pe 3:10 e Is 34:4); eles foram impedidos pelo poder divino de se refugiarem noutro planeta habitado, é por isso que ficaram “trancados numa prisão” (Is 24:22, NVI), principalmente o pai do engano “para que não mais enganasse as nações até se completarem os mil anos” (Ap 20:3). Como vimos, nada há vivo no planeta (talvez plantas, ervas daninhas, cf. Jr 4:23-26); somente os anjos maus e seu líder. Lembre-se, porém, que “os outros mortos [os não ressuscitados no advento de Jesus e os que “O traspassaram”, que viram o Messias em Sua glória e voltaram ao pó] não tornaram a viver até que os mil anos terminaram” (Ap 20:5). “O mar entregou os mortos que nele havia, e a morte e o Hades [sepultura no grego] entregaram os mortos que neles havia” (Ap 20:13, NVI). Então, Satanás (o líder) “sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da terra [pois elas acabaram de ressurgir pelo poder divino, Jo 5:28 e 29], Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja. O número dessas é como a areia do mar” (Ap 20:8). “Nas profundezas o Sheol[sepultura no hebraico] está todo agitado para recebê-lo quando chegar. Por sua causa ele desperta os espíritos dos mortos, todos os governantes da terra.

Ele os faz levantar-se dos seus tronos, todos os reis dos povos” (Is 14:9, NVI). “Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo” (21:2). “Marcharam, então, pela superfície da terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida” (Ap 20:9). “Depois vi um grande trono branco e aquele que nele estava assentado. A terra e o céu fugiram da sua presença, e não se encontrou lugar para eles. Vi também os mortos [recém ressuscitados], grandes e pequenos, de pé diante do trono, e livros foram abertos. Outro livro foi aberto, o livro da vida. Os mortos foram julgados de acordo com o que tinham feito, segundo o que estava registrado nos livros” (20:11 e 12, NVI). “E foram julgados, um por um, segundo as suas obras” (:13). Chegou o epílogo da história do pecado no universo de Deus! Aquilo que os salvos viram durante o milênio, os que escolheram a vida sem Deus (isto é, a morte!) contemplam por “pouco tempo” (Ap 20:3, horas, dias ou semanas?). E ao enxergarem nos “livros” (leia mais abaixo sobre a tecnologia divina que acelerará o juízo final) sua biografia rebelde e negligente, suas escolhas ateístas e seu estilo de vidainfernal, reconhecerão todos, inclusive os anjos maus, inclusive Satanás, que seu destino não é com os salvos, com Deus, não é a vida eterna! “Todos os povos que criaste virão e se curvarão diante de ti” (Sl 86:9, NTLH), “para que, em homenagem ao nome de Jesus, todas as criaturas no céu, na terra e no mundo dos mortos, caiam de joelhos e declarem abertamente que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus, o Pai” (Fp 2:10 e 11, NTLH). Jesus, por meio de Isaías, predisse sobre esse momento espetacular: “Diante de mim se dobrará todo joelho, e jurará toda língua. De mim se dirá: Tão-somente em JAVÉ há justiça e força; até ele virão e serão envergonhados todos os que se irritarem contra ele” (Is 45: 23 e 24). Os perdidos seduzidos por Satanás e até os próprios anjos maus que o acompanham desde o Céu se voltam para ele e dizem: ‘Você também perdeu as forças como nós, e tornou-se como um de nós’. Sua soberba foi lançada na sepultura,junto com o som das suas liras [certamente os anjos maus se lembram, neste instante, dos coros angelicais celestes regidos pelo maestro Lúcifer antes dele escolher voluntariamente se tornar Satanás!]; sua cama é de larvas, sua coberta, de vermes. Como você caiu dos céus, ó estrela da manhã, filho da alvorada! Como foi atirado à terra, você, que derrubava as nações!

Você que dizia no seu coração: ‘Subirei aos céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembléia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo’. Mas às profundezas do Sheol você será levado, irá ao fundo do abismo! Os que olham para você admiram-se da sua situação, e a seu respeito ponderam: ‘É esse o homem que fazia tremer a terra e abalava os reinos, e fez do mundo um deserto, conquistou cidades e não deixou que os seus prisioneiros voltassem para casa?’” (Is 14:10-17, NVI). Não obstante, “Satanás os juntará para a batalha, e eles serão tantos como os grãos de areia da praia do mar. Eles se espalharam pelo mundo e cercaram o acampamento do povo de Deus e a cidade que ele ama, mas um fogo desceu do céu e os destruiu” (Ap 20:8 e 9, NTLH). “Porque JAVÉ se levantará, como no monte Perazim, e se irará, como no vale de Gibeão, para realizar a sua obra, a sua obra estranha, e para executar o seu ato, o seu ato inaudito. Agora, pois, não mais escarneçais, para que os vossos grilhões não se façam mais fortes; porque já do Senhor, JAVÉ dos Exércitos, ouvi falar de uma destruição, e essa já está determinada sobre toda a terra” (Is 28:21 e 22). “O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos” (Ap 20:10). Será um evento extremamente triste para a Trindade, especialmente para o “Arcanjo Miguel”, o “Anjo de JAVÉ” – o Senhor Jesus, o Criador e Chefe dos anjos, aquele que também se tornara Anjo para conviver com eles e ensiná-los a se relacionar com a Trindade (Zc 12:8, I Ts 4:16 e Ap 12:7). Ele dirá: “Tão certo como eu vivo, diz JAVÉ Deus, não tenho prazer na morte do perverso, mas em que o perverso se converta do seu caminho e viva” (Ez 33:11) e “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz JAVÉ; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais” (Jr 29:11).

“E ainda outro anjo, que tem autoridade sobre o fogo, saiu do altar e bradou em alta voz àquele que tinha a foice afiada: ‘Tome sua foice afiada e ajunte os cachos de uva da videira da terra, porque as suas uvas estão maduras!’ O anjo passou a foice pela terra, ajuntou as uvas e as lançou no grande lagar da ira de Deus. Elas foram pisadas no lagar, fora da cidade, e correu sangue do lagar, chegando ao nível dos freios dos cavalos, numa distância de cerca de trezentos quilômetros” (Ap 14:18-20, NVI). “No dia do juízo haverá menor rigor para Sodoma do que para você [Cafarnaum]” (Mt 11:24, NVI). “Aquele servo que conhece a vontade de seu senhor e não prepara o que ele deseja, nem o realiza, receberámuitos açoites. A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido” (Lc 12:47,48, NVI) e “beberá do vinho do furor de Deus que foi derramado sem mistura no cálice da sua ira. Será ainda atormentado com enxofre ardente na presença dos santos anjos e do Cordeiro” (Ap 14:10, NVI). “Então a morte e o Hades foram lançados no lago de fogo. O lago de fogo é a segunda morte. Se o nome de alguém não foi encontrado no livro da vida, este foi lançado no lago de fogo” (Ap 20:14,15, NVI). “Pela multidão das tuas iniqüidades, pela injustiça do teu comércio, profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu a ti, e te tornei em cinza sobre a terra, aos olhos de todos os que te vêem. Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; em grande espanto te tornaste e nunca mais serás para sempre” (Ez 28:18,19, Almeida Revista e Corrigida).

“Todas as nações que o conheciam ficaram chocadas ao vê-lo; chegou o seu terrível fim, você não mais existirá” (Ez 28:19, NVI). “Farei conhecido o meu santo nome no meio do meu povo de Israel e nunca mais deixarei profanar o meu santo nome; e as nações saberão que eu sou JAVÉ, o Santo em Israel” (Ez 39:7). “JAVÉ acabará com tudo o que vocês planejarem contra ele; a tribulação não precisará vir uma segunda vez” (Na 1:9, NVI). “Nunca mais haverá qualquer maldição” (Ap 22:3). Aleluia e amém! Esmagada está a cabeça da serpente (Gn 3:15)! Ao lado da hipocondria divina ao criar o “lago de fogo” certamente há uma ansiedade divina contida manifesta numa enorme alegria divina ao finalizar o mal para todo o sempre e reinaugurar o bem eternamente com Seu universo feito perfeito mais uma vez, com Suas inúmeras criaturas experientes e decididamente leais a Deus! Por isso que Deus, quando por aqui empoeirou os pés, disse: “Eu vim para lançar fogo sobre a terra e bem quisera que já estivesse a arder” (Lc 12:49; cf. Is 6:15,16). Portanto, “se assentará o tribunal para lhe tirar o domínio [do mal], para o destruir e o consumir até ao fim” (Dn 7:26) e dele não se verá sequervestígios(Dn 2:35)! “O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão” (Dn 7:27).  Hendrickson Rogers

Lista de todos os capítulos desta odisseia soterio-escatológica:

Introdução: Quantas vezes Jesus inscreve e risca um nome no Livro da Vida?

  1.   A) O Livro da Vida e o Julgamento dos terráqueos que começou há mais de 166 anos!
  2.    B) O Juízo na Volta de Jesus.
  3.    C) O Juízo Milenário no Céu.
  4.    D) O Juízo Final.
  5.    E) O Novo Céu do Universo.
  6.    F) A tecnologia divina usada no Julgamento da Terra.
  7.    G) Meu destino pode já ter sido decidido no juízo pré-advento?
  8.    H) O pecado eterno e a procedência do Juiz durante o juízo pré-advento.
  9.   I) Momentos anteriores e posteriores ao encerramento do Juízo no Santuário Celestial.
  10.    J) As 7 últimas Pragas, o Espírito Santo, a Trindade do Mal e os Selados!
  11.    K) O Papado, a Marca da Besta, o Sábado e o Caráter.
  12.   L) O Falso Protestantismo, o Papado, os EUA e o Remanescente Fiel no Armagedom.

Se desejar, baixe o livro o Juízo, o qual é a reunião de todas estas pesquisas! É só clicar/apertar AQUI ou AQUI.

“Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus”

O matemático britânico John C. Lennox, da Universidade de Oxford, defende com argumentos sólidos a possibilidade de coexistência entre o conhecimento científico e a religião em “Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus”. O objetivo do livro é fornecer um amparo fortemente embasado para os cientistas, ou qualquer leitor, que sintam necessidade de debater em favor de sua crença.

Para o autor, alguns ateístas têm um “fervor religioso” tão grande, que chegam a perseguir homens da ciência que possuem algum tipo de fé. Em casos extremos, diz, eles não conseguem nem aceitar que pessoas com uma crença possam ser inteligentes e construir conhecimentos com base na realidade.

Ao longo dos capítulos, o autor usa linguagem simples e citações de outros autores para mostrar que as descobertas feitas pelo homem não excluem a existência de um Deus. Lennox também expõe o que considera as fraquezas da ciência e revela que a maior parte das respostas que ela oferece são especulações teóricas que precisam da fé da comunidade científica para existir. Ele ainda ressalta momentos em que os acadêmicos precisaram se desmentir e até voltar atrás com suas afirmações.

Entre os temas discutidos estão o embate entre as cosmovisões, a organização da natureza e do universo, a complexidade da biosfera, a origem da vida e do código genético e a proximidade com a religião mantida por grandes cientistas como Francis Bacon, Galileu Galilei, Isaac Newton e Clerk Maxwell.

Leia trecho inicial do capítulo “Deus – Uma Hipótese Desnecessária?”.

Deus – Uma Hipótese Desnecessária?  A ciência tem alcançado êxito impressionante na investigação do Universo físico e na elucidação de como ele funciona. A pesquisa científica também levou à erradicação de muitas doenças horríveis e nos deu esperanças de eliminar muitas outras. E a investigação científica alcançou outro efeito numa direção completamente diferente: ela serviu para libertar muita gente de medos supersticiosos. Por exemplo, ninguém precisa mais pensar que um eclipse da Lua é causado por algum demônio assustador, que necessita ser apaziguado. Por tudo isso e por inúmeras outras coisas devemos ser muito gratos.

Porém, em algumas áreas, o próprio sucesso da ciência tem também conduzido à ideia de que, por conseguirmos entender os mecanismos do Universo sem apelar para Deus, podemos concluir com segurança que nunca houve nenhum Deus que projetou e criou este Universo. Todavia, esse raciocínio segue uma falácia lógica comum, que podemos ilustrar como segue.

Tomemos um carro motorizado Ford. É concebível que alguém de uma parte remota do mundo que o visse pela primeira vez e nada soubesse sobre a engenharia moderna pudesse imaginar que existe um deus (o sr. Ford) dentro da máquina, fazendo-a funcionar. Essa pessoa também poderia imaginar que quando o motor funcionava suavemente o sr. Ford gostava dela, e quando ele se recusava a funcionar era porque o sr. Ford não gostava dela. É óbvio que, se em seguida a pessoa passasse a estudar engenharia e desmontasse o motor, ela descobriria que não existe nenhum sr. Ford dentro dele. Tampouco se exigiria muita inteligência da parte dela para ver que não é necessário introduzir o sr. Ford na explicação de funcionamento do motor. Sua compreensão dos princípios impessoais da combustão interna seria mais que suficiente para explicar como o motor funciona. Até aqui, tudo bem. Mas se a pessoa então decidisse que seu entendimento dos princípios do funcionamento do motor tornavam impossível sua crença na existência de um sr. Ford, que foi quem de fato projetou a máquina, isso seria evidentemente falso – na terminologia filosófica ela estaria cometendo um erro de categoria. Se nunca houvesse existido um sr. Ford para projetar os mecanismos, nenhum mecanismo existiria para que a pessoa entendesse.

Fonte: Folha.com.

“Vai uma tatuagem aí?”

Alex Costa é pastor, tem 44 anos e 80% do corpo coberto com 176 tatuagens.
A primeira tatuagem foi um Olho de Horus, símbolo egípcio, que mais tarde descobriu que simboliza o olho de Lúcifer. A última foi um biomecânico, o desenho mostra como se sua cabeça fosse aberta e dentro tivesse peças de computador. “Graças a Deus o cabelo esconde”, brinca o pastor.
Recentemente Alex lançou o livro ‘Tatuagens de A a Z’ no qual compartilha sua experiência e revela os diferentes significados dos desenhos. Em entrevista ao GUIAME, o pastor ensina mais sobre esses símbolos.
“Sempre que você for a um estúdio de tatuagem, ele vai te falar o lado positivo do significado, mas, através de reportagens, eu comecei a descobrir o lado negativo de cada desenho. Descobri que existiam símbolos de assassinos, de tráfico de drogas, que eu tinha no meu corpo e que não era nada daquilo”, diz Alex, “comecei a me incomodar pelo fato de ninguém falar sobre isso, tanto que o livro ‘De A a Z’ é o foco de todas essas visões. Você vai pegar a águia, por exemplo, e vai saber o que ela significa para a Bíblia, o que ela significa para psicólogos de uma empresa, para a polícia, para os bandidos e vai descobrir que é completamente diferente um significado do outro”.
Alex Costa concedeu entrevista a rádio Novo Tempo confira em nossa página de vídeos!
O pastor conta que a rosa, que para nós significa romantismo, amor, carinho, para psicólogos significa uma pessoa com dificuldade de relacionamento. “Por essa diversidade de informações, achamos que as pessoas tinham que estar ‘ligadas’ para quando falar pra um filho não fazer uma tatuagem, ter argumentos, e não se basear apenas em um capítulo ou versículo da Bíblia, mas se basear em todo um histórico”, expõe.
Alex Costa relata que tornou-se um verdadeiro anti-crente quando estava no mundo e que aos 22 anos teve um primeiro contato com o evangelho, mas que não foi genuíno. A verdadeira conversão aconteceu há quatro anos quando entregou sua vida de corpo e alma a Deus. “Ele me pediu duas coisas e disse: ‘você vai pegar quem tem tatuagem e mostrar a verdade e a verdade vai libertar e quem não tem, você vai impedir que faça’”.
“Eu creio que Deus me permitiu viver servindo ao inimigo por 23 anos para aprender as armas dele nessa área e hoje lutar contra ele”, afirma o pastor.
Preconceito
O preconceito é algo comum na vida do pastor Alex, a diferença é que quando estava no mundo, vivia um tipo de preconceito e hoje, como cristão, é outro tipo.”É muito natural a pessoa comentar ‘mas, pastor com tatuagem?!’, mas sem me conhecer é como a pessoa falar do meu livro sem ter lido, então não tem relevância, relata Alex, “eu fiz o livro baseado na ordenança do Espírito Santo, as vidas que estão sendo salvas é que me interessam. Não sou nada, sou apenas instrumento. É claro que tem pessoas que vão levantar contra, dizendo que estamos no tempo de falsos profetas, mas eu não quero ser profeta nenhum, o único e verdadeiro profeta é Jesus Cristo, eu só levo a palavra dEle para quem precisa ouvir.”
Um exemplo dado pelo pastor é encontrar um jovem se drogando na rua às 3hs da manhã. Ao se aproximar, todo tatuado, o jovem pensa que Alex irá se drogar junto com ele. “Eu chego e falo ‘cara, eu tenho um barato muito mais legal pra você, vamos comigo?’. Ele pensa que vai ganhar uma droga melhor ainda e quando vê está em uma clínica de recuperação sendo salvo (…) se eu tivesse de terno e gravata, sem tatuagem, talvez ele não deixaria eu me aproximar”.
Apesar do preconceito vivido por um lado, Alex tem certeza de que tudo o que viveu permite a proximidade necessária para falar aos jovens.
“Uma coisa é uma pessoa que não tem tatuagem dizer aos jovens que não faça. Eles normalmente dizem que o pai é quadrado, que o pastor não sabe nada. Outra coisa é uma pessoa que tem 176 tatuagens, dizer para ele não fazer. Não estou me baseando em ‘achismo’, estou me baseando em um testemunho de quase 30 anos. Eu me molhei na tempestade, isso dá mais credibilidade no que estou falando”, conclui.

Fonte: Rádio Novo Tempo via  guiame.com.br. Correção ortográfica e Edição por Hendrickson Rogers.

O caráter de alguns políticos brasileiros e os nomes de patrimônios públicos!

Família Sarney nomeia 161 colégios no Maranhão; ACM batiza 119 na Bahia. Em Estados do Nordeste, políticos rivalizam em popularidade com Jesus Cristo; especialista critica patrimonialismo. 

Estado brasileiro é laico, mas os nomes mais comuns de escolas públicas no Brasil são, de longe, religiosos. Um levantamento feito pela Folha no cadastro do MEC de mais de 160 mil estabelecimentos revela que Nossa Senhora, Jesus Cristo, São Francisco e Santo Antônio são, entre os nomes pesquisados, os mais frequentes.Em alguns casos, os nomes parecem lemas de igreja. É o caso da Escola Municipal Só Jesus Salva, em Monte Santo (BA), ou Jesus é o Caminho, em Igarapé-Miri (PA). Há ainda colégios com títulos idênticos ao de denominações religiosas do país. Assembleia de Deus, por exemplo, dá nome a 15 estabelecimentos públicos.Depois das referências religiosas, aparecem figuras históricas como Ruy Barbosa, Tancredo Neves, Tiradentes, Castello Branco, Monteiro Lobato e Getúlio Vargas. Em alguns Estados, no entanto, o batismo de escolas parece ser estratégia de autopromoção de políticos. No Maranhão, por exemplo, o sobrenome Sarney está em 161 escolas (179 em todo o país). O ex-presidente José Sarney dá nome a 92. Sozinho, supera a soma de seus sucessores -Collor, Itamar, FHC e Lula-, presentes em 15 escolas do país.Na Bahia, entre os nomes mais comuns estão Antônio Carlos Magalhães (1927-2007), em 119 escolas, e Luís Eduardo Magalhães (1955-1998), em 101. Somados, os dois superam o número de homenagens em todo o país para a Princesa Isabel, o Papa João Paulo 2º ou o escritor Machado de Assis.A prática é utilizada também em municípios. É o caso da cidade fluminense de Magé, com 223 mil habitantes. Das 87 escolas municipais, 21 têm o nome Cozzolino, o mesmo da ex-prefeita afastada por denúncia de corrupção em 2009, Núbia Cozzolino. Como o MEC não divulga estatísticas sobre nomes mais comuns em escolas, foi preciso fazer uma pesquisa nome por nome, para descobrir quantas vezes ele se repetia. Embora não seja um levantamento completo, a reportagem procurou incluir nomes de figuras históricas ou políticos locais para identificar os que possivelmente usam o batismo de escolas como estratégia de autopromoção.A prática é comum, apesar de uma lei federal de 1977 que proíbe atribuir nomes de pessoas vivas a bens públicos da União e a estabelecimentos que recebam verbas federais, caso de escolas.Para o professor da Faculdade de Educação da UFRJ e coordenador do Observatório da Laicidade do Estado, Luiz Antônio Cunha, os alunos acabam sendo influenciados pois é comum escolas ensinarem quem são as personalidades que dão nome a elas“. É a utilização da fachada da escola como outdoor. Uma expressão clara do patrimonialismo político, do uso privado do espaço público e dos alunos como destinatários cativos da celebração de algumas figuras políticas”.

Fonte: Folha de São Paulo.

Nota: “Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons.Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis”. Mateus 7:16-20, Almeida Corrigida e Atualizada Fiel. 

Os primeiros 1000 anos após o advento do Rei Jesus Cristo

santos-analisando-os-livros-do-juizoO Juízo Milenário no Céu Uma vez que o Juiz concluiu todos os casos de Adão até o último ser humano concebido na Terra (At 17:31); uma vez que Ele mesmo, Jesus, e o Pai (Mt 26:64), e com Eles “todos os” anjos que existem no Céu (Mt 25:31) tiverem vindo ao nosso planeta e Jesus tiver ressuscitado os salvos que dormem e alguns perdidos , os que “O traspassaram” e os tiver destruído (Ap 19:21), em seguida a Bíblia narra o seguinte: “Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt 25:34); “nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles [os ressuscitados], entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (I Ts 4:17). Aonde? Na casa do Pai! “E, quando eu for e vos preparar lugar [“na casa de Meu Pai”, verso 2], voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também. E vós sabeis o caminho para onde eu vou [At 1:9-11]” (Jo 14:3 e 4). A Terra ficará assim após a vinda do Rei Jesus e o arrebatamento visível dos salvos: “Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas” (II Pe 3:10). “Os ribeiros de Edom se transformarão em piche, e o seu pó, em enxofre; a sua terra se tornará em piche ardente” (Is 34:9). “Então, todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar” (Ap 6:14). E os salvos? “Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos” (Ap 20:6). “Vi tronos em que se assentaram aqueles a quem havia sido dada autoridade para julgar. Vi as almas dos que foram decapitados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus. Eles não tinham adorado a besta nem a sua imagem, e não tinham recebido a sua marca na testa nem nas mãos. Eles ressuscitaram e reinaram com Cristo durante mil anos” (verso 4, NVI). 


Parênteses Alguns cristãos estudiosos da Palavra de Deus têm dificuldade de enxergar esta sequência de raciocínios escatológicos (ou teimam em preferir interpretações do milênio parcialmente embasadas na Bíblia e, portanto, indignas de aceitação!). Caso esse seja o seu caso, meu irmão, minha irmã, decida hoje ser um cristão por inteiro. Não esteja dividido entre as Escrituras assinadas pelo Espírito Santo e os comentários assinados pelos homens. Comentário Bíblico só merece esse nome quando seus autores vencem a tentação de misturar a Palavra de Deus com a palavra dos homens! Agora, você, só vai reconhecer a mistura se conhecer a Bíblia, certo? Por favor, torne-a a base de sua fé e conduta; permita que ela, e somente ela, seja a Palavra de seu amável e Todo-poderoso Mestre!

  1. a)O Juízo dos Anjos Maus pelos Salvos Ora, a quem os salvos julgarão no Céu, se Jesus já realizou a organização da retribuição (ou o julgamento)? Confira o que dizem alguns escritores bíblicos: “Será que vocês não sabem que o povo de Deus julgará o mundo? Por acaso vocês não sabem que nós julgaremos até mesmo os anjos?” (I Co 6:2 e 3, NTLH). Quais anjos? “Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram [Ap 12:7], mas, os mergulhou no abismo escuro do Tártaro, os entregando para serem guardados até o julgamento” (II Pe 2:4, BJ). A propósito, onde estarão esses demônios e seu líder, causadores do alastramento da rebeldia contra o governo de Deus em nosso mundo, durante os mil anos? “O bode que pertence a Azazel será oferecido vivo a JAVÉ. Depois Arão mandará esse bode para o deserto” (Lv 16:10). “Então vi descendo do céu um anjo que tinha nas mãos a chave do abismo e uma corrente pesada. Ele agarrou o dragão, aquela velha cobra que é o Diabo ou Satanás, e o amarrou por mil anos. Então o anjo jogou o Diabo no abismo e trancou e selou a porta para que ele não enganasse mais as nações até terminarem os mil anos” (Ap 20:1-3, NTLH). “Todos os reis das nações jazem honrosamente, cada um em seu próprio túmulo. Mas você é atirado fora do seu túmulo, como um galho rejeitado; como as roupas dos mortos que foram feridos pela espada; como os que descem às pedras da cova; como um cadáver pisoteado, você não se unirá a eles num sepultamento, pois destruiu a sua própria terra, e matou o seu próprio povo” (Is 14: 18-20, NVI). “Naquele dia o Senhor castigará os poderes em cima nos céus e os reis em baixo na terra. Eles serão arrebanhados como prisioneiros numa masmorra, trancados numa prisão e castigados depois de muitos dias” (Is 24:21 e 22, NVI). Aqui na Terra, de seres vivos, só restarão esses ex-poderosos malfeitores, que estarão compulsoriamente de férias já que não existem ostras criaturas para deformar e tentar! A estrutura biológica deles ainda resistirá ao terrível caos ocasionado pela presença de Deus nas nuvens em Sua vinda (II Pe 3:10 e 11; Is 24:19 e 20 e Ml 3:2)!
  1. b)O Juízo dos Salvos e dos Ímpios pelos Salvos Além da história completa dos ex-anjos perfeitos, os salvos também avaliarão a vida e o destino dos perdidos, além de sua própria vida e seu destino pela ótica divina! “Ou não sabeis que os santos hão de julgar o mundo?” (I Co 6:2). “Jesus lhes respondeu: Em verdade vos digo que vós, os que me seguistes, quando, na regeneração, o Filho do Homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentareis em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel” (Mt 19:28). “O que agora vemos é como uma imagem imperfeita num espelho embaçado, mas depois veremos face a face. Agora o meu conhecimento é imperfeito, mas depois conhecerei perfeitamente, assim como sou conhecido por Deus” (I Co 13:12, NTLH). Quantas dúvidas serão retiradas durante o milênio! Todos os por quês que os seguidores de Jesus na Terra faziam e não poucas vezes ficavam sem respostas, sim, todas as perguntas aparentemente ignoradas por Deus, todas as situações injustas, tudo, tudo será explicado pelos Donos de todas as respostas – JAVÉ trino! Dá pra entender por que Deus separará 1000 anos da eternidade só para isso, não é mesmo?! Isto me traz um conforto, uma esperança e uma admiração profunda pelo caráter da Trindade, pois, Eles pensam em tudo e mais um bocado! Sim, a Bíblia me convence facilmente a aguardar pelo advento de Jesus e pelos “mil anos” de respostas e explicações! Outra compreensão importante: quantas lágrimas os salvos derramarão no milênio… Choro de alegria pela inexplicável graça de Deus, mas também lágrimas de tristeza pela ausência e pela explicação da ausência dos queridos companheiros de estadia na Terra (Ap 21:4). Contudo, após o milênio “já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”! (Hendrickson Rogers)

Lista de todos os capítulos desta odisseia soterio-escatológica:

Introdução: Quantas vezes Jesus inscreve e risca um nome no Livro da Vida?

  1.   A) O Livro da Vida e o Julgamento dos terráqueos que começou há mais de 166 anos!
  2.    B) O Juízo na Volta de Jesus.
  3.    C) O Juízo Milenário no Céu.
  4.    D) O Juízo Final.
  5.    E) O Novo Céu do Universo.
  6.    F) A tecnologia divina usada no Julgamento da Terra.
  7.    G) Meu destino pode já ter sido decidido no juízo pré-advento?
  8.    H) O pecado eterno e a procedência do Juiz durante o juízo pré-advento.
  9.   I) Momentos anteriores e posteriores ao encerramento do Juízo no Santuário Celestial.
  10.    J) As 7 últimas Pragas, o Espírito Santo, a Trindade do Mal e os Selados!
  11.    K) O Papado, a Marca da Besta, o Sábado e o Caráter.
  12.   L) O Falso Protestantismo, o Papado, os EUA e o Remanescente Fiel no Armagedom.

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