Diálogo sobre a afirmação “Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura”

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por Carlos Bitencourt e Hendrickson Rogers
 
Carlos No subtítulo nº6 – “O que levou Satanás ao pecado, rebelião e queda?”, é citado Ezequiel 28:17 – “Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura!”
  
Eu me intrigo com a expressão “POR CAUSA DA TUA FORMOSURA”. Ora, por causa é o motivo, e por tudo que estudei a respeito, não há motivo para o pecado; não há explicação; não há justificativa. O pecado é um intruso inexplicável. É um mistério! Agora, já em pecado e dando frutos do pecado, Lúcifer, que se tornou Satanás, passa a se orgulhar de sua formosura. Então, elevou-se o seu coração. O que Deus fez é perfeito. A beleza, a formosura, a simetria, a lindeza – essas coisas não dão motivo para rebelar-se, ou vangloriar-se, quando estamos falando do tempo em que não havia o mal. Deus não dá motivo algum para que alguém peque.

  

Hendrickson Deus e Sua criação nunca incentivaram ninguém a errar: “longe de Deus o praticar ele a perversidade, e do Todo-Poderoso o cometer injustiça. Na verdade, Deus não procede maliciosamente; nem o Todo-Poderoso perverte o juízo” (Jó 34:10,12). Se tomarmos Ez 28:17 como o único texto bíblico para explicar a origem do mal cometemos, pelo menos, 2 erros: Não deixamos a Bíblia se explicar e construímos uma ideia em cima de um 1 dentre 31.102 versículos!
 

 Lúcifer escolheu contemplar a si mesmo e isto elevou seu coração. O querubim (Ez 28:14) que vivia contemplando a glória da Trindade (lembre-se dos dois querubins do propiciatório; cf. Êx 25:22 e II Rs 19:15) escolheu olhar para a sua glória derivada! Ele escolheu dar livre curso aos seus pensamentos e manifestou-os em suas ações (Pv 23:7). Ora, Deus não muda. Logo, a paciente perseverança do Senhor Espírito tentou dissuadir Lúcifer (cf. Jo 16:8) de suas novas imaginações e ações maledicentes contra o seu próprio Criador e Mantenedor – Jesus (Jo 1:3). Contudo, aquela criatura super capaz escolheu usar as mesmas habilidades dadas por Deus para o bem do universo, de acordo com seus novos ideais diferentes, desarmônicos a tudo o que existia e por fim maldosos e venenosos! Lúcifer escolheu comercializar (Ez 28:18) seu novo produto no Céu e se tornou “acusador” (diabo) e “adversário” (satanás) de Jesus, seu Criador e companheiro angelical (Jesus já havia se tornado Anjo naqueles tempos remotos, cf. Ap 12:7 e Dn 10:13). Escolheu se achar capaz de tomar o lugar de seu próprio Pai (o Anjo JAVÉ; Os 12:4,5). Vejo o pecado de Lúcifer como uma escolha (ou uma sequência obstinada delas), não como um mistério (cf. Tg 4:17).

  

Diálogo sobre a imutabilidade de Deus e a punição do pecado!

por Carlos Bitencourt e Hendrickson Rogers

 

Carlos – Professor, a Palavra de Deus é realmente fabulosa! Em seu artigo, no último parágrafo, está um fundamento, um pilar. Não pode ser usado para uma coisa e, depois, retirado para outra. Deus age de modo eterno, segundo Sua natureza eterna. Ele pode tudo, mas desde que seja em conformidade com o Seu imutável caráter. Eu sou pai. Eu posso tudo em relação ao meu filho. Mas esse tudo não é tudo. É “tudo” conforme se espera de um pai. Você fala sobre o divórcio. Se falasse sobre destruição (dilúvio, guerras e matanças), teria que usar o mesmo critério: Deus é Criador no Velho e no Novo Testamento. Essa conversa de que Ele em alguns momentos foi destruidor é conversa do inimigo, é a dureza do nosso coração em expressar a origem de coisas que ainda não tínhamos conhecimento. É por isso que o “Patriarcas e Profetas” [livro] inicia assim: “Deus é amor. Sua natureza, Sua lei, são amor. Assim sempre foi; assim sempre será. O Alto e o Sublime, que habita na eternidade, cujos caminhos são eternos, não muda. NEle não há mudança nem sombra de variação”. O único trecho escrito por Ele na Bíblia diz “não matarás” – esse é o caráter dEle – então, Ele não mata também! Mas há mortes. Bem, essas mortes são salário do pecado. E assim será até o dia em que Satanás, o pai da morte, o homicida desde o início, finalmente morte [morrer]. E isso ocorrerá quando a glória da presença de Deus se manifestar. Pecado e pecadores não mais existirão. Não é o caso de seu artigo – estou apenas aproveitando a deixa do “princípio” por você declarado – mas, sinceridade, fico triste quando o nome de Deus é associado ao sofrimento, acidentes, tragédias. “Onde estava Deus…?”; “Deus é o responsável por…?” Louvado seja Deus porque Ele não muda. Ele tem um carinho enorme por todos nós!
Hendrickson – É sempre um aprendizado ler e refletir sobre seus comentários! Se me permite, amigo, gostaria de destacar algo:
1) As escolhas das criaturas racionais do Criador trino não O mudam, mas O afetam e fazem com que Ele também escolha dentre as opções que Seu perfeito e imaculado caráter (Seus “princípios eternos”) possui. Exemplo: A escolha de Adão e Eva no jardim resultaram na morte do inocente cordeirinho (Gn 3:21 e Lv 7:8). Abel matou um cordeirinho. JAVÉ matou os descendentes de Caim por meio do Dilúvio. JAVÉ matou os de Sodoma e Gomorra, etc. Isto não evidencia mudança da parte de Deus, mas reação à ação humana dentro do mesmo caráter divino anterior a ação humana! Também não é contraditório afirmar que Deus mata e ordena não matar. Exemplo: O dilúvio não garantiu a ausência do mal, mas garantiu a possibilidade de escolha para as próximas gerações. Antes da escolha humana pelo mal, não há registro da escolha divina pela “punição”. A escolha humana pelo mal demandou a escolha divina pela punição para que outros tivessem o direito de escolher também, ainda que escolhessem o mal! Assim, o matar de Deus não é infanticídio ou homicídio, mas sim a reação de um reto Juiz para com um réu culpado. Caso contrário, Satanás só morreria por “morte natural” e, portanto, o mal governaria por causa das brechas da Lei divina, o que nos leva a um absurdo! Deus não muda, Deus obedece Suas próprias leis (elas são Seu próprio “raciocínio”!) e é exatamente por isso que Deus pune a uns e simultaneamente agracia outros. “A Lei de JAVÉ é perfeita” (Sl 19:7) e exige a misericórdia e a justiça, ou seja, o perdão e a punição dentro de seus contextos.

 

2) As perguntas “Onde estava Deus…?”; “Deus é o responsável por…?” podem ser resultado de terrível angústia, exemplos: Jesus e Jó; podem revelar ignorância, exemplos: Jó, família Coré (Sl 42:3,10) e discípulos (Jo 9:1-3); e podem revelar ousadia e desrespeito, exemplos: família Coré (Sl 42:3,10) e amigos de Jó. Logo, podemos encarar todas as perguntas desse sabor como oportunidades para ensinarmos o que a Bíblia diz!

 

C – Professor, sei do seu respeito e entenda assim de minha parte também, pois estamos falando do grande conflito entre Cristo e Satanás.

 

1) Sendo Cristo o Cordeiro morto antes da fundação do Mundo, temos um Redentor antes mesmo de ter um Criador. Então, é básico que Deus já possuía um Plano para eliminar o pecado, caso o homem ainda a ser criado viesse a desobedecer. E, nesse caso, torna-se claro que a Criação está dentro da Redenção.
2) Deus não é culpado pela entrada do pecado e nem pela desobediência do homem, embora Ele já possuísse um Plano de resgate. Deus não é responsável pela morte, embora tenha dito “é certo que morrerás”. Deus não é o causador do dilúvio, embora tenha antecipado o assunto para Adão e Enoque (conforme Patriarcas e Profetas), e para Noé (e isso 120 anos antes do acontecimento!). Mas Deus via o que iria acontecer como desdobramento da vida que levavam. Ele sabia do salário do pecado. “Quando, porém, os homens passam os limites da clemência divina, a restrição é removida. Deus não fica em relação ao pecador como executor da sentença contra a transgressão; mas deixa entregues a si mesmos os que rejeitam Sua misericórdia, para colherem aquilo que semearam” (O Grande Conflito, 33).
3) Quando li que Deus anunciou a criação da Terra, e só depois ocorreu a rebelião de Lúcifer, e que mesmo assim Ele fez a Terra, então entendi que o Redentor e Criador não muda mesmo e não é afetado pelo pecado. Somente o Plano da Redenção daria resposta, se necessário fosse.
4) Quando Satanás triunfou sobre Adão, Cristo Se colocou em nosso favor. Ele interviu. Segurou os ventos soprados pelo mal. “Aquilo que tem sido mantido sob controle será liberado. O anjo da misericórdia está dobrando suas asas, preparando-se para descer do áureo trono e deixar o mundo sob o controle de Satanás, o rei que escolheram, assassino e destruidor desde o princípio” (Cristo Triunfante, 369 – MM 28/12/2002).
5) Quando tudo amadurecer, e em cumprimento ao estabelecido nas tarefas finais do santuário, Cristo virá, e acontecerá o milênio. Aí haverá um processo judicial. Ao final do milênio, a sentença “é certo que morrerás” será em fim permitida. “Em consequência de uma vida de pecados, colocaram-se tão fora de harmonia com Deus, sua natureza tornou-se tão aviltada com o mal, que a manifestação da glória divina é para eles um fogo consumidor” (GC, 34).
Com a graça de Deus, estimulemos mais comentários, mesmo sabendo que isso é apenas um fiapo de um assunto tão mais profundo.

 

H – Boa tarde amigo Carlos. Obrigado por nossa troca respeitosa de ideias e textos inspirados; penso que Deus está sendo honrado e pessoas estão sendo instruídas!
Por favor, permita-me observar algumas de suas afirmações e da amiga Ellen:
2)”Deus não é responsável pela morte”; “Deus não é o causador do dilúvio”; “Deus não fica em relação ao pecador como executor da sentença contra a transgressão”. Vou deixar Deus falar por meio de Seus profetas como você fez citando Ellen!
a) “Este [Jesus] te ferirá a cabeça [de Satanás]” (Gn 3:15; cf. Rm 16:20).

 

b) “Disse JAVÉ: Farei desaparecer da face da terra o homem que criei” (Gn 6:7).

 

c) “No mesmo instante, um anjo do Senhor o feriu [a Herodes Antipas], por ele não haver dado glória a Deus; e, comido de vermes, expirou” (At 23).
Vejo nos profetas que, embora não seja tirania divina nem qualquer outra manifestação de falta de amor de Deus, é por causa dEle que o mal irá findar e não por causa do próprio mal! Assim como um juiz não está errado em “condenar” alguém culpado; assim como um policial não está errado em prender alguém culpado, Deus não esteve/está/estará errado ao destruir o mal, embora seja o Agente desse ato. É também fato nosso Deus ser a fonte da vida e os que dEle se afastam inevitavelmente encontram a morte. Contudo, após quanto tempo? Quem decide esse tempo? O mal? Não. Deus! A Bíblia me faz raciocinar que, se o mal se destruísse por si só, então, ele não seria completamente mal, posto que faria um bem ao universo, você me entende amigo?
Por outro lado concordo com você em seu cuidado de isentar Deus das consequências das escolhas dos pecadores! Perdoe-me a minúcia Carlos; minha mente está habituada a calcular e resolver situações matemáticas e bíblicas; e isto na Matemática significa não deixar lacunas, brechas. É por isso que, além de não culpar Deus no lugar do pecador eu procuro mostrar que, mesmo sem culpa, o Juiz decide o tempo entre o erro e a punição, e também a própria punição final! Não é o pecador, não são os anjos maus que autodestroem, nem é algo aleatório, mas a autoridade e a misericórdia do Todo-poderoso que respeita as escolhas dos transgressores com suas consequências (as imediatas e as finais) e Ele não apenas permite como cria a destruição/punição do mal, como no Dilúvio, Sodoma, Herodes e Lago de fogo (Ap 20:10).
Por fim, Carlos, quanto as fantásticas palavras de Ellen, confira o que ela diz algumas linhas depois:

 

“Jamais foi dado um testemunho mais decisivo do ódio ao pecado por parte de Deus, e do castigo certo que recairá sobre o culpado” (GC, 36).

 

Um feliz Natal com Jesus para as famílias brasileiras secularizadas!

A família [de Jesus] não era rica nem pertencia à realeza, mas Ele deixou uma impressão de realeza no mundo.
Durante 30 anos, Ele aprendeu, com sua família, o ofício de carpinteiro. Com o que Ele tinha, não tirando do que os outros tinham, Ele lutou para trazer transformação para as pessoas no mundo.
Sem ter nenhum cargo político e nenhuma aspiração política, [o Senhor Jesus] atraia e liderava multidões. Suas parábolas, com simplicidade, traziam promessas, inspiração e esperança. Ele dava lições sem possuir nenhum diploma universitário, mas todas as universidades juntas nunca alcançaram nem ensinaram nem muito menos transformaram tantos alunos.
Ele ajudava os pobres sem usar programas governamentais de assistência. Ele os ajudava com os recursos do Pai, não com recursos tirados de outras pessoas.
[Jesus Cristo] curava os doentes sem usar nenhum sistema público de saúde. Ele os curava com a misericórdia do Pai, não com a pretensa misericórdia do Estado.
Ele alimentava os famintos sem usar bolsas-família do governo.
Para onde quer que fosse, [o Cristo] atraia multidões, que pareciam comícios, mas Ele nunca usou essas aglomerações para promover políticos e suas políticas. Pelo contrário, sabendo da influência dEle sobre o povo e como Ele não aceitava nenhuma aliança política, os políticos queriam matá-Lo.
Mas Ele não tinha medo deles, chegando a chamar um poderoso governante de “raposa”, termo que significava indivíduo maligno.
Durante três anos, [o Senhor Jesus Cristo] exerceu Seu ministério renunciando à Sua profissão de carpinteiro, e Ele nunca fez menção de pedir verbas governamentais para Ele ou Seu ministério, que era voltado aos pobres de espírito. Sem pedir nem depender de nenhuma assistência governamental, Ele completou todo o trabalho que precisava ser feito.
Ele nunca viajou de jatinho particular. Na maioria das vezes, Ele andava a pé, e só em raríssimas ocasiões Ele andou de jumento.
Quando O prenderam por uma acusação falsa, nenhuma autoridade governamental apareceu para defender os direitos humanos dEle. E se a prisão dEle tivesse ocorrido hoje, os direitos humanos teriam sido usados contra Ele, por ter libertado mulheres da “profissão do sexo”, um cobrador de impostos e outros pecadores.
Ele foi preso por prometer e fazer coisas que os políticos prometem, mas nunca fazem.
Apesar de totalmente inocente, [Jesus] não proferiu murmurações no tribunal.
Ele não tinha advogado, nem se importava com a influência dos que O estavam julgando, pois Ele sabia que no final há um Supremo Juiz diante do qual todos, juízes e políticos, terão de prestar contas.
O tribunal O condenou por falsos crimes e O sentenciou à morte, tudo porque Ele mudou corações e mentes de multidões com um grupo de apenas 12 homens. Ele foi condenado por ódio e inveja religiosa e política.
A morte [do Salvador Jesus], mais do que qualquer política governamental, trouxe esperança e redenção para milhões de oprimidos. Diferente das ideologias que derramam o sangue de milhões, Ele derramou Seu próprio sangue por milhões.
Nunca antes houve um [Homem] como Ele.
Por mais de dois mil anos, o mundo e suas ideologias têm tentado deturpar, sequestrar, corromper e até apagar a memória e os princípios de compaixão, ajuda e sabedoria dEle.
No mundo inteiro, os seguidores dEle são hoje centenas de milhões, que estão sofrendo ódio e inveja política e religiosa, em países comunistas e muçulmanos, que condenam os cristãos a torturas, prisão e morte, e nos próprios países ocidentais, que atacam o Cristianismo e seus seguidores com leis politicamente corretas que protegem a liberdade de expressão de islâmicos, comunistas, abortistas e gayzistas, mas deixam os cristãos sem amparo.
Mais e mais, países ocidentais que têm fortes tradições cristãs estão impondo, em nome da diversidade e pluralidade, o aparelhamento do Estado ao islamismo, ao homossexualismo e — e no Brasil — às religiões afro-brasileiras, enquanto o Aniversariante não pode ser lembrado no seu próprio aniversário. Os governos ocidentais têm cada vez mais banido a menção oficial do nome dEle no dia 25 de dezembro.
É claro que eles lembram aos cristãos que deve haver uma separação entre religião e Estado. Essa separação é necessária, pois quem matou Jesus, por ódio e inveja, foi exatamente a religião e o Estado. Aliás, o Estado precisa se separar de toda ideologia de ódio e inveja, inclusive o feminismo, o abortismo e o gayzismo.
Mas o Estado e seus políticos precisam de Deus. Do contrário, o ódio, a inveja e a corrupção sempre reinarão e o Estado sempre fará uma aliança com qualquer ideologia ou religião politicamente correta contra Ele e seus seguidores.
No Natal, vamos nos lembrar do Aniversariante, [o Deus-Homem] que nasceu para prometer as bênçãos de redenção, socorro e provisão do Pai para toda a humanidade e morreu para garantir o cumprimento.
Fonte: Julio Severo. Modificações e edição por Hendrickson Rogers.

Vida “após” o casamento!

Quando criança, nem sempre tinha vontade de comer o arroz e feijão de todos os dias. Preferia me entreter com doces e outras guloseimas. Minha mãe interpelava: “Você deve comer bem para não ficar doente”. Depois que crescemos, percebemos o valor da boa alimentação para se manter saudável. Do contrário, a doença é inevitável, e uma doença não tratada, leva à morte.
O simples relato serve para ilustrar a vida no casamento. Não há relação que resista ou sobreviva, saudavelmente sem uma boa alimentação. E sabemos que, uma alimentação saudável e saborosa requer dedicação.

Muitos casamentos estão à beira do fracasso por não haver dedicação em manterem a boa saúde da relação. Além de uma comida de qualidade, isto é, uma vida espiritual sólida, vibrante e ativa, por meio da comunhão diária com o Senhor, deve-se empenhar em tornar tudo isso saboroso ao “paladar do casal”.
Aqui vão algumas dicas de como manter o matrimônio saudável:
– Pratique um diálogo atencioso e amistoso.

-Gaste tempo pensando em como agradar o cônjuge.
-Passe um tempo a sós regularmente.
-Assuma seus erros e peça perdão quando necessário.
-Cuidado com a rotina e comodismo. Faça de cada dia, um novo dia.
Existe vida após o casamento?
Sim, é claro que existe. Seu casamento pode ser maravilhoso. Cheio de vigor e beleza. Mas isso depende de você. Não deixe seu casamento adoecer. Mas se isso já aconteceu, creia Jesus cura qualquer doença! Ame seu cônjuge. Invista em seu casamento e sejam felizes… para sempre! Amém! (Silvio Gonçalves)

Os perigos da maquiagem para a saúde física e espiritual!

Produtos de beleza como máscara, sombra e base foram considerados perigosos para a saúde das garotas. Pesquisadores do grupo americano de defesa da saúde pública The Environmental Working Group (EWG) descobriram que produtos de maquiagem trazem uma série de elementos químicos ligados ao câncer, à infertilidade e ao descontrole dos hormônios. Um estudo realizado pelo grupo EWG avaliou garotas entre 14 e 19 anos e constatou que todos os produtos de beleza usados por elas continham elementos químicos perigosos, como phthalates, triclosan, parabens e musks. Esses produtos foram associados ao câncer e a problemas hormonais no passado, e os cientistas temem que eles também tenham ligação com a depressão.
Segundo os pesquisadores, as adolescentes tendem a usar cerca de 17 produtos de beleza por dia, enquanto os adultos usam 13. Outra descoberta alarmante: apesar de grande parte das meninas britânicas não usarem maquiagem antes dos 11, alguns salões e produtos estão disponíveis para crianças de até 6 anos. Stacy Malkan, cofundador da Campanha por Cosméticos Seguros, falou ao The Sun sobre os riscos. “As garotas mal se tornam adolescentes e já convivem com um ritual de maquiagem diário. Esses produtos as colocam em contato com elementos químicos perigosos, o que pode ser muito negativo para sua saúde”, alertou. 
Nota do Evidências Proféticas: “Que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas)” (1 Timóteo 2:9, 10). “Não seja o adorno das esposas o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus” (1 Pedro 3:3-6).

O Cordeiro com voz de Dragão (Ap 13:11)

Exatamente 220 anos após a ratificação da Declaração de Direitos [Bill of Rights], o Senado dos EUA votou hoje [16], 86 votos contra 13, a favor da National Defense Authorization Act – NDAA [Lei de Autorização de Defesa Nacional] para 2012, permitindo a detenção indefinida e a tortura de americanos. Depois de um vai-e-vem nos últimos dias entre o Senado e a Câmara que rendeu intensas críticas dos norte-americanos tentando manter seus direitos constitucionais, a NDAA para 2012 está agora a caminho da Casa Branca, onde ontem a administração Obama revelou que o presidente não iria vetar a legislação, alterando um comunicado feito por ele mesmo a menos de um mês. Obama finalmente trouxe a mudança para a América [Yes, We Can], mas não é nada que traga esperança. Falando perante o Senado, esta tarde, o senador Lindsey Graham (Republicano – Carolina do Sul) disse a seus colegas, “Eu espero que vocês acreditem que a América é parte do campo de batalha”. Os Estados Unidos estão em guerra, ele insistiu, e qualquer um que faça oposição ao plano do governo dos EUA vai agora estar sujeito a detenção de estilo militar por tempo indeterminado. (Russia Today)

Nota: (Minuto Profético): Os direitos e as liberdades estão seriamente ameaçados nos EUA. Esta lei que o senado norte-americano acaba de aprovar torna sem validade a 6ª emenda da Constituição Americana, que afirma que nenhum cidadão americano pode ser acusado ou preso sem ter o direito de defesa garantido. Então fica a pergunta: Quanto falta para a 1ª emenda (que garante liberdade de culto e religião) também ser anulada? 
“Quando nossa nação, em seus conselhos legislativos, promulgar leis para coagir a consciência dos homens no tocante a seus privilégios religiosos, impondo a observância do domingo e empregando o poder opressivo contra os que guardam o sábado do sétimo dia, a lei de Deus será, para todos efeitos, invalidada em nosso país [EUA]… quando essa terra, por meio de seus legisladores, renunciar aos princípios do protestantismo e der apoio à apostasia papal, falsificando a lei de Deus – então é que será revelada a obra final do homem do pecado”.Maranata, p. 177 
“Quando nossa nação [EUA] abjurar os princípios de seu governo de tal forma que vote uma lei dominical, nesse próprio ato o protestantismo dará a mão ao papado” Testemunhos para a Igreja, v. 5, p. 712.
“Quando falharem as medidas mais brandas, serão promulgadas as leis mais opressivas. Alegar-se-á que os poucos que se levantam em oposição a uma instituição da igreja e a uma lei do país, não devem ser tolerados”. Maranata, p. 186.

Se desejar acesse nossa página de vídeos e assista: “Detendo a invasão governamental nos EUA“.

Jó – um antediluviano ou alguém contemporâneo a Abrão?

O livro de Jó tem um lugar muito especial nas Escrituras. Fala sobre o terrível sofrimento de um servo de Deus, e como ele e seus amigos procuraram fazer sentido da angústia dele. A pessoa que lê a Bíblia de começo ao fim, não achando nenhuma data no livro de Jó, poderia pensar que fora escrito depois de Ester, o livro anterior nas nossas Bíblias. Mas as evidências sugerem que Jó viveu bem antes de Ester. Vamos observar alguns fatos:

1. A posição de Jó no Velho Testamento é devido ao estilo de literatura, e não à data. Normalmente reconhecemos quatro ou cinco divisões principais do Velho Testamento. Os primeiros cinco livros (o Pentateuco) explicam a origem do mundo, dos homens e, especialmente, do povo de Israel. Os próximos doze (de Josué a Ester) seguem a história dos judeus da conquista da terra prometida até o cativeiro babilônico e o retorno à terra. Os próximos cinco (de Jó até Cântico dos Cânticos) são livros de sabedoria e louvor. Os últimos 17 (Isaías até Malaquias) são livros proféticos, que relatam algumas pregações de alguns mensageiros de Deus daquela época (às vezes, os livros proféticos são divididos em cinco maiores e doze menores). Percebemos que Jó não segue Ester. É o primeiro dos livros de Sabedoria.

2. Os sacrifícios de Jó. Na época dos Patriarcas, vários servos de Deus faziam sacrifícios em diversos lugares (Gênesis 9:20-21; 12:7-8; 33:20; 35:14; etc.). Uma vez que o povo de Israel chegou à terra prometida, foi proibido para os judeus oferecerem sacrifícios em outros lugares, a não ser no local designado por Deus (Deuteronômio 12:1-14). Além disso, somente sacerdotes levitas faziam esses sacrifícios (Levítico 14:19). Se Jó fosse israelita vivendo sob a Lei dada por meio de Moisés, ele não teria direito de fazer os seus próprios sacrifícios em outros lugares, como fez com a aprovação de Deus (Jó 1:5; 42:8).
3. A idade de Jó. No início do livro de Jó, achamos um homem casado com dez filhos adultos e muitas posses. Depois de suas experiências com sofrimento e os debates com seus amigos, Jó ainda viveu 140 anos (42:16-17). Ao todo, a vida de Jó certamente chegou perto de 200 anos, e talvez foi muito além dessa idade. Sabemos que os homens nos primeiros capítulos de Gênesis atingiam idades bem avançadas. Depois do dilúvio, as idades começaram a diminuir. Abraão viveu 175 anos; Isaque, 180; Jacó, 147; José, 110; etc. Depois do livro de Gênesis, não há registro de ninguém que viveu 140 anos ou mais. Este fato sugere que Jó se encaixa na época dos Partriarcas, talvez durante ou antes do tempo de Abraão. 
Jó, sem o privilégio que nós temos de estudar a história de milhares de anos da fidelidade de Deus para com os homens, se mostrou fiel ao Senhor. O exemplo dele de enfrentar calamidades com plena confiança em Deus nos desafia hoje. E nós temos a vantagem de podermos ler o livro de Jó e dezenas de outros livros que mostram a fidelidade e a bondade do Senhor! (Dennis Allan)
Fonte: O parceiro Bíblia e Ciência.

A matemática entre uma teia de aranha e a música!

Este olog usa símbolos, em vez de palavras,
para mostrar a relação entre forma e
função presente na teia de aranha
e em uma composição musical.
Relação entre forma e função Cientistas descobriram uma relação matemática que mostra uma analogia precisa entre a estrutura física da teia de aranha e a estrutura sonora de uma música. Isto prova, segundo eles, que a estrutura de cada uma delas tem uma relação similar com a sua função. Ou seja, a “lei” matemática que descreve a relação entre as proteínas que formam a teia de aranha e suas propriedades de resistência e leveza é a mesma que descreve a relação entre as notas musicais e o efeito que a música exerce sobre o ouvinte. Além das claras implicações filosóficas da descoberta, a metodologia matemática poderá guiar os cientistas na sintetização de novos materiais. Esses materiais poderão ser criados para atender a necessidades específicas, por meio da repetição de padrões de estruturas menores, da mesma forma que as proteínas são reunidas para forma a teia de aranha, ou as notas musicais são reunidas para formar uma melodia. 

Da teoria à prática Mas o que têm em comum uma teia de aranha e uma melodia? Para descobrir isto, os pesquisadores fizeram uma comparação passo a passo que começou com os blocos fundamentais de cada um deles – um aminoácido e uma onda sonora – e foi até um segmento de fio de seda e uma canção simples. A conclusão de David Spivak, Markus Buehler e Tristan Giesa parece surrealista. Segundo eles, os padrões estruturais das proteínas estão diretamente relacionados com a leveza e a resistência da teia de aranha, da mesma forma que a “tensão sônica” das notas da canção está relacionada com a resposta emocional induzida no ouvinte. Ao encontrar similaridades com exatidão matemática entre coisas tão diferentes, os pesquisadores demonstraram que sua metodologia pode ser usada para a comparação de descobertas científicas em áreas diferentes. O trabalho também sugere que os engenheiros poderão ampliar seu conhecimento dos sistemas biológicos estudando a relação existente entre a forma e a função de cada elemento. Finalmente, e de forma mais prática, o trabalho abre a perspectiva de que, de posse de uma necessidade – por exemplo, um material com propriedades específicas para atender a uma determinada função – os engenheiros possam sintetizá-lo repetindo padrões simples já encontrados na natureza.
Modificar o ambiente A conexão entre a forma e a função de um material é estabelecida por um mecanismo chamado “log ontológico”, ou olog. Um olog é um meio abstrato de categorizar as propriedades gerais de um sistema – seja ele um material, um conceito matemático ou um fenômeno – revelando as relações inerentes entre sua estrutura e sua função. “Há indícios crescentes de que padrões similares de estruturas materiais em nanoescala, tais como aglomerados de ligações de hidrogênio ou estruturas hierárquicas, governam o comportamento dos materiais no ambiente natural,” afirma Buehler. Segundo ele, o estudo permitiu então “compilar informações sobre o funcionamento dos materiais de forma matematicamente rigorosa e identificar os padrões que são universais para uma grande classe de materiais.” “Seu potencial para modificar o ambiente – no projeto de novos materiais, estruturas ou infra-estrutura – é imenso,” conclui o pesquisador.

Relembrando a Reforma Protestante

A Reforma Protestante em 1500, literalmente, mudou o curso da história. Ela ajudou a movimentar a Europa para fora da Idade das Trevas e levou ao surgimento da verdadeira liberdade religiosa. Estes princípios originais finalmente encontraram expressão na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos da América, que ensina que quando se trata de religião, os governos da Terra não têm o direito de controlar a consciência.
O verdadeiro Protestantismo, ensina a salvação pela graça através da fé em Jesus (Efésios 2:8) e a supremacia da Bíblia acima da igreja visível (2 Timóteo 3:16) – acima das tradições, pastores, padres, papas e reis (Ver D’Aubigné História da Reforma do século XVI, XIII, livro, capítulo VI, pp. 520-524). Também ensina o sacerdócio de todos os crentes (2 Pedro 2:9-10) e que todas as pessoas em todos os lugares podem ser salvas, vindo diretamente ao nosso amoroso Pai Celestial através de Seu Filho único, Jesus Cristo (João 14:6). “…há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem,” (1 Timóteo 2:5).
O que os principais reformadores protestantes ensinam sobre o Anticristo? Se você concorda ou não com eles, é importante perceber o que eles ensinaram. As citações a seguir não são com o intuito de fomentar a má vontade em relação a qualquer ser humano, pois isso seria contrário ao ensinamento de Jesus Cristo (João 13:34-35), mas simplesmente apresentar o que alguns dos mais influentes líderes cristãos que já viveram acreditavam sobre o “chifre pequeno” de (Daniel 7:8), “a besta” de (Apocalipse 13:1), o “homem do pecado” de (2 Tessalonicenses 2:3) e sobre o Anticristo.
Martinho Lutero (1483-1546) – Luterano: “Lutero … provou, pelas revelações de Daniel e S. João, pelas epístolas de São Paulo, São Pedro e São Judas, de que o reinado do Anticristo , previsto e descrito na Bíblia, era o Papado … E todo o povo disse: Amém! Um santo temor se apossou de suas almas. Foi o Anticristo quem ele viu sentado no trono pontifício. Essa nova idéia, que ganhou maior força a partir das descrições proféticas lançadas adiante por Lutero para o meio dos seus contemporâneos, infligiu o golpe mais terrível em Roma.” Extraído de JH Merle D’Aubigné História da Reforma do século XVI, livro VI, Capítulo XII, p. 215.
Baseado nesses estudos proféticos, Martinho Lutero finalmente declarou: “Temos a convicção de que o papado é a sede do verdadeiro e real Anticristo.” (18 de agosto de 1520). (Extraído de The Prophetic Faith of Our Fathers, por LeRoy Froom. Vol. 2., Pg. 121.)
João Calvino (1509-1564) (Presbiteriano): “Algumas pessoas pensam que somos demasiadamente severos e censuradores quando chamamos de Anticristo o pontífice romano. Mas aqueles que são desta opinião não consideram que eles trazem a mesma carga de presunção contra o próprio Paulo, de quem falamos, e cuja línguagem adotamos … vou brevemente mostrar que as (palavras de Paulo em II Tessalonicenses 2) não são capazes de qualquer interpretação diferente do que a aplicação ao papado.” Extraído de Institutes of the Christian Religion, by John Calvin.
John Knox (1505-1572) (Presbiteriana Escocesa): John Knox tentou contrariar “a tirania que o próprio papa têm por tantos séculos, exercido sobre a Igreja”. Tal como aconteceu com Lutero, ele finalmente concluiu que o papado era “o verdadeiro anticristo, o filho da perdição, de quem falava Paulo.” (extraído de The Zurich Letters, by John Knox, pg. 199.)
Thomas Cranmer (1489-1556) (anglicana): “Roma segue para ser a sede do anticristo, e o papa a ser o próprio anticristo. Eu poderia provar o mesmo por muitas outras escrituras, escritores antigos, e razões fortes”. (Referindo-se às profecias do Apocalipse e Daniel.) extraído de Works by Cranmer, Vol. 1, pp. 6-7.
Roger Williams (1603-1683) (Primeiro Pastor Batista na América): Pastor Williams falou sobre o Papa como “o pretenso vigário de Cristo na terra, que se assenta como Deus sobre o Templo de Deus, exaltando-se não só acima de tudo o que é chamado de Deus, mas sobre as almas e as consciências de todos os seus vassalos, sim, sobre o Espírito de Cristo, sobre o Espírito Santo, sim, e do próprio Deus … fala como o Deus do céu, pensando em mudar os tempos e as leis, mas ele é o filho da perdição (II Tessalonicenses 2). ” (extraído de The Prophetic Faith of Our Fathers, by Froom, Vol. 3, pg. 52.)
A Confissão de Fé de Westminster (1647): “Não há outro cabeça da igreja, senão o Senhor Jesus Cristo. Nem pode o papa de Roma, em qualquer sentido ser o seu chefe, mas é este o Anticristo, o homem do pecado e filho da perdição que se exalta na Igreja contra Cristo e tudo o que é chamado de Deus.” (Extraído de Philip Schaff’s, The Creeds of Christendom, With a History and Critical Notes, III, p. 658, 659, ch. 25, sec. 6.)
Cotton Mather (1663-1728) (Teólogo Congregacional): “Os oráculos de Deus predisseram o surgimento de um Anticristo na Igreja Cristã, e no Papa de Roma, todas as características do Anticristo são tão maravilhosamente respondidas que, se qualquer um que ler as Escrituras não vê-lo, há uma maravilhosa cegueira sobre eles”. (Extraído de The Fall of Babylon by Cotton Mather in Froom’s book, The Prophetic Faith of Our Fathers, Vol. 3, pg. 113.)
John Wesley (1703-1791) (Metodista): Falando do papado, John Wesley escreveu: “Ele está em um sentido enfático, o homem do pecado, como que aumentando todos os tipos de pecado acima da medida. E ele é, também, devidamente intitulado como “o Filho da Perdição”, como ele tem causado a morte de inumeráveis multidões, tanto de seus opositores como seguidores … Ele é o que … se levanta contra tudo que se chama Deus, ou que é adorado … reivindicando maior poder, e maior honra … reivindicando as prerrogativas que pertencem somente a Deus.” (Extraído de Antichrist and His Ten Kingdoms, by John Wesley, pg. 110).
Uma grande nuvem de testemunhas: “Wycliffe, Tyndale, Lutero, Calvino, Cranmer, no século XVII, Bunyan, os tradutores da Bíblia King James e os homens que publicaram as confissões de fé batistas e de Westminster, Sir Isaac Newton, Wesley, Whitfield, Jonathan Edwards, Spurgeon e, mais recentemente, o bispo JC Ryle e o Dr. Martin Lloyd-Jones; estes homens, entre inúmeros outros, todos viram o papado como o anticristo”. (Extraído de All Roads Lead to Rome, by Michael de Semlyen. Dorchestor House Publications, p. 205. 1991)
Fonte: Artigo de Steve Wohlberg traduzido pelo site www.setimodia.wordpress.com, do original The Antichrist and the Protestant Reformation.