A Estrela de Belém, a NASA, os anjos, as Testemunhas de Jeová e os magos!

Professora de astronomia usou tecnologia de ponta para investigar os céus de mais de 2000 anos atrás.

A professora de astronomia Irene Worthington Baron utilizou mais de 60 programas de computador da NASA para provar a veracidade da “estrela de Natal”. Recentemente, ela publicou suas conclusões em um livro onde afirma que a estrela descrita na Bíblia foi apenas um marcador de posição e o último de dez espetaculares anúncios celestes do nascimento. A autora foi professora de ciências e da astronomia durante mais de 40 anos e teve acesso aos programas da NASA para usar em suas aulas. Sendo cristã, ele decidiu usar o que há de mais avançado na tecnologia nessa área para descobrir o que realmente aconteceu naqueles dias.

Seu ponto de partida é que, desde que foram criados, os movimentos de todos os corpos celestes, incluindo Lua, Sol, Terra e os demais planetas são imutáveis. Portanto, os astrônomos podem usar equações matemáticas para calcular como os corpos celestes se movem. Os programas da NASA são capazes de realizar milhares de cálculos para refazer eventos ocorridos nos céus mais de 2.000 anos atrás. Ela também estudou como os astrônomos antigos usavam seus simbolismos. Para isso, fez um extenso estudo de vários materiais escritos por historiadores e arqueólogos. Os dados que obteve são baseados em registros históricos, pinturas e esculturas em templos antigos, moedas e selos. Reunindo os dados da astronomia e o simbolismo dos antigos, pôde reconstituir o anúncio do nascimento mais importante da história da humanidade.

Algumas especulações no passado davam conta que a estrela de Natal era um cometa, uma estrela que explodiu (chamada de supernova) ou uma conjunção de planetas, quando eles parecem se fundir no céu. Os muitos livros que Irene leu sobre história antiga e arqueologia mostram que os astrônomos na época faziam todas as observações celestes durante o amanhecer. Portanto, todos os cálculos do computador usavam como base seis horas da manhã no fuso horário de Belém, que serviu como referência para latitude e longitude. As dificuldades para chegar a uma conclusão durante sua pesquisa não foram poucas e estão incluídas no livro Unraveling the Christmas Star Mystery [Desvendando o mistério da estrela de Natal]. A professora Baron diz que o simbolismo usado por antigos sacerdotes, astrônomos, astrólogos, e cosmólogos referia-se ao nascimento de um deus poderoso. Afinal, para eles, cada objeto que existia no céu era um deus e o anúncio do nascimento indicava que aquele seria o deus mais poderoso do universo. A professora afirma que isso pode ser visto em diferentes interpretações simbólicas do céu feitas por civilizações como acádios, asiáticos, assírios, babilônios, chineses, egípcios, mesopotâmias, persas e sumérios. Naquele momento da história, o mundo conhecido desfrutava de uma paz imposta pelos exércitos romanos. As pessoas podiam viajar com segurança. Isso permitiu que os magos, com os seus astrônomos e comitivas pudessem sair de sua terra natal e chegar até Belém, na Judeia. O Sol era visto como um deus poderoso e confiável. A lua era considerada uma deusa, fonte de toda a inteligência, guardiã do conhecimento, do calendário e, quando vista junto com o Sol, significa saúde, felicidade e estabelecia as bases do poder do rei ou governante. Cada um dos movimentos no céu das “estrelas errantes”, hoje chamados de planetas, significava algo para os antigos astrônomos.

O livro discute a posição do Sol, da Lua e da Terra durante um eclipse solar. Os antigos conheciam os eclipses solares e foram eles que ajudaram a anunciar o nascimento de Cristo em uma progressão de dez eventos incomuns e magníficos. A maioria deles fez aparecer no céu uma luz de balizamento que guiou os reis estrangeiros até Jesus. A série de eventos comprovados nesta obra ocorreram ao longo de muitos meses. Naquela época, os preparativos para uma viagem como essa demoravam um ano de antecedência ou mais. As pessoas escolhidas como representantes de seus países para fazer essa visita ao maior Deus do universo sabia das exigências. Isso inclui a escolha dos presentes ou tributos entregues, afinal o novo Deus poderia afetar o futuro de suas nações e o resultado de guerras. Unraveling the Christmas Star Mystery é um relato minucioso e fascinante do fenômeno estrelar descrito na Bíblia. Os capítulos abordam os registros bíblicos em paralelo a conceitos básicos de astronomia e simbolismo de civilizações antigas. Há uma série de notas sobre os quase 100 livros consultados e referências técnicas sobre o funcionamento dos programas da NASA.

Fonte: Folha Gospel.

Notas: 1) “Quando as estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus” (Jó 38:7). “Uma estrela procederá de Jacó” (Nm 24:17). “Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo. Com isto, Herodes, tendo chamado secretamente os magos, inquiriu deles com precisão quanto ao tempo em que a estrela aparecera.Depois de ouvirem o rei, partiram; e eis que a estrela que viram no Oriente os precedia, até que, chegando, parou sobre onde estava o menino. E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo” (Mt 2:2,7,9,10). “E, subitamente, apareceu com o anjo uma multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem. E, ausentando-se deles os anjos para o céu” (Lc 2:13-15). A Bíblia nos dá a entender que essa estrela, profetizada por Balaão quase um milênio antes, era uma legião de anjos do bem! Como, então, a astronomia poderia notar a presença dessa estrela angelical? Teriam os anjos deixado propositalmente um rastro matemático decodificável?
2) Lamentavelmente a ignorância e o preconceito levam a instituição religiosa Testemunhas de Jeová afirmar que essa magnífica estrela era Satanás, com base em apenas dois versinhos bíblicos completamente isolados (Is 14:12 e Lc 10:18) e manipulados! Que os mesmos anjos que glorificaram a Deus no nascimento do JEOVÁ encarnado ajudem esses nossos irmãos, aqueles que se alimentam da Palavra e não das tradições religiosas, a diferenciarem o brilho das estrelas! Respeito muito meus irmãos desta denominação religiosa e oro para que, assim como ocorreu com o anticristão Saulo, JEOVÁ brilhe diante de seus olhos derrubando-os da hermenêutica não bíblica e oportunizando-os caírem de joelhos e adorarem a Jesus, o JEOVÁ conosco, assim como os magos do oriente O adoraram. (Hendrickson Rogers)

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