Mais argumentos científicos contra o Neodarwinismo e contra o estilo de vida laodiceano de muitos “cristãos”!

O cirurgião Joseph Kuhn (Baylor University Medical Center) descreveu recentemente três problemas sérios com a evolução darwiniana num artigo intitulado “Dissecting Darwinism” (Dissecando o Darwinismo). Ele escreveu que os três pontos enunciados foram citados em frente à Texas State Board of Education, que, passados alguns dias de deliberação, decidiu que os livros escolares deveriam ensinar os pontos fortes e os pontos fracos da teoria da evolução. Diga-se de passagem, as únicas pessoas que se insurgiram com o ensino da teoria da evolução como uma teoria científica (e não como um dogma religioso) foram os evolucionistas. Aparentemente, ensinar os pontos fortes e as fraquezas da teoria da evolução é problemático… para a teoria da evolução.

A primeira fraqueza que Kuhn descreveu é, na verdade, bem mais do que uma fraqueza, mas, sim, um argumento poderoso contra a noção de que processos naturais alguma vez poderiam produzir células a partir de químicos sem vida. O que mantém as células com vida, diz Kuhn, é a não natural informação que existe dentro das moléculas da vida. Essas moléculas não possuem o tipo de aleatoriedade que os processos naturais produzem. De fato, quando essas forças naturais operam de forma aleatória sobre essas moléculas, elas perdem sua informação vital e o organismo morre.
Kuhn escreveu: “O problema fundamental e insuperável da evolução darwiniana encontra-se na complexidade espantosa e na informação inerente contida no DNA” (Kuhn, J. A. 2012. “Dissecting Darwinism”, Baylor University Medical Center Proceedings, 25 [1]: 41-47).
O tipo de informação que o DNA codifica é o tipo de linguagem “tudo-ou-nada”. Sistemas celulares que usam o DNA possuem as mesmas características básicas e irredutíveis de qualquer linguagem humana: (1) símbolos; (2) significado para cada um dos símbolos; (3) regras gramaticais dentro das quais os símbolos podem ser interpretados; (4) emissores e receptores; (5) propósito ou efeito desejado aquando do envio das mensagens.
Esse tipo de estrutura organizacional e informática nunca provém de forças naturais, mas é sempre o efeito de uma ou mais mentes pensantes e conscientes.
Kuhn escreveu: “Tendo como base a consciencialização da inexplicável informação em código presente no DNA, para além da inconcebível autoformação do DNA e inabilidade de se justificar os bilhões de nucleotídeos especificamente organizados em cada célula, é razoável concluir que existem várias fraquezas na teoria que postula melhoria gradual através da seleção natural (darwinismo) como forma de explicar a origem química da vida. Para além disso, a evolução darwiniana e a seleção natural nunca poderiam ser os mecanismos por trás da origem da vida, uma vez que esses processos requerem o funcionamento da replicação e essa não existia antes da origem da vida” (Kuhn, J. A. 2012. “Dissecting Darwinism”, 41-47).
Até mesmo o ardente evolucionista e militante ateu Richard Dawkins admitiu em 2009 que “o problema mais profundo ainda por resolver na Biologia é a origem da vida em si” (Dawkins, R. 2009. “Evolution: The next 200 years”.New Scientist, 2693: 41).
Claro que o problema não é da “Biologia”, mas, sim, especificamente da teoria da evolução. A Biologia, propriamente dita, não tem “problemas profundos” quando se trata da origem da vida. Só quando operamos dentro da camisa de força chamada “naturalismo” é que ficamos com “problemas profundos”.
Enquanto o militante ateu Dawkins ainda tem fé de que um dia – talvez – o naturalismo consiga explicar a origem da vida, o médico Joseph Kuhn reconhece o óbvio: a natureza por si só nunca poderia ter produzido a vida. Ou seja, ambos reconhecem que as sugestões que se restringem ao naturalismo têm sido cientificamente insuficientes.
Nota do parceiro Darwinismo: “Sem duvida que os estudantes deveriam ficar a par das inúmeras fraquezas que a teoria da evolução possui, mas, infelizmente, isso não acontece. Não é dito aos estudantes que o naturalismo falha logo na origem da vida e nem é dito que os próprios militantes ateus e ávidos evolucionistas não possuem respostas científicas para essa questão. Os evolucionistas que controlam o sistema de ensino não revelam esse tipo de informação porque estão perfeitamente cientes de que o neodarwinismo não sobreviveria ao escrutínio científico. Se o naturalismo falha logo no início do processo, será lógico restringir a Biologia nesse mesmo constrangimento? Se as forças naturais não conseguem gerar uma única célula autorreplicante, por que os evolucionistas acreditam que essas mesmas forças naturais conseguiram gerar olhos, ouvidos, braços, pernas, sistemas reprodutores, sistemas de refrigeração, sistemas de autorreparação, asas, ecolocalização e muito mais? É por dados científicos como os levantados pelo Dr. Kuhn que os evolucionistas tentam desesperadamente separar a origem da vida da teoria da evolução em si. Eles claramente se apercebem de que, se o naturalismo falha na origem da vida, não há justificação científica para se excluir teorias e hipóteses biológicas que não estejam de acordo com o mesmo naturalismo. Mas nós, que confiamos nAquele em Quem estão escondidos todos os tesouros da ciência e sabedoria, não podemos dar margem de manobra aos ideólogos evolucionistas. Ou o naturalismo explica todo o processo biológico (desde a origem da vida), ou então não pode ser o constrangimento filosófico dentro do qual todas as teorias da biologia têm forçosamente que operar. Repare que, sem apresentar qualquer tipo de alternativa à teoria da evolução, o Dr. Kuhn levantou um argumento devastador contra ela. Imagine o que aconteceria aos estudantes que saíssem de uma aula do Dr. Kuhn (em torno da inabilidade da teoria da evolução para explicar a origem da vida) e deparassem com um cristão – em evangelismo e firme crente no que Deus diz em Gênesis – a anunciar “todo o conselho de Deus” desde a Criação até Revelação. O efeito que teria! Infelizmente, a maior parte dos cristãos está mais interessada em colocar fotos suas no Facebook e no blogger do que em defender a Verdade da Bíblia. Esses “cristãos” não entram na guerra cultural e nem tomam parte da batalha espiritual, mas gostam de andar com a etiqueta que diz “cristão” – como se fazer parte da Igreja de Deus fosse análogo a pertencer a um grupo social e não a pertencer ao corpo místico do Senhor Jesus.”

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O ciclo semanal na Terra após os Mil anos de Apocalipse 20 – um paralelo revelador! (Parte 2)

Antes do término dos
3,5 anos de Seu ministério terrestre, o Cristo atraiu a todos na cruz. “E eu,
quando for levantado da terra, atrairei todos
a mim mesmo” (Jo 12:32). E, talvez, faltando 36 horas para o fim dos primeiros
três anos e meio pós-milenários (lembre-se, o Homem Jesus faleceu por volta das
15h de uma sexta-feira, Mt 27:46 e Mc 15:42 e ressuscitou na “alta madrugada”,
Lc 24:1, “sendo ainda escuro”, Jo 20:1; talvez entre 3 e 6 horas!), aconteça o
evento que levou Deus a esperar o tempo necessário para que esse momento
chegasse – a vindicação de Jesus Cristo e, portanto, de toda a Trindade, o
momento onde “todos” em todo o universo e especificamente na Terra, salvos e
perdidos, bons e maus, anjos e demônios, terrestres e extra-terrestres, “todos”
reconhecerão o caráter honesto e incomparavelmente misericordioso de Deus! O
Rei dos reis e o Senhor dos senhores, JAVÉ Deus dirá: “Por mim mesmo tenho
jurado; da minha boca saiu o que é justo, e a minha palavra não tornará atrás”.
E diante dEle “se dobrará todo
joelho, e jurará toda língua” (Is
45:23)! “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está
acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é
Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2:9-11). “Benigno e misericordioso é JAVÉ,
tardio em irar-se e de grande clemência. JAVÉ é bom para todos, e as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras. Todas
as tuas obras te renderão graças, JAVÉ; e os teus santos te bendirão. Falarão
da glória do teu reino e confessarão o teu poder, para que aos filhos dos
homens se façam notórios os teus poderosos feitos e a glória da majestade do
teu reino. O teu reino é o de todos os séculos, e o teu domínio subsiste por todas as gerações” (Sl 145:8-13). “Todas as nações lembrarão de Deus, JAVÉ,
todos os povos da terra se voltarão
para ele, e todas as raças o
adorarão. Pois JAVÉ é Rei e governa as nações. Todos os orgulhosos se curvarão na sua presença, e o adorarão todos os mortais, todos os que um dia vão morrer. As pessoas dos tempos futuros o
servirão e falarão às gerações seguintes a respeito de Deus, o Senhor. Os que
ainda não nasceram ouvirão falar do que ele fez: ‘Deus salvou o seu povo!’” (Sl
22:27-31, NTLH); “por isso, todas as nações virão e adorarão diante de ti, porque
os teus atos de justiça se fizeram manifestos” (Ap 15:4).
Que evento universalmente
espetacular este, não? Deus, o nosso precioso Pai do Céu, o nosso precioso
Salvador e Consolador, merecem! Além do mais, antes da morte eterna do mal,
assim como antes da morte do Cordeiro de Deus, todos precisam enxergar a
justiça e a misericórdia de Deus em Suas ações para que todo o universo seja
vacinado pela dose exata contra o mal para todo o sempre. “Nunca mais haverá
qualquer maldição” (Ap 22:3)! Amém. O amor e a organização de Deus me fazem
crer nessa vacina eterna!
Antes de Jesus afirmar
que quando Ele fosse levantado da terra atrairia a todos, Ele afirmou algo revelador, tanto para aquela época, quanto
para o período pós-milenário: “Chegou o momento de ser julgado este mundo, e
agora o seu príncipe será expulso” (Jo 12:31).

Possível
significado literal de João 12:31
Embora Satanás, o
“príncipe deste mundo” (Jo 14:30 e 16:11, NVI) tenha sido expulso do Céu por
Jesus Cristo, na função de arcanjo Miguel (Ap 12:7-9 e I Ts 4:16, ARC), antes
mesmo de existir a humanidade (Gn 3:1), ele ainda tinha certa liberdade para
acusar os que Deus estava salvando (Jó 1:6). Não creio que ele fazia isso
entrando no Céu de onde fora expulso (Ap 12:8,9); mas, possivelmente, ele
acusava diariamente os santos (Ap 12:10) para os anjos de Deus e estes, quando
compareciam diante do Pai (Mt 18:10) relatavam suas acusações! (Compare a
expressão “diante do nosso Deus” de Apocalipse 12:10, ARA, com I
Tessalonicenses 1:3 e 3:9, e perceba como ela pode não ser literal! E em Gn
18:21,22 veja como os anjos de Deus são Seus representantes). Ao se aproximar o
tempo da crucifixão de nosso Redentor (Jo 12:32), no entanto, Satanás perdeu a
regalia de ser ouvido por aqueles anjos e também foi “expulso” da aparente
relação existente entre eles. (Em Lucas 10:18 o Senhor Jesus disse: “Eu via
Satanás caindo do céu como um relâmpago”. Se esta cena observada por Cristo for
a mesma de Apocalipse 12:12 que diz: “Por isso, festejai, ó céus, e vós, os que
neles habitais. Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de
grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta”, podemos até entender que,
embora o arquiinimigo não tivesse mais acesso ao Céu, é como se ele
conseguisse, por meio de alguma passagem no espaço-tempo, wormhole, fenda espacial, chegar aos portões celestiais (Sl 24:7),
para realizar suas acusações diárias (Ap 12:10). Os anjos incontaminados devem
ter decidido cortar permanentemente qualquer ligação amistosa com os demônios,
se é que tal relação existia após a expulsão deles do Céu, quando o caráter
irremediavelmente vil, corrupto e cruel dos ex-habitantes celestes se revelou
completamente em seu trato com Jesus – o próprio Pai deles no formato encarnado
(Cl 1:16), em algum momento anterior a cruz!).

Possível
significado pós-milenário de João 12:31
Muito próximo do fim
dos 1260 dias, quando o Senhor Jesus em Seu “trono branco” (Ap 20:11) concluir
o julgamento individual/coletivo dos perdidos de todas as épocas (Ap 20:13), então
“a serpente” dará continuidade a seu plano enganador de invadir a Cidade Santa
com os perdidos. Ora, a Santa Cidade desceu do Céu e aterrissou, caso contrário
o exército monstruoso sem asas não poderia tê-la sitiado nos primeiros 40 dias (Ap
20:9)! Então, ao assediar seus soldados para o ataque, Satanás se depara com
uma generalizada não correspondência! O veredito de todos eles já foi dado e
eles sabem que, por não terem recebido o sacrifício do Cordeiro de Deus no
lugar deles, terão eles mesmos que sofrê-lo! Se cumprirá, agora, com precisão,
a profecia dada por JAVÉ Deus a Isaías: “Como cessou o opressor! Como acabou a
tirania! Quebrou JAVÉ a vara dos perversos e o cetro dos dominadores, que
feriam os povos com furor, com golpes incessantes, e com ira dominavam as
nações, com perseguição irreprimível. Já agora descansa e está sossegada toda a
terra. Todos exultam de júbilo [os de dentro da Cidade Santa]. Até os ciprestes
se alegram sobre ti, e os cedros do Líbano exclamam: Desde que tu caíste,
ninguém já sobe contra nós para nos cortar. O além, desde o profundo, se turba
por ti, para te sair ao encontro na tua chegada; ele, por tua causa, desperta as
sombras e todos os príncipes da terra e faz levantar dos seus tronos a todos os
reis das nações. [Isso há quase três anos e meio atrás! Porém, ao serem seduzidos
e convocados por Satanás para a peleja após o juízo final, todos, me parece que
até os outros anjos caídos…] Todos estes respondem e te dizem: Tu também,
como nós, estás fraco? E és semelhante a nós? Derribada está na cova a tua
soberba, e, também, o som da tua harpa; por baixo de ti, uma cama de gusanos, e
os vermes são a tua coberta. Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da
alva
! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! Tu dizias
no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu
trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei
acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo. Contudo, serás
precipitado para o reino dos mortos, no mais profundo do abismo. Os que te
virem te contemplarão, hão de fitar-te e dizer-te: É este o homem que fazia
estremecer a terra e tremer os reinos? Que punha o mundo como um deserto e
assolava as suas cidades? Que a seus cativos não deixava ir para casa?” (Is
14:4-17). “Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso” (Jo 12:31)! “O diabo, o
sedutor deles, foi lançado para
dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como
também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos
dos séculos” (Ap 20:10).
Talvez Deus fique em
silêncio durante um dia e meio, apenas para o universo observar a última
tentativa satânica de destruir o reino de Deus e a divindade de Jesus! Assim
como o Homem Jesus silenciou por 1,5 dia, na tumba, talvez Ele silencie e
assista a mal-sucedida obra de Satanás sobre toda a Terra e a recusa dos
perdidos em serem seus soldados suicidas mais uma vez! O Senhor Espírito não
estará atuando nos perdidos desde que eles pecaram contra Ele (Mc 3:29). Assim,
possivelmente, Deus restringirá a feitiçaria satânica (Ap 18:23) sobre a mente
dos não salvos ou a recusa dos anjos maus em auxiliar Satanás nessa última
investida impossibilite sua sedução sobre “todo o mundo” (Ap 12:9). Também é
possível que, a maravilhosa influência de Jesus, mesmo sobre almas
inalcançáveis, as torne menos propensas ao dragão e seus anjos, ou uma
combinação de todas essas possibilidades!
Outro detalhe: o que
comerão os perdidos durante todos esses anos após sua ressurreição? Não
encontrei nada nas Escrituras, ainda; senão o que sempre elas nos ensinaram –
para cada bênção criada por Jesus, o inimigo constrói uma contrafação
amaldiçoadora! Logo, assim como os refrigerantes (só no nome!) e pseudo-alimentos
industrializados que tão alegremente são consumidos por muitas famílias há
séculos (muitas das quais estarão reunidas dentro e fora das fileiras do exército do mal!), sem dúvida o gourmet maligno servirá para seu
exército algo do tipo, ou não, pois, isto definharia muito mais rapidamente
seus soldados! Além do mais, vários desses produtos demandam o natural fruto da
terra e será que ela produzirá sua flora novamente após o retorno de Jesus?
Seria o caso de, durante os mil anos, Satanás e seus anjos lavrarem a Terra com
esse fim? É possível. Lembre-se de que, a multidão dos não redimidos possuirá idosos,
mulheres e crianças, os quais podem preparar a alimentação dos soldados durante
todo aquele tempo.
Mais um: o
Todo-poderoso Deus cobrirá Sua destruidora glória para Se comunicar com os
perdidos nos quase 3,5 anos de julgamento. Caso contrário, nenhum réu
sobreviveria tempo suficiente para reconhecer a justiça de seu veredito!
Talvez, JAVÉ em carne apareça no “trono branco” como Ele apareceu aos discípulos
após Sua ressurreição (Lc 24:36-43). No entanto, mesmo velada, a presença de
Deus amedronta e causa terror aos perdidos (cf. Lc 4:33,34)! 

O
sistema solar e o Sábado
“Enquanto durar a terra, não
deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e
noite” (Gn 8:22). Ao que parece, os
movimentos de rotação e translação da Terra não serão alterados mesmo após as 7
últimas pragas (Ap 16) e a terrível e maravilhosa volta do Senhor Jesus! O
ciclo semanal culminando no sábado do sétimo dia ocorrerá ordinariamente, de
modo que, quando os salvos com a Cidade Santa adentrarem a Terra, isso
acontecerá mil anos (talvez um pouco mais) depois daquele dia em que voltará
nosso Salvador Jesus, ou seja, os salvos seguirão a ordem original dos dias e
no sétimo, o santo e abençoado sábado, descansarão com Seu Criador precioso (Is
66:23) lá dentro da Belíssima Cidade!

Mas, e quanto aos
perdidos que estão fora da Cidade de Deus? Eles não santificarão nenhum dos
sábados durante os três anos, sete meses e dez dias! Nos primeiros cinco
sábados (dentre os 40 dias iniciais) eles estarão congregados com seu líder
Satanás fortalecendo-se e sitiando a Nova Jerusalém (Ap 20:7). Nos próximos 175
sábados (três anos e meio menos os 40 dias iniciais) todos eles estarão
congregados no Tribunal de Cristo até sua execução em massa. E nos últimos 5
sábados (40 dias após os 3,5 anos pós-milenários) da história do pecado, este
estará sendo consumido e exterminado eternamente pelo (e juntamente com) o lago
de fogo (Ap 20:14,15)! Hendrickson Rogers

Prezados leitores do blog, esta pesquisa está em construção desde 1°/2/2012. Aguardem seu desfecho, se Deus permitir! Bom estudo, bons comentários e críticas. Abraço. (Hendrickson Rogers)
1ª parte desta pesquisa AQUI.  

O ciclo semanal na Terra após os Mil anos de Apocalipse 20 – um paralelo revelador!

O “lago de fogo” ocorrerá paralelamente
às adorações sabáticas, por exemplo, de dentro da Cidade Santa “por muitos
dias” (História da Redenção, 429)? Como harmonizar Ap 22 com Is 66: não haverá
mais noite, nem sol, no entanto haverá o ciclo semanal e o sábado? Como será
recriada a Terra? Em 7 dias? No caso em 6 dias, uma vez que o sábado já foi
instituído desde o Éden?

Introdução

“Depois disso, é necessário que ele seja solto por um pouco de tempo [Gr. mikron cronon]” (Ap 20:3b, NVI). As Escrituras declaram que a duração entre o fim dos mil anos e o fim de Satanás (do mal como um todo) é de “um pouco de tempo” simbólica ou literalmente falando, já que existem elementos figurados e reais dentro do contexto do milênio (Ap 20:1-7).  João usou essa mesma expressão “mikron cronon” mais duas vezes após concluir o Apocalipse, no livro evangélico que leva o seu nome: “Disse-lhes Jesus: Ainda por um pouco de tempo estou convosco e depois irei para junto daquele que me enviou” (Jo 7:33). “Disse-lhes, pois, Jesus: A luz ainda está convosco por um pouco de tempo; andai enquanto tendes luz, para que as trevas vos não apanhem, pois quem anda nas trevas não sabe para onde vai” (Jo 12:35, ARC). Talvez possamos entender com isto o seguinte: a luz do ministério terrestre de Jesus Cristo durou, exatamente, três anos, sete meses e dez dias; sendo 3,5 anos antes da cruz (Dn 9:25 e 27 – do “Ungido” até o cessar do “sacrifício”, “metade da semana”; ou seja, do batismo de Jesus até Sua morte sacrifical, 3,5 dias proféticos, isto é, três anos e meio! ) e 40 dias após a Sua ressurreição (At 1:3)! Sendo assim, o “pouco de tempo” entre a soltura de Satanás, no fim do milênio, e sua morte eterna, terá a duração de 3,5 anos mais 40 dias! Destaco o talvez. Avaliei as oito menções do período profético conhecido por “um tempo, tempos e metade de um tempo”, “três dias e meio”, “42 meses” ou ainda “1260 dias” (Dn 7:25; Ap 11:2,3,9,11; 12:6,14 e 13:5) e não consegui enxergar algum vínculo com o “mikron cronon”, nem mesmo algo que sugira o que escrevi acima.
Meu objetivo com esta pesquisa não é inventar algo inaudito ou obrigar a Palavra de nosso Deus a dizer algo que ela não afirmou. Procuro, sim, respostas para essas fabulosas indagações que naturalmente surgem durante o estudo atento e dedicado das Escrituras! 

Caso o raciocínio do “mikron cronon” esteja correto, podemos seguir em frente e organizar os eventos pós-milenários!

“E
lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais
engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja
solto por um pouco de tempo [algo em torno de 3 anos, 7
meses e 10 dias]” (Ap 20:3, NVI). “Quando, porém, se completarem os mil anos,
Satanás será solto da sua prisão e sairá a seduzir as nações que há nos quatro
cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja. O número
dessas é como a areia do mar. Marcharam, então, pela superfície da terra e
sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida” (Ap 20:7-9). Como o
modelo “mikron cronon” é um paralelo com o tempo de ministério terrestre
de Jesus e um outro possível exemplo de imitação do invejoso Satanás dos atos
da Trindade, podemos supor que, assim como Cristo, logo após Seu batismo,
passou 40 dias no deserto fortalecendo-Se com o Espírito e o Pai para a luta
contra o mal em Seu ministério de três anos e meio, talvez, assim também
Satanás gaste os primeiros 40 dias logo após a segunda ressurreição (a dos
ímpios, Ap 20:5) buscando fortalecer-se arregimentando os perdidos no maior
exército jamais visto em toda história da humanidade, cobrindo continentes
inteiros (se é que ainda existirão após a 7ª praga e a vinda de Jesus)!
Reconheça os termos militares usados por João para este conglomerado bélico
super organizado: “Marcharam, então, pela superfície da terra e sitiaram o
acampamento dos santos e a cidade querida” (Ap 20:9). 
Certamente nesse mesmo período, os anjos rebeldes realizarão curas e capacitarão a muitos dos perdidos (ou a todos eles) que, embora recém-ressurretos, permanecem com o cheiro e a aparência da morte em seus corpos, pois, rejeitando a Cristo, o Autor da vida (At 3:15), não receberam o corpo glorificado, como os salvos (I Co 15:51-54), mas o mesmo “corpo de humilhação” (Fp 3:21) com o mesmo caráter perverso e não santificado que possuíam quando no instante de suas mortes (Ap 22:11)! “Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt 24:24). Se isto vem acontecendo e deve se intensificar imediatamente antes da volta de Jesus, os anjos maus farão o mesmo sobre o mar dos perdidos sem que haja dificuldades com algum “eleito”, já que ninguém de seu público atual estará salvo! O “príncipe do mundo” (Jo 14:30) reivindicará seu reino perante seus seduzidos e os convencerá momentaneamente de que, por estarem em maior número do que os de dentro da Santa Cidade, poderão facilmente conquistá-la. Isto deverá fazer muito sentido para grandes guerreiros e conquistadores ante e pós-diluvianos, ao menos por alguns dias! (A Cidade Santa ocupa uma área de 302.500 km²; para fixarmos as ideias, saiba que a Itália possui 301.230 km² e mais de 60 milhões de habitantes já em 2009 segundo http://pt.wikipedia.org/wiki/It%C3%A1lia, acessado em 9 de fevereiro de 2012!).
Ao fim dos 40 dias de fortalecimento espiritual, mental e físico no deserto (sim, o jejum bíblico é uma fonte de saúde física!), João afirma que Jesus apareceu num casamento em Caná da Galiléia (Jo 2:1-12). É muito interessante notar que, o mesmo João viu “também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo. Então, veio um dos sete anjos que têm as sete taças cheias dos últimos sete flagelos e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro” (Ap 21:2,9). “Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou, pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos. Então, me falou o anjo: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E acrescentou: São estas as verdadeiras palavras de Deus” (Ap 19:7-9). Dentro de nossa correspondência biunívoca, portanto, ao fim dos 40 dias pós-milenários de marcha e sítio de Satanás com seu monstruoso exército, Jesus deveria aparecer; e João, novamente, registrou Sua aparição livrando os convidados da inigualável festa de dentro da Cidade Santa, dos intrusos rapineiros do lado de fora! “Vi um grande trono branco e aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros. Deu o mar os mortos que nele estavam. A morte e o além entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados, um por um, segundo as suas obras” (Ap 20:11-13).
Depois dos 40 dias no deserto, Jesus, nos próximos dias de Seu ministério, até Sua morte substitutiva na cruz, julgou o mundo de Sua época: “O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más. Pois todo aquele que pratica o mal aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem argüidas as suas obras. Quem pratica a verdade aproxima-se da luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque feitas em Deus” (Jo 3:19-21). De igual modo, Ele julgará os “mortos”, os perdidos sem a Vida, “um por um, segundo as suas obras”! Até o final dos primeiros 1260 dias ou três anos e meio após o milênio, o Eterno JAVÉ, o Deus encarnado, dará o veredito, a recompensa dos perdidos, individualmente, bem como, coletivamente! “De mim se dirá: Tão-somente em JAVÉ há justiça e força; até ele virão e serão envergonhados todos os que se irritarem contra ele”! Ao mesmo tempo, para os que não O impediram de salvar, os de dentro da Cidade, “em JAVÉ será justificada toda a descendência de Israel e nele se gloriará” (Is 45:24,25). (Hendrickson Rogers)

Prezados leitores do blog, esta pesquisa está em construção desde 1°/2/2012. Aguardem seu desfecho, se Deus permitir! Bom estudo, bons comentários e críticas. Abraço. (Hendrickson Rogers)

2ª parte da pesquisa AQUI.