“Có-có-ri-có”! “Mais um omelete dos darwinmaníacos”

No começo do século 20 a genética moderna foi integrada na teoria evolucionária e no resultante neodarwinismo, ou a Nova Síntese, que foi aclamada como um grande avanço. Darwin não conhecia os detalhes de como surgia a variação biológica, mas agora aquela lacuna foi preenchida — de mudança de frequência de alelos a mutações genéticas, a genética moderna forneceu a resposta. A variação biológica surgiu de variações de sequência de genes. Mas esta versão 2.0 da teoria de Darwin iria muito longe sem suas próprias dificuldades, como exemplificada novamente por pesquisa recente sobre a origem da galinha domesticada.

Com o estabelecimento da Nova Síntese, os evolucionistas gastaram pouco tempo explorando o poder de seu novo agente de mudança: as mutações do DNA. Mas suas expectativas foram logo frustradas pois as mutações inevitavelmente foram demonstradas como não sendo a fonte de rica inovação biológica, mas antes de caos e desastre orgânico. Como sempre, os evolucionistas não duvidaram de sua teoria, mas antes ajustaram suas hipóteses dentro do domínio do não falsificável. Mesmo assim, as mutações trouxeram dansos muito raros que se movem em direção dos novos e fantásticos designs de biologia. Espere muito tempo e o sapo se transforma num príncipe. Para aumentar aquela narrativa, os evolucionistas adicionaram mais tarde mais outra estória da carochinha: as mutações que são neutras —nem boas ou más — se acumulariam e serviriam como uma rica fonte de opções de design quando uma mudança ambiental ocorria.


Enquanto isso, os cientistas estavam descobrindo, muito para o dissabor dos evolucionistas, que as populações se adaptam rapidamente através de codificações inteligentes no genoma. Tem pouco a ver com as variações randômicas que os evolucionistas tinham esperado, mas em vez disso envolve incrível maquinaria biológica que responde rapidamente aos desafios ambientais, usando uma impressionante variedade de técnicas. Por exemplo, equipes de proteínas especialmente projetadas adicionam um átomo de carbono rodeado por três átomos de hidrogênio (um grupo metil) ao DNA ou aos aneis de proteínas com os quais o DNA é envolto. Estes grupos metil agem como codificadores que influenciam como que reagem outras proteínas. O resultado é que eles podem induzir mudança fenotípica substancial para uma população que reage direta e rapidamente às mudanças ambientais.

Os evolucionistas resistiram e negaram essas descobertas usando as táticas costumeiras de intimidação, rejeição, impedimentos, e a manipulação da ciência. Não eram esses mecanismos epigenéticos limitados a mudança fisiológica durante uma existência? É claro que isso era falso. Certamente esses mecanismos não poderiam estabelecer mudança definitiva. E é claro que isso também era falso.

Isso nos leva à pesquisa recente que adiciona ainda mais evidência para a história epigenética. A pesquisa descobre que os mecanismos epigenéticos podem ser a causa para a origem rápida das galinhas domesticadas produzidas pelo cruzamento, e que essas mudanças epigenéticas são herdadas confiavel e estavelmente, resultando numa mudança definitiva numa população.

Embora isto ainda seja outro fracasso da teoria evolucionária, há mais para a história. Esta pesquisa também descobriu que as diferenças de metilização herdadas foram, algumas vezes, específica de tecido. Isto indica ainda mais complexidade dos mecanismos epigenéticos, e nos relembra da aleatoriedade que subjaz a teoria evolucionária.

Se a evolução for verdadeira, então todos os tipos de eventos randômicos devem ter ocorrido que muito mais tarde iriam ajudar por acaso a causa da evolução. Neste caso, a capacidade crucial de mudança adaptativa da biologia, surge não de simples, cegas mutações do DNA, mas mecanismos epigenéticos imensamente complicados. Assim, as proteínas complexas surgiram por acaso que, quando plenamente arranjadas como equipes, produziriam mecanismos de respostas incrivelmente adaptativos. A evolução deve ter construídos os mecanismos evolucionários de modo que a evolução pudesse ocorrer. Ainda assim, isto é outro exemplo do por que é, francamente, surpreendentemente que os evolucionistas continuem nas suas afirmações dogmáticas.

Fonte: Desafiando a Nomenklatura

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