A mulher adúltera de João 8 – segundo Hendrickson Rogers

“Em muitas ocasiões já ouvi pregadores
falando que Maria Madalena é a mulher adúltera de João 8. No entanto não é
mencionado o nome dela na história! Existe algum estudo que prove que a mulher
adúltera foi Maria Madalena?”
[Bela
questão enviada por Juliana Marney, de São Paulo – SP!]
É um fato que “a palavra do
Senhor” muitas vezes é “preceito sobre preceito, preceito e mais preceito;
regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali” (Is
28:13), quando estudamos certos assuntos! A Bíblia não se assemelha a um
dicionário, onde os conceitos aparecem completos logo após a palavra
procurada… Uma enciclopédia com 66 volumes, onde um mesmo assunto pode
permear vários volumes e ser consumado apenas quando juntamos todas as suas
partes – eis uma comparação mais adequada para a Bíblia! Deus preferiu assim.
Vamos então buscar as várias
partes do assunto “Maria Madalena”, espalhadas pelos 4 livros evangélicos, para
alcançarmos uma visão imparcial do mesmo (“um pouco aqui, um pouco ali”!). Para
dinamizar a pesquisa percorreremos o seguinte caminho até a aprendizagem: a
síncrese (visão caótica da pesquisa), a análise (ordenação em seqüência) e,
finalmente, a síntese (destaque das conclusões sobre um suporte sólido).
Em Mt 26:7 lemos: “aproximou-se
dEle uma mulher, trazendo um vaso de alabastro cheio de precioso bálsamo, que
Lhe derramou sobre a cabeça, estando Ele a mesa”.
Em Mc 14:3 lemos o mesmo
acontecido escrito com outras palavras.
Lucas narra o fato assim*: “E eis
que uma mulher da cidade, pecadora, sabendo que Ele estava à mesa na casa do
fariseu, levou um vaso de alabastro com ungüento; e, estando por detrás, aos
Seus pés, chorando, regava-os com suas lágrimas e os enxugava com os próprios
cabelos; e beijava-Lhe os pés e os ungia com o ungüento” (Lc 7:37, 38). [* Qualquer questionamento do tipo: “mas quem
disse que essa história contada por Lucas é a mesma narrada por Mateus e
Marcos? Não está ela num contexto bem diferente no livro de Lucas?”, deve ser
adiado até os comentários finais!]
João nos ajuda sobremaneira ao
descrever a mesma cena com as palavras: “Então, Maria, tomando uma libra de
bálsamo de nardo puro, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os
seus próprios cabelos; e encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo”! (Jo 12:3)
Para não deixar dúvidas sobre que Maria era essa, ele afirmou: “Esta Maria,
cujo irmão Lázaro estava enfermo, era a mesma que ungiu com bálsamo o Senhor e
Lhe enxugou os pés com os seus cabelos”, Jo 11:2.
Mais detalhes decisivos João nos
revela no capítulo 20! Vejamos alguns versos:
“No primeiro dia da semana, Maria
Madalena
foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu que a
pedra estava revolvida. Então, correu e foi ter com Simão Pedro e com outro
discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Tiraram do sepulcro o Senhor, e
não sabemos onde O puseram. Saiu, pois, Pedro e o outro discípulo e foram ao
sepulcro”(vs.1-3).
Maria, entretanto,
permanecia junto à entrada do túmulo, chorando”(v.11).
“Disse-lhe Jesus: Maria!”(v.16).
“Então, saiu Maria Madalena
anunciando aos discípulos: Vi o Senhor!”(v.18).
  
 Vamos começar a organizar as informações
coletadas:
1°) A mulher que ungiu Jesus,
chorou sobre Seus pés e os enxugou com os próprios cabelos foi Maria irmã de
Lázaro.
2°) O fato de João ter escrito o
nome de Maria Madalena por duas vezes sem o adjetivo “Madalena” nos versos 11 e
16, entre os textos 1 e 18 (nos quais ele escreve com o adjetivo), revela para
mim que a “Madalena” era a própria Maria irmã de Lázaro! Observe o cuidado dos
escritores em especificar as Marias: Mt 27:55, 56, 61; Mc 15:40, 47; 16:1, 9; e
Lc 8:2; 24:10. Uma outra evidência, para mim, é a maneira da “Madalena” ao
falar: “Vi o Senhor!” Maria irmã de
Lázaro (assim como sua irmã) também dizia: “Senhor, se estiveras aqui…”(Jo 11:32). “Senhor, vem e vê!”(Jo 11:34) Veja ainda Lc 10:40 e Jo 11:21, 27,
39. 
Basta, então, encontrarmos apoio
para a afirmação de que Maria foi a mulher adúltera de João 8. Para isto não é
suficiente comparar expressões e maneiras de falar!
Uma evidência notável, para mim,
se encontra na narrativa de Lucas: “E eis que uma mulher da cidade, pecadora” e “Se Este fora profeta, bem
saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, porque é pecadora”, Lc 7:37, 39.
A ênfase na indignidade de Maria por
ser ela pecadora (e não apenas por ser mulher), nos leva a pensar sobre que
tipo de pecado ela cometeu a ponto de ser conhecida por seu delito… A
parábola contada pelo Senhor a Simão, após seus pensamentos de dúvida e
preconceito, também me chama muito a atenção: “Qual deles, portanto, o amará
mais
?”, perguntou Jesus. “Suponho que aquele a quem mais perdoou”,
respondeu o fariseu! O Senhor reconhece a grande pecadora que Maria era:
“perdoados lhe são os seus muitos
pecados
”! Sem dúvida esses “muitos pecados” estão relacionados com o
passado desta mulher, o qual Jesus conhecia muito bem, pois dela “expelira sete
demônios”, Mc 16:9 e Lc 8:2. O que ela fez para que as portas de sua alma
estivessem tão escancaradas para a invasão absurda de 7 anjos maus? 
Vejamos outros argumentos esclarecedores:
Sobre o fato de Mateus, Marcos e
Lucas não mencionarem o nome de Maria em suas narrativas, apesar de João
explicitá-lo, “provavelmente isso aconteceu porque Maria, piedosa cristã,
estava viva quando os evangelhos sinópticos foram escritos. Os autores desses
livros, desejosos de que sua história fosse incluída, podem ter decidido, por
bondade cristã, não mencionar o nome dela. Mas João possivelmente não se sentiu
obrigado a esse silêncio porque seu livro foi escrito várias décadas mais
tarde, muitos anos depois da morte de Maria. 
“Lucas e João mencionam Maria de
Betânia e a identificam como irmã de Marta e Lázaro. Maria, conhecida como
Madalena, que provavelmente era de Magdala, aldeia situada à margem ocidental
do mar da Galiléia, aparece entre as mulheres que acompanharam a Jesus na
segunda viagem pela Galiléia.
“Em algum momento antes da
segunda volta pela Galiléia, Jesus havia expulsado dela sete demônios.
“Se por acaso Maria de Betânia saiu de sua casa como resultado
de sua vida vergonhosa, poderia ter ido a Magdala e ficado ali com amigos ou
parentes. Muitos dos fatos registrados do ministério de Jesus na Galiléia
transcorreram nas proximidades da planície de Genesaré, onde se encontrava
Magdala. É possível que durante uma das primeiras visitas de Jesus a Magdala,
houvesse libertado a Maria dos demônios que a possuíam. Depois de acompanhar a
Jesus na segunda volta pela Galiléia, ela, já transformada, poderia ter regressado a Betânia e novamente habitado ali. Esta
possibilidade não prova que Maria de Betânia e Maria Madalena são a mesma
pessoa, mas mostra como é razoável essa opção.
“Parece que Lucas considerava a
relação de Jesus com os fariseus num plano amistoso e social, um fato digno de
nota, e isso explicaria por que ele registrou aqui a informação de o anfitrião
ser um fariseu.
“Não é estranho que Lucas examine
a reação de Simão diante do ocorrido, enquanto que os outros evangelistas não
mencionam esse aspecto do relato, mas só destacam a reação de Judas. Se Lucas
teve alguma razão especial para introduzir este relato nessa parte de seu livro
e não no final do ministério de Cristo, como o fizeram os outros evangelistas,
dificilmente haveria registrado a atitude de Judas e a lição que Cristo
procurou ensiná-lo, pois seria inadequado a essa altura do relato evangélico.
“Tal fato, na forma como o
apresentam os outros três evangelistas num momento posterior de suas narrações,
somente teria servido para confundir os leitores, se Lucas o houvesse inserido
aqui.
“Lucas escreveu em primeiro lugar
para cristãos gentios que não habitavam na palestina. Depois de mencionar
repetidas vezes que os dirigentes judeus se opunham a Cristo (veja 5:17, 21,
30, 33; 6:2, 7, 11; etc.), o escritor sem dúvida temia que seus cultos leitores
gentios se perguntassem como poderia ele esperar que eles cressem em Cristo se
todos os dirigentes de sua própria nação O haviam rejeitado, os quais
evidentemente haviam estado em melhores condições para julgar suas afirmações
messiânicas! Isto explica por que Lucas foi o único dos quatro evangelistas que
menciona três casos específicos quando Jesus comeu na casa de um fariseu (7:36;
11:37 e 14:1), assim também outros casos de aparente amizade entre Jesus e
certos dirigentes judeus (veja, por exemplo, 7:3).
“O contexto anterior ao relato de
Lucas sobre o banquete na casa de Simão, torna ainda mais compreensível o
motivo pelo qual ele inseriu tal relato nesse momento de sua narração. Acabara
de registrar que os dirigentes haviam rejeitado tanto a mensagem de João
Batista quanto a de Jesus (7:30-35); nem todos os dirigentes, mas claramente a
maioria. No entanto, neste ponto de seu relato da vida de Cristo, Lucas pode
ter sentido a necessidade de assinalar alguns dos líderes que simpatizavam com
Ele. Além do que, nesse mesmo capítulo Lucas registra a mediação amistosa de
certos ‘anciãos dos judeus’(v.3). Ele apresenta, imediatamente depois deste
trecho, as circunstâncias que levaram Cristo a admitir que os dirigentes de
Israel haviam rejeitado tanto a Ele como a João Batista (11-35). É possível que
Lucas registrasse imediatamente antes e depois dos versos 11-35, a simpatia de
alguns dos líderes judeus para acalmar qualquer suspeita de seus leitores de
que Jesus não fora o Messias porque Sua própria nação O havia desprezado.
“Se se aceita que esta é a razão
pela qual Lucas inseriu o relato do banquete de Simão entre os primeiros
capítulos do relato evangélico e não em seu verdadeiro contexto cronológico,
então se explica o motivo para a diferença principal entre seu escrito e o dos
outros três evangelistas. É evidente, então, que não tinha sentido que Lucas
registrasse a reação de Judas nem as referências a iminente morte de Cristo. O
ponto principal era, portanto, destacar o proceder de Simão, um dos guias do
povo. Mas para os outros três evangelistas, o proceder de Judas é o que tem
significado dentro do contexto em que aparece a narração que se faz desse fato.
Os relatos da reação de Judas e de Simão não se excluem mutuamente, mas se
complementam, e de nenhum modo se contradizem ainda que ambas as reações sejam
apresentadas por um ou mais dos evangelistas” [Comentário Bíblico Adventista em
espanhol, pp. 745-747].
Fonte: Publicado em 2003 no vol. 1 da trilogia  Perguntas & Respostas, escrito por Hendrickson Rogers.

Avalie também: A mulher adúltera de João 8 – segundo Francisco Gonçalves e segundo Wilson Paroschi

A mulher adúltera de João 8 – segundo Francisco Gonçalves

Por
uma questão de respeito à veracidade histórica dos relatos bíblicos, necessário
se faz que se revise a difundida versão de que Maria Madalena e a personagem
conhecida como “mulher adúltera” sejam a mesma pessoa. Nos evangelhos
e nos escritos de Ellen White, nada há que dê substância a essa teoria.
Algumas
citações, à guisa de introdução: “O significado literal de uma palavra ou
expressão somente pode ser determinado por um exame da cultura do povo que a
empregou. […] A revelação divina está inserida num contexto histórico. […]
Temos que recorrer à História. […] Todas as interpretações que não se
harmonizarem com este critério devem ser rejeitadas ou, pelo menos, olhadas com
suspeita” (Protestant Biblical Interpretations). “… O
objetivo da interpretação é obter o sentido exato dado pela pessoa que escreveu
o documento. Para esta pessoa, suas palavras não são ambíguas; pois ela
atribuiu um significado definido a tais palavras, e a tarefa daquele que
interpreta é descobrir qual é esse significado” (Wigmone on Evidence). “…
Todos os teólogos honestos, quer liberais, quer ortodoxos, devem tratar cada
palavra com toda a seriedade, se é que desejam considerar as Escrituras de maneira
justa” (Revelation ofthe Bible). “No momento em que o
estudante consegue captar mentalmente aquilo que o autor ou autores dos livros
bíblicos tinham em mente, ele terá interpretado o pensamento das Escrituras. Se
ele acrescentar qualquer coisa de seu próprio raciocínio, deixará de ser
exegese” (International Standard Bible Encyclopedia). “Na lei
das evidências, uma inferência é um fato racionalmente deduzido de outro fato.
É uma consequência lógica. É um processo de raciocínio. É tirar uma conclusão
de um fato ou premissa estabelecidos. É a dedução de uma proposição, a partir
de outra. É uma conclusão retirada de evidências. Um fato, ou proposição,
embora não tenha sido apresentada expressamente, é suficiente para ter força de
lei. Este princípio é adotado pelas cortes de justiça” {Ecyclopedia
Britannica e BacksLaw Dictionary)
. [Citações coligidas do livreto Divórcio
e Novo Casamento,
de Guy Duty, Editora Betânia].
Partamos
da premissa de que toda e qualquer tese precisa ter base exclusivamente no que
está revelado. O que ultrapassa a isso são ilações, fantasias, romances,
ficções, sem nenhum apoio na revelação. E o que se encontra revelado é que
Maria Madalena e a assim chamada “mulher adúltera” são duas pessoas
com identidades distintas, com histórias similares, mas não iguais. Um fato
relevante a ser considerado é que nenhuma concordância bíblica relaciona os
textos referentes a cada uma delas, identificando-as como sendo uma mesma
pessoa! A rigor, é preciso registrar-se que os estudiosos bíblicos, em geral,
identificam três personagens distintas: a “mulher adúltera”
“Maria Madalena” e “Maria de Betânia” Nós, adventistas,
acolhemos a versão de que Maria Madalena fosse irmã de Lázaro e Marta através dos
escritos de Ellen White. No livro denominacional Bible Biographies – New
Testament,
v. 2, p. 23-30 (Ellen G. White, compilado por Walter T. Rea), o
autor admite que nada há registrado, na Bíblia e nos escritos de Ellen White,
que possa relacionar a “mulher adúltera” com Maria Madalena, mas que
de igual modo, em sua opinião, não há nada que possa contradizer claramente
essa tese. O SDABC (Comentário Bíblico Adventista) assume igual posição
indefinida.
Atenhamo-nos exclusiva e criteriosamente ao que está
escrito: O evangelista João e Ellen White mencionam Lázaro, Maria e Marta como
sendo três irmãos que viviam juntos em Betânia, em cuja casa Jesus gostava de
Se hospedar. Todas as evidências apontam para o fato de que os três fossem
solteiros, pois em nenhum momento se registra a presença de alguma esposa ou
marido, mesmo nos dramáticos acontecimentos envolvendo a doença, morte e
ressurreição de Lázaro (Jo 11; O Desejado de Todas as Nações, capítulo
“Lázaro, Sai Para Fora”), ou no jantar em casa de seu tio Simão,
quando Marta preparou os alimentos e serviu aos convidados, Maria ungiu a Jesus
e Lázaro estava presente, após ser ressuscitado, o que atraiu a curiosidade de
muitos, que foram a Betânia não para ver a Jesus, mas para ver a Lázaro (Jo 12;
O Desejado de Todas as Nações, capítulo “O Banquete em Casa de
Simão”). (É bom ressaltar que esse jantar provavelmente ocorreu na própria
semana da crucifixão de Jesus ou na semana anterior, pois foi Lázaro quem
conduziu o jumentinho no domingo, na entrada triunfal de Jesus em Jerusalém,
segundo revela Ellen White no livro O Desejado de Todas as Nações.) Maria,
portanto, também devia ser solteira. Ela, particularmente, teria um forte
motivo para não ter se casado: violentada por seu tio Simão, desonrada,
abandonou sua casa, indo morar em Magdala, onde teria se tornado prostituta,
pois nenhum homem da época se casaria com uma moça que não fosse mais virgem.
A essa altura, seria bom ressaltar que, pela cultura
judaica, além de se permitir que um homem tivesse várias mulheres, ele poderia,
ainda, relacionar-se livremente com prostitutas. Judá, viúvo, teve relações
sexuais com sua nora Tamar, que se disfarçara de prostituta. Ao saber que ela
estava grávida, ordenou que fosse apedrejada. Confrontado, porém, com a revelação
de que ele era o pai da criança, assumiu-a como esposa, embora nunca mais tenha
tido relacionamento sexual com ela (Gn 38:11-26). Pelas leis judaicas, o
“correto” seria que ambos fossem apedrejados. (Maravilhosa graça
perdoadora divina! Jesus é descendente de Judá, através desse relacionamento
ilegítimo!) Confirmando a mentalidade da época, Salomão declara: “Por uma
prostituta o máximo que se paga é um pedaço de pão; mas a adúltera [casada!]
anda à caça de vida, e vida preciosa” (Pv 6:26). [Leia ainda Ez 16:30-33.]
Não encontramos nenhum texto bíblico que ordene o apedrejamento de prostitutas.
Por incrível que possa parecer, os israelitas chegaram ao cúmulo de acolher até
“prostitutos-cultuais” em seus cultos de adoração a Deus! (IRe 14:24).
O apóstolo Paulo “pôs ordem na casa” ao proibir os cristãos de manter
relações com meretrizes (ICo 6:15-20). O único registro bíblico sobre a
“mulher adúltera” encontra-se no sucinto relato de João 8:3-11.
Conclui-se que ela era casada, pelo fato de que, legalmente, essa era a
condição civil para que ela fosse considera adúltera, sendo que o homem com
quem se relacionara também devia ser apedrejado (Lv 20:10; Dt 22:22). No livro
O Desejado de Todas as Nações, p. 461, Ellen White ressalta: “Com
toda a sua professada reverência pela lei, esses rabis, ao trazerem acusação
contra a mulher, estavam desatendendo às exigências da mesma. Era dever do
marido mover ação contra ela, e as partes culpadas deviam ser igualmente
punidas. A ação dos julgadores era de todo carecida de autorização.” Porque
o evangelista, inspirado pelo Espírito Santo, preferiu manter anônima sua
identidade, não sabemos. O certo é que nem mesmo Ellen White recebeu essa
revelação. Pode até ser que ela fosse “a outra Maria” (Mt 27:61;
28:1) ou alguma dentre tantas “Marias” que surgem no cenário da
crucifixão, sepultamento e ressurreição de Jesus (Lc 24:10; Mc 16:1), mas isso
não passa de mera especulação. Quem sabe até seu nome não fosse Maria!
Ao resumir a biografia de Maria Madalena, Ellen White
não a identifica, em momento algum, como sendo a “mulher adúltera”
como seria de se esperar caso ela o fosse. Aquela que caíra, e cuja mente fora
habitação de demônios, chegara bem perto do Salvador em associação e serviço.
Foi Maria que se assentou aos pés de Jesus e dEle aprendeu. Foi ela que Lhe
derramou na cabeça o precioso unguento, e Lhe banhou os pés com as próprias
lágrimas. Achou-se aos pés da cruz e O seguiu ao sepulcro. Foi a primeira junto
ao sepulcro, depois da ressurreição. A primeira a proclamar o Salvador
ressuscitado” (O Desejado de Todas as Nações, p. 416,423; Lc
10:42,10:39; Jo 12:3,19:25,20:1,11,16-18; Mc 16:9). O saudoso, querido e
criterioso pesquisador da Palavra de Deus, pastor Roberto Rabello,
compartilhava dessa conclusão, dentre tantos outros abalizados estudiosos.
Fonte: Publicado na Revista Adventista (Fev. de 2008), escrito por Francisco Gonçalves que é
membro da Igreja Central do Rio de Janeiro e pai do cantor Leonardo Gonçalves.

Compare com: A mulher adúltera de João 8 – segundo Wilson Paroschi e segundo Hendrickson Rogers.

A mulher adúltera de João 8 – segundo Wilson Paroschi

O que se pode entender, com base na Bíblia e nos escritos de Ellen White, sobre a identidade dessa mulher.Seria possível dizer que Maria Madalena, Maria de Betânia e a pecadora de João 8 seriam a mesma pessoa?
O Novo Testamento parece fazer referência a oito Marias: a mãe de Jesus (Mt 1:18; 2:11; 13:55; At 1:14); a mãe de Tiago e de José (Mt 27:56; Mc 15:40; 16:1; Lc 24:10); Maria “chamada Madalena” (Lc 8:2; 24:10; Jo 19:25; 20:1); Maria de Betânia, irmã de Marta e Lázaro (Lc 10:38-42; Jo 11:1-44) a “outra Maria” (Mt 27:61; 28:1); a esposa de Cléopas (Jo 19:25); a mãe de Marcos (At 12:12); e mais uma que morava em Roma (Rm 16:6). Porém, é provável que Maria, mãe de Tiago e José, a “outra Maria” e Maria, esposa de Cléopas, fossem a mesma pessoa. Maria, mãe de Tiago e José é mencionada por Mateus juntamente com Maria Madalena, entre as demais mulheres que estiveram na cena da crucifixão (Mt 27:55, 56). Logo em seguida, ainda no contexto da morte e ressurreição de Jesus, Mateus fala de Maria Madalena e da “outra Maria” (Mt 27:61; 28:1), o que nos leva a crer que essa tenha sido a mesma Maria, mãe de Tiago e José. Quando cruzamos as informações de Mateus, Marcos e João sobre as mulheres que estiveram junto à cruz (Mt 27:55, 56; Mc 15:40; Jo 19:25), não é difícil concluir que Maria, esposa de Cléopas, também consiste na mesma pessoa. Nesse caso, em vez de oito, as Marias do Novo Testamento seriam seis. Porém, neste artigo, vamos estudar as referências a duas delas: Maria Madalena e Maria, irmã de Marta e Lázaro, na tentativa de descobrir se elas eram a mesma pessoa. Também consideraremos a hipótese, até certo modo difundida nos meios adventistas, de que a pecadora de João 8 também fosse Maria Madalena.

A Mulher Adúltera Começando pela pecadora de João 8:2-11, o texto não informa nada a seu respeito: seu nome, onde morava, nem seu estado civil. A tentativa de apedrejamento após o flagrante de adultério não prova necessariamente que fosse casada. Se fosse noiva, a pena seria a mesma. Porém, o castigo raramente era aplicado nos dias de Jesus. Na verdade, o relato sugere que tudo não passou de armação, a fim de pôr Jesus à prova, em público e, quem sabe, apanhá-lo em algum deslize: se recomendasse o apedrejamento, perderia Sua influência perante o povo, de quem Se dizia defensor. Se não, os líderes judaicos O acusariam de descumprimento da lei de Moisés (Dt 22:22). Foi brilhante Sua estratégia de escrever na areia os pecados dos acusadores (O Desejado de Todas as Nações p. 461). Assim, Ele conseguiu inverter os papéis, expor a hipocrisia dos acusadores e perdoar a mulher. Contudo, não há nada no texto que permita ou impeça uma identificação com Maria Madalena. Sobre a autenticidade do relato em si (aparece entre colchetes em várias versões bíblicas), João 7:53-8:11 de fato não consta nos melhores e mais antigos escritos gregos de João. Mas, há evidências ou indícios de sua antiguidade e autenticidade histórica. Poucos duvidam de que a história seja autêntica, tendo sido preservada oralmente ou mediante alguma tradição escrita paralelamente, até que mais tarde acabou sendo incorporada nos manuscritos do Novo Testamento. Temos apenas que nos lembrar de que Jesus fez e falou muito mais do que foi registrado (Jo 21:25), e que diversas histórias permaneceram vivas na memória da igreja por muito tempo, após os evangelhos terem sido escritos.

Maria Madalena Tem-se como certo que o nome “Madalena” (em grego, Magdaléné) seja alusão a Magdala, pequeno vilarejo na praia ocidental do Mar da Galileia, um pouco ao sul de Cafarnaum. Alguns antigos manuscritos se referem a esse vilarejo como “Magdã”, e é assim que ele é citado na maioria de nossas versões de Mt 15:39. Não há dúvida de que Maria “Madalena” era assim chamada por ser originária de Magdala, ou pelo menos por ter morado ali parte de sua vida. Maria Madalena só é mencionada pelo nome uma vez nos evangelhos, antes do relato da paixão de Cristo (Lc 8:2). Depois, ela é citada no contexto da crucifixão. Em companhia de outras mulheres que haviam acompanhado o Mestre desde a Galileia, ela presenciou a morte de Jesus (Mt 27:55, 56; Mc 15:40, 41; Jo 19:25), Seu sepultamento (Mt 27:61; Mc 15:47) e depois o túmulo vazio (Mt 28:1-7; Mc 16:1-8; Lc 23:55-24:22; Jo 20:1). João é o único a relatar o aparecimento de Jesus, após a ressurreição, exclusivamente a Maria Madalena (Jo 20:11-18). A sequência dos fatos talvez tenha sido a seguinte: Maria foi com as demais mulheres ungir o corpo de Jesus no domingo de madrugada, mas adiantou-se a elas e chegou primeiro ao sepulcro, encontrando a pedra revolvida. Então, ela contou a Pedro e a João o que havia acontecido, sendo depois alcançada pelas demais mulheres. Em seguida, teria voltado em companhia de Pedro e João ao sepulcro, onde permaneceu chorando depois que todos foram embora. Foi nesse momento que ela viu os dois anjos e, em seguida, o próprio Cristo ressuscitado. No diálogo que se seguiu, Jesus lhe disse: “Não Me detenhas; porque ainda não subi para Meu Pai” (Jo 20:17). Ele precisava ascender ao Pai; queria ter a certeza de que Sua morte havia sido aceita como sacrifício pela humanidade pecadora (O Desejado de Todas as Nações, p. 590).

Maria de Betânia Irmã de Marta e Lázaro, essa Maria é mencionada pelo nome apenas nos evangelhos de Lucas e João (Lc 10:38-42; Jo 11:1). O povoado de Betânia estava localizado do outro lado do Monte das Oliveiras, distante de Jerusalém aproximadamente três quilômetros, na estrada para Jericó. Seis dias antes da Páscoa, Jesus esteve novamente em Betânia, onde Lhe ofereceram um banquete. Marta servia; Lázaro estava com Jesus à mesa. Maria, “tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo” (Jo 12:3). João menciona apenas que quem O ungiu foi Maria, irmã de Marta e Lázaro, e que o fato se deu em Betânia. Os demais evangelhos também contêm um episódio de Jesus sendo ungido por uma mulher (Mt 26:6-13; Mc 14:3-9; Lc 7:37-50). A dificuldade é saber se os quatro relatos se referem ao mesmo episódio. Os relatos de Mateus e Marcos são praticamente idênticos entre si e muito semelhantes aos de João, embora nem Maria, nem Marta nem Lázaro sejam mencionados, e Jesus foi ungido na cabeça e não nos pés. Sabemos, porém, que o episódio ocorreu em Betânia, como em João, e há outros detalhes na narrativa que também são muito parecidos àqueles mencionados por João. Outra diferença, de natureza secundária, é que tanto Mateus quanto Marcos mencionam que o banquete foi oferecido por um tal Simão, ex-leproso, informação essa omitida por João. No geral, porém, não há porque negar que tanto João quanto Mateus e Marcos se referem ao mesmo episódio. No evangelho de Lucas, as diferenças são bem maiores. Ali, o episódio parece ter ocorrido na Galileia, quando João Batista ainda estava na prisão (Lc 7:18-35), e não na Judeia, onde ficava Betânia, pouco antes da morte de Jesus. Lucas também não menciona o nome de Maria nem de seus irmãos, e é o único que identifica a mulher como sendo “uma pecadora”, cujos muitos pecados tinham sido perdoados por Jesus (Lc 7:37, 39, 47-50). Por outro lado, ele difere de Mateus e Marcos, ao dizer que foram os pés de Jesus, e não a cabeça, que a mulher ungiu. Vários outros detalhes da narrativa também são diferentes, o que tem levado a maioria dos intérpretes modernos a postular dois episódios distintos: um descrito por Lucas, o qual teria ocorrido na Galileia, mais cedo no ministério de Jesus, e outro pelos demais evangelistas, ocorrido em Betânia poucos dias antes da crucifixão. É importante destacar que nem todas as diferenças são necessariamente contraditórias; muitas delas são, na verdade, complementares. Talvez seja por isso que diversos pais da igreja tentavam harmonizar os relatos, dizendo, por exemplo, que Lucas descreve o mesmo episódio, só que num contexto diferente, e que, portanto, Maria de Betânia teria realizado a unção. Isso não é totalmente impossível, ainda mais se considerarmos o fato de que Lucas nem sempre segue uma ordem estritamente cronológica em seu evangelho. Além disso, como ele diz que Jesus havia curado Maria Madalena, expulsando dela sete demônios (Lc 8:2), o passo seguinte de vários escritores cristãos foi identificá-la como a “pecadora” mencionada no capítulo 7, por causa de sua profunda expressão de gratidão, ao ungir Cristo. Foi assim que Maria Madalena, Maria de Betânia e a “pecadora” mencionada por Lucas acabaram identificadas pela tradição da igreja como a mesma pessoa. O cenário estava formado para se dizer que a adúltera de João 8 era também a mesma mulher.

Informações Adicionais Ao escrever sobre esse assunto, em seu livro O Desejado de Todas as Nações (p. 557-568), Ellen G. White trata o relato de Lucas como tendo sido o mesmo que ocorreu seis dias antes da crucifixão e que é relatado pelos demais evangelistas. Ela também informa que o banquete fora oferecido por Simão pelo fato de Jesus lhe haver curado da lepra. Quanto à identificação de Maria, ela claramente dá a entender que se trata mesmo de Maria Madalena, embora não a cite pelo nome. Refere-se a esta Maria como sendo a mesma de quem Jesus expulsou sete demônios e que, mais tarde, acompanharia os eventos de Sua morte e ressurreição. “Foi Maria que se assentou aos pés de Jesus e dEle aprendeu. Foi ela que Lhe derramou na cabeça o precioso unguento, e banhou os pés com as próprias lágrimas. Achou-se ao pé da cruz e O seguiu ao sepulcro. Foi a primeira junto ao sepulcro, depois da ressurreição. A primeira a proclamar o Salvador ressuscitado” (p. 568). Bastante esclarecedora também é a informação de que fora o próprio Simão que induzira Maria ao pecado e que, por isso, a desprezava: “Fora por ele profundamente prejudicada” (p. 566). Em um artigo publicado na revista The Signs of the Times (09/10/1879), sob o título “A oferta de amor”, Ellen White se refere a Maria como aquela de quem Jesus expulsou sete demônios, declarando que, em Sua misericórdia, Ele lhe havia perdoado os pecados, “os quais eram muitos e graves, e seu coração estava repleto de amor por seu Salvador”. Ainda mais significativa é a informação dada no mesmo periódico (09/05/1900), cujo título é “Na casa de Simão”. Nesse artigo, ela declara que Simão era tio de Lázaro, o que significa que também era tio de Maria. Quando nos lembramos de que fora ele mesmo quem a induzira ao pecado, não é difícil imaginar o que teria de fato acontecido. Então, a Sra. White faz aquela que talvez seja a revelação mais surpreendente, sugerindo que essa Maria seja, de fato, a mulher apanhada em adultério (Jo 8): “Essa penitente mulher tornou-se um dos membros mais fiéis do círculo de amizade de Jesus. Ela retribuiu Seu perdão e compaixão com um ato de amor e adoração de profundo desprendimento [a unção na casa de Simão?]. Mais tarde, quando estava cheia de pesar ao pé da cruz [Maria Madalena?], seu coração foi traspassado novamente ao ver a agonia de morte na face de seu Senhor e ouvir-Lhe o brado pungente. Ela sabia que esse sacrifício era por causa do pecado, e sua responsabilidade como alguém cuja enorme culpa havia ajudado a trazer tal angústia ao Filho de Deus parecia mesmo muito pesada” (The Signs of the Times, 23/10/1879; “A sabedoria e a compaixão de Jesus”).

Prudência Na Bíblia, não temos informações suficientes que nos permitam identificar Maria Madalena com Maria de Betânia, irmã de Marta e Lázaro, muito menos com a pecadora de João 8. Ellen G. White, porém, não apenas confirma tal identificação, explicitamente no caso das duas Marias e implicitamente no caso da pecadora de João 8, como também fornece importantes detalhes que muito enriquecem nossa compreensão dos fatos. Com base nesses detalhes, não é difícil reconstruirmos a história de Maria, ainda que hipoteticamente. Induzida ao pecado pelo próprio tio, acabou fugindo para o norte, para os lados de Magdala, onde sua dor e complexo de culpa a conduziram ainda mais fundo no pecado e no vício. Foi assim que Jesus a encontrou, totalmente entregue às forças do mal, e a curou. Depois disso, ela se juntou a outras mulheres que passaram a segui-Lo e ajudá-Lo no trabalho de evangelização. Mais tarde, de volta a Betânia, Jesus conheceria seus irmãos e Se tornaria hóspede frequente da família. Foi então que, talvez por causa de seu passado nada recomendável, ela teria sido usada como isca pelos líderes judaicos desejosos de pegar Jesus em alguma falha. Induzida novamente ao adultério, foi apanhada em flagrante e levada perante Ele que, mais uma vez, a perdoou. “Maria fora considerada grande pecadora, mas Cristo sabia as circunstâncias que lhe tinham moldado a vida” (p. 568). E, seis dias antes da crucifixão, ela expressou sua gratidão num ato cuja memória jamais devia ser apagada (Mt 26:13). Quando Jesus morreu, ela permaneceu ao Seu lado e teve a honra de ser a primeira a testemunhar a ressurreição (Jo 20:11-18). Sem dúvida, uma bela história. Porém, é necessário prudência ao contá-la. Pessoas não familiarizadas com os escritos de Ellen G. White podem não entender ou aceitar essa reconstituição. Mas, seu uso interno na igreja não devia necessariamente causar estranheza. Mesmo assim, permanecem algumas dúvidas, pois a sugestão de que a mulher adúltera seja Maria Madalena não é feita pela Sra. White senão apenas uma vez. Seja como for, é importante que nos atenhamos ao ponto principal, que foi a forma extraordinária como Jesus a perdoou e lhe deu nova chance (Jo 8:10, 11).

Fonte: Publicado na Revista Ministério (mar. e abr. de 2010), escrito por Wilson Paroschi, professor no Seminário Teológico do Unasp. 

Estude ainda: A mulher adúltera de João 8 – segundo Hendrickson Rogers e segundo Francisco Gonçalves.

A biomecânica também não está no time da Evolução!

Ouvi, ó céus, e presta ouvidos, tu, ó terra, porque fala o Senhor:
Criei filhos, e exalcei-os; mas eles prevaricaram contra Mim.
Isaías 1:2
Uma vez que todas as disciplinas científicas estão de acordo com o modelo da criação, o estudo do fascinante do mundo da biomecânica não pode ser excepção. O escritor científico Bruce Fellman declara:

Os estudos em torno da biomecânica mostram como o design e a construção das plantas e dos animais obedecem as leis da Física e capitalizam com as mesmas.
(Fellman, B., “The Wonders of Biomechanics,” Funk & Wagnalls 1991 Science Yearbook, p. 85)

A estas palavras, o cientista criacionista acrescentaria que tal “design” requer um Brilhante Designer.
Uma das áreas da biomecânica é a fascinante construção dos ossos. Há alguns anos atrás o evolucionista Carl Welty escreveu “As Áves como Máquinas Voadoras”(“Birds as Flying Machines.” – Welty, C., “Birds as Flying Machines,” Vertebrate Structures and Functions, Scientific American, W.H. Freeman & Co. 1974, p. 66) onde fala das estrutura dos ossos das áves.
Deus criou as áves com ossos ocos de modo a dar força máxima para um peso menor. Por exemplo, o alcatraz pode ter até 2 metros de envergadura mas o seu esqueleto pesa apenas 0.113 quilos.
No seu artigo Welty tem a foto do osso da asa dum abutre exibindo a sua estrutura interna. Ele comenta:

Geometricamente falando, as ligações internas dos ossos são virtualmente idênticas às usadas nos alicerces Warren [ing: Warren truss] geralmente usados como componentes estruturais em aço.

Quando se compara a foto de Welty com a estrutura Warren no “Urquhart’s Civil Engineering Handbook” ficamos espantados coma a semelhante entre ambas.
A beleza da organização dos ossos trabeculares foi observada em 1866 pelo engenheiro suíço Karl Cullman quando este se deparou com a cabeça cortada dum fémur no laboratório dum colega e exclamou “Mas isso é o meu guindaste!”
De facto, o padrão interno dos ossos seria muito semelhante ao padrão de guindastes que Cullman havia criado para docas de descarregamento (Summers, A., Natural History, Sept. 2001, p. 74).
A.G. Carnes-Smith, um químico da Universidade de Glasgow (Escócia) admite que o que nos impressiona nos seres vivos é a criatividade embutida, a aparência de terem sido arquitectados, pensados – de terem sido agregados com um propósito. A característica singular é a enorme falha entre as versões mais simples de organismos que se possam imaginar – tal como nós os conhecemos – e os componentes que, de modo razoável, a Terra possa ter gerado.
Mas o problema maior aparece porque a maior parte da complexidade parece ser necessária para a operacionalidade total do organismo (Cairns-Smith, A.G., Seven Clues to the Origin of Life, Cambridge University Press, 1985).
Os ossos são os tecidos dinâmicos, complexos e vivos dos vertebrados. Qual é a origem de tal tecido único que combina células vivas (osteócitos) com minerais (cálcio e fósforo)? O falecido Gordon Rattray Taylor, antigo conselheiro científico da BBC, disse o seguinte no seu livro:

É óbvio que a criação [sic] dos ossos requereu não uma mas uma série de mutações, todas elas integradas tendo em vista o mesmo propósito – algo incrível para ter ocorrido por acaso.

(Taylor, G.R., The Great Evolution Mystery, Secker & Warburg, London, 1983, p. 57)
Segundo o neo-darwinismo, as “criaturas mais antigas” da escala evolutiva – tais como os corais, os moluscos e as esponjas – não possuíam esqueleto (ossos) mas de repente, e de modo inexplicável, animais com esqueletos apareceram no registo fóssil. A Grolier Multimedia Encyclopedia de 1998, referindo-se ao aparecimento abrupto das classes de filo dos grupos superiores de animais nas camadas Câmbricas eOrdovicianas, declara:

Isto reflecte uma aquisição súbita de esqueletos por parte dos vários grupos, o que, por si só, constitui um problema.

Um problema para a teoria da evolução, entenda-se, uma vez que Génesis claramente declara que as formas de vida aparecerem nos espaço de 6 dias (e não com intervalos de milhões de anos entre si, como pensam alguns “cristãos”).
. . .
Como seria de esperar, os evolucionistas desdobram-se desesperadamente para fornecer explicações 100% naturalistas para a origem de estruturas tão complexas como os esqueletos e os ossos que fazem parte deles. Eles [os evolucionistas] preferem venerar a criação e não o Criador (Romanos 1:25). O evolucionista G.V. Lauder escreve sobre este assunto no segundo capítulo do seu livro “Adaptation” declarando:

Sem dúvida que a explicação mecanicista da Darwin para a origem o design orgânico foi uma enorme conquista intelectual.

(Rose, M.R. and Lauder, G.V., Adaptation, Academic Press, Inc. 1996)
Lauder prossegue afirmando que a “selecção” [natural] é a razão por trás da “manifesta complexidade dos organismos“.
No entanto, e como é normal na religião evolucionista, pelos 4 outros biólogos evolucionistas discordam com a crença de Lauder, a afirmam na 6ª edição do seu texto que:

A selecção natural só pode operar nas propriedades biológicas que já existem; ela [a selecção natural] não gera características de modo a suprir necessidades adaptativas.

(Noble, Noble, Schad & MacInnes, Parasitology, Lea & Febiger, 1989, p. 516)
Ou seja, a selecção natural nunca pode ser usada como explicação para a origem de propriedades biológicas uma vez que a selecção natural, como o próprio nome indica,selecciona. Para haver selecção, tem que haver o que seleccionar.

Conclusão:

A biomecânica é apenas mais outra área da ciência que revela a Criativa Mão de Deus. Que pena que para a maior parte dos cientistas o naturalismo esteja acima da verdade.
Fonte: o parceiro Darwinismo.

“Vai um refrigerante diet aí para seus r(u)ins ficarem piores?!”

Um estudo norte-americano, conduzido pela organização Nurses Health Study, conclui que consumir dois ou mais copos dos chamados refrigerantes zero ou diet  “sem adição de açúcar “, pode oferecer maiores riscos de problemas aos rins. O resultado aponta que as mulheres que beberam tal quantidade tiveram queda de 30% das suas funções renais durante o período do estudo, que foi apresentado em encontro da Sociedade Americana de Nefrologia, em São Diego (EUA). 

O estudo partiu de questionários alimentares feitos em 1984, 1986 e 1990 com mais de 3.200 mulheres. As participantes avaliadas tiveram bebidas açucaradas retiradas do cardápio. Em seguida, as mulheres responderam sobre a frequência com que ingeriam as bebidas: se menos de uma vez por mês de uma a quatro vezes por mês; duas a seis vezes por semana; uma vez ao dia e duas vezes ao dia ou com maior frequência. Após uma comparação entre a função dos rins das mulheres em 1989 e 2000, observou-se que 11,4% das mulheres participantes apresentaram diminuição das funções renais em 30% ou mais, sendo que as que apresentaram mais problemas foram as que beberam dois ou mais copos de refrigerante sem açúcar por dia. 

Fonte: Minha Vida.

O Plano da Redenção para os anjos – 4ª parte

o_sentido_da_vida_cruzh) Fim permanente do diálogo entre os anjos não caídos e os caídos. Nova destruição das obras do diabo por parte do Senhor Jesus! Toda essa liberdade concedida a Satanás e seus anjos, de levar diante de Deus suas lorotas por meio dos anjos não caídos, segundo as Escrituras, teve um fim. “Chegou o momento de serjulgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso” (Jo 12:31). “Jesus respondeu: — De fato, eu vi Satanás cair do céu como um raio” (Lc 10:18, NTLH). “E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, sim, foi atirado para a terra, e, com ele, os seus anjos. Então, ouvi grande voz do céu, proclamando: Agora, veio a salvação, o poder, o reino do nosso Deus e a autoridade do seu Cristo, pois foi expulso o acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus. Por isso, festejai, ó céus, e vós, os que neles habitais. Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap 12:9,10 e 12). Você percebe que Jesus, João e a “grande voz do céu” estão falando de uma expulsão de Satanás do Céu posterior a primeira expulsão, a qual teve seu lugar antes mesmo da criação na Terra?!

Vou lhe ajudar a enxergar este fato importantíssimo, a segunda expulsão do dragão, apresentado pelas Escrituras. O Senhor Jesus em João 12 afirmou que o mundo estava prestes a ser julgado e Satanás – o usurpador do principado de Adão e Eva – seria expulso. Mas, o julgamento dos habitantes de nosso planeta não se daria nos dias de Jesus, pois, caso assim ocorresse, todos estaríamos condenados, já que o Substituto do pecador arrependido não teria morrido em seu lugar e o próprio Juiz não estaria em Seu tribunal celestial para determinar as sentenças! Segundo o profeta Daniel o tribunal abriria suas portas e o julgamento no Céu começaria somente após a queda do império romano (cf. Dn 7), o que ocorreu mais de 400 anos depois da encarnação de Deus aqui na Terra (476 d.C.)! Se nosso Salvador não estava se referindo ao julgamento celestial dos pecadores terráqueos (cf. At 17:31), então que julgamento Ele tinha em mente? Algum tempo depois, Jesus asseverou: “o príncipe deste mundo já está julgado” (Jo 16:11) ou “condenado” (NVI).

No tópico anterior (g) nós vimos a aparente liberdade que Satanás possuía ao conversar com os anjos não caídos e ter suas palavras levadas até Deus por aqueles seres não contaminados. No entanto, o Senhor Jesus, o Miguel, previu em João 12:31 que Satanás estava prestes a perder essa regalia e não somente isto – estaria julgado pelos anjos não caídos como não merecedor de nenhum tipo de favor por parte deles, ou seja, condenado à completa rejeição do Céu! Isto deve ter acontecido nalgum momento anterior à cruz, pois em João 12:32 o Senhor a mencionou e em João 16:11 Ele ainda não havia sido “levantado” ou crucificado! Possivelmente, desde a (primeira) expulsão do Céu, os anjos não caídos toleravam Satanás, ainda que minimamente, uma vez que eles observavam sua conduta cruel e destruidora aqui na Terra. Talvez eles pensassem que o ex-Lúcifer não trataria seu Criador assim quando Ele viesse revestido da humanidade. Quando observaram a maldade diabólica dos anjos maus contra Aquele que Se submetera às péssimas escolhas humanas e descera para sacrificar-Se de maneira máxima por eles, para dar-lhes certeza de que ainda existia esperança para sua situação, para revelar-lhes o caráter todo-amável da Trindade e Seu esforço divino em favor de todos os pecadores humanos, e mesmo assim, Satanás dirigir sua energia para atrapalhar esta obra de redenção e destruir a própria vida (humana) de Jesus, talvez, então, a partir dessas observações os anjos não caídos “julgaram” e “condenaram” seus ex-companheiros de perfeição e os “expulsaram” para sempre da posição dialogável tolerada por eles! Deus deu livre arbítrio para Seus filhos mais velhos que nós também, e Ele permitiu que eles tomassem essa decisão, realizassem esse julgamento a respeito de seu relacionamento com Satanás na Terra no tempo deles! Talvez isto explique muitos dos acontecimentos que envolvem dor e sofrimento em nosso planeta – o desdobramento do plano divino entre os anjos!

Não enxergamos nada disso, mas talvez o que vemos sejam os resultados desse conflito angelical, claro, muito bem administrado pela Trindade. Assim sendo, uma vez que Satanás perdeu perante (alguns dos) os anjos não caídos o que ele nunca teve perante Deus – o direito de representar o planeta Terra nas reuniões interplanetárias (cf. Jó 1:6), de tê-lo como seu reino (cf. Mt 4:8,9) e de enviar recados para Deus por meio dos santos anjos – ele  “desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap 12:12)! Alguns detalhes esclarecedores: Apocalipse 12:7 e 8 se refere à guerra militar ocorrida no Céu e seu resultado, expulsão de Satanás e seus anjos. Apocalipse 12:9 também se refere à derrota de Satanás, mas já com o segundo sentido da expulsão de João 12:31, pois em Ap. 12:9 ele é chamado de títulos que até a primeira expulsão Satanás não possuía (“serpente”, “sedutor de todo o mundo”)! Talvez Lucas 10:18 seja uma referência direta à segunda expulsão de Satanás, onde Jesus diz tê-lo visto caindo do Céu dias antes da Cruz! E Apocalipse 12:10-12 menciona que houve uma ordem de festa no Céu devido a salvação garantida para o pecador que a desejasse por meio da morte substitutiva de Jesus na Terra e a segunda expulsão de Satanás do Céu. Talvez vários anjos já não tolerassem o diálogo com o mal e as mensagens trazidas ao Céu enviadas por ele, e quando houve um consenso angelical quanto a isso, em algum momento próximo a crucifixão do Messias, então todos eles se alegraram naquele instante!

Por outro lado, lamentaram profundamente pelos habitantes da Terra, pois, se os anjos maus mesmo divididos em destruir a humanidade e enviar recados para Deus já causavam tanta desgraça na vida das famílias humanas, quanto maior desgraça fariam eles após perderem o direito da segunda atividade, de modo que teriam todo o tempo para se concentrarem numa só realização!! “Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap 12:12). O “diabo” ou o acusador não mais teria espaço no Céu. No entanto, acusaria um pecador por meio de outros e causaria grandes estragos no corpo de Cristo, na Igreja, por meio de discórdias! O mal sabe que após a Cruz “pouco tempo lhe resta”. Mas, e eu, vivo consciente disso? De que não tenho mais tempo a perder com as coisas deste mundo que são exatamente armadilhas do derrotado, porém, bastante vivo inimigo de Cristo e de Sua obra redentora? Talvez Satanás tivesse o direito de chegar até os portões do Céu (cf. Sl 24:7-10). Mas os anjos unanimemente tomaram dele o passaporte que ele usava para sair do planeta Terra e o atiraram e o confinaram aqui, a ele e aos “seus anjos” (cf. Ap 12:9 e 13). A partir da Cruz, Satanás foi confinado ao único planeta, em todo o universo de Deus, que se desgarrou e se perdeu (cf. Lc 15:5-7), mas que em “pouco tempo” será redimido e elevado por Miguel, pelo Cristo, ao posto de capital do universo, o “novo céu” (cf. Ap 21:1)! “Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo” (I Jo 3:8).

Conclusão Não é a toa que os anjos não caídos amam estudar o plano da redenção dos homens, “coisas essas que anjos anelam perscrutar” (I Pe 1:12)! A morte de JAVÉ encarnado na cruz além de salvar o planeta Terra do mal, salva a todo o universo de uma ressurreição do mal, pois revela de modo singular e inesgotável o compromisso do Criador com TODAS as Suas criaturas, em especial com as racionais e livres! Portanto, quem em são juízo pode afirmar que a Cruz é um assunto que se limita apenas a redenção dos homens? (Hendrickson Rogers)

Estude toda a pesquisa: 1ª parte, 2ª parte3ª parte, 4ª parte e Apêndice. Se desejar, baixe o livreto AQUI.

A relação entre o carnivorismo e a violência contra a mulher!

Autora: Carol J. Adams

Páginas: 352

Publicada pela primeira vez no Brasil, esta edição comemorativa de 20 anos traz o texto de uma das principais referências teóricas para a compreensão e o estudo das influências de uma sociedade patriarcal nos hábitos alimentares e na relação de seus membros com as mulheres e os animais.
É impossível ficar indiferente à tese defendida por Carol J. Adams de que a matança de animais e a violência contra a mulher estão intrinsecamente ligadas.
Mais que pregar uma dieta sem carne, esta obra polêmica e provocadora promete estimular as reflexões e os debates necessários para que se construa um mundo mais igualitário.

“Aulas aos sábados… e agora?!”

Aulas na sexta-feira à noite têm sido um constante problema para os estudantes adventistas. Neste artigo procuraremos ajudar os que passam por esse problema. Faremos algumas perguntas para reflexão: Qual é a sua imagem como Adventista do Sétimo Dia, diante dos seus professores e colegas? Qual é a conduta que um estudante adventista deve ter? Você acredita que Deus pode dar-lhe a vitória (no ano letivo), se você não frequentar as aulas na sexta-feira à noite? Fazer prova no sábado é pecado?

Para alguns Adventistas, a transgressão do sábado é apenas trabalhar para ganhar dinheiro. Mas vejamos o que a Bíblia diz em Isaías 58:13 e 14: “Se desviares o teu pé do sábado e de fazer a tua vontade no Meu santo dia, e se chamares ao sábado deleitoso, e santo dia do Senhor digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falar as tuas próprias palavras, então te deleitarás no Senhor…”. O sábado foi separado por Deus para comungarmos com Ele, testemunharmos do Seu amor e nos empenharmos no Seu serviço. No sábado devemos buscar o nosso crescimento espiritual. Não devemos usar as sagradas horas do sábado para dar continuidade a qualquer empreendimento que vise ao nosso crescimento material ou intelectual. Qualquer atividade rotineira dos nossos afazeres deve ser feita nos seis dias da semana, pois o sétimo dia é do Senhor nosso Deus. Vou contar a minha história como estudante, para que sirva de incentivo a você que passa por esse problema.
Sou adventista de berço e sempre estudei em escolas não-adventistas, exceto no segundo grau. Assim como muitos, eu tinha aulas no sábado e provas também. Porém, nunca fui à escola no dia de sábado e nunca peguei sequer uma recuperação por isso. Na faculdade tive que enfrentar dois professores que não estavam dispostos a liberar-me das provas na sexta-feira à noite. Um deles, depois de eu entregar a prova de segunda chamada, que havia feito com outros colegas, fez o seguinte comentário a outros alunos: “Eu não sei o que esse povinho tem. Eles conseguiram tirar as provas de vestibular dos sábados. Detesto esse povo. Tive um aluno Adventista que queria assistir às minhas aulas em outra faculdade por causa da sexta-feira à noite. Eu mandei desaparecer da minha frente”.
Uma senhora, colega minha, que fazia a prova, me defendeu. Na aula seguinte ela me contou o que aconteceu. Fiquei quieto e continuei orando. Nas aulas dele eu procurava ser o melhor. Fui conversar em particular com ele. Ele me ouviu com um pouco de frieza e disse-me: “Vou levar o seu caso à direção da escola e o que decidirem, farei.” Ele não me contou sobre a reunião, mas depois daquela data, as provas foram marcadas sempre para as terças-feiras, graças a Deus. O outro professor me disse: “Eu gostaria que você pensasse um pouco. Você é um jovem que poderá ter uma linda carreira; você se deixaria prejudicar por causa da sua religião?” Calmamente respondi: “Professor, já pensei sobre a minha decisão e gostaria que o senhor pensasse sobre o meu pedido, pois se não me conceder as provas em outro dia, irei transferir-me de faculdade”. Ele disse: “Você seria capaz de fazer isso?” Respondi: “Sim, professor”. E ele falou: “Então pode ficar tranquilo, darei um jeito para que você não se prejudique”. Graças a Deus terminei a faculdade como um dos melhores alunos. Em toda a minha vida estudantil não experimentei recuperação e nem reprovações. A Deus seja a glória. Prezado jovem, você também pode ter esta história ou ainda algo melhor, pois Deus não falha em Suas promessas. Como alunos Adventistas devemos ser os melhores ou pelo menos, lutar para ser. Os professores devem ver em nós alunos exemplares e os nossos colegas, excelentes amigos. Quando isso acontecer, não haverá dificuldade em resolver os problemas da sexta-feira à noite ou do sábado. Veremos a mão de Deus abrir os horizontes.
Assistir às aulas no sábado é pecado. Se os defensores da fé morreram por recusar transgredir os preceitos de Deus, nós também devemos preferir, se for o caso, ser reprovados um ano a ser reprovados pelas cortes celestiais. Gostaria que você meditasse na carta missionária dos dias 18 e 25 de junho de 94 e nas histórias dos mártires. Esses homens fizeram a luz de Cristo brilhar em meio aos sofrimentos. E nós somos chamados para resplandecermos também a luz do evangelho de Cristo.

Concluindo, deixo algumas sugestões:
1. Seja cortês com os professores e colegas;
2. Não sente perto dos conversadores;
3. Nunca desrespeite o professor;
4. Seja pontual em seus deveres;
5. Não fale com o professor sobre as aulas no sábado logo no início. Espere que ele o conheça um pouco;
6. Ore sempre para que Deus toque o coração dos professores;
7. Se o professor só tem aula no sábado, converse com um professor amigo, para que seja intercessor ou o ajude a resolver esse problema;
8. Não participe de manifestações contra a escola ou professor, pois isto poderá prejudicá-lo;
9. Seja estudioso e não cole.
Se você seguir estes passos, tenha certeza de que Deus lhe dará a vitória.
Fonte: Revista Adventista, Dezembro de 1994, via parceiro Bíblia e Ciência.