Falta de água obrigaria o planeta a ser vegetariano!

Diariamente, um bilhão de mulheres, homens e crianças vão dormir com fome, enquanto dez milhões morrem por desnutrição a cada ano. Se ainda hoje o mundo não conseguiu sanar esse mal, que afeta um em cada sete de seus habitantes, como é que vamos alcançar a segurança alimentar para uma população que em 2050 chegará a nove bilhões de pessoas? Um novo estudo mostra que a solução para evitar uma catástrofe alimentar passará por uma mudança quase completa de uma dieta a base de carne para uma mais centrada em vegetais. E isso deverá acontecer por um único motivo: a escassez de água. É o que aponta o relatório “Alimentando um mundo sedento: Desafios e Oportunidades para a segurança hídrica e alimentar”, divulgado ontem na Suécia, por ocasião da Semana Mundial da Água. A análise mostra que não haverá água suficiente para alcançar a produção esperada em 2050, se seguirmos com a dieta característica dos países ocidentais em que a proteína animal responde por pelo menos 20% das calorias diárias consumidas por um indivíduo. Na ponta do lápis, de acordo com os cientistas, a adoção de uma dieta vegetariana é atualmente uma opção para aumentar a quantidade de água disponível para produzir mais alimentos e reduzir os riscos de desabastecimento em um mundo que sofre com extremos do clima, como a seca histórica que afeta os Estados Unidos. O motivo é que a dieta vegetariana consome de cinco a dez vezes menos água que a de proteína animal – que hoje demanda um terço das terras aráveis do mundo só para o cultivo de colheitas para alimentar os animais.
“A capacidade de um país de produzir alimentos é limitada pela quantidade de água disponível em suas áreas de cultivo”, ressalta um trecho do relatório, que alerta sobre a pressão atual e crescente sobre esse recurso natural usado de forma cada vez mais insustentável. Segundo previsões da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, da sigla em inglês), será necessário aumentar a produção de alimentos em 70% nos próximos 40 anos para atender à demanda. Isso colocará uma pressão adicional sobre os nossos hídricos, num momento em que precisaremos também alocar mais água para satisfazer a demanda global de energia, que deverá crescer 60% em três décadas, salientam os cientistas. Outro estudo divulgado em maio pela consultoria britânica Maplecroft mostrou que o mundo já vive um “estresse hídrico” e que a falta de acesso à água potável vem pesando sobre os países mais pobres ou marcados por histórico de conflitos militares, instabilidades políticas e sociais. Segundo o levantamento, os países do Oriente Médio e África são os mais vulneráveis à falta de água. Nessas regiões, cada gota pode emergir como uma nova fonte de instabilidade. Em alguns dos maiores produtores de petróleo do mundo, como Kwait e Arábia Saudita, a escassez de água vem se tornando crítica há gerações. Primeiro colocado na lista de dez países em “risco extremo” de falta d’água, Bahrein, no Golfo Pérsico, usa águas subterrâneas para a prática da horticultura, porém, em quantidade insuficiente para atender toda a população. A deterioração dos lençóis subterrâneos de água já é uma das principais preocupações nacionais.
Fonte: Exame.

Nota 1: O Enem de 2009 (questão 67 da prova anulada) apresenta o consumo ridículo de água para lavar a crueldade que ocorre em cada um dos 7 dias da semana contra os animais em nome da alimentação do homem! Fato é que o consumo da carne não passa de um costume milenar, o qual nunca teve motivos de ser sustentado a não ser nos primeiros meses pós-diluvianos! E ainda assim, caso Noé e sua família insistissem com Deus, Ele poderia ter lhes dado o maná, como ocorreu com os descendentes de Abraão no deserto algumas centenas de anos mais tarde, quando JAVÉ tentou reeducar Seu povo e desintoxicá-lo dos costumes egípcios! Confira logo acima os 17.000 litros de água gastos para cada quilo de carne bovina e os pelo menos 5.000 litros para cada quilo de carne suína, sem mencionar as toneladas de galináceos, peixes e outras inocentes vítimas do apetite irracional do ser humano, que exigem milhões de litros de água diariamente. Tome sua decisão de não patrocinar esses crimes hediondos legalizados – a tortura e o assassinato de animais e o desperdício de água! Lembre-se dos que vivem nos sertões do planeta Terra, privados da água que é usada para limpar as nojeiras dos comedores de carne. (Hendrickson Rogers) 

Nota 2: Duvido que a parte rica da população mundial (especialmente nos países desenvolvidos) abrirá mão de seus Big Macs, churrascos e afins. A tendência é a crise alimentar e de água se agravar e a fome se intensificar, juntamente com as desigualdades sociais que já são gritantes – afinal, os seis sétimos da população que ainda têm alimentos bem que poderiam ajudar a sétima parte que morre de fome. Como não creio numa solução humana para esses desafios urgentes (e o maior deles é a mudança do coração humano), continuo esperando a solução definitiva que virá do Alto. Ah, sim, lá todo mundo realmente será vegetariano. (Michelson Borges)

Cronologia da historicidade da doutrina bíblica da Trindade – 4ª parte

Século 4
A igreja gastou o tempo entre o Concílio de
Nicéia (325) e o Concílio de Constantinopla (381) em ardorosos
debates sobre a melhor forma de descrever o relacionamento entre Pai e Filho
e, na parte final desse período, o Espírito. Considerável número de facções e
fortes personalidades utilizaram meios políticos e teológicos, e mesmo a
força física, para promulgar seus pontos de vista. Três grupos principais
mantiveram-se em oposição teológica à formulação de Nicéia (rotulados por
Atanásio e Epifânio de arianos e semi-arianos, apesar de Ário não
existir mais): os que ensinavam o termo homoion,
os que ensinavam o termo homoiousios
e os que ensinavam o termo heteroousios,
ao descrever o Pai e o Filho.
O primeiro
grupo discordava do termo niceano homoousios
e o substituía por homoion (“semelhante”),
um termo mais ambíguo. A facção preferia o termo em virtude de sua
simplicidade e porque ele aparece na Bíblia, embora nenhum dos 66 livros
atuais e dos livros analisados da época empregue o termo para descrever o
relacionamento entre Pai e Filho! Foi um verdadeiro retorno ao passado, antes
do Concílio de Nicéia, sem avanço algum.
O segundo
grupo, também conhecidos como semi-ariano, tentou amenizar o termo niceano
com a expressão homoiousios (“de
natureza similar”), vendendo a ideia de que Eles eram similares, em vez de
iguais. Basílio de Ancira é
considerado o porta-voz desta visão. O imperador romano da época havia
destituído o bispo de Ancira, Marcelo, por ele crer na fórmula niceana, e colocou
Basílio em seu lugar! O termo proposto por Basílio buscou eliminar o potencial
para a unidade radical do modalismo e também para qualquer divisão da
natureza de Deus. Basílio argumentava que, se Pai e Filho fossem o mesmo,
então identifica-los como Pai e Filho rachava a essência única. Por outro
lado, sendo apenas semelhantes, não eram da mesma substância de modo que não
existia o perigo de se dividir a unidade de Deus. O Pai somente era Deus! Já
o Filho também era criatura, apesar da maquiagem feita por Basílio em sua
definição de Jesus. O problema é que os cristãos sempre haviam adorado a
Jesus como Deus!
Aécio fundou o
terceiro grupo: Pai e Filho são de “diferente substância” (heteroousios). No quarto século esta
facção foi associada ao nome de Eunômio
e em tempos mais recentes, vieram a ser reconhecidos como neo-arianos. Foram denunciados por
vários concílios e rejeitados por numerosas igrejas, de modo que os
neo-arianos ordenaram deus próprios bispos e estabeleceram sua própria
igreja, uma prática não usual naqueles dias! Em vários sentidos eram mais
consistentes internamente do que as duas outras facções – consideravam o Pai
como não-gerado e o Filho como gerado pelo Pai, a partir de uma natureza (ousios) diferente da Sua própria; não existia Trindade, mas uma
hierarquia com o Deus verdadeiro como líder, e o Filho e o Espírito como
subordinados; mantinham o monoteísmo sem a necessidade de redefinir qualquer
terminologia ou categorias. Lamentavelmente, porém, para eles Jesus Cristo e
o Espírito Santo não são Deus, e o batismo deles não era feito em Nome do
Pai, do Filho e do Espírito Santo, mas apenas na morte de Cristo.
Um quarto
grupo poderia ser mencionado – “os lutadores contra o Espírito Santo”, sob o
termo pneumatamachoi! Uma vez que a
declaração de Nicéia havia sido extremamente sintética em sua menção ao
Espírito Santo, essa facção se sentia confortável com a descrição dada pela
fórmula niceana quanto à natureza do Pai e do Filho como sendo homoousios, mas argumentava que o
Espírito não podia ser da mesma substância do Pai e do Filho.

Esta pesquisa está em construção. Aguardem por seu desfecho! A primeira parte da Cronologia aqui, a segunda,aqui e a terceira parte aqui! (Hendrickson Rogers)

Cronologia da historicidade da doutrina bíblica da Trindade – 3ª parte

 Século 4
Atanásio, jovem secretário do bispo Alexandre e
presbítero da igreja de Alexandria, participou do Concílio de Nicéia e,
apesar de ter desempenhado papel menor nos debates, o concílio modelou sua
vida de tal maneira que ele gastou o resto de sua vida tentando manter o ponto
de vista niceano
a respeito de Cristo. Atanásio refutou as leituras arianas
de Atos 2:36 e Hebreus 3:2, por exemplo, apresentando a ambiguidade do verbo poieo (fazer ou tornar), ignorada por
Ário. Provérbio 8:22 representou um interessante desafio para Atanásio – Ário
e Orígenes interpretavam esse texto como se referindo literalmente a Cristo!
Como Atanásio possuía razões políticas para não aparecer em completo
desacordo com Orígenes, ele provavelmente preferiu entender o texto como
significando que Cristo submeteu-Se a uma mudança de status quando veio à Terra.   
Uma corrente
filosófica popular sustentava que Deus não podia ser afetado por qualquer
tipo de paixão ou sentimento, por mudanças e variações, e por experiências
como sofrimento e a morte! Pelo fato de ainda não existir uma clara definição
da dupla natureza de Jesus Cristo capaz de compreender Sua natureza divina
como mantendo os atributos de Deus e ao mesmo tempo Sua natureza humana
exibindo os atributos da humanidade, a insistência em que Deus preenchesse as
descrições filosóficas da divindade representou um sério desafio à descrição
niceana do Pai e do Filho como sendo ambos plenamente Deus! Mesmo Atanásio
parecia estar falando de dois Deuses e até mesmo três, quando se adiciona o Espírito
Santo, ao passo que a definição filosófica de Deus assevera que Ele é “Um” e
indivisível. Jesus simplesmente não correspondia às noções dos filósofos
sobre como um Deus real devia ser!
Para os cristãos estudiosos do quarto século
que criam na eternidade do Filho, esse conjunto de expectativas não
correspondidas levou-os a assumir que o Filho era essencialmente diferente do
Pai! “Trindade”, “Três em Um” simplesmente desafiava todas as categorias
matemáticas em uso desde Aristóteles. O mesmo era verdade em relação ao termo
homoousios
(“de uma mesma substância”), escolhido em Nicéia para representar o Pai e o
Filho como sendo da mesma natureza. O termo apresentava dois possíveis
significados em seu uso filosófico: os crentes poderiam entendê-lo como
retratando Pai e Filho tanto como dois indivíduos de um tipo – dois Deuses,
ou então como um indivíduo dividido em duas partes – Deus dividido em dois
modos (o modalismo de Sabélio). O único raciocínio correto
desses pensamentos é que o termo enfatiza o contraste entre Deus e a
criatura! Atanásio argumentava em
favor da nomenclatura Trindade e homoousios
afirmando que todos os seres criados compartilhavam um conjunto de
características, ao passo que a Divindade compartilha um conjunto diferente
de características. Pai e Filho possuem a mesma natureza porque ambos Se
encontram do mesmo lado do abismo (o lado do Criador) existente entre Criador
e criatura. Trata-se de uma separação “bíblica”! Eles são dignos de adoração.
Anjos e homens, não. Por volta do tempo de sua morte em 373, Atanásio
convencera a maioria dos teólogos cristãos de que era necessário utilizar a nova terminologia, em vez de
restringirem-se aos termos que apareciam na “Bíblia”. Em virtude das
barreiras existentes entre os que falavam e escreviam grego e os que usavam latim,
e dos desafios adicionais para os que utilizavam o grego como segundo ou terceiro
idioma, passaram-se décadas para que todos entendessem os novos significados
desses termos. Alinhamentos ou realinhamentos
políticos
também desempenharam papel maior na discussão dos termos e seus
significados!

Esta pesquisa está em construção. Aguardem por seu desfecho! A primeira parte da Cronologia aqui e a segunda, aqui! A quarta parte já está disponível aqui! (Hendrickson Rogers)

O que o perfeito sistema de trabalho das formigas e a internet têm em comum?

A humanidade tem conseguido cumprir alguns feitos impressionantes, mas alguns deles já estavam por aí muito antes de nós os notarmos. As formigas, por exemplo, procuram por comida de uma forma que é basicamente a mesma do TCP (Protocolo de Controle de Transmissão) da Internet e têm feito isso desde muito antes de a rede mundial surgir. Isso tem muito a ver com a forma com que as formigas cortadeiras conseguem sua comida. Da mesma forma que o TCP comprime dados de transmissão se os pacotes iniciais indicam uma banda estreita, as formigas cortadeiras enviam menos membros se os primeiros demorarem muito para voltar com a comida.
“[A] taxa com que as formigas cortadeiras (que procura por sementes individualmente) deixam o ninho para procurar comida corresponde à disponibilidade dela.Uma formiga não retorna ao ninho enquanto não encontrar comida. Se há sementes em abundância, elas voltam rapidamente e mais formigas deixam o ninho para ajudar. Se, entretanto, as formigas começam a voltar sem nada sobre suas cabeças, a busca desacelera e, talvez, é até cancelada.”
As similaridades não param aqui. As formigas também usam a técnica de início devagar do TCP, enviando uma leva de membros (pacotes) para estimar a quantidade relativa de comida (largura de banda) antes de escalar seus números para cima ou para baixo. Da mesma forma que uma conexão esgotará seu tempo (time out) se a fonte parar de enviar pacotes, as formigas param de enviar novos membros se nenhum deles retornar em 20 minutos.Balaji Prabhakar, um dos pesquisadores por trás da descoberta, diz que se esse comportamento tivesse sido descoberto antes da Internet, ele talvez tivesse influenciado a sua criação. Ainda assim, esse processo de coleta tem sido testado ao longo do tempo e é provável que ainda haja outras coisas que possamos aprender a partir dele. Nesse meio tempo, quem sabe que outros algoritmos possam estar por aí, aguardando em silêncio serem descobertos?
Fonte: Gizmodo.
Nota: Assim como a internet não é fruto do acaso e de processos sucessivos aleatórios (filosofia pagã naturalista evolucionista darwinista para a origem da vida), as formigas, a Natureza como um todo e o ser humano não o são! A existência de Deus e Sua misericordiosa atuação no universo explicam a complexidade dos sistemas vivos. Segue-se, então, que, uma vez que Ele existe, é nosso privilégio e dever conhecê-Lo e entender Seus planos para Suas criaturas! Converse com Jesus agora mesmo e Se prepare para Seu retorno cada vez mais real, necessário e próximo! (Hendrickson Rogers)

“Maconha”

Numa tentativa de combater o narcotráfico, o governo uruguaio do presidente José Mujica enviou ao Congresso há algumas semanas um projeto de lei para descriminalizar a maconha. Prevê estatizar a produção, a distribuição e a venda da droga. No Uruguai, pesquisas mostram que cerca de 8% da população usou maconha nos últimos 12 meses. E algo entre 130 mil e 150 mil pessoas a consomem com regularidade. No Brasil, o consumo da droga aumentou entre os jovens nos últimos seis anos. De acordo com o segundo Levantamento Nacional de Álcool e Drogas, feito pela Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad) da Universidade Federal de São Paulo, 7% da população já experimentou maconha pelo menos uma vez na vida. São cerca de 8 milhões de brasileiros. Além disso, o estudo diz que 3% dos adultos e dos adolescentes tiveram contato com a droga nos últimos 12 meses. Metade desses adultos e adolescentes admite usar maconha todos os dias (quase 1,5 milhão de pessoas). Um terço da população adulta brasileira que fuma maconha pode ser considerada dependente, levando em conta não apenas a quantidade e frequência de uso, mas comportamentos como ansiedade, sensação de perda de controle sobre o consumo, preocupação exagerada com o uso e tentativas seguidas de largar o vício. Um terço deles tentou parar, e quase 30% tiveram sintomas de abstinência (mal-estar, ansiedade, dificuldade de concentração).
Ainda segundo a pesquisa, 60% dos usuários começaram a usar a droga antes dos 18 anos. Quanto mais cedo o primeiro contato, maiores as chances de padrões mais nocivos de uso. Se, em 2006, havia menos de um adolescente usuário de maconha para cada adulto, em 2012, essa proporção saltou para 1,4 para cada adulto. Uma pesquisa com universitários das 27 capitais brasileiras feita em 2010 pela Faculdade de Medicina da USP mostrou que quase 6% dos estudantes com menos de 18 anos já experimentaram maconha e 4,5% consumiram nos 12 meses antes da pesquisa. Se o Parlamento uruguaio aprovar o projeto de lei, o presidente promete submeter a decisão à opinião da população. No Brasil, pela vontade da maioria, a maconha não seria legalizada. De acordo com a pesquisa da Uniad, 75% dos brasileiros são contra. Essa posição tem respaldo na opinião de muitos especialistas. Algumas variedades atuais de maconha têm maior concentração do princípio ativo THC. Como consequência do consumo, surgem quadros de ansiedade, surtos psicóticos e dependência muito mais comuns que há duas ou três décadas. A maconha não é uma droga tão inocente quanto muita gente imagina. 
Fonte: Época.

Ateísmo crescente ou decepção com os religiosos?

Os EUA não são um lugar amigável para ateus. A religião
impregna a esfera pública, e estudos mostram que se desconfia mais de ateus do
que de outras minorias. Vários estados ainda proíbem que ateus ocupem cargos
públicos. Essas regras, que são inconstitucionais, raramente são postas em
prática. Mais de 40% dos norte-americanos afirmam que nunca votariam em um ateu
candidato à presidência. No entanto, o número de pessoas que se declaram ateias nos
EUA quintuplicou nos últimos sete anos para 5% da população, de acordo com a
WIN-Gallup International, uma rede de pesquisadores. Enquanto isso, a proporção
de norte-americanos que se dizem religiosos caiu de 73% em 2005 para 60% em
2011. No Brasil, também aumentou o número de pessoas que declaram não ter
religião, incluindo os ateus. Pelos dados do IBGE, atualmente esse contingente
representa 7,3% da população, contra 1% nos anos 1970. Uma queda tão grande no número de norte-americanos que se
consideram religiosos é impressionante, mas os dados a respeito dos ateus está
alinhado ao de outros pesquisas. Uma pesquisa da Pew em 2009 também constatou
que 5% dos norte-americanos não acreditavam em Deus, mas apenas um quarto desses
se considerava ateu. 
Portanto, é possível que a pesquisa mais recente
simplesmente mostre um aumento naqueles dispostos a se denominaram ateus. Essa mudança pode ter ocorrido devido a um movimento
informal de descrentes conhecido como “Novo Ateísmo”. Ao longo dos últimos oito
anos, autores como Richard Dawkins e o finado Cristopher Hitchens atacaram as
religiões em livros que se tornaram best-sellers, fazendo um uso convincente [pra quem acha, mas pra mim não é o caso!] de
conhecimentos lógicos e científicos. Dawkins, um biólogo britânico, particularmente
encorajou as pessoas a declararem a sua descrença.

As contradições dos biólogos evolucionistas ao analisarem as plantas!

Quer seja o macio tecido das maçãs ou o resistente tronco das árvores, os pesquisadores afirmam que as plantas “constroem” as suas partes usando apenas quatro ingredientes. Medições precisas da força do tecido das plantas demonstram que elas variam através de três ordens de magnitude. Como é que as plantas usam de modo tão eficaz os mesmos quatro blocos de construção de modo a criarem materiais com tal variação de força?

A professora de engenharia da MIT, Lorna Gibson, apurou cinco traços que as plantas “controlam e coordenam” quando estão a construir tecidos com vários níveis de força. Segundo a MIT news, “Aparentemente a abrangente variedade na rigidez e na força provém da intrincada combinação das micro-estruturas da planta.“1
Lorna Gibson publicou a sua análise no “Journal of the Royal Society Interface”, onde ela escreveu,

As maçãs e as batatas são exemplos de tecidos simples: parênquima com células poliédricas de parede finas, assemelhando-se a espumaartificialmente construída.

Os pesquisadores assumem que a madeira mais sólida contém tecido mais complexo uma vez que, em adição às células parênquimas, elas possuem vasos e fibras. “As fibras da célula fornecem suporte estrutural e possuem uma estrutura análoga à das colmeias”, similar àquelas usada em suportes estruturais hexagonais.2
Mas quer elas contenham células de fibra ou tecido parênquima, as plantas constroem as paredes das suas células usando celulose, lignina, hemicelulose e pectina. De forma engenhosa, as plantas organizam estes ingredientes de modo a formarem tecidos com os mais variados níveis de força. Gibson escreveu,

Estas amplas variações surgem a partir 1) da composição das paredes da célula, 2) do número de camadas nas paredes da célula e 3) do volume de fracção e arranjo das fibras de celulose dessas camadas – bem como a estrutura celular e tecidos das plantas.2

A MIT news acrescenta:

Gibson olha para a mecânica das plantas como uma fonte valiosa para os engenheiros preocupados em criar materiais. No entanto, os pesquisadores têm sido incapazes de fabricar o material celular composto com o nível de controle que as plantas aperfeiçoaram.

Gibson disse que as plantas “desenvolveram” as suas próprias micro-estruturas. Karl Nicklas, biólogo botânico da Univ. Cornell, disse à Mit news que, uma vez que as plantas evoluíram, “Nós podemos aprender coisas a partir do que existe na natureza, e aplicá-las na construção de melhores placas de painel, esferovite e fotovoltaica de modo a ajudar a sociedade.“1
A implicação subentendida é que, se tu não acreditas que as plantas construíram os seus próprios sistemas internos (“evoluíram”), então não queres “ajudar a sociedade”. Portanto, ou acreditas que as plantas evoluíram ou não queres o bem da sociedade. Qual das duas escolhes?
Mas que razão temos nós para aceitar a noção de que as plantas, ou a natureza, podem criar o que quer que seja, muito menos dispositivos e técnicas de construção que estão bem para além das capacidades humanas? As plantas não possuem cérebros ou mãos como os engenheiros humanos possuem.3 Aqueles que julgam que as plantas são peritas em engenharia não confiariam as mesmas para a construção dum simples garfo.
Quando se fala na ciência das origens, até engenheiros brilhantes estão a ladrar perto da árvore errada.
Referências
  1. Chu, J. Plants exhibit a wide range of mechanical properties, engineers find. MIT news. Posted on mit.edu August 14, 1012.
  2. Gibson, L.J. The hierarchical structure and mechanics of plant materials. Journal of the Royal Society Interface. Published online before print, August 8, 2012.
  3. According to Scripture, God did not necessarily use brains or hands to create either. However, He has something far more effective: audible commands spoken from beyond this universe. See Psalm 33.
Fonte: Darwinismo e ICR.

Cronologia da historicidade da doutrina bíblica da Trindade – 2ª parte

Século 2 d.C.
Os gnósticos haviam
essencialmente criado uma nova forma de protegerem a Deus de qualquer conexão
com o mundo real! Em vez de utilizarem agentes de Deus, como Logos, Sofia, Justiça, Memra
do Senhor, eles os apresentavam como divindades que constituíam emanações do
único Deus, mas que possuíam existência independente (perceba o retorno ao
politeísmo aqui!). Essas outras divindades, especialmente na forma valenciana
de gnosticismo, por vezes tinham nomes como Cruz, Salvador e Igreja,
nomes cristãos retirados de seu contexto habitual como base para sua leitura
das Escrituras. O argumento de Irineu e o de alguns outros cristãos que se
opuseram ao sistema gnóstico era o de que as “Escrituras”, corretamente
interpretadas, retratam Jesus como Cristo – um ser humano real e um Deus real.
Já as formas gnósticas de docetismo ensinavam que Cristo era uma
dentre as muitas emanações de Deus que povoavam os reinos celestiais e que
não se encontravam no nível de Deus o Pai, o Deus último e transcendente.
Sabélio desenvolveu
suas ideias como reação ao triteísmo,
tendência que via o Pai, o Filho e o Espírito Santo como três Deuses
separados. Argumentou que, uma vez que existia somente um Deus, um Deus
retratado nas Escrituras sob três formas diferentes, então os três devem ser
consecutivos. Ele sugeriu que Pai, Filho e Espírito Santo eram três modos
diferentes do mesmo Deus em épocas diferentes – Deus Se revelou como o Pai no
AT, como Filho durante Sua vida na Terra e como o Espírito Santo no período
da igreja, mas todos eram uma só pessoa! Com o tempo, o sabelianismo (ou monarquismo
modalístico
) provou ser outra fracassada tentativa de manter a crença num
único Deus e ao mesmo tempo reconhecer que existem Pai, Filho e Espírito
Santo!  
Embora todos
esses pontos de vista fizessem sentido face a parte dos escritos revelados,
nenhum deles conseguiu unir tudo o que as “Escrituras” revelaram acerca da
Divindade e de Jesus Cristo. Estava claro que a “Bíblia” parecia revelar a
Deus como uno e trino, mas ninguém no segundo século, conseguiu encontrar uma
forma capaz de expressar a plena complexidade revelada nas “Escrituras”!
Século
3 e 4
Os cristãos
começaram a identificar-se mais com base no que criam do que com base em como
viviam e se comportavam. Essa mudança elevou o tom das discussões teológicas,
pois as ideias prevalecentes se tornariam um meio de criar uma linha
divisória entre os que pertenciam e os que não pertenciam à “verdadeira
igreja”!
Orígenes de
Alexandria, cujos comentários bíblicos estabeleceram a base para esses
debates, foi provavelmente o mais influente intérprete individual da “Bíblia”
na história do cristianismo, embora ele nem sempre fosse original em sua
compreensão, alcançou de modo impressionante seu objetivos de reunir as
valiosas interpretações primitivas das “Escrituras”. Considerado um repositório da interpretação cristã,
os ensinadores cristãos achavam importante estar de acordo com Orígenes
quando se envolviam em qualquer debate, durante o terceiro e quarto séculos. No
segundo volume de seu Comentário de
João
, ele propõe-se a lidar com o próprio âmago da perplexidade
relacionada com a Divindade revelada nas “Escrituras” – o relacionamento
entre o Pai e o Filho. Orígenes colocou o Filho numa posição intermediária em
que fazia lembrar o Pai em certos aspectos e os seres humanos em outros. Ele não
considerava Jesus como sendo Deus por natureza, mas apenas por participação,
apesar de retratar o Filho como efetivamente coeterno com Deus o Pai.
Ário da Líbia, presbítero
da igreja de Alexandria, de quem deriva o termo arianismo, não só colocou o Filho numa posição intermediária. Ele
foi explícito em seus comentários acerca da origem do Filho como ser criado.
Orígenes foi ambíguo ao falar do tempo. Ário precisou o “no princípio” de
João 1:1 e ousadamente ensinou sobre “o início” da eternidade do Filho! Após
a perseguição de Diocleciano a igreja de Alexandria passou por anos de
argumentos e acusações a respeito de quem merecia conservar-se em posições
eclesiásticas. O bispo metropolitano Pedro fora martirizado e Alexandre foi
eleito para substituí-lo. Em meio as contendas de dentro da igreja de
Alexandria, Ário acusou Alexandre de sustentar uma falsa visão de Cristo.
Século 4
No Concílio de Nicéia (na atual Turquia),
em 325 d.C. os pontos de vista de Alexandre e Ário vieram a tornar-se
centrais, ao lado de ideias de outros, inclusive as de Eusébio, o historiador da igreja e bispo de Cesaréia. O resultado
do concílio foi a rejeição das ideias de Eusébio e Ário e a formulação de uma
declaração sobre a Trindade que
tendia a vindicar os pontos de vista de Alexandre. A declaração era
essencialmente a mesma do credo
estabelecido pela igreja de Jerusalém
, com um adendo que condenava como
anátemas as ideias que colocavam o Filho em sujeição ao Pai.
Nenhum dos
três principais grupos que se opuseram a fórmula de Nicéia para a Trindade
reconheceu Ário como seu representante! Tampouco qualquer desses grupos
concordou completamente com a cristologia ariana! Não obstante, em virtude de
o credo de Nicéia conter vários anátemas contra as ideias originalmente
propostas por Ário, sempre que alguém propôs ideias similares, a teologia
resultante veio a ser identificada como ariana. Ário não acreditava em todas
as coisas anatematizadas em Nicéia, mas seu nome tem sido normalmente utilizado
para rotular qualquer ponto de vista de considere a Cristo como inferior!

Esta pesquisa está em construção. Aguardem por seu desfecho! A primeira parte da Cronologia aqui, a terceira parte aqui e a quarta parte aqui! (Hendrickson Rogers)

Cronologia da historicidade da doutrina bíblica da Trindade – 1ª parte

Data
Acontecimentos
Século
4 a.C.
Platão,
representando o pensamento grego da época em que existia um Deus único acima
de todos os outros. Ele escreve “Timeu” – sobre um Deus transcendente que
criou o mundo por meio de um agente chamado “demiurgo”. Aristóteles, mais tarde, chamou esse Deus de “Inamovível Movedor”.
Depois os estóicos (cf. At 17:18,
22-28) O chamaram de “Um”. A ideia sempre foi proteger Deus de Se contaminar
com as coisas materiais – Ele criou alguém, um intermediário, para criar o
mundo físico, o universo visível, enquanto Ele mesmo Se mantinha inacessível
e longe das criaturas!
Século
1 d.C.
Filo de Alexandria,
intelectual judeu e rico, conhecedor do idioma grego, mergulhou nos dois
mundos culturais – greco-romano e judeu! Tentou harmonizá-los dando ênfase à
transcendência inacessível de Deus. Escreveu um tratado “Sobre a Formação do
Mundo” retratando o Logos (agente estóico de Deus) de forma dupla: Logos era tanto o modelo que Deus
criou do universo como o agente que Ele usou para tornar o modelo uma
realidade.
Séculos
1 e 2
Docetismo – Cristo só
parecia humano, mas era puramente divino. Nos Evangelhos, as pessoas veem Jesus
como puramente humano já que Ele viveu como humano. Após Sua ascensão surgiu
a tentação do docetismo: a separação entre Jesus e o Cristo, Jesus sendo homem
e o Cristo sendo Deus.
Visões
docéticas da pessoa de Jesus Cristo: marcionismo
e gnosticismo.
Marcion foi um proprietário
de navios comerciais, no Ponto, próximo ao mar Negro. Vendeu tudo o que possuía,
à semelhança dos cristãos primitivos de Atos 2, patrocina a igreja cristã em
Roma e passa a exercer dupla influência sobre ela – como patrono e líder
vigoroso. Ele rejeitava o AT, pois via o Deus descrito ali como justo, mas
incompetente! Em contrapartida, Marcion olhava para Jesus e via um bom e
salvífico Deus! Por isso também rejeitou tudo do NT que se referia ao Pai.
Sua bíblia era uma parte do Evangelho de Lucas e algumas cartas paulinas! Vem
dele o registro do mais antigo cânon (lista de livros escriturísticos
sagrados) que se descobriu até hoje! Na época em que ele fez isto, existiam
bem mais do que os 66 livros do cânon atual, como opções!
Reagindo à
lista de Marcion, outro líder cristão primitivo, Irineu, argumentou em favor dos quatro evangelhos que hoje fazem
parte de nossas Bíblias! O que impediu o enfraquecimento do marcionismo, a
despeito das ideias não populares e distorcidas do cristianismo primitivo que
ele pregava, basicamente pode ter duas causas: o sentimento anti-judaico e o
fato de os cristãos não terem explorado, até então, os próprios ensinamentos
que professavam! (A Epístola de Barnabé,
provavelmente escrita em Alexandria em meados de 130 d.C. e o Diálogo com Trifo, escrito por Justino, o mártir, por volta de 150
d.C., retratam o desejo de distanciar o cristianismo de qualquer judaísmo). Fim
do marcionismo – a maioria dos cristãos, mesmo na igreja de Roma, aceitou os
quatro evangelhos como inspirados e rejeitou os pontos de vista de Marcion,
além de devolverem sua oferta para a igreja como sendo inaceitável! O
marcionismo gerou algo de importante na mente dos cristãos da época:
precisamos formular um ponto de vista a respeito de Jesus Cristo capaz de
cobrir tudo o que os documentos inspirados revelam a Seu respeito!
Gnosticismo – outro
grande desafio à compreensão cristã de Jesus Cristo proveio dos muitos
diferentes grupos gnósticos de dentro em torno do judaísmo e do cristianismo
durante o 2° século. Eles criam num Deus superior que vivia no último céu e
aparecia na forma de deuses inferiores vivendo nos céus mais próximos da
Terra. O conhecimento era o caminho para ascender de céu em céu após a morte
da matéria (corpo físico). Esse conhecimento advinha sob a forma de chaves
secretas que continham o poder de derrotar os “archons” que guardavam os níveis dos céus! Em alguns sistemas de
gnosticismo as Escrituras eram vistas como um código que continha
conhecimento secreto em suas palavras, mas não em seu significado literal.
Livro Contra
as Heresias
– na primeira parte de seu livro Irineu descreve alguns mitos
sobre as emanações de Deus que os gnósticos acreditavam povoar o Céu. Ele também
usou as Escrituras para derrotar o gnosticismo, mas de modo diferente em
relação ao conflito contra o marcionismo. Marcion rejeitou uma enorme parte
dos livros que hoje são bíblicos e Irineu demonstrou a coerência de vários
deles. Os gnósticos, por outro lado, tendiam a aceitar como Bíblia um maior
número de livros e evangelhos do que os que temos hoje nas Escrituras! Irienu
argumentou em favor de apenas quatro evangelhos. Contudo, mesmo com os quatro
evangelhos e as cartas paulinas os cristãos gnósticos trataram de enxergar
códigos secretos naqueles escritos inspirados capazes de retratar sua própria
compreensão do universo de Deus! Daí, Irineu propôs uma única maneira de ler
corretamente as Escrituras – aquela sancionada pela verdadeira igreja
apostólica. Ele afirmava que os heréticos haviam no início mantido a forma
correta de interpretar as Escrituras, mas se desviaram com mau intento em
favor de outras interpretações! O próprio Irineu, embora afirmasse estar
baseando suas ideias sobre a leitura
original correta
, estava simplesmente apresentando o que ele entendia
como correto. Graças a Deus que a visão dele sobrepujava em muito as
distorções escriturísticas a respeito da Divindade por parte de seus
contemporâneos! O trabalho de Irineu, portanto, foi não apenas
identificar os quatro Evangelhos corretos, a partir dos quais se constituiria a
compreensão de Jesus Cristo, mas também definir a correta interpretação das “Escrituras”!
Pensadores
judaico-cristãos usam a própria filosofia
helenística
como meio de contato com os gregos! Exemplo: O Targum Neofiti, um documento judaico
da Palestina datado do início da era cristã, uma Bíblia reescrita para tornar
a Torá compreensível na linguagem
daquele momento. “No princípio, com sabedoria o Menmra do Senhor criou os céus e a terra… E o Memra do Senhor disse: Haja luz”. Esse
Memra também fala no lugar de Deus,
já que Deus na visão grega não deveria possuir características humanas como
boca ou voz!
Século
2
Teófilo, bispo da
Antioquia da Síria, escreveu uma trilogia para o pagão Autólio que se sentia
atraído pelo monoteísmo judaico-cristão. Teófilo escreve sobre a “trindade”
Deus, Logos e Sofia sendo os dois últimos agentes visíveis de Deus, comparando-os
às duas mãos dEle! O bispo não menciona Jesus em nenhum momento, apenas os
agentes de Deus que permitiam que Ele continuasse Sua existência invisível.
Pesquisa baseada no livro “A Trindade” de Woodrow Whidden, Jerry Moon e John W. Reeve. Ela está em construção. Aguardem sua conclusão! 

Segunda parte desta Cronologia aqui! A terceira parte aqui e a quarta, aqui! (Hendrickson Rogers) 

Pesquisa revela: mulheres enviam mais mensagens eróticas…

De acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos, mulheres são mais propensas a enviar fotos nuas ou mensagens de texto sexualmente explícitas do que os homens. A pesquisa, realizada por Diane Kholos Wysocki, professora de sociologia e estudos sobre as mulheres na Universidade de Nebraska em Kearney, e Cheryl D. Childers, professora de sociologia na Universidade Washburn, mostrou que cerca de dois terços das mulheres pesquisadas enviam mensagens sexuais (ou sexts, como é conhecido nos EUA) a mais que os homens. “A traição está bem, obrigada, e a troca de mensagens sexuais está em ascensão”, disse a Dra. Wysocki, cujo primeiro estudo sobre sexo na internet data de 1992. “Mas eu não acredito que a internet está levando as pessoas a trair. Parece que alguma coisa está acontecendo com o casamento para ser mais um problema social. Antes, as pessoas simplesmente se divorciavam. Por alguma razão, em vez disso, as pessoas continuam casadas e traindo.” 

O estudo usou um conjunto de dados bastante incomum: foi realizado online com mais de cinco mil adultos visitantes do site […], um serviço destinado a infidelidade de homens e mulheres casados. Realizada em 2009, a pesquisa fez 68 perguntas para os usuários sobre como usa a internet, seus comportamentos sexuais e dados demográficos. As mulheres também foram mais propensas a conhecer pessoas na vida real depois de encontrá-las online: 83% das mulheres em comparação a 67% dos homens. Mas elas têm menos medo de serem pegas olhando para material sexualmente explícito e são menos cautelosas do que os homens quanto a limpar os rastros virtuais. A Dra. Wysocki não ficou surpresa: “Conheço homens jovens que recebem fotos nuas pelo celular de mulheres que conhecem!” O estudo ainda revelou que os entrevistados estavam mais interessados em encontrar parceiros na vida real do que manter a infidelidade virtual.
Fonte: Techtudo.
Nota: A traição está em alta e “alguma coisa está acontecendo com o casamento”. É claro! As pessoas não querem se dar ao trabalho de investir em relacionamentos de longo prazo (que as podem tornar mais felizes). Em lugar disso, quando a rotina e a falta de romantismo desgasta a relação, preferem partir para aventuras ilusórias que frequentemente se transformam em pesadelo, quando a realidade bate a porta do mundo real. A pesquisa acima nos leva à triste constatação de que a lascívia afeta ambos os sexos, de forma diferenciada. Segundo Joshua Harris, autor do livro Sexo Não é Pecado, Lascívia Sim, a lascívia escraviza o homem pelo prazer que lhe promete, ao passo que escraviza a mulher pelo poder que ela sente ao seduzir. A armadilha que o inimigo tem usado parece perfeita: mulheres (pelo menos um terço das entrevistadas) gostam de se exibir e se sentir desejadas, e os homens, por sua vez, apreciam essa exibição. Aquilo que deveria ser assunto para quatro paredes, entre pessoas casadas, acabou banalizado e desvirtuado. O sexo, que inicialmente foi criado para fazer parte do pacote de felicidade que envolve a união entre um homem e uma mulher, se transformou numa armadilha que coisifica as pessoas e as impede de ser pura e plenamente felizes. “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros” (Hebreus 13:4).(Michelson Borges)