A verdade por trás da maldade (alguns cientistas preferem não crer!)

Feito com o objetivo inicial de descobrir por que algumas pessoas preferem pagar caro em leilões ao invés de comprar um produto pelo preço “normal”, um estudo recente mostrou como pessoas podem ser consistentes na hora de adotar um comportamento maldoso mesmo sem qualquer benefício real para si.
Em leilões (estilo eBay) simulados por meio de um programa, os participantes poderiam fazer lances na primeira rodada e, na segunda, aumentar suas ofertas para vencer ou apenas para prejudicar o vencedor da primeira rodada. “Ficamos surpresos ao ver como a distribuição da maldade foi bem definida”, disse o pesquisador Erik Kimbrough, professor de Economia na Universidade Simon Fraser (Canadá). Ao final da primeira rodada, o maior lance era revelado. Com essa informação em mãos, os participantes tinham quatro opções: aumentar seus próprios lances; manter o lance inicial; aumentar o lance para forçar um pouco o preço do produto; ou aumentar ao máximo o preço do produto. As duas últimas opções corresponderam, respectivamente, a 31% e 68% das ações maldosas. No total, foram feitas 16 rodadas, das quais 48 pessoas participaram. Ao serem entrevistados, os participantes deram justificativas variadas para as escolhas maldosas, como “punir quem desse um lance muito alto” ou “dar uma lição”. Além disso, a maioria manteve um comportamento consistente ao longo do estudo, sem ficar alterando entre atitudes “boas” e “más”. Os pesquisadores consideram um mistério os motivos lógicos por trás das atitudes que prejudicam outros sem trazer benefícios reais para quem as pratica.
Fonte: Hypescience.
Nota: A falta de lógica do “mistério” dos pesquisadores mencionados acima é facilmente corrigida quando seguimos a lógica da Bíblia – os anjos maus existem e, embora invisíveis, fazem estragos reais no mundo material! A própria Matemática exige essa ideia: uma abordagem sistemática deve ser consistente ou completa, mas nunca consegue ter as duas características ao mesmo tempo (Kurt Göbel, 1931). Kurt demonstrou que uma dada teoria pode ser intuitivamente verdadeira, mas ser indecidível, ou seja, pode-se não conseguir provar sua veracidade ou sua falsidade! Exemplo: Os axiomas de Euclides, como aquele que afirma: “Duas retas paralelas nunca se tocam”! Embora David Hilbert acreditasse na computabilidade (em sua lista de 23 problemas matemáticos, 1900), ou seja, na possibilidade de o homem construir um mecanismo que pudesse classificar afirmações em decidíveis ou indecidíveis, Alan Turing em 1936 demonstrou a impossibilidade humana para isso com sua “máquina de Turing” e em 1970 o matemático russo Yuri Matijisevich generalizou esse raciocínio para toda e qualquer teoria! Portanto, apesar de não podermos provar a existência do mal, a pessoa de Satanás por exemplo, isso não é necessariamente evidência de sua inexistência e a Ciência humana não é capaz de classificar legitimamente a existência dos anjos maus em demonstrável ou irreal! (Hendrickson Rogers) 

Deixe uma resposta