O novo nascimento e a predestinação (parte II)

(…continuação:)
Ter
conhecimento sobre a Bíblia também não é suficiente para que se tenha a certeza
de que houve o novo nascimento. O texto de João citado mais acima (Jo 3:5,6) foi
dito por Jesus em sua conversa com Nicodemos, “uma autoridade entre os judeus”,
um “mestre em Israel” (Jo 3:1,10, NVI), mas que não havia nascido “de Deus”
ainda, mesmo já sendo “velho” (:4)!
Por
outro lado, nascer espiritualmente não é sinônimo de perfeição de conduta e
caráter. O Senhor Jesus admitiu que os banhados pelas águas batismais,
precisavam lavar ao menos os pés, posteriormente, para continuarem limpos: “Declarou-lhe
Jesus: Quem já se banhou não necessita de lavar senão os pés; quanto ao mais,
está todo limpo” (Jo 13:10). Ou seja, assim como alguém toma banho e em seguida
suja os pés com a poeira da estrada, o filho de Deus, mesmo tendo “nascido do
Espírito”, certamente ainda vai cometer pecados, sujar-se!
Parece
que a única evidência segura do novo nascimento é a constância, a perseverança!
“Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 24:13). “A que
caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a
palavra; estes frutificam com perseverança” (Lc 8:15). “É na vossa perseverança
que ganhareis a vossa alma” (Lc 21:19). “Se perseveramos, também com ele
reinaremos” (II Tm 2:12). “Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que
sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes” (Tg 1:4). Perseverar,
portanto, tem mais a ver com crescimento do que com permanência simplesmente.
Uma
vez que o conceito bíblico do batismo do Espírito Santo, do novo nascimento ou
do nascimento “de Deus”, do revestir-se de Cristo foi bem entendido, podemos
explorar águas mais profundas!

“Porque
todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o
mundo: a nossa fé” (I Jo 5:4).
O
profeta João, o que mais escreveu sobre o tema do novo nascimento, trabalha uma
ideia muito forte. Os filhos de Deus vencem o mal. Os que nasceram de Deus de
fato, não perdem a guerra! No final, na volta de Jesus, só os que “O
receberam”, Nele creram e escolheram ser filhos de Deus é que triunfarão.
Ninguém mais.
Até
aqui tudo bem, não é mesmo? No entanto, atente para algo que não é um simples
detalhe. A ideia bíblica aqui talvez seja uma
vez filho de Deus, filho de Deus para sempre
, ou uma vez salvo, salvo para sempre! Escrevo “talvez” porque diante da
Palavra de Deus precisamos Dele para entendê-la como ela é, senão incorreremos
no perigoso erro de colocar chifres na cabeça de cavalo, sendo que isso no
contexto teológico, de verdade ou mentira, de vida ou morte, o que é algo muito
sério. (Outro erro fatal é não querer enxergar os “chifres” quando eles
realmente existem!). Só o Senhor Espírito pode nos impedir de trilhar por esses
becos sem saída e só a comunhão com Ele para oportunizar o tempo que Deus
precisa para nos reeducar para o Céu.
“Todo
o que nasce de Deus vence o mundo”. Vamos analisar outros textos.
“Aquele,
porém, que entra pela porta, esse é o pastor das ovelhas. Para este o porteiro
abre, as ovelhas ouvem a sua voz, ele
chama pelo nome as suas próprias ovelhas
e as conduz para fora. Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz; mas de modo nenhum seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque
não conhecem a voz dos estranhos. (…) Todos quantos vieram antes de mim são
ladrões e salteadores; mas as ovelhas não
lhes deram ouvido
. (…) Ainda tenho outras
ovelhas, não deste aprisco
; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a
minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor. (…) Rodearam-no, pois, os
judeus e o interpelaram: Até quando nos deixarás a mente em suspenso? Se tu és
o Cristo, dize-o francamente. Respondeu-lhes Jesus: Já vo-lo disse, e não
credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai testificam a meu respeito. Mas
vós não credes, porque não sois das
minhas ovelhas
. As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas
me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais
perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão
. Aquilo que meu Pai me deu
é maior do que tudo; e da mão do Pai
ninguém pode arrebatar
. Eu e o Pai
somos um
” (João 10:2-5, 8, 16, 24-30).
“Deus
nos deu a vida eterna; e esta vida está no seu Filho. Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de
Deus não tem a vida. Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que
credes em o nome do Filho de Deus
. (…) Se alguém vir a seu irmão cometer pecado não para morte, pedirá, e Deus
lhe dará vida, aos que não pecam para morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que rogue. Toda injustiça
é pecado, e há pecado não para morte.
Sabemos que todo aquele que é nascido de
Deus não vive em pecado
; antes, Aquele que nasceu de Deus [Jesus, a vida
eterna!] o guarda, e o Maligno não lhe
toca
. Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno” (I Jo
5:11-13, 16-19).
Embora
eu discorde da visão calvinista da salvação, por não encontrar fundamento
bíblico, reconheço a veracidade bíblica da afirmação uma vez filho de Deus, sempre filho de Deus! As ênfases colocadas
nos textos acima trazem a ideia de que, um ser humano que não vai para o Céu,
um perdido, não é alguém que se entregou a Deus, escolheu ser batizado, nasceu
de Deus, foi revestido de Cristo, viveu no Espírito, mas tropeçou, abandonou
sua decisão de outrora e se entregou ao pecado. Essa possibilidade parece ser descartada pelas Escrituras,
pois, diminui o poder que Deus tem para redimir o pecador, mesmo este podendo
escolher seu próprio destino final! É como se o pecador que receberá o veredito
de morte eterna, “lago de fogo” (Ap 20:14,15), nunca tivesse sido filho de
Deus, pois os filhos de Deus vencem (cf. I Jo 5:4), não perdem!
Perceba que eu não estou apresentando o
ensinamento uma vez salvo, salvo para
sempre
como resultado da escolha de Deus, mas como resultado da escolha do
pecador! Eu explico: Deus predestinou a TODOS, sem exceção, para o Céu (cf.
Ef 1:4, I Tm 2:4,6 e II Pe 3:9). Como? “Pela graça” (Ef 2:8), pelo exercício de
Sua vontade; não por algum merecimento do pecador. Também não por escolha do
ser humano, já que tal “graça” é anterior à existência da humanidade (cf. I Pe
1:18-20, Ap 13:8 e Ef 1:4)! Ou seja, a solução do pecado é anterior ao pecado.
Antes de Eva pecar, Deus já havia resolvido o problema dela! Obviamente, mais
tarde quando ela pecou, ela precisou escolher entre a solução divina e o
permanecer com o problema fatal. A salvação, portanto, deve possuir dois
momentos na História – “antes da fundação do mundo” (escolha de Deus) e durante
a vida do pecador (por escolha deste)! Hendrickson Rogers


Esta pesquisa está em construção. Estude a primeira parte dela AQUI. 

Vaticano construiu um império imobiliário a partir de valores pagos por Benito Mussolini?

O jornal inglês The Guardian publicou uma reportagem em que afirma que o Vaticano construiu um império imobiliário a partir de valores pagos pelo ditador italiano Benito Mussolini em troca de reconhecimento da Igreja Católica a seu regime fascista.
O Guardian afirma que através de empresas offshore (organizações situadas fora do país de origem de seu proprietário com o propósito de reduzir o pagamento de impostos), o Vaticano comprou imóveis de alto valor, em localizações privilegiadas de Londres, capital da Inglaterra.
A reportagem investigativa descobriu que além dos imóveis em Londres, a igreja possui ainda blocos de apartamentos de alto padrão na Suíça e na França.
Os valores que Mussolini pagou ao Vaticano somariam, hoje, aproximadamente £ 500 milhões, o equivalente a R$ 1,6 bilhão de reais na cotação atual. A reportagem, que pesquisou documentos antigos para comprovar as denúncias, chama atenção ainda para a disposição da Igreja Católica em ocultar suas propriedades.
A matéria assinada por David Leigh, Jean François Tanda e Jessica Benhamou apresenta o depoimento do John Pollard, da Universidade de Cambridge. Para ele, o dinheiro repassado por Mussolini à Igreja Católica foi essencial para evitar a falência da denominação: “O papado agora, está financeiramente seguro de que nunca será pobre de novo”, afirmou.
A investigação feita pelos jornalistas questionou os motivos de mesmo após os períodos de guerra mundial, a igreja ainda insistir em manter suas propriedades em sigilo. O representante do Vaticano em Londres, arcebispo Antonio Mennini, foi consultado para oferecer a versão da Igreja Católica sobre o assunto, porém, preferiu não se manifestar.
Fonte: GNotícias.

A (falta de) Lógica da Evolução!

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Quer dizer: a humanidade demorou pelo menos uns 50 anos para criar um pendrive de 2gb, mais as portas USB, que precisam de várias peças funcionando ao mesmo tempo, mas um graminha de DNA, que armazena 2,2 bilhões de gigabytes, que precisa de várias peças funcionando ao mesmo tempo – ah! Esse não! Surgiu por acaso, sem a necessidade de um projeto…
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Notícias sobre Dinossauros – depósitos de fósseis desafiam modelos não-bíblicos para a extinção!

O
que aconteceu com os dinossauros?  Por
muitos anos essa tem sido uma pergunta intrigante e muitas sugestões foram
dadas para respondê-la. A mais popular dessas é a sugestão de que a queda de um
asteróide não somente matou todos os dinossauros e muitas outras formas de
vida, como também encerrou o período geológico denominado Cretáceo e a era
Mesozóica. Mas essa não é a única resposta possível  e também não está tão fortemente estabelecida
como alguns de seus defensores gostariam de crer.  Outras sugestões propostas na literatura
científica incluem um aquecimento da Terra que matou todos os dinossauros, ou
que os dinossauros morreram devido a um resfriamento da Terra, ou a Terra ficou
muito seca, ou muito úmida e os dinossauros se extinguiram, ou o alimento
disponível escasseou e os dinossauros morreram de fome, ou o alimento ficou
abundante demais e os dinossauros 
sufocaram, ou novos alimentos venenosos surgiram e os dinossauros
morreram ao comê-los. Um cientista chegou a propor que os dinossauros morreram
de constipação! A proliferação de teorias garantiu que haveria muitos cartoons
sugerindo outras possibilidades. Vulcões foram considerados como um fator
causativo, assim como outros eventos tectônicos.  A explicação que eu mais gosto é essa: os
dinossauros foram destruídos por uma inundação global. Falaremos mais sobre
isso depois.
Nosso
projeto, iniciado em 1996, tem sido um esforço cooperativo envolvendo o Earth
History Research Center (Centro de Pesquisa da História da Terra), o Hanson
Research Center (Centro de Pesquisa Hanson) e a Southwestern Adventist
University (Universidade Adventista do Sudoeste). Todos os anos passamos o mês
de junho em Wyoming escavando fósseis e tentando entender o seu contexto
geológico. Nos outros meses do ano, os fósseis, transportados para a
Southwestern Adventist University, são preparados, limpados e catalogados na
coleção do Hanson Ranch.
Nossa
localização é no canto nordeste do estado de Wyoming,  no condado menos
povoado do  estado menos povoado dos
Estados Unidos. Nossa estação de campo
é uma construção notável abrigando nosso laboratório de pesquisa, uma cozinha,
sala de jantar e sala de aula, além de banheiros modernos e nossa rede de computadores.
Cada participante leva seu quarto de dormir privativo (barraca). Durante o
verão temos até 116 participantes. Num dado momento temos 30 ou mais pessoas trabalhando
e vivendo no acampamento.
Os
locais de escavação ficam a cerca de 1,5 km do acampamento.  É uma caminhada
agradável do acampamento até os pontos de escavação e  a maioria dos participantes
prefere andar até seu sítio. A razão da localização dos pontos de escavação
se torna evidente quando analisamos um mapa da localização dos ossos na superfície.
Os locais de escavação estão no meio de uma gigantesca bone-bed, uma das
maiores do mundo.  
Os
dinossauros encontrados são na maioria Edmontosaurus, o dinossauro com bico
de pato. Outros dinossauros representados são os carnívoros Nanotyrannus e Dromaeosaurus,  os comedores de plantas  Nodosaurus 
e Pachycephalosaurus,  o dinossauro  semelhante a avestruz Struthiomimus e
outras  espécies como Thescelosaurus,
Triceratops, Troodon e Tyrannosaurus rex.
O
trabalho que estamos fazendo é de tafonomia. A tafonomia é o estudo de tudo o
que acontece desde o momento em  que o
organismo está vivo até  quando ele  é escavado.
A tafonomia inclui estudar a causa da morte, a história post-mortem e todas as
mudanças ocorridas após o soterramento. 
O
sítio nos foi disponibilizado no fim da década de  1990, quando o cientista secular
que tinha iniciado o trabalho no local se dirigiu ao proprietário da fazenda
com um
pedido de leasing por  99  anos 
da área onde se encontravam os ossos. 
O proprietário
da fazenda estava disposto a conceder o leasing, mas por ser um
criacionista
ele não  estava à vontade com a  idéia de o cientista usar os fósseis encontrados
em sua fazenda para promover a evolução. Assim, ele disse que aprovaria a
proposta se o cientista estivesse disposto a apresentar a criação como uma alternativa
à evolução.  O cientista secular disse
que ele não faria  isso  e deixou a fazenda
desgostoso, gritando “Esse é o último dia em que foi feita pesquisa científica no
Hanson Ranch!”
Com  esse 
desafio soando em nossos ouvidos, abordamos o projeto com a intenção
de fazer uma pesquisa excepcional sob a liderança de Deus. Descobrimos a existência
de uma nova tecnologia que incorporamos em nossas técnicas de campo e que
revolucionou o método de mapeamento de campo em paleontologia. Ela envolve o uso
de  GPS 
(Global Positioning Satellites) de alta resolução para mapear nossos ossos.
O sistema consiste em uma base GPS que fica permanentemente fixa em um local
conhecido,  com precisão de poucos
milímetros. Esse instrumento recebe sinais de
uma constelação de satélites e determina sua localização. Até aqui isso não é
muito diferente
do  GPS 
no seu telefone  celular ou do seu
carro. O que acontece a seguir justifica
o custo de 50 mil dólares do sistema.  O
computador do  GPS  compara a posição
dos satélites com sua própria localização conhecida e calcula um fator de correção.  Assim, se os satélites indicam uma posição
dois metros ao norte, a base corrige  isso 
para a posição verdadeira e então transmite a correção pelo rádio. Na outra
ponta está a unidade portátil.  A unidade
móvel recebe sinais da mesma constelação de satélites no mesmo momento que a
base e calcula sua posição.  A unidade
móvel então recebe a correção da base 
pelo rádio e corrige seu valor pelos dados
da base. Usando esse método podemos rotineiramente obter precisão média de alguns
milímetros, que é o suficiente para mapear ossos.
Quando
encontramos  um osso, trazemos a unidade
móvel e registramos um conjunto
de pontos sobre o osso. Tiramos também uma foto digital do osso in situ. Mais tarde,
usando o computador, podemos mostrar  os
pontos registrados e uma foto modificada
do osso com o entorno removido. A foto do osso pode ser superposta sobre os
dados do GPS e ancorada ali,  de forma
que o osso aparece na imagem do computador
exatamente onde estava quando foi localizado em espaço real.  Usando essa
tecnologia pudemos criar uma reconstrução fotográfica de nossas escavações com
precisão de milímetros. Esses dados podem ser postados na internet e podem ser buscados
para responder importantes questões tafonômicas.
Estamos
fazendo essa análise por mais de 10 anos e acumulamos dados suficientes
para ter uma boa visão do que parece ser nosso depósito de ossos. O Sítio Norte,
nossa área de escavação principal, tem fornecido excelentes dados por 12 anos. Os
ossos estão bem preservados e são muito representativos do sítio com um todo. O Sítio
Sul, onde temos trabalhado por onze anos, produziu uma quantidade e qualidade
similar
de ossos.  O Sítio Sudeste e o  Teague 
têm uma densidade  e qualidade excepcional
de ossos.  Todos  os 
sítios em que trabalhamos deram resultados semelhantes.
O
que aprendemos?  Antes de  responder a questão, deixe-me apresentar o modelo
do cientista secular que trabalhou em Hanson Ranch antes de nós. Essa é a explicação
mais usada para explicar a maioria dos depósitos de ossos:  dinossauros atravessando
o rio numa época de cheia. Alguns se afogaram e foram arrastados até uma
curva do rio onde suas carcaças encalharam. Durante vários anos isso aconteceu, talvez
durante a migração anual, resultando no acúmulo de um grande depósito de ossos
com milhares de animais. Agora vamos avaliar esse modelo com os dados que obtivemos
no campo.
Os
ossos não apresentam orientação devido à 
corrente.  Se os ossos  se acumularam
em um rio, eles deveriam refletir a direção da corrente desse rio. Entretanto,
eles não apresentam nenhuma direção de corrente consistente. Isso não é o
que seria esperado se os ossos tivessem sido depositados em um ambiente
fluvial. 
A
maioria dos ossos está desarticulada e a distribuição horizontal de ossos
é aleatória. Se os animais tivessem se acumulado numa curva de um rio, seria esperado
que as carcaças fossem preservadas mais ou menos intactas. Seria também esperado
que os ossos formassem agrupamentos, por exemplo, de vértebras ou  de costelas
em vez de se encontrarem dispersos aleatoriamente por toda  a 
superfície. Mais uma vez descobrimos que nossos dados não se encaixam no
modelo usual para camadas
de ossos.
Os
ossos apresentam gradação normal na camada. Somente essa observação
é suficiente para desacreditar o modelo padrão. Para gerar uma camada com
gradação o conjunto de ossos deve estar todo disponível ao mesmo tempo e então  os ossos e 
os  sedimentos devem ser
transportados  catastroficamente para águas
mais profundas. À medida que o fluxo atinge sua velocidade crítica, as
partículas maiores
(nesse caso, ossos) são depositadas primeiro, seguidas das partículas menores.
Isso só pode acontecer em águas mais profundas tais como um lago ou um oceano.
Não se espera que aconteça num rio.
Os
ossos estão bem preservados e mostram pouca evidência de ação do clima
ou abrasão. O período entre a morte e soterramento não foi longo o suficiente para
exposição a intempéries e o processo de transporte não mostra sinais de rolamento.
Estes aspectos são consistentes com um processo deposicional em água profunda. 
Estimativa
conservadora de milhares de animais soterrados na camada. A presença
de tantas carcaças é inconsistente com um ambiente deposicional fluvial, mas
não há um limite específico para o número de ossos que pode ser encontrado em um
fluxo de detritos subaquático.  
Considerando
um modelo com deposição rápida em um evento único, somando às
informações que temos sobre a sedimentologia do depósito e a estrutura de tempo tafonômica,
temos o seguinte cenário: uma grande quantidade de dinossauros morreu aproximadamente
ao mesmo tempo, talvez num evento único. O evento pode ter sido uma
explosão vulcânica ou afogamento ou talvez algo que ainda não tenhamos pensado.
As carcaças ficaram reunidas no ambiente em que morreram ou podem ter flutuado
na água por um período de tempo. As carcaças eventualmente foram lançadas numa
área de costa onde apodreceram por semanas ou meses.  À medida que se desarticulavam,
foram soterradas na lama em um ambiente deltaico de crescimento rápido.  Finalmente a massa de sedimentos finos, carne
em putrefação e ossos foi ressuspendida
por um evento tectônico (terremoto) e o fluido denso moveu-se por quilômetros
para um ambiente mais profundo onde finalmente foi soterrado. Posteriormente
ele foi recoberto por centenas de metros de sedimentos antes de ser soerguido
formando a Bacia do Rio Powder onde agora se encontra.
Estamos
estudando uma grande e incomum  bone-bed
no leste de Wyoming e começando  a 
desvendar sua história tafonômica. 
Essa história  certamente envolve catástrofe,  mas isso é 
comum em estudos de dinossauros, que frequentemente invocam
explicações catastróficas. O mais importante é que nesse  estágio de nossa pesquisa
encontramos evidências abundantes de morte catastrófica e soterramento de dinossauros,
que cremos que pode ser acomodada num dilúvio global. A lição de casa é que, em
ciência, é sempre bom ter os olhos abertos para explicações alternativas, de modo
que, quando aparecerem dados anômalos, se possa reagir apropriadamente a eles.
Ah,
e o que dizer sobre a pergunta original que foi feita: “O que aconteceu com os
dinossauros?” Veja
as referências: 

Spiritual Gifts, Vol. 3, pag. 92, escrito por Ellen White.
• Spiritual
Gifts, Vol. 4, pag. 121.
Websites:
Questões
sobre Criação/Evolução: http://origins.swau.edu
Museu
de Fósseis Online: http://fossil.swau.edu/fossil
Museu
Educacional Online: http://dinosaur.swau.edu
Projeto
de Pesquisa dos Dinossauros: 
http://dinosaurproject.swau.edu
Fonte: Arthur V. Chadwick
Tradução: Urias Echterhoff Takatohi
Revisão: Marcia Oliveira de Paula

Os 9 pilares míticos do folclore evolucionista!

1. Em longo prazo, todos os seres vivos derivam, por transformações sucessivas, de seres vivos antecessores que deles eram diferentes.
2. Trata-se de um processo dotado da mais ampla continuidade e, por isso, todos os seres vivos guardam, entre si, certo grau de relacionamento evolutivo.
3. Esse processo teve início com o surgimento da vida a partir de matéria não viva (inorgânica).
4. A evolução é tanto um fenômeno do passado quanto do presente; tudo leva a crer que será também um fenômeno do futuro.
5. As causas desse processo são hoje as mesmas que atuaram no passado mais longínquo.
6. A mutação e a seleção natural representam os fatores mais importantes de toda a evolução.
7. O processo evolutivo se deve às mesmas causas em todos os seus níveis – da mais elementar variação das frequências gênicas (microevolução) à origem das mais altas categorias sistemáticas (megaevolução). Isso significa que as mesmas causas provocam as diferenciações em nível de raça, espécie, gênero, etc., como de reino, filo, classe, ordem, etc.
8. A evolução é, em geral, lenta, gradual e contínua.
9. A evolução não realiza um projeto; é ateleológica. Nada estava previsto em seu curso. As direções da evolução são mero resultado da interação entre o acaso (mutação) e a necessidade (seleção natural).
Minha pergunta: Quanto disso é verdadeiramente científico, admitindo-se a priori que, por científico, entende-se aquilo que está testado e comprovado?
O próprio autor no texto, responde:
“Não há um item sequer da lista acima de nove pontos que esteja provado.” E, com espetacular franqueza (e honestidade intelectual), ele continua: “Eu, por exemplo, apesar de aceitar a Teoria Geral da Evolução (1 a 4), nada sei sobre o item 5, duvido muito do 6, acho que o 7 deve estar errado, creio que o 8 não é geral e nego totalmente o 9.”
Fonte: Criacionismo.

Evolução: um mito baseado em outros mitos!

Há mérito na ciência e normalmente os cientistas desenvolvem um bom trabalho. No entanto, o Evolucionismo não é ciência.
Esclarecimento: existe um termo com o nome de “ciência histórica.” O problema é que as pessoas usam o termo “ciência” como se o seu significado fosse o mesmo, independentemente do seu contexto. Façam uma pesquisa ao termo “ciência” e vejam as respostas que recebem.
Quatro factos científicos que refutam a teoria da evoluçãoA teoria da evolução, que tem como base uma colecção de mitos e histórias inventadas, não é baseada na ciência real, mas mesmo assim, os evolucionistas tentam caracterizar o que Deus revelou na Bíblia de “mito”. A realidade dos factos é que o Evolucionismo é um mito baseado em outros mitos. Os evolucionistas não são nem capazes de responder a estas perguntas, demonstrando assim que a teoria da evolução mais não é que uma série de fábulas ardilmente inventadas.
Muitos cientistas foram erradamente ensinados de que o Evolucionismo é ciência, quando ele mais não é que uma proposta histórica sobre o nosso passado. Mas se eles investissem alguns momentos a pensar no que o Evolucionismo ensina, eles rapidamente se aperceberiam que essa teoria nunca pode ser ciência. É impossível testar a história evolucionista sem uma máquina do tempo. E como é que os vários cientistas repetiriam o teste?
Os evolucionistas aceitam para os dados científicos trazidos à tona pelo método científico, mas isso é insuficiente para transformar o  Evolucionismo em ciência. Não existem evidências em favor do Evolucionismo na genética, na paleontologia, na sedimentologia, nos métodos de datação, na geologia, e em quaquer  disciplinas científicas. Apesar disto, os evolucionistas declaram que todas estas ciências não só apoiam o Evolucionismo, como o confirmam / provam. Isto é pura e simplesmente falso.
Cientistas seculares continuam sem respostasA maior parte dos cientistas levou uma lavagem cerebral tão perfeita que não só ficam visivelmente afectados com a frase de cima, como são totalmente incapazes de pensar nela de modo objectivo. Outros cientistas têm uma mente mais aberta, mas são coagidos a afirmar crença no Evolucionismo. Eles são criacionistas no armário, temerosos do castigo que pode cair sobre eles se afirmarem publicamente as suas dúvidas em relação às teses de Darwin.
A elite Evolucionista tem o poder para retirar o financimento aos dissidentes, e levar a que estes sejam despedidos dos seus empregos. Devido a isto, muitos cientistas tem reservas em admitir que são Cristãos ou que acreditam na Criação. O Evolucionismo mantém o seu poder através da intimidação, fascismo, truques sujos e decepção. Os ímpios têm um desejo espantoso de tentar eliminar Deus – como se negar a Deus eliminasse o Julgamento Final.
A Evolução é uma fraude.

Quando os cientistas falhamA fraude está a ser cometida repetidamente pelos evolucionistas. Eles chegam até a usar algumas fraudes do passado, sabendo bem que essas “evidências” são  fraudes já refutadas. Eles continuam a apresentar informação duvidosa como se fossem factos concretos. Eles falam da selecção natural como se ela tivesse uma mente capaz de desenvolver designs e executar desenvolvimentos com base nesses planos.
Quando estes “factos” são expostos como falsos, eles continuam a usá-los. (…) Alguns evolucionistas admitem que estas fraudes e mentiras são propositadas, mas tentam racionalizar várias linhas de defesa, métodos e prácticas. Obviamente que mal a Bíblia é retirada da equação, qual será o padrão para determinar o que está certo ou errado?
A Evolução não chega a ser uma teoria.

Segundo a forma como a palavra “teoria” é definida pelos próprios evolucionistas, a teoria da evolução não chega a ser uma disciplina científica. Para um evolucionista, uma teoria, tal como definida por eles, tem que possuir algo em si que já tenha sido confirmado. No entanto, não há qualquer tipo de evidência em favor da “história” que chamamos de “evolução”.

Embora os evolucionistas aleguem possuir “evidências” em favor da teoria da evolução, a verdade é que esta crença cai por terra após uma análise mais pormenorizada. O Evolucionismo está a tornar-se cada vez mais numa série de histórias especulativas, criadas com o expresso propósito de explicar as observações científicas que são usadas como evidência em favor da descrição Bíblica da origem do universo e de toda a vida, tal como originalmente criados por Deus.
Fonte: Darwinismo.

Homossexuais franceses participam de manifestação contra Casamento Gay!!!

NOVA IORQUE, EUA, 17 de janeiro (C-FAM) Talvez um milhão de pessoas tenham marchado em Paris no domingo passado e nasembaixadas francesas no mundo inteiro contra um projeto de lei que pretende legalizar o casamento de mesmo sexo na França. Uma das surpresas na campanha francesa para defender o casamento tradicional é que os homossexuais se uniram aos líderes e ativistas pró-família na campanha.
Crianças francesas protestam contra “casamento” gay
“Os direitos das crianças são mais importantes do que o direito de ter acesso às crianças”, foi a frase popular de manifestantes como Jean Marc, um prefeito francês que também é homossexual.
Muito embora a França seja conhecida por sua atitude liberal para com o sexo, líderes pró-família rapidamente organizaram uma imensa multidão. Quando o presidente Hollande anunciou suas intenções de legalizar o casamento homossexual em novembro passado, uma manifestação contra o projeto de lei reuniu 100.000 manifestantes. E quando o que começou como um debate sobre direitos homossexuais mudou para um debate sobre o direito das crianças a uma mãe e um pai, o número de pessoas na oposição explodiu e incluiu aliados improváveis.
Xavier Bongibault, um homossexual ateu, é um porta-voz proeminente contra o projeto de lei. “Na França, o casamento não tem a intenção de proteger o amor entre duas pessoas. O casamento francês tem a intenção específica de dar famílias às crianças”, ele disse numa entrevista. “O estudo mais sério feito até agora… demonstra bem claramente que uma criança passa por problemas quando é criada por uma dupla homossexual”.
Jean Marc, que viveu com um homem durante 20 anos, insiste: “O movimento LGBT que manifesta suas opiniões nos meios de comunicações… As opiniões deles não são minhas opiniões. Como sociedade, não deveríamos estar incentivando isso. Não é biologicamente natural”.
Indignado com o projeto de lei, Jean-Dominique Bunel, um homem de 66 anos de idade que é especialista em direito humanitário e que tem feito trabalho humanitário em regiões devastadas pela guerra, disse ao jornal Le Figaro que ele “foi criado por duas mulheres” e que ele “sofria com a falta de um pai, com a falta de uma presença diária de pai, uma figura e exemplo adequadamente masculinos, algum contrapeso ao relacionamento de minha mãe com a amante dela. Tive consciência disso muito cedo na minha infância. Vivi essa ausência de um pai, experimentei-a, como uma amputação”.
“Logo que fiquei sabendo que o governo ia oficializar o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, fui atirado a um estado de confusão”, explicou ele. Seria “institucionalizar uma situação que havia deixado consideráveis cicatrizes em mim. De forma alguma posso permitir essa injustiça”. Se as mulheres que o criaram tivessem casado, “eu teria pulado na briga e teria entrado com uma queixa diante do Estado francês e diante do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, pela violação do meu direito a uma mãe e a um pai”.
Uma coalizão pró-família que inclui homossexuais é certamente diferente das coalizões nos Estados Unidos e provavelmente da maioria dos lugares do mundo. Não se sabe a razão por que pelo menos alguns homossexuais franceses não só favoreceriam o casamento entre homem e mulher, mas também fariam campanhas contra o casamento homossexual. Pode ser a experiência da França, que tem permitido uniões civis, para todos os casais e duplas, por mais de uma década. Qualquer que seja a razão, essa coalizão potente pode deter o casamento homossexual na França.
A Assembleia Nacional da França começará a considerar o projeto de lei em 29 de janeiro.
Fonte: Júlio Severo.

Se somos limitados, nossa ciência também o é e possui lacunas!

Embora Deus Se revele por meio da natureza e, especialmente por meio da Revelação, a Bíblia Sagrada, devemos ter sempre em mente um detalhe significativo: nossas limitações de conhecimento

A mente humana, naturalmente, comprometida (ou não) com os ideais da pesquisa científica, procura compreender possíveis eventos passados, mesmo que sejam únicos e irreproduzíveis (origem do Planeta Terra, origem da vida, origem do registro fóssil, origem do ser humano, etc.). Teríamos, então, à nossa disposição meios confiáveis para descobrir os fenômenos pretéritos (causas primeiras)? Ou pelo menos teríamos fortes evidências desses eventos singulares? Esses eventos nos possibilitariam relacioná-los coerentemente com os correspondentes efeitos atuais – complexos e variados sistemas (orgânicos e inorgânicos), objetos de estudo das ciências naturais?
Os detentores do saber acadêmico – tão valorizado pela sociedade do século 21 – não hesitariam em responder: “Sim, a ciência (figura 1) tem as melhores (ou únicas) respostas para as questões sobre as origens.” No entanto, no próprio meio universitário identificaríamos alguns problemas. Por exemplo, esse saber científico estaria vinculado à ciência natural, à ciência empírica ou à ciência histórica? Qual delas possibilitaria reconstruir, fielmente, os referidos fenômenos causais (não recorrentes)?
Figura 1. Conhecimento científico

Com efeito, considerando-se a prática objetiva da metodologia científica (as relações de causa e efeito podem ser apreciadas diretamente), os presumíveis eventos singulares, ligados às origens, não estarão acessíveis à observação direta e, evidentemente, à experimentação, caracterizando, assim, uma importante limitação da própria metodologia científica. Consequentemente, na construção de hipóteses e modelos das origens, o conhecimento científico, insuficiente, necessariamente se mesclará com conhecimentos não científicos ou metafísicos (pressupostos filosóficos, cenários imaginários, narrativas bíblicas, etc.).
Assim, o método científico ao mesmo tempo em que se revela como um eficaz procedimento de investigação na obtenção de conhecimentos verdadeiros, também constitui um método com limitações intransponíveis, incapaz de preencher importantes lacunas do conhecimento, especificamente no que diz respeito à construção de modelos das origens. Portanto, o reconhecimento da necessária utilização de uma componente não científica, nesses mesmos modelos, evitará discussões e constrangimentos desnecessários. Em síntese, existiriam pelo menos três tipos de lacunas no campo do conhecimento científico, com suas respectivas implicações:
Lacunas provisórias – Essa é uma situação que possibilita o desenvolvimento de novos projetos de pesquisa, em que o conhecimento científico sobre determinado tema poderá ser construído, atualizado e/ou ampliado (por exemplo, a compreensão das leis fundamentais da física). Evidentemente, nesse caso o objeto do estudo científico não estará vinculado a assuntos sobre as origens da vida, do ser humano, do globo terrestre, etc. Ou seja, nos fenômenos naturais então analisados, as relações de causa e efeito podem ser investigadas diretamente.
Lacunas parcialmente permanentes – Referem-se às situações controversas mais comumente enfrentadas pelos cientistas, na busca pela compreensão de eventuais fenômenos pretéritos (por exemplo, a origem do registro fóssil). As relações de causa e efeito podem ser feitas apenas indiretamente. Ou seja, as lacunas parcialmente permanentes são aquelas preenchíveis (incompletamente) pelos conhecimentos científicos. Nesse caso, procura-se consciente ou inconscientemente preencher o espaço vazio (deixado pelas próprias limitações do método científico) pelos conhecimentos (complementares) de natureza, evidentemente, não científica.
Lacunas permanentes – Entre as questões fundamentais, que impelem a mente humana a buscar respostas convincentes, destaca-se aquela que geralmente divide as opiniões de cientistas, filósofos e teólogos: Qual é a origem da vida? No contexto dessa questão importante, provavelmente seja aqui que se encontram as maiores lacunas do conhecimento. Ou seja, tanto as causas como os efeitos imediatos estão além da investigação científica. Essa situação caracteriza uma lacuna permanente do conhecimento: extrema insuficiência do conhecimento científico.

Figura 2. Naturalismo ontológico

Nas lacunas parcialmente permanentes – e mais frequente e intensamente nas lacunas permanentes –, o conhecimento não científico (auxiliar ou complementar) mais utilizado por biólogos e geólogos ateístas consiste de proposições filosóficas extraídas do naturalismo ontológico (figura 2). Já para alguns cientistas cristãos, o conhecimento bíblico-histórico (autoconsistente e autossuficiente) possibilita complementar ou mesmo ampliar eficazmente o conhecimento científico, na construção de modelos sobre as origens (figura 3).

Figura 3. Conhecimento Bíblico-Histórico

Portanto, os cristãos acreditam que a revelação divina fornece informações interessantes e úteis na compreensão da realidade. Em associação com o conhecimento científico (uma vez que a Bíblia e a ciência sejam devida e corretamente estudadas/compreendidas), a revelação bíblica fornece uma visão ampla do mundo. E essa revelação começa por afirmar que o Universo foi criado por um Deus todo-poderoso e que esse Deus Se envolveu e Se envolve na história humana. As “marcas” desse envolvimento (na biologia, na geologia, na física, etc.) podem ser rastreadas por pesquisadores que se valem do método científico.
Conclusões:
– “Corretamente entendidas, tanto as revelações da ciência como as experiências da vida se acham em harmonia com o testemunho das Escrituras relativo à constante operação de Deus na natureza” (Ellen G. White, Educação, p. 130).
– Em Gênesis 1:1, Moisés escolheu a dedo o verbo bara’ (“criar”). Ele poderia ter utilizado dois outros verbos hebraicos asah(“fazer”) ou yatsar (“formar”), mas usou especificamente bara’ que, segundo o comentário da Bíblia de Jerusalém, por exemplo, “é reservado à ação criadora de Deus, diferente da ação produtora do homem” (grifo nosso).
– O mesmo Deus capaz de criar todo o Universo a partir do nada (ex nihilo), pelo poder de Sua palavra, é apresentado por Davi como Aquele que é capaz de criar algo que não é inerente ao ser humano neste mundo de pecado: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro” (Sl 51:10). Coração puro ou Universo do nada, para Deus, são coisas simples de ser feitas. Se confiamos no relato de Gênesis, também devemos confiar na promessa do Salmo – e em tantas outras promessas que dependem de nossa concepção do Criador.
– João abriu seu evangelho com palavras bem semelhantes às de Gênesis 1 (cf. Jo 1:1-3). João apresenta Aquele que criou todas as coisas (não podendo, portanto, ser Ele mesmo criado, como podem pensar alguns). Jesus é o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último (Ap 1:17).
O que você concluiria a respeito de alguém que, sendo homem, se dissesse Deus? Consideraria esse homem “sábio”? Algum profeta de Deus disse algo parecido de si mesmo? Na verdade, alguém que afirmasse ser Deus, se não fosse, deveria ser tratado como louco ou charlatão, menos “sábio”. Assim, ou Jesus é Deus, ou não serve como modelo de conduta, muito menos como Salvador.
– Romanos 1:20 e Salmo 19:1 tratam da “revelação natural” e afirmam que as digitais espalhadas na natureza apontam para as mãos do grande Designer cósmico, cujos “atributos invisíveis” podem ser detectados por meio “das coisas que foram criadas”. A criação do Universo aponta para o Criador e consiste num dos mais conhecidos argumentos para a existência dEle. Esse argumento é também chamado de cosmológico, e pode ser expresso assim:

1. Tudo o que teve um começo teve uma causa.

2. O Universo teve um começo.

3. Portanto, o Universo teve uma causa.

– Não havia mundo natural nem leis naturais antes do “surgimento” do Universo. Uma vez que a causa não pode vir depois de seu efeito, as forças naturais não foram responsáveis pela origem do Universo. Portanto, deve haver alguma coisa acima da natureza para realizar o trabalho. Isso é o que significa a palavra sobrenatural.
– A conclusão a que podemos chegar é a de que o Universo foi causado por alguma coisa externa ao tempo, ao espaço e à matéria ­– portanto, uma Causa eterna; uma Causa primeira não causada. E como o Universo apresenta lógica e funciona de acordo com leis finamente reguladas, concluímos também que essa Causa tem que ser muito inteligente. Essa conclusão é compatível com as religiões teístas, mas não tem por base apenas essas religiões. A base está, igualmente, na razão e nas evidências. O argumento teleológico, ou do propósito, em forma de silogismo, fica assim:

1. Todo projeto tem um projetista.

2. O Universo e a vida foram projetados.

3. O Universo e a vida têm um projetista.

– Segundo Richard Dawkins, em seu livro O Relojoeiro Cego, a informação encontrada no núcleo de uma pequena ameba é maior do que os 30 volumes combinados da Enciclopédia Britânica. E a ameba inteira tem tanta informação em seu DNA quanto mil conjuntos completos da mesma enciclopédia. Agora, pense na “máquina” mais complexa do Universo: o cérebro humano. Infelizmente, não temos espaço aqui para discorrer sobre ele.
– Resumindo, a informação complexa e específica da qual dependem todas as formas de vida e que simplesmente não poderia surgir por acaso é um dos maiores problemas para os defensores do evolucionismo naturalista. Esse tipo de informação aponta para uma Fonte informante inteligente.
– Quando lemos textos como Jeremias 51:15, 16 e Salmo 33:6, 9 (entre tantos outros), podemos ter uma pálida compreensão da grandiosidade do nosso Deus. Mas, quando lemos os evangelhos e entendemos que esse Deus maravilhoso Se fez homem e caminhou entre nós, ficamos ainda mais maravilhados. É muito bom saber que Deus é todo-poderoso, mas é melhor ainda saber que Ele é todo-interessado em Suas criaturas e todo-amoroso.

Michelson Borges, jornalista pela UFSC e mestre em teologia pelo Unasp.
Nahor Neves de Souza Jr., geólogo pela Unesp e doutor em engenharia pela USP.

Fonte: CPB

Darwinismo, Ontologia & Criacionismo

Apesar de a Bíblia descrever eventos como a criação da luz, da atmosfera e das plantas, é preciso recordar que isso se trata de revelação na qual se crê como ato de fé. Teria a ciência algo a dizer a esse respeito? Teria o evolucionismo vantagem sobre o criacionismo, pelo fato de este apontar para eventos não observáveis e irreproduzíveis? Mas e as pressuposições darwinistas sobre as origens da atmosfera, das plantas, etc., seriam comprováveis cientificamente?
A insuficiência da ciência em explicar fenômenos pretéritos singulares pode ser visualizada na mais recente proposta do biólogo alemão Ernst Mayr (1904-2005). Considerado o principal acadêmico darwinista do século 20 (700 artigos científicos e 25 livros produzidos ao longo de 80 anos dedicados ao evolucionismo), no fim de sua intensa e extensa vida acadêmica, escreveu com bastante lucidez seu último livro: What Makes Biology Unique? (O que torna singular a Biologia?, 2004). Nessa obra, Mayr, de maneira pouco ortodoxa, subdivide a filosofia da biologia em dois ramos fundamentais que, em princípio, não devem ser confundidos: um pertence à biologia funcional e o outro se refere à biologia histórica (ou biologia evolucionista).
Enquanto na biologia funcional a experimentação científica é frequentemente utilizada (ciências naturais), a biologia evolucionista é caracterizada por cenários imaginários, narrativas hipotéticas em que, evidentemente, a experimentação não é apropriada (Mayr, 2004). Mas, se a biologia histórica não pertence ao campo do empirismo científico, deveríamos, então, em princípio, ser capazes de identificar a verdadeira fonte de conhecimentos – de natureza, evidentemente, não científica – de onde são extraídos os referidos cenários imaginários. Proposições filosóficas oriundas do naturalismo ontológico caracterizam muito bem a componente não científica da filosofia da biologia evolucionista ateísta.
Com efeito, narrativas hipotéticas habilmente construídas – mundo pré-biótico anterior ao registro fóssil, lentas mudanças macroevolutivas durante a formação do próprio registro fóssil, etc. – representam não apenas um frágil alicerce para os modelos das origens, mas também se mostram incompatíveis com a própria realidade dos fatos.  Os prejuízos resultantes da adoção de uma cosmovisão evolucionista (conhecimento científico e naturalismo ontológico) – em que determinados argumentos científicos são mesclados com ou complementados por conceitos derivados de uma filosofia ateísta (figura 1) – são claramente notados, como podemos verificar nas seguintes incoerências:
Figura 1. Cosmovisão Evolucionista
  1. A divinização da “mãe natureza” (tida como capaz de gerar e manter a vida, com toda a sua complexidade).
  2. O endeusamento da própria seleção natural (tida como capaz de criar e manter a extraordinária biodiversidade).
  3. Para a formação da coluna geológica, são atribuídos longos períodos de tempo, milhões de anos (utilizados para caracterizar eventos catastróficos e contínuos).
Por outro lado, cientistas criacionistas (“pais” da ciência moderna) – a exemplo de Isaac NewtonRobert Boyle, Adam Sedgwick e Louis Pasteur –, em suas atividades sistemáticas de investigação científica, bem como nas questões sobre as origens, reconheceram tanto a eficácia como as limitações das ciências naturais. Frequentemente, complementavam o conhecimento científico com conceitos e argumentos oriundos do conhecimento bíblico (e vice-versa). [Assista ao vídeo “Um milagre em forma de livro”, para conhecer argumentos sobre a confiabilidade da Bíblia Sagrada.]
A harmonia entre essas duas fontes de conhecimento legítimo (conhecimento científico e conhecimento bíblico), certamente não coíbe o cientista verdadeiramente cristão no aprofundamento de suas investigações sistemáticas do mundo natural. As extraordinárias conquistas científicas alcançadas pelos pais da ciência moderna estão intimamente ligadas a duas motivações principais: o progresso científico para honra e glória de Deus e o progresso para o benefício da humanidade (na verdade, segundo alguns pesquisadores, essas foram as motivações que favoreceram o desenvolvimento do método científico: confira).
Assim, de acordo com a cosmovisão criacionista – que se fundamenta tanto no conhecimento bíblico-histórico como no conhecimento científico (figura 2) –, as muitas evidências e a plena certeza da existência de um Deus Criador e Mantenedorconstituem o estímulo, por excelência, à pesquisa científica no campo das ciências naturais. Na física e na química, são identificadas as fantásticas leis – criadas por Deus – que regem o comportamento da matéria; leis fundamentais para a existência da própria vida. No campo da biologia, não existe a estranha motivação de se tentar criar vida em laboratório, mas sim de identificar as ações de uma causa inteligente, ou as inúmeras digitais do Criador (Designer Inteligente) no mundo dos seres vivos, desde sua origem até sua atual e extraordinária biodiversidade.
Figura 2. Cosmovisão Criacionista
Na esfera de ação das geociências, a inestimável e vantajosa contribuição da narrativa bíblica do Dilúvio possibilita ainda construir modelos muito esclarecedores. A visão diluvianista da coluna geológica e do impressionante registro fóssil fanerozoico amplia os horizontes do conhecimento científico, incorporando os mais extraordinários fenômenos geológicos globais (impactos de gigantescos meteoritos, ação devastadora de grandes volumes de água, catastróficas manifestações vulcânicas [LIPs], etc.). Isso sem os embaraços e os incalculáveis prejuízos acadêmicos promovidos pela geocronologia padrão (princípio fundamental da geologia evolucionista).
As evidências da fidedignidade da Bíblia e de seu Autor – Deus – são tão extraordinárias e amplas, que por si só garantem a autossubsistência desse precioso Livro, independentemente de qualquer tipo de apoio promovido pela ciência [assista também à palestra “O Autor da história da vida”]. No entanto, a investigação científica, quando corretamente conduzida, revela informações compatíveis com as Sagradas Escrituras. Mais do que isso, a correta associação do conhecimento bíblico e o conhecimento científico poderá descortinar horizontes importantes, ainda não investigados, pertinentes ao campo de atuação da geologia em particular e da própria ciência em geral.
A existência de Deus e a inspiração divina da Bíblia não podem ser provadas empiricamente, assim como a macroevolução, a origem evolutiva da vida e outras proposições darwinistas também não podem ser provadas cientificamente. Mas, entre muitas evidências, a formação da Terra e a criação da própria vida fornecem “digitais” mais que suficientes para que possamos identificar a assinatura do grande Designer (Rm 1:19, 20).
Conclusões


Há quem pense que o Universo pode ter surgido do “nada”. Mas o chamado vácuo quântico (o “nada”, para alguns) não tem nada que ver com o “nada”. Conforme escreveu William Lane Craig, em seu livro Em Guarda,


“para a física moderna, o vácuo não é o que o leigo entende como ‘vácuo’, ou seja, como nada. Antes, para a física o vácuo é um mar de energia flutuante regido pelas leis da física e que tem uma estrutura física. Dizer a um leigo que, com base nessas teorias, podemos dizer que algo veio do nada significa distorcê-las. Se devidamente entendido, o ‘nada’ não significa apenas o espaço vazio. Nada é a total ausência do que quer que seja, até mesmo do próprio espaço. Como tal, a condição de nada não possui, literalmente falando, nenhuma propriedade, uma vez que não existe nada para ter propriedades! É uma tolice, portanto, o que esses popularizantes da física argumentam quando dizem ‘O nada é instável’ ou ‘O universo encapsulou e passou a existir a partir do nada’!” (p. 83).
O fato é que somente Deus pode criar (bara’) algo a partir do nada absoluto (ex nihilo). E Ele criou o Universo com uma intenção. O ajuste fino das leis que regem a realidade, as constantes, a matéria, a energia – tudo isso parece dizer que o Universo foi feito para nos receber (alguns chamam essa compreensão – ou algo parecido com isso – de “princípio antrópico”). É exatamente o que diz Isaías 45:18.
Em Gênesis 1:1 e 2, Moisés afirma que, “no princípio, criou Deus os céus e a Terra. A Terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas”. Quando foi esse “princípio”? Teria Deus criado todo o Universo nesse momento? Teria Ele criado apenas a parte inorgânica da Terra, há milhões ou mesmo bilhões de anos, tendo, depois, há alguns milênios (de seis a dez), iniciado a criação da vida no planeta? Teria Ele criado o Universo há bilhões de anos e o nosso sistema solar há alguns milhares de anos? Essa discussão é relativamente antiga entre os criacionistas, justamente pelo fato de a Bíblia não precisar o tempo da criação da Terra e do Universo. Mas existe unanimidade em um detalhe: a vida foi criada aqui há cerca de seis mil anos. E cada ato criativo de Deus na semana da criação revela ordem, propósito e inteligência.
– Leia sobre as maravilhas da luz (aqui) e da água (aqui).
lição desta semana enfatiza o contraste entre o relato bíblico da criação e os mitos de outras culturas antigas. Ela diz que “esse ponto de vista acerca da criação é exclusivo dos hebreus entre todos os povos do mundo antigo. A maioria das histórias não bíblicas sobre a criação fala de conflito e violência na criação. Os homens modernos também criaram uma história popular sobre a criação da Terra por meio da violência. Segundo essa história, Deus deliberadamente teria criado um mundo em que os recursos eram escassos, causando competição entre os indivíduos, fazendo com que os mais fracos fossem eliminados pelos mais fortes. De acordo com essa história moderna, com o tempo os organismos se tornaram mais e mais complexos, finalmente produzindo os seres humanos e todos os outros organismos vivos a partir de um ancestral comum. No entanto, os ‘deuses’ da teoria da evolução (mutações aleatórias e seleção natural) não são iguais ao Deus da Bíblia, que é o Defensor dos fracos e generoso Provedor para todas as criaturas. Morte, sofrimento e outros males não foram causados por Deus. Ao contrário, surgiram como resultado natural da rebelião contra Seu bom governo”.
A teoria da evolução e a cosmogonia (estudo da origem do Universo) falam de caos a partir do qual teriam surgido a vida e toda a sua organização. Já o relato bíblico da criação apresenta a ordem, o planejamento e o carinho de um Deus que “formou a Terra, que a fez e a estabeleceu; que não a criou para ser um caos, mas para ser habitada” (Is 45:18). Esse mesmo Deus continua criando ordem onde antes havia apenas o caos – mesmo que seja no microuniverso do coração humano.
Michelson Borges, jornalista pela UFSC e mestre em teologia pelo Unasp.
Nahor Neves de Souza Jr., geólogo pela Unesp e doutor em engenharia pela USP.
Fonte: CPB

Dias literais ou dias simbólicos em Gênesis 1?

Criacionistas da Terra jovem tratam Gênesis 1 como um franco relato histórico que mostra como Deus fez o mundo em seis dias literais, consecutivos e contíguos. A teoria científica atual apresenta dificuldades para essa visão. Como resultado, alguns cristãos tentam resolver essa dissonância.
Uma alternativa nega a inspiração das Escrituras, relegando histórias, tais como Gênesis 1, ao status de relíquias do passado pré-científico da humanidade. Embora admitam que o autor de Gênesis pretendesse ensinar uma semana da criação literal, em sete dias, eles afirmam que o autor estava cientificamente equivocado. Outros tentam afirmar tanto a inspiração das Escrituras quanto a autoridade da teoria científica atual. Uma tática frequente é afirmar que Gênesis 1 é um tipo de gênero literário diferente da narrativa histórica, permitindo a compreensão dos dias da criação como não literais e em harmonia com cronologias longas. No entanto, ao olhar para o próprio texto, encontramos desafios a tais afirmações.
Primeiro, quando a palavra hebraica para dia (yom) aparece no Antigo Testamento com um número ordinal (primeiro, segundo, etc.), a combinação sempre representa um dia literal. Além disso, a presença das palavras tarde e manhã em Gênesis 1, torna difícil fugir do óbvio: o autor claramente pretendia que entendêssemos o relato basicamente como uma história cronológica com dias reais.
Segundo, há uma construção hebraica chamada de “vav consecutivo”, que é uma característica da narrativa histórica hebraica (vav é uma conjunção que geralmente equivale a “e” ou “mas” em inglês. O “vav consecutivo” é usado em uma história que relata uma sequência de eventos consecutivos em narrativas históricas).
Todas as histórias clássicas em Gênesis, incluindo o dilúvio e o sacrifício de Isaque, estão generosamente pontilhadas com “vav consecutivos”. Por outro lado, “vav consecutivos” são raramente usados em gêneros poéticos, como Salmos e literatura sapiencial. Visto que Gênesis 1 emprega mais de quarenta “vav consecutivos”, temos forte evidência de que o autor sentia que estava escrevendo uma narrativa histórica. Mas por que isso poderia ser importante?
Reinterpretações de Gênesis 1 tentam tornar a história da criação mais agradável para a mente moderna, em detrimento da leitura óbvia do texto, levantando questões sobre a autoridade bíblica. Sendo assim, há alguma semelhança com as tentativas de reinterpretar o claro significado do sábado, especialmente o aspecto do sétimo dia, a fim de tornar um dos mandamentos de Deus mais aceitável a uma sociedade orientada para o domingo. Os defensores da ideia de que o relato bíblico é “literal-mas-errado” imitam o método do catolicismo medieval, que admitiu que a Bíblia ensina o sábado do sétimo dia, mas alegou que havia uma autoridade maior do que a Escritura, permitindo a mudança de interpretação. E outros cristãos, tentando afirmar a autoridade bíblica e ao mesmo tempo a dimensão do sétimo dia do sábado, introduzem diversas reinterpretações textuais semelhantes às atuais tentativas de reinterpretar Gênesis 1. Os que tentam afirmar a autoridade do texto enquanto tentam prover uma reinterpretação mais agradável podem ter mais dificuldade em reconhecer o sentido claro do texto do que os que abertamente negam a inspiração e autoridade da Bíblia.
O conhecimento científico está sempre sujeito à correção e, portanto, nunca é fixo e absoluto. Por outro lado, cremos que Deus e, consequentemente, Sua Palavra, são eternamente verdadeiros e imutáveis. Considere a ironia nesta questão: por que alguns cristãos invertem os conceitos, tratando o conhecimento científico flexível como verdade fixa e absoluta, enquanto tratam as Escrituras como relativa e passível de revisão? Embora esse tipo de tratamento pareça um ataque à autoridade das Escrituras, o que a resposta a essa questão revela sobre o que está realmente sob ataque?

Fonte: Biologia Teísta.