As tragédias em Auschwitz e Santa Maria. Nossos pés e a morte!

Uma curta
observação que a Globo, a Record e as demais emissoras possivelmente não fizeram: todas aquelas
pessoas foram até a boate Kiss em Santa Maria com seus próprios pés (até onde
se sabe!). Na tragédia de Auschwitz não foi assim!
Vamos refletir um pouco
sobre nossas escolhas, nossos costumes e compará-los com as escolhas e os
costumes de Deus. “JAVÉ Deus diz: “Os meus pensamentos não são como os
seus pensamentos, e eu não ajo como vocês. Assim como o céu está muito acima da terra, assim os meus
pensamentos e as minhas ações estão muito acima dos seus” (Is 55:8,9, NTLH). Na tragédia do meu próximo eu
encontro uma oportunidade para me examinar, enxergar a minha vida (não
conjecturar sobre a vida do meu próximo) e conversar com Jesus, pedir consolo
sobre os enlutados e feridos, e rogar a Deus que me tome e aos meus, pois a
Bíblia deixa claro que “preciosa é aos olhos de JAVÉ a morte dos
seus santos” (Sl 116:15). Ou seja,
na jornada de um filho de Deus, a morte não chega a hora que quer, mas no tempo
determinado e permitido pelo Senhor da vida! 
Portanto, vamos reconhecer que
Jesus é o doador de nossa existência, entregar nossa vida frágil nas mãos
toda-poderosas dEle, cumprir os pensamentos e propósitos de Deus e descansar em
Sua onipotência. Nenhum filhinho de Jesus morre em vão assim como Ele mesmo não
morreu em vão! Mas, posso dizer o mesmo se minha vida não é de Deus (pelo menos
não reconheço este fato)? O que dizer se os planos de Deus e os meus planos não
são os mesmos? O que esperar se não estou me preparando para encontrar-me com o
meu Criador na “breve” volta de Jesus? Meus pés sempre apontam na
 direção de onde quero chegar e sempre, sempre ao lado de um par de pés
existe um dos donos dos dois únicos destinos possíveis (vida eterna e morte
eterna) – Jesus ou Satanás. 
Oxalá os meus e os teus pés estejam ao lado dos pés
marcados do Senhor Jesus. Marcados pelo amor. Amor por mim e por ti. Marcados
com muita dor, para que não precisássemos passar pela dor da morte eterna.
Nossos pés foram dados por Deus. Vamos permitir que eles sejam marcados pelo
serviço aos semelhantes, não por tatuagens inúteis. Que nossos pés sigam a
estrada que Deus apontar e não a que escolhemos por conta própria! E ao nos
depararmos com alguma tragédia, confiantemente teremos a certeza de que Aquele
que guiou nossos pés até ali, não permitirá que nossa caminhada no chão da vida
tenha sido em vão! “Pois eu estou certo de que Deus, que começou
esse bom trabalho na vida de vocês, vai continuá-lo até que ele esteja completo
no Dia de Cristo Jesus” (Fp 1:6, NTLH). “Então,
ouvi uma voz do céu, dizendo: Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde
agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas
fadigas, pois as suas obras os acompanham” (Ap 14:13). Hendrickson Rogers

0 thoughts on “As tragédias em Auschwitz e Santa Maria. Nossos pés e a morte!

  1. Reencarnação explica tudo meu amigo. Entendo seu ponto de vista, mas é antiquado e ineficiente para explicar os acontecimentos humanos. Não tenha medo de crescer, de enxergar que Deus não quer uma palavra sagrada, e sim atitudes no bem, e vontade de crescer, e cada vez mais tentar descobrir os mistérios que nos rondam, que só o amor e a ciência podem nos revelar.

  2. A visao curta que temos de ver apenas a vida atual eh necessaria para que consigamos resgatar o que fizemos de errado no passado. Ou voces acham mesmo que a vida dos tofturadores dOs campos de concentracao estao com bida facil hoje em dia?

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