Macroevolução não é Ciência!

É muito comum a comunidade científica evolucionista equivaler a palavra “ciência” com o termo “macroevolução”, “ou modificações em larga escala”. Isto já produziu um mau entendimento sério junto daqueles que tentam inteirar-se mais do assunto que gira em torno das nossas origens. Se as palavras “macroevolução” e “ciência” são usadas sinonimamente, então, por implicação, a ciência da criação é “anti-ciência”. Antes de mais nada, é importante definir de forma correcta os termos usados. Embora muitas definições tenham aparecido, a ciência pode ser descrita como aquilo que nós sabemos ser verdade através das nossas observações. O falecido G. G. Simpson (Harvard) declarou na revista Science que “encontra-se inerente em qualquer definição de ciência que qualquer declaração que não pode ser verificada através da observação não é realmente sobre qualquer coisa . . . ou pelo menos, não é ciência.”
Mas o debate em torno das nossas origens centra-se em torno da macroevolução, e a macroevolução nunca foi observada. Um dos arquitectos do neo-Darwinismo concorda:
É manifestamente impossível reproduzir em laboratório a evolução do homem desde o australopithecine, ou a evolução do cavalo moderno desde um Eohippus, ou a evolução dum vertebrado terreste desde o ancestral com a aparência de peixe. Estes eventos evolutivos são únicos, irrepetíveis e irreversíveis. (Theodosius Dobzhansky, American Scientist, December 1957).
Portanto, sempre que um evolucionista alega que a “evolução já foi observada”, ele está a usar outra definição para o termo “evolução”. Infelizmente para o militante evolucionista, e segundo fontes seculares, não há qualquer relação entre a ciência e a macroevolução (que é onde a batalha criação vs evolução é relevante). Infelizmente também, este mal-entendido é propositadamente propagado por aqueles (=evolucionistas) que deveriam saber mais, e deveriam ser mais honestos nas suas apresentações. Só que para esses, é mais importante avançar com a sua agenda secularista anti-Cristã do que ser honesto nas palavras. No dia 8 de Novembro de 1999 John Tedesco (San Antonio Express News) reportou as palavras do laureado Steven Weinberg onde este afirmava:
Eu pessoalmente acho que o ensino da ciência moderna é corrosiva para a crença religiosa, e eu sou a favor disso.
John Maddox (antigo editor da revista Nature) observou:
Não deve faltar muito para que a práctica religiosa seja qualificada de anti-científica.
Isto só é verdade se por “ciência” Maddox tem em mente a “macroevolução”. A verdadeira e Bíblica adoração do Deus Triuno nunca esteve relacionada com a filosofia naturalista partículas-para-pessoas (macroevolução). De facto, há não muito tempo atrás um laureado cientista criacionista declarou:
A ciência é um vislumbre de Deus na natureza. A própria existência do espantoso mundo dos átomos e das radiações aponta para uma criação intencional, e para a ideia de que existe Um Deus e um propósito inteligente por trás de tudo. (A. H. Compton [d. 1962]).
É precisamente isto que a Palavra de Deus diz em Revelação 4:11:
Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas.
Conclusão: O mundo natural é o resultado da Vontade Sobrenatural do Criador, e não o efeito de eventos aleatórios não-inteligentes. A macroevolução, que é onde o debate é relevante, nunca foi observada, mas mesmo assim os evolucionistas consideram a sua veracidade como o facto mais firme de toda a ciência (!).

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