(Vídeo Book) É verdadeiro o raciocínio: “Estou salvo hoje, mas amanhã posso estar perdido”?

Esta é a primeira parte do Livro “O Juízo” (confira o livro em PDF AQUI) no formato vídeo book com lindas imagens e com um conteúdo bíblico bastante esclarecedor! 

Crendices e superstições cristãs. A existência de uma parte folclórica na teologia popular em todas as denominações cristãs (Parte V)

“Um profeta verdadeiro só está
presente numa única denominação e esta é necessariamente cristã e esta é
necessariamente a descendência da mulher de Apocalipse 12 (‘os restantes’)”
Para desmistificarmos esse folclore presente em
algumas denominações cristãs, o qual é fruto principalmente do preconceito que
a ignorância bíblica traz, é necessário sabermos o que é o dom profético, ou
seja, o que é ser um profeta verdadeiro de Deus e para quê Deus levanta um
profeta. “Então JAVÉ Deus disse a Moisés: — Vou fazer com que você seja como
Deus para o rei; e Arão, o seu irmão, falará por você como profeta. Você dirá a
Arão tudo o que eu mandar, e ele falará com o rei, pedindo que deixe os
israelitas saírem da terra dele” (Êx 7:1,2, NTLH). Esse conhecido episódio na
história dos descendentes de Abraão nos ensina que o profeta é aquele pecador
que recebe de Deus uma mensagem e a repassa. Não conheço nenhum caso na Bíblia
onde o ser humano escolheu ser profeta e Deus o tornou profeta. Deus é quem
escolhe o profeta: “Porém é um só e o mesmo Espírito quem faz tudo isso. Ele dá
um dom diferente para cada pessoa, conforme ele quer” (I Co 12:11, NTLH). “Do
meio de vocês Deus escolherá para vocês um profeta que será parecido comigo
[com Moisés, a quem JAVÉ também escolheu], e vocês vão lhe obedecer” (Dt 18:15,
NTLH). Enfatizo o fato de Deus escolher o possuidor do dom de profecia, pois as
Escrituras o fazem! Abrão foi profeta (cf. Gn 20:7) eleito por Deus (Ne 9:7),
mesmo vindo de “Ur dos caldeus”. Abrão não descendeu dos judeus, só pra
lembrar. Ele os gerou. Logo, é possível Deus suscitar um profeta de onde menos
os homens religiosos esperam (cf. Lc 19:40)! Outras: embora o dom de profecia
esteja sujeito ao profeta (I Co 14:32), ou seja, não tem essa de “possessão
divina” sobre os profetas, Deus não está sujeito a eles. Deus já ficou em
silêncio para com Seus próprios profetas (cf. I Sm 28:6,15) e Deus já colocou,
literalmente, Sua Palavra na boca de um profeta – Balaão (Nm 22:20,38; 23:5),
aliás, outro exemplo de profeta não descendente de alguma denominação judaica
(cf. Nm 22:5-12,18). Um profeta pode ser verdadeiro, ter o dom dado por JAVÉ,
mas escolher mentir (cf. I Rs 13:18 e 22:15,16); um profeta de Deus é um
pecador como qualquer outro pecador – salvo pela graça ou perdido pela
desobediência, e o dom profético é só um dentre muitos que o Senhor Espírito
tem e dá de acordo com os Seus planos para o corpo de Cristo (I Co 12:7-14).
Novamente, não quero diminuir a importância do dom profético nem o trabalho
precioso de um profeta verdadeiro; mas, eu gostaria de calibrar o olhar
eclesiástico sobre esse assunto! Deificar um profeta verdadeiro, não é bíblico.
Demonizar o profeta da outra denominação cristã, só porque ele não é membro da
sua igreja, não é bíblico. Crer que existe uma denominação cristã que cumpre
Apocalipse 12:17 pelo fato de ela possuir um profeta verdadeiro, também não é
bíblico!

Ter o “testemunho de Jesus” da passagem
supracitada claramente é o dom da profecia (no grego: “echonton tem marturian Iesou” = “têm”, “possuem” ou “sustentam o
testemunho de Jesus”, Ap 12:17), segundo o profeta escritor do Apocalipse e o
profeta Paulo: “Prostrei-me ante os seus pés para adorá-lo. Ele, porém, me
disse: Vê, não faças isso; sou conservo teu e dos teus irmãos que mantêm o
testemunho de Jesus; adora a Deus. Pois o testemunho de Jesus é o espírito da
profecia” (Ap 19:10). “Eu, João, sou quem ouviu e viu estas coisas. E, quando
as ouvi e vi, prostrei-me ante os pés do anjo que me mostrou essas coisas, para
adorá-lo. Então, ele me disse: Vê, não faças isso; eu sou conservo teu, dos
teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a
Deus” (Ap 22:8,9). “Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar
aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por
intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João, o qual atestou a palavra
de Deus e o testemunho de Jesus Cristo, quanto a tudo o que viu” (Ap 1:1,2).
Esta pesquisa está em construção! Confira as primeiras quatro partes dela (é só clicar): Parte 1, Parte 2, Parte 3 e Parte 4.  

Um pouco de Raciocínio Lógico e o Darwinismo se revela como um absurdo matemático e ético!

1. Se o darwinismo for uma descrição adequada da biosfera, então os seres humanos não têm nenhuma natureza essencial, uma vez que eles evoluíram sem design intencional até suas formas atuais.
2. Se (1), então as várias raças de humanos podem ser mais evoluídas (isto é, adaptavelmente mais bem-sucedidas) do que as outras raças. Darwin mesmo afirmou isso em seu livro The Descent of Man.
3. Se (2), não existe nada intrinsecamente valioso sobre a raça humana como um todo. Isto é, algumas raças podem prevalecer sobre outras raças devido às suas vantagens seletivas, devido à sua trajetória evolucionária exclusiva.
4. Se (3), então não existe nenhuma base filosófica para a afirmação de que os seres humanosqua seres humanos têm direitos humanos objetivos e universais.
5. Mas (4) é falso. Nossas intuições morais e a história da lei ocidental tratam cada ser humano, sem distinção de raça, como possuindo dignidade humana intrínseca, devendo ser tratado como tal. A Declaração dos Direitos Humanos das Nações Unidas afirma isso, por exemplo, como faz a Declaração de Independência dos Estados Unidos: “Todos os homens são criados iguais.”
6. Além disso, se (4) for verdadeiro, então nós não temos nenhuma base objetiva para condenar moralmente a escravidão ou até mesmo a eliminação das “raças menos favorecidas” (termo usado por Darwin).
7. Mas (4) é falso, por causa de (5).
8. Portanto, (6) é falso por causa de (5).
9. Portanto, (1) – o darwinismo – é falso. Isso por meio do modus tollens que, neste caso, é um reductio ad absurdum (reduzir a afirmação ao absurdo).
Nota: modus tollens (ou negar o consequente):
a. Se P, então Q.
b. Não Q.
c. Portanto, não P.

O ônus da prova dos evolucionistas não têm sido pago. Suas inferências são sempre de goela abaixo!

O ônus da prova. Quem afirma, prova. E quanto maior a alegação, maiores devem ser as provas. Esses são princípios básicos em qualquer lugar, ainda mais em ciência. Mas na evolução temos o maior exemplo de inversão de ônus da prova que conheço, feita pelo seu “mestre”. Pois Darwin uma vez disse: “Se se pudesse demonstrar a existência de algum órgão complexo que não pudesse de maneira alguma ser formado através de modificações ligeiras, sucessivas e numerosas, minha teoria ruiria inteiramente por terra” (Charles Darwin, Origem das Espécies, p.161). Ou seja, Darwin propõe uma teoria, faz uma tremenda alegação – talvez a maior de todos os tempos –, usa exemplos morfológicos simplistas (leia o capitulo sobre os tentilhões de galápagos em meu web-book) “a la bico de passarinho”, e depois diz o quê? Eu não preciso apresentar provas, quem quiser derrubar minha teoria demonstre que não existem esses caminhos “ligeiros, sucessivos e numerosos” para os órgãos da Vida! Mas caminhos como esses podem ser propostos aos milhares, infinitas alternativas, portanto, uma inversão de ônus tremenda, bem marota, que para os leigos o fez de bonzinho. E cada vez que alguém refuta uma proposta evolucionista, aparecem três diferentes. Por isso que eu concordo com a afirmação de que a única coisa que evolui mesmo é a teoria da evolução. As outras coisas se diversificam. A teoria da diversificação, pré-programada, essa eu aceito, pois se baseia em fatos. Por isso que você lê os reviews sobre a homoquiralidade e encontra lá propostas as mais diferentes; você refuta uma, aparecem duas…
Por isso que Michael Behe foi genial. Com a complexidade irredutível e com o flagelo bacteriano, o “mascote da TDI”, Behe reestabeleceu a verdade quanto ao ônus da prova, devolvendo-o a quem de direito: aos proponentes da TSE!
Se querem fazer a maior alegação de todos os tempos em ciência, que forças (eletromagnéticas) geraram e moldaram a Vida, aumentando sua complexidade, que provem devidamente, e com uma teoria só, um só caminho, por favor! Pois o órgão que Darwin pediu está agora aqui, diante de nossos olhos, o flagelo!
É interessante ver o total desespero (o desespero aqui é a minha avaliação como químico analisando as explicações naturalistas para a evolução do flagelo) que se abateu sobre os naturalistas com o [estudo do] flagelo. Pois tiveram que abandonar o blá blá blá retórico das explicações “a la bico de passarinho”, a la letras mitológicas A que formou B que formou C (Behe na Caixa Preta de Darwin) para se debruçar em explicar molecularmente, bioquimicamente, ao nível molecular, com Química e Bioquímica, o nanomotor mais espetacular e mais high tech do Universo, o “mascote da TDI”. E aí deu no que deu, coisas como a cooptação de partes “a la Macgyver” de K. Miller, como se com um alfinete e uma tábua de bater carne, ou coisas assim, se pudesse formar uma ratoeira, ou pior, um motor híper mega high tech sincronizado e exigente como o flagelo. Como a que sugere o sistema T3SS, ordens de grandeza menos complexo, como se ao encontrar um astro entre a Terra e a Lua facilitasse a minha tarefa de lá chegar, pulando…
O Flagelo bacteriano e a ratoeira de Behe entraram para a história do debate, e se mantêm firmes e fortes como mais um golpe mortal na cabeça da serpente. Behe tem respondido e desmascarado todas as falácias das refutações do flagelo bacteriano como irredutivelmente complexo, e proposto a la Darwin uma formula de refutá-lo experimentalmente e cientificamente: “Sobre a reivindicação de falseabilidade, um cientista pode colocar uma espécie bacteriana faltando um flagelo sob pressão seletiva, e alimenta-o por dez mil gerações, se o flagelo, ou qualquer material complexo for produzido, minhas reivindicações evidentemente seriam desmentidas.” (Leia aqui uma resposta de Behe sobre sua tese.)
Se quem afirma prova e tem o ônus da prova, quero então perguntar aos “experts” em homoquiralidade que usaram o Evolution Academy para me chamar de tolo – quero me ater a um único ponto e então perguntar – uma única pergunta – a quem afirmou o seguinte: “Pois bem, esta argumentação é falha porque não é necessário que o meio contivesse 100% de L-aminoácidos, já que se tivesse uma quantidade maior que 50% já seria suficiente para que a seleção natural fizesse o restante.”
A pergunta é simples: A seleção natural, ela, fizesse o restante, mas COMO? E na resposta deste COMO, que deve ser uma resposta grande, muito convincente, pois a alegação foi grande por demais (seleção natural fazendo o restante), será que somente 51% e a “super seleção natural” faria o restante? sugiro que se discutam os seguintes tópicos, que vou procurar resumir em “top 10” (eu teria dezenas):
1. Se a seleção natural é a que está agindo, pré-supomos que a Vida já está em operação, capturando ou produzindo energia, nutrientes e se reproduzindo, em um meio racêmico. Qual seria então em um meio racêmico o mecanismo de codificação para especificar os AA L ou D nas cadeias peptídicas, em cada uma das diversas posições ao longo da cadeia, e em cada síntese repetida e necessária para a Vida e sua reprodução?
2. Se o meio era racêmico, qual foi o fator que causou o desvio do meio dessa
situação, no planeta Terra, e como a Vida pode perceber isso? Qual o mecanismo e o ímpeto de uma Vida que opera já em meio racêmico perceber o pequeno excesso enantiomérico, e reagir a ele?
3. Qual a vantagem evolutiva de uma Vida que opera já em meio racêmico migrar para um ambiente homoquiral? Quem mudou primeiro, os aminoácidos que migraram de L/D para L ou a ribose (via nucleotídeos, eu suponho) que migrou para D?
4. Para a síntese de proteínas, os ribossomos já operavam provavelmente nesse meio racêmico, codificados de alguma forma no DNA desse bicho racêmico, ou a síntese de proteínas ainda era dirigida por fitas de RNA autorreplicantes? Não se esqueça aqui da seleção natural, que faria o restante.
5. Sabemos hoje que o código universal da Vida, que todos os seres vivos usam, com raríssimas degenerações, depende irremediavelmente de todo um sistema funcional interdependente de moléculas altamente sofisticadas e específicas onde suas formas 3D têm papel fundamental, primordial, e não podem de forma alguma ser corrompidas: o DNA com sua dupla hélice, os RNA mensageiros (m-RNA), um conjunto especifico de t-RNA que ajuda a coordenar a síntese proteica nos ribossomos, e vinte enzimas chamadas de aaRS que conectam cada um dos t-RNA a cada um dos L-aminoácidos específicos, e um ribossomo formado, por sua vez, de RNA homoquiral com ribose D e de proteínas homoquirais com AA do tipo L. Algum problema aqui na funcionalidade desse sistema em se mudar a quiralidade da Vida? Se tudo funciona bem em racêmico, por que migrar para homo? Algum problema em se incorporar, sem regras pré-definidas, um único AA D ou uma única ribose D nesse sistema, ou os dois?
6. Se os ribossomos não estavam ainda presentes e atuantes, as proteínas se formavam como? A la nylon, como tem sido proposto no modelo naturalista? Então como se evitar o caos completo que a entrada aleatória de AA L ou D causaria? Como se coordenar a formação exclusiva e repetitiva da mesma proteína, com os AA na sequência certa, e com a presença da quiralidade certa L ou D em cada uma das posições ao longo da cadeia? Com evitar as reações laterais, mortais às vidas, que, lógico, no nylon não são possíveis, mas para os AA, com seus grupos laterias, sim? Como evitar a hidrólise, meio anidro?
7. Como em um meio racêmico ou não enantiomericamente puro pode se garantir a formação da dupla hélice do DNA, essencial para a Vida, a única que conhecemos?
8. Sem Vida não há homoquiralidade e sem homoquiralidade não há vida, isto eu afirmo em meu web-book. Então, se estou errado, quem veio primeiro? A homoquiralidade ou a Vida? Não bastaria separar, teríamos que selecionar.
9. Por que, então, a Vida escolheu L para AA e D para a ribose, e como ela fez isso para dar a partida?
10. Em 2001, durante meu período de transição entre um evolucionista teísta para um inteligentistas, publiquei este artigo: “Chiroselective self-directed octamerization of serine: Implications for homochirogenesis” (R. G. Cooks, D. Zhang, K. J. Koch, F. C. Gozzo, and M. N. Eberlin, Anal. Chem. 2001, 73, 3646-3655), que alcançou amplo destaque na academia e na mídia. O artigo foi citado também para me criticar. Pergunto, então, se esse artigo, científico, amplamente aceito e muitas vezes citado em reviews de hipóteses naturalistas para a homoquiralidade, pode ser mesmo levado a sério?
Meu respeito a todos aí à procura despreconceituosa da Verdade!

Quase tudo sobre o Dilúvio bíblico-histórico – 4ª parte

Madeira
usada na construção da arca
 A arca foi construída com a madeira
“Gofer”. O termo hebraico “Gofer” é mencionado apenas uma única vez
na Bíblia (Gênesis 6:14) e, embora seja traduzida em várias versões como
“cipreste”, seu significado é obscuro, não se sabe exatamente o seu
significado. A tradução de ‘gofer’ por cipreste, se baseia nas semelhanças das
raízes destas duas palavras, que são semelhantes no hebraico.
O cipreste
era uma madeira utilizada antigamente em alguns lugares da Europa para
construir caixas d’águas, por ser um tipo de madeira que não estraga com a
água. Não sabemos se o cipreste existente na época de Noé seria exatamente
igual ao que conhecemos atualmente.
Entre os
pais da Igreja, Agostinho e Ambrósio sugeriram que ‘gofer’ deveria ser o pinho
ou o cipreste. Há também quem tenha sugerido que o hebraico ‘gofer’ não designa
nenhum tipo de madeira específica usada na construção da arca. Quando
lançada, no século XVI, a Versão da Bíblia de Genebra traduziu o hebraico ‘gofer’
como a árvore pinheiro. Para não
correrem o risco de errarem na tradução, a versão do Rei James (1611) manteve a
palavra original, e a maioria das versões seguintes conservaram o original
gofer. Já a ‘New International Version’ (Nova Versão Internacional), publicada
em 1978, e algumas outras (como a Almeida Atualizada) substituíram por
cipreste. A
“Enciclopédia Judaica” diz que a tradição cristã de sugerir que o
hebraico gofer seja traduzido por ‘cipreste’, é uma interpretação arbitrária e
insatisfatória, porque se baseia apenas nas semelhanças das raízes destas
palavras. Há estudiosos que sugerem que
“gofer”, a madeira utilizada na construção da arca, tenha sido algum tipo de
árvore antediluviana. A madeira usada foi semelhante à de cipreste e não a das
gigantes sequóias. As toras poderiam ser carregadas de muitas maneiras,
provavelmente de modo muito mais fácil que as pedras das pirâmides e as imensas
pedras dos obeliscos egípcios. www.users.bigpond.com/rdoolan/gopher_wood.html
Arca, e algumas questões durante a inundação Diante da violência da crosta
terrestre e dos gêiseres jorrando a água subterrânea, isto ofereceria o risco
de a arca tombar? O termo hebraico “Teváth”, traduzido
nas escrituras por arca, significa literalmente uma arca ou caixa. Não era uma
embarcação com a finalidade de navegar, mas somente flutuar. A arca não era um barco navegável,
mas ela foi feita para flutuar, por isso, tinha o formato de um caixote. Tem
sido experimentado através de réplicas em miniatura da arca que o seu formato
de caixote forneceria estabilidade e era próprio para flutuar; sua inclinação
poderia atingir no máximo de 70 a 80 graus. Lateralmente, ela poderia virar até
60 graus, no máximo, e quase dois terços dela estaria abaixo do limite da água.
Isso tudo facilitaria sua navegação em meio à violência das águas. É claro
que, a arca só poderia ser preservada de modo sobrenatural, pois um evento que
foi capaz de erguer a cordilheira do Himalaia seria capaz de reduzir a arca a
fumaças, sem uma proteção sobrenatural. É óbvio que o mesmo Deus que disse que
mandaria um dilúvio, que trouxe os animais até Noé também pouparia a arca no
auge do evento, de ser destruída em meio à fúria da natureza… Um fato
curioso é que, uma das áreas mais bem protegidas do planeta das rachaduras das
placas continentais, está situada num diâmetro (círculo) de 500 metros ao redor
do Ararate, onde a arca repousara. Longe das rachaduras das placas, a arca
estaria longe dos gêiseres que jorraram do subterrâneo, numa posição
privilegiada, onde teria mais condições de resistir ao dilúvio. Tendo a arca
não sido feita propriamente para navegar, durante o dilúvio ela não se
locomoveria para muito distante dessa região. Também, sendo a arca um barco feito
apenas para flutuar, é preciso entender a não necessidade de aço ou qualquer
metal na estrutura da Arca para construí-la. As pirâmides egípcias têm uma
engenharia muito complexa, e não precisaram de aço ou qualquer outro metal,
enquanto muitos prédios hoje com alguma estrutura metálica não resistiriam
tanto e são muito mais simples. A tecnologia dos navios não servia
para aumentar o tamanho, mas sim a navegabilidade, capacidade de carga e
armamentos. A arca não precisou de tecnologia de navegação alguma, pois só
flutuou. Embora já houvesse conhecimento de
metal na época de Tubalcaim (Gen.4:22), a arca poderia ser construída apenas
com madeira, como foram muitos dos navios antigos. Por exemplo, temos as
barcaças egípcias de mais de 2000 a.C., usadas para transportar enormes pilares
de pedras, mediam mais de 60m e carregavam quase 700 toneladas, e eram feitas
apenas de madeira, com um formato levemente abaulado no casco e não a típica
forma de navio (Enciclopédia Delta Universal, 1985, termo “Navio”, seção
“História”). Não precisa parecer um navio pra
boiar, pois icebergs, bóias, toras de madeira, e muitos outros materiais e
estruturas flutuam sem possuírem nenhuma semelhança com um navio. A forma
típica de navios pode até não ser a melhor para manter uma embarcação na água,
mas sim a melhor para permitir seu deslocamento. 

• A chuva forneceria água potável
suficiente para todos os tripulantes da arca: para a família de Noé e para os
animais a bordo.
• No livro
“O Dilúvio, Local ou Global?”, o Dr. Arthur Custance diz que o ar nas regiões
acima das montanhas teria sido rarefeito demais para alguns animais. Os
doutores Henry Morris e John C. Whitcomb rejeitam esta objeção dizendo que a
pressão atmosférica depende do nível dos oceanos: e a arca encontrava-se ao
nível do mar, (visto que as águas diluviais ergueram-se acima das montanhas).
Também, não havia montanhas tão altas quanto hoje, para que o ar se tornasse
tão rarefeito. Como a água subiu de nível em todos os lugares do planeta, o ar
seria forçado a subir por causa do nível do mar.
• Sobre o
número de pessoas envolvidas na construção da arca, provavelmente não foram
apenas Noé e sua família. Eles podem ter contratado outras pessoas para
auxiliar, que mesmo achando aquilo uma loucura, trabalhariam pela remuneração.
Noé também pode (e por que não?) ter contado com a ajuda e o trabalho dos
homens de alta estatura, os “gigantes e valentes da antiguidade”.
Isso sem considerar os 120 anos para a construção, que foi tempo mais do que
necessário.

Temperatura Algumas pessoas pensam que o dilúvio
faria com que a temperatura na superfície baixasse muito. De maneira geral, a
temperatura diminui com a altitude, pelo menos, até por volta dos 40 km de
altitude. Essa diminuição atinge uma média de 0,6 °C a cada 100 metros. Não sabemos nem fazemos idéia de qual
seria a temperatura no período antediluviano, ou de suas variações. A idéia de
que haveria um clima uniforme antes do dilúvio, surgiu com a teoria da camada
de vapor, mas não há bases para se sustentá-la, desconsiderando a possibilidade
desta teoria. É bastante IMPROVÁVEL que tenha havido um clima uniforme em todo
o planeta antes do dilúvio. A radiação
solar (os raios emitidos pelo Sol) é responsável pelas temperaturas na
superfície da Terra, e quanto mais perto uma área estiver da linha do equador,
maior será a temperatura; e quanto mais distante estiver desta linha, menor
será a temperatura, por causa da forma esférica do nosso planeta e das
diferenças de inclinação dos raios solares, que atingem as regiões próximas dos
pólos de maneira muito inclinada. Nas regiões próximas da linha do equador, os
raios incidem verticalmente, (em linha reta). Daí o motivo de as temperaturas
serem mais elevadas nestas. Assim, a superfície terrestre não recebe a mesma
quantidade de raios solares em toda parte, e isto explica os diferentes climas
existentes na Terra.

• Poderíamos dizer que talvez
houvesse um clima semi-uniforme no período antediluviano, se neste houvesse a
Pangéia, um único continente de terra seca, que receberia quase a mesma
quantidade de raios solares em suas regiões. Já vimos que existem árvores
tropicais debaixo do gelo no pólo sul, o que evidência que o clima nas regiões
polares já foi capaz de abrigar plantas e seres de clima quente tropical. Mas é
claro que um único continente não teria o mesmo clima, pois não receberia a
mesma intensidade de calor em todas as áreas. Considerando que o nível das águas no
planeta não poderia ter atingido mais que 3 quilômetros, a temperatura média
não teria baixado muito durante o dilúvio. Para o pensamento crítico, durante o
dilúvio, a temperatura cairia cerca de 18 graus Celsius – uma região que antes
do dilúvio tivesse uma temperatura média de 25 a 30 °C durante o dilúvio, teria
atingido uma média de 7 a 12 graus Celsius. Mas deve-se lembrar que a queda da
temperatura depende do nível do continente ou do nível das águas oceânicas.
Como o nível das águas subiu durante o dilúvio em todo o planeta, e isto
impediria que a temperatura baixasse muito. Também, devemos considerar que as águas são capazes de conservar o calor
por mais tempo que a superfície: a água se aquece mais lentamente, porém,
conserva o calor por mais tempo. Por isso, os oceanos não são muito quentes
durante o dia, e nem muito frios durante a noite (enquanto no continente o dia
é mais quente e a noite é mais fria, em relação ao oceano). Isto elevaria a
temperatura durante o dilúvio, mantendo uma temperatura estável e não muito
reduzida sobre o planeta. 

1. Fontes: * Parte deste estudo, são de autoria do amigo Criacionista Rafael
Pavani, que explicou muito bem algumas questões sobre o dilúvio em: 

2. Vídeos: 

Arca de Noé Palestra 01, Dr. Adauto Lourenço: 
Arca de Noé Palestra 02, Dr. Adauto Lourenço: 

3.Referências literárias 

• “Gênesis e Arqueologia”, Howard F. Vos (sobre relatos
do dilúvio no mundo); 
• “O Dilúvio de Gênesis”, Dr. Henry Morris e Dr. John
C.Whitcomb; 
• “O Dilúvio de Noé”, de Richard
Teachout; 
• “Cosmologia Bíblica e Ciência Moderna”, Dr.
Henry Morris; 
• “Origens, Relacionando a Ciência com as Escrituras” (Origins,
linking Science and Scripture
), de Ariel A. Roth, 1998. (Um comentário
sobre o livro em: www.scb.org.br/livros/OrigensRelCienRelig.htm


Estude toda esta extensa pesquisa: 1ª parte, 2ª parte e 3ª parte. É só clicar!

Quase tudo sobre o dilúvio bíblico-histórico – 3ª parte

Variação
após o dilúvio
 Deus dotou os seres vivos com um
potencial genético que permite grande variedade de raças de aves, de cães, etc.
Sabemos que as espécies estão em constante processo de microvariações. Um
exemplo disso são os cães. A Genética sabe hoje que com apenas um único casal
de cães, é possível gerar todos os tipos de cães existentes (dálmatas, pastor
alemão, boxer, etc). Basta que os animais selecionados tenham os genes para
tal. Os animais
que entraram na arca possivelmente eram multigenes. Exemplo é que não caberiam
na arca todas as espécies de cães, mas caberia um casal multigenes com a
capacidade de gerar todas as espécies de cães. [Veja explicações emhttp://designinteligente.blogspot.com/2007/09/de-onde-vm-tantas-raas-de-ces.html e
emhttp://designinteligente.blogspot.com/2008/09/ces-de-raa-pura-ou-monstros-mutantes.html ]. A ciência
sabe hoje que apenas um casal de cães, lobos e hienas seria capaz de gerar
todos os tipos de cães, lobos e hienas existentes. Isto confirma a
baraminologia, e é evidência do processo de diversificação das espécies após o
dilúvio. Diante das microvariações (diversificações) que ocorrem nas espécies,
não sabemos nem mesmo se os cães existiram antes do dilúvio, ou se
desenvolveram-se a partir de um ancestral que foi preservado na arca, e teria
gerado o grupo. É sempre
importante salientar que, neste caso, não se trata de um processo evolutivo,
não se ocorre uma evolução: neste caso, há uma diversificação das espécies que
foram criadas por Deus originalmente. Mais discussões abordando este assunto,
no tópico sobre “Baraminologia”. Muitos
criacionistas acreditam que as mudanças dentro de uma população são realizadas
através da degradação do genoma criado. É de acordo, geralmente, que a
seleção natural, isolamento reprodutivo (especiação) e deriva genética são
eficazes, nos levando à formação de populações que são altamente adaptadas ao
seu ambiente. Crê-se que especiação e deriva genética tenham ocorrido em altas
freqüências durante a dispersão, imediatamente após o dilúvio. O dilúvio
e as condições originadas após seu término teriam fornecido condições muito
favoráveis para um rápido isolamento reprodutivo (especiação). A maioria dos
organismos foi destruída por esta catástrofe, deixando pequenas populações de
sobreviventes. Os vertebrados terrestres foram preservados na arca em pequenos
números. Após eles serem liberados da arca, eles teriam encontrado recursos
quase ilimitados disponíveis, tornando possíveis rápidos aumentos no tamanho das
populações, juntamente com níveis reduzidos de competição. Haveria um
grande número de nichos ecológicos desocupados, aos quais os organismos
poderiam se adaptar. As condições ambientais da Terra estariam instáveis, e
processos geológicos como os vulcões, terremotos, e mudanças no nível do mar
afetariam o clima, criariam e removeriam barreiras para a dispersão e
produziriam muitas catástrofes localizadas que tenderiam a isolar populações de
espécies em dispersão. Aquelas
espécies que foram preservadas fora da arca também estariam sujeitas a
condições favoráveis para especiação. Organismos aquáticos poderiam ser
transportados por correntes, possivelmente resultando na dispersão de pequenos
grupos de sobreviventes para muitos lugares isolados com diferentes condições
ambientais. O mesmo poderia acontecer com grupos terrestres tais como insetos,
vermes e outros invertebrados. Plantas e sementes poderiam também ser levadas
pelas águas e dispersas por correntes. Estas condições provavelmente
resultariam em especiação rápida em muitos grupos de organismos. As
diversas adaptações dos seres vivos ao meio ambiente dependem muito do tipo de
vegetação e do clima. É bem conhecido o instinto de migração de várias
espécies, principalmente as aves. Determinadas espécies, com o tempo, se
isolaram em determinadas regiões, e se adaptaram a novos tipos de habitats, por
diversos fatores ambientais como destruições ecológicas, melhor adaptação a
outro tipo de ambiente, migração, etc.

Poderia
ter havido apenas um único continente no mundo antediluviano? 
Cientistas e geólogos acreditam que
no passado, a Terra era um único continente chamado “Pangéia”. A principal
evidência que leva a crer que havia um único continente, é a possibilidade de
se encaixar os continentes num único e gigante continente, e o encaixe quase
perfeito entre o litoral da África e da América do Sul. Os
cientistas encontraram semelhanças entre a parte oriental da América do Sul e a
parte ocidental da África:

semelhanças geológicas – mesmos tipos de rochas, de terrenos;

semelhanças no clima – o mesmo clima;

semelhanças entre restos de animais e vegetais (os mesmos tipos de fósseis e
plantas).
No pólo
sul existem árvores de floresta tropical embaixo do gelo, uma verdadeira
floresta abaixo da camada de gelo; a ciência diz que a Antártida no passado,
foi uma floresta. Hoje, só gelo. Calcula-se que no verão, a temperatura no Pólo
Sul chegava a 5º C. A prova disso foram os fósseis da planta denominada Nothofagus.
Ainda hoje existem exemplares dessa planta nas regiões frias da América do Sul.
Essas descobertas mostram que o continente Antártico já abrigou uma floresta.
Isto também evidencia que houve uma alteração climática na região, hoje situada
no pólo sul, que já foi capaz de abrigar vegetação de clima tropical. Entre os
mamutes e rinocerontes congelados encontrados na Sibéria e no Alaska, um mamute
[animal semelhante aos elefantes e peludo] foi encontrado com vegetação
tropical na boca, antes de sequer ser digerida ou engolida; nos estômagos de
alguns desses animais foram encontradas vegetações tropicais, que haviam sido
digeridas poucos instantes antes do congelamento. Estas são evidências de que o
clima nos pólos já fora quente. Para a ciência, isto ocorreu na Pangéia, e a
única diferença de opinião entre criacionistas e evolucionistas, é em relação a
quando ocorreu esta separação dos continentes. Para os evolucionistas, isto
teria se dado a milhões de anos atrás; para o criacionismo, os continentes se
separaram durante o Dilúvio. Teologicamente,
isto não entra em conflito com as escrituras, pois elas também parecem indicar
a existência de um único continente inicial, chamado de “porção seca”
(singular), quando Deus fez aparecer a “porção seca” em meio às águas – veja
Gênesis 1:9,10. Todo ano,
os continentes se deslocam alguns centímetros em sentidos opostos, e não param
de se deslocar. A velocidade de separação, varia de placa para placa: a cada
ano, calcula-se que a América do Sul afasta-se 3 cm do continente africano,
enquanto há placas que, afastam-se cerca de meio centímetro por ano. A ciência
diz que a velocidade de separação pode atingir no máximo, um movimento de 15
centímetros por ano, em algumas. Como se sabe hoje que elas se movem,
acredita-se que no passado todas essas placas eram juntas e formavam um único
continente. Mas, como
se explica os fatos dessas placas se movimentarem? Para a
interpretação uniformitarista do evolucionismo, este movimento da crosta
terrestre tem velocidade contínua, e teria levado milhões de anos para que os
continentes se separassem. O
criacionismo porém, não aceita que a velocidade tenha sido a mesma por tanto
tempo. Só o fato de as placas terem um movimento de distanciamento variado, é
uma evidência de que a velocidade de separação não é constante. Por que
motivo, a velocidade do deslocamento (deriva) continental seria constante por
200 milhões de anos? O que faria com que esta velocidade não se alterasse, nem
diminuísse, mas permanecesse com a mesma velocidade por tantos milhões de anos? Tem se
observado que o movimento dessas placas tem diminuído, que elas estão em
processo de desaceleração, a velocidade vem decrescendo lentamente, o que
contraria a explicação uniformitarista evolucionista. Para a interpretação
catastrófica criacionista, a velocidade da separação destas placas teria sido
muito maior no passado, vindo a diminuir com o tempo, como se pode observar. O que
teria dado o movimento inicial a estas placas, para a separação continental,
senão uma catástrofe? O fato destas placas ainda estarem em movimento, indica
que a catástrofe que deu origem a este movimento e à separação continental foi
recente. Quando as águas subterrâneas começaram a jorrar, a pressão das águas
teria rachado a crosta e a partido em várias placas continentais, que começaram
a se separar.

Teoria das Hidroplacas A teoria das hidroplacas tenta
explicar de onde teria vindo a força que deu origem ao movimento de separação
das placas continentais, e, consequentemente, a formação dos continentes e das
cadeias de montanhas. Durante o
Dilúvio a crosta se abriu em fendas que fizeram jorrar a água subterrânea. Por
causa da pressão, a água jorrou a quilômetros de altura, por todo o planeta.
Nas áreas polares, a água caiu em forma de gelo juntamente com gás carbônico
nessa forma, capazes de congelar instantaneamente. A lama foi responsável pelo
soterramento e fossilização da maioria das criaturas que hoje encontramos nos
fósseis. Com a água subterrânea jorrando, ocorreu o deslocamento das massas de
Terra sobre essa água, separando os continentes. A deriva
continental deve ter se iniciado no momento da abertura das fontes, e durou
cerca de 150 dias. Como a chuva parou no dia 40, é fácil compreender que a água
encobriu todos os montes, enquanto ainda ocorria a formação das maiores
montanhas. Também ocorreu uma acomodação do fundo dos oceanos, com seu
rebaixamento e a formação dos abismos oceânicos, e evaporação da água. Esses
fenômenos contribuíram para que todos os montes pré-diluvianos fossem
encobertos pelas águas, e depois foi que as novas montanhas, mais altas que as
anteriores, se formaram, enquanto a água se evaporava e se acomodava no fundo
do oceano. A
acomodação dos continentes ocorre até hoje com os terremotos e vulcanismo. Logo
após o Dilúvio deve ter ocorrido o que hoje chamamos de Era Glacial, durando
cerca de 300 anos, por evaporação da água e conseqüente perda do calor
ambiental, dentre outros motivos. As
evidências geológicas são interpretadas atualmente através de uma pré-concepção
de uma Terra antiga e não catastrófica, enquanto antigamente elas eram
interpretadas através de uma idéia de Terra jovem e catastrófica. A própria
Teoria das Hidroplacas explica grande parte de tais evidências, que apóiam um
processo rápido, não necessariamente dirigido diretamente por alguma
inteligência. A aparência
das camadas pode ser explicada pelo processo de liquefação, na qual o movimento
contínuo e turbulento das águas causa a deposição ordenada dos sedimentos em
alguns dias. Algumas evidências que apóiam um processo rápido são a formação
oblíqua de certas camadas, a sobreposição (em que camadas mais “velhas” estão
sobre as mais “jovens”) e a aparente ondulação em alguns extratos, impossíveis
de se conseguir através de uma deposição lenta. Duas evidências paleontológicas
são a presença de espículas de esponja marinha em sedimentos de 14 milhões de
anos no interior dos EUA, e fósseis de árvores que atravessam várias camadas de
milhões de anos. Talvez a
diminuição do volume das águas subterrâneas tenha feito o movimento das placas
diminuírem, e causado a desaceleração quando as fontes subterrâneas pararam de
jorrar. Os continentes, ao se moverem, geraram oceanos mais profundos. Com a
separação da Pangéia, dera a formação dos continentes e das grandes cadeias de
montanhas. Os
continentes são menores que a área da Pangéia inicial (porém são mais altos que
a área da Pangéia). Quando os topos das montanhas começaram a aparecer, eram os
continentes sendo formados: devido à diminuição da quantidade de água nas
fontes subterrâneas, a velocidade também foi diminuindo, e conforme houve a
desaceleração, o litoral dos continentes se encavalou, formando as altas
montanhas. → MAIS
DETALHES SOBRE A TEORIA DAS HIDROPLACAS (nos vídeos, uma excelente explicação do Dr. Adauto Lourenço): http://br.youtube.com/watch?v=7lJ7B1EBmjA http://br.youtube.com/watch?v=v6dM4l8UgiY&feature=related 

O que seriam as “Águas Acima do Firmamento”
no período antediluviano?
 Entre os criacionistas, foi muito
defendida, pelo menos no passado, a idéia de que as águas do dilúvio foram
causadas por uma enorme quantidade de água colocada acima do firmamento, uma
espécie de abóbada ou cobertura de água em estado de vapor, que teria sido
responsável por causar uma uniformidade no clima do planeta e contribuiria para
os períodos de vida mais longos, a longevidade antediluviana. Esta ficou
conhecida como “Teoria do dossel ou da camada de vapor”. Por mais de trinta
anos, o Institute Research For Creation foi o maior defensor desta teoria.
Apesar de uma boa e excelente tentativa de defesa a favor desta teoria
recentemente, de Dillow Morris no livro “As águas Acima”, a teoria
foi abandonada por praticamente todos os criacionistas acadêmicos e
não-acadêmicos, pois sabemos hoje que tanto biblicamente, quanto
cientificamente, ela enfrenta problemas que a impossibilitam. Até mesmo os que
acreditam em sua possibilidade, estão cientes de seus problemas. Entre as camadas da atmosfera
(troposfera, estratosfera, mesosfera, ionosfera e exosfera) este vapor estaria
situado na troposfera, a camada onde vivemos e que abrange até cerca de 15 km
acima da superfície. Acima da troposfera, na estratosfera e camadas superiores,
a quantidade de oxigênio é bem pequena e praticamente não existe umidade.
Justamente por isso não há nuvens na estratosfera, e a camada de vapor teria de
estar localizada abaixo dela, um pouco acima das nuvens. A teoria se baseia na afirmação
bíblica de que Deus separou águas SOBRE o firmamento (a expansão atmosférica) e
as águas ABAIXO do firmamento (águas na superfície terrestre): Gênesis 1:6, 7. — “Fez Deus o
firmamento, e separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas
(hebr.Mayim) sobre o firmamento (hebr. Raqiya). E Deus chamou ao firmamento
Céus (hebr. Shamayim)”…

• Entretanto, estas águas SOBRE o
firmamento seriam apenas as águas acumuladas nas nuvens, não uma referência a
alguma camada de água específica que haveria antes do dilúvio. O que
levou muitos a simpatizarem esta teoria, foi a idéia de que ela pudesse
fornecer explicações para a longevidade (longa vida) antediluviana e para a
origem das águas do dilúvio. Mas esta teoria não explica a longevidade
antediluviana, nem explica de onde veio a água do dilúvio, porque a maior parte
da água veio do subterrâneo. Como se não bastasse, esta teoria enfrenta
problemas científicos e também bíblicos (com as próprias escrituras), como
veremos. Vamos tratar primeiramente dos
problemas teológicos, e depois científicos, da teoria do dossel ou camada de
vapor. 

Problemas teológicos com a teoria do
dossel
 

• A palavra usada para águas é o
termo hebraico “Mayim”. Esta é uma palavra que descreve água líquida, e não em
estado de vapor. Se a água em Gênesis 1:6-8 fosse água em estado de vapor,
névoa ou gelo (como alguns propõem), outras palavras hebraicas teriam sido mais
apropriadas. Embora o
hebraico antigo tenha outras palavras usadas para nuvens, é preciso lembrar que
o termo nuvem é apenas a expressão para designar aquilo que seriam estas águas
sob o firmamento. Na passagem em questão, o hebraico “mayim” apenas descreve as
águas na expansão atmosférica, sem usar o termo nuvens (assim como descreve no
mesmo verso, as águas abaixo do firmamento, – sem usar os termos específicos, “rios
e “mares”). Isto tem servido para que se sustente a idéia de que seria
uma camada de vapor. No hebraico existem outros termos hebraicos para descrever
um teto, uma cobertura ou algo sólido, como “sukkah” (Sl 18:11/ 2º Sm 22:12);
“chuppah” (Is 4:5) e “shapur” (Jr 43:10). Se as águas SOBRE o firmamento se
referissem a um dossel, por que nenhuma das palavras hebraicas que significam
literalmente cobertura ou teto não foram usadas? 
• A palavra usada para Céu (ou Céus)
em Gênesis é “Shamayim” (Shamaim), e é usada para descrever o céu
(espaço sideral), algumas vezes, a atmosfera, e o lugar onde Deus mora.
Decomposta, forma a expressão sha + mayim (lá tem + águas), sendo uma
referência às águas na expansão atmosférica, sob o firmamento.

• Para firmamento, é
usado o hebraico “Raqyia”. Raqiya é usada 9 vezes no primeiro
capítulo de Gênesis. Normalmente significa “extensão” ou
“firmamento”. O sentido original é desconhecido. A palavra
“Raqiya” vem da raiz hebraica “raqa”, que significa
“espalhar”. Daí vem o sentido de ‘expansão’. Nas quatro últimas vezes em que
ocorre (Gen. 1:14-20), Raqiya é acompanhada pela expressão “dos
céus”, significando NO CONTEXTO, ‘vastidão dos céus’, atmosfera, espaço ou
céu. (Isto se observa claramente numa breve leitura da passagem). Mas nas quatro primeiras vezes em que
é usada (Gen. 1: 6,7) Raqiya NÃO aparece acompanhada pela expressão “dos céus”.
Por isso alguns sugerem que em Gen.1:6, 7 Raqiya seria a crosta terrestre, –
uma separação entre águas subterrâneas e águas da superfície. Mas vários
argumentos são apresentados como refutação a esta interpretação:

• Deus deu o nome de ‘céus’
(Shamayim) ao firmamento. Se o firmamento raqia, em Gênesis 1:7, fosse a crosta
terrestre, como se explica o fato de Deus ter chamado ao firmamento de ‘Céus’
no verso seguinte? – Seria mais óbvio que o chamasse de ‘terra’, superfície, ou
qualquer outra expressão que indicasse a crosta terrestre, mas não chamá-lo de
céus…

• Como o firmamento seria a crosta
terrestre, se no verso nove a Terra continuou coberta de águas, e Deus ordena
que as águas se ajuntem debaixo dos céus (Shamayim – nome dado ao firmamento)
dando-lhes o nome de ‘mares’, sendo que só no dia seguinte aparecera a porção
seca (crosta)?

• Outra observação feita em Gênesis
1:20, é que AS AVES VOARIAM NO FIRMAMENTO. Isto mostra que raqiya é a expansão,
onde as aves voariam, não a superfície.
• Veja o Salmo 150.2 – “Louvai-o
no firmamento (raqiya) do seu poder”. OU seja: Louvai o Senhor NA EXTENSÃO
do seu poder.

• Outro detalhe citado por estudiosos
que favorece a interpretação de que as águas sob o firmamento fossem as nuvens,
é que, após o dilúvio, quando Deus fez o pacto com Noé, o Senhor declarou que
colocaria o arco nas nuvens, e as águas não mais se tornariam em dilúvio
(Gen.9:15). O que isto quer dizer? – Que se Deus quisesse destruir novamente o
mundo, ele não precisaria de nenhuma camada ou dossel de vapor, mas o faria
apenas com as águas das nuvens e do subterrâneo. Mas não o faria por aquele pacto.

Isto contraria a teoria, que explica
as águas do dossel como a razão do dilúvio.

• Na tradução latina da Vulgata,
Jerônimo substituiu o hebraico raqia pelo latim “firmamentum”. Já na
Septuaginta, foi traduzido pelo grego “Stereoma”, em 19 de 20 passagens
onde aparece no Antigo Testamento,] – inclusive, Gênesis 1:8. “Stereoma” significa suporte,
estrutura firme e sólida. Mas tanto “firmamentum” como “stereoma” possuem
sentido de expansão ou céus.

Problemas científicos com a teoria do
dossel
 Muitos dos problemas mostrados aqui,
são abordados no site criacionista inglês, “CreationScience”. Se houvesse uma
camada de vapor sobre a troposfera, esta, ao invés de proporcionar solução para
algumas questões, geraria problemas científicos tão graves, que impossibilitariam
a vida sobre o planeta. E não há como defender cientificamente uma teoria que
impossibilitaria a vida. Costuma-se dizer que a radiação do
espaço exterior, provoca a diminuição da estimativa de vida. Mas isto não é
algo cientificamente comprovado. Um teste realizado que poderia ter demonstrado
que “a radiação solar reduz a longevidade” falhou. Ratos foram colocados em
grutas blindadas, protegidas contra todo tipo de radiação; mas nem os ratos ou
os seus descendentes viveram mais do que o comum.Estes ratos foram testados em
ambientes que seriam uma reprodução do dossel, mas isto não fez com que estes
ratos vivessem mais que os outros.

• Se a longevidade antediluviana
fosse provocada pela suposta camada de vapor, ela deveria ter diminuído logo
após Noé e seus filhos terem saído da arca, pois já não mais haveria tal camada
para fazê-los viver tanto quanto antes. Mas vemos que a longevidade veio a
decrescer lentamente após o dilúvio, e não imediatamente. Pensa-se que um dossel teria
protegido as pessoas do processo de envelhecimento. Mas cientificamente
falando, a diminuição da longevidade decresceu devido à deteriorização do
material genético humano ao longo de gerações. Mesmo que ele desse à Terra um
clima quente e uniforme, isto não seria a causa da longevidade antediluviana.

• Problema com a pressão atmosférica
(o peso do ar). A atmosfera exerce pressão, isto é, força ou peso sobre uma
superfície. Se houvesse uma cobertura de vapor ou de gelo, que tivesse pelo
menos 12 metros de espessura, o peso desta camada teria o dobro da pressão
atmosférica, isto é, o dobro do peso do ar; (por isso, os que defendem o dossel
limitam a espessura desta camada para 12 metros – ou 40 pés); mas uma camada
com apenas doze metros de espessura seria uma quantidade insuficiente de água
para inundar o planeta; justamente por isso, é dito que esta teoria não explica
de onde veio a água que inundou o planeta.

• Outro problema que também a torna
impossível, é que um dossel na forma de vapor acima das nuvens, faria irradiar
muito calor no planeta. A Terra atingiria uma temperatura de 122 graus Celsius;
as pessoas, plantas e animais iriam absorver tanto calor que morreriam. Também,
esta cobertura faria com que a luz do Sol e das estrelas fosse menor. Então
pergunta-se como seria possível que muitas plantas tropicais, que necessitam de
muita luz solar terem sobrevivido por séculos sobre um dossel? A cobertura de vapor (dossel) também
causaria um outro problema muito conhecido: o problema do Efeito Estufa. A
Terra seria como um vidro pelo qual o calor atravessa com facilidade, mas
encontra dificuldade para sair, aumentando a temperatura em seu interior. Isto
seria semelhante ao Aquecimento Global, e conforme a temperatura fosse
aumentando, as águas dos oceanos, rios e mares iriam evaporar. Sem falar que,
com elas evaporando, teríamos mais vapor na atmosfera (e quanto mais vapor,
mais aumentaria o calor). Isto traria ainda outros problemas, pois o vapor com
o tempo, certamente se misturaria com os gases da atmosfera, e com essa
mistura, se desmancharia a camada de vapor, que na ocasião do dilúvio não mais
existiria.

• Com a cobertura exposta à camada
ultravioleta de Ozônio, a água do dossel iria absorver hidrogênio com o ozônio,
e tornaria o oxigênio e o nitrogênio tóxico para animais e seres humanos. Outro problema científico com esta
teoria, é que no momento do dilúvio, quando estas águas mudassem do estado de
vapor para líquido, considerando se tivéssemos uma camada de 12 centímetros de
espessura (uma quantidade insuficiente para chover 40 dias) isto levaria a
temperatura de aprox. 450 °C, e todos morreriam queimados. 

— Mais detalhes, no site
CreationScience (traduzido):
www.creationscience.com/onlinebook/FAQ33
www.creationscience.com/onlinebook/FAQ34
www.creationscience.com/onlinebook/FAQ36

→ Portanto, os argumentos para a
teoria do dossel não sobrevivem quando analisados de perto, pois ela, além de
conter problemas bíblicos, também contém problemas científicos associados à
pressão atmosférica, calor, luz solar, suporte, condensação, efeito estufa e
luz ultravioleta. Além de
tudo isso, ela não explica a inundação, a longevidade antediluviana e nem as
mudanças geológicas. Povos como os egípcios, gregos, romanos e outras culturas
antigas possuem mitos sobre a existência de um dossel, mas não os judeus; logo,
eles não entendiam “raqyia” como uma abóbada celeste. Como foi
dito de início, não é possível sustentar uma teoria como “científica”, se ela
estiver entrando em conflito com a própria ciência (como exemplo disso, já
temos a evolução). 


Baraminologia é um modelo de
classificação dos seres vivos, proposto pelo Dr. Frank L. Marsh. Ele propôs que
deveríamos classificar os seres vivos de acordo com a sua capacidade de
combinação genética, ou seja, os grupos que tem capacidade genética de cruzarem
entre si pertenceriam à mesma espécie básica criada – ou baramin. Este
princípio foi aceito por muitos criacionistas, pois acredita-se que as espécies
originalmente criadas por Deus se diversificaram, e abrangem estes grupos
(capazes de, geneticamente cruzarem entre-si). A baraminologia trabalha para
classificar a vida de acordo com seus respectivos “tipos básicos”, as
“Espécies originalmente Criadas” por Deus. O nome vem da junção dos termos
hebraicos “bara” (que significa criar) + “miyn” (que
significa tipos ou formas básicas). Na área da biologia, os tipos básicos
também são chamados de Espécies Criadas, ou ‘Espécies Ancestrais’, no sentido
de terem dado origem à diversidade atual. Na Biologia, são organismos que
compartilham uma ascendência comum. A expressão foi tirada do
Gênesis, que relata que na semana da criação, Deus criou muitos “tipos” de
organismos. Eles também são referidos como “tipos”,
“espécies originais”,
 “espécies do Gênesis”, e
mais formalmente por cientistas, como “tipos básicos das
espécies”
 – ou “baramin”. Em
contraste com o princípio evolucionário de ascendência totalmente comum (todas
as espécies e seres teriam vindo de um mesmo ancestral), biólogos criacionistas
defendem que toda a vida na Terra não está relacionada com uma única célula, –
mas que a vida foi criada em um número finito de diversas formas, que
posteriormente sofreram especiação (isolamento reprodutivo) e maciça mudança
genética ao longo de milhares de gerações. Apesar de diversos organismos
compartilharem de ascendência comum na biologia criacionista, não trata-se de
evolução das espécies, mas dum processo de diversificação dos tipos ou formas
básicas criados originalmente. Enquanto
na biologia evolucionista os seres vivos compartilham duma ascendência completamente
comum (todos os seres vivos descendem de um mesmo microorganismo que teria
surgido por geração espontânea), na biologia criacionista, diversas formas
diferentes, criadas originalmente, compartilham de uma ascendência comum (isto
é, apenas algumas formas específicas de vida, geralmente equivalente a famílias
ou gêneros, compartilham de um mesmo ancestral comum). Devido a
isto, é importante não se confundir as espécies criadas (baramin) com o que
hoje se classifica como espécie. A espécie básica criada (baramin) é
considerada freqüentemente comparável ao nível de “famílias”, na hierarquia
taxonômica, pelo menos em mamíferos – com a notável exceção da humanidade. Em
alguns casos, como a humanidade, as espécies criadas (baramins) coincidem com
espécies ou gênero (o gênero homo). Em outros casos, tais como os Felídeos,
podem ser equivalentes ao nível Famílias de classificação.
Embora
animais como a raposa e o coiote podem ser considerados como espécies
diferentes (taxonômicas) na biologia, eles ainda são a mesma
“espécie” (tipo básico ou baramin) de animal. A maioria
das controvérsias quanto aos “Tipos básicos” (baramin) gira em torno do limites
entre espécies – a posição em que as espécies não são associadas. Determinar
com precisão o perímetro entre as espécies originais não é tarefa fácil, porque
ele é, na sua essência, um projeto histórico, em que a prova é estritamente
limitada pela evidência disponível hoje. Na ausência da capacidade de observar
diretamente a vida na sua forma original, a classificação das espécies
geralmente gira em torno da compatibilidade reprodutiva – isto é, espécies
ancestrais são geralmente vistas como tendo ascendência comum se forem
reprodutivamente compatíveis. A classificação é mais difícil quando
a compatibilidade reprodutiva é parcial, como no caso da mula, um híbrido do
cavalo e do burro, que, embora seja viável, não é fértil. Para compreender “a
verdadeira” história biomodificacional (microevolutiva) da vida na Terra,
seria importante identificar quais foram os organismos criados no início por
Deus. Deus criou toda a vida, entretanto, não sabemos o quanto os animais podem
ter mudado após a criação. Não podemos identificar nenhum fóssil como sendo uma
forma individual criada originalmente. Os únicos fósseis que temos são de
animais que viveram mais de mil anos após a criação. Não sabemos como eram as
formas originalmente criadas. — Mais
informações sobre BARAMINOLOGIA, veja no PORTAL BIOLOGIA.
Estude a primeira parte AQUI, a segunda, AQUI  e a quarta parte deste estudo AQUI!

Quase tudo sobre o Dilúvio bíblico-histórico – 2ª parte

• Outros
pesquisadores foram mais liberais em calcular que setenta e duas “Espécies
Criadas” de quadrúpedes e menos de duzentas “Espécies Criadas” de aves eram
tudo que se requeria para produzir a diversidade que existe hoje. Segundo os
cálculos, a arca seria capaz de conter cento e vinte mil (120.000) animais com
o tamanho de uma ovelha ou de um cavalo, e ainda sobraria espaço; numa
superlotação, ela poderia conter 125.240 animais com até aprox. 4,5 metros de
altura (usando as dimensões do côvado hebreu “menor”). Se considerarmos outro
tipo de côvado, a capacidade da arca seria bem maior. Por que
Noé poria animais adultos na arca? Animais jovens iriam ocupar menos espaço,
comer menos, e mais fácil de cuidar. Animais jovens também seriam mais fáceis
de domar por serem mais dóceis. O objetivo de ter animais a bordo da arca era
para que eles pudessem reproduzir a espécie, depois da inundação, e repovoar a
Terra. Além disso, animais jovens teriam uma maior capacidade de reprodução, e
estariam aptos a viver mais que animais velhos. Que a
grande variedade da vida animal hoje conhecida poderia ter sido reproduzida de
tão poucas “Espécies Criadas”, é provado pela infinita variedade da espécie
humana — pessoas baixas, altas, gordas, magras, com incontáveis variações da
cor dos cabelos, dos olhos e da pele — todas as quais surgiram da única família
de Noé. Lembrando sobre os estudos realizados nos cromossomos X e Y, e nas
mitocôndrias, que demonstraram a origem comum da raça humana. Estes
estudos são válidos e aceitos em todas as áreas científicas,
 tanto
para Evolucionistas quanto também para criacionistas
.

Haveria guerra entre carnívoros e
herbívoros dentro da arca? 
Geralmente pergunta-se como os diferentes
tipos e espécies de animais, conviveram pacificamente na arca, como haveria paz
entre os animais dentro da arca. Cientificamente falando, há motivos que
cooperariam para a paz entre os animais dentro da arca:

• Noé teria levado exemplares
filhotes consigo na arca, que dariam menos trabalho, menos alimentação e seriam
mais fáceis de domar. Por serem filhotes, eles seriam mais pacíficos e menos
violentos que exemplares adultos.

• Outro
ponto científico que colaboraria para a paz dentro da arca seria o estado de
hibernação. Hibernação é um estado de entorpecimento (paralisia, falta de ação)
ou sono letárgico (sono profundo e duradouro do qual somente com dificuldade e
temporariamente se pode despertar); durante o período de hibernação, o
organismo abaixa ao máximo o seu consumo de energia, possibilitando que eles
suportem longos períodos de tempo sem se alimentar. Os animais
que hibernam passam longos períodos em repouso absoluto e sono profundo,
durante o qual não se alimentam, e o seu ritmo de batimento cardíaco diminui
(cerca de um centésimo do normal). A energia necessária para a sobrevivência
dos animais que hibernam, é obtida a partir das gorduras armazenadas no seu
tecido adiposo (gorduroso), que funciona como um reservatório de energia, as
quais são repostas quando o animal voltar à sua atividade normal. Os animais
têm condições de hibernar 18 meses, e eles ficaram menos de treze na arca. Deus
deve ter conduzido os animais ao estado de hibernação; as condições também eram
favoráveis pra que eles hibernassem: talvez, por ficarem muito tempo parados e
no mesmo ambiente, com pouca variedade alimentícia, somado ao frio, a
“monotonia” que enfrentaram reduziria a atividade do organismo e os faria
hibernar. Com a diminuição do metabolismo, as fezes também seriam mínimas e a
quantidade de comida levada por Noé e família seria suficiente para alimentar
todos os animais por quase um ano.
• Há
também pontos teológicos que podem explicar como os animais puderam viver em
paz entre si, na arca. É citado o relato do livro apócrifo A Caverna
dos Tesouros,
 que diz que Deus, fez com que reinasse a paz entre os
animais, ferozes e mansos dentro da arca, fazendo com que convivessem
pacificamente, conforme a paz que haverá no futuro Reino Milenar, descrita em
Isaías 11:6-9. Se este
argumento é válido ou não, isto fica a critério de cada
pessoa. Devemos lembrar que o dilúvio em si, foi um evento sobrenatural, e Deus
deve ter intervindo de muitas maneiras para preservar os seres humanos e os
animais. Que houve harmonia entre os animais na arca, não há dúvidas, pois logo
de início notamos harmonia entre eles no momento de entrarem na arca, quando os
mais diversos tipos de seres vieram até Noé, e entraram de dois em dois na
arca, sem guerra. Há também
quem acredite que homens e animais eram vegetarianos antes do dilúvio, pelo
fato de Deus, quando criou os animais e o homem, lhes ter designado apenas a
alimentação vegetal (Gênesis 1: 29,30), e a ordem para que se alimentassem de
carne só ter sido dada após o dilúvio (Gênesis 9: 2-4 ). Mas a maioria dos
cristãos acredita que esta dieta originalmente vegetariana foi alterada logo
após a queda do homem; que quando o pecado entrou no mundo, os relacionamentos
harmônicos entre homens a animais foram alterados, afetando também a cadeia
alimentar.

Como animais específicos de cada
região foram até a arca
 Embora Deus tenha trazido os animais
até Noé, há duas possibilidades que podem ter facilitado a chegada dos animais
até Noé. É possível que havido apenas um único continente antes do dilúvio, o
que facilitaria que animais exemplares dos tipos básicos, situados em
determinadas regiões do planeta, não tivessem de atravessar os oceanos para
chegarem até a arca. Antes do
dilúvio também, deve ter havido uma rica fauna, sem a ameaça de extinção (pois
como sabemos, o risco de extinção tem feito com que várias espécies ameaçadas
tenham poucos exemplares preservados em apenas uma ou poucas regiões do
planeta, – causando assim a interrogação de pessoas que imaginam ter tais
exemplares vivido apenas na região em que subsiste atualmente). Animais como os
pingüins, camelos, ursos polares, o canguru da Austrália e o lobo-guará das
Américas, são animais que, devido ao seu isolamento numa determinada região, e
sua “adaptação” a esta, hoje só existem naquela determinada região do mundo. No caso
destes, os animais se isolaram na região em que vivem, e muitos exemplares
entraram em extinção em outras regiões do planeta, e hoje, só são encontradas
em uma única região do planeta. Como antes do dilúvio não havia tanta
destruição ambiental, mas uma fauna rica e abundante, não deveria haver casos
de espécies subsistirem apenas em uma ou poucas regiões. Isto se
deu após o dilúvio, quando os exemplares tiveram que se adaptar, e com o tempo,
em determinadas regiões do mundo foram extintos, resultando hoje em apenas
poucos exemplares da espécie em poucos lugares do mundo. Além da ameaça de
extinção de muitas espécies, a competição – disputa por alimentos, água,
território, etc – atua no controle do número de indivíduos, regulando o número
das populações (quando diversas espécies de animais passam a viver na mesma
região, ao mesmo tempo, formam-se as chamadas “populações”). Há animais ameaçados de extinção que
só existem, por exemplo, na América e na África. Se os exemplares da espécie
que há na América forem extintos, as próximas gerações talvez, estarão se
perguntando como Noé fez para colocar exemplares dessa espécie na arca, se eles
só existem no continente africano. Com o tempo, os chamados “animais específicos
de cada região” se adaptaram ao tipo de habitat e de região em que vivem
atualmente. Há alguns
dias estive vendo uma reportagem onde ambientalistas diziam que, devido à
mudança do ambiente o lobo guará do Brasil está tendo que se adaptar a um novo
tipo de ambiente onde não vivia antes. Isto é uma prova de que os seres vivos
possuem grande capacidade de adaptação. Veja o exemplo dos animais domésticos:
muitos destes eram silvestres (como cães, gatos e cavalos); mas foram
domesticados pelo homem, perderam o instinto selvático e mudaram seus habitats,
se adaptando ao ambiente doméstico. O lobo-guará, por exemplo, é uma
espécie da qual subsistem exemplares apenas em alguns países das Américas, mas
que num passado remoto se encontrava também em outras regiões do mundo. Por
isso, não devemos pensar que Noé teve de vir nas Américas buscar um lobo para
preservar na arca, ou que este teve de atravessar os oceanos para chegar até
lá. O mesmo se deu com as demais espécies. As escrituras relatam que Deus
trouxe os animais até Noé, ele não precisou sair por aí ajuntando-os. Somente
Deus estaria apto a escolher o “melhor material genético”, os
exemplares mais capazes de sobreviverem e de suportarem a todos os eventos e
circunstâncias, durante e depois do dilúvio.
Como as
plantas sobreviveram ao dilúvio? 
Existem
cerca de 275 mil espécies de plantas no mundo. As espécies vegetais
sobreviveram ao Dilúvio através de seus esporos, sementes, brotos e alguma
outra forma possível de resistir às condições próprias do evento. Tais partes
das plantas são geralmente muito resistentes e podem germinar após vários meses
de espera, justificando a não necessidade de levar exemplares na Arca de Noé. Além
disso, existe um mecanismo de diversificação das plantas semelhante ao dos
animais, não precisando que as 275 mil espécies atuais tivessem exemplares
vivos (não na forma de plantas adultas, mas sim de sementes, esporos, brotos,
entre outros), mesmo que a sobrevivência não seja um problema. A Arca poderia
carregar muitas sementes diversas, contudo a Bíblia cita apenas o carregamento
vegetais próprios para a sobrevivência (alimentação) das pessoas e animais.
Assim, Deus não ordenara que se levasse na arca exemplares de cada vegetal
existente, e não há necessidade para tal devido à facilidade de propagação e
resistência das plantas. Há alguns
anos no Japão foram encontradas após algumas escavações, sementes de um tipo de
árvore que estaria extinta há alguns milhares de anos (há 10.000 anos). E após
plantarem as sementes elas germinaram. Se estas sementes conservadas há tanto
tempo foram capazes de germinar, logo as plantas também poderiam voltar a
germinar menos de um ano após o início do dilúvio; pois as plantas já
germinavam antes mesmo que os tripulantes da arca saíssem dela, logo quando a
superfície terrestre secou.
A prova
disso foi que a pomba, depois de trazer o ramo de oliveira, não retornou mais a
Noé – o que significa que ela encontrou alimento suficiente para sobreviver
independentemente fora da arca, na superfície, pro resto de sua vida. Não
sobreviveram florestas inteiras ao dilúvio. No entanto, seus restos mortais,
junto da lama, devem ter fornecido condições boas para preservação também de
muitas sementes de plantas, e logo após as águas abaixarem, os brotos
começariam a florescer. Isto é evidenciado até mesmo pela descrição bíblica.
Micróbios Quase todos os microorganismos são
resistentes à água. Isto já foi comprovado por microbiologistas. Os que não
podem sobreviver na água, são capazes de sobreviver no ar ou como parasitas.
Noé não precisava ter conhecimento em microbiologia, nem saber da existência de
seres como amebas, vírus, bactérias e vermes microrgânicos, pois não era
preciso que Noé os colocasse na arca. Justamente por isso, Deus não os
mencionou a Noé. Seres
microscópicos se encontram presentes em todos os lugares que se puder imaginar;
obviamente alguns microorganismos deveriam estar presentes na arca, não para
preservação, mas como intrusos e parasitas nos seres que ali estavam, e no
ambiente. É muito óbvio que, se havia ar e água dentro da arca, alguns dos
microorganismos que vivem no ar ou na água, podem ter penetrado em seu
interior.

Insetos e
artrópodes 
Sabemos
que os pequenos artrópodes são insetos incapazes de sobreviver num ambiente
aquático, mas devemos considerar a resistência tremenda de seus ovos e larvas.
Esses ovos poderiam ficar soterrados junto das florestas ou em qualquer outro
ambiente, ou mesmo flutuar na água. Um ovo do mosquito da Dengue pode eclodir
até 10 dias (ou mais) depois de posto se não encontrar condições ideais,
ficando na beirada de vasos com umidade, por exemplo. Outros invertebrados não
teriam dificuldade em viver no lamaçal sob as águas do dilúvio. Não
sobreviveram florestas inteiras ao dilúvio. No entanto, seus restos mortais,
junto da lama, devem ter fornecido condições boas para preservação de muitas
sementes de plantas e ovos de insetos. Logo após as águas abaixarem,
recomeçaria a vida na floresta, com seus pequenos invertebrados saindo da Terra
e brotos florescendo. Os
artrópodes são conhecidos por sua incrível resistência, e as condições do
Dilúvio não devem ter sido nenhum problema para eles, especialmente se
considerarmos o imenso número de indivíduos e a resistência também de seus ovos
e larvas, formas mais prováveis de sobreviver. A Arca também, pode ter
carregado muitos insetos entre os vegetais e animais.

Porque os
cupins não devorariam a arca 
Primeiramente, os cupins são insetos
e vegetarianos. É certo que cupins constroem suas casas na madeira ou então no
solo. São capazes de alimentar-se também (mas não apenas) de objetos de
madeira, por causa da celulose, (que também é encontrada nos vegetais). Alguns
atacam plantas vivas, raízes, sementes, cereais e tubérculos. Geralmente cupins
só alimentam-se de madeira com sinais de apodrecimento, e na ausência ou
escassez de alimentação vegetal (como folhas, raízes, etc). Por isso, quando
entram em um ambiente sem vegetação natural, numa casa por exemplo, os cupins
podem se alimentar dos objetos de madeira, causando sérios prejuízos. Mas por
serem insetos, os cupins são seres que não precisariam entrar na arca. E mesmo
se houvesse, um casal de cupins, não seria o suficiente para afundar uma arca;
(um único cupinzeiro não é capaz de dizimar uma floresta). Lembrando que havia
muita alimentação vegetal (celulose) a bordo da arca, suficiente para alimentar
seres tão pequenos. Mas invertebrados, seres aquáticos e anfíbios – são seres
que Noé não precisaria levar na arca, pois estes poderiam sobreviver fora dela.
Justamente por isso, Deus NÃO ordenou que Noé levasse consigo nenhuma destas
três classes. Assim, não haveria cupins na arca.

Sete, ou um par de cada espécie? As escrituras declaram que dentre os
animais e aves limpas, Noé não levou apenas um casal, Noé levou sete casais (ou
pares). Esta foi uma ordem adicional que Deus dera a Noé quando lhe
ordenou que entrasse na arca, sete dias antes do início da inundação. Enquanto a primeira ordem se ocupou
de tratar dos detalhes da construção da arca (sem mencionar que haveria
diferença entre o número dos limpos e impuros preservados), a segunda,
focalizou os detalhes sobre o número de exemplares que deveriam serem
preservados. Alguns
comentaristas sugerem que, talvez, Deus só tenha enfocado os detalhes sobre o
número de animais preservados na segunda ordem, para que isto não preocupasse
Noé durante o projeto de construção da arca. 
Sabemos
que Noé usou destes animais limpos como holocausto (Gn 8.20). Além de serem
usados para holocaustos, este número maior de animais limpos faria com que as espécies
limpas (que compõem grande parte dos herbívoros) se tornassem mais numerosas
que as imundas (que compõem grande parte dos carnívoros), servindo de alimento
a estas, – evitando assim que houvesse tanto a extinção dos carnívoros, por
falta de alimento, e dos herbívoros, por serem devorados estando em poucos
números. Obviamente
Deus queria que das aves e animais limpos fosse preservado um maior número, uma
maior quantidade. Observando que a maioria dos limpos estão entre os
herbívoros, então, podemos concluir que com uma maior preservação dos limpos
herbívoros, haveria mais alimento para os carnívoros e para os humanos. Eles
alimentariam os predadores carnívoros, dando maior estabilidade (equilíbrio) à
cadeia alimentar logo após o dilúvio. E também, serviriam como alimentação
carnívora aos humanos. A
separação em versículos nos causa a impressão de que Noé teria levado sete
pares de todas as aves, enquanto dos animais, apenas 7 pares dos limpos. Sem
divisão de versículos (forma original do texto), o texto é entendido de forma
mais clara. Por isso, os estudiosos sugerem que Noé entendera que o mesmo
processo de separação entre limpos e impuros feito com animais, também deveria
ser feito com as aves; afinal, não havia nenhuma finalidade em se preservar sete
pares das aves imundas. Atualmente
há cerca de 15.000 espécies de pássaros. No livro “O Dilúvio de Gênesis”, Henry
Morris e John Whitcomb argumentam que pode ter havido apenas 8.600 espécies de
pássaros na época de Noé (considerando o sentido de espécies atual), e que a
expressão “sete de cada” é uma referência “apenas a animais limpos”,
e que havia muitas aves e animais impuros a bordo. Estas 8.600 espécies
poderiam serem reduzidas a poucos tipos básicos criados originalmente.


Sobrevivência após o dilúvio Como os sobreviventes do dilúvio
fizeram para se alimentar quando saíram da arca, já que tudo havia sido
destruído? Observe que após as águas do dilúvio minguarem, a pomba trouxe um
ramo de oliveira para Noé. Isto significa que já havia vegetação na superfície,
em rápido processo de crescimento. A Terra passara mais de um ano sem ser
cultivada ou explorada pelo homem, enquanto passava pelo processo de
transformação geológica. Isto nos
faz lembrar do “ano sabático”, onde a cada sete anos, Deus ordenara um ano de
descanso, e no ano seguinte a este sétimo, a terra produzia duplicadamente, com
capacidade dobrada. Isto deve ter ocorrido também no ano após o
dilúvio. Como, em tão pouco tempo, a pomba poderia ter encontrado uma
oliveira, e depois, alimento suficiente para nunca mais ter que voltar à Noé? Pelos cálculos, a pomba teria sido
solta mais de dois meses e meio antes que Noé saísse da arca; dois meses eram
suficientes para a reprodução vegetal em vários lugares da superfície. Observem
a Providência divina: quando Noé soltou a pomba pela segunda vez, esta
trouxe-lhe um ramo de oliveira; sete dias após este, a pomba já não voltou
mais. Isto significa que ela já havia encontrado alimento suficiente para
sobreviver fora da arca, por isso não retornou nos dois meses seguintes nem
nunca mais para se alimentar. Enquanto
isso, muita vegetação já teria crescido sobre a superfície, (pelo menos, o
suficiente para a alimentação até que tudo se estabilizasse novamente). Os
animais que saíram da arca seriam férteis, e teriam capacidade de, em pouco
tempo repovoarem e diversificarem suas respectivas espécies e encherem a Terra,
conforme a benção de Deus (Gênesis 8:17). Os anfíbios, que vivem na terra e na
água, e os animais marinhos, que sobreviveram fora da arca, estariam em maior
quantidade que os animais terrestres, e também serviriam de alimentação para
estes e aos humanos. Hoje já se
fala que, devido à superlotação do planeta, no futuro teremos que extrair
grande parte de nossa alimentação do mar. O mesmo deve ter acontecido após o
dilúvio: o mar teria alimento em abundância, por isso grande parte da
alimentação deve ter sido retirada do mar. Também, quando as águas do dilúvio
secaram, muitos cadáveres devem ter ficados expostos sob a superfície, (de
animais e humanos que não foram soterrados e fossilizados) – que estariam em
estado de composição, (processo que, teria sido retardado até aquele momento
pela conservação do sal e da água). Estes restos mortais proporcionariam
alimentação por um bom período à muitas aves de rapina (como os abutres e os
corvos), e para animais que se alimentam de ‘carne morta’, como as hienas. Devemos
lembrar novamente que, considerando que os tipos básicos levados por Noé não
eram iguais às classificações biológicas modernas de espécies, podemos dizer
que haveria uma quantidade suficiente de alimentação para os poucos exemplares
levados com Noé, após saírem da arca. Lembrando também, que Noé levara uma
quantidade maior de animais e aves limpas, que, por formarem grande parte dos
seres herbívoros, podem ter servido de alimentação aos carnívoros após o
dilúvio. A
declaração divina de que temor e espanto se apoderariam dos animais diante de
Noé e sua família (“Pavor e medo de vós virão sobre todos os animais da
terra
 e sobre todas as aves dos céus”… GN 9:2-4), seria uma garantia
de proteção e sobrevivência aos humanos diante das feras e animais selvagens
após saírem da arca. Os estudiosos dizem que, devido a isto, Deus disse a Noé
que de todo o animal Ele iria requerer e cobrar o sangue do homem, caso este
fosse derramado (GN 9.6,7). Após saírem da arca, o ambiente deveria estar com vegetação crescente e
abundante (em 100 dias cresce bastante vegetação), e para os herbívoros não
deve ter havido qualquer problema. Os carnívoros também estavam em pequena
quantidade, e precisamos considerar aqui a maior duração das gerações dos
carnívoros que dos herbívoros; os herbívoros, ao se multiplicarem mais rápido e
por estarem em maior quantidade (os animais limpos, levados em maior
quantidade, na maioria eram herbívoros) serviram de alimento para os
carnívoros.
A primeira parte desta pesquisa AQUI. Este poderoso estudo continua AQUI!

Quase tudo sobre o Dilúvio bíblico-histórico – 1ª parte

Introdução Desde a publicação da obra “The
Genesis Flood”
 (O Dilúvio de Gênesis), sobre o dilúvio global, de John
C. Withcomb e Henry M. Morris, em 1961, viu-se pela primeira vez após o
surgimento do darwinismo, uma possibilidade clara de defender o relato do
dilúvio bíblico, com evidências geológicas sólidas. Esta foi uma obra que teve
uma influência marcante. Diante de
tantas evidências esmagadoras, não há como dizer que não houve um dilúvio em
nosso planeta. E por não aceitarem o relato bíblico, críticos, até mesmo no
meio científico, a partir do relato mesopotâmico do dilúvio lançaram uma teoria
de que o dilúvio bíblico teria sido apenas uma inundação local, na região da
Mesopotâmia. Mas tal teoria desaba quando examinamos a fundo TODAS (não apenas
algumas) evidências. Os
críticos escolheram o relato mesopotâmico apenas por conveniência, pois os
antropólogos sabem que existem mais de 270 relatos diferentes acerca do dilúvio
espalhados pelo mundo, (e não apenas o bíblico e o mesopotâmico). Além disso,
os relatos mesopotâmicos não narram nenhuma ‘inundação regional’ na
Mesopotâmia, mas um dilúvio global, o que faz com que a crítica entre em
contradição. A ciência
não nos fala sobre Noé e nem sobre sua arca, mas ela fala sobre “o dilúvio e
suas conseqüências”. Ela pode apenas mostrar evidências deste evento, e tentar
explicar como seria possível a Noé sobreviver a este, com os exemplares das
espécies animais. As escrituras falam sobre Noé e relatam alguns detalhes do
dilúvio. Por isso, faremos uma abordagem teológica e científica das questões
fundamentais sobre o dilúvio.
• Um
surpreendente acontecimento tem sido o ressurgimento da interpretação
catastrófica na geologia (catastrofismo). Por muito tempo, a principal
interpretação geológica fora que os fósseis e as alterações geográficas da
Terra haviam sido causadas pelo dilúvio. Mas com o surgimento do darwinismo, os
fósseis e as alterações geológicas passaram a ser interpretadas por geólogos
modernos como evidências da evolução ao longo milhões de anos.
Com o
tempo, porém, mais provas que apoiaram o catastrofismo foram encontradas, e
ressurgiu a interpretação geológica catastrófica, de que a Terra passou por uma
grande catástrofe, que gerou os fósseis e várias alterações no planeta. Os
registros fósseis dão testemunho de um dilúvio Universal e testemunham que a
Terra passou por uma grande catástrofe.

Catastrofismo e algumas evidências do
dilúvio 
Um acontecimento como o dilúvio
deixaria suas marcas no planeta. Muito daquilo que se chama de ‘evidências da
evolução’, são na verdade, evidências deixadas pelo dilúvio. Os dados
geológicos e o registro fóssil são os mesmos para evolucionistas e para
criacionistas. Muda-se apenas a interpretação. Para o Criacionismo, os fatos
atestam que o dilúvio de Noé teve um forte impacto geológico, deslocando
continentes, criando rochas, erodindo e redepositando sedimentos, elevando montanhas
e inundando vales. Os vastos
depósitos de sedimentos e fósseis, espalhados por toda Terra, desprovidos de
evidências concretas de evolução, constituem exatamente o que seria de esperar
de um dilúvio global: bilhões de espécies animais sepultados em camadas de
rochas. Outra evidência são os fósseis. Fósseis comumente são formados por
‘soterramento’; sob condições normais não surgem fósseis. Em condições normais,
os organismos apenas se decompõem. O que teria causado a soterração de tão
grande massa e número de seres, senão uma grande catástrofe? E é exatamente uma
“grande catástrofe geológica” o significado do termo hebraico
“Mabbul”, que é traduzido por dilúvio. Em TODAS
as grandes cadeias de montanhas do mundo existem fósseis de seres marinhos,
inclusive, moluscos e conchas do mar, o que evidencia que elas já estiveram
debaixo de água. Cerca da metade dos sedimentos sobre os continentes vieram do
mar. Por que tanto material marinho se depositou sobre os continentes? Em todo o
mundo existem florestas “fossilizadas”, como era de se esperar de um dilúvio
global. Algumas destas florestas abrangem áreas enormes, de dezenas e até
centenas de quilômetros quadrados. Elas testemunham que houve um sepultamento
catastrófico, que fossilizou até florestas.

Não deixa de ser significativo também
o fato de que as mais antigas civilizações conhecidas surgiram cerca de
trezentos anos após o dilúvio de Noé. Os registros históricos mais antigos que
se conhecem têm cerca de quatro mil e quinhentos (4500) anos. São dessa época
as civilizações mais antigas. As primeiras civilizações surgiram
cronologicamente próximas do dilúvio e também, com nomes e línguas
(toponimologia) baseadas nos filhos e netos de Noé. Isto é evidenciado nas
línguas e civilizações mais antigas, todas relacionadas aos descendentes de
Noé, – como as línguas semíticas, camíticas e jafetitas. Assim
sendo, a principal razão pela qual muitos rejeitam o dilúvio, não é por falta
de evidências empíricas, mas apenas pela sua adesão aos postulados da geologia
uniformitarista, mesmo que as evidências favoreçam ao catastrofismo.

Relatos de povos e culturas
diferentes sobre o dilúvio como “UM FATO” histórico 
Há quem pense que além da Bíblia, o
dilúvio é descrito apenas nos contos mesopotâmicos (na “Epopéia de Gilgamés” e
na “Epopéia de Athasis”). Estas histórias também falam de um dilúvio global,
mas diferem do relato bíblico. Trata-se de um desconhecimento, pois relatos de
um dilúvio são encontrados em TODOS os continentes e entre quase todos os povos
da Terra, na cultura de diferentes povos, principalmente nas civilizações mais
antigas. A
existência de histórias sobre o dilúvio, algumas bastante paralelas ao relato
bíblico, é impressionante. Em 1963, o arqueólogo americano Howard F. Wos
publicou o livro “Gênesis e Arqueologia”, onde ele descreve com
detalhes estes registros. Até agora, os “antropologistas” já reuniram
mais de 270 histórias acerca do dilúvio, que chegam a quase 300 narrativas
diferentes do dilúvio vindas de todas as partes do mundo. Esses
relatos se referem a um dilúvio destrutivo ocorrendo logo no início de suas
respectivas histórias, (em quase todos estes, o dilúvio ocorreu no início
destas civilizações). Em cada caso, somente um ou poucos indivíduos foram
salvos, e encarregados de repovoar a Terra. Não se pode dizer que o dilúvio foi
um mito, enquanto temos o testemunho de mais de 250 povos dizendo que não foi.
Isto seria ignorar as evidências. Há relatos
do dilúvio em contextos culturais tão diferentes como mexicanos, algonquinos,
havaianos, sumerianos, guatemaltecos, Babilônia, Pérsia, Síria, Turquia,
Grécia, Roma, Rússia, China, Índia, Ilhas Fiji, os Aborígines na Austrália,
algumas civilizações das Américas do Norte, Centro e Sul, e muitos outros
povos. Um
cientista que tem trabalhado em analisar e comparar estes relatos é o Doutor
Henry Morris, do “Institute Research for Creation ” (Instituto de
Investigação para a Criação) – um instituto científico criacionista dos EUA.
Ele diz que embora hajam quase 300 histórias sobre o dilúvio, nenhuma delas
contém a beleza, clareza e os detalhes dados na Bíblia. Mas cada uma é
significativa para sua própria cultura. E embora existam diferenças comuns
entre estas, o Doutor Henry Morris lista várias semelhanças entre estas
narrativas e o relato bíblico:
• em cerca
de 95 % das narrativas, o dilúvio foi GLOBAL, atingiu o mundo inteiro (apenas 5
% narram um dilúvio local). Entre estas, incluem-se os famosos relatos
mesopotâmicos, que também narram um dilúvio de escala global.
• em cerca
de 95% dos relatos, o dilúvio não foi apenas uma chuva, foi uma grande
catástrofe;
• em cerca
de 88%, houve uma família que foi favorecida;
• em cerca
de 66%, eles foram avisados;
• em cerca
de 66%, o dilúvio foi enviado devido à abominação do homem;
• em cerca
de 70 %, sobreviveram por meio de um barco;
• cerca de
67% dos relatos dizem que os animais também foram salvos;
• cerca de
35% dizem que as aves foram soltas, para ver se a superfície estava seca;
• cerca de
13% dizem que os sobreviventes ofereceram sacrifícios após saírem do barco;
• e em
cerca de 9%, exatas oito pessoas foram salvas. Mas há aqueles que dizem que
apenas um sobreviveu, como a “Epopéia de Gilgamés”, que tem Utnapishtim como o
herói sobrevivente do dilúvio. Contudo, na maioria dos relatos o número de
sobreviventes é próximo a oito.
Alguns
relatos também mencionam o arco-íris, e que repousaram sobre uma montanha, e
dali repovoaram a Terra. (+
informações, no site do “Institute for Creation Research” (traduzido))

Definições
de Dilúvio 
A palavra
hebraica usada em Gênesis para dilúvio é o termo hebraico “Mabbul”,
que indica “uma grande catástrofe, uma catástrofe sísmica que causa
transformação geológica”. A palavra “Dilúvio” vem do
termo latim “Diluviu”, (que foi usado na Vulgata). O termo latim
‘Diluviu’ significa “uma grande inundação, cataclismo”. Já na
Septuaginta grega, a expressão hebraica “Mabbul” foi traduzida por
“Kataklysmós”, (de onde vem a palavra Cataclisma). Kataklysmós
significa “catástrofe, efeito sísmico, transformação geológica”. Esta
é exatamente a mesma definição que o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa dá
para a palavra cataclisma: “Transformação
brusca e de grande amplitude da crosta terrestre”.
Todas
essas expressões (kataklysmós, diluviu) têm suas origens na expressão hebraica
“Mabbul”, que também possui os mesmos significados acima: “Uma
catástrofe sísmica que causa transformação geológica”.
Portanto,
é errado pensar que o Dilúvio se resumiu a uma simples chuva. Ao contrário do
que muitos pensam, o dilúvio bíblico não foi apenas uma chuva, e não durou
apenas 40 dias. O dilúvio também foi um processo de transformações continentais
e alterações geológicas que ocorreram na Terra enquanto Noé esteve na arca.

Tamanho e
dimensões da Arca de Noé 
A arca tinha “300 côvados de
comprimento, 50 de largura e 30 côvados de altura”. O côvado era a unidade
de medida da antiguidade, correspondendo aprox. do cotovelo de um homem até a
ponta de seus dedos. Há quem acredite que Moisés tenha usado o côvado egípcio,
mas a maioria acredita que ele usou o côvado de seu país, o hebraico. Os
hebreus e os egípcios usaram dois tipos de côvados: um maior e outro menor. Dos
côvados egípcios, o maior tinha cerca de 52 centímetros e o MENOR, 45 cm. O
côvado hebreu MAIOR tinha cerca de 53 centímetros, e o côvado hebreu menor
tinha entre 45,7 e 43 centímetros. Com base
no ‘côvado hebreu menor’, a arca teria aproximadamente 135 metros de
comprimento, 22,5 metros de largura e cerca de treze metros de altura,
(considerando-o como 45 cm). Considerando
o ‘côvado hebreu maior’, teríamos a arca com dimensões maiores: – cerca de 159
metros de comprimento, 26,5 m de largura e cerca de 15,9 m de altura. As
dimensões do côvado hebreu menor, (135 m comprimento x 22,5 m largura x 13 m de
altura) se tornaram as ‘dimensões padrões’ aceita por judeus, cristãos e
críticos.
A ARCA NÃO
ERA TÃO PEQUENA. Tinha aproximadamente 150x25x15 metros.Ela teria então cerca
de 40.500 metros cúbicos. Caberia um prédio de 63 andares dentro dela; e teria
capacidade para levar 120 mil animais do tamanho de uma ovelha nela, (e ainda
sobraria espaço). Precisamos lembrar também que a
palavra hebraica traduzida por “espécie’ significa “Tipos
básicos”. Até poucos séculos atrás, a palavra espécie não tinha o mesmo
significado que possui hoje. Lembrando TAMBÉM que, Noé não levaria animais
adultos, mas filhotes (e/ou até ovos) consigo dos referentes “tipos
básicos” das espécies originalmente criadas, – sendo estes, seres
multigenes ( seres com potencial, capacidade genética de gerar a diversificação)
– que logo após o dilúvio produziriam a diversificação de espécies no mundo. A arca tinha o volume de
aproximadamente 41 mil metros cúbicos (m³). É preciso lembrar que a arca de Noé
tinha 03 andares, o que ‘triplicava’ sua capacidade. A área total do piso nos
três andares da arca era de 30 a 40 mil metros quadrados (m²). De acordo
com Gênesis 6:16, a arca tinha, também, uma abertura, que servia como janela;
mas a localização exata desta abertura não é clara no texto. Duas traduções são
possíveis:
1ª) O
texto pode ser traduzido como “uma abertura para a luz no topo da
arca”
(Gen.
6.16) …”Farás na arca uma janela, e
de um côvado a acabarás EM CIMA; e a porta da arca porás ao seu lado” – (Almeida Corrigida). POSSÍVEL
TAMANHO DA ARCA – 3 ANDARES PARA CONTER OS “TIPOS BÁSICOS”. O texto
hebraico também pode significar que a abertura ficava ao lado. Sendo assim, a
abertura poderia estar abaixo do beiral, (bem acima da porta), e conteria um
beiral que protegeria a entrada da água. 

2ª) Ou uma abertura ‘entre o teto e o
corpo da arca’; uma abertura acompanhando o cumprimento total do barco, que
estaria situada abaixo do beiral. (Gen.
6:16) … “Farás ‘ao seu redor’ uma
abertura de um côvado de altura; a porta da arca colocarás lateralmente”. – (Tradução adotada pela versão Almeida Atualizada).
Com base
nesta tradução, alguns comentaristas sugerem que esta abertura ‘AO SEU REDOR’,
seria uma fresta de aprox. 45 cm, acompanhando o comprimento total do barco,
abaixo de um beiral. Isto facilitaria a ventilação no ambiente e traria certa
iluminação para dentro da arca, e ainda impediria a entrada de chuva, pela
proteção do beiral.

De onde
veio e para onde foi toda a água do dilúvio 
Antes do
dilúvio, havia água suficiente para cobrir todo o Planeta. Uma “resposta
simples” para esta pergunta, é que as águas do dilúvio hoje estão
acomodadas nos oceanos, e que a maior parte delas vieram do subterrâneo.
Também, há muita água congelada, mais do que se imagina: apenas na Antártida (Pólo
Sul), há tanta água congelada, que se ela descongelasse e fosse para os
oceanos, o nível do mar subiria 60 metros em TODO O PLANETA, inundando a maior
parte das cidades litorâneas do mundo. Antes do
dilúvio, os oceanos não eram tão fundos, e consequentemente, eram mais rasos.
Uma grande parte das águas dos oceanos atuais estavam nas fontes subterrâneas.
Por que a maior parte das águas veio do subterrâneo? As águas
subterrâneas hoje, representam cerca de um terço do volume total das águas
continentais. Antes, deveria representar uma proporção muito maior. Estima-se
também que, pelo menos 30 % de toda a água doce do Planeta estão nas camadas
inferiores, abaixo do subsolo. Abaixo da
superfície, de 9 a 12 km de profundidade, pesquisadores encontraram na
península de Kola, entre camadas de granito e basalto uma enorme quantidade de
água. No mundo inteiro, inclusive no Brasil, se encontra água no subterrâneo,
em alguns lugares, há mais de oito quilômetros de profundidade. Porém, nem
todos os locais do planeta possuem a mesma quantidade de água subterrânea, e
nem a mesma profundidade; em alguns lugares, a água é salgada, enquanto em
outros, doce.
Há regiões
que são mais rasas que outras, enquanto outras são mais profundas; isto varia
de lugar para lugar, no mundo inteiro. Mas o fato de haverem fontes
subterrâneas rasas e outras profundas evidencia que, durante o dilúvio, alguns
lugares “cederam” quando a água era jorrada para a superfície:
afundaram, e aprofundaram os oceanos, que hoje acomodam as águas que
anteriormente estavam abaixo. Talvez seja este mais um motivo pelo qual o fundo
dos oceanos e mares são verdadeiros abismos profundos. Durante
muito tempo sustentou-se a idéia de que o fundo dos oceanos fosse perfeitamente
plano. Mas além de verdadeiros abismos, há cadeias de montanhas, uma variedade
de relevo no fundo dos oceanos. As “fossas abissais” – que são áreas deprimidas
(rebaixadas), encontram-se abaixo de 5 mil metros de profundidade, podendo
atingir mais de 10 mil metros de abismos, como a “fossa das Marianas” (em torno
das ilhas das Marianas), no oceano Pacífico, com 11.034 m de profundidade. É
significativo o fato de que 75% da superfície terrestre se encontra coberta de
água. Em alguns poços na Bavária, Alemanha, encontrou-se rachaduras com água
salgada a 9 km de profundidade, enquanto na Península de Kola, Rússia, foi
encontrado fluxo de água mineral muito quente a 12 km abaixo da superfície
entre as rochas de granito e de basalto. Antes, as
montanhas não eram tão altas, e os oceanos e vales não eram tão profundos.
Portanto, as águas do dilúvio, não tiveram que cobrir o Everest e as altas
montanhas que vemos hoje, porque elas ainda não existiam. A bíblia testifica
isso quando diz que as águas ultrapassaram 7 metros (15 côvados) acima dos
cumes dos montes.
• O
evolucionismo tem uma interpretação similar à criacionista sobre o processo da
formação de montanhas: segundo o evolucionismo, as grandes cadeias de montanhas
se formaram através de “violentas transformações na crosta terrestre
(litosfera)”.

As pessoas
geralmente imaginam que as águas do dilúvio teriam que cobrir montanhas
gigantescas, como o Everest, que tem mais de oito mil metros de altura. É claro
que não há água suficiente para cobrir montanhas tão gigantes como o Everest,
isso é

verdade; para cobrir uma montanha tão
alta como o Everest, a mais alta do mundo, seria preciso 4,4 bilhões de metros
cúbicos (m³) de água; só que antes do dilúvio, as montanhas não eram tão altas.
Não precisaríamos ter 4,4 bilhões de m³ de água, porque as formações geológicas
antediluvianas eram totalmente diferentes.

Assim,
quem disse que não haveria água suficiente para cobrir o planeta? Se a
superfície da Terra fosse plana, sem montanhas ou bacias oceânicas, ela seria
coberta por uma camada de água com 3 km de profundidade; ou seja: as águas do
dilúvio atingiriam até três quilômetros acima da superfície terrestre. Visto
que as águas do dilúvio alcançaram 15 côvados [cerca de 7 metros] de altura
acima de TODOS os montes, isto significa que as montanhas antediluvianas mais
altas, teriam menos de três quilômetros de altura (uma média de 2,5 km). Antes do
Dilúvio, certa quantidade de água estava nos mares (não tão vastos como os de
hoje), na atmosfera, e uma quantidade desconhecida de água estaria no
subterrâneo do planeta. Durante o
Dilúvio, acredita-se que a área onde agora está o Monte Everest era uma bacia,
na qual sedimentos estavam se acumulando. Isso é evidenciado pela presença de
fósseis marinhos no Monte. A montanha Everest foi formada durante ou depois do
dilúvio – ela não estava em vigor (na sua forma atual) antes deste. Sabemos
isso porque sua maior parte contém fósseis de criaturas marinhas e conchas do
mar, mostrando que ela, hoje a maior do mundo, já esteve debaixo das águas dos
mares. Após o
soterramento dos fósseis, atividades catastróficas elevaram os sedimentos a uma
altura bem acima de sua posição anterior, formando as altas montanhas, como as
do Himalaia. Isso sugere que o mundo antediluviano não possuía topografia tão
acidentada (com montanhas tão altas) como a que vemos hoje. Após o Dilúvio,
essa terra relativamente plana deu lugar a um planeta com grandes cadeias de
montanhas e abismos cuja profundidade chega a vários quilômetros, e que
acomodaram as águas diluviais. A profundidade média dos oceanos é de 4 mil
metros. Talvez a
idéia de que seria preciso milhões de anos para se formarem as cordilheiras,
chame a atenção de alguns. Mas existem exemplos de transformações topográficas
rápidas:
• Em 1950,
na Índia, um terremoto transformou a configuração de cordilheiras inteiras na
região do Himalaia. Em questão de horas e até minutos, muita coisa pode ser
transformada por catástrofes naturais locais; imagine do que seria capaz um
cataclismo mundial como o Dilúvio de Gênesis! Cordilheiras como a dos Andes e
mesmo o Everest AINDA ESTÃO EM MOVIMENTO, e TUDO evidencia que tinham altitude
bem inferior há alguns milhares de anos.
Na própria
montanha Ararate se encontrou várias evidências de alterações geológicas; esta,
mais do que qualquer outra, vem sofrendo alterações. E o que falar do monte
Santa Helena, nos Estados Unidos, e do vulcão Kilauewa, que têm demonstrado ao
mundo que em poucos dias e horas é possível ocorrer grandes mudanças
topográficas, – que não são necessários milhões de anos para ocorrerem estas
transformações. O que não faria então, uma grande catástrofe sísmica, como um
dilúvio de escala global?

Água doce e água salgada Freqüentemente, críticos costumam nos
perguntar: “Como a água doce não se misturou com a salgada no dilúvio? Como os
peixes de água doce sobreviveram ao dilúvio?”
Primeiro, podemos dizer que houveram
bolsões de água doce que não se misturaram com água salgada; (quando a água
doce entra em contato com as águas salgadas dos mares ou oceanos e elas não se
misturam, dizemos que se formaram “bolsões” de água doce em meio à água
salgada). Este, porém, é um fenômeno raro. Por exemplo, o Rio Amazonas, – o
maior do mundo em volume de água, no norte do Brasil, permanece 70 km adentro
do oceano, sem que as suas águas se misturem. É possível encontrar peixes de
água doce nadando nesta extensão de 70 km, dentro do próprio oceano Pacífico. Podemos
provar que estes bolsões se formaram durante o dilúvio? Sim, e a prova existe
até hoje: o MAR NEGRO, onde encontra-se água salgada por cima da água doce, no
fundo deste. Explorando o fundo do Mar Negro, encontrou-se a margem do lago a
80-110 metros abaixo do atual litoral, com areia e dunas. Estas teriam se
preservado por terem sido recobertas por uma gigantesca massa de água em pouco
tempo. Há milênios, desde a época do dilúvio que elas não se misturam. Por
coincidência, cientistas (até mesmo evolucionistas) dizem que o Mar Negro deve
ter se originado no dilúvio, e que antes, este mar teria sido “um lago de água
doce”.

• Mas isto significa que toda a água
doce não tenha se misturado com a salgada no dilúvio? Claro que não! Isto
mostra apenas que em DETERMINADOS LOCAIS e REGIÕES, tais águas não se
misturaram. Houve lugares em que elas não se misturaram, mas também houve
lugares em que elas se misturaram.

• Alguns críticos citam a experiência
feita com um copo d’água, onde se enche um copo de água doce, depois se
acrescenta a água salgada do mar, e então toda a água do copo fica salgada –
para dizerem que seria impossível que no dilúvio a água salgada não tenha se
misturado com a água doce. Mas os próprios cientistas (evolucionistas ou não)
pensavam o mesmo, até que descobriram este fenômeno raro e impressionante no
Mar Negro. Nem eles sabem explicar exatamente a causa deste fenômeno. A
explicação científica, é que isto aconteceu porque a água salgada deve ter sido
lançada com muita “velocidade e violência” por cima da água doce, e
devido a isto, ambas não se misturaram.
Podemos
então, dizer que o fundo Mar Negro é um verdadeiro “aquário gigante de água
doce” em nossos dias – com uma enorme quantidade de água salgada em cima,
fazendo pressão, mas elas não se misturam.
Como
poderiam estes “bolsões de água doce” não se misturarem durante todo o ano em
que durou o dilúvio? – Basta ver o Mar Negro, onde há mais de 4.500 anos, água
doce e salgada não se misturam…
• Isto
talvez explique, porque APENAS cerca de 3% de toda a água do planeta não ser
salgada: o fato de grande parte delas terem se misturado no dilúvio, e de após
este, os oceanos se tornarem “mais salgados”
Durante o
processo de “enxugamento”, após o dilúvio, o processo de evaporação deve ter
colaborado muito para recuperar boa parte da água doce que se misturou com as
salgadas, e depois, devolvê-las aos rios e lagos em forma de chuva. Embora nem
toda a água doce tenha ficado em bolsões, também é preciso dizer que antes do
dilúvio não havia tanto sal nos oceanos. Para entender isso, é preciso saber
como se forma o sal.
• Um dos
segredos que os oceanos guardam escondido consigo, até de cientistas, é quanto
à origem de sua salinidade. O cloreto de sódio (NaCl) sozinho, representa 30%
do total de sais dissolvidos na água do mar (segundo alguns, pode representar
uma proporção maior). No entanto, ninguém sabe ao certo de onde ele veio. Há
duas teorias. A mais antiga surgiu com Edmond Halley, em 1715. Halley notou
que os lagos que não têm saídas para o oceano (como o Mar Morto e o Mar Cáspio)
possuem alto teor de sais. A teoria mais antiga supõe que os sais e outros
minerais foram transportados para o mar pelos rios, e que ele provenha da
dissolução de rochas terrestres pela água das chuvas e dos rios que desembocam
nos mares. Então, os rios levariam os compostos do sal aos mares, oceanos e
lagos salgados. Mas essa
teoria não explica a origem de todos os compostos do sal, pois ao se comparar a
composição das substâncias presentes na água do mar, verifica-se ser impossível
que todo o sal presente nos oceanos tenha sido originado de rochas da
superfície terrestre. Os oceanógrafos formularam a hipótese de alguns compostos
terem surgido também por meio de processos vulcânicos no assoalho submarino. Lavas
originárias da camada chamada de manto, teriam levado diretamente ao oceano um
tipo de água pura, quimicamente derivada do magma; essa água nunca circulara na
superfície e é constituída por vários elementos químicos, como cloretos, sulfatos,
brometos, iodetos, carbono, cloro, boro, nitrogênio, entre outras substâncias. O sódio e o cloreto
então se combinaram e formaram o cloreto de sódio (NaCl). Mas ainda
ficam perguntas como: Não seriam estes, minerais de rochas derretidos pelo
magma, e levados por esta “água pura” aos oceanos, tal como as águas dos rios? Independente
de qual a teoria correta sobre a origem do sal, após o dilúvio, a maior
catástrofe sísmica do planeta, a taxa de salinidade dos oceanos deve ter aumentado
muito. O dilúvio “lavou” todo o planeta, as rochas foram gastas pela queda
contínua de chuva e pelas bruscas mudanças geológicas que a superfície passava;
e acredita-se que centenas de vulcões submarinos entraram em erupção durante o
ano em que durou o dilúvio, a partir de quando as fontes subterrâneas se
romperam, e as placas continentais começaram a se partir, formando o que
chamamos hoje de “anel de fogo dos oceanos”. Isto teria liberado muita lava nos
oceanos, e colaborado para um grande aumento do sal.
• Não se
pode afirmar que no período Antediluviano os peixes seriam
adaptados apenas à água doce. Acreditamos que os peixes tiveram que se
adaptarem a apenas um tipo de água (doce ou salgada, ou a ambas) só após o
dilúvio, já que antes do dilúvio os oceanos não continham a mesma densidade de
sal. Devido a isolamentos de habitat as novas espécies de peixes e seres
aquáticos foram se tornando menos adaptadas à água salgada ou à doce. Peixes
como o salmão podem viver tanto em água doce como em água salgada; esta
capacidade de viver tanto em águas salgadas como em águas doces deve ter
existido antes da inundação global. Com o aumento da salinidade após o dilúvio,
os peixes que não encontraram água doce, tiveram que lutar para se adaptar; os
que não conseguiram se adaptar ao novo ambiente, foram extintos. Isto
talvez explique o alto número de espécies marinhas extintas: os seres aquáticos
são os mais numerosos e os mais extintos do reino animal. Porém, a capacidade
de se adaptar à mudança de ambiente é uma característica natural de todos os
seres vivos. Acredita-se que todos os peixes possam se adaptarem a uma certa
variação de salinidade, assim alguns indivíduos seriam capazes de sobreviver à
mescla gradual das águas, e a troca gradual de salinidade durante e após o
Dilúvio. Peixes
como o bagre, se adaptaram à água doce, e outros, como a anchova, à água
salgada. Já peixes como o salmão, conseguiram se adaptar aos dois tipos de
água. O fato de os salmões poderem viver tanto em água doce como em água
salgada, pode ser sinal de que, na luta para se adaptar, eles conseguiram se
adaptarem a ambos os tipos de água.
• Assim,
Noé não precisou levar nenhum aquário gigante com peixinhos de água doce na
arca. O site
inglês “creationscience” trás uma excelente explicação
sobre esta questão. Como
caberiam tantos animais na arca de Noé? 
Uma outra
questão que deixa muitas dúvidas na mente de muitos é: 
“Como
poderiam caber todas as espécies existentes na arca de Noé”. Uma simples
resposta a isso é que, nem todas as espécies atuais eram presentes naquela
época, até porque a classificação biológica do passado não era a mesma
classificação biológica moderna (aquilo que Noé descrevia como espécie não era
o mesmo que a ciência do século XXI classifica como espécie). As “espécies
originalmente criadas” não são o mesmo que as
“diversificações”, que hoje a biologia dá o nome de
“espécie”. Por exemplo, existem várias espécies de cães, gatos,
samambaias, mas todos são cães, gatos ou samambaias… Um primeiro problema com esta
questão, é que a biologia moderna classifica os seres vivos de uma forma diferente
do que fora classificado inicialmente por Deus como “espécies”. Embora não seja
possível determinar com precisão quais e como seriam as espécies originalmente
criadas, sabemos que não eram iguais às classificações biológicas modernas. Há
quem pense que as espécies levadas por Noé na arca fossem idênticas ao que se
chama de espécies atualmente. Mas Moisés, em sua época, nem sequer fazia idéia
de que haveria este tipo de classificação biológica no futuro, e muito menos
Noé. Noé nem fazia idéia que tais classificações taxonômicas existiriam. A arca não
seria capaz de comportar tudo o que atualmente se chama de espécies. Seria um
erro nosso pensar que as espécies que Noé colocou na arca seriam iguais às
classificações biológicas atuais. Até poucos séculos atrás, a própria palavra
espécie não tinha o mesmo significado de hoje. Precisamos lembrar também que a
palavra hebraica “Myin”, traduzida nas escrituras por “espécie”, significa
“Tipos ou Formas básicas”. As
espécies bíblicas são os “tipos básicos”, equivalentes aproximadamente ao nível
de Famílias e Gêneros, na classificação taxonômica. Uma outra expressão
hebraica usada é “Mishpachah”, um termo que pode significar famílias, tribo,
tipo ou espécie. Em Gênesis 8:19, “Mishpachah” é traduzido por famílias (segundo
as suas “Famílias”)
, e algumas vezes, por espécie. Portanto,
as espécies que Noé colocou na arca eram diferentes das espécies classificadas
pela ciência moderna. A arca foi projetada para incluir apenas vertebrados
terrestres – aqueles que caminham sobre o chão e não são capazes de sobreviver
na água. Isso não inclui animais marinhos, anfíbios, vermes, insetos e plantas. Um segundo
problema, está relacionado com a quantidade de espécies existentes no mundo.
Podemos afirmar com certeza que existem menos de dois milhões de espécies no
mundo (cerca de 1,5 milhão), – todas estas, de acordo com o sentido de espécie
da biologia moderna; mas especula-se, considerando os milhões de anos da
evolução, que deve ter havido um número muito mais alto de espécies, indo para
além de 10 e até 50 milhões de espécies (o que não se evidência no registro
fóssil). Entre as diversas declarações que li sobre o número de espécies, esta
declaração sobre a biodiversidade (diversidade dos seres vivos) foi uma que me
chamou a atenção: “Não se
sabe quantas espécies existem atualmente no mundo. As estimativas variam entre
10 e 50 milhões. Mas até agora os cientistas deram nome a apenas cerca de 1,5
milhão de espécies de seres vivos”…
• É certo
que deveriam serem encontradas tantos milhões de espécies, segundo a evolução,
(o número de espécies e de fósseis deveria ser muito maior, se considerarmos os
milhões de anos da evolução); mas menos de dois milhões de espécies são o total
das espécies classificadas. Alguns cientistas e classificadores, consideram,
sem exageros, que existem um milhão e trezentas mil espécies animais. Deste
total, haveria cerca de 300 mil espécies animais, e cerca de um milhão de
espécies só de insetos (invertebrados) e seres aquáticos. Há também, quem diga
que o número das espécies de terrestres possa chegar a 750 mil. Conforme
os cálculos, excluindo as formas e espécies de insetos, artrópodes, animais
aquáticos e anfíbios (que vivem na água e na terra), calcula-se que pode ter
entrado na arca um número estimado entre 35.000 e 60.000 animais, (incluindo os
seis pares adicionais de limpos). Tendo isto presente, alguns pesquisadores têm
dito que, caso houvesse tão poucos exemplares na arca, quanto quarenta e três
“tipos básicos” de mamíferos, setenta e quatro “tipos básicos” de aves, e dez
tipos básicos de répteis na arca, eles poderiam produzir a variedade de
espécies, gêneros e famílias que conhecemos atualmente. Se
considerarmos que os tipos Básicos (as espécies originalmente criadas) eram
semelhantes ao nível de família ou gêneros em alguns casos, até mesmo um número
de 750.000 espécies de animais que vivem somente em terra seca poderia ser
reduzido a poucas “espécies” de famílias — a espécie cavalar e a espécie
bovina, para se mencionar apenas duas. Isto porque há menos de 350 “famílias”
de vertebrados terrestres vivos.
Continua! Analise a segunda parte desta pesquisa AQUI.

Crendices e superstições cristãs. A existência de uma parte folclórica na teologia popular em todas as denominações cristãs (Parte IV)

Ou
seja, “os restantes” são aqueles que “obedecem aos mandamentos de Deus e são
fiéis a Jesus” onde se encontram! Embora o Senhor Espírito guie o pecador a “toda
a verdade” (Jo 16:13), isto não significa que todos os pecadores selados por
Deus passem pelo mesmo processo padronizado de santificação pela verdade. Quero
dizer, como todos somos diferentes, a santificação do caráter e da vida não
ocorre da mesma maneira em todos os santos! Não estou relativizando a obra de
Deus, mas desmistificando o que certas denominações cristãs dizem sobre a obra
de Deus. Fazer parte do “corpo de Cristo” (I Co 12:27) não é o mesmo que ser
membro de uma denominação cristã específica e manifestar uma conduta que esteja
(pelo menos aparentemente) em harmonia com seu manual e/ou seu credo , mas sim
andar “de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e
mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos
diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz; há
somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança
da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai
de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos. (…) E
ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para
evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento
dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de
Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do
Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de
Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro
e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela
astúcia com que induzem ao erro. Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em
tudo naquele que é a cabeça, Cristo, de quem todo o corpo, bem ajustado e
consolidado pelo auxílio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada
parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor.
Isto, portanto, digo e no Senhor testifico que não mais andeis como também
andam os gentios, na vaidade dos seus próprios pensamentos, obscurecidos de
entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela
dureza do seu coração, os quais, tendo-se tornado insensíveis, se entregaram à
dissolução para, com avidez, cometerem toda sorte de impureza. Mas não foi
assim que aprendestes a Cristo, se é que, de fato, o tendes ouvido e nele
fostes instruídos, segundo é a verdade em Jesus, no sentido de que, quanto ao
trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as
concupiscências do engano, e vos renoveis no espírito do vosso entendimento, e
vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão
procedentes da verdade. Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade
com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros. Irai-vos e não pequeis;
não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo. Aquele que
furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é
bom, para que tenha com que acudir ao necessitado. Não saia da vossa boca
nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme
a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem. E não entristeçais o
Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. Longe de vós,
toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda
malícia. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos,
perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Ef 4).
O ideal divino sempre foi de um salvo fazer uma geração de salvos para salvar
os perdidos! No entanto, não se deve confundir o ideal divino com a realidade
que Ele tem diante de Si! Se Ele não consegue ter um povo inteiro, uma
denominação cristã inteira em harmonia com Seus propósitos e Leis, Deus espalha
Seus fiéis e alcança Seus propósitos, mesmo longe do Seu ideal! A estratégia
ideal de Deus é a que dá certo na prática, e não as muitas doutrinas cristãs e
bíblicas que são teoricamente seguidas por instituições religiosas, mas que
estão destituídas do amor a Deus que gera submissão racional como a de Abel e
compromisso diário com o próximo como o da igreja primitiva (cf. At 2:42-47)!
Claro, seria perfeito e sem dúvida que Jesus merece ser o cabeça de uma
denominação cristã assim, mas, infelizmente, ela não existe!  Porém, a inexistência de uma igreja visível
com essas características não impede a realização dos propósitos divinos, pois
Sua Igreja Invisível, composta por membros que Ele muito bem conhece, espalhada
por muitas culturas e religiões, famílias e regiões, essa instituição divina
que tem como fundamento a Rocha que é Jesus e o cabeça que também é Jesus, esta
sim é a Igreja  Remanescente, a qual
sempre esteve aberta (ainda que invisivelmente aos olhos humanos), sempre
existiu desde Adão e Eva e sempre existirá até a volta de Cristo, mesmo no atual
período laodiceano (cf. Ap 3:14-22), mesmo dormindo como as cinco virgens sonolentas
muito embora chamadas prudentes (cf. Mt 25:1-13)! Aliás, esta parábola do
Senhor Deus-Homem sublinha o que estamos estudando, uma vez que todas as
mulheres dormirão, ou seja, todas as denominações cristãs vacilarão, inclusive “os
restantes”, a Igreja Invisível! Isto só nos mostra a impossibilidade da
existência de uma única denominação correta (não me refiro ao corpo
doutrinário, já que o mais importante é a prática dos membros da denominação!)!
Jesus ilustrou o fim do tempo do fim (momentos antes da vinda do Noivo)
profetizando ou revelando o futuro para Seus fiéis – “dentre todas as possíveis
igrejas que estarão dormindo o sono da falta de vigilância, o sono da natureza
pecaminosa, o sono da espera, entre elas Eu tenho meus dormentes, mas prudentes
por sua santificação”. “Os restantes” ou a Igreja Invisível ou a Igreja
Remanescente estão representados pelas cinco mulheres sonolentas que se
preocuparam com o caráter santificado pelo Espírito Santo mais do que com os rotineiros
costumes religiosos, a despeito de todas elas parecerem iguais,
precipitadamente falando! Portanto, afirmar que uma denominação cristã são “os
restantes” de Apocalipse 12:7 não está em harmonia com o raciocínio bíblico.
Essa
crendice também está relacionada com a próxima:


“Um profeta verdadeiro só está presente numa
única denominação e esta é necessariamente cristã e esta é necessariamente a
descendência da mulher de Apocalipse 12”
(Hendrickson Rogers)

Acompanhe esta pesquisa:
1ª parte, 2ª parte e 3ª parte.

Aguardem o próximo tópico!

Crendices e superstições cristãs. A existência de uma parte folclórica na teologia popular em todas as denominações cristãs (Parte III)

“Quem crer e for batizado será salvo; quem,
porém, não crer será condenado” (Mc 16:16). “Bem-aventurados aqueles que leem e
aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas,
pois o tempo está próximo” (Ap 1:3). “Crede em JAVÉ, vosso Deus, e estareis
seguros; crede nos seus profetas e prosperareis” (II Cr 20:20). “Porém vocês,
irmãos, foram chamados para serem livres. Mas não deixem que essa liberdade se
torne uma desculpa para permitir que a natureza humana domine vocês. Pelo
contrário, que o amor faça com que vocês sirvam uns aos outros. Pois a lei
inteira se resume em um mandamento só: ‘Ame os outros como você ama a você
mesmo.’ Mas, se vocês agem como animais selvagens, ferindo e prejudicando uns
aos outros, então cuidado para não acabarem se matando! Quero dizer a vocês o
seguinte: deixem que o Espírito de Deus dirija a vida de vocês e não obedeçam
aos desejos da natureza humana. Porque o que a nossa natureza humana quer é
contra o que o Espírito quer, e o que o Espírito quer é contra o que a natureza
humana quer. Os dois são inimigos, e por isso vocês não podem fazer o que vocês
querem. Porém, se é o Espírito de Deus que guia vocês, então vocês não estão
debaixo da lei. As coisas que a natureza humana produz são bem conhecidas. Elas
são: a imoralidade sexual, a impureza, as ações indecentes, a adoração de
ídolos, as feitiçarias, as inimizades, as brigas, as ciumeiras, os acessos de
raiva, a ambição egoísta, a desunião, as divisões, as invejas, as bebedeiras,
as farras e outras coisas parecidas com essas. Repito o que já disse: os que
fazem essas coisas não receberão o Reino de Deus. Mas o Espírito de Deus produz
o amor, a alegria, a paz, a paciência, a delicadeza, a bondade, a fidelidade, a
humildade e o domínio próprio. E contra essas coisas não existe lei. As pessoas
que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a natureza humana delas, junto com
todas as paixões e desejos dessa natureza. Que o Espírito de Deus, que nos deu
a vida, controle também a nossa vida!” (Gl 5:13-25, NTLH). “Então, falou Pedro,
dizendo: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; pelo
contrário, em qualquer nação, aquele que o teme e faz o que é justo lhe é
aceitável. Esta é a palavra que Deus enviou aos filhos de Israel,
anunciando-lhes o evangelho da paz, por meio de Jesus Cristo. Este é o Senhor
de todos. Vós conheceis a palavra que se divulgou por toda a Judeia, tendo
começado desde a Galileia, depois do batismo que João pregou, como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito
Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos
os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele; e nós somos testemunhas de tudo
o que ele fez na terra dos judeus e em Jerusalém; ao qual também tiraram a
vida, pendurando-o no madeiro. A este ressuscitou Deus no terceiro dia e
concedeu que fosse manifesto, não a todo o povo, mas às testemunhas que foram
anteriormente escolhidas por Deus, isto é, a nós que comemos e bebemos com ele,
depois que ressurgiu dentre os mortos; e nos mandou pregar ao povo e testificar
que ele é quem foi constituído por Deus Juiz de vivos e de mortos. Dele todos
os profetas dão testemunho de que, por meio de seu nome, todo aquele que nele
crê recebe remissão de pecados” (At 10:34-43). “Quando Pedro ainda estava
falando, o Espírito Santo desceu sobre todos os que estavam ouvindo a mensagem.
Os judeus seguidores de Jesus que tinham vindo de Jope com Pedro ficaram
admirados por Deus ter derramado o dom do Espírito Santo sobre os não-judeus” (At
10:44,45, NTLH). “O carcereiro despertou do sono e, vendo abertas as portas do
cárcere, puxando da espada, ia suicidar-se, supondo que os presos tivessem
fugido. Mas Paulo bradou em alta voz: Não te faças nenhum mal, que todos aqui
estamos! Então, o carcereiro, tendo pedido uma luz, entrou precipitadamente e,
trêmulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas. Depois, trazendo-os para fora,
disse: Senhores, que devo fazer para que seja salvo? Responderam-lhe: Crê no
Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa. E lhe pregaram a palavra de Deus e a
todos os de sua casa. Naquela mesma hora da noite, cuidando deles, lavou-lhes
os vergões dos açoites. A seguir, foi ele batizado, e todos os seus” (At
16:27-33). “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos,
alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de
demônios” (I Tm 4:1). “Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor
Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, nós vos exortamos a que não vos
demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito,
quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha
chegado o Dia do Senhor. Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não
acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade,
o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus
ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus,
ostentando-se como se fosse o próprio Deus” (II Ts 2:1-4). “Então vi outro
monstro, que subia da terra [Estados Unidos da América]. Ele tinha dois chifres
parecidos com os de um carneiro [Republicanismo e Protestantismo], mas falava
como um dragão [apostasia americana]. Usava toda a autoridade do primeiro
monstro [sistema papal católico romano], na sua presença. Forçava a terra e
todos os que moram nela a adorarem o primeiro monstro, aquele cuja ferida
mortal [na Revolução Francesa] havia sido curada. Esse segundo monstro [EUA
apostatado = falso protestantismo + espiritismo + catolicismo romano] fez
coisas espantosas. Fez com que caísse fogo do céu sobre a terra, na presença de
todas as pessoas. E enganou todos os povos da terra, por meio das coisas que
lhe foi permitido fazer na presença do primeiro monstro. O segundo monstro
disse a todos os povos do mundo que fizessem uma imagem em honra [assim como
Deus criou o ser humano à Sua imagem, com liberdade e um caráter perfeito, os
EUA criam uma imagem ao papado, segundo o caráter do papado, ou seja,
imposição, transgressão da Lei de Deus, desrespeito à liberdade de culto e
crueldade] ao outro monstro, que havia sido ferido pela espada e não havia
morrido. O segundo monstro recebeu poder de soprar vida na imagem do primeiro,
para que ela pudesse falar e matar todos os que não a adorassem. Ele obrigou
todas as pessoas, importantes e humildes, ricas e pobres, escravas e livres, a
terem um sinal na mão direita ou na testa [assim como o Senhor Espírito sela os
Seus (cf. Ef 1:13,14 e 4:30; Ap 7:1-3), recriando neles o caráter de
Deus, Satanás e seus instrumentos selam, põem seu sinal nos deles – caráter de
rebeldia e aberta desobediência ao Céu; microchips
podem até ser usados no monitoramento, mas não são eles que dão um caráter mau
e um estilo de vida desobediente à Palavra de Deus! O que faz isso são as
escolhas diárias que fazemos]. Ninguém podia comprar ou vender, a não ser que
tivesse esse sinal, isto é, o nome do monstro ou o número do nome dele” [obviamente
os filhos de Deus nesse tempo futuro não terão o sinal do dragão e da besta,
mas o selo do Espírito e da obediência aos mandamentos de Deus e isto refletido
no caráter e no estilo de vida] (Ap 13:11-17, NTLH). “Vi outro anjo voando pelo
meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a
terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei
a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele
que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap 14:6,7). “Assim
terminou a criação do céu, e da terra, e de tudo o que há neles. No sétimo dia
Deus acabou de fazer todas as coisas e descansou de todo o trabalho que havia
feito. Então abençoou o sétimo dia e o separou como um dia sagrado, pois nesse
dia ele acabou de fazer todas as coisas e descansou. E foi assim que o céu e a
terra foram criados” (Gn 2:1-4, NTLH). “Lembra-te do dia de sábado, para o
santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o
sábado de JAVÉ, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho,
nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o
forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez JAVÉ os céus
e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, JAVÉ
abençoou o dia de sábado e o santificou” (Êx 20:8-11). “Um terceiro anjo seguiu
o segundo, dizendo com voz forte: — Aqueles que adorarem o monstro e a sua
imagem e receberem o sinal na testa ou na mão beberão o vinho de Deus, o vinho
da sua ira, que ele derramou puro na taça do seu furor. Eles serão atormentados
no fogo e no enxofre diante dos santos anjos e do Cordeiro. A fumaça do fogo
que os atormenta sobe para todo o sempre. Ali não há alívio, nem de dia nem de
noite, para os que adoram o monstro e a sua imagem, nem para qualquer um que
tenha o sinal do nome dele” (Ap 14:9-11, NTLH). “E gritava com voz forte [o
caráter e o estilo de vida dos selados pelo Senhor Espírito Santo]: — Caiu!
Caiu a grande Babilônia [todos os sistemas político-religiosos e seus adeptos]!
Agora quem vive ali são os demônios e todos os espíritos imundos. Todos os
tipos de aves e feras imundas e nojentas vivem nela. Pois todas as nações
beberam do seu vinho [filosofias humanistas e doutrinas não bíblicas], o vinho
forte do seu desejo imoral [preferência deliberada e consciente pela desobediência
aos mandamentos de Deus]. Os reis do mundo inteiro [presidentes e líderes dos
países da ONU] cometeram imoralidade sexual com ela [se comprometeram com o
papado], e os homens de negócio deste mundo se enriqueceram à custa das
práticas sexuais sujas da prostituta [lembre-se: o povo de Deus é representado
pela mulher de branco, pura e fiel à Deus (cf. Ap 12). Já os desobedientes ao “evangelho
eterno” (Ap 14:6), congregados pelas muitas denominações cristãs apóstatas,
isto é, que deixaram de seguir a Bíblia e passaram a seguir os homens, são
representadas pela mulher de vermelho (cf. Ap 17), prostituta espiritualmente,
ou seja, desleal ao seu pretenso Noivo – Jesus Cristo!]. Então ouvi outra voz
do céu, que disse: — Saia dessa cidade, meu povo [Deus chama Seus “restantes”
leais dentre os mulçumanos, os orientais, os indígenas e aborígenes, além de
todas as igrejas cristãs apostatadas e comunidades miscelâneas para que não
obedeçam às ordens político-religiosas ecumênicas disfarçadas por ideologias de
paz, união e segurança globais, mas que na verdade, regidas pelos anjos maus com
seu sistema anárquico, embora bastante organizado, objetivam a desonra à
autoridade de Deus como único Legislador universal e Criador de todos e a
exaltação da criatura com suas leis evolucionistas-casualistas corruptoras,
libertinas, mas que agradam as massas cujo caráter e cosmovisão há muito se
distanciaram da pureza moral do evangelho bíblico devido suas escolhas diárias
nos campos da alimentação, filosofia de vida, religião, relacionamentos, etc.,
ao ponto de estarem irreversivelmente maduras para a destruição]! Saiam todos
dela para não tomarem parte nos seus pecados [falta de amor a Deus e ao
próximo; escolhas egoístas conscientes, contrárias à luz do Senhor Espírito
refletida em Seus servos vazios de si mesmos e cheios das características de
Seu próprio Criador Jesus] e para não participarem dos seus castigos! Pois os
seus pecados estão amontoados até o céu, e Deus lembra das suas maldades” (Ap
18:2-5,NTLH). “Isso exige que o povo de Deus aguente o sofrimento com
paciência. Esse povo são aqueles que obedecem aos mandamentos de Deus e são
fiéis a Jesus” (Ap 14:9-12, NTLH). “O dragão ficou furioso com a mulher e foi
combater contra o resto dos descendentes dela, isto é, aqueles que obedecem aos
mandamentos de Deus e são fiéis à verdade revelada por Jesus” (Ap 12:17, NTLH).
“Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.
Mas os homens perversos e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo
enganados. Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste
inteirado, sabendo de quem o aprendeste” (II Tm 3:12-14). “Nesse tempo, se
levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e
haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele
tempo; mas, naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado
inscrito no livro. Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para
a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno” (Dn 12:1,2). “Olhem! Ele
vem com as nuvens! Todos o verão, até mesmo os que o atravessaram com a lança.
Todos os povos do mundo chorarão por causa dele. Certamente será assim. Amém!”
(Ap 1:7, NTLH). “Porque haverá o grito de comando, e a voz do arcanjo, e o som
da trombeta de Deus, e então o próprio Senhor descerá do céu. Aqueles que
morreram crendo em Cristo ressuscitarão primeiro. Então nós, os que estivermos
vivos [“os restantes”, os 144.000 simbólicos de todas as tribos, ou seja,
nações e religiões (cf. Ap 7)], seremos levados nas nuvens, junto com eles,
para nos encontrarmos com o Senhor no ar. E assim ficaremos para sempre com o
Senhor. Portanto, animem uns aos outros com essas palavras” (I Ts 4:16-18, NTLH). Hendrickson Rogers
Estude a primeira parte desta pesquisa aqui e a segunda parte aqui! A pesquisa continua. Aguardem!