(Vídeo Book) A descida da Cidade Santa e o planeta recriado (5ª parte)

Esta é a quinta parte do Livro “O Juízo” (confira o livro em PDF AQUI) no formato vídeo book com lindas imagens e com um conteúdo bíblico bastante esclarecedor! 

Três fatos (não manipulados) sobre fósseis

1º: Fósseis mostram rápido e catastrófico soterramento. Superfícies inclinadas abaixo e seqüência de espessas camadas de extracto acima fornecem evidência de rápida inundação e erosão pós-inundação. Os fósseis fornecem evidência universal de rápido soterramento e até mesmo de morte agonizante. Rápido soterramento é imprescindível para sepultar organismos como o primeiro passo no processo de fossilização. Os abundantes fósseis de invertebrados marinhos encontrados por todos os extractos de terra demonstram uma extraordinária condição de soterramento. Polistratos de troncos fósseis (troncos de árvores em posição vertical atravessando várias camadas sedimentares) são comuns em camadas fósseis e é clara evidência de rápido soterramento. Fósseis de vertebrados mostram rigidez cadavérica e sua posição é indicativa de sufocamento – asfixia repentina do animal.
2º: Fósseis são encontrados em todas as camadas. A Terra é coberta de camadas de rocha sedimentar, muitas contendo fósseis microscópicos tais como plâncton, pólen e esporos. A totalidade de registros fósseis consiste principalmente de invertebrados marinhos (animais sem espinha dorsal), incluindo moluscos, águas-vivas e corais. O que é surpreendente é que este oceano de criaturas são encontrados principalmente nos continentes e raramente em profundas bacias oceânicas.
Mais conchas são encontradas em picos de montanhas do que sobre o leito do oceano. Das camadas mais profundas até as camadas mais altas a maior parte dos fósseis são de criaturas marinhas. Os níveis superiores apresentam um crescente número de vertebrados, tais como peixes e anfíbios, répteis e mamíferos, mas os fósseis encontrados nas camadas mais profundas são igualmente tão complexas como qualquer animal de hoje. Todos os tipos de fósseis aparecem repentinamente, plenamente formados e plenamente funcionais, sem ancestrais menos complexos nas camadas abaixo deles. O registro fóssil é forte evidência de súbito surgimento de vida pela criação, seguido de rápido soterramento durante uma enchente global.
3º: Fósseis mostram formas estáticas e não formas transicionais. O registo fóssil reflete a diversidade de vida original, não uma evolução de aumento de complexidade. Há muitos exemplos de “fósseis vivos”, onde as espécies que estão vivas hoje são encontradas igualmente em registros fósseis. De acordo com o modelo evolucionista para explicar a existência de registros fósseis, existem três prognósticos:
1. Mudança em larga escala de organismos através do tempo
2. Organismos primitivos deram origem a organismos complexos
3. Derivação gradual de novos organismos produziram forma transicionais.
TrilobitePorém, estes prognósticos não são confirmados pelos dados do registro fóssil. O trilobite, uma espécie de crustáceo, por exemplo, aparece repentinamente no registro fóssil sem qualquer forma transicional. Não há fósseis entre organismos simples como seres unicelulares, tais como bactérias e complexos invertebrados, como o trilobite.Os extintos trilobites tinham uma complexidade organizacional como qualquer invertebrado dos dias actuais. Em adição aos trilobites, bilhões de outros fósseis encontrados subitamente apareceram plenamente formados, como mariscos, caracóis, esponjas e medusas. Mais de 300 tipos diferentes de estruturas foram encontradas sem qualquer fóssil transicional entre eles e organismos unicelulares.Peixes não tem ancestrais ou formas transicionais para mostrar como invertebrados, com esqueleto exterior tornaram-se vertebrados com esqueleto interior. Fósseis de uma grande variedade de insectos voadores e terrestres aparecem sem qualquer forma transicional. Por exemplo, a libélula, aparece repentinamente no registro fóssil. O altamente complexo sistema que capacita as habilidades aerodinâmicas da libélula não apresenta nenhum ancestral no registro fóssil. Em todo o registro fóssil, não há uma simples forma transicional inequívoca provando uma casual relação entre duas espécies quaisquer. Dos bilhões de fósseis que se tem descoberto, deveria haver milhões de claros exemplos, se eles existissem.
A falta de transições entre espécies no registro fóssil é o que seria esperado se a vida foi criada.
Fonte: Darwinismo.

Pele de dinossauro em fóssil. Onde ficam os “milhões de anos” evolucionistas agora??

Ser o primeiro a examinar um fóssil de dinossauro enterrado em rochas sedimentares é suficientemente excitante para um pesquisador de campo. Mas uma equipa a trabalhar no Canadá encontrou um bónus emocionante num fragmento dum fóssil de hadrossauro: uma genuína pele de dinossauro agregada ao fóssil. Eles encontraram o fóssil de dinossauro de bico de pato perto de Grand Prairie (Alberta). Mauricio Barbi, físico da Universidade de Regina, opera um equipamento síncrotron topo de gama que consegue detectar e identificar “assinaturas” químicas sem destruir as amostras. Ele tenciona usar a tecnologia para investigar o fóssil peculiar e a sua pele. Barbi declarou o seguinte à “Canadian Light Source” (CLS), que alberga o dispositivo síncrotron:
Enquanto escavavamos o fóssil, pensei que estávamos a olhar para algo parecido com a pele. Foi então que reparei um pedaço a sair e apercebi-me que isto não er algo comum; isto era pele genuína.1
E o que é que tencionam fazer com esta “pele genuína” ? Diz Barbi:
As pessoas envolvidas na escavação encontravam-se muito excitadas com a descoberta, e dando prontamente início a discussões em torno de futuros projectos de pesquisa.1
Cada projecto examinará uma questão distinta. Por exemplo, eles planeiam determinar qual era a cor da pele do dinossauro investigando as melanossomas que se encontram na pele. Em 2010 pesquisadores chineses levaram a cabo análises semelhantes num dinossauro Sinosauropteryx.2
Qual é a pergunta (que serve de base para pesquisa) que carrega consigo o maior mistério?
Mas talvez o maior mistério que Barbi tenta responder no CLS é como é que o fóssil se manteve intacto durante 70 milhões de anos.
Barbi declara:
Há algo de especial com este fóssil e com a área onde ele foi descoberto, e eu estou determinado em apurar o que é.1
Sem dúvida que este fóssil é especial mas encontrar a resposta certa é mais fácil se primeiro encontrarmos a pergunta correcta. Colocar ênfase em alguma qualidade especial “deste fóssil” que tenha permitido que ele permanecesse “durante 70 milhões de anos” não parece ser a pergunta certa. Esta linha de investigação salta por cima dum mistério mais relevante e fundamental: quanto tempo pode a pele de dinossauro realmente persistir no tempo? Se por acaso nós entrássemos numa sala e nos deparássemos com uma vela acesa, quem no seu perfeito juízo daria imediatamente início a uma linha de pensamento que tentasse apurar a forma como a vela tinha ficado acesa durante milhões de anos? Não faria muito mais sentido tentar saber quanto tempo passa até que uma vela se apague? Semelhantemente, perguntas que assumem algum factor especial nesta pele ou nas condições terrestres que supostamente permitiram que ela durasse os imaginários “milhões de anos”, ignoram o que já se sabe sobre o decaimento das proteínas. Uma vela pode ser apagada e re-acendida, mas a pele decai de modo contínuo e implacável até desaparecer por completo – tornando-se em pó em apenas alguns milhares de anos (e não milhões). As perguntas de pesquisa que já foram propostas tipicamente excluem à partida a melhor explicação: estes fósseis têm a aparência jovem porque eles são de facto jovens.
Conclusão: Mensagem para o pesquisador Mauricio Barbi: boa sorte na busca de respostas para as suas questões de pesquisa. Trabalho científico que ignora a solução mais óbvia para o dilema da pele do dinossauro revela um mau ponto de partida.
Referências
  1. Scientists study rare dinosaur skin fossil at CLSCanadian Light Source Media Release, posted onhttp://www.lightsource.ca on April 26, 2013, accessed May 3, 2013.
  2. Thomas, B. Feathered Dinosaur Debate Exhibits Young Earth Evidence. Creation Science Update. Posted on icr.org February 8, 2010, accessed May 3, 2013.
    Fonte: Darwinismo.

Epilepsia, Ciência, Religião e o bondoso Deus!

A Epilepsia é definida como um transtorno paroxístico cerebral crônico, de descargas neuronais incontroláveis, que causam crises epilépticas de repetição e que não são desencadeadas por febre ou distúrbios tóxico-metabólicos. A forma clínica de apresentação da crise epiléptica depende da localização da descarga elétrica e da sua propagação cortical. É um dos problemas neurológicos mais comuns, ocorrendo em cerca de 1% da população. A Epilepsia foi descrita há mais de 2000 anos por Hipócrates e deriva do verbo grego epilambanein que significa “possuir”, “acometer” ou “apossar-se de”,sugerindo que uma força externa provoca a crise. Foi considerada ora como doença dos deuses (só um deus seria capaz de derrubar qualquer pessoa, tirar-lhe a consciência e depois devolvê-la), ora como possessão pelo demônio. O encontro de ossadas e pinturas medievais onde se observa crânios com trepanações(presença de grandes orifícios realizados por hábeis cirurgiões), favorece a especulação de que tais aberturas tinham por finalidade liberar os maus espíritos ou demônios presos na caixa craniana.
Na Babilônia o tratamento era realizado por meio de orações, súplicas e rituais de exorcismo praticados por sacerdotes, pois a doença era considerada sobrenatural, havendo interferência de deuses e demônios no organismo humano.
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No Egito a epilepsia era identificada como a entrada de uma pessoa morta ou de um demônio no interior da vítima, sendo uma enfermidade espiritual e misteriosa. O tratamento incluía trepanações nos homens e cirurgias uterinas nas mulheres, acreditando que nelas ocorreria uma posição anômala do útero.
Entre os Hebreus, a Epilepsia foi atribuída como resultante de um coito (relação sexual) em condições bizarras e consideravam os enfermos como lunáticos, proibindo-os de prestar declarações ou servir de testemunhas.
Na Índia, a Epilepsia era considerada como um transtorno mental e não devido a causas sobrenaturais. No tratamento das pessoas acometidas praticavam a “limpeza do corpo” com enemas, purgativos e indução de vômitos.
Na Grécia, no período arcaico (séc. XIII – V a.C.), a Epilepsia era considerada como “a doença sagrada”, regida por deuses, sendo considerada como uma punição e não poderia ser curada por meios humanos, mas apenas por intervenção divina. No período clássico (séc. V – IV a.C.) houve grande desenvolvimento da Medicina e foi introduzido o conceito de que não se tratava de acometimento sagrado, porém um distúrbio cerebral. O tratamento não deveria ser através de mágicas, mas por dietas e drogas.
Entre os Romanos, a Epilepsia era considerada como passível de ser transmitida entre uma pessoa impura e outra, por contágio. Outros acreditavam que se tratava de um espírito demoníaco e, para se defender, cuspiam no indivíduo acometido pela crise. Após Hipócrates, desenvolveu-se a ideia de que poderia ser provocada por excesso de sangue levado à cabeça e o tratamento passou a incluir torniquetes, sangrias, sanguessugas e, até, amputação do membro no qual a crise se iniciava.
Outras interpretações surgiram na Antiguidade para tentar entender as causas da Epilepsia. No século XVI, alguns pesquisadores acreditavam que as crises eram determinadas pela influência da lua, principalmente na fase de lua cheia, em que a luz afetaria o sono, induzindo-as. Celso considerava a crise epilética como dependente do sexo e que a relação sexual é um ataque leve. Assim, a puberdade era decisiva no curso da Epilepsia. Alguns tratamentos sugeridos para a cura incluíam: abstinência sexual e até castração; no primeiro ato sexual, utilizar de violência; obrigar a criança a ter relação sexual para apressar a cura; impedir a qualquer custo a masturbação, entre outros. As influências das interpretações antigas persistem até hoje. Existem crenças de que a Epilepsia pode advir de excessos sexuais, de vermes, das mudanças hormonais que ocorrem nos adolescentes, da suspensão da menstruação por tomar líquido gelado, de excesso de temperatura dentro do cérebro por exposição excessiva ao sol ou a febre alta, não ter o desejo de criança satisfeito, entre outras. Acompanhando o desenvolvimento das crendices, os tratamentos preconizados para a Epilepsia foram se desenvolvendo desde purificação, feitiçaria, utilização de sangue humano borrifado na boca ou ingerido diretamente de feridas, até dietas restritivas evitando certos peixes ou caças como bode, cervo e porco, ou vegetais como hortelã, alho e cebola. A utilização de drogas teve início com Paracelso, que fez uso do ópio (cápsulas não amadurecidas da papoula do ópio), mas somente a partir de 1826 (após isolamento do elemento químico bromo das algas) teve início o desenvolvimento de drogas antiepilépticas específicas como o fenobarbital (Gardenal(R)) em 1912 e a difenilhidantoína (Hidantal(R)) em 1938.”¹
CONCLUSÃO Vimos no texto acima, a ciência não é inimiga da religião, pelo contrário, ajuda a elucidar os mistérios da natureza. Se a natureza revela o Criador, então conhecer a natureza é conhecer o Criador, logo, a ciência é um instrumento de Deus, nas mãos dos homens, a fim de desvendar os Seus mistérios. Como diz o Apóstolo Paulo:“Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;” Romanos 1:20.
REFERÊNCIA
  1-   VICENTE, J. A.F; SIMONE, F. C; Contribuições da neurologia a docência. Curso de Pós-Graduação Lato Sensu a Distância, parceria Universidade Católica Dom Bosco e Portal Educação. 

(Vídeo Book) O Juízo Final e o Lago de Fogo (4ª parte)

Esta é a quarta parte do Livro “O Juízo” (confira o livro em PDF AQUI) no formato vídeo book com lindas imagens e com um conteúdo bíblico bastante esclarecedor! 

A divina reprodução de nossas células!

É muito difícil precisar o número de células que nascem e morrem em nosso organismo a cada dia, mas calcula-se que o corpo de um adulto produza em média 300 milhões de células por minuto ou 332 trilhões por dia – uma renovação que ocorre, principalmente, em tecidos epiteliais e conjuntivos, responsáveis pelos revestimentos e pela sustentação do corpo. Essa taxa pode variar em algumas situações, por exemplo, quando o corpo precisa reparar uma lesão. O aparecimento de novas células não acontece uniformemente. O tecido epitelial de revestimento do estômago, por exemplo, é renovado a cada 4 a 7 dias. Já a epiderme da pele (camada mais superficial) é completamente renovada a cada 15 a 30 dias, dependendo da idade do indivíduo. Células musculares cardíacas e neurônios não possuem reposição natural. Uma vez que tais células são perdidas, não ocorre o aparecimento de novas células [há controvérsias]. Os tecidos possuem processos de renovação e reparação menores à medida que envelhecemos, até que o número de células que morrem ultrapassa o número de células que nascem.
Fonte: UOL Notícias.

Você come carne? Se sim, talvez você esteja ingerindo arsênio cancerígeno! (E talvez você não seja tão inocente!!)

Você sabia que graças ao uso excessivo de antibióticos na pecuária você está ingerindo arsênico cancerígeno? Um novo estudo conduzido por pesquisadores da Johns Hopkins Center por um futuro habitável, da Escola Bloomberg de Saúde Pública, descobriu que galinhas criadas com medicamentos à base de arsênico acabam tendo arsênico tóxico, inorgânico em sua carne. Infelizmente, isso significa que inúmeros consumidores estão ingerindo essa substância cancerígena. Para o estudo, que foi publicado na revista científica Environmental Health Perspectives, os pesquisadores estudaram amostras de carne convencional, a carne sem antibiótico convencional, e frango orgânico de dez áreas diferentes. Especificamente, 116 amostras cruas e 145 amostras cozidas foram testadas para o arsênico total, enquanto 78 amostras foram submetidas à especiação. O prazo para o estudo foi de dezembro de 2010 a junho de 2011, dando tempo suficiente para o teste. Tido como o primeiro estudo a identificar e examinar as formas de arsênico específicas, a pesquisa constatou que galinhas alimentadas com antibióticos à base de arsênico representam um risco para a saúde pública. Os autores do estudo ainda dizem que a Food and Drug Administration tem o dever de tirar as drogas como roxarsone do mercado para proteger os consumidores, como é o trabalho da organização.


Mais preocupante sobre esses resultados podem ser as concentrações de arsênico inorgânico dentro da carne. Embora a FDA não estabeleça um “nível seguro de exposição” para o arsênico inorgânico presente nos alimentos, a quantidade de arsênico na carne, onde a droga roxarsone foi encontrada, muitas vezes estava duas a três vezes acima do sugerido pela FDA em 2011, e essas concentrações deveriam ser inferiores a um micrograma por quilo de carne. Além disso, os pesquisadores descobriram que cozinhar carne crua contendo roxarsone resultou em diminuição dos níveis da droga roxarsone, mas um aumento nos níveis de arsênico inorgânico. O resumo do estudo concluiu: “A carne de frango convencional apresentou concentrações mais elevadas de iAs do que amostras de carne de frango orgânico sem antibióticos convencionais. A cessação do uso de drogas arsênicas poderia reduzir a exposição e a carga de doenças relacionadas com arsênico nos consumidores de frango.” A exposição a níveis elevados de arsênico inorgânico pode resultar em câncer de pulmão, bexiga e pele, e tem sido associada com outras condições também.