Palavras que alimentam o espírito e aumentam a Ciência!

A mente de um homem ou de uma mulher não desce num momento da pureza e santidade para a depravação, corrupção e crime. Leva tempo transformar o humano no divino, ou degradar os que foram formados à imagem de Deus em brutais ou satânicos. Pela contemplação somos mudados. Embora formado à imagem do seu Criador, o homem pode de tal modo educar sua mente que o pecado que uma vez lhe pareceu repulsivo, tornar-se-lhe-á aprazível. Ao cessar de vigiar e orar, cessa de guardar a cidadela, o coração. (…) É preciso manter guerra constante contra a mente carnal; e precisamos ser ajudados pela refinadora influência da graça de Deus, a qual atrairá a mente para o alto e habituá-la-á a meditar no que é puro e santo. (Testemonies, vol. 2, p. 478 e 479. MINHA PRIMEIRA HORA, p. 31)
Estamos agora em meio aos perigos dos últimos dias. As cenas do conflito se apressam, e o maior dos dias está precisamente sobre nós. Estamos preparados para isso? … O Filho do homem concederá aos justos a coroa da vida eterna, e eles servirão ‘de dia e de noite no seu santuário e Aquele que se assenta no trono estenderá sobre eles o Seu tabernáculo. Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum, pois o Cordeiro que se encontra no meio dos trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima’ (Ap 7:15-17). (Review and Herald, 5 de setembro de 1899. MD 23/12/2013)
Vosso último pensamento à noite, vosso primeiro pensamento pela manhã, devem ser para Aquele em quem se concentram vossas esperanças de vida eterna. (Ellen G. White. Carta 19, 1895). Há necessidade constante de íntima comunhão com Deus. Precisamos absorver o espírito de Cristo, se o quisermos comunicar aos outros. Não podemos enfrentar as aliadas forças satânicas e humanas a menos que passemos muito tempo em comunhão com a Fonte de toda força. Tempos há em que nos devemos afastar do ruído da labuta terrena e das vozes humanas e, em lugares retirados, escutar a voz de Jesus. Assim poderemos provar o Seu Amor e abeberar-nos de Seu Espírito. Assim aprenderemos a crucificar o próprio eu. Esse procedimento pode parecer impossível ao espírito humano. ‘Não tenho tempo’, podereis dizer. Mas ao considerar a questão como é em verdade, não perdeis nenhum tempo; pois ao obterdes o poder e a graça que vêm unicamente de Deus, não efetuais vós mesmos a obra. É Jesus que é em verdade o obreiro. ‘Sem Mim” diz Cristo, ‘nada podereis fazer’ (João 15:5). (…) A reflexão e fervorosa prece inspirarão para santo empreendimento. (Ellen G. White. Manuscrito 25a, 1891)
Acima de tudo, tomai tempo para ler a Bíblia – o Livro dos livros – O estudo diário das Escrituras tem influência santificadora, enobrecedora, sobre o espírito. Ligai o volume sagrado ao vosso coração. Ele se vos mostrará amigo e guia na perplexidade. Tanto adultos como jovens negligenciam a Bíblia. Não fazem dela seu estudo, a regra de sua vida. Os jovens, especialmente, são culpados dessa negligência. A maioria deles encontra tempo para ler outros livros, mas aquele que indica o caminho da vida eterna não é diariamente estudado. Histórias ociosas são lidas atentamente, ao passo que a Bíblia é negligenciada. Esse Livro é nosso guia para uma vida mais elevada e santa. (CONSELHOS AOS PAIS, PROFESSORES E ESTUDANTES, p. 139)
Fonte: Ellen Gould White, escritora norte-americana, mensageira de Deus.

Estratégias não tão novas dos darwinmaníacos para a manutenção das fantasias evolucionistas-ateístas não científicas!

O editorial da Nature do dia 15 de Maio com o nome de “A Ciência nas Escolas” (“Science in schools”) ” lança críticas aos criacionistas, e à organização com o nome de  Discovery Institute (que não é uma organização criacionista mas sim um instituto que propaga a teoria cientifica do Design Inteligente) em particular, no preciso momento em que Eugenie Scott se aposenta das suas funções na “National Center for Science Education” ou NCSE (que não é uma organização dedicada à educação mas sim à censura de todas as críticas científicas que possam ser lançadas contra a teoria da evolução).
Para além das mentiras usuais proferidas pelos crentes evolucionistas (“a teoria da evolução é ciência”, “criação é religião”, “vamos todos morrer se não protegermos a teoria da evolução”, “todos os cientistas são evolucionistas”, etc, etc), os editores sugerem três coisas que os cientistas (=evolucionistas) podem fazer para continuar a jihad de Eugenie Scott contra todos aqueles que não acreditam que répteis evoluíram para pássaros, ou que animais terrestres evoluíram para baleias:
1. Separar a teoria da evolução do ateísmo.
Anti-ChristianOs editores aplaudiram o golpe táctico de Eugenie Scott de remover as palavras “impessoal” e “sem supervisão” duma declaração emitida pela “US National Association of Biology Teachers” quando estes descreveram a selecção natural dessa forma (“impessoal” e “sem supervisão”).  Não se dá o caso de Eugenie acreditar no oposto (que a selecção natural é supervisionada ou pessoal); ela apenas não queria que isso fosse uma arma usada pelos críticos de Darwin quando estes mostrassem que a teoria da evolução nada mais é que um movimento ateísta mascarado de ciência (que o é de facto, como se pode ler aquiaqui e aqui).
Scott alegou que existe uma “falsa dicotomia” entre os religiosos, alguns sendo defensores da teoria da evolução, e os cientistas, alguns podendo até acreditar na existência dum Poder Superior. Eugenie Scott, que é defensora do ateísmo, alegou que “a ciência não pode lidar com estas questões.” Esta posição não deixa de ser curiosa, especialmente se levarmos em conta que Eugenie Scott, para além de ser ateísta, alega que não existem evidências CIENTÍFICAS para a existência de Deus.
2. Construir coligações.
A estratégia vaga o suficientemente de modo a permitir que os Darwinistas pareçam conciliadores embora insistam que a sua visão permaneça sem contestação. Todos podem dizer o que bem entendem, desde que todos digam as coisas certas:
ApertoOutra estratégia é construir coligações de pessoas com visões distintos de modo a fornecer perspectivas múltiplas. As comunidades religiosas podem expressar a sua preocupação com o facto duma visão religiosa estar a ser favorecida acima doutra. Os pais podem argumentar em favor da consistência de pensamento e do futuro académico dos seus filhos. Os cientistas podem falar do processo científico e do porquê a exactidão escolar ser importante, mas podem também participar – sempre que possível – como pais, membros duma comunidade ou pessoas de fé.
3. Levar a cabo medidas de alcance
Esta terceira estratégia fomenta os “cientistas” (=evolucionistas) a sair dos seus círculos profissionais e interagir mais frequentemente com o público. Os mais “articulados” que podem explicar melhor a visão evolucionistas, têm que ser reconhecidos e apoiados pelas suas instituições; “eles têm que trazer consigo uma paixão quando descrevem o trabalho que é mais susceptível de cativar o público,” muito provavelmente a evolução dos dinossauros.
Stephen Jay GouldSurpreendentemente, os editores usaram Stephen Jay Gould como um bom exemplo dum evolucionista que tentou alcançar o público. Gould, um evolucionista marxista, inflamou os outros evolucionistas (tais como Richard Dawkins) com a sua admissão honesta de que o registo fóssil não dá qualquer tipo de suporte ao gradualismo darwiniano. A sua teoria com o nome de “equilíbrio pontuado” (“punctuated equilibria”) mostrou que existiam desacordos muito fortes dentro da comunidade evolucionista em torno do neo-Darwinismo.
No bom espírito evolucionista, os editores do artigo na Nature mostraram que não dão qualquer tipo de apoio ou legitimidade a debates ou diálogos em torno da credibilidade da teoria da evolução. Eles terminam o artigo dizendo:
Com o apoio da NSCE, bem como de outros esforços similares, os cientistas podem fomentar não só a educação cientifica, mas a ciência em si.
Tão nobres que eles são. Aparentemente, eles só querem avançar a ciência e ajudar as crianças. Quem no seu perfeito juízo seria contra isto? Obviamente, só aqueles que sabem dos verdadeiros propósitos dos evolucionistas, e do tipo de “ciência” que eles querem avançar. O ponto #2 é bem elucidativo do tipo de ciência particular que eles querem fomentar ao revelar que os vários tipos de pessoas presentes na coligação dariam “perspectivas múltiplas” em favor do ponto de vista aceitável: o evolucionista.
– As “comunidades religiosas” que são aludidas pelo artigo são congregações apóstatas que para além de defenderem as mentiras de Darwin, dão apoio ao homossexualismo, ao aborto e a todo o tipo de crenças que estão em contradição directa com a Bíblia. Os evolucionistas querem usar estes “cristãos” como forma de tentar (sem sucesso) passar a imagem de que a teoria da evolução não é uma crença ateísta.
– Os pais que são aludidos no artigo são os mesmos que se alinham com a esquerda política e que gritarão como lhes é ordenado, afirmando que não querem que os seus filhos recebam ensino religioso nas salas de aulas. Sim, porque mostrar os inúmeros problemas científicos da teoria da evolução é “ensinar religião”.
Note-se que a notícia da Nature não dá apoio aos pais que defendem a liberdade académica para criticar o darwinismo, mas sim os pais que dão ao seu apoio ao “pensamento claro” (isto é, pais que não se alinham com os cientistas que falam dos problemas da teoria da evolução). Para além disso, o texto fala no “futuro académico” passando a errada mensagem de que criticar a cada vez mais frágil tese de que peixes evoluíram para pescadores colocará em causa o seu sucesso profissional ou mesmo a sua habilidade de obter uma qualificação superior.
– Os “cientistas” que o artigo tem em mente são os mesmos evolucionistas que rejeitam, à priori, qualquer iniciativa que coloque as teses darwinistas sob escrutínio científico. Estes são os mesmos que defendem o positivismo lógico, essa filosofia morta que alega que o “processo científico” tem algum tipo de significado objectivo. O “rigor científico” que eles têm em mente é o “rigor” na defesa dos pontos de vista neo-darwinistas.
Conclusão:
No DrwinNote-se que nenhum dos 3 pontos aludidos em cima fomenta os evolucionistas a desenvolver melhores esforços científicos de modo a obter respostas para o que os críticos têm dito ao longo dos anos. Para os darwinistas, responder cientificamente às questões que são levantadas está fora de questão; o seu plano é só de marketing promocional, e censura ideológica.
E isto é suposto ser uma teoria científica? Se a teoria da evolução é um assunto que gira em torno de factos biológicos, porque é que é necessário listar estratégias para a ensinar sem que ela seja exposta a críticas científicas? Vocês já imaginaram um físico (ou um químico) a listar “estratégias” para demonstrar a veracidade duma lei ou dum  fenómeno natural?  Só com a teoria da evolução é que este tipo de coisas ocorre. Porque será?
Fonte: Darwinismo.

O fim da democracia nos EUA!

O governo democrático americano utiliza-se de práticas de regimes totalitários em favor da segurança nacional.
 
Os últimos acontecimentos nos Estados Unidos relacionados ao monitoramento de dados das pessoas promovido pelo governo despertou uma grande preocupação por parte da opinião pública em relação à ameaça à liberdade e à democracia tão defendidas por essa nação. Um fator que revelou essa preocupação foi o aumento estratosférico das vendas do livro 1984 de George Orwell, publicado em 1949, em mais de 7000%.[1] O motivo é porque o livro denuncia de forma detalhada as futuras estratégias dos Estados totalitários na tentativa de restringir a privacidade dos indivíduos que são bem semelhantes às apresentadas pelos Estados Unidos, hoje.
O presidente Barack Obama tem sofrido duras críticas por invadir a privacidade dos indivíduos na tentativa de obter dados confidenciais comprometedores. Essa prática de espionagem tem sido encarada como violação declarada dos direitos civis. Tal atitude ameaça de morte o que há de mais importante nessa nação: a democracia.
Sendo os Estados Unidos da América conhecidos historicamente como o país símbolo da liberdade individual e da democracia, por que então essa nação estar lançando mão de comportamentos típicos dos regimes totalitários? Ao fazer uma reflexão sobre as notícias de violação de privacidade por parte do governo americano, acredito que pelo menos três fatores estão motivando a desconstrução dos sólidos muros democráticos desse país.

A Crise

O primeiro fator tem que ver com a crise. A crise de qualquer espécie desmantela qualquer sistema social, político, religioso e econômico sólidos. Marvin Moore jornalista e escritor, reproduzindo o pensamento do livro The Addictive Organization, salienta que “as crises são usadas para desculpar ações drásticas e equivocadas por parte dos administradores”.[2] Além disso, ressalta também que “quando a norma é a crise, a administração tende a assumir uma quantidade perigosa de poder a cada dia”.
Moore acrescenta ainda, ao citar Michael Barkun autor da obra Disasters and the Millennium, que “o desastre cria condições especialmente adaptadas à rápida alteração de sistemas de valores”.[3] Sendo assim, as chances de um indivíduo ou grupo de pessoas abandonarem antigos valores há muito acalentados como consequência de um desastre ou crise é muito grande. Moore afirma também que “sistemas de crenças que talvez fossem rejeitados em condições livres de desastre, agora recebem consideração favorável”[4].
Com os ataques de 11 de setembro de 2001, a América se viu mergulhada em uma crise estratosférica de segurança nacional. Diante disso, os líderes americanos se viram obrigados a rever os seus conceitos democráticos de liberdade individuais há muito defendidos. Então, a primeira atitude do governo americano foi lançar mão de um movimento de violação dos direitos civis. Os Estados Unidos passaram a grampear secretamente e-mails e telefonemas de indivíduos sem consulta prévia ou autorização judicial. Os últimos passos nessa direção dado pela política americana foram revelados na mídia recentemente quando o governo realizou uma “coleta indiscriminada de registros telefônicos de milhões de cidadãos pela Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês)”.[5]
Fica claro com isso que, a fim de promover a segurança da nação americana, o governo buscou viéis que regimes totalitários se utilizaram no passado e ainda usam hoje. O país mais livre do mundo abriu mão da democracia para agir autoritariamente e até violar os direitos civis há muito defendido por ele. Atestando com isso o óbito da sua democracia.

Monopolização da Informação

A monopolização da mídia americana é outro fator que tem facilitado o governo americano minar a democracia com suas ações totalitárias. A informação jornalística na mão de poucas corporações está conduzindo a America ao enfraquecimento do debate e ao fortalecimento da alienação popular. Ruben Dargã Holdorf, em seu artigo O fim da democracia norte-americana: A imprensa leva a culpa[6], alerta que “quando as comunicações se aglutinam sob o comando e orientação de poucos ou somente uma empresa jornalística, ocorre o risco da manipulação”.
Vanderlei Dorneles, em sua obra O Último Império acrescenta que “com a Comissão Federal de Comunicação, a legislação rígida sobre imprensa vem sendo alterada”[7]. E hoje, segundo Dorneles “nada menos que 90% de tudo que os americanos veem, ouvem e leem são produzidos por apenas seis empresas, que no passado foram mil, (AOL, Time Warner, Viacom, Disney, General Eletric, News Corporatione Vivendi Universal)”.[8]
Como esse processo de monopolização da informação, que não permite a população ter acesso a diferentes pontos de vista, e com isso, criticar as decisões autoritárias do governo, faz com que o risco de morte da democracia desse país seja cada vez maior, a cada dia que passa.

Os Ataques Preventivos ao Inimigo

No passado, sobretudo em 2001, o governo americano iniciou uma prática de atacar preventivamente o inimigo. Essas ações tem-se revelado nitidamente como ações totalitárias. Dorneles revela o pensamento base desses ataques ao afirmar que “quando os interesses e a segurança dos Estados Unidos estiverem em questão, eles não hesitarão em ‘agir sozinhos’, referindo-se a uma completa independência em relação aos aliados e às Nações Unidas”[9].
Hoje, o investimento do Estado Americano estar sendo canalizado para uma nova modalidade de ataques preventivos como os “ciberataques”. Por meio dessa iniciativa, apresentado pelo senador John Edwards, o governo deve fornecer US$ 350 milhões durante os próximos cinco anos para o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologias[10], a fim de produzir tecnologias de informação mais eficientes no combate ao terror.
Esses ciberataques permitem ao governo invadir ou atacar os computadores de instituições, organizações, empresas e indivíduos suspeitos de terror, isso sem autorização judicial. Assim, mais uma vez, a América se revela uma nação verdadeiramente autoritária, que aos poucos vem minando a sua própria democracia.

Conclusão

As ações denunciadas acima, tais como, crise, monopolização da informação e os ciberataques tem assustado e acendido um sinal de alerta por parte da população mundial.
Contudo tais tentativas em direção ao enfraquecimento da democracia norte-americana foram denunciadas pela escritora Ellen White, há mais de cem anos. Em sua obra mais famosa, publicado no final do século 19, alerta de forma contundente as atuais ameaças à liberdade individual quando diz que “a corrupção política está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade; e mesmo na livre América do Norte … a liberdade, obtida a tão elevado preço de sacrifício, não mais será respeitada”.[11]
Portanto, resta-nos reagir veementemente contra essas iniciativas totalitárias do governo americano, pois se essas práticas forem copiadas por outras nações, tendo como justificativa a segurança, poderemos presenciar um ressurgimento do totalitarismo no Ocidente sem precedentes na história.
[2] MOORE, Marvin. Apocalipse 13: leis dominicais, boicotes econômicos, decretos de morte, perseguição religiosa – isso poderia realmente acontecer? 1 ed. Tatui: Casa Publicadora Brasileira, 2013, p. 248.
[3] Idem, p. 251.
[4] Ibdem.
[5] PACIORNIK, Celso. Ameaça à Democracia. [S.I]: Estadão.com.br/Internacional. Disponível em   Acesso em 26 jun.2013, 14:50:40.
[6]HOLDORF, Ruben Dargã. O fim da democracia norte-americana: a imprensa leva a culpa. Web Site Sala de Prensa: Disponível em Acesso em 26 jun.2013, 14:41:29.
[7] DORNELES, Vanderlei. O último império: a nova ordem mundial e a contrafação do reino de Deus. 1 ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2012, p. 160.
[8] Idem.
[9] Ibdem, p. 161.
[11] WHITE, Ellen G. O grande conflito. ed. 22. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2009, p. 566.

Crendices e superstições cristãs. A existência de uma parte folclórica na teologia popular em todas as denominações cristãs (Parte VI)

“Um profeta verdadeiro só está
presente numa única denominação e esta é necessariamente cristã e esta é
necessariamente a descendência da mulher de Apocalipse 12 (‘os restantes’)”
 

Para desmistificarmos esse folclore presente em
algumas denominações cristãs, o qual é fruto principalmente do preconceito que
a ignorância bíblica traz, é necessário sabermos o que é o dom profético, ou
seja, o que é ser um profeta verdadeiro de Deus e para quê Deus levanta um
profeta. “Então JAVÉ Deus disse a Moisés: — Vou fazer com que você seja como
Deus para o rei; e Arão, o seu irmão, falará por você como profeta. Você dirá a
Arão tudo o que eu mandar, e ele falará com o rei, pedindo que deixe os
israelitas saírem da terra dele” (Êx 7:1,2, NTLH). Esse conhecido episódio na
história dos descendentes de Abraão nos ensina que o profeta é aquele pecador
que recebe de Deus uma mensagem e a repassa. Não conheço nenhum caso na Bíblia
onde o ser humano escolheu ser profeta e Deus o tornou profeta. Deus é quem
escolhe o profeta: “Porém é um só e o mesmo Espírito quem faz tudo isso. Ele dá
um dom diferente para cada pessoa, conforme ele quer” (I Co 12:11, NTLH). “Do
meio de vocês Deus escolherá para vocês um profeta que será parecido comigo
[com Moisés, a quem JAVÉ também escolheu], e vocês vão lhe obedecer” (Dt 18:15,
NTLH). Enfatizo o fato de Deus escolher o possuidor do dom de profecia, pois as
Escrituras o fazem! Abrão foi profeta (cf. Gn 20:7) eleito por Deus (Ne 9:7),
mesmo vindo de “Ur dos caldeus”. Abrão não descendeu dos judeus, só pra
lembrar. Ele os gerou. Logo, é possível Deus suscitar um profeta de onde menos
os homens religiosos esperam (cf. Lc 19:40)! Outras: embora o dom de profecia
esteja sujeito ao profeta (I Co 14:32), ou seja, não tem essa de “possessão
divina” sobre os profetas, Deus não está sujeito a eles. Deus já ficou em
silêncio para com Seus próprios profetas (cf. I Sm 28:6,15) e Deus já colocou,
literalmente, Sua Palavra na boca de um profeta – Balaão (Nm 22:20,38; 23:5),
aliás, outro exemplo de profeta não descendente de alguma denominação judaica
(cf. Nm 22:5-12,18). Um profeta pode ser verdadeiro, ter o dom dado por JAVÉ,
mas escolher mentir (cf. I Rs 13:18 e 22:15,16); um profeta de Deus é um
pecador como qualquer outro pecador – salvo pela graça ou perdido pela
desobediência, e o dom profético é só um dentre muitos que o Senhor Espírito
tem e dá de acordo com os Seus planos para o corpo de Cristo (I Co 12:7-14).
Novamente, não quero diminuir a importância do dom profético nem o trabalho
precioso de um profeta verdadeiro; mas, eu gostaria de calibrar o olhar
eclesiástico sobre esse assunto! Deificar um profeta verdadeiro, não é bíblico.
Demonizar o profeta da outra denominação cristã, só porque ele não é membro da
sua igreja, não é bíblico. Crer que existe uma denominação cristã que cumpre
Apocalipse 12:17 pelo fato de ela possuir um profeta verdadeiro, também não é
bíblico!

Ter
o “testemunho de Jesus” da passagem supracitada claramente é o dom da profecia
(no grego: “echonton tem marturian Iesou
= “têm”, “possuem” ou “sustentam o testemunho de Jesus”, Ap 12:17), segundo o
profeta escritor do Apocalipse e o profeta Paulo: “Prostrei-me ante os seus pés
para adorá-lo. Ele, porém, me disse: Vê, não faças isso; sou conservo teu e dos
teus irmãos que mantêm o testemunho de
Jesus
; adora a Deus. Pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia”
(Ap 19:10). “Eu, João, sou quem ouviu e viu estas coisas. E, quando as ouvi e
vi, prostrei-me ante os pés do anjo que me mostrou essas coisas, para adorá-lo.
Então, ele me disse: Vê, não faças isso; eu sou conservo teu, dos teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as
palavras deste livro. Adora a Deus” (Ap 22:8,9). “Revelação de Jesus Cristo,
que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem
acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu
servo João, o qual atestou a palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo, quanto a tudo o que viu” (Ap 1:1,2). “Sempre
dou graças a [meu] Deus a vosso respeito, a propósito da sua graça, que vos foi
dada em Cristo Jesus;  porque, em tudo,
fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento; assim
como o testemunho de Cristo tem sido
confirmado em vós, de maneira que não vos falte nenhum dom, aguardando vós a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo, o
qual também vos confirmará até ao fim, para serdes irrepreensíveis no Dia de
nosso Senhor Jesus Cristo” (I Co 1:4-8). Para os dois o “testemunho de Jesus”
não era qualquer testemunho sobre Jesus, a pregação do evangelho; mas, ter o
“dom” profético vindo do Senhor Espírito Santo. E segundo Paulo, todos os dons
do Espírito Santo, inclusive o de profecia, devem existir até “a revelação de
nosso Senhor Jesus Cristo” (2ª vinda de Cristo), para a educação dos filhos de
Deus de modo que eles se tornem “irrepreensíveis no Dia de nosso Senhor Jesus
Cristo”! Ora, no tópico anterior (o mito da denominação cristã remanescente)
estudamos que Deus possui Seus fiéis espalhados nas muitas igrejas cristãs, não
cristãs e, possivelmente, em igreja nenhuma (qual a igreja do centurião romano
cujo servo o Senhor Jesus curou?! Cf. por exemplo textos que apresentam a visão
de Deus sobre a verdadeira religião: Mt 7:12; Tg 1:27 e Lc 10:25-37). Assim
sendo, se aquele raciocínio estiver correto, o misericordioso Pai concederá o
misericordioso Senhor Espírito Santo sobre “cristãos” e “não-cristãos”, membros
de igreja e membros sem igreja, enfim, todo o corpo de Cristo (cf. Ef 4:7-16),
para que este se ache “irrepreensível”, “sem mácula, ruga, nem cousa
semelhante”, porém santo e sem defeito (cf. Ef 5:27). “Eu sou adorado em todos
os países do mundo, e em todos os lugares queimam incenso em minha honra e me
oferecem sacrifícios puros. Todos me honram” (Ml 1:11, NTLH). “Os vossos olhos
o verão, e vós direis: Grande é JAVÉ também fora dos limites de Israel” (Ml
1:5). Ou seja, os dons espirituais não se restringem a membros de igrejas
cristãs! Incluindo (e eu penso, principalmente) o dom de profecia, pois, como
já dizia Paulo: “Eu quisera que vós todos falásseis em outras línguas; muito
mais, porém, que profetizásseis; pois quem profetiza é superior ao que fala em
outras línguas, salvo se as interpretar, para
que a igreja receba edificação
” (I Co 14:5). Penso que Paulo imitou Moisés
ao desejar o dom profético para todos os membros da igreja cristã de Corinto: “Eu
gostaria que JAVÉ desse o seu Espírito a todo o seu povo e fizesse com que
todos fossem profetas!” (Nm 11:29, NTLH). O dom de profecia é um dom distinto
pelo fato de trazer a vontade de Deus para as pessoas sem interferência, perda
de sinal, ao vivo e on line! Não que
o profeta seja mais importante que o professor, o pastor, o curador, o que fala
línguas estrangeiras, etc. No entanto, Moisés e Paulo, colocando na balança de
suas próprias experiências de vida com Deus e de trabalho por Seu povo,
afirmaram a superioridade em termos de clareza e eficiência do dom profético!
Então, como uma igreja cristã pode crer que só ela tem o direito de ter
profetas verdadeiros, se o misericordioso Pai tem filhos noutras casas com
outras bandeiras e também fora de todas as casas religiosas?! Seguramente,
existem profetas tão cheios de Deus e da Verdade (no que diz respeito à sua
mensagem) dentro e fora das comunidades cristãs, pois, como reconheceu Pedro “Deus
não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que o
teme e faz o que é justo lhe é aceitável” (At 10:34,35), e olha que ele ainda
não havia sido curado por completo de seu exclusivismo judaico-cristão, confira
Gálatas 2:11-18.  Uma vez que Jesus
morreu por todos os pecadores de Adão até a última criança concebida antes de
Seu retorno (cf. I Tm 2:6); se Deus não tem Seus filhos reunidos num só rebanho
(Jo 10:16); e se Ele deseja oportunizar a salvação a todos (I Tm 2:4), a
conclusão lógica é que o Espírito Santo escolhe pecadores não cristãos também
como recipientes de Seus dons divinos, com o propósito de tais ferramentas
espirituais serem usadas para a preparação de um povo para o retorno do Rei
Jesus!
Logo,
Apocalipse 12:17 não se refere a uma única denominação cristã; o testemunho de
Jesus ou o dom profético não é dado pelo Senhor Espírito somente aos professos
cristãos e a obediência exterior (e a aparente desobediência) não é requisito
bíblico para a recepção do dom de profecia (tanto quanto de qualquer outro dom
espiritual!). Pois, “JAVÉ não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém JAVÉ,
o coração” (I Sm 16:7); “Existem tipos diferentes de dons espirituais, mas é um
só e o mesmo Espírito quem dá esses dons. Existem maneiras diferentes de
servir, mas o Senhor que servimos é o mesmo. Há diferentes habilidades para
realizar o trabalho, mas é o mesmo Deus quem dá a cada um a habilidade para
fazê-lo. Para o bem de todos, Deus dá a cada um alguma prova da presença do
Espírito Santo. Porém é um só e o mesmo Espírito quem faz tudo isso. Ele dá um
dom diferente para cada pessoa, conforme
ele quer
” (I Co 12:4-7,11, NTLH). O único pré-requisito bíblico para se
receber o dom de profecia é a vontade de Deus! Não são as obras, não é a igreja
e nem as filosofias pessoais. Assim como a graça da salvação, o dom profético é
graça de Deus, dado a quem Sua inerrante onisciência deseja.

Chamo
sua atenção, prezado(a) leitor(a), para o fato de que, a institucionalização do
cristianismo genuíno, feita por pecadores, acarretou sobre o mesmo uma enorme
quantidade de doutrinas e dogmas extra bíblicos que são ensinados e seguidos
pelos membros das muitas denominações “cristãs”, onde a maioria não conhece nem
o cristianismo genuíno, de modo que são incapazes de comparar o que creem,
vivem e ensinam com o que Deus crê, vive ensina! Por favor, eu rogo a você: não
faça parte dessa maioria… Conheça a Deus por você mesmo! Converse com Deus
você mesmo! Ame a Deus você mesmo! Infelizmente, a igreja assumiu um papel que
Deus não lhe deu e, talvez nem ela mesma tenha realmente querido tal função – o
papel de Jesus Cristo, o Mediador –, pois, a vida espiritual de seus membros é
dependente, não de Jesus, mas das programações do templo; o conhecimento dos
membros é o que a igreja revela, e não o que Cristo revela; a oração fervorosa
e sincera dos membros é a que é feita dentro do recinto da igreja, pois no dia
a dia dos membros ela não aparece e o amor a Deus se resume hoje a ser membro de
uma denominação, em vez de ser membro do corpo invisível de Cristo e ter o
caráter de Cristo e o estilo de vida de Cristo! Não permita mais essa trágica
realidade espiritual. A igreja viva de Deus anda com Seus próprios pés guiada
pelo Espírito Santo! Ela não tem nada a ver com um pequeno grupo conduzindo um
grande grupo por onde o pequeno grupo quer. Ore a Deus e peça-Lhe para ser um
membro do corpo de Cristo e assim ser um instrumento dEle em sua igreja,
reformando-a de acordo com a Bíblia, reavivando-a de acordo com a Bíblia! Torne
sua igreja uma instituição organizada pelo Espírito Santo, em vez de (des)organizada
por pecadores. Pergunte-se: o que eu conheço sobre Deus é genuíno, é bíblico ou
o que eu sei, ouvi outros falarem? Como posso garantir que minha vida está
sendo santificada para o encontro com Jesus? Sou o mesmo e minhas práticas são
semelhantes às de anos atrás? Os profetas que eu creio me bajulam ou me
repreendem? Educo as pessoas ao meu redor, ou sou indiferente ao que elas creem
e praticam? Luto pela placa de minha igreja ou pelas almas por quem Cristo
morreu? Amo meu próximo ou só meu “semelhante”? Deus nos torne parte de Seu
verdadeiro povo! (Hendrickson Rogers)

Mais crendices serão expostas daqui a alguns dias. Aguardem!

Esta é mais uma pesquisa bíblica que posto aqui no blog para análise e reflexão! Estude as partes já construídas: 1ª Parte2ª Parte3ª Parte4ª Parte e 5ª Parte (é só clicar).

Projeto “Cura Gay” (o qual nunca existiu) expõe doença da mídia tendenciosa!

Então, existia um projeto de “cura dos gays” tramitando por aí, na Comissão de Direitos Humanos do nosso querido e efervescente Brasil, que foi aprovado hoje pela mesma comissão. De acordo com Márcio Falcão, da Folha.com,
O projeto permite a psicólogos oferecer tratamento para a homossexualidade — a chamada “cura gay”, segundo os críticos da ideia, e terá que passar por outras duas comissões da Casa. Feliciano nega que a proposta tenha essa linha. (1)
Eu nunca falei de homossexualidade/homossexualismo aqui no blog, simplesmente por um motivo: ainda estou estudando e entendendo o assunto antes de falar a respeito. Como vocês sabem, preciso entender a doutrina cristã a respeito, o pensamento homossexual, suas reivindicações, seus dilemas e seus ideias. Não se fala do que não se sabe.
De uma coisa eu sei, porém. É impressionante como a mídia às vezes tende a defender e polemizar em torno de uma fantasia…
Não existe projeto de “cura gay”! O que existe é um projeto de decreto legislativo, da autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), que elimina a subjetividade e o possível abuso de poder de conselhos e juízes, com relação ao modo de trabalho de psicólogos e seu relacionamento com pacientes que busquem orientação quanto à sua sexualidade. O projeto propõe o sustar (o cancelamento, digamos) de alguns itens da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia que, na parte que interessa a nós, diz:
“Resolução no 1/1999
Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.
Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
Art. 4o – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.” (2)

O que não vale mais Com o novo projeto, o que NÃO VALE MAIS é o seguinte:

“Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
Ora, quem determina qual evento faz esse tipo de coisa ou não faz? Digamos que um evento se chame: “Sexualidade: estudos de caso de traumas de origem sexual e homossexualidade”. Psicólogos não poderiam participar desse evento? Por quê? Traumas de origem sexual não afetam a sexualidade (não estou falando de opção, natureza, ou o quer que seja) de um indivíduo?
“Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.”
Quem determina que o psicólogo reforçou ou está reforçando preconceito contra homossexuais? Se ele disser, numa entrevista, por exemplo: “O paciente X apresenta uma  característica física Y, que se manifesta em práticas sexuais de natureza Z.” (Lembre-se que característica Y pode ser até mesmo de ordem genética. Não importa aqui.) Isso constitui preconceito? Ao que me conta, a comunidade científica ainda está tentando entender o fenômeno da homossexualidade na biologia humana e animal. É proibido perguntar se a homossexualidade pode ser causada, no indivíduo X, pela causa Y, seja ela qual for? É, cientificamente, uma pergunta legítima. Se a única resposta aceita for do tipo “faz-parte-da-natureza-de-cada-um”, isso não pode ser aceito por cientistas.
Além disso, me parece bizarro dizer que “fulano não se pronuciará ou participará de evento tal”. Ora, por que ele não pode participar do evento para ouvir posição A ou B, mesmo que discorde delas, e conhecer o que quer que seja que o ajude a melhorar sua formação? Bem autoritário esse artigo 4…

O que continua valendo E o que CONTINUA VALENDO?

“Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”
Assim, os homossexuais podem ficar tranquilos: ninguém vai tentar curá-los. Continua-se crendo, no Brasil, que a homossexualidade não é uma patologia. Não existe, nem nunca existiu, desde 1999, projeto de “cura gay”. Mas existia um abuso de poder nessa resolução antiga.
Nesses dias em que a massa popular se revolta com a postura da mídia, entre outras coisas, não se pode esquecer do papel do jornalista, esclarecido, pra fechar, por Reinaldo Azevedo.
Os tais trechos da resolução, entendo, são mesmo autoritários e inconstitucionais. E têm de cair. E o que parece, isto sim, não ter cura é a vocação de amplos setores da imprensa para a distorção. Cada vez mais, a notícia se transforma num instrumento para privilegiar “os bons” e satanizar “os maus”. Isso é militância política, não jornalismo. (3)

Referências

(1) FALCÃO, Márcio. Marco Feliciano ameaça “rebelião” se governo interferir no projeto “cura gay”. Folha.com. 19 junho 2013. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/06/1297589-feliciano-nega-provocacao-as-manifestacoes-e-recomenda-juizo-a-maria-do-rosario.shtml&gt;. Acesso em 19 junho 2013.
(2) CAMPOS, João. Projeto de Decreto Legistalivo n. ___ de 2011. Disponível em: <http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=CF29AFC3A8432B845A8A210DE4434D2A.node2?codteor=881210&filename=PDC+234/2011&gt;. Acesso em 19 junho 2013.
(3) AZEVEDO, Reinaldo. Lá vem mais barulho na comissão presidida por Feliciano… Blog do Reinaldo Azevedo. Disponível em: <http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/la-vem-mais-barulho-na-comissao-presidida-por-feliciano-agora-imprensa-inventa-que-projeto-autoriza-cura-gay-e-trata-homossexualidade-como-doenca-e-mais-uma-mentira-influente-ou/&gt;. Acesso em 19 junho 2013.

Escolas (inclusive as) Públicas e o ensino sobre os dinossauros

É suposto as crianças receberem educação de qualidade nas escolas públicas mas a maior parte destas escolas só atingem o nível da indoutrinação. Isto é especialmente verídico quando temas como a evolução, a idade da Terra, e os dinossauros são ensinados dentro das salas de aulas. Normalmente, os livros escolares e o currículo serão feitos de modo a ensinar apenas e só o lado ateísta da questão, ao mesmo tempo que fazem uma má caracterização do lado Bíblico do mesmo tópico. (…)
Dinossauros Um dos grandes erros ensinados nos currículos gira em torno dos dinossauros. As escolas tentam responder a questões como de onde vieram os dinossauros, quando é que eles viveram , e o que aconteceu com eles. Infelizmente, a ciência não pode responder a qualquer destas perguntas uma vez que elas são perguntas relativas a uma cosmovisão e não perguntas empiricamente testáveis. Mas mesmo assim, as escolas tentam fornecer respostas aos seus alunos. Segundo as escolas onde se ensina o ateísmo (também conhecidas como “escolas” públicas), os dinossauros supostamente evoluíram duma sopa pré-biótica e viveram há milhões de anos atrás. Segundo o credo evolucionista, nenhum ser humano alguma vez viu um dinossauro. As escolas ensinam também que a maior parte dos dinossauros morreu quando um asteróide gigantesco caiu sobre a Terra, causando uma extinção em massa (tese contestada por outros cientistas não-criacionistas). Com o passar dos imaginários milhões de anos, os dinossauros que alegadamente sobreviveram a este impacto, evoluíram para pássaros.
Um dinossauro vivo? A Bíblia, por outro lado, relata factos bastante diferentes daqueles que as escolas pública “ensinam”. Segundo a Palavra Daquele que estava presente quando os dinossauros surgiram na Terra, os dinossauros foram criados no 6º Dia da Criação há cerca de 6,000 anos atrás. Para além disso, os dinossauros sempre coexistiram com o ser humano. Originalmente, eles eram vegetarianos, mas depois da Queda, muitos deles tornaram-se carnívoros. Mais tarde na História, o Dilúvio de Noé matou todos os dinossauros terrestres com a excepção daqueles que se encontravam dentro da arca.
Depois do Dilúvio os dinossauros depararam-se com uma situação infeliz onde eles eram mortos mais rapidamente do que o tempo que durava para eles se reproduzirem. À medida que o homem o caçava, as histórias em torno de dragões propagaram-se um pouco por todo o lado. Passado pouco tempo, a maior parte dos dinossauros estava extinta embora ainda possam existir uns poucos actualmente.

Estes são, portanto, os dois pontos de vista no que toca aos dinossauros. A segunda visão é a Bíblica e a primeira é a suportada com o dinheiro dos contribuintes. Embora a ciência operacional não possa provar qualquer destas visões, existem várias evidências históricas que demonstram como a primeira é falsa e a segunda verdadeira. 
Será que os nossos antepassados usaram fósseis para retratar os dinossauros?Se a primeira visão fosse verdadeira, seria de esperar a existência de algum mecanismo que pudesse transformar um tipo de animal outro tipo de animal. Esse misterioso mecanismo não foi ainda encontrado pelos evolucionistas. Para além disso, se os dinossauros realmente evoluíram para aves, seria de esperar que as aves e os dinossauros tivessem algum tipo de semelhança, mas o que a ciência revela é exactamente o contrário. Se o ser humano e os dinossauros nunca coexistiram, então não deveriam existir relatos históricos, provenientes dos mais variados povos, a exibir algum tipo de interacção entre o ser humano e animais que hoje chamamos de dinossauros. Mas eles existem. Se a visão Bíblica é a correcta, então seria de esperar que a arte antiga exibisse homens e dinossauros juntos. E nós temos exactamente isso (aqui e aqui). Seria também de esperar que existissem lendas de criaturas enormes tais como dragões, tal como o são. Por fim, seria de esperar que os dinossauros se encontrassem bem preservados no registo fóssil (revelando que viveram há pouco tempo atrás) e também o são.
Conclusão: Sem qualquer margem de dúvida, a visão que está de acordo com as evidências históricas é a visão Bíblica. Que pena que a visão que é ensinada com o dinheiro público seja a errada (a evolucionista).
Fonte Darwinismo.

Mais uma teoria evolucionista comprovadamente incorreta – a formação das estrelas!

O processo de evolução estelar ensinado nos livros de astronomia está incorreto – ou, no mínimo, incompleto. O modo como as estrelas evoluem e terminam suas vidas foi durante muitos anos um processo considerado bem compreendido. Modelos computacionais detalhados preveem que estrelas com massa semelhante à do Sol passem por uma fase no final das suas vidas, quando ocorre uma queima final de combustível nuclear, e grande parte da massa das estrelas é perdida na forma de gás e poeira, que literalmente iriam para o espaço. Esse é o chamado ramo gigante assintótico ou AGB (sigla em inglês para asymptotic giant branch). Esse nome estranho é devido à posição que essas estrelas ocupam no diagrama de Hertzsprung-Russel, um gráfico que mostra o brilho das estrelas em função das suas cores. No entanto, novas observações de um enorme aglomerado estelar, obtidas com o Very Large Telescope do ESO, mostraram – contra todas as expectativas – que a maioria das estrelas estudadas simplesmente não chega a essa fase de sua evolução. Uma equipe internacional descobriu que a quantidade de sódio presente nas estrelas permite prever de modo muito preciso como é que esses objetos terminarão suas vidas. Durante um curto período de tempo, o material ejetado para o espaço é iluminado pela intensa radiação ultravioleta que vem da estrela, formando uma nebulosa planetária. Esse material expelido é depois utilizado para formar uma nova geração de estrelas, sendo esse ciclo de perda de massa e renascimento vital para sustentar a atual explicação sobre a evolução química do Universo. Esse processo fornece também o material necessário à formação de planetas – e contém ainda os ingredientes necessários à vida orgânica.
No entanto, o australiano Simon Campbell (Universidade Monash, Austrália), especialista em teorias estelares, descobriu em artigos científicos antigos indícios importantes de que algumas estrelas poderiam de algum modo não seguir essas regras, pulando completamente a fase AGB. “Para um cientista de modelos estelares, essas hipóteses pareciam loucas! Todas as estrelas passam pela fase AGB, de acordo com os nossos modelos. Eu verifiquei e tornei a verificar todos os estudos antigos sobre o assunto, e acabei por concluir que esse fato não tinha sido estudado com o rigor necessário. Por isso decidi eu mesmo investigar o assunto, apesar de ter pouca experiência observacional”, conta o pesquisador. Campbell e a sua equipe utilizaram o VLT para estudar com muito cuidado a radiação emitida pelas estrelas do aglomerado estelar globular NGC 6752, situado na constelação austral do Pavão. Essa enorme bola de estrelas antigas contém uma primeira geração de estrelas e uma segunda geração, formada pouco tempo depois. As duas gerações podem ser identificadas pelas quantidades diferentes de elementos químicos leves, tais como carbono, nitrogênio e – crucial para esse estudo – sódio. Os resultados revelaram-se surpreendentes. Todas as estrelas AGB do estudo eram da primeira geração, com níveis de sódio baixos, e nenhuma das estrelas da segunda geração, com níveis mais altos de sódio, tinha se tornado uma AGB. Um total de 70% das estrelas não estavam nessa fase final de queima nuclear com consequente perda de massa. Em outras palavras, essas estrelas morrem muito mais jovens do que se calculava, e sem a espalhafatosa fase de queima de hélio, quando a estrela emite uma luz extremamente forte.
Isso tem grande impacto não apenas sobre as teorias, mas também sobre as campanhas observacionais: a enorme quantidade de estrelas que deveriam estar se tornando superbrilhantes ao atingir a fase final das suas vidas simplesmente não existe. “Parece que as estrelas precisam de uma ‘dieta’ pobre em sódio para que possam atingir a fase AGB no final das suas vidas. Essa observação é importante por várias razões. Essas estrelas são as mais brilhantes nos aglomerados globulares – por isso haverá 70% menos dessas estrelas tão brilhantes do que a teoria prevê. O que significa também que os nossos modelos estelares estão incompletos e devem ser corrigidos”, conclui Campbell. A equipe espera que sejam encontrados resultados semelhantes para outros aglomerados estelares e está planejando mais observações. Ele levanta a hipótese de que as estrelas que saltam a fase AGB evoluirão diretamente para anãs brancas de hélio, arrefecendo gradualmente ao longo de muitos bilhões de anos. Não se acredita que o sódio seja por si só a causa desse comportamento diferente, embora o elemento deva estar fortemente ligado ao fenômeno, que permanece um mistério.
Nota: Interessante… Já destaquei em outras ocasiões o fato de que em astronomia os paradigmas são mais facilmente modificados com base em observações. E é assim que a ciência avança. Agora é o entendimento da evolução estelar que pode sofrer modificações. Quando será que a ideia da macroevolução sofrerá também mudanças, alterações e até descarte, visto que os dados estão contra ela? Bem, aqui parece que o dogma é mais forte.[Michelson Borges]