A engrenagem mecânica da ninfa de Issus coleoptratus e os problemas científicos do ateísmo evolucionista!

Com duas pernas diminutas travadas em uma posição de salto, o pequeno insecto tensiona seu corpo como um arqueiro segurando um arco. No topo de suas pernas, há um minúsculo par de engrenagens – com a aparência de finos dentes de tubarão e como um zíper. E então, mais rápido do que você possa piscar, pensar ou ver a olho nu, a coisa desapareceu.
Em 2 milissegundos, o minúsculo inseto se projeta, acelerando a quase 400 g’s – uma taxa de mais de 20 vezes o que um corpo humano pode suportar. Na velocidade máxima, seu salto atinge 3,57632 m/s – uma façanha, considerando que seu corpo tem menos de um décimo de um centímetro de comprimento.
Esta pequena maravilha é uma ninfa de Issus coleoptratus, uma espécie de insetofulgoromorfo e um dos aceleradores mais rápidos do reino animal. Como uma dupla de pesquisadores relatou hoje no Jornal da Ciência do Reino Unido hoje, o Issus também é o primeiro ser vivo já descoberto a exibir uma engrenagem de funcionamento.
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[…] As próprias engrenagens são uma raridade. Com engrenagem dentada em forma de ondas, eles não se parecem com o que você gostaria de encontrar em seu carro ou em um relógio de luxo (o estilo com o qual você provavelmente está familiarizado é chamado de engrenagem evolvente , e foi projetada pelo matemático suíço Leonhard Euler, no século 18.)
Não poderia haver duas razões para isso. Através de uma excentricidade matemática, existe um número ilimitado de maneiras de projectar engrenagens. Então, ou a natureza evoluiu uma solução ao acaso ou, como suspeita Gregory Sutton, coautor do artigo e pesquisador de insectos na Universidade de Bristol, a forma da engrenagem do Issus é particularmente apta para o trabalho que faz. Ela é construída para‘uma alta precisão e velocidade em uma direcção’, diz. ‘É um protótipo de um novo tipo de arte.’
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Outra coisa estranha sobre esta descoberta é que, embora existam muitos insectos pulando como os issus, incluindo os que são ainda mais rápidos e melhor saltadores – o Issus é, aparentemente, o único com engrenagens naturais. A maioria dos outros insectos sincronizam a sacudida rápida de suas pernas pulando por fricção, utilizando superfícies irregulares ou aderentes para pressionar o topo de suas pernas juntas, diz Steve Vogel, especialista em biomecânica da Duke University, que não esteve envolvido no estudo.
Como engrenagens, isto assegura o movimento de pernas no mesmo ritmo, mas sem necessitar um mecanismo de entrelaçamento complicado.“Há um monte de pastilhas de fricção ao redor, e fazem praticamente a mesma coisa”, ele diz. ‘”Então eu me pergunto qual a capacidade extra que essas engrenagens conferem. Elas são bastante especializadas, e existem muitos outros insetos saltadores que não as têm, então deve haver algum tipo de vantagem.”
Ainda mais estranho é que o Issus não mantém as engrenagens em todo seu ciclo de vida. À medida que o insceto cresce, muda meia dúzia de vezes, atualizando seu exoesqueleto (incluindo as engrenagens) para versões maiores. Mas depois de sua última forma na idade adulta — puf, desapareceram as engrenagens. O adulto sincroniza suas pernas por fricção, como todos os outros fulgoromorfos. “Estou chocado”, diz Sutton. “Temos uma hipótese quanto a por que este é o caso, mas não podemos dizer com certeza.”
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Fonte: Logos.
Não bastavam todos os problemas científicos que o ateísmo e a teoria da evolução têm, agora ficamos a saber que (pelo menos) um insecto tem dentro de si um dispositivo mecânico análogo aos que são construídos pelos seres humanos.
Olhem bem para a imagem de cima. Se vocês não soubessem que a mesma é de um insecto, teriam alguma dificuldade em concluir que esse sistema é o resultado de design inteligente? Reparem bem na sua forma e vejam como as “rodas dentadas” se fecham perfeitamente uma na outra, de modo a poder dar um impulso mecânico óptimo ao insecto.
É por sistemas como estes que nós podemos ver claramente que o Apóstolo Paulo tinha razão quando dizia (inspirado pelo Espírito Santo):
Porque as Suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu Eterno Poder, como a Sua Divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis.
Romanos 1:20
As evidências para o Poder, Glória e Majestade de Deus encontram-se bem visíveis para quem as quer encontrar, e como tal se alguém rejeita a existência de Deus, ele ou ela não o faz por motivos científicos mas por motivos puramente ideológicos.
Fonte: Darwinismo.

“Quando vier o Filho do Homem, porventura achará fé na terra?”

A pergunta de Jesus em Lucas 18:8, “quando vier o Filho do Homem, porventura achará fé na terra?” me parece cada vez menos retórica. Na Europa, a fé parece quase que definitivamente coisa de museu. Foi nisso que as igrejas lá se tornaram, centros de visitação turística que falam de uma era passada, com arquitetura e crenças curiosas. Agora os EUA caminham na mesma direção, como mostram os estudos de David Kinnaman. “Nossa pesquisa mostra que muitos dos não cristãos, especialmente jovens adultos, têm pouca confiança na fé cristã, e a estima pelo estilo de vida cristão está rapidamente desaparecendo entre eles. Eles admitem que suas barreiras intelectuais e morais são erguidas quando estão perto de cristãos, e rejeitam Jesus porque se sentem rejeitados pelos cristãos” (Unchristian, Baker Books). 

Mas vivemos no Brasil, onde a fé vai muito bem, obrigado, não é? Bem, a verdade é que existem dois Brasis e um deles se parece muito mais com a realidade apontada por Kinnaman e sentida por qualquer um quando visita a Europa, a ponto de a Conferência Geral da Igreja Adventista haver inserido bairros de classe média alta de São Paulo entre os grupos não alcançados. Tecnicamente, o Morumbi está na mesma situação que o  Chad islamita, ou quase. A profecia do Mestre é de que conforme a iniquidade fosse se alastrando (e aí eu penso que, seja por ela aumentar de fato ou simplesmente pelo fato de que todos agora ficam sabendo dela, graças aos meios de comunicação), o amor esfriaria (Mateus 24:12). Ainda assim, um mundo em que a fé é trocada por… – pelo que mesmo? nos assusta, e por isso nos perguntamos: o que pode ser feito para que a religião alcance relevância nesse contexto? Depois de pensar bastante nisso cheguei à conclusão de que deveríamos ter uma preocupação anterior a essa. Antes de pensar em como fazer o cristianismo relevante para o mundo, precisamos pensar em quão relevante ele de fato é para nós. Para mim e para você. 
Na pesquisa de Kinnaman, cristãos são vistos como anti homossexuais, críticos demais sobre as vidas dos

outros, hipócritas, maçantes, intolerantes e confusos. Alguma razão para pensar isso eles têm, com certeza, mas agora pensem na Pessoa a quem os cristãos dizem seguir. Jesus seria hoje alguém rotulado como anti homossexual ou como anti qualquer coisa? Quando penso nisso lembro da foto que circula pela Internet de um menino em meio a uma manifestação cheia de cartazes com os dizeres “Deus odeia os gays”, que empunha um cartaz menor escrito “Deus não odeia ninguém”. Estou com ele. Jesus seria hipócrita, se isso era o que mais o tirava do sério? Jesus não foi maçante, multidões adoravam estar na presença dEle, Ele foi tudo menos intolerante e certamente não era nada confuso e nem as pessoas sentiam que Ele estava julgando suas vidas constantemente. É porque muitos antes de nós seguiram uma imagem de Cristo e não o Cristo real que a religião se tornou irrelevante. Aos que seguem uma imagem de Cristo Ele vai dizer: não os conheço (Mateus 7:23). Não os conheço porque nitidamente vocês não me conhecem. Será que você encontrou relevância para sua vida em algo que não é a religião pura de Cristo, aquela que o cria à imagem e semelhança dEle? Aquela que o faz mais parecido com Aquele a quem você diz seguir? Uma religião que o faz hipócrita, julgador, intolerante e chato não pode ser relevante para ninguém.
Quando vier o Filho do Homem, achará porventura fé na terra? Vou cuidar para que aqui na minha casa, ao menos, Ele encontre.