Estudo revela: pessoas que consomem regularmente nozes, amêndoas e avelãs têm tendência a viver mais!

O estudo, divulgado na publicação científica New England Journal of Medicine, indica que os mais beneficiados são aqueles que consomem diariamente uma porção – nesses casos, os analisados tiveram uma queda de 20% na taxa de mortalidade durante o período de 30 anos de pesquisa, em comparação com outras pessoas que não consumiram as frutas secas.
Os cientistas que fizeram o estudo disseram que, apesar de as pessoas que consumem regularmente essas oleaginosas em geral terem um estilo de vida mais saudável, o consumo em si também contribui para uma vida mais longa. […]
Resultados
O estudo acompanhou cerca de 120 mil pessoas ao longo das três décadas e constatou que quanto mais as pessoas consumiam regularmente as oleaginosas menos provável era que elas morressem durante o estudo. Aqueles que consomem essas frutas uma vez por semana mostraram ser 11% menos propensos a morrer durante a pesquisa do que aqueles que nunca as comiam.
O consumo de até quatro porções semanais foi associado a uma redução de 13% no número de mortes, e o consumo de um punhado de oleaginosas por dia reduziu em um quinto a taxa de mortalidade durante o estudo. O principal responsável pela pesquisa, Charles Fuchs, do Dana-Farber Cancer Institute nos Estados Unidos, explicou que 

“o benefício mais óbvio foi a redução de 29% de mortes por doença cardíaca, mas nós vimos também uma redução significativa, de 11%, no risco de morte por câncer.”

A pesquisa também concluiu que, em geral, pessoas que comem as frutas secas têm um estilo de vida mais saudável. Elas se exercitam mais, são menos obesas e fumam menos. Esse fato foi levado em consideração durante o estudo. No entanto, os pesquisadores reconhecem queisso não elimina das conclusões do estudo todas as diferenças possíveis existentes entre aqueles que consumem regularmente as oleaginosas e aqueles que não.
No entanto, eles disseram que era “improvável” que esse fator, estilo de vida, tenha impacto suficiente para alterar as conclusões da pesquisa. Eles dizem que as frutas secas de fato parecem colaborar para reduzir os níveis de colesterol, inflamações e a resistência à insulina.
Mais pesquisa
Para Victoria Taylor, nutricionista do British Heart Foundation, 
“este estudo mostra uma relação entre comer regularmente um pequeno punhado de oleaginosas e um menor risco de morte por doença cardíaca. Embora esta seja uma associação interessante, precisamos de mais pesquisas para confirmar que são essas frutas que protegem a saúde do coração, e não outros aspectos relacionados ao estilo de vida das pessoas. Frutas oleaginosas contêm gorduras insaturadas, proteínas e uma variedade de vitaminas e minerais, e são ótimas substitutas para barras de chocolate, bolos e biscoitos na hora do lanche. A escolha pelas simples, sem sal, em detrimento das que tem mel, são assadas ou cobertas por chocolate, mantém o nível ingerido de sal e açúcar baixo.”
O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health e pelo International Tree Nut Council Nutrition Research & Education Foundation, ambos dos Estados Unidos.
FONTE:
GALLAGHER, James. Consumo de frutas secas ajuda a prolongar a vida, diz estudo. BBC Brasil, 21 nov. 2013. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/11/131121_nozes_prolonga_vida_an.shtml?ocid=socialflow_facebook_brasil> Acesso em: 21 nov. 2013. [ênfase acrescentada]
_________________________________________________________________

Cereais, frutas, nozes e verduras constituem o regime dietético escolhido por nosso Criador. Esses alimentos, preparados da maneira mais simples e natural possível, são os mais saudáveis e nutritivos. Proporcionam uma força, uma resistência e vigor intelectual que não são promovidos por uma alimentação mais complexa e estimulante.


— Ellen G. White. A Ciência do Bom Viver, p. 296.

Editor da Nature afirma que interpretação do registro fóssil é baseada em preconceito humano!

De acordo com Sansom e Wills (2013) no artigo “Fossilization causes organisms to appear erroneously primitive by distorting evolutionary trees“, numa tradução livre “Fossilização provoca o aparecimento errôneo de organismos primitivos distorcendo árvores evolutivas”:

“Fósseis são vitais para calibrar as taxas de variação molecular e morfológica através do tempo geológico , e são a única fonte direta de dados que documentam transições macroevolutivas.” [1]

Mais adiante, os pesquisadores concluem que um fóssil pode ser interpretado erroneamente como primitivo quando na verdade ele é mais recente do que se imagina e isto constitui um problema para biólogos que tentam inferir taxas macroevolutivas ou sequenciais.
No entanto, para o paleontólogo evolucionista Henry Gee, editor sênior da revista Nature, é preciso assumir a verdade da teoria quando se estuda a origem humana, porque, por sua própria natureza, o registro fóssil não pode confirmá-lo. Em seu e-book publicado pelo The New York Times que tem por título “In Search of Deep Time: Beyond the Fossil Record to a New History of Life“, numa tradução livre “Em busca do tempo profundo: Além do registro fóssil para uma nova história da vida”[2], ele afirma: 

“Do nosso ponto de vista privilegiado nos dias de hoje, olhamos para trás, para a ancestralidade humana e escolhemos as características em fósseis de hominídeos que vemos em nós mesmos – um cérebro maior, uma posição ereta, o uso de ferramentas, e assim por diante. Naturalmente, nós organizamos os fósseis de hominídeos em uma série de acordo com a sua semelhança com o estado humano.”

Henry Gee, editor da Nature
E continua:

“Porque vemos evolução em termos de uma cadeia linear de ascendência e descendência, tendemos a ignorar a possibilidade de que alguns desses ancestrais poderiam ter sido ramos laterais em vez – primos colaterais , em vez de ancestrais diretos. […] 

Novas descobertas de fósseis se encaixam nessa história preexistente.Chamamos essas novas descobertas ‘elos perdidos’, como se a cadeia de ascendência e descendência fosse um objeto real para a nossa contemplação, e não o que ele realmente é: uma invenção completamente humana, criada após o fato, em forma de estar de acordo com os preconceitos humanos. Na realidade, o registro físico da evolução humana é mais modesto. Cada fóssil representa um ponto isolado, sem conexão cognoscível a qualquer outro dado fóssil , e todos flutuam na esmagadora mar de lacunas.”

Que interessante afirmação de um evolucionista que trabalha para uma revista evolucionista. Mais adiante ele esclarece que um dos problemas de Darwin, quando ele estava pensando sobre mecanismos de mudança evolutiva, era a falta de longos períodos de tempo para que seu mecanismo pudesse se tornar viável, pois Darwin havia visualizado uma evolução lenta e gradual, contudo, em seu tempo, era comum a ideia bíblica que assumia a Terra com alguns poucos milhares de anos. 
Foi nos trabalhos de Charles Lyell que Darwin encontrou o tempo evolutivo que necessitava: milhões de anos. Lyell com os seus estudos que o levaram a formar a teoria Uniformitarista, 

“a superfície da Terra teria sido sempre alterada de forma gradual, tendo por agentes forças naturais conhecidas, tais como a chuva, a neve, a erosão, a deposição, a sedimentação, o vento etc.” [3]

Esta teoria, que à primeira vista em nada se liga à Biologia, afetou diretamente a Teoria de Darwin. Lyell têm lugar de destaque nas bases do Darwinismo uma vez que a teoria uniformitarista, que Darwin aceitou como a mais correta, ia contra a teoria instaurada na altura, a catastrofista (apoiada pelo registro histórico do dilúvio). Logo, se Darwin seguisse as bases da teoria catastrofista, toda a sua explicação evolutiva não teria sentido. Ele precisava de um longo período de tempo que fosse suficiente para uma espécie mudar em outra.
No decorrer do seu texto, Gee ainda questiona um exemplo utilizado por Darwin para provar a evolução das espécies. Ele assim escreve:
“Em A Origem das Espécies, Darwin colocou o caso para a seleção natural – o mecanismo da evolução – por analogia. Dado que um grupo de criaturas variavam em forma, comportamento e outros atributos, a seleção natural escolhe essas variações mais adaptadas às condições ambientais prevalecentes, da mesma forma que columbófilos [modalidade desportiva relacionada a corrida entre pombos-correio] selecionar os animais com características mais próximas as características desejadas e usar esses animais como plantéis. Dê a um columbófilo um pombal bem abastecido e tempo suficiente, e ele poderia produzir pombos tão variados comopouterstumblers, e fantails [espécies de aves]. Por analogia, dar a natureza uma paleta de protoplasma na Terra primitiva e da distância total do tempo geológico, e ela poderia produzir pombos, columbófilos, e tudo mais.
Então vem a crítica ao exemplo de Darwin:

“A analogia entre os pombos de criação e seleção natural é, no entanto,incompleto. Pombos criados para serem pouters, tumblers e fantailsainda serão pombosEm nenhum momento o criador produzirá uma raça de pombo tão extrema que não se pode mais considerá-lo um pombo. Em analogia, Darwin pode elaborar registros dos mais extravagantes, infinitas variedades podem ser produzidas, mas em nenhum caso são novas espécies formadas. A seleção artificial ocorre contra a continuidade de tempo de todos os dias. A seleção natural como concebido por Darwin – esta força que muda uma espécie para outra – não aconteça dentro deste prazo.”



Depois Gee utiliza o exemplo do seu gato. Ele diz que se voltar 32 gerações atrás na genealogia do seu gato siamês, os parentes dele ainda serão gatos. E começa então a tratar da ancestralidade comum entre ele e o seu gato onde mais levanta questionamentos do que apresenta respostas, deixando assim o leitor com um turbilhão de perguntas que ele mesmo reconhece que a ciência nada sabe. Então, sobre o método científico, ele acrescenta:
“Como, então, é possível avaliar a probabilidade de diferentes alternativas? Formalmente, não é, porque não podemos descobrir as particularidades de ascendência e descendência que se juntam a nós em conjunto. Na prática, no entanto, pode-se adotar um princípio que tem resistido bem a ciência durante séculos. Esse é o princípio da parcimônia, ou Navalha de Occam: quando apresentar-se duas hipóteses é prudente escolher como hipótese de trabalho o que requer o menor número de suposições para se justificar. É importante perceber que o princípio da parcimônia não seleciona a resposta ‘certa’ – que é incognoscível -, mas apenas o melhor para estar ficando com primeiro. Porque nós não podemos esperar para recuperar a meada contínuo de ascendência e descendência que nos une, este é o melhor que podemos esperar alcançar. Isto não só é verdade em biologia evolutiva, mas em toda a ciência. Todas as hipóteses são provisórias e são susceptíveis de serem derrubadas quando novas evidências permitem uma maior aproximação da verdade. Se isso não fosse verdade, a ciência iria parar.”
Ou seja, para o Dr. Gee a questão da ancestralidade comum, assim como a linearidade da árvore filogênica são interpretações que se baseiam em um possível erro metodológico que ele chama de “preconceito humano” e que os fósseis são isolados e não representa nenhuma ligação com outro fóssil. Leia novamente o que ele disse:
“O retrato convencional da evolução humana – e, de fato, da história de vida – costuma ser uma das linhas de ancestrais e descendentes. Nós nos concentramos sobre os eventos que nos levam a humanidade moderna, mas negamos ou minimizamos a evolução de outros animais: nós cortamos fora todos os ramos da árvore da vida, exceto aquele que conduz a nós mesmos. O resultado, inevitavelmente, é um conto de melhoria progressiva, culminando na humanidade moderna. Do nosso ponto de vista privilegiado nos dias de hoje, olhamos para trás na ancestralidade humana e escolhemos as características em hominídeos fósseis que vemos em nós mesmos – um cérebro maior, uma posição ereta, o uso de ferramentas, e assim por diante. Naturalmente, nós organizamos os hominídeos fósseis em uma série de acordo com a sua semelhança com o estado humano. Homo erectus, com a sua aparência humana, postura ereta e cérebro grande, estará mais perto de nós do queArdipithecus ramidus, ou Australopithecus afarensis, que tinham cérebros menores e mais simiesco recursos.”



Conclusão
Se os fósseis são a nossa única fonte direta que documentam transições macroevolutivas e essa interpretação é baseada em um preconceito humano de uma falácia de ad hoc, o que resta para a Teoria da Evolução? Haja vista que o melhor exemplo de evolução que temos é o aumento do comprimento (0,88 mm para 0,95 mm), largura (0,62 mm para 0,81 mm) e profundidade (0,69 mm para 0,91 mm) do bico de tentilhões fêmeas em 33 anos de estudo [4]. Será sensata essa extrapolação baseada somente em bilhões de anos que nunca serão observados? No campo da biologia, as inferências devem existir e sua produção deve ser incentivada com o livre pensar, contudo, nunca sem se afastar nanômetros de distância das evidências.
Referências:
  1. SANSOM, RS; WILLS, MA. Fossilization causes organisms to appear erroneously primitive by distorting evolutionary trees. Scientific Reports 3, article number: 2545, 29 ago. 2013 doi:10.1038/srep02545.
  2. GEE, H. In Search of Deep Time: Beyond the Fossil Record to a New History of Life. Chapter one, New York, Free Press, 1999. ISBN: 0-684-85421-X. Disponível em: Acesso em 16 dez. 2013.
  3.  Wikipedia: Charles Lyell. Disponível em: Acesso em 16 dez. 2013.
  4. GRANT, PR; GRANT, BR. Evolution of Character Displacement in Darwin’s Finches.Science, v. 313, n. 5784, p. 224-226, 14 jul. 2006. Disponível em: Acesso em 16 dez. 2013.



Adaptado de: Francisco Tourinho. Blog Questões Últimas, 13 dez. 2013. Disponível em: <http://questoesultimas.blogspot.com.br/2013/12/interpretacao-do-registro-fossil-e.html> Acesso em 16 dez. 2013. [ênfases acrescentadas]

O motivo do Natal – Deus Se fez homem para morrer a nossa morte e nos oferecer a Sua vida eterna!

Cristo, o precioso Filho de Deus, foi levado para fora e
entregue ao povo para ser crucificado. Os discípulos e crentes da região
próxima uniram-se à multidão que seguia Jesus ao Calvário. A mãe de Jesus
também estava ali, amparada por João, o discípulo amado. Seu coração estava
partido por indescritível angústia; todavia, ela, como os discípulos, esperava
que a dolorosa cena mudasse, Jesus declarasse Seu poder e aparecesse diante de
Seus inimigos como o Filho de Deus. Seu coração materno, então confrangeu-se
novamente ao relembrar ela as palavras nas quais Ele havia feito ligeira
referência às coisas que estavam acontecendo naquele dia.
Jesus mal tinha passado o portão da casa de Pilatos quando a
cruz preparada para Barrabás foi deposta sobre Seus feridos e ensanguentados
ombros. Cruzes também foram colocadas sobre os companheiros de Barrabás, que
deviam sofrer a morte ao mesmo tempo em que Jesus. O Salvador havia conduzido
Seu fardo apenas uns poucos passos quando, devido à perda de sangue e excessiva
fraqueza e dor, caiu desmaiado ao solo.
Quando Jesus Se reanimou, a cruz foi novamente colocada
sobre Seus ombros e Ele foi forçado a avançar. Vacilou mais uns poucos passos,
sentindo Sua pesada carga, e caiu ao solo, exânime. De início fora considerado morto, porém finalmente reviveu. Os sacerdotes e príncipes
não sentiam compaixão por sua sofredora vítima; mas viam que Lhe era impossível
carregar o instrumento de tortura mais adiante. Enquanto estavam considerando o
que fazer, Simão, o cireneu, vindo de direção oposta, encontrou a multidão, foi
agarrado por instigação dos sacerdotes, e compelido a carregar a cruz de
Cristo. Os filhos de Simão eram discípulos de Jesus, mas ele mesmo nunca tinha
sido associado com Ele.
Uma grande multidão seguiu o Salvador ao Calvário, muitos
zombando e injuriando, porém alguns estavam chorando e expressando Seu louvor.
Aqueles a quem Ele havia curado de várias enfermidades, e aqueles a quem havia
ressuscitado dos mortos, declaravam Suas maravilhosas obras com fervorosa voz,
e procuravam saber o que Jesus tinha feito para ser tratado como um malfeitor.
Apenas uns poucos dias antes, eles O aclamaram com alegres hosanas, e agitaram
suas palmas, quando Ele entrou triunfalmente em Jerusalém. Mas, muitos que
haviam gritado em Seu louvor, porque era popular fazer assim, agora avolumavam
o clamor: “Crucifica-O! Crucifica-O!” Luc. 23:21.
Pregado na Cruz Em chegando ao lugar da execução, os condenados foram
ligados ao instrumento da tortura. Enquanto os dois ladrões lutaram às mãos dos
que os puseram na cruz, Jesus não opôs resistência alguma. A mãe de Jesus
olhava em agônica ansiedade, esperando que Ele operasse um milagre para
salvar-Se. Viu Suas mãos estendidas sobre a cruz – aquelas bondosas mãos que
sempre tinham dispensado bênçãos, se estendido muitas vezes para curar os
sofredores. Agora foram trazidos o martelo e os pregos, e ao serem estes
cravados através da carne tenra e fixados na cruz, os quebrantados discípulos
levaram da cena cruel o corpo desfalecido da mãe de Jesus.
Jesus não murmurou uma queixa; Seu rosto permaneceu calmo e
sereno, mas grandes gotas de suor estavam em Sua fronte. Mão piedosa alguma
houve para enxugar o suor da morte de Sua face, e nem palavras de simpatia e
inabalável fidelidade para confortar Seu coração humano. Ele estava pisando
sozinho o lagar; de todas as pessoas, ali não havia uma com Ele. Enquanto os
soldados executavam a terrível obra, e Ele sofria a mais aguda agonia, Jesus
orava pelos Seus inimigos: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que
fazem.” Luc. 23:34. Aquela oração de Cristo pelos Seus inimigos abrangia o
mundo inteiro, envolvendo cada pecador que deveria viver até o fim dos tempos.
Depois de ser Jesus pregado à cruz, ela foi erguida por
alguns vigorosos homens e lançada com grande violência no lugar preparado para
ela, causando cruciante agonia ao Filho de Deus. Então uma terrível cena
ocorreu. Sacerdotes, príncipes e escribas esqueceram a dignidade de seu sagrado
ofício, e uniram-se com a turba em zombar e injuriar o agonizante Filho de
Deus, dizendo: “Se Tu és o Rei dos Judeus, salva-Te a Ti mesmo.” Luc.
23:37. Alguns escarnecedoramente repetiam entre si: “Salvou os outros, e
não pode salvar-Se a Si mesmo.” Mar. 15:31. Os dignitários do templo, os
empedernidos soldados, o vil ladrão sobre a cruz e os cruéis dentre a multidão
– todos se uniram nos insultos a Cristo.
Os ladrões que foram crucificados com Jesus sofriam a mesma
tortura física que Ele: mas um deles pelo sofrimento tornou-se mais endurecido
e desesperado. Ecoou a zombaria dos sacerdotes, e lançou-a sobre Jesus,
dizendo: “Se Tu és o Cristo, salva-Te a Ti mesmo,e a nós.” Luc. 23:39. O outro malfeitor não era um
criminoso endurecido. Quando ouviu as palavras de zombaria de seu companheiro
de crime, ele “repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando
na mesma condenação? E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os
nossos feitos mereciam; mas Este nenhum mal fez”. Luc. 23:40 e 41. Então,
quando seu coração se voltou para Cristo, celestial iluminação inundou-lhe a
mente. Em Jesus, ferido, zombado, e pendente da cruz, ele viu seu Redentor, sua
única esperança, e a Ele apelou em humilde fé: “Senhor, lembra-Te de mim,
quando entrares no Teu reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje
estarás comigo no Paraíso.” Luc. 23:42 e 43.
Com espanto contemplavam os anjos o infinito amor de Jesus,
que, sofrendo a mais intensa agonia física e mental, pensava apenas nos outros
e animava a arrependida alma a crer. Enquanto derramava a própria vida na
morte, Ele exerceu pelo homem um amor mais forte do que a morte. Muitos dos que
testemunharam estas cenas no Calvário, foram por elas posteriormente firmados
na fé em Cristo.
Os inimigos de Jesus agora aguardavam sua morte com
impaciente esperança. Esse acontecimento, imaginavam, apagaria para sempre os
rumores de Seu divino poder e as maravilhas de Seus milagres. Lisonjeavam-se de
que não mais teriam de tremer por causa de Sua influência. Os insensíveis
soldados que haviam pregado o corpo de Jesus na cruz, dividiram entre si Suas
vestes, contendendo sobre uma peça, que era uma túnica sem costura. Finalmente,
decidiram o assunto lançando sortes. A pena da inspiração descreveu esta cena com pormenores centenas de anos antes da
mesma ocorrer: “Pois Me rodearam cães: o ajuntamento de malfeitores Me
cercou, traspassaram-Me as mãos e os pés. … Repartem entre si os Meus
vestidos, e lançam sortes sobre a Minha túnica.” Sal. 22:16 e 18.
Uma Lição de Amor Filial Os olhos de Jesus vaguearam sobre a multidão que se reunira
para testemunhar Sua morte e Ele viu, junto à cruz, João amparando Maria, a mãe
de Cristo. Tinha ela retornado à terrível cena, não suportando permanecer longe
de Seu filho. A última lição de Jesus foi de amor filial. Olhando o rosto
abatido de Sua mãe, e então a João, disse, dirigindo-Se a ela: “Mulher,
eis aí o teu filho.” João 19:26. Depois, ao discípulo: “Eis aí tua
mãe.” João 19:27. João bem compreendeu as palavras de Jesus, e o sagrado
dever que lhe foi confiado. Imediatamente removeu a mãe de Cristo da terrível
cena do Calvário. Daquela hora em diante dela cuidou como filho obediente,
tomando-a em seu próprio lar. O perfeito exemplo do amor filial de Cristo
resplandece com não esmaecido brilho por entre a neblina dos séculos. Conquanto
suportasse a mais aguda tortura, Ele não Se esqueceu de Sua mãe, e fez toda a
provisão necessária para seu futuro.
A missão da vida terrena de Cristo estava agora quase
cumprida. Sua língua estava ressecada e Ele disse: “Tenho sede.” João
19:28. Saturaram uma esponja com vinagre e fel e ofereceram-na para beber; mas
quando a provou, recusou-a. E agora, o Senhor da vida e da glória estava
morrendo, como resgate pela raça. Foi o senso do pecado, trazendo a ira do Pai
sobre Si como substituto dos homens, que fez tão amargo o cálice que bebeu, e
quebrantou o coração do Filho de Deus.
Como substituto e penhor do homem, a iniquidade dos homens foi
posta sobre Cristo. Foi contado como transgressor, a fim de redimi-los da
maldição da lei. A culpa de cada descendente de Adão em todos os séculos
pesava-Lhe sobre o coração; e a ira de Deus e a terrível manifestação de Seu
desagrado por causa da iniqüidade, encheram de consternação a alma de Seu
Filho. O afastamento do semblante divino, do Salvador, nessa hora de suprema
angústia, penetrou-Lhe o coração com uma dor que nunca poderá ser bem
compreendida pelo homem. Toda dor suportada pelo Filho de Deus sobre a cruz, as
gotas de sangue que corriam de Sua fronte, Suas mãos e pés, as convulsões de
agonia que sacudiam Seu corpo, e a indescritível angústia que enchia Sua alma
quando o Pai ocultou dEle a face, falam ao homem, dizendo: Foi por amor de ti
que o Filho de Deus consentiu em levar sobre esses odiosos crimes; por ti Ele
rompeu o domínio da morte, e abriu os portões do Paraíso e da vida imortal.
Aquele que acalmou as encapeladas ondas pela Sua Palavra e andou sobre as
espumejantes vagas, que fez demônios tremerem e a doença fugir a Seu toque, que
chamou os mortos à vida e abriu os olhos dos cegos, ofereceu-Se a Si mesmo
sobre a cruz como o último sacrifício pelo homem. Ele, o portador de pecados,
suportou uma punição judicial pela iniquidade e tornou-Se Ele mesmo pecado,
pelo homem.
Satanás, com suas cruéis tentações, torturava o coração de
Jesus. O pecado, tão odioso a Sua vista, foi amontoado sobre Ele até que
sucumbiu sob o seu peso. Não admira que Sua humanidade tenha vacilado nessa
hora tremenda. Com espanto, os anjos presenciaram a desesperada agonia do Filho
de Deus, tão maior do que a dor física, que esta mal era sentida por Ele. Os
anjos do Céu cobriram o rosto do terrível espetáculo.
A Natureza inanimada exprimiu sua simpatia para com seu
insultado e moribundo Autor. O Sol recusou contemplar a espantosa cena. Seus
raios plenos, brilhantes, iluminavam a Terra ao meio-dia, quando, de súbito,
pareceu apagar-se. Completa escuridão, qual um sudário, envolveu a cruz e seus
arredores. As trevas se estenderam por três horas inteiras. À hora nona
ergueu-se a terrível treva de sobre o povo, mas como um manto continuou a
envolver o Salvador. Os furiosos relâmpagos pareciam dirigidos contra Aquele
que pendia da cruz. Então “Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloi,
Eloi, lama sabactâni? que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que Me
desamparaste?” Mar. 15:34.
“Está Consumado” Em silêncio o povo aguardava o fim da terrível cena. Outra
vez o Sol brilhara, mas a cruz continuava circundada de trevas. De repente,
ergue-se de sobre a cruz a sombra, e em tons claros, como de trombeta, que
pareciam ressoar por toda a criação, bradou Jesus: “Está consumado.”
João 19:30. “Pai, nas Tuas mãos entrego o Meu espírito.” Luc. 23:46.
Uma luz envolveu a cruz, e a face do Salvador brilhou com uma glória semelhante
à do Sol. Pendendo então a cabeça sobre o peito, expirou.
No momento em que Cristo morreu, havia sacerdotes
ministrando no templo diante do véu que separava o lugar santo do santíssimo.
Subitamente eles sentiram a terra tremer sob seus pés, e o véu do templo, uma
forte e rica tapeçaria renovada anualmente, foi rasgado em dois de cima a baixo
pela mesma mão lívida que escreveu as palavras de condenação nas paredes do
palácio de Belsazar. Jesus não entregou Sua vida até que tivesse cumprido a obra que viera fazer; e exclamou em Seu derradeiro alento:
“Está consumado.” João 19:30. Os anjos se alegraram quando estas
palavras foram proferidas, pois o grande plano da redenção estava sendo
triunfalmente executado. Houve alegria no Céu de que os filhos de Adão pudessem
agora, mediante uma vida de obediência, ser elevados finalmente à presença de
Deus. Satanás foi derrotado, e sabia que seu reino estava perdido.
Fonte: História da Redenção, 220-227.

Cultos nas igrejas, ensinamento bíblico e a presente geração!

Já é frequente nos meios adventistas o conceito de que a música se presta ao papel de conectar o adorador com Deus. Cantar leva a sentir Deus de forma mais íntima. Como reflexo disso, não apenas se canta mais, criando um longo espaço dedicado ao canto congregacional (em algumas congregações, o tempo dedicado ao canto é maior do que qualquer outro momento do culto), como também fica implícita (ou explícita mesmo?) a ideia de que cantar seja a parte principal do culto. Os que pensam assim reforçam o poder da música, com sua capacidade de nos atingir de forma mais completa do que um sermão.
Sutilmente, o tipo de músicas cantadas vem mudando. Saem de cena os hinos tradicionais (muitos herança da reforma protestante do século XVI ou de hinários consagrados dos séculos XVIII e XIX) para composições contemporâneas. Worships oriundos de igrejas como Vineyard ou do Hillsong são traduzidos ou emulados em produções adventistas recentes. Tais cânticos são simples, poéticos, com uma letra que se repete com variações de acompanhamentos musicais e volume de voz, tudo para aumentar o grau de emoção envolvido no ato de adoração.
A mudança de paradigmas musicais traz novas posturas litúrgicas. A liturgia tradicional é despojada de seu aparato rígido, tornando-se mais informal e dando destaque à figura do ministro da música, substituto do antigo regente congregacional. O adorador se envolve mais, participando com a voz e as mãos, uma vez que é convidado (convocado?) a erguer as mãos, fazer gestos, coreografias ou congêneres. O corpo agora recebe permissão para louvar, aumentando o tônus de envolvimento e a sensação de bem-estar emocional decorrente.
Tanto em suas letras quanto em sua forma musical, há uma forte sensação de “romance adolescente”, com predominância de expressões de amor, relacionamento, dependência e forte choro. É inegável que a nova forma de cantar em adoração é marcante, fixando suas melodias simples de forma bem eficaz na mente do adorador. De certa forma, as canções contemporâneas não apenas pavimentaram mudanças litúrgicas em geral, como transformaram a pregação. Estamos diante de uma geração que não possui interesse, paciência e preparo para ouvir sermões longos, centrados na Bíblia e que sejam fruto de cuidadosa exegese. Sermões doutrinários, expositivos e com profundidade não “tocam” os novos adoradores.
É preciso mensagens leves, com forte apelo emocional, que versem sobre relacionamentos, usam de raciocínio simples, tenham espaço para muitas histórias interconectadas e minimalistas. O pregador agora é um narrador, falando na intimidade com o auditório, apresentando no máximo sermões temáticos (explorando alguns poucos textos bíblicos sem se aprofundar em seu contexto) ou, na pior das hipóteses, usando um texto central lido em algum momento do discurso, mas ignorado em boa parte dele.
A conexão com a música notabiliza a desconexão com a Palavra, relegada à segundo plano. Por isso o analfabetismo bíblico, fenômeno lamentado pelos grandes [pensadores] cristãos, que vem essa praga correr o meio evangélico, começa a atingir os adventistas. Seria leviano dizer que a música em si esvazia o conteúdo bíblico da mente, em um abracadabra misterioso. Em verdade, a postura de adoração orientada por um perfil carismático chegou a nós por meio do worship. Tal postura é que dispensa a profundidade do estudo da Bíblia como fundamento da adoração, dando espaço a experiências pessoais e legitimando o sentimento como meio de conecção com o sagrado.
No início do processo, isso não parecia tão claro. Atualmente, quase no fim dele, fica inegável o que está acontecendo. Apenas quem não quiser ver o negará. Mas lendo o texto de Ellen G. White, no segundo volume de Mensagens Escolhidas, fica fácil entender que a carismatização do adventismo está às portas:
Mero ruído e gritos não são sinal de santificação, ou da descida do Espírito Santo. Vossas desenfreadas demonstrações só criam desagrado no espírito dos incrédulos. Quanto menos houver de tais demonstrações, tanto melhor para os atores e para o povo em geral. […]
Deus quer que lidemos com [a] sagrada verdade. Unicamente isto convencerá os contraditores. Importa desenvolver trabalho calmo, sensato, para convencer almas de sua condição, mostrar-lhes a edificação do caráter que deve ser levada avante, caso haja de erguer-se uma bela estrutura para o Senhor. Mentes que são despertadas precisam ser pacientemente instruídas caso compreendam corretamente e apreciem devidamente as verdades da Palavra.
Deus chama Seu povo a andar com sobriedade e santa coerência. Eles devem ser muito cuidadosos de não representar mal e nem desonrar as santas doutrinas da verdade mediante estranhas exibições, por confusão e tumulto. […]
As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo. […]
E melhor nunca ter o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos músicos para fazer a obra que, foi-me apresentado em janeiro último, seria introduzida em nossas reuniões campais. A verdade para este tempo não necessita nada dessa espécie em sua obra de converter almas. Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção. As forças das instrumentalidades satânicas misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e isto é chamado de operação do Espírito Santo. (p. 35-36, grifos supridos)


Quem tiver entendimento, pesquise e se prepare. O tempo é chegado – restam dúvidas?

Judeus babilonizados!

Em janeiro de 2008, a arqueóloga Eilat Mazar, da Hebrew
University, em Jerusalém, anunciou a descoberta de mais um objeto envolvendo
personagens bíblicos. Trata-se de um anel ou sinete utilizado pela família
Temech ou Tama. Se você conhece um pouco da história bíblica deve se lembrar de
alguns personagens que receberam um sinete em momentos importantes, como José,
no Egito, e o filho pródigo, quando encontrou o pai. Diversos sinetes de
personagens bíblicos foram encontrados nas últimas três décadas. A família Tama
é mencionada no livro de Neemias, capítulo 7, verso 55. Mas quem eram eles?
Qual a importância deles para a história bíblica? O texto abaixo procura
responder essas perguntas.
De acordo com o mesmo livro de Neemias, no capítulo 7, verso
6, eles faziam parte do grupo de judeus que estava voltando da cidade de
Babilônia, onde eles haviam ficado por 70 anos. Lá, o antigo povo de Deus teve
contato com uma cultura totalmente diferente daquela que lemos nas Escrituras.
Ao invés de adorarem ao Criador, Babel estava impregnada de adoração a
criaturas. 
No sinete dessa família, que estava deixando Babilônia e
retornando para Jerusalém, duas pessoas estão diante de um altar com as mãos erguidas,
um costume comum para expressar reverência, no Antigo Oriente Médio. Acima
deles pode se ver o que está sendo adorado: o deus babilônico Sin, o deus lua,
filho dos deuses Enlil e Ninlil, de acordo com a mitologia mesopotâmica. Há
algumas evidências que sugerem um reavivamento do culto ao deus Sin, em
Babilônia, no período em que os judeus estiveram lá.
Há uma poderosa lição para cada um de nós nesse achado
arqueológico. Este mundo, que se parece muito com uma Babilônia moderna,
oferece constantemente uma vida de pecado e desobediência a Deus e à Sua
Palavra. Somos “judeus” saindo deste antro de perdição e indo para a
Nova Jerusalém, o local que Deus preparou para Seus filhos. E, assim como os
membros da família Tama, queremos ir para Jerusalém com hábitos contrários ao
caráter de Deus! Soa irônico.
Creio que o conselho do autor de Hebreus seja válido nesta
hora: “Desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos
assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta”
(Hebreus 12:1). Que você e eu não sejamos membros da família Tama, no dia do
encontro com Cristo.
Fonte: Outra Leitura.

Como vai sua alma? Cheia deste mundo ou de Jesus?!

A mente natural tende para o prazer e a satisfação egoístas. É método de Satanás providenciar abundância dessas coisas. Busca encher o espírito dos homens com o desejo dos prazeres mundanos a fim de não lhes sobrar tempo algum para perguntarem a si mesmos: Como vai minha alma? O amor do prazer é infeccioso. A ele entregue, a mente precipita-se de um a outro ponto, buscando sempre algum entretenimento. A obediência à lei de Deus neutraliza essa inclinação, construindo barreiras à impiedade.
Ellen G. White, Conselhos aos pais, professores e estudantes, p. 337.