Design do corpo humano contraria teoria da evolução

O ser humano ou evoluiu lentamente a partir do lodo primordial há milhões de anos, ou foi criado à imagem de Deus. A lista de evidências que supostamente validavam a ascensão evolutiva do homem a partir de formas de vida “inferiores” tem sido eliminada por décadas de boas pesquisas científicas. Desde as suas bases, o edifício da “evolução humana” claramente tem estado em desintegração. Por exemplo, os dentistas, com uma filosofia darwiniana, podem sugerir a remoção do dente do siso devido à “evolução” da mandíbula humana. Embora alguns molares possam de facto precisar de extração, isso claramente não tem nada a ver com a evolução.[1]
Muitos evolucionistas apontam para as dores nas costas como evidência de que os seres humanos só recentemente começaram a caminhar eretos, havendo supostamente evoluído de antepassados tetrápodes. Mas não só a coluna vertebral humana parece ter sido criada para a postura ereta, como parece que a maior parte dos problemas nas costas é causada pela má postura, lesões ou outro tipo de abusos. A evolução não tem absolutamente nada a ver com as dores nas costas.[2]
Os evolucionistas continuam afirmando que o desenvolvimento embrionário espelha um passado evolutivo, quando os seres humanos [supostamente] tinham fendas branquiais como os peixes ou um saco vitelino como as galinhas. Tais sugestões não científicas são o resultado da infame “lei biogenética” do zoólogo Alemão Ernst Haeckel. Os evolucionistas têm permitido que essa ciência deficiente prospere, embora a teoria da “recapitulação” já tenha sido desacreditada há muito tempo.[3]
Muitas escolas seculares ainda ensinam o não cientifico conceito de que estruturas tais como as amígdalas, adenoides e o apêndice seriam vestígios inúteis de um passado evolutivo.[4] Mas em 2010 quatro evolucionistas qualificaram as adenoides e as amígdalas de “enormes coleções de tecido linfoide imunologicamente ativo”.[5] Ou seja, elas são partes dinâmicas dos nossos sistemas imunitários. Em 2009, um imunólogo evolucionista declarou: “Se por acaso Darwin estivesse ciente da existência de espécies que têm um apêndice ligado a um ceco enorme, e se ele soubesse da natureza difundida do apêndice, muito provavelmente ele nunca iria olhar para ele como um vestígio da evolução.[6]
Não existe qualquer tipo de evidência de que o ser humano evoluiu de uma criatura sub-humana. Tal como um escritor científico uma vez apresentou o assunto: “O último ancestral comum entre chimpanzés e os seres humanos continua a ser um santo graal da ciência”[7], usando termos que implicam uma busca em vão por um tesouro esquivo, ou algo valioso – sem qualquer chance de algum dia ser encontrado.
Descobertas de supostas evidências evolutivas invariavelmente resultam em confusão. Um subtítulo da Newsweek é típico: “Descoberta fóssil de um desconhecido ancestral humano agita as ideias relativas à evolução humana.”[8]
Pegadas recém-descobertas têm uma aparência surpreendentemente humana, o que leva os cientistas criacionistas a sugerir o impensável: talvez sejam pegadas humanas.[9] No entanto, outros escritores dançam em redor da verdade: “Criadas há cerca de 1,5 milhão de anos, elas são as mais antigas pegadas que têm a aparência de terem sido feitas pelos humanos modernos. Uma equipe de cientistas […] descobriu essas preciosas impressões fósseis em lama seca por volta de 2009. […] A julgar pela aparência, as impressões do pé fossilizado parecem idênticas às que fazemos quando andamos pela areia.[10]
Os evolucionistas não podem aceitar que essas pegadas tenham sido feitas por pessoas como as de hoje, e em lugar disso – e sem qualquer evidência científica – afirmam que elas foram feitas por um antepassado sub-humano, o Homo erectus.
As Sagradas Escrituras claramente ensinam em Gênesis 1 que as plantas e os animais foram criados por Deus “segundo o seu tipo” – tal como o ser humano foi criado de modo especial à imagem de Deus (Gênesis 1:27).
Referências:
1. Sherwin, F. 2003. “The Whole Tooth about Wisdom Teeth.” Acts & Facts. 32 (3).
2. Morris, J. 1998. “Do Back Problems in Humans Prove Evolution from Animals?” Acts & Facts. 27 (12).
3. Morris, J. 1989. “Does the Human Embryo Go through Animal Stages?” Acts & Facts. 18 (8).
4. Sherwin, F. 2003. “For Every Structure There Is a Reason.” Acts & Facts. 32 (11).
5. Barrett, K. E. et al. 2010. Ganong’s Review of Medical Physiology. New York: McGraw-Hill Medical, 605.
6. Choi, C. Q. “The Appendix: Useful and in Fact Promising.” LiveScience. Posted on livescience.com August 24, 2009, accessed November 11, 2010.
7. Viegas, J. “The Human Family Tree.” Discovery News. Posted on discovery.com, accessed November 11, 2010.
8. Begley, S. “Welcome to the Family, Missing Link.” Newsweek, April 8, 2010.
9. Thomas, B. “Human Evolution Story Stumbles over Footprints.” ICR News. Posted April 6, 2010, accessed November 10, 2010.
10. Hirji, Z. “Footprint Fossils Analyzed for Ancient Human Gait.” Discovery News. Posted on news.discovery.com July 22, 2010, accessed November 11, 2010. 
Fonte: Darwinismo via Criacionismo.

Avaliação em forma de Teia sobre Medidas de Tendência Central e Dispersão

E aí, tudo joinha?! Você está prestes a começar um questionário cuja
estrutura é especial! Não se trata de questões previamente ordenadas, mas de um
conjunto de questões que aparecerão ou não, tudo a depender de sua resposta a
cada nova pergunta! Você criará uma trajetória. Eu avaliarei seu percurso e
atribuirei um score ou nota, de acordo com o conhecimento construído nesse
trajeto, de acordo com as escolhas feitas! Portanto, faça as melhores escolhas
– assista às aulas presenciais na sala de aula, assista às vídeo-aulas aqui
do blog, resolva TODAS  as questões do livro que eu passei em sala,
realize o Quiz do prof.H, resolva a Lista de
Exercícios On-line
 
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Os 10 alimentos mais contaminados por agrotóxicos no Brasil!

Atualmente é muito complicado viver uma vida plenamente saudável. Não basta fazer exercícios físicos, eliminar alimentos industrializados, carnes e embutidos da dieta e ficar só nas frutas e legumes.
No momento em que a produção em massa se faz necessária para abastecer nossa crescente população, muitas técnicas agrícolas são condenadas pela Organização Mundial da Saúde por apresentarem elevados ricos à saúde dos seus consumidores.
Produtos com fórmulas químicas maléficas ao corpo humano podem trazer doenças como alergias, dores no corpo e, em casos mais graves, canceres. Além desses problemas para a saúde, o meio ambiente também é fortemente afetado com a contaminação do solorioslençóis freáticos e mananciais.
Uma pesquisa realizada pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), em 12 países da América Latina e Caribe, mostrou que o envenenamento por produtos químicos, principalmente pelo chumbo e pelos pesticidas,representa 15% das doenças notificadas. Nutricionistas acreditam que o uso de agrotóxicos tem causado diversas vítimas fatais, além de abortos, fetos com má-formação, câncer, dermatoses e outras doenças.
Para piorar ainda mais a situação, o Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, realizado pela Anvisa, constatou que 29% das amostras analisadas possuíam irregularidades, como agrotóxico não autorizado no Brasil ou em quantidade superior à permitida.
Para que você fique bem informado, listamos abaixo os alimentos que mais recebem substâncias perigosas para seu cultivo. Fique atento e tente optar por vegetais orgânicos e livres desses venenos para a saúde. As porcentagens apontadas no ranking abaixo são referentes à quantidade de amostras contaminadas por toxinas provenientes de produtos utilizados na agricultura brasileira.
– Pimentão (80,0%)
– Uva (56,40%)
– Pepino (54,80%)
– Morango (50,80%)
– Couve (44,20%)
– Abacaxi (44,10%)
– Mamão (38,80%)
– Alface (38,40%)
– Tomate (32,60%)
– Beterraba (32,00%)
Fonte: Superbom.

Três em um: um novo quebra-cabeça para os darwinistas

Dois peixes e um pterossauro em um combate fatal

Um extremamente raro e bem preservado fóssil encontrado no famoso depósito de calcário Solnhofen, na Alemanha, entrelaçou eternamente as vidas de três animais. O fóssil registra os momentos subsequentes em que um pterossauro de cauda longa, Rhamphorhynchus, mergulhou e pegou um peixe pequeno na água, que pensa-se ser oLeptolepides, quando um maior peixe predador,Aspidorhynchus, conseguiu saltar agarrar-se à membrana de vôo da asa do pterossauro, puxando-o de volta para a água.
Um mistério à là Sherlock Holmes!
Enquanto o destino do menor peixe parecia certo, tendo acabado de ser engolido pelo pterossauro, “o rabo do peixe ainda degolando na região faríngea da garganta e a excelente preservação do peixe minúsculo sem qualquer vestígio de digestão, sugere que a deglutição não foi concluída e que o Rhamphorhynchus [pterossauro] estava vivo e no ar durante o ataque”.[1]
Significativamente, isso quer dizer que o pterossauro não só não tinha morrido recentemente como também não estava flutuando na água à espera de um carniceiro para consumi-lo. O pterossauro tinha acabado de descer para pegar o peixe menor e estava a meio caminho de engoli-lo, quando o Aspidorhynchus atacou oRhamphorhynchus e o puxou para dentro da água, afogando-o. Sua asa esquerda foi mutilada enquanto seu oponente [o Aspidorhynchus] furiosamente tentava soltar seu focinho pontudo de sua presa de grandes dimensões, a qual não foi capaz de consumir devido ao seu tamanho. A postura incomum da asa esquerda, com toda a ‘asa-dedo’ puxada sob o antebraço nos restos fossilizados, testemunha toda a contorção doAspidorhynchus para se soltar do pterossauro.
Enigmas quanto à fossilização e a formação rochosa
A morte, e a preservação excelente, do Aspidorhynchus que se torna problemática para a geologia secular das longas eras. Isto porque os geólogos seculares não chegam a um acordo sobre a forma como as rochas calcárias, ou os fósseis que elas contêm, foram formadas. Apesar de um número considerável de fósseis encontrados em Solnhofen terem sido documentados na Creation magazine[2] e em publicações seculares anteriormente, um artigo recente de um jornal secular destaca que, “em contraste com a riqueza de fósseis já muito estudada, pouco se sabe sobre a origem e diagênese[3] da rocha hospedeira…. Publicações que tratam da matriz sedimentar, do sistema de deposição e da diagênese de plattenkalk[4] são escassas e, até à data, nenhum modelo satisfatório está disponível para explicar o sistema de deposição ou a diagênese das séries de plattenkalk em geral e das ocorrências em Solnhofen em particular”.[5]

Os geólogos seculares das “longas eras” continuarão lutando para explicar o sistema de deposição, ou para criar um modelo satisfatório para a formação de calcário, persistindo em ignorar deliberadamente o Dilúvio mundial descrito na Bíblia, e buscando unir as ideologias claramente opostas dos “milhões de anos” com a natureza extraordinária dos fósseis encontrados que requerem rápida deposição.
Paleontólogos seculares têm ideias conflitantes
Há duas hipóteses concorrentes com relação à origem dos fósseis na formação calcária de Solnhofen, que dizem ter sido formada no período Jurássico há 155 milhões de anos, durante um período de 0,5 milhões de anos.[6] Ambas as hipóteses afirmam que a área era uma lagoa quente cortada do oceano. Proponentes da primeira [hipótese] colocam então sua esperança na falta de oxigênio e uma camada de água super-salgada[7] na parte inferior da lagoa, com uma lama de carbono macio para que os animais mortos caíssem. A condição tóxica da água supostamente teria impedido o apodrecimento por bactérias e levado à ausência de carniceiros, preservando qualquer animal morto que viesse a cair na lama de carbono macio. Entretanto, como Whitmore, que tem conduzido seus próprios experimentos sobre as taxas de apodrecimento de peixes em diversos ambientes, aponta: “É comum o equívoco de que a ausência de oxigênio no ambiente inibe apodrecimento. Isto é falso; em alguns casos o apodrecimento não é só rápido, senão até mais rápido nestes ambientes… De fato, a maioria dos apodrecimentos é anóxica e acontece em muitos casos de dentro para fora.”[8] E quanto ao caso hipotético da lagoa com falta de oxigênio e super-salgada? Quando discutida pelos geólogos seculares das “longas eras”, eles concluem que “ainda faltam boas evidências”.[9]
Com relação aos fósseis, a segunda teoria se aproxima da realidade uma vez admitida de que os fósseis de Solnhofen requerem rápida sedimentação. Aqui se têm algumas camadas sendo depositadas por tempestades de depósitos e uma invasão oceânica que ocasionalmente transportou a lama macia e animais para a base da lagoa.[10]
Embora o artigo que descreve o fóssil afirme que a morte do Aspidorhynchus (o peixe grande), “permanece especulativa”, ele apoia a primeira hipótese ao afirmar que “o cenário mais provável é que o Aspidorhynchus enfrentou sua vítima [o pterossauro] por um período de tempo, e assim foi rapidamente afundando até a hostil camada anóxica da água… aonde foi instantaneamente sufocado. Ainda unidas, as carcaças chegaram ao fundo do mar.”[1] Isso falha totalmente em explicar a morte do Aspidorhynchus e a preservação dos três animais. A não ser que alguém assuma o cenário de pressupostos milhões de anos, é muito claro que o caso mais provável da morte do Aspidorhynchustenha sido uma onda cataclísmica cheia de sedimentos que o soterrou, expicando o alto estado de preservação observado. É evidente que virtualmente não ocorreu nenhuma decomposição, tanto do Rhamphorhynchus como do Aspidorhynchus, o que indica que eles foram enterrados rapidamente pelo sedimento.[11]
Milhões de anos?
O que dizer então dos 0,5 milhões de anos que o depósito sedimentar de Solnhofen supostamente levou para se formar? Se seus fósseis requerem sedimentação extremamente rápida, como pode o período de tempo atribuído anteriormente permanecer? O dogma da evolução é que os fósseis e suas camadas têm milhões de anos, um registro de processos lentos e graduais. Porém, como podem esses fósseis, dos quais dois foram registrados no ato de tentarem garantir o jantar, concordarem com isso? Observando corretamente, este rápido sepultamento indica que os sedimentos devem ter sido depositados rapidamente, o que refuta completamente o dogma evolutivo. O que acontece, então, às centenas de milhares de anos que o depósito sedimentar Solnhofen supostamente levou para se formar? Também caem por terra. Faz mais sentido atribuir o registro fóssil de Solnhofen, que contém uma superabundância de insetos, animais marinhos e terrestres, ao Dilúvio de Noé. Durante o Dilúvio, toda a topografia do mundo foi alterada. A atividade geológica global e a deposição massiva de sedimentos foi rápida, soterrando animais como os três descritos neste artigo, e preservando seus fósseis como resultado.
Estes belos e únicos fósseis, atualmente alojados no Wyoming Dinosaur Centre, Thermopolis, USA, são um incrível testemunho do julgamento divino no passado; a história da Bíblia sobre um Dilúvio mundial nos tempos de Noé e um lembrete do julgamento vindouro.
(Philip Robinson, traduzido do CMI)
Referências e notas
[1] Frey, E. and Tischlinger, H., The Late Jurassic Pterosaur Rhamphorhynchus, a Frequent Victim of the Ganoid Fish Aspidorhynchus?, PLoS ONE 7(3): e31945| doi:10.1371/journal.pone.0031945, 2012.
[2] Por exemplo, Walker, T., Death March Horseshoe Crab stopped in its tracks,Creation 25(2):54–55, 2003; creation.com/deathmarch and Living Fossils: the Shovelnose Ray, Creation 33(1):15, 2011; creation.com/livingfossilray.
[3] Refere-se aos vários processos físicos e químicos que modificam sedimentos na formação de uma rocha sedimentary.
[4] Calcário finamente granulado quimicamente precipitado em uma coluna de água estratificada sob condições de ausência de bioturbação.
[5] Munnecke, A., Westphal, H. & Kolblebert, M., Diagenesis of plattenkalk: examples from the Solnhofen area (Upper Jurassic, southern Germany), Sedimentology 55:1931–1946, 2008; p. 1932.
[6] Viohl, G., Solnhofen Lithographic Limestones; in: Briggs, D.E.G. & Crowther, P.R. (Eds), Palaeobiology: a synthesis, Blackwell Science, 285289, 1990.
[7] Tecnicamente definido como anóxico e hipersalino.
[8] Whitmore, J., Fossil Preservation; chapter 14 in: Page 231 in Oard, M. & Reed, J., (Eds), Rock Solid Answers: The Biblical Truth Behind 14 Geologic Questions, Master Books, Green Forest, Arizona, 2009.
[9] Munnecke, A. et al., ref. 5, p. 1933.
[10] Viohl, G., ref. 6. Also, Barthel, K. W., Solnhofen: Ein Blick in die Erdgeschichte, Ott Verlag, Thun, 1978.
[11] Longage geologists insisted for a long time that limestone could not form quickly, but this is clearly incorrect. Another example is the Whitmore nautiloid bed in the Grand Canyon; see Walker, T., Geologic catastrophe and the young earth, Creation 32(2):28–31, 2010; creation.com/geologiststeveaustin.
Nota do EF: Mais uma descoberta fóssil que ao invés de ajudar (como Darwin quis imaginar) só atrapalha os darwinistas. Não é a primeira vez que são encontrados fósseis em condições que contradizem o modelo evolucionista das longas eras, uma vez que é inimaginável que o trio fóssil estivesse se reunindo para um banquete especial (e que banquete longo!). Como não podem recorrer a um modelo geológico catastrofista – e por consequência bíblico -, pois a teoria evolutiva precisa de longos períodos de tempo (para sair da ameba até o ser humano, por ex.), sobra para eles [os darwinistas] bolar contos mirabolantes. E olha que o dilúvio é que é lenda…

Receitas naturais para limpeza de pele

Existem milhares de produtos para limpeza de pele e cuidados de beleza que prometem dar-lhe a pele sempre limpa e brilhante. Em vez de depender desses produtos, você pode tentar uma receita caseira de limpeza de pele, economizando dinheiro e poupando sua pele dos químicos presentes em produtos de pele. Aqui estão algumas destas receitas naturais para sua pele.
Limão
O ácido cítrico presente no limão ajuda a manter a pele clara, removendo as células mortas e funcionando como excelente receita caseira na pele do rosto. O seu teor de vitamina C ajuda a reduzir manchas escuras, aumentando o processo de renovação celular. Limão também tem propriedades de branqueamento que ajudarão a melhorar consideravelmente sua aparência.
Aplique o suco fresco-espremido limão em todo o seu rosto e pescoço, deixando por 10 minutos e depois lavando com água morna. Depois disso, esfregue fatias de pepino em sua pele para suavizar e hidratar. Faça isso diariamente ou em dias alternados.
Em uma receita de limpeza de pele caseira para cravos e espinhas, misture duas colheres de chá suco de limão com duas de açúcar. Aplique a mistura em seu rosto, pescoço e mãos. Esfregue em movimentos circulares e deixe por 10 minutos. Em seguida, enxague com água morna. Repita o processo uma vez por semana
Cúrcuma
Cúrcuma é um excelente agente anti-séptico, ajudando a clarear a pele e minimizar cicatrizes e outras marcas. Além disso, a cúrcuma pode aliviar doenças alérgicas, inflamatórias e infecciosas da pele.
Misture uma colher de sopa de cúrcuma em pó com suco de abacaxi suficiente para fazer uma pasta. Aplique a pasta em seu rosto e pescoço. Deixe na pele até que a massa seque completamente. Em seguida, lave com água morna. Use duas ou três vezes por semana para reduzir o aparecimento de manchas na pele. Essa é uma receita caseira para a pele perfeita, te dando a aparência que você deseja e tanto procura.
Mel
O mel é um excelente hidratante e também tem propriedades antibacterianas que ajudam a evitar infecções.
Aplique mel cru diretamente sobre a pele. Deixe secar naturalmente e, em seguida, enxague com água morna. O teor de água no mel vai hidratar profundamente a pele, tornando-a macia e suave. Faça este remédio simples, uma vez ao dia, ou em dias alternados.
Aloe Vera
Aloe vera possui propriedades antibacterianas que ajudam a matar bactérias que causam acne, além de propriedades anti-inflamatórias que ajudam a acalmar a pele irritada, e propriedades adstringentes que ajudam a curar as cicatrizes. Além disso, Aloe Vera hidrata a pele e estimula o crescimento de células de pele nova, sendo uma excelente companheira na hora de uma receita natural para clarear a pele.
Extraia o gel de uma folha de Aloe Vera e aplique em seu rosto usando uma bola de algodão. Deixe-o secar por conta própria por cerca de meia hora, e, em seguida, enxague com água morna. Use diariamente ou várias vezes por semana.
Bicarbonato de Sódio
Bicarbonato é muito importante para balancear o pH da pele. Além disso, suas propriedades anti-sépticas e anti-inflamatórias ajudam a lidar com problemas como acne, espinhas e manchas. Ele também funciona como um excelente agente esfoliante para manter a pele livre de sujeira, impurezas e células mortas da pele.
Misture uma colher de chá de bicarbonato de sódio com uma colher de chá de suco de limão ou água para fazer uma pasta. Limpe seu rosto massageando para esfoliar suavemente a pele. Lave o rosto com água morna e seque com uma toalha. Siga este remédio duas ou três vezes por semana.
Pepino
Pepinos contém propriedades hidratantes, nutritivas e adstringentes que são muito boas para a pele. Eles podem melhorar a aparência geral da pele, reparar células danificadas, remover as células mortas da pele e adicionar um novo brilho, principalmente em uma receita caseira para pele ressecada.
Corte um pepino fresco em fatias grossas, e esfregue cuidadosamente em todo o seu rosto. Deixe durante a noite e enxague com água morna pela manhã. Faça isso diariamente antes de ir para a cama.
Mamão
Mamão pode ser usado para melhorar a textura da sua pele e manter a pele clara. Tem propriedades de branqueamento naturais que ajudam a reduzir o aparecimento de cicatrizes. Além disso, a enzima papaína presente no mamão tem propriedades antibacterianas e de cicatrização, auxiliando na remoção de pele morta.
Pique um mamão maduro em pedaços pequenos. Combine o mamão com uma colher de chá de pó de sândalo e mel. Misture tudo em uma pasta e aplique em todo o rosto e pescoço, deixando por meia hora. Em seguida, lave com água fria e seque a pele. Siga este remédio uma vez por semana.
Nozes
Nozes pode trazer um brilho bonito como uma receita caseira para pele seca. Nozes têm antioxidantes que ajudam as células da pele na reparação e promovendo a pele radiante. Nozes em forma de pó pode ser usada para esfoliar a pele e remover as impurezas e sujeira que um produto de limpeza comum não consegue.
Misture duas colheres de chá de noz em pó com duas colheres de sopa de iogurte natural para fazer uma pasta. Aplicar em seu rosto e pescoço. Quando a massa seca, esfregue a mistura em seu rosto e, em seguida, enxaguar com água morna. Use esta máscara facial uma vez por semana. Mergulhe três nozes em água durante a noite. Na parte da manhã, misture uma colher de chá de água de rosas para fazer uma máscara e aplique em seu rosto. Deixe por uma hora e depois lave com água morna. Siga este remédio uma vez por semana.
Óleo de coco
O óleo de coco é muito rico em antioxidantes que impedem a atividade de radicais livres, que é uma das razões por trás da pele opaca e sem vida. Além disso, suas propriedades antibacterianas e antifúngicas ajudam a manter a pele clara, macia e hidratada.
Suavemente aqueça um pouco de óleo de coco em um forno de microondas, testando a temperatura antes com os lábios ou costas das mãos. Aplique o óleo quente no rosto, pescoço, mãos e pernas. Massageie suavemente na pele por 10 minutos. Finalmente enxague com água morna, uma vez por dia.
Hortelã
O principal ingrediente de hortelã é o mentol, que tem propriedades calmantes que ajudam a manter a pele saudável e brilhante. Além disso, tem propriedades curativas maravilhosas que ajudam a combater infecções de pele, que ajudam em uma receita caseira de limpeza de pele oleosa, evitando espinhas e acne.
Coloque uma colher de chá de hortelã em pó e uma colher de sopa de iogurte natural em uma tigela. Deixe descansando por meia hora para que todos os ingredientes fiquem encharcados corretamente. Em seguida, misture para obter uma pasta lisa. Aplique este pacote de rosto caseiro em seu rosto e pescoço. Deixe-o até que seque naturalmente e, em seguida, enxague com água morna. Use esta máscara facial uma vez por semana.
Não se esqueça: você pode misturar e adaptar os ingredientes acima em uma receita única para seu tipo de pele. Além disso, não se esqueça de consultar um dermatologista antes de fazer qualquer tratamento em sua pele.
Fonte: Saúde Melhor.

Ensino de Máquina: inteligência artificial a serviço da educação

Ensino de máquina

aprendizado de máquina é um campo da inteligência artificial já bem estabelecido, com inúmeras utilidades, sobretudo na interpretação de grandes massas de dados.
Agora o interesse está se voltando para o “ensino de máquina”, um campo que mistura ciência da computação e psicologia para tentar desenvolver lições que sejam mais facilmente aprendidas pelos humanos.
“Minha esperança é que o ensino de máquina tenha um impacto no mundo educacional. Ele é muito diferente da forma como as pessoas normalmente pensam sobre educação. Ele nos dará lições mais eficazes e personalizadas para estudantes humanos reais,” prevê Jerry Zhu, da Universidade Wisconsin-Madison, nos EUA.
No ano passado, a Fundação XPrize lançou um prêmio milionário para o primeiro programa que consiga dar uma palestra para uma plateia humana. Mas Zhu e seus colegas querem desenvolver “palestras otimizadas”, ou seja, palestras que permitam um aprendizado melhor do que as aulas tradicionais.
Modelo de estudante
Em vez de lidar com montanhas de dados sem saber que padrões podem ser revelados por sua análise, como ocorre no aprendizado de máquina, o pesquisador envolvido com o ensino de máquina já sabe de antemão o conhecimento que quer repassar aos alunos.
Assim, o foco estará nos estudantes, e na forma como eles aprendem.
“Para que a abordagem do ensino de máquina funcione, ele precisará de um bom modelo de como o aluno se comporta – ou seja, como o comportamento do aluno muda com diferentes tipos de aprendizagem ou experiências práticas,” disse o professor Timothy Rogers, membro da equipe. “Além disso, o modelo precisa ser computacional; ele tem que ser capaz de fazer previsões quantitativas concretas sobre o comportamento do aluno.”
Os programas usarão algoritmos sofisticados para ajudar a modelar os estudantes humanos reais e descobrir as melhores lições possíveis para que eles aprendam o máximo e o mais rapidamente possível.
Embora a definição de “melhor” caiba a cada professor em cada situação, um exemplo seria identificar o menor número de exercícios necessários para um aluno em particular apreender um conceito. “Poderiam cinco questões realmente boas ensinar o material, em vez de 20?” exemplifica Zhu.
Modelagem do aprendizado
“Em última instância, nós esperamos que o trabalho possa ser usado para ajudar os professores a desenvolver ementas de cursos e planos de aula que promovam a aprendizagem em uma ampla variedade de campos,” disse Rogers, citando matemática, ciências e leitura como exemplos.
“E, igualmente importante, o esforço para fazer os modelos cognitivos da aprendizagem lidarem com problemas do mundo real é algo que poderá levar a novos e importantes avanços em nossa compreensão de como as pessoas aprendem de forma geral,” finalizou.
O trabalho está nos primeiros estágios, mas a equipe espera apresentar resultados práticos do ensino de máquina nos próximos dois anos.

Bibliografia:

Machine Teaching: an Inverse Problem to Machine Learning and an Approach Toward Optimal Education

Xiaojin Zhu, Timothy Rogers, Michael Ferris, Bilge Mutlu and Stephen Wright; engineering professor Rob Nowak;, psychology professor Martha Alibali; and educational psychology professors Martina, Rau and Percival Matthews.
Twenty-Ninth AAAI Conference on Artificial Intelligence Proceedings
http://pages.cs.wisc.edu/~jerryzhu/machineteaching/pub/MachineTeachingAAAI15.pdf

Dissidentes do darwinismo – um grupo de cientistas cada dia maior!

Quantos estudantes ou profissionais ao longo da história têm se sentido isolados no ambiente acadêmico por possuir pressupostos ou ideologias científicas contrárias às da maioria? Somente quem já tentou nadar contra a maré, entende o grau de esforço realizado. Mas a estes, o Discovery Institute informa que não estão sozinhos. Desde 2001, quando essa instituição de pesquisa pró-design lançou uma lista de cadastro, centenas de cientistas com doutorado – hoje mais de 900 pesquisadores – mostraram-se dispostos a expressar publicamente o ceticismo em relação à visão darwiniana, tradicional e moderna, de como a vida teria se desenvolvido ao longo do tempo. Essa lista, “A Scientific Dissent from Darwin”, é uma pedra no sapato daqueles que dizem que não há debate científico sobre se a evolução funciona de uma forma completamente natural.
A lista desafia o princípio mais básico da teoria darwiniana moderna (também chamada de “neodarwinismo”) – a visão de que mutação aleatória e seleção natural são as principais forças que geram a complexidade adaptativa em organismos vivos. Porém, ao invés de criticar a teoria moderna da evolução, a lista foca em seus desafios para os mecanismos biológicos mais importantes.
Atualmente, já assinaram a lista doutores pelas seguintes instituições de ensino: Oxford, Cambridge, Harvard, Dartmouth, Rutgers, Universidade de Chicago, Stanford e da Universidade da Califórnia, em Berkeley. Também assinaram a lista professores ou pesquisadores das principais universidades e instituições de pesquisa do mundo, tais como Cambridge, Princeton, MIT, UCLA, Universidade da Pensilvânia, Universidade da Geórgia, Tulane, Universidade Estadual de Moscou, Instituto de Chitose da ciência e da tecnologia, no Japão, e Universidade Ben-Gurion, do Negev, em Israel.
Se você possui um mestrado (e atua como professor de medicina), ou já obteve seu doutorado e quer, de igual modo, se declarar publicamente cético em relação ao darwinismo, clique aqui e assine a lista.
Fonte: Everton Fernando Alves é enfermeiro e mestre em Ciências da Saúde pela UEM; seu e-book pode ser lido aqui. 

Quer tornar sua rotina mais produtiva? Aqui vão 4 dicas científicas!

Quer ser mais produtivo? A ciência ajuda! Separamos algumas
dicas que, com embasamento em estudos e pesquisas, podem ser de grande ajuda.
Confira:
1 – Pare de tentar fazer várias tarefas ao mesmo tempo Com tantas tecnologias disponíveis, é tentador se dividir
para dedicar um tempinho para cada uma delas – diga-se, completar um relatório
ao mesmo tempo em que consola um amigo no WhatsApp. Mas, com isso, acabamos
fazendo tudo devagar – e com mais chances de cometer erros.
Um estudo recente da Universidade Estadual da Flórida, nos
Estados Unidos, mostra, por exemplo, que só uma notificação de mensagem pode
ser tão distrativa quanto uma ligação. Por isso, vale deixar os dispositivos de
lado, sair das redes sociais, e ficar completamente focado no trabalho.
2 – Faça pausas Pausas de 10 minutos ou mais são ótimas para a mente e o
corpo. Segundo um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Tilburge da Universidade Tecnológica de Eindhoven, da Holanda, levantar um pouco da
sua mesa, fazer um lanchinho e conversar com as pessoas faz com que você
descanse um pouco e esteja mais disposto ao voltar para o trabalho.
3 – Tire um cochilo Infelizmente, poucos são os locais de trabalho que oferecem
a possibilidade de os funcionários tirarem um cochilo. Em uma experiênciaconduzida pelo departamento de psicologia da Universidade de St. Louis, nos
Estados Unidos, os participantes que cochilaram por alguns minutos se sairam
melhores em atividades relacionadas com concentração do que os ficaram
acordados o tempo todo.
4 – Tente entrar em contato com luz natural Pesquisadores do Laboratório Nacional de Energia Renováveldescobriram, a partir de um estudo, que os humanos são afetados
psicologicamente pelos tipos de luzes aos quais são expostos. A luz natural do
dia foi associada ao bom humor e disposição.
Fonte: Vox.

A nova teoria evolucionista (Síntese Evolutiva Ampliada/Estendida) é Design Inteligente disfarçado???

O principal problema que a nova teoria geral da evolução – a Síntese Evolutiva Ampliada/Estendida (SEA) cria para o Darwinismo, é que o processo evolucionário ocorre de muitas maneiras diferentes, não apenas a la Darwin:
“Por contraste, a SEA considera o genoma como um subsistema de célula planejado pela evolução para detectar e responder aos sinais que incidem sobre ela. Os organismos não são construídos somente a partir de ‘instruções’ genéticas, mas antes eles se auto organizam usando uma ampla variedade de recursos interdependentes.” p. 6
“By contrast, the EES regards the genome as a sub-system of the cell designed by evolution to sense and respond to the signals that impinge on it. Organisms are not built from genetic ‘instructions’ alone, but rather self-assemble using a broad variety of inter-dependent resources.” p. 6
É com o parágrafo acima destacado que fundamentamos este pequeno artigo e perguntamos, pois perguntar não ofende, especialmente em ciência, e muito mais especialmente em se tratando de área científica que se propõe explicar a história evolucionária da diversidade e complexidade da vida na Terra:
1. “planejado pela evolução”? Mas a evolução não era um processo cego, aleatório, sem objetivos a favor ou contra as coisas biológicas? Ou é o reconhecimento de que o planejamento/design intencional é tão óbvio que os evolucionistas não têm mais como escapar disso. Gente, alguém me belisque, mas o Darwin não tinha eliminado o design intencional em biologia? Richard Dawkins não afirmou que o design era uma ilusão?
2. “planejado pela evolução para detectar e responder aos sinais que incidem sobre ela”. Gente, alguém me belisque, mas a linguagem teórica aqui é puramente TELEOLÓGICA. 100% Design Inteligente. Muito obrigado, turma da SEA!
3. “auto organizam”. A ontogenia não é um processo de montagem das partes. Aristóteles chamou este processo de “epigênese” há 2.500 anos atrás. Dizem que Aristóteles já era, mas quem disse que suas ideias biológicas estavam ultrapassadas?
4. “…eles se auto organizam usando uma ampla variedade de recursos interdependentes”. Gente, alguém me belisque de novo, mas isso parece muito com complexidade irredutível do Michael Behe, aquele do livro A Caixa Preta de Darwin, e tem grandes implicações teleológicas. 
NOTA BENE – a célula (ou o organismo que está sendo formado) “usa uma ampla variedade de recursos” a fim de… Gente, me belisquem de novo, mas forma é a CAUSA FINAL do processo teleológico! Argh, como diria Darwin, isso é como cometer um assassinato! Teleologia aristotélica pura! 100% Design Inteligente!
Nós, teóricos e defensores da teoria do Design Inteligente (TDI), agradecemos profundamente a Kevin N. Laland, Tobias Uller, Marcus W. Feldman, Kim Sterelny, Gerd B. Müller, Armin Moczek, Eva Jablonka e John Odling-Smee, por terem deixado bem evidente, com todas as letras, quão evidente são a TELEOLOGIA e o DESIGN na biologia. 
Uma advertência: Os teóricos evolucionistas que elaboraram a Síntese Evolutiva Ampliada/Estendida vão ter muito que se explicar com a Nomenklatura científica… Eles vão ser hostilizados pela Galera dos meninos e meninas de Darwin! Sejam bem-vindos, nós da TDI sabemos o que é ser hostilizado…
Fui, nem sei por que, rindo da cara de muitos cientistas da Nomenklatura científica e da Galera dos meninos e meninas de Darwin, pois afirmei neste blog que se a SEA não incorporasse a questão de informação, um dos pilares fundamentais da TDI, ela seria uma teoria científica natimorta! Gente, alguém me belisque novamente – a turma da SEA foi além – incorporou TELEOLOGIA e DESIGN! Dois aspectos fundamentais no arcabouço teórico da TDI! Estarei eu sonhando ou lendo além do que está sendo proposto pelos teóricos da SEA?

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Como pais passam a sua ansiedade em relação a Matemática para os filhos

Se você é uma daquelas pessoas que ficam meio ansiosas só de
pensar em ter que fazer a conta do que consumiu no restaurante, a ciência tem
uma dica: não tente ensinar matemática para seus filhos, passe essa tarefa
adiante para outra pessoa. Isso porque um novo estudo sugere que você pode
passar o seu nervosismo em relação aos números (e letrinhas, variáveis, etc)
para os pequenos.
Realizado na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, a
pesquisa utilizou análises das habilidades e atitudes de 400 alunos do 1ª e da
2ª série do ensino fundamental em relação a matemática. As crianças foram
avaliadas no início e no fim ano e também responderam perguntas sobre como se
sentiam quando erravam, eram repreendidos ou quando o professor os chamava para
responder uma questão em voz alta.
Já os pais tiveram que responder um questionário cujo
objetivo era medir a ansiedade deles no que diz respeito a matemática e o
quanto ajudavam seus filhos nas lições de casa da disciplina ao longo do ano.
Os pesquisadores descobriram que as crianças cujos pais
ficavam mais nervosos e inseguros por conta da matemática tinham a maior
tendência de adquirir essas características em relação a matéria – mas só se os
pais as ajudassem a fazer as tarefas de casa.
De acordo com Erin Maloney, pesquisadora que conduziu o
estudo, crianças são muito perceptivas e tendem a internalizar as atitudes de
seus pais. Se estes não conseguem ensinar seus filhos com tranquilidade e
paciência, talvez seja melhor procurar alguém mais adequado para fazê-lo.
Fonte: Science of Us.