A impossibilidade matemática da evolução (parte 2)

Por Granville Sewell (o texto foi traduzido do inglês para o português de Portugal.)

No ano de 1996, Michael Behe, bioquímico da Universidade de Lehigh, publicou o seu livro com o título de Darwin’s Black Box, cujo tema central era a tese de que as células vivas encontram-se preenchidas com características e processos bioquímicos que são “irredutivelmente complexos” – isto é, eles requerem a existência de componentes numerosos e complexos, cada um deles essencial para o funcionamento. Logo, estes traços e processos não podem ser explicados através duma gradual melhoria Darwiniana uma vez que até que todos os componentes estejam operacionais, estas estruturas são inúteis e não conferem qualquer vantagem selectiva.

Behe passa mais de 100 páginas a descrever detalhadamente alguns destes sistemas bioquímicos irredutivelmente complexos, e depois sumariza os resultados duma exaustiva busca na literatura bioquímica por explicações Darwinianas. Ele conclui que, embora os textos de Bioquímica frequentemente prestem homenagem verbal à ideia de que a selecção natural das mutações aleatórias pode explicar tudo o que existe dentro da célula, tais alegações são puro “ruído” visto que “não existe qualquer publicação dentro da literatura científica que descreva a forma como a evolução molecular de qualquer sistema bioquímico, real e complexo, ocorreu ou pode vir a ocorrer.”

MatematicaQuando o Dr Behe esteve na Universidade do Texas – El Paso – em Maio de 1997 como palestrante convidado, disse-lhe que ele poderia encontrar um maior apoio às suas ideias nos departamentos de Matemática, Física e Ciência Computacional do que na sua própria área. Conheço muitos bons matemáticos, físicos e cientistas computacionais que, como eu, estão estarrecidos com o facto das explicações de Darwin para o desenvolvimento da vida serem tão amplamente aceites pelas ciências da vida [ed: biologia, zoologia, microbiologia, fisiologia, bioquímica, e áreas relacionadas]. Poucos desses matemáticos, físicos e cientistas computacionais chegam a falar ou a escrever sobre este assunto – muito provavelmente porque sentem que o assunto encontra-se fora do seu domínio.

Apesar disso, acredito que existem dois argumentos centrais contra o Darwinismo, e ambos parecem ser muito do agrado daqueles que se encontram dentro das ciências matemáticas.

1. A pedra angular do Darwinismo é a ideia de que melhorias maciças (complexas) podem-se ir acumulando através de melhorias menores; que novos órgãos e novos sistemas de órgãos, que deram origem às novas ordens, novas classes, e novos filos, desenvolveram-se gradualmente, através de muitas melhorias menores.

Temos que salientar inicialmente que o registo fóssil não confirma esta ideia; por exemplo, George Gaylord Simpson, paleontólogo de Harvard, escreve:

É característica do registo fóssil conhecido que a maior parte dos táxons apareçam abruptamente. Em regra geral, eles não se vão formando através duma sequência de mudanças quase imperceptíveis de precursores, tal como Darwin acreditou que seria normal dentro da evolução… Este fenómeno torna-se mais universal e mais intenso à medida que a hierarquia de categorias é ascendida. As lacunas entre as espécies conhecidas são esporádicas e pequenas. As lacunas entre as ordens, as classes, e os filos são sistemáticos e quase sempre enormes.

Estas peculiaridades do registo fóssil são um dos mais importantes problemas teóricos de toda a história da vida: É o aparecimento súbito das categorias mais elevadas um fenómeno da evolução, ou só do registo devido à recolha tendenciosa [de fósseis] e outras inadequações? – [“The History of Life,” in Volume I of “Evolution after Darwin,” University of Chicago Press, 1960]

Em Abril de 1892, um artigo da Life Magazine (excerto do livro de Francis Hitching “The Neck of the Giraffe: Where Darwin Went Wrong”) contém a seguinte informação:

Quando procuramos elos entre os principais grupos de animais, eles pura e simplesmente não estão lá….“Em vez de encontramos um desdobramento gradual da vida”, escreve David Raup, Curador do Field Museum of Natural History em Chicago,“o que os geólogos do tempo de Darwin, bem como os geólogos actuais, encontram é um registo fóssil altamente desigual e irregular; isto é, as espécies aparecem no registo fóssil muito subitamente, exibem pouca ou nenhuma modificação durante a sua existência, e depois desaparecem abruptamente.” Isto não são falhas insignificantes mas sim períodos, presentes nas principais transições evolutivas, durante os quais mudanças fisiológicas imensas teriam que ter acontecido.

Mesmo entre os biólogos, a ideia de órgãos novos, e desde logo categorias superiores, se poderem desenvolver gradualmente através de pequenas melhorias, tem sido alvo de contestação. De que forma é que a “sobrevivência do mais apto” poderia controlar o desenvolvimento de órgãos durante as fases iniciais sem utilidade, durante as quais elas obviamente não apresentavam qualquer vantagem selectiva (isto é frequentemente identificado como “o problema das novidades”), ou orientar o desenvolvimento total de novos sistemas, tais como o sistema nervoso, o circulatório, o digestivo, o respiratório, e o reprodutor – algo que exigiria o desenvolvimento simultâneo de vários órgãos interdependentes, nenhum deles útil ou possuindo alguma vantagem selectiva isoladamente?

O biólogo Francês Jean Rostand, por exemplo, escreveu:

Não parece totalmente impossível que as mutações tenham introduzido para dentro do reino animal as diferenças que existem entre uma espécie e a próxima…..logo, é muito tentador deixar também à sua porta as diferenças entre as classes, famílias, e ordens, e, basicamente, toda a evolução. Mas é óbvio que tal extrapolação envolve uma atribuição gratuita, às mutações do passado, duma magnitude e dum poder inovador muito maior do que aquele que é mostrado pelas mutações de hoje. – [“A Biologist’s View,” Wm. Heinemann Ltd. 1956]

O livro de Behe é, primordialmente, um desafio a esta pedra angular da Darwinismo ao nível microscópico. Embora nós possamos não estar familiarizados com os sistemas bioquímicos complexos que são estudados no seu livro, acredito que os matemáticos encontram-se muito bem qualificados para avaliar as ideias gerais envolvidas. E embora uma analogia seja apenas uma analogia, talvez a melhor forma de entender o argumento de Behe seja comparando o desenvolvimento do código genético da vida com o desenvolvimento dum programa de computador.

Imaginem que um engenheiro tenta criar uma análise estrutural dum programa de computador, escrevendo a análise numa línguagem de máquina totalmente desconhecida para ele. Ele simplesmente digita caracteres aleatórios com o seu teclado, e periodicamente executa testes ao programa de modo a reconhecer e escolher as melhorias fortuitas sempre que elas ocorrem. As melhorias são permanentemente incorporadas no programa ao mesmo tempo que as outras mudanças são rejeitadas.

Se o nosso engenheiro continuar com este processo de alterações aleatórias e testes durante um longo período de tempo, será que ele eventualmente seria capaz de desenvolver um sofisticado programa de análise estrutural? (Claro que quando seres humanos inteligentes decidem o que é uma “melhoria”, isto é, na verdade, selecção artificial, e devido a isso, esta analogia é demasiado generosa para o Darwinismo).

Se mil milhões de engenheiros estivessem a digitar ao mesmo ritmo um caracter aleatório por segundo, não há qualquer possibilidade de qualquer um deles, e no espaço de 4,5 mil milhões de anos da idade da Terra [ed: segundo os crentes nos milhões de anos] duplicar acidentalmente uma melhoria com 20 caracteres. Logo, o nosso engenheiro não pode contar em fazer algum tipo de melhoria só de forma aleatória.

Mas será que o engenheiro não conseguiria talvez fazer algum tipo de progresso através da acumulação de pequenas melhorias? O Darwinista presumivelmente diria que sim, mas para alguém com experiência mínima de programação, esta ideia é igualmente implausível. As melhorias principais dum programa de computador normalmente exigem uma adição ou modificação de centenas de linhas [de código] interdependentes, e nenhuma delas faz qualquer sentido, ou resulta em alguma melhora, se adicionada/modificada por si só.

Até a mais pequena das melhorias normalmente requer o adição de várias linhas. É concebível que um programador, incapaz de olhar mais além que 5 ou 6 caracteres, seja capaz de fazer algumas melhorias ínfimas a um programa de computador, mas é inconcebível que ele seja capaz de criar algo minimamente sofisticado sem uma habilidade de olhar mais além e modificar as suas alterações tendo em vista um plano geral.

Se arqueólogos duma sociedade futura por acaso desenterrarem as muitas versões do meu PDE solver, PDE2D, que eu criei durante os últimos 20 anos, certamente que eles iriam notar um aumento constante de complexidade com o passar do tempo, e iriam notar também nas muitas óbvias semelhanças entre cada uma das novas versões e as prévias. No princípio, o programa só era capaz de resolver uma equação linear única, 2D, steady-state numa região poligonal. Desde então, o PDE2D desenvolveu muitas novas habilidades (…).

Um arqueólogo que tentasse explicar a evolução deste programa de computador em termos das suas muitas pequenas melhorias, ficaria confuso se por acaso viesse a descobrir que todos estes avanços maiores (novas classes ou filos??) haviam aparecido subitamente como versões novas; por exemplo, a capacidade de resolver problemas em 3D [três dimensões] apareceu pela primeira vez na versão 4.0. Outras melhorias maiores (novas famílias ou ordens??) apareceram subitamente nas novas sub-versões – por exemplo, a capacidade de resolver problemas em 3D com condições de contorno periódicas apareceram pela primeira vez na versão 5.6.

De facto, o registo do desenvolvimento do PDE2D seria muito semelhante ao registo fóssil, com lacunas enormes onde os traços principais apareceram, e lacunas menores onde os traços menores surgiram. Isto prende-se com o facto da multitude de programas intermediários entre as versões e sub-versões que os arqueólogos poderiam esperar encontrar nunca terem chegado a existir porque – por exemplo – nenhuma das modificações que eu fiz à versão 4.0 fazia algum sentido, ou disponibilizava ao PDE2D alguma vantagem na resolução de problemas em 3D (ou qualquer outra coisa), até que centenas de novas linhas de código foram acrescentadas.

Quer seja ao nível microscópico ou ao nível macroscópico, os principais e complexos avanços evolutivos, envolvendo novos traços (em oposição às quantitativas mudanças menores tais como o aumento do comprimento do pescoço da girafa (1), ou o escurecimento das asas das mariposas, que claramente poderiam ocorrer de foram gradual) também envolvem a adição de muitas peças interligadas e interdependentes.

Estes avanços complexos, tais como aqueles feitos aos programas de computador, nem sempre são “irredutivelmente complexos” – por vezes existem fases intermédias úteis. Mas da mesma forma que as melhorias principais ao programa de computador não podem ser feitas com 5 ou 6 caracteres de cada vez, certamente que nenhum avanço evolutivo considerável é redutível a uma série de pequenas melhorias – cada uma delas suficientemente pequena para ser unida através duma simples mutação aleatória.

2. O outro ponto, que é bastante simples mas que também só parece ser apreciado pelas pessoas com orientação mais matemática, é: atribuir o desenvolvimento da vida na Terra à selecção natural é atribuir a ela – e só a ela, acima de todas as outras “forças” naturais – a capacidade de violar a 2ª Lei da Termodinâmica (SLT), e causar a que a ordem apareça da desordem.

É alegado com frequência que, visto que a Terra não é um sistema fechado – por receber energia do Sol, por exemplo – a 2ª Lei da Termodinâmica não se aplica neste caso. É verdade que a ordem pode aumentar localmente se esse aumento de ordem for compensado com uma diminuição de ordem noutro sítio qualquer – isto é, um sistema aberto pode ser visto como um estado menos provável através da importação de ordem externa. Por exemplo, podemos transportar um camião cheio de enciclopédias e computadores para a Lua sem que com isso violemos a 2ª Lei.

Mas esta Lei da Termodinâmica –  pelo menos o princípio básico da lei – diz simplesmente que as forças naturais não conseguem causar o acontecimento de eventos extremamente improváveis (2), e consequentemente, é um absurdo alegar que, visto que a Terra recebe energia do Sol, este princípio não foi violado quando ocorreu o arranjo original de átomos para enciclopédias e computadores.

O biólogo estuda os detalhes da história natural, e quando olha para as semelhanças entre duas espécies de borboletas, ele está compreensivelmente relutante em atribuir ao sobrenatural a causa das pequenas diferenças. Mas o matemático ou o físico é mais susceptível de olhar para as coisas duma forma mais alargada. Eu imagino-me a visitar a Terra quando ela era nova, e voltar agora e encontrar auto-estradas com carros sobre elas, aeroportos com aviões, e edifícios altos cheios de equipamentos complicados tais como televisões, telefones e computadores.

Depois imagino a construção dum gigantesco modelo informático que começa com as condições inicias da Terra há 4 mil milhões de anos atrás [ed: posição refutada pela ciência] e que tenta simular os efeitos que as quatro forças físicas conhecidas (gravitavional, electromagnética, força nuclear forte, e força nuclear fraca) teriam em todos os átomos e partículas sub-atómicas do nosso planeta (provavelmente usando geradores de números aleatórios como forma de simular as incertezas quânticas!).

Se por acaso nós executássemos essa simulação até aos dias de hoje, será que isso iria prever que as forças básicas da Natureza iriam reorganizar as partículas básicas da Natureza até que elas formassem livrarias cheias de enciclopédias, textos científicos e novelas, usinas eléctricas, porta-aviões com jactos supersónicos estacionados no convés, e computadores ligados a impressoras a laser, CRT e teclados? Se por acaso nós pudéssemos exibir graficamente a posição dos átomos no final da simulação, será que ficaríamos a saber que carros e camiões haviam sido formados, e que super-computadores haviam surgido? Certamente que não, e nem acredito que adicionar a luz do Sol ao modelo iria ajudar muito.

Com a origem e o desenvolvimento da vida, e especialmente com o desenvolvimento da consciência e criatividade humana, claramente algo extremamente improvável aconteceu no nosso planeta.

Fontes: Discovery.orgUniversity of Texas at El Paso – Mathematical Sciences via Darwinismo.

Leia “A impossibilidade matemática da evolução (parte 1)” aqui.

A teoria da evolução contradiz as leis da termodinâmica?!

Entropia(Traduzido do inglês para o português de Camões.)

O evolucionismo naturalista requer que as leis naturais e os átomos se organizem de modo a gerar arranjos cada vez mais complexos, benéficos e ordenados. Portanto, através dos imaginários milhões de anos, uma vasta gama de especificações biológicas supostamente desenvolveram-se, tornando-se cada vez mais ordenadas e complexas. Isto é o que o evolucionismo defende. A ciência, como é normal, demonstra algo bastante diferente.

A 2ª Lei da Termondinâmica (SLT) revela-nos que o cenário proposto pelo evolucionismo é contrário às observações empíricas. A longo prazo, arranjos complexos e ordenados vão-se tornando gradualmente mais simples e desordenados. Existe no universo uma tendência de degeneração irreversível, e a teoria da evolução, com sua noção dum aumento natural da ordem e da especificidade complexa, está em oposição directa à ciência.

Alguns evolucionistas menos informados alegam que o problema causado pela SLT à teoria da evolução “já foi resolvido”. Mas será que foi mesmo? Segundo o perito Frank A. Greco, não:

É possível dar uma resposta pronta à pergunta “Será que a SLT já foi contornada?” AINDA NÃO.

Não existe experiência alguma que a refute, afirmam os físicos G.N. Hatspoulous e E.P. Gyftopoulos:

Não há qualquer experiência registada na história da ciência que contradiga a SLT ou os seus corolários

O recentemente falecido Dr Duane Gish comenta:

De todas as declarações que foram já feitas em relação as teorias centradas na origem da vida, a declaração de que a SLT não coloca qualquer tipo de problema para a teoria da evolução é a mais absurda. A operacionalidade dos processos naturais nos quais se baseia a SLT é, por si só, suficiente para impossibilitar a espontânea origem evolutiva da imenda ordem biológica necessária para a origem da vida.

O Dr. Emmett Williams, Ph.D, afirma:

Não é exagero afirmar que as leis da termodinâmica representam algumas das melhores leis científicas actuais. Embora as alegações de algumas áreas (tais como a astronomia) parecem mudar quase todos os dias, a ciência da termodinâmica tem sido notável pela sua estabilidade. Após muitas décadas de observações cuidadosas, não se registou uma única instância que refutasse algumas destas leis.

Fonte: Christian Answers via Darwinismo.

14 fenômenos naturais que contradizem os mitológicos “milhões de anos”!

(Texto traduzido do inglês para o português de Camões.)
Eis aqui 14 fenómenos naturais que estão em conflito com a ideia evolutiva dum universo com milhões e milhões de anos. Os números (usualmente na ordem dos milhões de anos) são idades máximas possíveis para cada processo e não as idades actuais. O propósito é mostrar como o número de anos possível é sempre inferior ao requerido pela teoria da evolução, enquanto que a linha temporal Bíblica se encaixa confortavelmente dentro do número máximo de anos possível. Portanto, os itens são evidência contra a linha temporal evolutiva e em favor da linha temporal Bíblica. Muitas outras evidências em favor da Terra Jovem poderiam ser listadas, mas por uma questão de brevidade e simplicidade, o número foi restrito. Alguns dos factos listados só podem ser harmonizados com os “milhões de anos” se usarmos uma série de assumpções improváveis e nunca provadas; outros factos só se ajustam com uma criação recente.

  • 1. As galáxias rodam demasiado depressa
As estrelas da nossa galáxia, a Via Láctea, giram em torno do centro galáctica a velocidades diferentes – as do interior rodando mais rapidamente que as do exterior. As velocidades de rotação observadas são tão rápidas que se a nossa galáxia tivesse mais do que algumas centenas de milhões de anos, ela seria um disco de estrelas sem forma em vez da forma em espiral actual. No entanto, a nossa galáxia supostamente tem mais de 10 mil milhões de anos.

Os evolucionistas, que chamam a isto de o “winding-up dilemma”, já estão cientes dele há mais de 50 anos. Eles construíram muitas teorias ao longo dos tempos, mas cada uma delas acabou por ser rejeitada por não se ajustar às observações.

O mesmo dilema “winding-up” também se aplica a outras galáxias. Durante as últimas décadas a tentativa favorita para resolver este puzzle tem sido uma teoria complexa chamada de “density waves.”. A teoria tem problemas conceptuais, tem que ser arbitrária e muito bem calibrada, e foi posta em causa pela descoberta feita pelo Hubble Space Telescope de estruturas espirais bastante detalhadas no centro da galáxia “Whirlpool”, M51.2

  • 2. Há poucos restos de supernovas.

De acordo com as observações astronómicas, as galáxias como a nossa são palco de uma supernova (estrela violentamente explosiva) de 25 em 25 anos. O gás e a poeira resultantes de tais explosões (como a “Crab Nebula”) expandem-se rapidamente para o exterior e deveriam-se manter visíveis por milhões de anos.

No entanto as partes da nossa galáxia onde nós podemos observar tais gases e poeiras acomodam apenas 200 resquícios de supernovas. Este número é consistente com apenas 7,000 anos de supernovas.

  • 3. Os cometas desintegram-se rapidamente.

De acordo com a mitologia evolutiva, os cometas deveriam ter a mesma idade do sistema solar – cerca de 5 mil milhões de anos. No entanto, cada vez que um cometa navega perto do Sol, ele perde tanto da sua composição que não poderia sobreviver mais do que 100,000 anos. Muitos comentas possuem idades na ordem dos 10,000 anos.

Os militantes evolucionistas explicam esta discrepância assumindo que

  • (a) os cometas originam-se duma nunca-observada “Nuvem Oort”, bem para além da órbita de Plutão
  • (b) interacções gravitacionais improváveis onde estrelas com passagens infrequentes chocam com planetas e lançam cometas no sistema solar.
  • (c) outras improváveis interacções onde planetas atrasam a velocidade dos cometas com frequência suficiente para justificar as centenas de cometas observadas.

Até hoje, nenhuma destas crenças foi comprovada pelas observações ou através de cálculos realistas.

Ultimamente, tem havido muito discussão em torno do “Kuiper Belt”, um disco onde supostamente os cometas se encontram, um pouco depois da órbita de Plutão. Alguns corpos de gelo do tamanho de asteróides existem nessa localização, mas eles não resolvem o problema dos evolucionistas uma vez que de acordo com a evolução planetária, o Kuiper Belt rapidamente ficaria exausto se não houvesse a Nuvem Oort para a nutrir.

  • 4. Não há lama suficiente no fundo do mar.

Os rios e as tempestades de poeira atiram para o mar lama a taxas mais rápidas do que aquelas que a subducção das placas tectónicas consegue remover.

Todos os anos, a água e os ventos corroem cerca de 20 mil milhões de toneladas de lama e pedras dos continentes para os oceanos. Este material acumula-se como sedimentos soltos no fundo dos mares composto por rochas de basáltico.

A profundidade média em todos os oceanos é menos de 400 metros. A forma principal de remoção dos sedimentos e através da subducção por via das placas tectónicas. Isto é, o fundo do mar desliza alguns centímetros por baixo dos continentes, levando alguns sedimentos com ele.

De acordo com a literatura científica secular, actualmente este processo só remove cerca de mil milhões de toneladas por ano. De acordo com o que se sabe, os outros 19 mil milhões anuais continuam a acumular. À esta taxa, a erosão haveria de depositar a presente massa em menos de 12 milhões de anos.

No entanto, de acordo com a mitologia evolutiva, a erosão e a subducção das placas ocorrem desde que os oceanos vieram a existir – alegadamente há 3 mil milhões de anos. Se isto fosse verdade, estas taxas implicariam que os oceanos estivesses totalmente engasgados com quilómetros de sedimentos.

A interpretação que melhor se ajusta aos dados observacionais é a defendida pela Bíblia: se o Dilúvio de Noé realmente ocorreu, então as águas dessa calamidade, percorrendo os continentes, depositou a quantidade actual de sedimentos há cerca de 5,000 anos atrás.

  • 5. Não há sódio suficiente nos mares.
Todos os anos, os rios e outras fontes depositam mais de 450 milhões de toneladas de sódio para dentro dos mares. Todos os anos, apenas 27% deste sódio consegue sair dos mares. De acordo com o que actualmente se sabe, o remanescente sódio simplesmente acumula-se nos oceanos.

Se inicialmente o mar não tivesse sódio, ele acumularia a quantidade actual de sódio em menos de 42 milhões de anos (assumindo as velocidades queinput e output actuais). Isto é muito menos que os 3 mil milhões de anos necessários para a teoria da evolução.

A resposta tradicional dos evolucionistas para esta discrepância entre a ciência e a sua teoria é alegar que, no passado não empiricamente observável, as taxas de input eram menores e as de output maiores. Mas mesmo que se assumam cálculos extremamente generosos para a teoria da evolução, os mesmos dão idades máximas na ordem dos 62 milhões de anos. Cálculos para outros elementos marinhos dão idades ainda mais recentes.

  • 6. O campo magnético da Terra está a decair depressa demais.

A resistência eléctrica do núcleo da Terra gasta a corrente eléctrica que produz a campo magnético do nosso planeta. Isto causa a que o campo perca energia rapidamente.

A energia total retida no campo magnético da Terra está a decrescer com uma meia-vida de 1,465 (± 165) anos. As teorias evolutivas que tentam explicar este rápido decréscimo – bem como a Terra pôde manter o seu campo magnético durante milhares de milhões de anos são muito complexas e inadequadas.

Uma melhor explicação criacionista está disponível; a mesma é directa, baseada em argumentos físicos sólidos e explica muitas das características do campo: a sua criação, as suas rápidas reversões durante o Dilúvio de Noé, o decréscimo e acréscimo da intensidade superficial até ao tempo do Senhor Jesus, e a queda regular desde então.

Esta teoria está de acordo com os dados paleo-magnéticos e históricos disponíveis (especialmente com as evidências de alterações rápidas).

A conclusão principal é a de que a energia total do campo (e não a intensidade superficial) têm sempre decaído pelo menos tão rapidamente como agora. À esta taxa, o campo não pode ter mais do que 20,000 anos.

  • 7. Muitos estratos [geológicos] estão curvos de forma demasiado compacta.

Em muitas zonas montanhosas, estratos com centenas de metros de espessura estão curvos e dobrados em formas semelhantes a grampos para o cabelo. A linha temporal geológica convencional “ensina” que os processos que causaram estas estruturas demoraram “milhões de anos” a ocorrer.

Mas isto não faz sentido nenhuma uma vez que as dobraduras das rochas foi feita sem rachas e com raios demasiado pequenos. Estas formas só podem ter ocorrido enquanto as rochas ainda estavam húmidas e moldáveis. Isto implica que o dobramento ocorreu num espaço de tempo inferior a milhares de anos.

  • 8. Material biológico decompõem-se demasiado depressa.
A radioactividade natural, as mutações (e o decaimento) rapidamente desintegram o ADN bem como os outros materiais biológicos. Medições das taxas de mutação em torno do ADN mitocondrial forçaram os evolucionistas a rever a idade da “Eva mitocondrial” duns teóricos 200,000 anos para….. 6,000 anos (Gibbons A., Calibrating the mitochondrial clock, Science 279:28–29 (2 January 1998) ) .

Peritos insistem que o ADN não consegue sobreviver no meio ambiente mais de 10,000 anos, no entanto ADN intacto foi aparentemente recuperado de fósseis alegadamente mais antigos: ossos de neandertal, insectos em âmbar e mesmos fósseis de dinossauro (Cherfas, J., Ancient DNA: still busy after death, Science 253:1354–1356 (20 September 1991). Cano, R. J., H. N. Poinar, N. J. Pieniazek, A. Acra, and G. O. Poinar, Jr. Amplification and sequencing of DNA from a 120-135-million-year-old weevil, Nature 363:536–8 (10 June 1993). Krings, M., A. Stone, R. W. Schmitz, H. Krainitzki, M. Stoneking, and S. Pääbo, Neandertal DNA sequences and the origin of modern humans, Cell 90:19–30 (Jul 11, 1997). Lindahl, T, Unlocking nature’s ancient secrets, Nature 413:358–359 (27 September 2001). ).

Bactérias alegadamente com “250 milhões de anos” foram reavivadas sem danos no ADN (Vreeland, R. H.,W. D. Rosenzweig, and D. W. Powers, Isolation of a 250 million-year-old halotolerant bacterium from a primary salt crystal, Nature 407:897–900 (19 October 2000)).

Tecido macio e glóbulos sanguíneos deixaram os evolucionistas espantados um pouco por todo o mundo (Schweitzer, M., J. L. Wittmeyer, J. R. Horner, and J. K. Toporski, Soft-Tissue vessels and cellular preservation in Tyrannosaurus rex, Science 207:1952–1955 (25 March 2005)).

  • 9. A radioactividade fóssil reduz as “eras” geológicas para apenas alguns anos.

Halos de rádio são anéis coloridos formados em torno de minerais radioactivos microscópios nos cristais rochosos. Os mesmos são evidências fósseis do decaimento radioactivo.

Halos de rádio de polónio-210 indicam que o Jurássico, o Triásico e o Eocénico do planalto do Colorado foramdepositados no espaço de meses entre eles, e não centenas de milhões de anos separados como imaginado pelos evolucionistas. Halos de rádio de polónio-218 “órfão”, ausente de qualquer evidência do elemento de onde provém, implicam decaimento nuclear acelerado e formação rápida dos minerais associados (Gentry, R. V., Radiohalos in a radiochronological and cosmological perspective, Science 184:62–66 (5 April 1974).)

  • 10. Há demasiado hélio nos minerais.

O urânio e o tório geram átomos de hélio à medida de decaem para chumbo. Um estudo publicado no “Journal of Geophysical Research” mostrou que o tal hélio produzido em cristais de zircão provenientes de rochas graníticas pré-câmbricas não teve tempo suficiente para escapar (Gentry, R. V., G. L. Glish, and E. H. McBay, Differential helium retention in zircons: implications for nuclear waste containment, Geophysical Research Letters9(10):1129–1130 (October 1982).).

Embora as rochas contenham 1,5 mil milhões de produtos provenientes de decaimento nuclear, medições recentes das taxas de hélio perdido originárias do zircão mostram que o hélio está a vazar a apenas 6,000 (± 2000) anos (Humphreys, D. R, et al., Helium diffusion age of 6,000 years supports accelerated nuclear decay, Creation Research Society Quarterly http://www.creationresearch.org/crsq/articles/41/41_1/Helium.htm 41(1):1–16 (June 2004). See archived article on following page of the CRS website: )

Não só isto é evidência para um terra jovem, como também confirma ocorrências de aceleração das taxas de decaimento de meias-vidas longas num espaço de milhares de anos. Isto comprime enormemente as linhas temporais radioisótopicas.

  • 11. Demasiado carbono14 nos estratos geológicos profundos.

Com a sua meia-vida de apenas 5,700 anos, quantidade alguma de átomos de carbono-14 deveriam existir em carbono mais velho que 250,000 anos. No entanto, já se provou como impossível encontrar fonte natural alguma de carbono antes do Pleistoceno (Idade do Gelo) que não contenha quantidades significativas de carbono-1 – embora seja suposto serem estratos com milhões ou milhares de milhões de idade.

Laboratórios convencionas de carbono-14 estão cientes desta “anomalia” desde o princípio dos anos 80. Os mesmos têm lutado para a eliminar mas não conseguem justificar a “anomalia”.

Recentemente, após ter sido contratado por criacionistas, um dos melhores laboratórios mundiais de investigação em torno do carbono-14 (com mais de duas décadas de medições minúsculas de C14) confirmou tais observações em amostras de carvão e mesmo em mais de uma dúzia de diamantes. Estes não podem ser contaminados in situ com carbono recente (Baumgardner, J. R., et al., Measurable 14C in fossilized organic materials: confirming the young earth creation-flood model, Proceedings of the Fifth International Conference on Creationism, vol. II, Creation Science Fellowship (2003), Pittsburgh, PA, pp. 127–142. Archived at http://globalflood.org/papers/2003ICCc14.html).

Isto é uma evidência muito forte em favor duma Terra com milhares de anos, e não milhões de anos, como erradamente subscrevem os evolucionistas.

  • 12. Não há esqueletos da Idade da Pedra suficientes .

Antropólogos evolucionistas afirmam agora que o Homo sapiens existiu pelo menos durante 185,000 anos antes da agricultura começar (McDougall, I., F. H. Brown, and J. G. Fleagle, Stratigraphic placement and age of modern humans from Kibish, Ethiopia, Nature433(7027):733–736 (17 February 2005)). Durante esse período a população humana mundial manteve-se constante entre 1 e 10 milhões – tempo esse onde eles enterraram os seus mortos, muitas vezes com artefactos.

De acordo com esta mitologia hipótese, o homem teria enterrado pelo menos 8 mil milhões de corpos (Deevey, E. S., The human population, Scientific American 203:194–204 (September 1960)). Se a linha temporal evolutiva está correcta, os ossos enterrados deveriam durar mais do que 200,000 anos. Portanto, muitos dos supostos 8 mil milhões de mortos deveriam ainda estar entre nós (mais os seus artefactos). No entanto, apenas cerca de poucos milhares foram encontrados.

Isto implica que a Idade da Pedra foi muito mais curta do que aquilo que os evolucionistas pensam – provavelmente apenas algumas centenas de anos em muitas áreas.

  • 13. Agricultura é demasiado recente.

Segundo a mitologia evolutiva, o homem existiu como caçador e colector durante 185,000 anos durante a Idade da Pedra. Isto supostamente ocorreu antes da “descoberta” da agricultura há 10,000 anos atrás (Deevey, E. S., The human population, Scientific American203:194–204 (September 1960)).

No entanto, as evidências arqueológicas mostram que os homem da Idade da Pedra era tão inteligente como o homem actual. Dado isto, é muito pouco provável que nenhum dos 8 mil milhões de seres humanos que alegadamente existiram durante a Idade da Pedra tenha reparado que as plantas crescem a partir de sementes.

Faz mais sentido acreditar que o homem tenha estado por um pouco de tempo sem agricultura logo após o Diluvio de Noé (Dritt, J. O., Man’s earliest beginnings: discrepancies in evolutionary timetables, Proceedings of the Second International Conference on Creationism, vol. II, Creation Science Fellowship (1991), Pittsburgh, PA, pp. 73–78, order from http://www.creationicc.org/).

  • 14. A História é demasiado recente.

De acordo com os evolucionistas, o Homo sapiens da Idade da Pedra existiu durante 190,000 antes de começar a escrever registos históricos (cerca de 4,000/5,000 anos atrás).

O homem “pré-histórico” construiu monumentos megalíticos, fez pinturas rupestres bonitas, e deixou registos das fases da lua. Porque é que ele esperaria milhares de séculos até começar a usar as mesmas capacidades para escrever registos históricos?

A linha temporal Bíblica faz mais sentido.

Fonte: Russell Humphreys, Ph.D., Professor de Física no “Institute of Creation Research” via Darwinismo.

Novas evidências abalam (ainda mais) a teoria da macroevolução

monkeyA teoria da macroevolução afirma que as primeiras células vivas, e todos os tipos de vida, são o resultado de processos não dirigidos, naturalistas, sem a intervenção de um agente externo (Deus). Essa teoria se tornou dominante no século 19, quando os cientistas não sabiam nada sobre a complexidade de células vivas. Poderia ter sido fácil acreditar que uma célula teria surgido espontaneamente, quando ela era vista como sendo um pouco mais do que um saco cheio de líquido.

O DNA entra em cena

Como aprendemos mais de complexidade celular, incluindo DNA, no século 20, os cientistas naturalistas não tiveram escolha senão acreditar que esse sistema surpreendente de moléculas que sustenta toda a vida se originou por acaso. Que outra teoria estaria lá? Certamente eles não podiam aceitar a ideia de um Criador, uma vez que seus pressupostos naturalistas proibiriam essa possibilidade. Agora, no século 21, três descobertas cruciais minaram a base sobre a qual a origem evolutiva das formas de vida parecia estar repousando.

Descoberta 1: O Projeto Genoma Humano

Os dois por cento. Em 1990, o Projeto Genoma Humano começou como um esforço massivamente financiado por um grande contingente de cientistas para determinar a sequência inteira de informações do DNA humano. Os cientistas descobriram, para sua perplexidade, que apenas uma pequena fração (cerca de dois por cento, em torno de 20 mil genes) do DNA humano é codificante de proteínas (continham instruções para fazer uma proteína específica), mas sabe-se que cerca de 100 mil proteínas diferentes são feitas em células humanas. Essa discrepância exigiu uma explicação, e a explicação foi impressionante. Descobriu-se que as porções de DNA codificadas para uma sequência de aminoácidos de uma proteína (exons) podem ser combinadas de várias maneiras para produzir proteínas diferentes. Isso explica como apenas dois por cento do nosso DNA poderia fazer tantas proteínas.

Tornou-se evidente que deveria haver outro nível de controle para determinar quais exons deveriam se unir, e em que ordem, a fim de fazer a proteína adequada. Em seguida, teria que haver um nível adicional de controle para regular isso, e assim por diante. Esse sistema de gestão de vários níveis de DNA estava completamente além de qualquer coisa que tinha sido previamente visualizada para a complexidade do sistema genético.

Os Noventa e oito por cento. O que os outros 98 por cento do DNA estariam fazendo? Os biólogos evolucionistas tinham decidido, há muito tempo, que o DNA que não estava codificando diretamente as proteínas deveria ser “DNA lixo”. Esse DNA não funcional, eles declararam, foi sendo modificado por mutações aleatórias para produzir novos genes que, quando funcionais, se tornariam parte do genoma do organismo. Por esse processo, ao longo do tempo, um anfíbio poderia se tornar um réptil, um réptil poderia se tornar um mamífero, e um mamífero poderia se tornar um ser humano. Na verdade, o “DNA lixo” rapidamente se tornou um forte argumento para a evolução entre os biólogos.

Mas problemas estavam a caminho. Uma nova iniciativa maciça e federalmente financiada chamada de Projeto Encode foi lançada para descobrir o que os 98 por cento do DNA que não codificavam proteínas estavam fazendo. Em setembro de 2012, o projeto publicou simultaneamente uma série de artigos sobre os resultados do trabalho. O consórcio anunciou que pelo menos 80 por cento e, provavelmente, muito mais do DNA humano que tinha sido considerado como “lixo” era DNA funcional. Não apenas funcional, mas também criticamente importante.

Muito desses 98 por cento do DNA que não codificam proteínas estava diretamente regulando o sistema de produção de proteínas; era parte do controle multifuncional do sistema genético. Os evolucionistas foram rápidos em condenar o relatório, apesar do fato de que mais de 400 dos maiores biólogos moleculares do mundo vinham trabalhando no projeto. Mas os resultados foram cientificamente mantidos, e são agora amplamente aceitos.

Os genes codificadores de proteínas, dois por cento do DNA, são muito semelhantes em todos os animais. Compartilhamos 70 por cento dos nossos genes de codificação de proteínas (70 por cento dos dois por cento) com um verme bolota, 92 por cento com um rato, e até 96 por cento com um chimpanzé. O resto do DNA (98 por cento), claramente, é o que torna um humano diferente de um verme bolota, um rato ou um chimpanzé. Esse foi um grande golpe para a teoria da evolução, mas foi há muito tempo previsto pelos criacionistas, que reconheceram que um designer provavelmente não carregaria uma célula de lixo.

Imagine que você entra em uma loja de máquinas bem organizada e observa como ela funciona. Ela tem centenas ou milhares de gavetas ao longo das paredes. Em cada gaveta estão ferramentas ou peças necessárias para a construção de qualquer coisa que uma loja de máquinas pode fazer. Uma gaveta pode ter determinado tamanho de broca; outras gavetas podem conter tamanhos específicos de parafusos de máquina e arruelas e porcas. Cada gaveta tem algo original, mas essencial para a construção de um produto. Nem todos os produtos vão requerer o uso de todas as gavetas.

Essas gavetas representam os genes que codificam proteínas. Elas são importantes, até mesmo essenciais, mas não podem produzir uma coisa sem o mecânico e os projetos. Quando o mecânico recebe um projeto, ele junta as peças necessárias, liga as máquinas necessárias, e, com a habilidade trazida da experiência e dos anos, cria o produto desejado. Sem o mecânico e o modelo, a loja de máquinas não poderia produzir nada, nunca. O mecânico e o projeto representam o DNA regulador, que compõe a maior parte do genoma. A evolução não tem evidências para explicar como esse sistema genético foi originado. Mas isso é apenas o começo dos problemas para explicações naturalistas. Há mais.

Descoberta 2: Epigenética

Até poucos anos atrás, o dogma da biologia era que genes controlavam tudo, e que eram os genes que determinavam quem somos e o que poderíamos nos tornar. Agora isso tudo mudou. Por gerações os estudantes da ciência têm sido doutrinados para acreditar que a herança fora do DNA (também conhecida como Lamarckismo) seria um absurdo: um exemplo seria a aquisição de um pescoço longo por uma girafa, porque seus antepassados se mantinham tentando alcançar as folhas mais altas nas árvores. No entanto, cerca de duas décadas atrás, os cientistas começaram a reconhecer outro nível de controle que tornava porções de DNA ligadas ou desligadas, sem alterar a informação no DNA.

Essas modificações epigenéticas, de fora do DNA, afetam a anatomia, a função de um animal, e até mesmo o comportamento. Em 2014, os cientistas que estudam o comportamento em ratos foram capazes de mostrar de forma convincente que, quando um rato aprendeu uma aversão a um odor agradável específico (animais tomaram choques [elétricos] quando o odor era apresentado), essa aversão poderia ser transmitida através de três ou quatro gerações de descendentes. O título do comentário editorial na revista científica Nature exprime o pensamento que ocorre a qualquer leitor da Bíblia: “Epigenética: os pecados dos pais.”

No exemplo dos ratinhos e em outros efeitos da epigenética, o resultado hereditário não é o resultado de mutações ou outra alteração no DNA. As mudanças químicas epigenéticas são passadas ​​para a prole, pois são necessárias, e as alterações podem ser revertidas em gerações futuras. Por exemplo, a dieta, o comportamento ou nível de estresse durante a gravidez, presentes nos progenitores, pode afetar seus descendentes, sem quaisquer mutações no DNA, e essas mudanças podem ser transmitidas às gerações seguintes.

A epigenética é um desafio dramático para a evolução. A evolução requer que toda nova informação genética surja por mudanças aleatórias. Sem um Criador, o processo genético não pode saber com antecedência o que o animal vai precisar. Mas a epigenética permite que o ambiente induza mudanças que serão benéficas, sem a ajuda da seleção natural. Que tipos de mecanismos de controle e projeto estão envolvidos no desenvolvimento de um sistema tão sofisticado que pode passar informação comportamental persistente, sem uma mudança nos genes? Essa é uma dificuldade séria para a teoria da evolução, como tem sido ensinada por 100 anos. Mas há ainda mais desafios para a teoria da evolução.

Descoberta 3: Genes órfãos

O [termo] gene órfão foi cunhado para designar regiões codificantes de proteínas (isto é, genes) em um animal que não foram encontradas em qualquer tipo de animal relacionado, ou talvez não em qualquer outra espécie. Em outras palavras, não haveria “genes ancestrais” semelhantes ao gene órfão, dos quais este poderia ter evoluído. Estava apenas lá, fazendo uma tarefa única para esse animal, como permitir que uma abelha faça mel. Parece que o animal foi desenhado com esse gene porque esse animal necessitava especificamente dele. Genes órfãos estão presentes em todas as formas de vida e representam um obstáculo crítico, talvez até mesmo fatal, para aqueles que procuram explicar a origem das formas de vida pelo processo evolutivo.

Com a pesquisa continuada, o número total de genes órfãos identificados e reconhecidos continuou a aumentar e, atualmente, pode ser tão alto como 10 a 30 por cento de todos os genes conhecidos. Mais do que mil genes órfãos são reconhecidos em seres humanos. Pelo menos alguns desses genes órfãos são muito importantes; um deles é responsável pelo grande cérebro humano.

Uma explicação consistente com a evidência é que os genes eram parte da criação original, e sua existência nos taxons individuais é devida ao desenho original. Talvez alguns desses genes órfãos pudessem ser genes que se tornaram ativados por causa das condições ambientais alteradas na Terra após a entrada do pecado (epigenética). Em qualquer caso, eles representam um desafio preocupante para a teoria da evolução naturalista.

Uma explicação melhor

A teoria da evolução afirma que novos e diferentes tipos de organismos, tais como peixes, répteis e mamíferos, originaram-se sem um Criador. Essa teoria está agora enfrentando sérios desafios por causa dos mecanismos sofisticados de biologia molecular revelados durante o último meio século. A teoria da evolução permanece viva porque ela diz respeito ao “suporte de vida” artificial, sob a forma de compromisso filosófico com o naturalismo e seu pressuposto de que a vida não teve um Criador. Três descobertas recentes – a epigenética, os resultados do projeto Encode e genes órfãos – erodiram ainda mais a viabilidade intelectual do “suporte de vida” para a teoria macroevolutiva. Para muitas pessoas, o naturalismo e a macroevolução ainda são a única explicação aceitável para a vida, mas esse compromisso se baseia cada vez mais sobre a filosofia e não em provas adequadas. Esperamos convencer os adeptos da evolução de que há uma alternativa melhor e viável, que não só tem valor explicativo na ciência, mas mantém a promessa de vida eterna para aqueles que a aceitarem.

Fonte: Arthur Chadwick e Leonard Brand via Criacionismo.

Beber moderadamente é seguro? Quatro mitos sobre o consumo de álcool!

beberUma campanha britânica está propondo às pessoas que passem 31 dias sem consumir álcool, defendendo que a prática traz benefícios à saúde que vão de perda de quilos extras a um sono melhor. A iniciativa, chamada Dry January (“Janeiro seco”, em tradução literal), ganhou a adesão do médico e apresentador da BBC Michael Mosley. Para mostrar os efeitos do álcool nos processos químicos de seu corpo, Mosley se submeteu a uma série prévia de exames de sangue e fará outra rodada assim que o desafio chegar ao fim. Enquanto os resultados não saem, Mosley conversou com especialistas para descobrir a verdade sobre mitos espalhados há décadas – ou por séculos? – a respeito dos efeitos do consumo de álcool, alguns deles relacionados a supostos benefícios à saúde. Confira, abaixo, respostas para quatro deles:

  1. “Beber moderadamente não faz mal.” Infelizmente, explica Mosley, qualquer quantidade de álcool que você ingerir irá provocar um aumento nos riscos de desenvolver algumas formas de câncer – particularmente câncer de mama –, incluindo algumas ocorrências mais raras da doença, em partes do corpo como cabeça, pescoço e garganta. É claro que esses riscos são menores quando se bebe moderadamente, mas eles tendem a crescer bastante rápido conforme a ingestão de drinques avance. O apresentador da BBC conversou com o professor Tim Stockwell, diretor do Centro de Pesquisas sobre Dependência Química da Universidade de Victoria, no Canadá. O pesquisador tem prestado consultoria a diversos governos, inclusive o de seu país, sobre recomendações a respeito do consumo dessas bebidas. Ele acredita não haver nenhumavantagem bioquímica no hábito de beber, embora reconheça que o consumo moderado possa trazer eventuais “benefícios sociais”. “Há ao menos 60 formas diferentes de o álcool te fazer mal ou matar”, afirmou. “E não apenas por meio de doenças óbvias, como as de fígado.” Segundo Stockwell, o consumo de bebidas alcoólicas, em qualquer quantidade, aumenta o risco de mulheres desenvolverem câncer de mama. “Teríamos 10% a menos de mortes no mundo por causa dessa doença se ninguém bebesse”, alerta. Para ele, os estudos que apontam que beber moderadamente não faz mal consideram como abstêmios até mesmo ex-alcoólatras e pessoas de saúde ruim, o que prejudica seus resultados.
  1. “Tomar vinho tinto faz bem para você.” É quase uma tradição: há tempos, ouve-se dizer que beber vinho tinto faz o coração funcionar muito melhor – idosos de algumas partes do mundo, por exemplo, atribuem a longevidade ao hábito de tomar uma taça antes das refeições. A verdade é que as uvas, e por consequência o vinho, têm uma substância chamada resveratrol, que, segundo estudos, diminui os níveis de um tipo de colesterol que pode se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos, e, no limite, causar obstruções e doenças cardiovasculares. O problema, afirma Mosley, é que esse benefício só é alcançado com o consumo de uma quantidade muito grande de vinho. E os malefícios desse hábito seriam tão grandes, incluindo os riscos de câncer citados acima, que essa vantagem ficaria pequena perto dos potenciais malefícios.
  1. “Misturar bebidas te deixa mais bêbado.” Na verdade, explica Mosley, não interessa muito que tipos de álcool há nos drinques que você está bebendo: o resultado será o mesmo. Uma das exceções é quando é feito o uso de bebidas com bolhas, como champanhe, por exemplo. O motivo é que elas relaxam os músculos que controlam a passagem de álcool e comida entre o estômago e o intestino delgado, onde as substâncias passam a ser absorvidas pelo organismo. Ou seja, se você tomar champanhe e, logo em seguida, partir para a cerveja, essa segunda bebida chegará ao intestino delgado, te deixando bêbado muito mais rápido.
  1. “Cafeína ajuda a melhorar da bebedeira.” Trata-se de outro mito, de acordo com o apresentador da BBC. Segundo Mosley, todo o álcool que você consumiu vai continuar no seu corpo até ser totalmente metabolizado, mesmo que você tome uma jarra inteira de café na manhã seguinte. O máximo que a cafeína pode fazer é te deixar um pouco mais desperto durante a ressaca.

Fonte: BBC Brasil.