Pesquisa revela algumas profissões mais e menos saudáveis (conselhos inspirados revelam como se preparar e preparar os filhos para a vida profissional!)

 24/03/2016 Conheça as profissões mais e menos saudáveis Com informações da BBC Enviar a um amigo Imprimir Problemas de saúde mais comuns por profissão É possível trabalhar menos horas, ter sucesso profissional e deixar tempo livre para se exercitar. Além disso, trabalhar demais aumenta muito o risco de derrame. [Imagem: Wikimedia]


É possível trabalhar menos horas, ter sucesso profissional e deixar tempo livre para se exercitar. Além disso, trabalhar demais aumenta muito o risco de derrame. [Imagem: Wikimedia]

Profissão e saúde

Ficar muito tempo sentado no trabalho pode ser estressante e fazer mal para a saúde. Ter uma jornada longa também faz com que você tenha pouco tempo para se exercitar ou mesmo para cozinhar coisas mais saudáveis quando estiver em casa.

Essas dicas parecem óbvias, mas recentemente, a Associação Norte-Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês) foi além e utilizou essas informações para fazer um ranking dos empregos menos saudáveis.

Também foram identificados os problemas de saúde mais frequentes em diferentes setores da economia.

Apesar de 88% dos voluntários pesquisados (5.566 trabalhadores, homens e mulheres) não fumarem e 78% terem nível de açúcar no sangue considerado bom, apenas 40 % “tinham uma saúde cardiovascular ótima”.

Essas são as condições de saúde que a associação identificou por setores econômicos:

Transporte

O principal problema identificado entre motoristas de ônibus, trens e caminhões é o tabagismo. Quase um quarto dos entrevistados (22%) eram fumantes. Isso faz com que tenham um risco maior de sofrerem doenças cardíacas ou até um AVC.

Secretarias e cargos administrativos

São funções exercidas exclusivamente em escritórios, onde muitos sequer se levantam para comer. Isso faz com que 68% desses trabalhadores tenham hábitos alimentares pouco saudáveis. Além disso, 69% deles têm colesterol alto e só 82% realizam atividades físicas regularmente.

Indústria alimentícia

Apesar de trabalhar produzindo alimentos ou servindo refeições, as pessoas que atuam nesse setor são os que têm a pior dieta. Mais de três quartos dos que participaram do estudo (79%) têm maus hábitos alimentares.

Serviços de segurança

Entre os policiais, bombeiros e outros profissionais de segurança que fizeram parte da pesquisa, 90% são propensos a ter sobrepeso ou obesidade, 77% têm níveis ruins de colesterol e 35% sofrem de pressão alta.

Cargos de gerência e profissionais liberais

É o setor mais “saudável”, levando em consideração que um terço dos entrevistados dessa área estão no peso ideal, 75% fazem exercícios físicos regularmente e só 6% fumam. Ainda assim, a associação ressalta que 72% deles têm maus hábitos alimentares.

Empregos mais saudáveis

Além dos cargos de gerência e dos profissionais liberais, estão entre os setores mais saudáveis os profissionais de saúde (médicos e enfermeiros) e trabalhadores dos setores de arte, entretenimento, meios de comunicação e esportes.

De acordo com a publicação, os instrutores de academia, personal trainers e coreógrafos são os profissionais mais saudáveis, seguidos dos engenheiros de computação, floristas, paisagistas e jardineiros, vendedores de seguros, e profissionais ligados ao setor médico.

Fonte: Diário da Saúde.

Nota: Há mais de um século, a escritora inspirada Ellen G. White advertiu:

O sistema de educação mantido por gerações passadas, tem sido destrutivo para a saúde, e mesmo para a própria vida. Muitas crianças têm passado cinco horas por dia em salas de aula mal ventiladas, sem suficiente largueza para a saudável acomodação dos alunos. O ar dessas salas fica em breve envenenado para os pulmões que o inalam.

Crianças pequenas, cujos membros e músculos não são fortes, e cujo cérebro ainda não se acha desenvolvido, têm sido conservadas portas adentro, para dano seu. Muitas não têm senão escassa reserva com que começar a vida, e o confinamento na escola dia a dia, torna-as nervosas e doentes. Seu corpo é impedido de crescer em virtude da exausta condição de seu sistema nervoso. E se a lâmpada da vida se apaga, os pais e os mestres não consideram haver tido qualquer influência direta em extinguir a centelha de vida. Ao acharem-se junto à sepultura dos filhos, os aflitos pais consideram esse golpe como especial determinação da Providência, quando, por indesculpável ignorância, foi sua própria orientação que destruiu a vida dos filhos. Culpar, pois, a Providência por tais mortes é blasfêmia. Deus queria que os pequeninos vivessem e fossem disciplinados, a fim de poderem possuir belo caráter, glorificando-O neste mundo e louvando-O naquele outro melhor.

Pais e professores, ao assumirem a responsabilidade de ensinar essas crianças, não sentem a obrigação diante de Deus de familiarizar-se com o organismo físico, para que possam cuidar do corpo de seus filhos e alunos de maneira a preservar a vida e a saúde. Milhares de crianças morrem em virtude da ignorância de pais e professores. Há mães que gastam horas e horas em trabalho desnecessário com as suas próprias roupas e as de seus filhos, com o propósito de ostentação, e alegam então que não dispõem de tempo para ler e obter a informação necessária para cuidar da saúde de seus filhos. Acham mais fácil confiar o seu corpo aos cuidados dos médicos. Muitos pais sacrificaram a saúde e a vida dos filhos para estarem de acordo com a moda e os costumes.

Relacionar-se com o maravilhoso organismo humano, os nervos, os músculos, o estômago, o fígado, os intestinos, coração e poros da pele, e compreender a dependência de um órgão para com outro no que respeita ao saudável funcionamento de todos, é assunto em que a maior parte das mães não tem nenhum interesse. Nada sabem da influência do corpo sobre a mente, e desta sobre o corpo. A mente, que liga o finito ao Infinito, elas parecem não compreender. Todo órgão do corpo foi feito para servo da mente. Esta é a capital do corpo. Permite-se às crianças comer carne, especiarias, manteiga, queijo, porco, massas muito temperadas, e condimentos em geral. É-lhes também permitido comer alimentos insalubres a horas irregulares e entre as refeições. Essas coisas fazem sua obra em desarranjar o estômago, estimulando os nervos a uma ação fora do natural, e enfraquecendo o intelecto. Os pais não compreendem que estão lançando a semente que há de produzir doença e morte.

Muitas crianças foram arruinadas para a vida em razão de se exigir demais do intelecto e negligenciar fortalecer o físico. Muitos têm morrido na infância devido ao procedimento seguido por pais e professores imprudentes, que forçaram o intelecto, por lisonja ou temor, quando essas crianças eram demasiado tenras para verem o interior de uma escola. A mente foi-lhes sobrecarregada com lições quando não deviam ser forçadas, antes contidas até que a constituição física estivesse suficientemente forte para suportar esforço mental. As crianças devem ser deixadas tão livres como cordeiros a correr ao ar livre, soltas e felizes, dando-se-lhes as melhores oportunidades de lançarem bases para uma constituição sadia (Fundamentos da Educação Cristã, p. 8 e 9). 

Consumo de carne vermelha ligado à menstruação precoce!

Menstruação precoce leva a doenças!!

       Menstruação precoce leva a doenças!!

Meninas que comem carne vermelha começam a menstruar, em média, cinco meses mais cedo do que aquelas que não comem esse tipo de carne. Por outro lado, as garotas que consomem peixes com alto teor de gordura, como atum e sardinha, mais de uma vez por semana, têm seu primeiro ciclo menstrual significativamente mais tarde do que aquelas que comem os mesmos peixes apenas uma vez por mês ou menos [pena que não foi feita pesquisa com garotas vegetarianas]. Os dados foram coletados entre meninas de 5 a 12 anos de idade da Colômbia por pesquisadores da Universidade de Michigan (EUA). Elas foram monitoradas por cerca de seis anos. A carne vermelha consumida pelas meninas variou entre menos de quatro vezes por semana a duas vezes por dia. As meninas que comiam mais carne vermelha começaram seus períodos em uma idade mediana de 12 anos e 3 meses. Aquelas que comiam com menos frequência menstruaram com 12 anos e 8 meses. Aquelas que comiam peixe gordo mais frequentemente começaram aos 12 anos 6 meses.

“Não sabemos quais componentes específicos da carne vermelha podem provocar a menstruação precoce. Poderia ser a proteína ou alguns micronutrientes naturalmente presentes na carne vermelha, subprodutos que são criados durante a fabricação, a embalagem das carnes curadas, durante o cozimento, ou substâncias que estão nos alimentos do gado”, disse o professor Eduardo Villamor.

Cinco meses podem não parecer muito, mas é um número significativo quando se fala de um estudo populacional, disseram os pesquisadores. “É uma diferença importante porque está associada ao risco de doenças mais tarde na vida. Esse resultado pode também contribuir para explicar por que o consumo de carne vermelha no início da vida está relacionado ao aumento do risco de câncer de mama mais tarde na vida”, disse Erica Jansen, a principal autora do estudo.

Além do câncer de mama, o início precoce da puberdade tem sido associado com doenças cardíacas, como a obesidade e o diabetes tipo II.

Fonte: Diário da Saúde.

Sistemas de equações lineares

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Fonte: Lopes, Jonas Gonçalves; Pereira, Marcelo Gomes. Álgebra linear I. Natal (RN): EDUFRN– Editora da UFRN, 2006.

Se você desejar, baixe toda a apostila para ver mais exercícios resolvidos e exercícios a serem resolvidos por você, bem como as respostas para você comparar. Para baixar clique AQUI.

 

Seleção natural e registro fóssil – seguindo as evidências!

O geólogo evolucionista supõe a verdade da teoria da evolução e baseia seu estudo sobre ela. Consequentemente, seus achados não podem ser usados para provar que os animais se desenvolveram de formas mais simples (W. J. Tinkle)

O geólogo evolucionista supõe a verdade da teoria da evolução e baseia seu estudo sobre ela. Consequentemente, seus achados não podem ser usados para provar que os animais se desenvolveram de formas mais simples (W. J. Tinkle)

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Referências:

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Fonte: Borges, Michelson. A história da vida. 4. ed. Tatuí, SP. Casa Publicadora Brasileira, 2011.

Considerações sobre entrevista do Mário Sérgio Cortella no Jô Soares

No ano de 2010, mais precisamente no dia 4 de novembro, o educador e filósofo brasileiro Mário Sérgio Cortella concedeu uma entrevista ao programa do Jô Soares, da TV Globo, na qual falou sobre ética, moralidade, educação e bíblia (esta mais apenas como fonte de exemplos).

Apesar de já passados 4 anos, o tema é de total relevância e, sendo assim, decidi publicar algumas considerações.

Confesso não ter visto a entrevista na época, entretanto sua gravação, que está no YouTube, tem sido compartilhada nas redes sociais e, por meio destas, tive a oportunidade de assistir pela primeira vez neste final de semana. O vídeo é curto (tem apenas 7:58 minutos) e, para prosseguir na leitura do post, sugiro que o assista antes (abaixo).

Como citei acima, Mário Sérgio Cortella, 60 anos, é um renomado professor universitário, filósofo e escritor brasileiro. Atualmente é comentarista da Rádio CBN e há uma dezena de vídeos disponíveis de suas participações no programa Café Filosófico, da TV Cultura.

Como ele bem citou o apóstolo Paulo no final do vídeo, quero introduzir minhas considerações meditando num texto do mesmo autor:

“Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos.” Filipenses 2:3 (NVI)

Não publico os comentários a seguir com o intuito de diminuir, polemizar ou ridicularizar as palavras da pessoa e do profissional Sr. Cortella. Faço-o com a motivação do exercício do conhecimento, visando o bem comum e harmonia, sempre com a busca racional da verdade e seu fim último: a felicidade.

Ética, Moralidade e o ‘Certo e Errado’

O prof. Cortella inicia a entrevista definindo Ética como sendo os princípios norteadores para que tomemos decisões para as grandes questões da vida: o quero, o devo e oposso. Na sequência, define Moralidade como “a prática de uma ética”. É importante definir (ou diferenciar) ética e moral. Uma rápida pesquisa no Wikipédia, que para estes temas apresenta fontes sólidas, pode auxiliar na exegese dos termos êthos e êthica, que pelo tempo e espaço não aprofundarei aqui. Entretanto, segundo o filósofo catalão José Ferrater Mora, os termos ‘ética’ e ‘moral’ são usados, por vezes, indistintamente. Contudo, o termo moral tem usualmente uma significação mais ampla que o vocábulo ‘ética’. A moral é aquilo que se submete a um valor [1]. O professor da FEI, Rafael Marcoccia, Mestre em Ciências Sociais pela PUC/SP, define:

A moralidade está no definir-se de uma atitude justa. E qual é a atitude justa no que diz respeito ao conhecimento? Na aplicação ao campo do conhecimento, esta é a regra moral: amor à verdade do objeto maior que o nosso apego às opiniões que já formamos sobre ele. Aderir a verdade é um exercício da razão humana, mas também de sua liberdade.” [2]

O texto do prof. Marcoccia interliga, ou melhor, faz a interdependência entre verdademoralidade, ao passo que muitas perguntas passam a ser formuladas.

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A pergunta emblemática do Jô Soares

Aos 28 segundos do vídeo, o apresentador Jô Soares fez a pergunta categórica: “Mas quem define isso?” (isto é, a moralidade, a ética – em seu sentido geral?). A resposta do prof. Cortella foi que tais valores éticos/morais são definidos pela sociedade, utilizando de sua legislação, conforme os costumes. A grande questão aqui é que, neste sentido, é aberta a porta da relativização da moralidade e, por consequência, as noções de certo e errado – posso e devo – se tornam material passível da subjetividade humana e seus gostos – o quero é quem manda. O triângulo proposto pelo professor no início do vídeo passa a não existir em sua essência, uma vez que definições como justiça, liberdade e direito à vida, por exemplo, que são valores morais objetivos por definição, poderiam ser objeto de gosto por parte de qualquer um, e o sentido amplo de certo e errado é relativizado. Doutor em filosofia e teologia, Norman Geisler declara:

“Sem um padrão objetivo de significado e moralidade, a vida é sem sentido e não há nada absolutamente certo ou errado. Tudo é simplesmente uma questão de opinião. O que queremos dizer é que todas as pessoas foram marcadas com um senso fundamental de certo e errado.[…] De fato, sem a lei moral, ninguém tem uma base objetiva para ser favorável ou contrário a nada.” [3]

O também filósofo e escritor William Lane Craig, argumenta:

“Antes que você possa determinar o que está certo e o que está errado, você tem de saber se o certo e o errado realmente existem. […] Hoje muitas pessoas encaram o certo e o errado não como uma questão de fato, mas de gosto. Não há uma questão objetiva, por exemplo, em se achar que obrócolis é gostoso. Ele é gostoso para algumas pessoas, mas ruim para outras. […] As pessoas acham que o mesmo acontece com os valores morais. […] Ora, se Deus não existir, então creio que estas pessoas estão absolutamente corretas. Na ausência de Deus, tudo se torna relativo.” [4]

Sem um referencial absoluto, certo e errado são meramente especulativos, e estão sujeitos aos gostos – o quero – , e o devo e posso, em última análise, não existem.

O exemplo de Sócrates

i208756Há 2 pontos importantes no argumento do prof. Cortella no exemplo de Sócrates e vou apurá-los separadamente.

  1. “o tempo e sociedade definem os padrões morais (bem como hoje)”;
  2. “o homossexualismo na Grécia antiga não era imoral, há 30 anos era, e hoje não é mais”;

A afirmação (1) é embasada no fato de Sócrates ter um amante, ainda que casado com uma mulher. Tal episódio não exclui o entendimento daquele filósofo grego de suas relações naturais (relacionamento sexual entre homem e mulher), de forma que o fato apenas demonstra, com clareza, que seu entendimento de que um relacionamento natural/normal seria com uma mulher, e que seu afeto por outro homem era, apesar de anti-natural, sua vontade. Não é necessário entrar em uma discussão moral para concordar com tal asserção, uma vez que a continuidade da raça humana depende disso – do relacionamento entre homem e mulher.

A afirmação (2) comete o equívoco de avaliar a moralidade com as lentes da sociologia. Norman Geisler argumenta:

“Um erro comum dos relativistas é confundir comportamento e valor, ou seja, eles confundem aquilo que é com aquilo que deveria ser. O que as pessoas fazem está sujeita a mudanças, mas aquilo que deveriam fazer, não. Essa é a diferença entre sociologia e moralidade. A sociologia édescritiva; a moralidade é prescritiva.” [5]

Ele acrescenta:

“Naturalmente, todo mundo desobedece a lei moral em algum aspecto – desde contar mentiras brancas até cometer assassinato. Mas isso não significa que não exista uma lei moral imutável; simplesmente significa que todos nós a violamos. Todo mundo comete erros matemáticos também, mas isso não quer dizer que não existam regras imutáveis na matemática.” [6]

Assim, remetendo ao que foi explorado no tópico A pergunta emblemática do Jô Soares, a consequência imediata do entendimento da moralidade objetiva (i.e,existência de Deus) com vistas à homossexualidade resulta no seguinte silogismo:

(1) Toda lei possui o criador da lei;
(2) Existe uma lei moral;
(3) Portanto, existe o Criador da lei moral (i.e, Deus);
(4) A vontade de Deus está expressa na Bíblia;
(5) A Bíblia condena a prática homossexual;
(6) Logo, a prática homossexual é contrária à vontade de Deus, ou seja, é errada.

Veja que o silogismo acima só faz sentido se (a) admitirmos que há uma moralidade objetiva e (b) aceitarmos Deus como legislador dessa Lei Moral.  William Lane Craig complementa:

“Assim, se Deus não existir, o certo e o errado também não existem. Vale qualquer coisa, inclusive a homossexualidade. Logo, um dos melhores modos de defender a legitimidade do estilo de vida homossexual é se tornar um ateu. Mas o problema é que muitos defensores da homossexualidade não querem se tornar ateus. Na verdade, querem afirmar que o certo e o errado existem.” [7]

Cabe ao homossexual honesto, consciente da razão como meio de se conhecer a verdade, avaliar o que foi escrito acima.

“Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”

O prof. Cortella fez alguns comentários felizes sobre a narrativa bíblica, entretanto, para um entendimento correto do termo “alma” nos relatos de Cristo, indico o vídeo do consultor bíblico adventista Leandro Quadros, apresentador do programa Na Mira da Verdade, neste link.

Afinal, de onde vem e qual o real problema do relativismo moral?

O naturalismo filosófico (i.e darwinismo, evolucionismo), que propõe causas naturais como explicação última da existência humana, desfigura a predisposição natural do ser humano, como atributo inerente de uma criatura (e não apenas matéria), de viver esta moralidade transcendente.

Convenhamos: admitir a existência de Deus é o mesmo que admitirmos que não temos autoridade de definir por nós mesmos o que é certo e errado. Infelizmente, a aceitação consciente (e até inconsciente!) das “verdades darwinistas” – da não-existência de Deus, que implica na inexistência de uma lei moral universal – permite que qualquer um evite a possibilidade de que qualquer coisa seja moralmente proibida.

Julian Huxley, um ex-líder darwinista, admitiu que a ‘liberdade’ sexual é uma motivação popular por trás do dogma evolucionista. Certa vez, quanto perguntado do por que as pessoas acreditam na evolução (i.e, ‘Deus não existe’), respondeu honestamente:

“A razão pela qual aceitamos o darwinismo, mesmo sem provas, é que não queríamos que Deus interferisse em nossos hábitos sexuais.” [9]

Lee Strobel, advogado e jornalista ex-ateu, compartilhava do mesmo pensamento:

“Estava mais do que feliz em agarrar-me ao darwinismo como desculpa para descartar a idéia de Deus, de modo que eu pudesse pôr em prática descaradamente a minha agenda de vida, sem restrições morais.” [10]

Por mais que as citações acima coloquem em evidência o real motivo de muitos (talvez não todos) os darwinistas não aceitarem as evidências da existência de Deus (dentre elas, o argumento moral), tal fato mostra que mesmo uma teoria científica, com apoio de boa parte (maioria) da comunidade científica internacional e que julga seus critérios científicos como argumento da uma ‘crença evolucionista’, no fundo, seus adeptos, muitas vezes, confessam suas reais motivações para tal.

Obviamente, não é necessário ser um darwinista para não crer em Deus e não aceitar a lei moral imposta por ele, quando assim O aceitamos.

C.S. Lewis, que dispensa apresentações, declarou:

“Os seres humanos, por toda a terra, possuem essa curiosa ideia de que devem comportar-se de certa maneira; eles realmente não podem se livrar disso. Em segundo lugar, que eles na verdade não se comportam dessa maneira. Eles conhecem a lei da natureza; eles a descumprem. Esses dois fatos são o fundamento de todo pensamento claro sobre nós mesmos e sobre o Universo no qual vivemos.” [11]

Considerações finais

Com certeza, não digitei 0,1% do que há disponível sobre o tema. Poderíamos, com certeza, ainda refletir sobre o assunto dentro de outras esferas, por exemplo a teológica. Entretanto, creio que os comentários aqui expostos mostram a posição cristã geral sobre o tema, e que os termos ética e moralidade estão diretamente associados a um Legislador Superior.

Referências

  1. FERRATER MORA, José. Dicionário de filosofia. Trad. António José Massano e Manuel Palmeirin. Lisboa: Dom Quixote, 1978.
  2. MARCOCCIA, Rafael; FONSECA, Henriete. Curso de filosofia. São Bernardo do Campo: Centro Universitário da FEI, 2014.
  3. GEISLER, Norman; TUREK, Frank. Não tenho fé suficiente para ser ateu. São Paulo: Vida, 2006.
  4. CRAIG, William Lane. Apologética para questões difíceis da vida. São Paulo: Vida Nova, 2010.
  5. Ibid.
  6. Ibid.
  7. Ibid.
  8. Ibid.
  9. Apud. D. James Kennedy, Skeptics Answered. Sisters, Ore.: Multnomah, 1997, p.154.
  10. STROBEL, Lee. Em defesa da fé. Editora Vida.
  11. LEWIS, C.S. Cristianismo puro e simples. Martins Fontes, 2005.

Fonte: Engenharia Filosófica.

C. S. Lewis refuta o relativismo moral

Julgar e comparar sem um padrão?

     Julgar e comparar sem um padrão?

“Quando você considera as diferenças morais entre um povo e outro, não pensa que a moral de um dos dois é sempre melhor ou pior que a do outro? Será que as mudanças que se constatam entre elas não foram mudanças para melhor? Caso a resposta seja negativa, então está claro que nunca houve um progresso moral. O progresso não significa apenas uma mudança, mas uma mudança para melhor. Se um conjunto de ideias morais não fosse melhor do que outro, não haveria sentido em preferir a moral civilizada à moral bárbara, ou a moral cristã à moral nazista. É ponto pacífico que a moralidade de alguns povos é melhor que a de outros. Acreditamos também que certas pessoas que tentaram mudar os conceitos morais de sua época foram o que chamaríamos de Reformadores ou Pioneiros – pessoas que entenderam melhor a moral do que seus contemporâneos. Pois muito bem. No momento em que você diz que um conjunto de ideias morais é superior a outro, está, na verdade, medindo-os ambos segundo um padrão e afirmando que um deles é mais conforme esse padrão que o outro. O padrão que os mede, no entanto, difere de ambos. Você está, na realidade, comparando as duas coisas com uma Moral Verdadeira e admitindo que existe algo que se pode chamar de O Certo, independentemente do que as pessoas pensam; e está admitindo que as ideias de alguns povos se aproximaram mais desse Certo que as ideias de outros povos. Ou, em outras palavras: se as suas noções morais são mais verdadeiras que as dos nazistas, deve existir algo – uma Moral Verdadeira – que seja o objeto a que essa verdade se refere. A razão pela qual sua concepção de Nova York pode ser mais verdadeira ou mais falsa que a minha é que Nova York é um lugar real, cuja existência independe do que eu ou você pensamos a seu respeito. Se, quando mencionássemos Nova York, tudo o que pensássemos fosse ‘a cidade que existe na minha cabeça’, como é que um de nós poderia estar mais próximo da verdade do que o outro? Não haveria medida de verdade ou de falsidade. Do mesmo modo, se a Regra da Boa Conduta significasse simplesmente ‘tudo que cada povo aprova’, não haveria sentido em dizer que uma nação está mais correta do que a outra, nem que o mundo se torna moralmente melhor ou pior.”

Fonte: C. S. Lewis, Cristianismo Puro e Simples.

O relativismo moral está piorando a situação do mundo!

O que é certo e o que é errado?

O que é certo e o que é errado?

Uma pesquisa recente divulgada na renomada revista Nature chamou a atenção da comunidade científica, bem como do público em geral. O experimento foi realizado com 591 pessoas oriundas de diversas comunidades religiosas ao redor do mundo, envolvendo até mesmo moradores da Ilha de Marajó, no Brasil, conforme informou o site do jornal Folha de S. Paulo. O estudo, liderado pelo professor Benjamin Purzychi, da Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá), contou com a participação de psicólogos e antropólogos, e revelou uma íntima relação entre fé em Deus e honestidade. O resultado dessa pesquisa me trouxe à memória algumas leituras que realizei há alguns meses. Em seu livro Apologética Contemporânea, o filósofo cristão William Lane Craig faz uma síntese do pensamento de outros filósofos – ateus, agnósticos e cristãos – a respeito da íntima relação entre a existência de Deus e o conceito de moralidade objetiva. Ele comenta que mesmo filósofos ateus, a exemplo de Richard Taylor, admitem que “o conceito de obrigação moral [é] incompreensível sem a ideia de Deus”.

Desse modo, ele argumenta que “em um mundo sem Deus, não pode haver certo e errado objetivos, somente nossos juízos subjetivos, cultural e pessoalmente relativos. Isso significa que é impossível condenar guerra, opressão ou crime como maus. Também não podemos louvar fraternidade, igualdade e amor como bons. Porque, em um universo sem Deus, bem e mal não existem – existe apenas o fato nu e sem valor da existência, e não há ninguém para dizer que você está certo e eu errado”.

Em outras palavras, Craig está tentando dizer que, se Deus existe, o certo e o errado também existem. Como afirmou o escritor russo Fiódor Dostoievski: “Se não há imortalidade [e só há imortalidade porque Deus existe], todas as coisas são permitidas.” Mais do que isso, se o certo e o errado só existem porque Deus existe, é razoável pensar que Deus é quem os determina.

Podemos apreender a mesma ideia se desenvolvermos nosso raciocínio ao reverso: se o certo e o errado existem, essa é também uma prova de que Deus existe. Isso é o que William Craig chama de argumento moral da existência de Deus, definida por ele nas seguintes palavras: “O argumento moral em favor da existência de Deus defende a existência de um ser que é a corporificação do Bem fundamental, que é a fonte dos valores morais objetivos que experimentamos no mundo.” Em última instância, é Deus quem define a maneira como devemos nos comportar aqui na Terra.

Algumas pessoas podem pensar que Deus age de maneira arbitrária ao estabelecer aquilo que devemos ou não fazer, e que essa é uma forma de exercer Sua autoridade e domínio sobre o homem. Porém, basta olhar para as atuais condições do mundo para se perceber que, na verdade, Deus está simplesmente tentando evitar que nos machuquemos. Como disse o escritor Loron Wade, “a tormenta que irrompe sobre nosso planeta está se intensificando, e começa a atingir o mundo particular de cada pessoa. […] Quem não percebe que hoje somos todos vulneráveis?” (Os Dez Mandamentos: Princípios divinos para melhorar seus relacionamentos, p. 7).

Wade comenta que o avanço da tecnologia fez com que as pessoas do século 19 imaginassem que o mundo estava melhorando. Porém, ninguém mais pensa assim. Afinal, “com tanta informação e tantos avanços incríveis na compreensão do Universo, como é possível que a fome, a opressão e a tirania ainda dominem o cenário?”, ele pergunta.

Para o autor, a única resposta plausível é que “os piores problemas da nossa época não são de natureza científica, e sim moral”. Por exemplo, “há pessoas famintas não por causa da escassez de alimento no mundo, mas por causa de uma terrível desigualdade na sua distribuição”. Ele continua: “O mesmo acontece com a violência doméstica, o aborto, os vícios e o estilo de vida que tornou a aids a maior pandemia da história. Se esses fossem problemas científicos ou tecnológicos, já teriam sido resolvidos há muito tempo, pois somos realmente bons nisso” (Idem, p. 8, 9).

Será que a nossa sociedade, no auge de sua arrogância, não estaria pondo de lado um antigo código moral, cujo esquecimento abriu margens para o quadro que visualizamos hoje? As estatísticas demonstram que o mundo não está melhorando; ao contrário, o crime aumentou, as famílias estão se esfacelando e o estresse tomou conta da população mundial. Enquanto isso, em diversos lugares, a sociedade aguarda a elaboração de leis mais rígidas, que defendam efetivamente a propriedade, a integridade física e o bem-estar da família. Um mundo sem leis seria uma completa anarquia e um lugar inseguro, no qual ninguém gostaria de viver.

A Bíblia aponta para antigos princípios, os quais são conhecidos como “Os Dez Mandamentos”. Eles podem fazer a diferença. Talvez, você se pergunte: “Será que realmente eles podem mudar a condição do mundo?” Com bastante respeito, não acredito que essa seja a pergunta ideal. Uma pergunta mais pessoal precisa ser formulada: “Será que esses princípios podem mudar a minha vida?” Então, respondo: “É preciso experimentar!”

Fonte: Adenilton Tavares é mestre em Ciências da Religião e professor de grego e Novo Testamento na Faculdade de Teologia da Bahia via Criacionismo.

Revista científica PLoS ONE menciona o Criador

Ilustração utilizada no artigo da PLoS ONE

 Ilustração utilizada no artigo da PLoS ONE. Design pra lá de inteligente!

A revista científica PLoS ONE publicou há algumas semanas um artigo sobre as características biomecânicas de coordenação da mão humana (clique aqui para ler o artigo em inglês). O texto incluiu a palavra “Criador”, o que tem sido motivo de algumas polêmicas. O artigo trata da “arquitetura” surpreendente das mãos, seus tendões, articulações e músculos, cuja coordenação dá aos humanos a capacidade de flexionar e controlar a estrutura complexa que executa muitas tarefas de maneira precisa e confortável. A polêmica levou os responsáveis pela revista a pedir desculpas pela publicação de um conceito criacionista e a prometerem tomar providências. Tanta celeuma por causa disso? O artigo deixou de ser menos científico por apontar para a ideia de design inteligente? Ou se trata de puro preconceito mesmo? Preconceito de uma academia e de uma comunidade (científica) dominada pelo naturalismo ideológico que não suporta ver Deus colocando o pé na porta, tentando voltar ao cenário de onde vem sendo expulso há algum tempo.

Após a polêmica levantada pela publicação do artigo com a palavra proibida, alguns cientistas protestaram, como é o caso do paleontólogo Joshua Lively, que anunciou que, se o texto não for removido da PLoS ONE, ele não mais vai enviar qualquer pesquisa para publicação nela! Ou seja, enquanto o Criador estiver lá, eu me recuso a colocar meu nome junto, e mimimimi… O ecologista Daniel Marquina também fez uma alerta: segundo ele, “começam com a evolução da mão e acabam por negar a mudança climática ou as vacinas”, colocando, assim, no mesmo saco pessoas com ideias bem diferentes, tudo com o claro objetivo de descaracterizar o criacionismo.

O artigo na mira dos evolucionistas foi escrito por dois especialistas em biomecânica da Universidade Huazhong de Ciência e Tecnologia da China, e o trecho polêmico é este: “The explicit functional link indicates that the biomechanical characteristic of tendinous connective architecture between muscles and articulations is the proper design by the Creator to perform a multitude of daily tasks in a comfortable way” (“A ligação funcional explícita indica que a característica biomecânica da arquitetura conjuntiva dos tendões entre os músculos e as articulações é um projeto/design adequado pelo Criador para realizar uma infinidade de tarefas diárias de forma confortável”).

Essa polêmica toda ajuda a evidenciar, mais uma vez, o preconceito arraigado em certos círculos científicos que adotaram a priori o naturalismo filosófico e se recusam a enxergar a realidade com outras lentes conceituais. O método científico foi criado por cientistas que criam profundamente no Deus criador das leis, das constantes, da complexidade irredutível, da informação complexa e específica e do design inteligente. Alguns cientistas de hoje, contrariando seus predecessores, querem expulsar o Criador do cenário que Ele mesmo idealizou.

Fonte: Criacionismo.

Matriz inversa

Monteiro, Bruno da Fonseca ; Herivelto Nunes Paiva ; Fábio Freitas Ferreira . Álgebra Linear 1. 1. ed. Rio de Janeiro: CTRL C EDITORA LTDA, 2009. v. 1.

Monteiro, Bruno da Fonseca ; Herivelto Nunes Paiva ; Fábio Freitas Ferreira . Álgebra Linear 1. 1. ed. Rio de Janeiro: CTRL C EDITORA LTDA, 2009. v. 1.

Monteiro, Bruno da Fonseca ; Herivelto Nunes Paiva ; Fábio Freitas Ferreira . Álgebra Linear 1. 1. ed. Rio de Janeiro: CTRL C EDITORA LTDA, 2009. v. 1.

Monteiro, Bruno da Fonseca ; Herivelto Nunes Paiva ; Fábio Freitas Ferreira . Álgebra Linear 1. 1. ed. Rio de Janeiro: CTRL C EDITORA LTDA, 2009. v. 1.

Souza, Joamir Roberto de. Novo olhar matemática: 2. 2. ed. – São Paulo: FTD, 2013.

Souza, Joamir Roberto de. Novo olhar matemática: 2. 2. ed. – São Paulo: FTD, 2013.

https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/96804/Cristini_Kuerten.PDF?sequence=1

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