Meu Feliz Natal aos leitores de 2016!

“Ele é o Salvador amado,
                  Bem merece o nosso amor.”

“Berço rude, Lhe foi dado,
Mas do Céu Lhe vem louvor” (Melodia tradicional francesa).

Quando não é o berço que “é rude”, é a saúde, o casamento, as relações familiares, as amizades, é a vida de cada ser humano!

No entanto, raciocine comigo: se Jesus é de fato Deus, então Ele não merecia o que recebeu, pois a definição bíblica de Deus é ”perfeição”, fidedignidade e “amor”. Logo, se Ele recebeu o que recebeu, viveu como viveu e morreu como morreu, todas as minhas reivindicações/reclamações caem por terra, sem o menor sentido, não é mesmo?

É como se:

(1) Sua convicção de que o Céu sabia a verdade sobre Ele Lhe motivasse a continuar!

(2) Seu relacionamento com o Pai Lhe trouxesse o que Ele precisava para vencer a cada dia.

(3) Sua disposição em aprender, enquanto praticava o que já havia aprendido (como Homem), Lhe impedisse de desanimar!

(4) As injustiças que se Lhe acometiam não fossem maiores do que as recompensas que O aguardavam, nem motivos para O desviar do que já havia aprendido (como Homem).

(5) Satanás e os outros anjos maus não fossem mais fortes do que Ele enquanto unido ao Pai.

🤔Seria Jesus realmente Deus-Homem (Emanuel)?

🤔Seria Ele sem origem e sem fim, a Causa não causada do universo e da vida, o Pantokrator anterior a tudo?

🤔Seria Sua ressurreição mais do que um mito? Seria Ele o Salvador da humanidade (o que inclui Sua própria mãe, Maria)?

🤔Seria Ele a solução para a morte (em vez das crenças espíritas)?

🤔Seria Ele o único capaz de resolver os outros problemas (além da morte) da humanidade: egoísmo, violência, corrupção (político-religiosa-individual), relativismo paradoxal, doenças, sofrimento e teimosia?

Talvez a pergunta mais importante (e bem mais fácil de ser respondida): caso Ele seja tudo o que assumiu ser em Sua história terrestre, estou eu disposto a trocar qualquer berço rude que me tenha sido dado, pela eternidade gloriosa que o Céu promete?

Ou já me acostumei o suficiente com a paisagem a ponto de viver elaborando desculpas, evasivas contra qualquer evidência que conflite com aquilo que escolhi como verdade absoluta para mim (e para aqueles que estão sob minha influência)? Afinal, só faz sentido um Salvador se eu reconhecer minha necessidade de salvação. E se eu e o planeta Terra não precisamos de salvação (e/ou se eu já me classifico como salvo e vivo sem o Amor), qual é a minha nefelibata cosmovisão?

“O que me impressiona, à vista de um macaco, não é que ele tenha sido nosso passado [sic]: é este pressentimento de que ele venha a ser nosso futuro” (Mário Quintana).

“A razão de nos lançarmos sobre A Origem das Espécies é que a ideia de Deus interfere com nossos hábitos sexuais” (Julian Huxley?).

“A posição que adotamos sobre as origens determina em grande medida nossos comportamentos e nosso julgamento sobre esses comportamentos” (Michelson Borges).

O trecho supracitado da poesia francesa termina dizendo:

“Ele é o Salvador amado,
Bem merece o nosso amor.”

Um feliz natal com a disposição de continuar aprendendo e praticando o que já se aprendeu, são os votos do

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