Credo da sociedade anti-cosmovisão (pós-modernismo)

Cremos em Marx, Freud e Darwin.

Cremos que tudo está bem

Desde que você não prejudique ninguém,

Até onde você possa definir prejudicar

E até onde você possa definir conhecimento. Continue Reading…

Mark Zuckerberg revela que não é mais ateu

                        Caminho de volta

Mark Zuckerberg é um verdadeiro crente novamente. O fundador do Facebook, que anteriormente havia se identificado como ateu, revelou na semana passada que a religião voltou a fazer parte de sua vida. Ele postou uma mensagem curta no Facebook desejando a seus seguidores “Feliz Natal e um Hanukkah feliz, de Priscilla, Max, Beast e eu!” Um de seus fãs devotos questionou suas opiniões religiosas, escrevendo em um comentário: “Você não é ateu?” E Zuckerberg respondeu: “Não. Fui criado judeu e depois passei por um período em que questionei as coisas, mas agora eu acredito que a religião é muito importante”, ele escreveu. A esposa de Zuckerberg é budista praticante, pelo que ele tem demonstrado interesse. Ele mesmo proferiu uma oração em frente ao Wild Goose Pagoda – um local budista em Xi’an, China – durante uma visita em 2015.

Fonte: FOX News US. Continue Reading…

Uma mulher, duas crianças e um cão

Notícias deste tipo são coisas que nos deixam horrorizados porque crescemos numa cultura (ainda) judaico-cristã – onde há regras clinicamente e socialmente saudáveis para o comportamento sexual. Mas uma vez que a elite mundial declarou guerra à moral judaico-cristã, o que a sra. Norby fez vai ser “normalizado” mais cedo ou mais tarde

Parece o princípio de uma anedota, mas o que será reportado não tem nada de cômico. Chegamos a mais um marco histórico na nossa marcha para a diversidade sexual. Claro que “diversidade sexual” é apenas um eufemismo para a queda da moralidade até as profundezas do inferno. Krystal Violet Norby, mulher de 25 anos e proveniente de Minnesota, foi presa por ter alegadamente tirado fotos dela mesma enquanto tinha relações sexuais com duas crianças e um cão. De acordo com as notícias provenientes do escritório do Xerife do Município de Chisago [não confundir com Chicago], os detetives começaram a investigação depois que uma unidade da Child Exploitation, de Toronto (Canada), tê-los notificado de um caso de abuso que eles haviam descoberto por meio de uma rede de partilha de arquivos. Essa rede é conhecida pela rapidez na partilha da pornografia infantil.

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Mr. Dawkins, qual o problema com a pedofilia??

Não estou dizendo que ser ateu é sinônimo de ser depravado. Conheço diversos ateus com um comportamento exemplar quando o assunto é cidadania e filantropia. O que estou dizendo é que se não existe um padrão (para os teístas, Deus) para diferenciar entre o certo e o errado, “todas as coisas são permitidas”, como bem disse Fyodor Dostoievsky

Lendo a reportagem sobre o plano de Dawkins e Hitchens de processar o papa Bento XVI, é notório como o ateísmo não consegue lidar com as consequências de suas pressuposições filosóficas. Se “Deus está morto”, qual é o padrão moral que o ser humano deve se espelhar? “O homem é a medida de todas as coisas”, um cético poderá responder. Mas ele terá que responder outra pergunta: Qual homem? (por homem entenda comportamento) Hitler ou Madre Tereza? Stalin ou Gandhi? Pinochet ou Jesus? A ética centralizada no ser humano, como proposta por Kant, não funcionou e pior: trouxe consequências catastróficas para nossa geração.

Veja as palavras do importante filósofo ateu Kai Nielsen, da Calgary University, no Canadá: “Não fomos capazes de mostrar que a razão exige o ponto de vista moral, nem que todas as pessoas realmente racionais não deveriam ser individualistas egoístas ou não morais clássicos. A razão não decide aqui. O que pintei para você não é agradável. A reflexão sobre isso me deprime… A razão prática, pura, mesmo com um bom conhecimento dos fatos, não o levará à moralidade” (“Why should I be moral?”, American Philosophical Quarterly 21 [1984], p. 90). Um ateu sincero admitindo as limitações do ateísmo!

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Militantes ateus usam acidente de avião para “pregar”

Observe como eles fogem da verdadeira questão: tripudiar sobre a dor de milhares de pessoas, além dos sobreviventes e parentes diretos dos envolvidos na tragédia, só para faturar pontos no debate ideológico. Imagine o que esses monstros (a)morais fariam se detivessem poder efetivo contra seus adversários. Epa! Pera lá! Já sabemos. É só olhar para o que os regimes ateus fizeram nos últimos cem anos

Observe como eles fogem da verdadeira questão: tripudiar sobre a dor de milhares de pessoas, além dos sobreviventes e parentes diretos dos envolvidos na tragédia, só para faturar pontos no debate ideológico. Imagine o que esses monstros (a)morais fariam se detivessem poder efetivo contra seus adversários. Epa! Pera lá! Já sabemos. É só olhar para o que os regimes ateus fizeram nos últimos cem anos

Quando eu disse várias vezes que há uma diferença crucial entre um ateu tradicional – daqueles cujas influencias vem de Friedrich Nietzsche e Arthur Schopenhauer, dentre outros – para o neoateísmo – de embusteiros como Richard Dawkins e Sam Harris –, sempre apareciam alguns dizendo: “Qual a diferença?” Creio que este postmacabro, insensível, desumano e psicopático da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (Atea), mas que não me representa nem aqui nem na China, fecha a questão. A Atea é claramente uma organização neoateísta. Seu líder é Daniel Sottomaior, que vive aparecendo em programas de TV – onde debate contra religiosos – e diz representar ateus e agnósticos. Continue Reading…

Ciência não exclui Deus

Apesar das opiniões equivocadas no que tange à teologia bíblica e sua relação com o darwinismo, creio que Collins já deu um grande passo do ateísmo ao cristianismo. E demonstra grande coragem ao expor sua fé num meio cético e preconceituoso. Mas ele ainda está a caminho. E quem não está?

Apesar das opiniões equivocadas no que tange à teologia bíblica e sua relação com o darwinismo, creio que Collins já deu um grande passo do ateísmo ao cristianismo. E demonstra grande coragem ao expor sua fé num meio cético e preconceituoso. Mas ele ainda está a caminho. E quem não está?

A revista Veja desta semana (24/01[/2008]) traz entrevista com o biólogo norte-americano que desvendou o genoma humano Francis Collins. Segundo a revista, “Collins é um dos cientistas mais notáveis da atualidade. Diretor do Projeto Genoma, bancado pelo governo americano, foi um dos responsáveis por um feito espetacular da ciência moderna: o mapeamento do DNA humano, em 2001. Desde então, tornou-se o cientista que mais rastreou genes com vistas ao tratamento de doenças em todo o mundo. Collins também é conhecido por pertencer a uma estirpe rara, a dos cientistas cujo compromisso com a investigação do mundo natural não impede a profissão da fé religiosa. Alvo de críticas de seus colegas, cuja maioria nega a existência de Deus, Collins decidiu reagir. Ele lançou há pouco nos Estados Unidos o livro The Language of God (A Linguagem de Deus). Nas 300 páginas da obra, o biólogo conta como deixou de ser ateu para se tornar cristão aos 27 anos e narra as dificuldades que enfrentou no meio acadêmico ao revelar sua fé. ‘As sociedades precisam tanto da ciência como da religião. Elas não são incompatíveis, mas complementares’, explica o cientista.” Continue Reading…

Inarredável ceticismo faz mal à saúde

Determinados tipos de emoção fazem mal à saúde – num certo grau. Descobriu-se que pessoas que sofriam de ansiedade crônica, longos períodos de tristeza e pessimismo, incessante estresse ou desgosto, inarredável ceticismo ou desconfiança corriam risco dobrado de contrair doenças – incluindo asma, artrite, dores de cabeça, úlceras pépticas e males cardíacos

Descobriu-se que pessoas que sofriam de ansiedade crônica, longos períodos de tristeza e pessimismo, incessante estresse ou desgosto, inarredável ceticismo ou desconfiança corriam risco dobrado de contrair doenças – incluindo asma, artrite, dores de cabeça, úlceras pépticas e males cardíacos

Não estou aqui para desrespeitar nenhum ateu ou agnóstico.

Tenho telespectadores e ouvintes muito amáveis e respeitosos com quem me comunico, e que não creem em Deus. Eles me conhecem o suficiente (mesmo que à distância) para saber o quanto os aprecio, respeito e considero. Por isso, não leve o conteúdo desse post para o lado pessoal. Continue Reading…

Filósofo naturalista acha que “nunca temos acesso direto aos nossos pensamentos”

Como tantas outras reivindicações materialistas bizarras sobre a mente, a afirmação de Rosenberg é auto-refutável. Se não temos acesso direto aos nossos pensamentos, por que iriamos assumir que o que Rosenberg tem escrito, tem qualquer relação com o que ele realmente pensa? Se Rosenberg não tem acesso direto aos seus próprios pensamentos, não há nenhuma maneira de saber o que ele realmente pensa

Como tantas outras reivindicações materialistas bizarras sobre a mente, a afirmação de Rosenberg é auto-refutável. Se não temos acesso direto aos nossos pensamentos, por que iriamos assumir que o que Rosenberg tem escrito, tem qualquer relação com o que ele realmente pensa? Se Rosenberg não tem acesso direto aos seus próprios pensamentos, não há nenhuma maneira de saber o que ele realmente pensa

(Texto adaptado pela fonte).

Em um post intitulado “Por fim: um pensador racional em “The Stone”“, o biólogo ateu e negador do livre-arbítrio,  Jerry Coyne, cita o companheiro ateu Alex Rosenberg, professor de filosofia na Universidade Duke .

Rosenberg:

Nós nunca temos acesso direto aos nossos pensamentos. Como Peter Carruthers já havia argumentado primeiramente, a auto-consciência é apenas a leitura da mente voltada para dentro … Não há nenhum ponto de vista em primeira pessoa. Nosso acesso aos nossos próprios pensamentos é tão indireto e falível como o nosso acesso aos pensamentos de outras pessoas. Nós não temos acesso privilegiado às nossas próprias mentes. Se nossos pensamentos dão o verdadeiro significado para nossas ações, nossas palavras, nossas vidas, então não podemos; nunca, estarmos certos sobre o que dizer ou fazer, ou para essa matéria, o que pensamos ou porque pensamos isso. Continue Reading…

Ateus mimimi denunciam SBT por “ateofobia”

É proibido opinar, agora?

                    É proibido opinar, agora?

O SBT está sendo alvo de um processo judicial e uma denúncia no Ministério Público preparado pela Atea (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos), segundo informou a jornalista Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo. De acordo com a entidade, houve demonstração de intolerância e desrespeito aos ateus no Programa Silvio Santos do último domingo (8). No quadro “Jogo dos Pontinhos”, o apresentador perguntou aos seis participantes se eles eram contra ou a favor de quem não acredita em Deus. Em seguida, todos afirmaram ser contra o ateísmo. “Eu acho que a gente fica muito miserável quando não acredita em Deus. Fica só pensando em dinheiro e nas coisas mais materiais. Acreditar em Deus eleva a gente espiritualmente, deixa a gente mais alegre com as coisas que a gente tem”, disse a filha de Silvio, Patrícia Abravanel.

“Tem que ter em quem acreditar, Ele é o nosso Deus, é o nosso Todo-Poderoso, é a coisa que nos traz paz, amor, todos os dias, esperança, fé…”, comentou Helen Ganzarolli.

“Até o ateu na hora do sufoco chama a Deus. Eu sou contra, porque Deus é quem nos liga, quem faz a gente ver que ninguém é diferente de ninguém, e que todos somos iguais”, acrescentou Flor.

[Foi nesse mesmo domingo que Patrícia Abravanel manifestou opinião sobre “casamento” entre pessoas do mesmo sexo e despertou a raiva dos militantes LGBT de plantão. Confira aqui.]

De acordo com o escritor Julio Severo, os argumentos da militância gay tentam sempre apresentar os homossexuais como vítimas. “Os meios de comunicação, em grande parte movidos por uma doentia tendência liberal e esquerdista, há muito tempo se enxergam com a missão de ‘evangelizar’ as massas nos valores do liberalismo e esquerdismo. Daí o homossexualismo encontra na mídia um santuário intocável, onde todo sacrilégio contra a divindade homossexual é punido com todo tipo de manipulação oposicional possível”, disse ele em entrevista ao Guiame.

“Assim, o conceito de preconceito se torna nas mãos deles uma poderosa ferramenta de engenharia social, política e legal. Acabando-se com o ‘preconceito’, todas as pretensões dos militantes gays se tornam possíveis”, acrescenta o escritor.

Fonte: Guiame.

Nota: Você percebeu que as participantes do programa não ofenderam qualquer ateu em particular nem propriamente se disseram contra os ateus? Embora elas estejam longe de saber usar uma argumentação apologética/filosófica em defesa do teísmo, tudo o que fizeram foi manifestar opinião, nada mais. E isso não é “pecado”, não é preconceito. É constitucional, até. Sabe o que é preconceito? Ateus militantes se valerem de redes sociais para realmente ofender cristãos (e é bom especificar o tipo de ateu – militante –, pois existem ateus educados com os quais é perfeitamente possível dialogar). Sabe o que é preconceito? Pensadores ateus como Richard Dawkins chamarem crentes de iludidos, delirantes e coisa pior. É Dawkins chamar o Deus dos cristãos e dos judeus de assassino, abusador e daí para baixo. Quanto eu saiba, nenhum crente jamais abriu processo contra esses neoateus miltantes, embora tivessem muito mais motivos que estes. Quanto aos militantes gays (e é bom especificar o tipo de gay – militantes –, pois existem homossexuais com os quais é perfeitamente possível dialogar), o que eles parecem querer é que certos direitos (os deles, naturalmente) sejam mais importantes que os direitos dos outros (o de manifestar opinião sem ser homofóbico, por exemplo). Chega de mimimi! (Criacionismo).

Como o diabo ficou vermelho e ganhou chifres?

A conveniência de ser ridículo

              A conveniência de ser ridículo

[Comentários de Michelson Borges entre colchetes.] Se alguém te pedisse para imaginar o diabo, provavelmente viria à mente um demônio com um tridente nas mãos. No entanto, por centenas de anos, o diabo cristão não foi retratado pela arte religiosa e, quando finalmente surgiu, era azul e não tinha chifres ou cascos. A imagem mais familiar para nós surgiu pelas mãos de gerações de artistas e escritores que pegaram o pouco que é dito pela Bíblia sobre Satanás e o reinventaram ao longo do tempo. A Bíblia diz que Satanás era o maior adversário de Deus. Na Bíblia judaica, o diabo é apenas outro agente subordinado a Deus, um anjo do mal, uma alegoria [a Bíblia não trata Satanás como alegoria, mas como um ser real] que simbolizava a inclinação maligna dos homens e mulheres. Esse personagem foi desenvolvido pelos cristãos até transformá-lo em uma representação da maldade suprema. A doutrina cristã diz que Satanás assumiu a forma de uma serpente [na verdade, ele incorporou a serpente] e tentou Eva no Jardim do Éden, mas não há nenhuma menção ao diabo no livro do Gênesis [embora ele esteja lá o tempo todo, como o instigador do mal]. Foi só mais tarde que os cristãos interpretaram a serpente como uma encarnação de Satanás.

Também se acredita que Satanás foi expulso do Céu após desafiar a autoridade de Deus [isso está claro no Apocalipse e nas palavras de Jesus, que disse ter visto Satanás caindo do Céu]. Porém, na Bíblia, um personagem misterioso é expulso após rebelar-se contra Deus. A caracterização de Satanás como um anjo caído deriva dessa tradição [não se trata de tradição; é bíblico]. A imagem de um Satanás que governa o inferno e inflige tortura e castigo aos pecadores também não encontra correspondência no texto sagrado [isso é fato]. O livro das Revelações [Apocalipse] profetiza que Satanás será enviado ao inferno [lago de fogo], mas sem qualquer status especial e sofrendo as mesmas torturas que os demais pecadores.

Nos primeiros séculos do Cristianismo, não havia muita necessidade de representar o mal na arte religiosa. Os cristãos acreditavam que os deuses pagãos rivais, como o egípcio Bes e o grego Pan, eram demônios responsáveis por guerras, doenças e desastres naturais. Cem anos depois, quando o diabo apareceu na arte ocidental, algumas representações incorporaram os atributos físicos desses deuses, como o pêlo facial de Bes e as patas de cabra de Pan.

Na idade média, surgiu o retrato de Satanás mais reconhecível [obra dos artistas e não descrição bíblica]. Foi uma época de muito sofrimento, que ficou ainda pior com o surto de peste negra, a epidemia mais devastadora da história humana, com milhões de mortos na Europa. Como a Igreja [Católica] não podia proteger os fiéis da doença, as representações de Satanás centraram-se nos horrores do inferno, refletindo o ânimo do momento e lembrando por que não se devia pecar.

Há uma longa tradição de associar o diabo aos inimigos do Cristianismo dentro e fora da Igreja. Quando ela se dividiu durante a Reforma, católicos e protestantes se acusaram mutuamente de estarem sob a influência do diabo com propagandas jocosas e grotescas sobre essa corrupção.

No início do período moderno, pessoas eram acusadas de fazer pactos com o diabo e praticar bruxaria. Satanás era frequentemente representado como um sedutor e se achava que as mulheres eram especialmente vulneráveis a seus encantos. Imagens mostravam mulheres em atos sexuais com o diabo, por elas serem consideradas o sexo frágil e mais propensas a caírem em pecado por serem incapazes de dominar seus desejos carnais. Se Satanás conseguia corromper o corpo femino, era uma ameaça à segurança familiar, à santidade e até mesmo à fertilidade da comunidade.

Os escritores e pensadores iluministas reinterpretaram a história do diabo para que se ajustasse às preocupações políticas da época. John Milton descreveu um Lúcifer psicologicamente complexo no poema Paraíso Perdido, que conta a queda em degraça de Satanás. Enquanto os textos religiosos anteriores haviam examinado a motivação de Satanás para condená-lo, o Lúcifer de Milton é um personagem atraente e solidário que encarna os sentimentos de rebeldia do republicanismo do século 17.

Para alguns artistas românticos e iluministas, Satanás era um nobre rebelde que travava uma batalha contra a autoridade tirânica de Deus.

Quando a ciência conseguiu explicar a morte, as doenças e os desastres naturais, a figura do diabo ficou ameaçada. Havia lugar no mundo laico para Satanás? Foi quando um diabo urbano e sofisticado entrou em cena. Seguindo uma tradição de identificá-lo com inimigos políticos e religiosos, o diabo foi usado para ilustrar a oposição política por meio de caricaturas e sátiras. Além disso, Satanás encontrou seu lugar no mundo comercial, tornando-se sinônimo de excessos pecaminosos, aparecendo em propagandas para vender desde chocolate e champagne até carros de luxo.

Fonte: BBC Brasil.

Nota 1: O livro mais antigo do cânon bíblico é Jó, cuja autoria é atribuída ao mesmo autor de Gênesis: Moisés. Nesse livro, Lúcifer/Satanás aparece claramente e o conflito entre o bem e o mal é descortinado ao leitor. Como a Bíblia desmascara o anjo caído e revela seus propósitos e sua forma de agir, é evidente que ele e seus milhares de anjos do mal trataram de, ao longo da história, orquestrar calúnias cujo objetivo não é outro senão ridicularizar sua figura a fim de que ninguém creia em sua existência. É muito mais fácil agir quando as pessoas pensam que ele não existe. Melhor ainda: é muito conveniente para ele que as pessoas atribuam a Deus as ações que ele, o diabo, realiza. Quem já não ouviu coisas do tipo, depois de uma tragédia: “Por que Deus fez isso?” Ou: “Onde estava Deus?” Se o diabo não existe, como explicar a existência do mal? Deus criou o bem e o mal? Se o diabo não existe, como explicar a origem do conflito entre o bem e o mal? Não se esqueça de que o conflito cósmico teve início quando um anjo poderoso lançou dúvidas sobre o caráter de Deus. Portanto, é muito conveniente para esse anjo ser visto como uma figura mitológica ridícula, a fim de que Deus leve a culpa por tudo o que há de ruim no mundo. Clique aqui para saber o que a Bíblia ensina sobre a origem de Lúcifer e do mal (Michelson Borges).

Nota 2: Um estudo mais amplo – extrabíblico inclusive – você pode ler AQUI.