A importância da repetição no sucesso das mentiras

        O fenômeno da “ilusão da verdade”

A máxima de que “basta repetir uma mentira para que ela se torne verdade” é uma das regras básicas da propaganda política, constantemente atribuída ao nazista Joseph Goebbels. Entre psicólogos, é conhecida como efeito da “ilusão da verdade”. Um experimento típico mostra como isso funciona: voluntários avaliam o quanto de verdade há em algumas afirmações triviais. Algumas delas são reais e outras são mentiras muito parecidas com a verdade. Após um intervalo de alguns minutos ou de algumas semanas, os participantes fazem o teste novamente, mas desta vez algumas das afirmações são novas. Os resultados mostram que as pessoas tendem a avaliar como sendo verdade afirmações que elas já ouviram antes, mesmo que sejam falsas. Isso porque simplesmente soam mais familiares. E assim, em um laboratório de alguma universidade ou instituto de pesquisa, parece estar a explicação para essa ideia de que basta repetir uma mentira para ela ser percebida como verdade. Continue Reading…

Mark Armitage obteve vitória judicial

              Injustiça parcialmente reparada

O cientista microscopista demitido por ter publicado artigo científico com achados de tecidos moles em fóssil de dinossauro que embaraçou Darwin obteve uma decisão histórica contra a Universidade Estadual da Califórnia. Mark Armitage contou ao Creation Evolution Headlines (CEH) que seu caso contra a Universidade Estadual de Cal (CSUN, em inglês) resultou em um acordo após a juíza Dalila Lyons do Tribunal Superior da Califórnia ter decidido em seu favor em uma moção de adjudicação. Em vez de enfrentar uma perda provável perante um júri, os advogados da CSUN escolheram resolver tudo com o próprio Armitage. Armitage escreve: “Não foi simplesmente uma moção de julgamento sumário que o juiz decidiu contra. O juiz decidiu contra eles [universidade] em uma moção para julgamento. Há uma grande diferença. Em outras palavras, o juiz fez uma decisão sobre o caso e conclui, de fato, que nós provamos nosso caso, que eles me discriminaram contra a minha religião, e eles falharam em acompanhar ou investigar uma queixa por escrito de discriminação religiosa. Não havia sentido que a Universidade fosse arrastada para o julgamento do júri porque estava claro que eles iriam perder no julgamento e os ganhos teriam sido muito maiores do que são atualmente.” Continue Reading…

Uma mulher, duas crianças e um cão

Notícias deste tipo são coisas que nos deixam horrorizados porque crescemos numa cultura (ainda) judaico-cristã – onde há regras clinicamente e socialmente saudáveis para o comportamento sexual. Mas uma vez que a elite mundial declarou guerra à moral judaico-cristã, o que a sra. Norby fez vai ser “normalizado” mais cedo ou mais tarde

Parece o princípio de uma anedota, mas o que será reportado não tem nada de cômico. Chegamos a mais um marco histórico na nossa marcha para a diversidade sexual. Claro que “diversidade sexual” é apenas um eufemismo para a queda da moralidade até as profundezas do inferno. Krystal Violet Norby, mulher de 25 anos e proveniente de Minnesota, foi presa por ter alegadamente tirado fotos dela mesma enquanto tinha relações sexuais com duas crianças e um cão. De acordo com as notícias provenientes do escritório do Xerife do Município de Chisago [não confundir com Chicago], os detetives começaram a investigação depois que uma unidade da Child Exploitation, de Toronto (Canada), tê-los notificado de um caso de abuso que eles haviam descoberto por meio de uma rede de partilha de arquivos. Essa rede é conhecida pela rapidez na partilha da pornografia infantil.

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Casagrande abandona o satanismo!

                Libertação impressionante

Walter Casagrande Jr. é um dos principais comentaristas de futebol do Brasil, ex-jogador de times importantes nacionais e internacionais e conhecido por não ter papas na língua. Recentemente, participou de um culto na Assembleia de Deus Novo Tempo, em São Paulo, e relatou uma experiência sobrenatural. Casagrande disse que constantemente tinha visões de espíritos malignos e que toda ajuda que tentava obter para combater essa influência era sabotada. “Eu ficava de madrugada sentado no sofá e as imagens apareciam no sofá e tudo mais. Num determinado dia, as vezes que eu recorria a uma ajuda espiritual, eu não sabia nem fazer uma oração. Eu não tinha nenhum conhecimento da vida de Cristo. Eu tinha da vida de Lúcifer, então eu não conseguia me defender daquilo ali”, disse o comentarista, em um vídeo que circula nas redes sociais.

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Evolucionismo, lesbianismo e poligamia

A conveniência de uma ficção

                A conveniência de uma ficção

A teoria da evolução volta e meia é tirada da manga dos prestidigitadores darwinistas para explicar até mesmo comportamentos antagônicos como a monogamia e o adultério: se o homem costuma pular a cerca é porque ele foi “projetado” pela evolução para espalhar seus genes por aí (confira); se tem comportamento monogâmico, é porque esse tipo de comportamento foi selecionado por trazer vantagens evolutivas (confira). Se o cérebro estivesse aumentando de tamanho, isso seria evolução; mas, como está diminuindo, isso é – adivinhe! – evolução (confira). Se entendem que um novo órgão funcional surgiu em alguma espécie (isso com base apenas na análise de fósseis), isso é evolução. Se a espécie perdeu alguma função biológica, isso também é evolução (confira). Como se pode ver, a teoria da evolução é tremendamente “elástica”, versátil, camaleônica. É uma verdadeira teoria-explica-tudo. Mas ocorre que uma teoria que explica tudo, na verdade, não explica nada.

A “explicação” evolucionista da vez tem que ver com os comportamentos sexuais das mulheres, o que alguns chamam de “fluidez sexual feminina”. Quem está propondo a nova teoria é o Dr. Satoshi Kanazawa, da London School of Economics, que apresentou suas ideias em um artigo na revista científica Biological Reviews e que já está causando sensação entre os pesquisadores da área. Segundo Kanazawa, as mulheres podem ter evoluído para serem “sexualmente fluidas”, o que significa que elas seriam capazes de mudar seus desejos sexuais e suas identidades, de heterossexuais para bissexuais, lésbicas e novamente heterossexuais. Mas para quê, se todo mundo sabe que a evolução depende da reprodução, e que, portanto, comportamentos homossexuais seriam um tiro evolutivo no pé?

A resposta proposta pelo cientista é a seguinte: o objetivo dessa fluidez sexual seria permitir que as mulheres tivessem relações sexuais com suas companheiras em “casamentos” polígamos, o que reduziria o conflito e a tensão inerentes a esse tipo de relacionamento, ao mesmo tempo em que não impediria que essas mulheres continuassem se reproduzindo com o marido. Pronto. Resolvido o mistério.

Kanazawa diz que “as mulheres podem não ter orientações sexuais no mesmo sentido que os homens. Em vez de serem hetero ou gay, o alvo da atração sexual das mulheres pode depender em grande parte do parceiro em particular, do seu estado reprodutivo e de outras circunstâncias”. E com essa explicação, que é pura ficção, ele conquistou seus 15 minutos de fama científica.

Não sei se Julian Huxley disse mesmo isto, mas a frase é mais do que certa: “A razão de nos lançarmos sobre A Origem das Espécies é que a ideia de Deus interfere com nossos hábitos sexuais.” Sim, a Bíblia defende a monogamia, a fidelidade, a heterossexualidade e o casamento, e condena tudo o que se opõe a essas coisas. Mas por que condena? Por que quer nos privar de prazer? Muito pelo contrário. Como nosso Criador, Deus sabe o que é melhor para nós e nos orientou quanto aos prazeres lícitos e que não deixam sequelas físicas, emocionais e espirituais. Prazeres que nos fazem realmente bem e promovem nosso crescimento como seres humanos.

O evolucionismo serve como uma luva na mão dos que defendem valores opostos aos defendidos pelos criacionistas que se pautam pela cosmovisão bíblica. E no afã de justificar seus comportamentos, os evolucionistas e os naturalistas apelam para histórias e hipóteses sem muito fundamento, como essa proposta por Kanazawa.

Vai um criacionista propor qualquer história para tentar explicar comportamentos, eventos e fatos! Vai um criacionista apresentar um artigo científico que cheire a evidência de algum relato ou princípio bíblico! Será rechaçado na hora! O direito de contar histórias no meio científico, por mais estapafúrdias que sejam, pertence aos evolucionistas, e só a eles.

Fonte: Michelson Borges.

“A pornografia bagunçou demais a minha vida!” (Terry Crews)

Ele contou seu segredo

                    Ele contou seu segredo

Prestação de contas. Segundo o conhecido ator de Hollywood, Terry Crews, essa é uma arma poderosa contra vários tipos de vícios, incluindo um que ele confessou ter “bagunçado” bastante sua vida: a pornografia. Na última quinta-feira (11), o ator e diretor – que ficou famoso interpretando papéis conhecidos, como Julius (“Todo Mundo Odeia o Chris”) – publicou um vídeo em seu Facebook, intitulado “Dirty Little Secret” (“Segredinho Sujo”), no qual reconheceu que já foi viciado em pornografia e considerou o vício um “problema mundial”. “Por anos e anos, o meu segredinho sujo foi que eu era viciado em pornografia. Agora, a maioria de vocês que estão no Facebook, estão usando a internet. E é meio louco, porque essa coisa se tornou um problema. Eu acho que é um problema mundial”, disse.

Terry também reconheceu que a pornografia ganhou proporções preocupantes em sua vida, porque ele a manteve como um segredo e não conseguiu vencê-lo sozinho. “A pornografia bagunçou demais a minha vida, de várias formas. E, sabem, isso se tornou um problema que eu não contava para ninguém, era o meu segredo, ninguém sabia, e isso permitiu que ele crescesse e ficou ruim. Algumas pessoas podem negar e dizer: ‘Ei, cara… você não pode ser de fato viciado em pornografia. Não tem como.’ Mas eu vou dizer algo para vocês: se o dia vira noite e você continua assistindo, você provavelmente tem um problema. Esse era eu”, confessou.

Segundo o ator, esse vício trouxe sérios problemas ao seu casamento e o fez atentar para a necessidade urgente de uma mudança drástica. “Isso afetou tudo. Não contei para a minha esposa, não contei para os meus amigos, ninguém sabia, mas a internet permitiu que esse segredinho permanecesse e crescesse. […] Minha mulher estava literalmente como: ‘Eu não conheço mais você. Estou fora. E isso me mudou. Eu tive que mudar, porque percebi: ‘Ei, essa coisa é um grande problema’”, disse.

Veja o vídeo abaixo:

Fonte: Guia-me.

Se liga: Somos todos viciados em distração!!

Cuidado! Você pode estar perdendo muito...

   Cuidado! Você pode estar perdendo muito…

Certa noite, no começo do último verão, eu abri um livro e me flagrei relendo o mesmo parágrafo de novo e de novo, uma meia dúzia de vezes, até me dar conta de que não adiantava continuar. Eu estava simplesmente incapaz de me concentrar o suficiente. Fiquei horrorizado. Ao longo de toda a minha vida, ler sempre foi uma fonte profunda e consistente de prazer, aprendizado e consolação. Agora os livros que eu comprava com regularidade tinham começado a se empilhar na minha mesinha de cabeceira e me encaravam com um olhar silencioso de reprovação. Eu vinha passando tempo demais online, em vez de ler, verificando o número de visualizações do site da minha empresa, comprando mais meias coloridas na Gilt e na Rue La La, por mais que eu já tivesse mais meias do que precisava. […]

No trabalho, eu olhava o e-mail com mais frequência do que eu admitia e passei tempo demais procurando ansiosamente por informações novas sobre a campanha presidencial, por mais que fosse demorar ainda mais um ano até virem as eleições. “A internet é feita para ser um sistema de interrupção, uma máquina configurada para dividir as nossas atenções”, explica Nicholas Carr em seu livro A Geração Superficial: O que a internet está fazendo com os nossos cérebros. “Aceitamos de bom grado a perda de concentração e foco, a divisão de nossa atenção e a fragmentação de nossos pensamentos, em troca de recebermos uma fortuna de informações interessantes ou, pelo menos, capazes de nos distrair.”

Um vício é a atração implacável a uma substância ou atividade, que se torna tão compulsiva que acaba interferindo com a vida cotidiana. Indo por essa definição, quase todo mundo que conheço tem algum grau de vício na internet. Pode-se dizer até que ela já substituiu o trabalho como o vício mais socialmente aceito hoje.

Segundo uma pesquisa recente, o empregado médio num escritório gasta cerca de seis horas por dia só com e-mail. Essa estatística não inclui o tempo online gasto com compras, buscas ou acompanhando redes sociais.

A fome do cérebro por novidades, estimulação constante e gratificação instantânea cria algo chamado de “ciclo da compulsão”. Como ratos de laboratório ou viciados em drogas, precisamos de doses cada vez mais fortes para obter o mesmo efeito. O problema é que nós humanos temos um reservatório bastante limitado de força de vontade e disciplina. Nossa chance de sucesso é muito maior se tentarmos mudar um comportamento só por vez, idealmente no mesmo horário todos os dias, de modo que ele se torne rotina, exigindo cada vez menos energia para manter.

O acesso infinito a novas informações também sobrecarrega com facilidade nossa memória de trabalho. Quando atingimos a sobrecarga cognitiva, nossa capacidade de transferir o aprendizado para a memória de longo prazo se deteriora significativamente. É como se o cérebro tivesse se tornado um copo cheio d’água e qualquer gota a mais o fizesse transbordar.

Faz muito tempo que estou ciente disso. Comecei a escrever sobre o assunto há mais de 20 anos já. Todos os dias explico isso para os meus clientes, só que eu mesmo nunca acreditei de verdade que uma coisa dessas pudesse valer para mim. A negação é a primeira defesa do viciado. Nenhum obstáculo para a recuperação é maior do que a capacidade infinita de racionalizarmos nossos comportamentos compulsivos. Após anos sentindo que eu estava me virando razoavelmente bem, no último inverno acabei caindo num período intenso de viagens enquanto tentava, ao mesmo tempo, gerenciar uma empresa de consultoria em crescimento. No começo do verão, de repente me dei conta de que eu não estava me virando tão bem assim, e tampouco me sentia bem com isso.

Além de passar muito tempo na internet e sentir minha atenção se dispersar, eu também não estava me alimentando direito. Eu bebia refrigerante diet em excesso e com muita frequência tomava um drinque a mais por noite. Também tinha parado de me exercitar diariamente, como tinha sido o meu costume a vida inteira.

Em resposta, criei um plano cuja ambição beirava o irracional. Durante os 30 dias que se seguiram, tentei corrigir esses comportamentos e muitos outros, tudo de uma vez. Era um surto de grandiosidade, o exato oposto do que recomendo para os meus clientes todos os dias. Mas eu tinha racionalizado que ninguém tem um maior comprometimento com o autoaperfeiçoamento do que eu. Esses comportamentos estão todos interligados. “Eu consigo”, eu pensava.

Pude obter algum sucesso naqueles 30 dias. Apesar das tentações, consegui parar totalmente de beber refrigerante diet e álcool (três meses depois, eu continuo sem beber refrigerante). Também abri mão de açúcar e carboidratos como macarrão e batata. Voltei a me exercitar com regularidade. Foi com um único comportamento que fracassei por completo: reduzir meu tempo na internet. Meu compromisso inicial era o de impor limites à minha vida online. Decidi que só iria olhar o e-mail três vezes por dia: quando acordasse, na hora do almoço e antes de ir para casa no fim do dia. No primeiro dia, aguentei firme até a metade da manhã, então entrei em crise. Eu era como um viciado em doces trabalhando numa confeitaria, tentando resistir à vontade de comer um cupcake.

O que derrotou a minha força de vontade naquela primeira manhã foi a sensação de que eu tinha a completa necessidade de mandar algum e-mail para alguém sobre um assunto urgente. Eu dizia a mim mesmo que, se eu só redigisse o e-mail e apertasse “enviar” rapidinho, isso não contaria como entrar na internet. O que não levei em consideração foi o fato de que novos e-mails chegavam na minha caixa de entrada enquanto eu escrevia. Nenhum deles precisava de resposta urgente, mas, mesmo assim, para mim era impossível resistir à tentação de dar uma espiadinha na primeira mensagem que tivesse algo interessante no assunto. Depois a segunda. E a terceira.

Em questão de momentos, eu estava de volta ao mesmo ciclo vicioso. No dia seguinte, desisti de tentar reduzir meu tempo online. Em vez disso, me concentrei na tarefa mais simples de resistir ao refrigerante diet, ao álcool e ao açúcar. Mesmo assim, eu estava determinado a tentar de novo o meu desafio com a internet. Várias semanas depois do fim do meu experimento de 30 dias, saí de casa para passar um mês de férias. Era uma oportunidade para concentrar a minha limitada força de vontade num único objetivo: me libertar da internet, numa tentativa de recuperar o controle sobre a minha atenção.

Eu já tinha dado o primeiro passo para a minha recuperação: admitir minha incapacidade de me desconectar. Agora era a hora da desintoxicação. O segundo passo tradicional – a crença de que só um poder superior poderia me ajudar a recuperar a sanidade – eu interpretei de um modo mais secular. O poder superior se tornou a minha filha, de 30 anos, que desconectou o meu celular e notebook do e-mail e da internet. Livre do fardo do conhecimento técnico, eu não fazia ideia de como proceder para reconectar qualquer um dos dois.

De fato, eu me sinto mais controlado agora. Minha atenção está mais dirigida e menos automática. Quando fico online, tento resistir à vontade de navegar até dizer chega. Sempre que possível, tento perguntar a mim mesmo: “É isso mesmo que eu queria estar fazendo?” Se a resposta for negativa, a minha segunda pergunta é: “O que eu poderia estar fazendo que eu acho que seria mais produtivo, mais satisfatório ou mais relaxante?”

Acabei deixando uma só brecha para contato, que foi a mensagem de texto. Em retrospecto, era como se eu estivesse agarrado a um bote salva-vidas digital. Pouquíssimas pessoas na minha vida se comunicam comigo por mensagem de texto. Como estava de férias, na maior parte essas pessoas eram familiares, e as mensagens só continham informações sobre onde nos encontraríamos em vários pontos ao longo do dia.

Nos primeiros dias, eu de fato sofri com a crise de abstinência, o pior sendo a vontade de abrir o Google para sanar alguma dúvida qualquer que surgisse. Mas, a cada dia que se passava offline, eu me sentia mais relaxado, menos ansioso, mais concentrado e com menos fome de estímulos breves e instantâneas. O que aconteceu com o meu cérebro é exatamente o que eu esperava que fosse acontecer: ele começou a sossegar.

Eu havia trazido comigo, nessas férias, mais de uma dúzia de livros, de tamanhos e níveis de dificuldade variados. Comecei com não-ficção breve, depois passei para a não-ficção longa, conforme fui me sentindo mais calmo e mais concentrado. […] Na medida em que as semanas foram passando, consegui abrir mão da minha necessidade de fatos como fonte de gratificação. Em vez disso, passei então para os romances. […]

Estou de volta ao trabalho agora, e, por isso, é claro, de volta à internet. Não é como se fosse possível abrir mão da internet, e ela ainda vai consumir muito da minha atenção. Meu objetivo no momento é encontrar o melhor equilíbrio possível entre o meu tempoonline e offline.

Também faço questão agora de incluir atividades mais envolventes no meu dia a dia. Sobretudo, eu continuei minhas leituras, não só porque amo ler, mas também como parte da minha prática para melhorar a atenção. Outra coisa foi que eu mantive ainda meu ritual antigo de decidir na noite anterior qual será a coisa mais importante que devo fazer no dia seguinte. Seja o que for, ela acaba sendo a minha primeira atividade de trabalho, à qual dedico de 60 a 90 minutos ininterruptos de concentração. Depois, faço um intervalo de 10 a 15 minutos para a mente sossegar e recobrar as energias.

Se tiver mais trabalho ao longo do dia que exija concentração ininterrupta, eu saio completamente da internet durante períodos determinados, repetindo o meu ritual matutino. De noite, quando vou para o quarto, quase sempre deixo meus aparelhos digitais no andar de baixo.

Por fim, agora eu me sinto comprometido a tirar pelo menos um período de férias digitais por ano. Tenho o privilégio raro de poder tirar várias semanas de folga por vez, mas aprendi que até uma única semana offline já é capaz de ter profundos efeitos restauradores.

Por vezes, eu me flagro revendo mentalmente uma imagem assombrosa do meu último dia de férias. Eu estava sentado num restaurante com a família quando um homem com uns 40 e poucos anos chegou e sentou com a filha, que devia ter uns 4 ou 5 anos e era uma graça. Assim que o homem chegou, ele concentrou sua atenção quase de imediato no celular. Enquanto isso, sua filha era um redemoinho de energia e inquietude, subindo no assento, andando em cima da mesa, acenando e fazendo careta para chamar a atenção do pai. Exceto por brevíssimos momentos, porém, ela não conseguiu chamar sua atenção e acabou desistindo depois de um tempo, com tristeza. O silêncio era ensurdecedor.

Fonte: Gazeta do Povo.

Cristã secreta da Árabia Saudita escreve poema sobre seu encontro com Jesus!

A situação dos cristãos na Arábia Saudita é bastante séria e o extremismo islâmico tem feito diversas vítimas ao longo dos anos. As restrições do governo sobre a liberdade religiosa, em geral, são muito elevadas e, por conta da forte influência do fundamentalismo islâmico, quem escolhe servir a Jesus deve fazê-lo em segredo. 
Diante de todo esse contexto, como uma cristã na Arábia Saudita enxerga Jesus? Leia a seguir.
Ele habitou no mais profundo do meu coração

Eu enxerguei sua luz de longe
por trás das montanhas
por trás do horizonte

Ele se levantou como a radiante luz de uma manhã cheia de alegria

Ele se levantou dentro da minha alma tão cheia de escuridão
minha alma perdida e confusa
minha alma que não conhecia o significado de “descanso”

No entanto, ele me visitou como a brisa suave

como a fragrância que emana das colinas
ele me visitou

Ele habitou no mais profundo do meu coração

e se estabeleceu lá dentro
Ele encheu minha alma com pureza, com vida

Ele é Jesus, gentil e compassivo

Jesus, a origem da minha alegria
Jesus, o refúgio da minha alma

Eu o adoro desde que o conheci,

e me apaixonei por ele
E como não poderia ser assim?
Pois ele me amou primeiro

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Notícias de um mundo que continua afundando!

A capa do jornal Folha de S. Paulo de hoje [domingo 3/1/2016] é um verdadeiro retrato deste mundo sem rumo, sem sentido e que se ilude achando que vai durar muito tempo. É um raio x da realidade que nos cerca, com pessoas se iludindo mergulhadas no puro hedonismo para tentar esquecer a sensação de que o futuro não apresenta esperanças concretas; pessoas que só pensam no aqui e agora porque têm dúvidas sobre o amanhã. Um mundo corrupto, amante dos prazeres, violento, desigual – exatamente como as profecias bíblicas o haviam descrito muito, muito tempo atrás. O nosso mundo que cambaleia para o precipício.
No centro da capa, a manchete sobre os desmandos dos políticos brasileiros anuncia um novo ano com mais do mesmo. Acima e ao lado da manchete, a chamada “Festas badaladas do litoral norte de São Paulo ignoram a crise”, e uma foto grande de uma das tais festas que não apenas ignoram a crise, mas ignoram também a decência e o fato de que há muita gente, neste exato momento, mendigando e sofrendo exatamente por causa da crise que os festeiros ignoram. E essa crise é causada não apenas pela roubalheira dos governantes e pela conjuntura econômica; é causada também pela falta de solidariedade de uma sociedade em que poucos têm muito e muitos têm pouco. Uma sociedade que adora ignorar realidades. Na verdade, o brasileiro – e não apenas os hedonistas norte-paulistanos – ignora muita coisa. Fã de novelas, de festas e dado a levar a vida na brincadeira, ignora o fato de que não adianta xingar políticos enquanto os cidadãos não fazem sua parte para ter uma nação mais honesta, igualitária, de pessoas de bem e íntegras, não de homens e mulheres que só pensam em se dar bem e se gabam quando conseguem “dar um jeitinho”, mesmo que à custa de valores, da ética e da obediência às leis.
Logo abaixo da festa e da manchete, a notícia com foto informa que “Vivência sensorial na floresta e ioga na praia atraem turistas no Rio”. Na verdade, esse tipo de religiosidadelight e pós-moderna atrai muita gente nos tempos de hoje. É uma religião que dispensa compromissos, dispensa a entrega do coração e das vontades, dispensa o arrependimento e o perdão, dispensa a tomada de consciência de que o mundo precisa de cristãos comprometidos – dispensa Deus. Afinal, o ser humano é seu próprio deus. O que ele sente é o mais importante. Se está satisfeito com a sua verdade, ótimo. É melhor fugir para a floresta e abraçar as árvores do que se misturar ao povo e abraçar os pecadores malcheirosos. É melhor tentar esvaziar a mente na meditação transcendental do que encher o coração com as verdades absolutas da Bíblia Sagrada que nos convidam à verdadeira mudança de vida e satisfazem o vazio da alma.
E fechando a capa emblemática, duas pequenas chamadas tristes, no pé da página: “Execução de clérigo xiita pela Arábia Saudita gera tensão” e “Chacina em SP pode estar ligada à morte de policial”. São notícias que insistem em estragar o clima de festa e a ilusão da religiosidade new age chique e perfumada. O mundo verdadeiro fede a sangue e pólvora. O mundo verdadeiro insiste em jogar na nossa cara a realidade nua e crua de que o ser humano não tem jeito sem Deus. Insiste em nos fazer enxergar que este planeta precisa da intervenção do Criador; precisa que Jesus volte logo! E enquanto isso não acontece, não adianta continuar escondendo a sujeira debaixo do tapete. Ela continua lá e em todo lugar, clamando para ser removida, não ignorada.
A foto gigante da festa com moças seminuas no topo da capa bem que tentou esconder as notícias abaixo dela, mas não tem jeito…
Bem-vindo 2016!

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Polônia e Hungria podem dividir bloco da União Europeia na ONU sobre direitos gays!

NOVA IORQUE, EUA, dezembro (C-Fam) Uma mudança política na Polônia está minando esforços para impor “casamento” de mesmo sexo na Europa e poderá levar a uma mudança radical na posição de negociação da União Europeia na Organização das Nações Unidas.
Embora a Europa esteja dividida sobre direitos LGBT de modo muito semelhante do jeito que está dividida sobre a imigração, e muitas outras questões, em anos recentes diplomatas da UE na ONU têm estado entre os apoiadores mais abertos de novos direitos especiais para indivíduos que se identificam como lésbicos, gays, bissexuais e transexuais (LGBT). E embora haja divisão na Europa sobre a questão, a posição pró-homossexualismo se tornou dominante. Mas recentemente, a delegação da UE chegou a apoiar o “casamento” de mesmo sexo.
Mudanças recentes na liderança política da Polônia, onde o Partido da Lei e Justiça teve uma vitória arrasadora, ameaçam retrocessos para este curso para a União Europeia.
Como sinal de mais coisas que virão, neste mês a Polônia e a Hungria conseguiram impedir um acordo ministerial da UE que teria forçado todos os países da UE a honrar “casamentos” de mesmo sexo onde quer que fossem realizados na União Europeia.
O acordo fracassado proposto por Luxemburgo para os ministros de justiça da UE lidou com direitos de propriedade, pensões e seguro. A Polônia e a Hungria se opuseram a ele na base de que violaria sua prerrogativa soberana de legislar sobre casamento e assuntos de família.
O fato de que dois países no centro da Europa se oporiam até a um reconhecimento indireto de “casamento” de mesmo sexo, e sem dúvida alguma em face de pressões fortes de outros estados da UE, diz muito sobre a direção que a Polônia e a Hungria escolheram. Não é a trajetória em que a diplomacia da UE, dependente do consenso da EU, tem assumido até agora.
A atual ordem oficial para os diplomatas da UE do Conselho da UE dá um mandato amplo para a “eliminação de discriminação contra os indivíduos LGBTI.” Embora seja compreendida para excluir a promoção de casamento de mesmo sexo, para todos os propósitos práticos as delegações da UE frequentemente ignoram isso em seu zelo por direitos LGBT.
A UE é uma das 17 delegações que é parte de um grupo que se declara “Grupo Principal LGBT” na ONU, o qual fez a promessa de manter as questões LGBT na agenda da ONU. O grupo tem aspirações mais elevadas do que o mandato da delegação da UE.
O objetivo do grupo é “ampliar a extensão do reconhecimento de direitos LGBTI” no mundo inteiro, e não só acabar com a discriminação. Num recente evento paralelo na ONU o grupo justificou o apoio ao casamento de mesmo sexo nessas bases num novo vídeo da burocracia da ONU que apresenta uma cerimônia de casamento lésbico.
A UE chegou ao ponto de deixar de apoiar uma linguagem extraída da Declaração Universal de Direitos Humanos sobre a família como a “unidade natural e fundamental da sociedade” porque exclui “famílias” de mesmo sexo, ainda que a maioria, ou até mesmo todos, os países membros da UE incluam ou espelhem essa linguagem em suas constituições.
Essas decisões, tomadas sob o pretexto de acabar com a “discriminação,” provavelmente serão desafiadas pela Polônia e Hungria a menos que ocorram mudanças em suas perspectivas.
A nova liderança da Polônia já reforçou a posição da Hungria, que vem abertamente apoiando os valores tradicionais, mas até agora permanecia na maior parte sozinha em tempo de decisão.
Além disso, as chances de formar uma coalizão de países da Europa para impedir a promoção agressiva de direitos LGBT por meio da política externa da UE aumentaram dramaticamente. Outros países da Europa, os quais são menores e mais fracos, mas socialmente mais alinhados com a Polônia e a Hungria do que os países socialmente esquerdistas membros da UE, terão mais probabilidade de permanecer juntos com a forte liderança da Polônia e a Hungria.
Fonte: Friday Fax via Julio Severo.

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