Fósseis de Galápagos: pedra no sapato dos evolucionistas

                   Revelações importantes

Afloramentos vulcânicos no arquipélago de Galápagos não parecem fornecer a riqueza de exemplares encontrados em outras localidades ricas em fósseis ao redor do mundo. No entanto, os fósseis estão, de fato, presentes nas Ilhas Galápagos. Esta breve revisão aborda o onde, o que, quando e por que de haver fósseis nas Ilhas Galápagos, e fecha com uma discussão sobre sua potencial contribuição para o desenvolvimento de modelos sobre as origens.

Onde estão os fósseis encontrados nas Ilhas Galápagos?

  1. Os sedimentos depositados em águas rasas ao redor das ilhas e posteriormente levantados acima do nível do mar, muitas vezes contêm fósseis de organismos marinhos (tais como conchas de moluscos).[1]
  1. Tubos de lava se formam durante as erupções vulcânicas, quando o topo de um fluxo de lava resfria e solidifica, mas a lava continua a fluir por baixo. Quando drenos de lava se esvaem desses condutos tubulares, um espaço vazio é deixado no subsolo. Esses túneis e fissuras muitas vezes contêm sedimentos com restos fósseis de vertebrados terrestres.[2]
  1. O interior de algumas das ilhas é caracterizado por um clima mais consistentemente úmido. Pequenos lagos e pântanos, formados dentro de crateras vulcânicas inativas, podem ser encontrados. Os sedimentos que enchem o fundo dessas pequenas depressões contêm material vegetal fóssil.[3, 4]

Continue Reading…

Mark Armitage obteve vitória judicial

              Injustiça parcialmente reparada

O cientista microscopista demitido por ter publicado artigo científico com achados de tecidos moles em fóssil de dinossauro que embaraçou Darwin obteve uma decisão histórica contra a Universidade Estadual da Califórnia. Mark Armitage contou ao Creation Evolution Headlines (CEH) que seu caso contra a Universidade Estadual de Cal (CSUN, em inglês) resultou em um acordo após a juíza Dalila Lyons do Tribunal Superior da Califórnia ter decidido em seu favor em uma moção de adjudicação. Em vez de enfrentar uma perda provável perante um júri, os advogados da CSUN escolheram resolver tudo com o próprio Armitage. Armitage escreve: “Não foi simplesmente uma moção de julgamento sumário que o juiz decidiu contra. O juiz decidiu contra eles [universidade] em uma moção para julgamento. Há uma grande diferença. Em outras palavras, o juiz fez uma decisão sobre o caso e conclui, de fato, que nós provamos nosso caso, que eles me discriminaram contra a minha religião, e eles falharam em acompanhar ou investigar uma queixa por escrito de discriminação religiosa. Não havia sentido que a Universidade fosse arrastada para o julgamento do júri porque estava claro que eles iriam perder no julgamento e os ganhos teriam sido muito maiores do que são atualmente.” Continue Reading…

Pesquisas censuradas: inteligência não é permitida

             Aqui você não tem espaço

Qualquer semelhança não é mera coincidência! Em nossa sociedade, a liberdade de expressão é tolerada, mas não no que diz respeito à questão das origens. O documentário “Expelled: No Intelligence Allowed”, que serve de inspiração para o título deste artigo, é um dos mais polêmicos já produzidos. Ele ficou em 12º lugar em uma lista de documentários mais assistidos dos EUA, desde 1982. A produção não é do gênero religioso e, sim, do gênero científico, e aborda a questão da “liberdade de expressão” no meio acadêmico para os cientistas renomados que perdem suas cadeiras após falarem contra o neodarwinismo e suas implicações filosóficas. Uma das críticas principais aos movimentos criacionista e do design inteligente – o qual a partir de agora chamarei de “TDIsta” – é que são poucos os trabalhos de pesquisa que apoiam diretamente ambas as posições em revistas científicas avaliadas por pares. O que não é levado em consideração pelos críticos é o fato de ser ainda um grande desafio a publicação de artigos com opiniões discordantes do consenso evolutivo. A partir do momento em que um cientista desafia uma crença profundamente defendida, como no caso do naturalismo filosófico, ele enfrenta grande dificuldade em obter financiamento para seus projetos de pesquisa, depositar seus trabalhos em repositórios científicos e, principalmente, em publicar seus resultados em anais de congressos ou em periódicos de alto fator de impacto.

Continue Reading…

Criacionismo científico e design inteligente

             Se há um relógio, houve um…

Existem três principais ramificações distintas dentro do criacionismo: a religiosa, a bíblica e a científica. Normalmente, quando falamos de criacionismo, as pessoas associam apenas aos dois primeiros e se esquecem de que existe uma terceira ramificação, que também surgiu há algumas décadas, nos Estados Unidos, chamada de “criacionismo científico”. Logo, não são todos iguais. O criacionismo científico vem sendo definido e divulgado desde a década de 1970.[1] A propósito, associações e institutos criacionistas norte-americanos há muito tempo defendem que apenas o “criacionismo científico” seja ensinado nas escolas públicas como uma alternativa válida ao evolucionismo.[2] Porém, de acordo com o engenheiro Dr. Henry Morris, fundador e presidente emérito do Institute for Creation research (ICR), “em uma escola ou faculdade cristã, […] é apropriado e muito importante demonstrar que o criacionismo bíblico e o criacionismo científico são totalmente compatíveis, dois lados da mesma moeda.” Para ele, “a criação revelada nas Escrituras é apoiada por todos os verdadeiros fatos da natureza; o estudo combinado pode corretamente ser chamado ‘criacionismo bíblico-científico’.”[2]

Continue Reading…

Breve estudo sobre o mandamento sabático

Introdução

“Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei.” (Rm 3.21)

Duas perguntas: como usar corretamente a Bíblia para responder 1) Jesus cumpriu a lei? e 2) que lei Jesus cumpriu?

Nós não conseguimos evitar de formar suposições rápidas, por exemplo, sobre outras pessoas. Quem é poderoso ou fraco? Quem é carinhoso ou agressivo? Quem é confiável e quem é competente? Isso é chamado de preconceito (ou viés) inconsciente e o quadrinho acima mostra como ele funciona na prática.

Continue Reading…

A hipótese espírita versus a hipótese da mortalidade da alma (1ª parte)

Mesmo o maior cético do espiritismo é obrigado a concordar que os fenômenos espíritas (pelo menos os que já foram testados) são autênticos, não há encenação

(Este material foi gerado nos debates do grupo do blog no WhatsApp. Caso tenha interesse em participar, aperte/clique AQUI.)

 

1ª parte

Bloco 1 (conceitos)

Amigos, gostaria de começar apresentando alguns conceitos que usaremos bastante daqui para frente:

Fideísmo = “Doutrina religiosa que prega que as verdades metafísicas, morais e religiosas, como a existência de Deus, a justiça divina após a morte e a imortalidade, são inalcançáveis através da razão” (Dicionário). (Ou seja, o fideísmo limita a pesquisa/investigação e até a abdica, por não necessitar se apoiar em evidência; basta a sensação subjetiva da certeza interior).

= “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Rm 1.20). (Ou seja, a fé exige evidência visível para se acreditar no invisível).

Pergunta 1 O espiritismo é fideísta ou se utiliza da fé? Por outro lado, a crença de que somos mortais (mortalidade da alma) é fideísta ou se utiliza da fé?

Continue Reading…

“Fantástico” tenta desconstruir arca de Noé

         História bíblica vira circo midiático

De vez em quando, a mídia popular secular escancara seus preconceitos, suas contradições e seus paradoxos. A título de comparação, quando a rede Globo de televisão veicula reportagens sobre espiritismo, astrologia e/ou festas católicas que envolvem romarias, adoração de imagens e coisas afins, geralmente o faz em tons positivos, quase com reverência. Certa vez, em um programa matinal, a emissora expôs a fé da apresentadora em sua peregrinação religiosa e em suas demonstrações de penitência. A matéria foi exibida sem críticas, com todo o respeito que, evidentemente, essas coisas merecem. Ocorre que esse respeito e essa “imparcialidade” são relativos, e isso pode ser visto claramente quando o assunto em questão são eventos ou conceitos bíblicos e, pior, quando o tema em pauta é o criacionismo. Aí realmente mudam de tom, deixando claro que preferem respeitar a crença na suposta influência dos astros e dos búzios, nas aparições de supostas almas penadas e na pretensa energia mística de pedaços de madeira, a acreditar que o Universo tenha sido criado pelo Deus da Bíblia e que as histórias de Gênesis sejam factuais.

Continue Reading…

A explicação dos muitos universos

Esta proposta é um absurdo da teoria da probabilidade. Ela pressupõe os benefícios de uma amostra com dimensões infinitas sem possuir, contudo, qualquer evidência de que exista mais de uma amostra. A única amostra que possuímos é o nosso próprio Universo, e não parece existir outro. É necessário postular um número gigantesco de universos na tentativa de reduzir as inúmeras improbabilidades observadas no Universo com finos ajustes no qual vivemos

“Seria possível haver outros universos que não conhecemos? Seria possível haver diferentes tipos de universo e em grande quantidade? Tudo isso é possível. Com base na pura força dos números, poderíamos sugerir que existe um número infinito de universos, sendo o nosso o único que por mero acaso veio a ter as características exatas para a existência da vida. Essa ideia tem sido alvo de muitas considerações como resposta para o Universo com finos ajustes no qual vivemos. Continue Reading…

A serpente do Éden tinha patas (e a ciência confirma)

Achado surpreendente (e bíblico!)

            Achado surpreendente (e bíblico!)

A revista Science desta quinta feira [23/7/2015] publicou um artigo sobre o fóssil de uma serpente de quatro patas (confira aqui), o que chamou a atenção de muita gente, especialmente dos que conhecem bem o relato bíblico da criação e da queda do ser humano. O fóssil, encontrado na Formação Crato, na Bacia do Araripe, interior do Ceará, está circundado por fezes de peixes igualmente fossilizadas, o que sugere que o animal morreu soterrado por água e lama. Segundo os pesquisadores, essa cobra de quatro patas vivia no supercontinente Gondwana, integrante da parte sul da Pangea. É bom lembrar que o livro do Gênesis descreve a serpente como um ser que, depois do pecado, passou a rastejar. Portanto, antes disso, ela se locomovia de outra forma. Não seria esse fóssil um remanescente daqueles seres primordiais quadrúpedes que teria sido preservado sob uma grande inundação? Infelizmente, muitos cientistas ainda consideram a história bíblica um mito. No artigo abaixo, o colaborador Everton Alves detalha o assunto [Blog Criacionismo]: Continue Reading…

Descoberto mecanismo que desliga patas das cobras

A questão é que, segundo a definição, um gene é uma região do DNA que contém o código [e de onde teria vindo esse código? Essa é a grande pergunta...] a partir do qual o organismo é capaz de produzir uma proteína (grosso modo; na prática, a situação é mais complexa). Como as proteínas são as grandes “carregadoras de piano” das células, realizando todo tipo de serviço essencial [sim, são verdadeiros robôs; máquinas moleculares ultraespecíficas e complexas, surgidas do nada...]

A questão é que, segundo a definição, um gene é uma região do DNA que contém o código [e de onde teria vindo esse código? Essa é a grande pergunta…] a partir do qual o organismo é capaz de produzir uma proteína (grosso modo; na prática, a situação é mais complexa). Como as proteínas são as grandes “carregadoras de piano” das células, realizando todo tipo de serviço essencial [sim, são verdadeiros robôs; máquinas moleculares ultraespecíficas e complexas, surgidas do nada…]

[Comentários entre colchetes de Michelson Borges] Transformar lagartos primitivos em serpentes foi um truque complexo e lento operado pela seleção natural, mas uma equipe internacional de cientistas descobriu um possível elemento crucial dessa mágica: uma espécie de fechadura genética capaz de produzir vertebrados terrestres sem patas. [Qual teria sido a vantagem evolutiva em selecionar répteis sem patas que vivem na superfície?] Para ser mais exato, a tal fechadura (na verdade um pequeno trecho de poucas letras químicas de DNA, nos cafundós do genoma das cobras) foi parando de funcionar ao longo da evolução desses répteis [note que, quando os evolucionistas mencionam exemplos reais de “evolução”, o assunto sempre se refere à perda de funções, de órgãos e de informação genética. Nunca há ganho macroevolutivo]. Com isso, um gene essencial para o desenvolvimento dos membros deixou de ser “lido” pelo organismo, o que contribuiu para o surgimento do corpo característico de jiboias, cascavéis e jararacas ao longo de [supostos] milhões de anos. Os dados obtidos pelos pesquisadores podem indicar ainda que a mesma região do DNA esteve ligada a outras transições importantes na [suposta] história evolutiva dos membros dos vertebrados. Continue Reading…