Uma mulher, duas crianças e um cão

Notícias deste tipo são coisas que nos deixam horrorizados porque crescemos numa cultura (ainda) judaico-cristã – onde há regras clinicamente e socialmente saudáveis para o comportamento sexual. Mas uma vez que a elite mundial declarou guerra à moral judaico-cristã, o que a sra. Norby fez vai ser “normalizado” mais cedo ou mais tarde

Parece o princípio de uma anedota, mas o que será reportado não tem nada de cômico. Chegamos a mais um marco histórico na nossa marcha para a diversidade sexual. Claro que “diversidade sexual” é apenas um eufemismo para a queda da moralidade até as profundezas do inferno. Krystal Violet Norby, mulher de 25 anos e proveniente de Minnesota, foi presa por ter alegadamente tirado fotos dela mesma enquanto tinha relações sexuais com duas crianças e um cão. De acordo com as notícias provenientes do escritório do Xerife do Município de Chisago [não confundir com Chicago], os detetives começaram a investigação depois que uma unidade da Child Exploitation, de Toronto (Canada), tê-los notificado de um caso de abuso que eles haviam descoberto por meio de uma rede de partilha de arquivos. Essa rede é conhecida pela rapidez na partilha da pornografia infantil.

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Mr. Dawkins, qual o problema com a pedofilia??

Não estou dizendo que ser ateu é sinônimo de ser depravado. Conheço diversos ateus com um comportamento exemplar quando o assunto é cidadania e filantropia. O que estou dizendo é que se não existe um padrão (para os teístas, Deus) para diferenciar entre o certo e o errado, “todas as coisas são permitidas”, como bem disse Fyodor Dostoievsky

Lendo a reportagem sobre o plano de Dawkins e Hitchens de processar o papa Bento XVI, é notório como o ateísmo não consegue lidar com as consequências de suas pressuposições filosóficas. Se “Deus está morto”, qual é o padrão moral que o ser humano deve se espelhar? “O homem é a medida de todas as coisas”, um cético poderá responder. Mas ele terá que responder outra pergunta: Qual homem? (por homem entenda comportamento) Hitler ou Madre Tereza? Stalin ou Gandhi? Pinochet ou Jesus? A ética centralizada no ser humano, como proposta por Kant, não funcionou e pior: trouxe consequências catastróficas para nossa geração.

Veja as palavras do importante filósofo ateu Kai Nielsen, da Calgary University, no Canadá: “Não fomos capazes de mostrar que a razão exige o ponto de vista moral, nem que todas as pessoas realmente racionais não deveriam ser individualistas egoístas ou não morais clássicos. A razão não decide aqui. O que pintei para você não é agradável. A reflexão sobre isso me deprime… A razão prática, pura, mesmo com um bom conhecimento dos fatos, não o levará à moralidade” (“Why should I be moral?”, American Philosophical Quarterly 21 [1984], p. 90). Um ateu sincero admitindo as limitações do ateísmo!

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Hitler e Darwin (livro)

“Somos um membro da criação e filhos da natureza, e para nós valem as mesmas leis que para todos os seres vivos. Na natureza a lei da guerra vale desde o começo. Todo aquele que não consegue viver, e que é fraco, é exterminado. Só o ser humano e, principalmente, a Igreja têm por objetivo manter vivos artificialmente o fraco, o que não tem condições de viver e aquele que não tem valor” (Hitler)

Traudl Junge, secretária de Hitler durante a 2ª Guerra, relata no livro Até o Fim (Ediouro) suas impressões a respeito do Führer enquanto conviveu com ele e seus colaboradores na “Toca do Lobo”, como era chamado o quartel-general nazista. Toda a informação que podia obter da guerra era cuidadosamente fornecida pelo próprio Hitler e seus imediatos, que faziam questão de transmitir a maior tranquilidade e segurança. Tendo vivido nesse período cercada de conforto e amenidades, Traudl conta que, ao fim da guerra, enfrentou imensa dificuldade para acreditar que Hitler, uma pessoa extremamente cortês e paternal, pudesse ter cometido tamanhas atrocidades. Passou anos do pós-guerra procurando entender como é que havia sido “tão ingênua e alienada durante o período em que esteve tão próxima do centro das decisões”, segundo o texto da contracapa do livro.

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Darwin e as mulheres

“A distinção principal nos poderes mentais dos dois sexos reside no fato de que o homem chega antes que a mulher em toda ação que empreenda (sic), requeira ela um pensamento profundo ou então razão, imaginação, ou simplesmente o uso das mãos e dos sentidos”. Depois dizem que a Bíblia é machista!

As “respostas” de Darwin, a seguir, foram todas extraídas do seu livro A Origem do Homem e a Seleção Sexual, com tradução para o português por Attílio Cancian e Eduardo Nunes Fonseca, publicado pela Hemus Editora.

Afinal, como o senhor vê a mulher em relação ao homem? Em que sentido o homem difere exatamente da mulher?

“O homem é mais corajoso, belicoso e enérgico e possui um espírito mais inventivo. O seu cérebro é muito maior, sem dúvida, mas ainda não se conseguiu constatar se é ou não proporcional às suas maiores dimensões. As crianças masculinas e femininas assemelham-se, como a prole de tantos outros animais cujos adultos diferem notavelmente; também elas se parecem mais com a fêmea do que com o macho adulto. No fim a fêmea assume, porém, alguns caracteres distintivos e na formação do crânio parece assumir um caráter intermediário entre o menino e o homem” (p. 641).

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“Fantástico” tenta desconstruir arca de Noé

         História bíblica vira circo midiático

De vez em quando, a mídia popular secular escancara seus preconceitos, suas contradições e seus paradoxos. A título de comparação, quando a rede Globo de televisão veicula reportagens sobre espiritismo, astrologia e/ou festas católicas que envolvem romarias, adoração de imagens e coisas afins, geralmente o faz em tons positivos, quase com reverência. Certa vez, em um programa matinal, a emissora expôs a fé da apresentadora em sua peregrinação religiosa e em suas demonstrações de penitência. A matéria foi exibida sem críticas, com todo o respeito que, evidentemente, essas coisas merecem. Ocorre que esse respeito e essa “imparcialidade” são relativos, e isso pode ser visto claramente quando o assunto em questão são eventos ou conceitos bíblicos e, pior, quando o tema em pauta é o criacionismo. Aí realmente mudam de tom, deixando claro que preferem respeitar a crença na suposta influência dos astros e dos búzios, nas aparições de supostas almas penadas e na pretensa energia mística de pedaços de madeira, a acreditar que o Universo tenha sido criado pelo Deus da Bíblia e que as histórias de Gênesis sejam factuais.

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Descoberto mecanismo que desliga patas das cobras

A questão é que, segundo a definição, um gene é uma região do DNA que contém o código [e de onde teria vindo esse código? Essa é a grande pergunta...] a partir do qual o organismo é capaz de produzir uma proteína (grosso modo; na prática, a situação é mais complexa). Como as proteínas são as grandes “carregadoras de piano” das células, realizando todo tipo de serviço essencial [sim, são verdadeiros robôs; máquinas moleculares ultraespecíficas e complexas, surgidas do nada...]

A questão é que, segundo a definição, um gene é uma região do DNA que contém o código [e de onde teria vindo esse código? Essa é a grande pergunta…] a partir do qual o organismo é capaz de produzir uma proteína (grosso modo; na prática, a situação é mais complexa). Como as proteínas são as grandes “carregadoras de piano” das células, realizando todo tipo de serviço essencial [sim, são verdadeiros robôs; máquinas moleculares ultraespecíficas e complexas, surgidas do nada…]

[Comentários entre colchetes de Michelson Borges] Transformar lagartos primitivos em serpentes foi um truque complexo e lento operado pela seleção natural, mas uma equipe internacional de cientistas descobriu um possível elemento crucial dessa mágica: uma espécie de fechadura genética capaz de produzir vertebrados terrestres sem patas. [Qual teria sido a vantagem evolutiva em selecionar répteis sem patas que vivem na superfície?] Para ser mais exato, a tal fechadura (na verdade um pequeno trecho de poucas letras químicas de DNA, nos cafundós do genoma das cobras) foi parando de funcionar ao longo da evolução desses répteis [note que, quando os evolucionistas mencionam exemplos reais de “evolução”, o assunto sempre se refere à perda de funções, de órgãos e de informação genética. Nunca há ganho macroevolutivo]. Com isso, um gene essencial para o desenvolvimento dos membros deixou de ser “lido” pelo organismo, o que contribuiu para o surgimento do corpo característico de jiboias, cascavéis e jararacas ao longo de [supostos] milhões de anos. Os dados obtidos pelos pesquisadores podem indicar ainda que a mesma região do DNA esteve ligada a outras transições importantes na [suposta] história evolutiva dos membros dos vertebrados. Continue Reading…

Ciência não exclui Deus

Apesar das opiniões equivocadas no que tange à teologia bíblica e sua relação com o darwinismo, creio que Collins já deu um grande passo do ateísmo ao cristianismo. E demonstra grande coragem ao expor sua fé num meio cético e preconceituoso. Mas ele ainda está a caminho. E quem não está?

Apesar das opiniões equivocadas no que tange à teologia bíblica e sua relação com o darwinismo, creio que Collins já deu um grande passo do ateísmo ao cristianismo. E demonstra grande coragem ao expor sua fé num meio cético e preconceituoso. Mas ele ainda está a caminho. E quem não está?

A revista Veja desta semana (24/01[/2008]) traz entrevista com o biólogo norte-americano que desvendou o genoma humano Francis Collins. Segundo a revista, “Collins é um dos cientistas mais notáveis da atualidade. Diretor do Projeto Genoma, bancado pelo governo americano, foi um dos responsáveis por um feito espetacular da ciência moderna: o mapeamento do DNA humano, em 2001. Desde então, tornou-se o cientista que mais rastreou genes com vistas ao tratamento de doenças em todo o mundo. Collins também é conhecido por pertencer a uma estirpe rara, a dos cientistas cujo compromisso com a investigação do mundo natural não impede a profissão da fé religiosa. Alvo de críticas de seus colegas, cuja maioria nega a existência de Deus, Collins decidiu reagir. Ele lançou há pouco nos Estados Unidos o livro The Language of God (A Linguagem de Deus). Nas 300 páginas da obra, o biólogo conta como deixou de ser ateu para se tornar cristão aos 27 anos e narra as dificuldades que enfrentou no meio acadêmico ao revelar sua fé. ‘As sociedades precisam tanto da ciência como da religião. Elas não são incompatíveis, mas complementares’, explica o cientista.” Continue Reading…

Darwin influenciou A Grande Marcha de Mao Tse-tung

Darwin esteve envolvido em tudo. Para crer no marxismo, alguém tinha de acreditar nas forças inexoráveis empurrando a humanidade, ou pelo menos os eleitos, para o progresso inevitável, através de séries de etapas (que poderiam, contudo, ser puladas). Alguém tinha de acreditar que a história era uma luta de classes violenta, hereditária (quase que uma luta 'racial'); que o indivíduo deve ser severamente subordinado ao grupo; que um grupo iluminado deve liderar o povo para o seu próprio bem; que as pessoas não devem ser humanas para com seus inimigos; que as forças da vitória asseguraram a vitória daqueles que estavam certos e que lutaram. Quem ensinou essas coisas para os chineses? Marx? Mao? Não. Darwin

Darwin esteve envolvido em tudo. Para crer no marxismo, alguém tinha de acreditar nas forças inexoráveis empurrando a humanidade, ou pelo menos os eleitos, para o progresso inevitável, através de séries de etapas (que poderiam, contudo, ser puladas). Alguém tinha de acreditar que a história era uma luta de classes violenta, hereditária (quase que uma luta ‘racial’); que o indivíduo deve ser severamente subordinado ao grupo; que um grupo iluminado deve liderar o povo para o seu próprio bem; que as pessoas não devem ser humanas para com seus inimigos; que as forças da vitória asseguraram a vitória daqueles que estavam certos e que lutaram. Quem ensinou essas coisas para os chineses? Marx? Mao? Não. Darwin

Eu [Enézio] fui ateu marxista-leininista na minha juventude. Darwin sempre foi um ídolo entre os comunistas. Razão? As ideias de luta pela sobrevivência e de que o mais apto sobrevive sempre foram faróis apontando o caminho através da revolução armada para a criação do novo homem. Aqui e ali menciono que ideias têm consequências e que Darwin serviu de influência para Hitler na questão do Holocausto. A Nomenklatura científica rejeita tais “insinuações malévolas” contra o homem que teve a maior ideia que toda a humanidade já teve: a origem das espécies através da evolução por meio da seleção natural. Continue Reading…

Ícone do “fato” da evolução está errado há 60 anos

Mentira perpetuada

                       Mentira perpetuada

A representação artística da suposta macroevolução humana a partir de um hominídeo que mais se parece com um chimpanzé (calma, calma! Eu sei que os evolucionistas afirmam que humanos e macacos teriam evoluído de um suposto ancestral comum, e não o homem evoluído do macaco, como se diz costumeiramente) vem sendo perpetuada à semelhança dos ícones do Che Guevara com boina e do Einstein de língua de fora. O desenho da escadinha evolutiva virou símbolo de um monte de coisas, e está tão disseminado que quase ninguém se pergunta se é real (como também não se pergunta se Che foi mesmo o herói que muitos creem ter sido). Por isso, são muito bem-vindas admissões como a do paleoantropólogo Tim White, que ajudam alguns a sair do estado de dormência e/ou ignorância (e quem sabe ajudem também a fazer com que autores e editores de livros didáticos retirem essa enganação dos livros de Ciências e de História): “A representação unilinear da evolução humana popularizada pela iconografia familiar de uma ‘marcha evolutiva para o homem moderno’ foi provada errada há mais de 60 anos. No entanto, o desenho continua a fornecer um espantalho popular igualmente para cientistas, escritores e editores” (Tim White, “Paleoanthropology: Five’s a Crowd in Our Family Tree”, in Current Biology, feb. 2013)

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica.

Humanos evoluíram para ser maus??

Então, pecado não existe...

                  Então, pecado não existe…

Os humanos modernos (Homo sapiens) evoluíram com uma propensão para matar uns aos outros seis vezes maior do que a média dos mamíferos, herança de nossos [supostos] antepassados primatas que eram tão violentos quanto nós. A conclusão é de um estudo de biologia evolucionária que procurou desvendar as raízes da violência interpessoal na nossa espécie, numa tentativa de responder à antiga questão se ela é fruto de nossa natureza, conforme proposto pelo filósofo britânico Thomas Hobbes em meados do século XVII, ou do ambiente em que fomos criados, como sugeriu o também filósofo franco-genovês Jean-Jacques Rousseau aproximadamente cem anos depois. No estudo liderado por José María Gómez, da Estação Experimental de Zonas Áridas em Almería, Espanha, e publicado na edição desta quarta-feira [28/9/2016] da prestigiada revista científica Nature, os pesquisadores coletaram dados de mais de quatro milhões de mortes entre 1.024 espécies de mamíferos atuais, representando cerca de 80% das famílias dentro dessa classe de animais, assim como em mais de 600 populações humanas espalhadas pela Terra entre 50 mil anos atrás até hoje. Eles então analisaram essas informações em busca da proporção das mortes provocadas por integrantes da mesma espécie – o que entre os humanos incluiu episódios de guerra, homicídios, infanticídios, execuções e outros tipos de violência intencional. Continue Reading…