Por que o darwinismo é falso (parte 2 de 3)

Embriões – A teoria evolucionária precisa de melhor evidência que o registro possa fornecer. Coyne destaca corretamente: “Quando escreveu A Origem das Espécies, Darwin considerou a embriologia a evidência mais forte a favor da evolução.” Darwin tinha escrito que a evidência parecia mostrar que “os embriões das mais distintas espécies pertencentes à mesma classe são mais aproximadamente similares, mas se tornam, quando plenamente desenvolvidos, amplamente dissimilares”, um padrão que “revela a comunidade da descendência”. Na verdade, Darwin pensou que os embriões no estágio inicial “nos mostram, mais ou menos completamente, a condição do progenitor de todo o grupo no seu estado adulto”[15] Continue Reading…

Por que o darwinismo é falso (parte 1 de 3)

Jerry A. Coyne é professor no Departamento de Ecologia e Evolução na Universidade de Chicago. Em seu livro Why Evolution is True [Por que a Evolução é Verdadeira], ele resume assim o darwinismo – a teoria moderna da evolução: “A vida na Terra evoluiu gradualmente com uma espécie primitiva – talvez uma molécula autorreplicante – que viveu há mais de 3,5 bilhões de anos; e depois se ramificou ao longo do tempo, lançando muitas e novas espécies diversas; e o mecanismo para a maior parte da (mas não toda) mudança evolucionária é a seleção natural.”[1]  Continue Reading…

O que é a Teoria do Design Inteligente?

Esse método tem sido usado para detectar complexidade irredutível em diversos sistemas bioquímicos, tais como o flagelo bacteriano. Além disso, quanto mais descobrimos sobre a célula, mais estamos aprendendo que ela funciona como uma fábrica em miniatura, repleta de motores, usinas elétricas, trituradores de lixo, pontos de identificação, corredores de transporte e, mais importante de tudo, CPUs

Muitos têm perguntando: “Mas, afinal, o que é a TDI?” O Teoria do Design Inteligente (TDI) é uma teoria científica que emprega os métodos comumente usados por outras ciências históricas para concluir que muitas características do Universo e dos seres vivos são mais comumente explicadas por uma causa inteligente, não por um processo não guiado como a seleção natural. Os teóricos da TDI argumentam que o designpode ser inferido estudando-se as propriedades informacionais dos objetos naturais para determinar se eles portam o tipo de informação que, em nossa experiência, se originam de uma causa inteligente. A forma de informação que observamos é produzida por uma ação inteligente, e assim indica seguramente o design, que é geralmente verificado por características como a “complexidade especificada” ou a “informação complexa e especificada” (ICE). Um objeto ou evento é complexo se ele for improvável, e especificado se corresponder a algum padrão independente Continue Reading…

“Enigma da cebola” e a complexidade do genoma humano

Se o genoma humano é, realmente, desprovido de DNA lixo como é sugerido pelo projeto ENCODE, então, um processo evolucionário longo e não guiado não pode explicar o genoma humano. Se, por outro lado, os organismos são intencionalmente projetados, então todo o DNA, ou tanto quanto possível, deve exibir função. Se o ENCODE estiver certo, então a evolução está errada

Frequentemente, tem sido citado o “teste de cebola”, o qual demonstra que as células de cebola tem muitas vezes mais DNA do que as células humanas. E uma vez que a cebola é considerada relativamente simples em comparação com os humanos, os evolucionistas alegam que essa discrepância só pode ser reconhecida se a preponderância do seu DNA for, na verdade, lixo ou não funcional. O termo “teste de cebola” foi cunhado pela primeira vez em abril de 2007 pelo biólogo evolutivo canadense T. Ryan Gregory. em seu blog.[1] Daí em diante, outros evolucionistas, como o geneticista brasileiro Marcelo Nóbrega, têm reproduzido o mesmo questionamento retórico: “Se nosso genoma de três bilhões de letras reflete a dita complexidade orgânica, como então justificar o genoma da cebola, com 15 bilhões de letras? Será que é tão mais complicado colocar uma camada de cebola sobre a outra do que construir um cérebro humano?”[2] Continue Reading…

Motor da evolução ou mais design (super)inteligente?

Foi uma descoberta chocante, porque, antes dela, o dogma central da biologia molecular dizia que os genes estavam no DNA, eram expressos por algum tempo no código temporário do RNA e, então, eram traduzidos em proteínas, que executavam as tarefas no sistema. Assim, esperava-se que os humanos tivessem muito mais genes e muito mais proteínas do que um verme, por exemplo. Mas isso não ocorre

O trabalho do cientista australiano John Mattick tem contribuído para derrubar paradigmas tradicionais da genética. Segundo o professor da Universidade de Queensland, em Brisbane, a programação genética dos organismos multicelulares foi essencialmente mal compreendida durante os últimos 50 anos. O equívoco, conta, residia no pressuposto de que a maior parte da informação era codificada em proteínas por meio do RNA, cujo papel seria reduzido à transcrição desses dados. As pesquisas coordenadas por Mattick, no entanto, ligaram o RNA não-codificador de proteínas à evolução de organismos complexos, à diversidade biológica e à cognição, contribuindo para o desenvolvimento do campo da epigenética – o estudo da parcela de 99% do genoma que não codifica proteínas. […] Em entrevista concedida à Agência Fapesp, Mattick destacou que o RNA não-codificador de proteínas – até há pouco tempo conhecido como “DNA lixo” – tem um papel regulatório tão importante que pode ser comparado a um software que controla todo o sistema dos organismos complexos. Continue Reading…

Jejum faz as células se comerem e renova o organismo

        Ohsumi ganhou o Nobel de medicina

Não é dieta ou regime. Os cientistas estão pesquisando como o jejum ou o corte radical de calorias pode promover o aumento da expectativa de vida. A alimentação equilibrada e rica em nutrientes é fundamental para uma boa saúde. Porém, já é sabido que a privação de alimentos de forma controlada pode ativar mecanismos de autodefesa das células que garantem a elas maior longevidade. É isso que se traduz em benefícios para todo o organismo. Tudo por causa da autofagia. Ela é um mecanismo importante de autolimpeza que existe em todas as células de nosso corpo. Os genes que regulam essa reciclagem de organelas velhas ou malformadas foram identificados por Yoshinori Ohsumi, ganhador do Nobel de medicina deste ano. A redução da autofagia leva ao acúmulo de componentes danificados, o que está associado à morte das células e ao desenvolvimento de doenças. Assim, manter o mecanismo ativo seria uma forma de prevenir problemas futuros. Continue Reading…

A origem da vida pode mesmo estar no barro

           Dados suportam o relato bíblico

Na Bíblia, podemos aprender que Deus criou todas as formas de vida − plantas, aves, peixes, animais terrestres e o ser humano – literalmente através do barro. Em Gênesis 2:7, vemos que “o Senhor Deus formou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida”. Já em Gênesis 2:19 é dito que “formou da terra todos os animais do campo e todas as aves do céu”. Portanto, com um sopro, aquilo que era barro se tornou ossos, articulações, tendões, músculos, nervos, vasos sanguíneos, olhos, ouvidos – um ser vivo. Assim, nós, criacionistas, acreditamos por meio de uma fé racional que Deus tenha criado do barro toda a vida. Mas o que a ciência tem a nos dizer? Seria possível que o barro contivesse os elementos essenciais para o ato da criação? O químico Dr. Edwin Emery Slosson (1865–1929) ficou fascinado ao constatar a coerência da afirmação bíblica ao encontrar uma precisão química entre os elementos presentes no barro e no corpo humano: “No pó da terra há dezesseis elementos químicos diferentes, e no corpo humano há esses mesmos dezesseis elementos químicos!”[1] Slosson fez essa afirmação, destacando que havia ainda outros elementos a serem descobertos e que apesar de seus esforços, ainda não havia conseguido identificá-los. Continue Reading…

A Bíblia não é um livro científico, mas…

O que está relatado na Bíblia definitivamente funciona

As diversas áreas de estudo e as ferramentas da ciência nos fornecem subsídios para ler e interpretar a Bíblia com outros olhos. Gosto de usar a metáfora dos “dois livros do Criador” conhecida originalmente pela afirmação do físico e astrônomo italiano Galileu Galilei. No ano de 1613, em uma carta de Galileu Galilei endereçada a Benedetto Castelli, Galilei disse que tanto a natureza quanto a Bíblia são obras de Deus; são, portanto, dois livros desprovidos de erro e não podem se contradizer.[1: p. 282] No entanto, para Galilei, a natureza e a Bíblia são dois livros escritos em linguagens diferentes, com finalidades diferentes, não se podendo lê-los da mesma forma. Por sua vez, em 1905 a escritora cristã Ellen White, a fim de demonstrar que não há conflito real entre ciência e Bíblia, disse o seguinte: “Na verdadeira ciência, nada pode haver que esteja em contradição com o ensino da Bíblia; uma vez que procedem ambas do mesmo Autor, a verdadeira compreensão delas demonstrará sua harmonia.”[2: p. 462] Concordo com os dois autores citados acima ao afirmar que ambos os livros se complementam. Continue Reading…

A serpente do Éden tinha patas (e a ciência confirma)

Achado surpreendente (e bíblico!)

            Achado surpreendente (e bíblico!)

A revista Science desta quinta feira [23/7/2015] publicou um artigo sobre o fóssil de uma serpente de quatro patas (confira aqui), o que chamou a atenção de muita gente, especialmente dos que conhecem bem o relato bíblico da criação e da queda do ser humano. O fóssil, encontrado na Formação Crato, na Bacia do Araripe, interior do Ceará, está circundado por fezes de peixes igualmente fossilizadas, o que sugere que o animal morreu soterrado por água e lama. Segundo os pesquisadores, essa cobra de quatro patas vivia no supercontinente Gondwana, integrante da parte sul da Pangea. É bom lembrar que o livro do Gênesis descreve a serpente como um ser que, depois do pecado, passou a rastejar. Portanto, antes disso, ela se locomovia de outra forma. Não seria esse fóssil um remanescente daqueles seres primordiais quadrúpedes que teria sido preservado sob uma grande inundação? Infelizmente, muitos cientistas ainda consideram a história bíblica um mito. No artigo abaixo, o colaborador Everton Alves detalha o assunto [Blog Criacionismo]: Continue Reading…

Carbono 14 encontrado em ossos de dinossauros

Será que eles têm milhões de anos?

         pesSerá que eles têm milhões de anos?

“Buscai e achareis”: criacionistas entram livremente onde nenhum evolucionista jamais esteve

Com o recente anúncio de tecidos moles em fósseis de ossos de dinossauros em museus, a questão que se levanta é a seguinte: Haverá carbono 14 (C-14) nesses tecidos? Devido à meia-vida do isótopo (5.730 anos), não deveria haver nenhum C-14 detectável após 100 mil anos. Assim, a presença de uma quantidade mensurável de C-14 nos fósseis de ossos invalidaria a crença/consenso de que os dinossauros teriam vivido e se tornado extintos há mais de 65 milhões de anos. Paleontólogos evolucionistas consideram um desperdício de tempo testar C-14 em fósseis de ossos de dinossauros. Não se deve encontrar nada ali. Ossos com milhões de anos de idade, incluindo os de todos os dinossauros, devem estar “radiocarbonicamente inertes”. Mas, como Mary Schweitzer disse sobre os tecidos moles em geral: “Se você não quer, você não vai encontrar. Mas se você fizer isso, nunca se sabe.”

Os membros da Creation Research Society (CRS), uma organização de cientistas criacionistas bíblicos que existe desde 1963, começaram a investigação. Na edição de primavera de 2015 da revista revisada por pares CRS Quarterly (51:4), dois pesquisadores publicaram um artigo especial sobre os resultados de seu projeto iDINO: uma pesquisa sobre os restos de tecidos moles em ossos de dinossauros. (Esse número foi preparado e impresso antes do anúncio feito na Nature Communications.) O anúncio bombástico de que foi encontrada uma proporção mensurável de C-14 em fósseis de ossos de dinossauros. Brian Thomas e Vance Nelson relataram:

“Quantidades mensuráveis de radiocarbono têm sido consistentemente detectadas dentro de materiais carbonáceos por todos os estratos fanerozoicos. Sob pressupostos uniformitaristas, esses estratos não deveriam conter quantidades mensuráveis de radiocarbono. Secularistas afirmam que esses resultados desafiadores são decorrentes de contaminação sistemática, mas a hipótese de contaminação endógena deve ser considerada. Assumindo que esses estratos foram em grande parte depositados pelo dilúvio de Noé, que teria acontecido dentro do prazo da detectabilidade de radiocarbono com equipamentos modernos, sob pressupostos uniformitaristas, propomos que os fósseis de todas as três eratemas, incluindo fósseis de dinossauros, deveriam conter também quantidades mensuráveis de radiocarbono. Consistente com essa hipótese, relatamos quantidades detectáveis de radiocarbono em todas as nossas 16 amostras. As tentativas de refutar nossa hipótese fracassaram, incluindo uma comparação de nossos dados com publicações anteriores de fósseis datados com carbono. Conclui-se que fósseis e outros materiais carbonáceos encontrados em todos os estratos fanerozoicos contêm quantidades mensuráveis de radiocarbono provavelmente endógeno.”

Thomas e Nelson começaram a prever a presença de radiocarbono em ossos de dinossauros com base em relatos publicados de radiocarbono mensurável em carvão, diamantes e outros materiais assumidos por geólogos evolucionistas como tendo milhões de anos de idade. Eles coletaram 16 amostras de 14 espécimes fósseis de peixes, madeira, plantas e animais de toda a coluna geológica, Mioceno a Permiano, de todas as três eras: Cenozoica, Mesozoica e Paleozoica. As amostras vieram de uma variedade de locais ao redor do planeta, incluindo Canadá, Alemanha e Austrália. Cerca de metade pertencia a ossos de dinossauros (sete espécimes). Todas as amostras foram preparadas seguindo os procedimentos convencionais para remover a possibilidade de contaminação, e, em seguida, submetidas a um laboratório para a espectrometria de massa atômica (AMS).

Inesperadamente, todas as 16 amostras submetidas à medição continham C-14. Encontramos quantidade mensurável de C-14 em todas as 14 amostras de nossos fósseis, dinossauros e outros. Além disso, verificou-se uma consistência surpreendente nesses dados, que variaram de cerca de 17.850 a 49.470 anos de radiocarbono.

Deve ser entendido que o termo “anos de radiocarbono” não indica necessariamente verdadeiras idades das amostras, pois a calibração depende de suposições sobre as condições atmosféricas anteriores a essas datas que se podem comprovar frente a registros arqueológicos. Não era objetivo do projeto datar os espécimes, mas simplesmente determinar se ainda havia a presença de radiocarbono.

No artigo, os pesquisadores consideraram se acaso foi um dia ruim no laboratório em que eles realizaram os testes, levando a resultados uniformemente tendenciosos. Isso, argumentam eles, é altamente improvável, porque outros quatro laboratórios reportaram a presença de radiocarbono em amostras que se pensava ter milhões de anos. Esses relatórios se comparam favoravelmente com os novos resultados, obtendo-se as idades de radiocarbono no mesmo intervalo finito. Surpreendentemente, não importa se os espécimes são designados como do Cenozoico, Mesozoico ou Paleozoico: cada época abrange o intervalo de “idades” radiocarbônicas resultantes de testes.

Eles também consideraram se águas subterrâneas puderam ter infiltrado C-14 no interior das amostras. Nesse caso, seria de se esperar que amostras provenientes de condições mais secas fossem diferentes daquelas de locais mais úmidos, ou porções recolhidas do interior de um osso diferissem das mais próximas do exterior. Nenhuma dessas tendências foi encontrada; além disso, as datas obtidas foram consistentes com os resultados publicados anteriormente de um fóssil a 900 metros de profundidade, bem abaixo do lençol freático.

Como as idades de radiocarbono são recentes em várias ordens de magnitude do que é comumente aceito, e são consistentes em seus limites superior e inferior, independentemente do local ou da era assumida, os autores concluem que todos os estratos geológicos com seus fósseis devem ter sido depositados em um curto período, conforme descrito no registro histórico do dilúvio bíblico.

Os outros cinco artigos nos CRS Quarterly fornecem um suporte cumulativo para esse novo e fundamental teste de idades de fósseis:

Brian Thomas analisou relatórios de biomateriais originais em fósseis.

Mark Armitage apresentou seus resultados de achados de tecidos moles em chifres de um Triceratops da Formação Hell Creek, em Montana. (Esta é uma atualização para um periódico criacionista de seu artigo anterior [originalmente publicado na Acta Histochemica no ano passado]) e que lhe custou a expulsão da Universidade Estadual da Califórnia, em Northridge).

Kevin Anderson criticou a teoria de que o tecido mole não seria primordial, mas apenas um molde feito pelo biofilme bacteriano.

John M. e Edward Boudreaux de Massa investigaram processos que levam à degradação dos peptídeos.

Timothy Clarey, geólogo associado do Institute for Creation research (ICR), descreveu as características temporais e geológicas da Formação Hell Creek.

Thomas e Nelson se esforçaram para tentar falsear seus próprios resultados, mas alguns evolucionistas, sem dúvida, permanecerão insatisfeitos com qualquer artigo publicado em um periódico criacionista. Agora que a Nature – periódico científico secular líder no mundo – relatou que tecidos moles em ossos de dinossauros parecem ser comuns, começa a corrida para encontrar mais. Chegará o momento em que os não criacionistas serão levados a realizar seus próprios testes de C-14 para eliminar qualquer tipo de dúvidas.

No editorial de abertura da revista, o Dr. Danny Faulkner diz que “é conveniente que os criacionistas assumam a liderança no estudo dos tecidos moles em fósseis”, dado que o mundo científico “apenas aceitou com relutância” as evidências de tecidos moles. Permanece mais trabalho para o projeto iDINO (Investigação de Osteotecidos Intactos de Dinossauros), ele diz, e já começaram as filmagens preliminares para um vídeo. O projeto CRS é inteiramente financiado por doações privadas.

Fonte: Texto traduzido do original Coppedge[1] por Everton F. Alves, enfermeiro e mestre em Ciências da Saúde pela UEM e diretor de ensino do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira [NUMAR-SCB].

Nota do autor: “Cientistas criacionistas estão assumindo a liderança! O que os criacionistas da Terra antiga e os evolucionistas vão fazer agora? Esses achados, basicamente, colapsam toda a coluna geológica, e destroem a narrativa evolucionista de milhões de anos. Irão abaixo os rótulos dos parques nacionais, filmes de Hollywood e as descrições de dinossauros de brinquedos nas lojas de presentes em museus. Devido a tudo o que está em jogo, podemos esperar que alguns evolucionistas reagirão como os velociraptores. Não há necessidade de responder na mesma moeda; apenas foque nos resultados e diga: ‘Aqui estão os dados científicos. Você tem uma teoria melhor?’

“Se um adepto da Terra velha responder: ‘Sim, mas os dados também não se encaixam em sua cronologia bíblica’, deve-se insistir: ‘Esses dados refutam os milhões de anos. Sim ou não?’ Se a resposta for ‘sim’, então a pergunta mudou. Não se trata mais sobre se os ossos de dinossauros são jovens, mas simplesmente quão jovem eles são. Essa é uma questão interessante e muito válida, contudo, desde os fósseis do Cambriano até Lucy entraram em colapso em uma linha do tempo que é de ordens de grandeza mais jovem do que foi ensinado a todos nós; agora se trata de uma partida totalmente diferente, na qual Darwin já não tem papel de árbitro.”

Referência:

[1] Coppedge D. “Carbon-14 Found in Dinosaur Bone.” Creation-Evolution Headlines(18/6/2015). Disponível em: http://crev.info/2015/06/c14-dinosaur-bone/