O pecado eterno e a procedência do Juiz durante o juízo pré-advento

O TronoNatureza carnal versus pecado acariciado, Fé viva versus ausência das obras O pecador que está no processo de salvação não deve se desanimar ao perceber a insistência de sua natureza pecaminosa, pois ela sobreviverá até o fim do julgamento e o retorno libertador do Senhor (I Co 15:50-58). É claro que o filho de Deus não confunde essa sobrevivência teimosa da carne com mornidão espiritual (Ap 3:16) ou secularização (Rm 13:12-14 e I Jo 2:15-17)! A permanência da natureza caída em alguém que é “nova criatura” (II Co 5:17)  não impede a produção do fruto do Senhor Espírito no caráter (Gl 5:16, 22-25). Não quero dizer com isto que as boas obras de uma pessoa são sua garantia de salvação; a Bíblia afirma que Lúcifer foi perfeito (suas obras eram perfeitas) até escolher ser imperfeito (Ez 28:15). O acerto de hoje não é tudo, portanto. Só o amor de Deus é garantia de salvação, mais especificamente a presença do Espírito Santo na alma (Ef 1:13 e 14). Contudo, crer nisto, somente, não vale de nada! A fé não existe sem as boas obras. O bom caráter não existe sem o reto estilo de vida. “Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo? Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente. Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta” (Tg 2:14, 24 e 26). “Portanto, os meus estatutos e os meus juízos guardareis; cumprindo-os, o homem viverá por eles. Eu sou JAVÉ” (Lv 18:5). Fé na Bíblia é sinônimo de obediência a Deus; não tem nada que ver com o assentimento intelectual improdutivo, como se percebe nas práticas religiosas hodiernas, seja aqui no ocidente ou lá no outro lado do mundo! Esse costume se manifesta, por exemplo, em ir à igreja (inclusive às quartas-feiras) e só. Em datar para o futuro mudanças que já deveriam ter ocorrido, pois Deus não é fraco! Em colocar na mente que aqueles que advertem e apelam para reformas no estilo de vida estão querendo obrigar os outros a pensar e agir como eles mesmos. Em falar mais sobre o amor (pseudo-amor) ao próximo ignorando-se outros mandamentos de Deus! Enfim, o tempo não é um aliado dos religiosos acomodados com anos e anos de igreja, mas que produziram pouca ou nenhuma mudança duradoura e visível! 

Lembremo-nos do fracasso do povo judeu: “Portanto eu lhes digo que o Reino de Deus será tirado de vocês e será dado a um povo que dê os frutos do Reino” (Mt 21:43, NVI). Os salvos são inimigos da serpente e nunca simpatizantes dela e das suas obras (Gn 3:15 e I Jo 2:15-17) e o comportamento deles evidencia isto! Portanto, ter medo do julgamento deve ser um alerta para uma mudança imediata e radical no descompromisso ou hipocrisia para com Deus e uma enorme oportunidade para a investigação das Escrituras (Ap 18:4 e II Tm 2:15). O Espírito não abandonará nenhuma alma que luta contra o pecado (Sl 51:11 e 17). Se o meu nome foi (ou for) riscado do Livro da Vida em algum momento entre 22 de outubro de 1844 até a volta de Jesus, biblicamente este não será o motivo para a retirada do Senhor Espírito de minha alma. Porém, a recíproca é verdadeira – o Espírito irá retirar-se de alguém por causa de sua teimosia. Logo, esse alguém será riscado do Livro para sempre (confira a história do riscado rei Saul em I Sm 16:14-23 e 31:1-6 e compare-a com a do salvo Sansão descrita anteriormente!), pois completou ou cometeu o “pecado eterno” (Mc 3:29). Nunca ocorre a situação em que Jesus pede para o divino Espírito sair de alguém por Ele riscar o nome desse indivíduo. Obviamente, por uma questão de organização e planejamento divinos (At 17:31) o apagar o nome (Ap 3:5) pode acontecer antes da saída do Espírito Santo da vida do pecador impenitente, e isto de 22 de outubro de 1844 pra cá; e isto só reforça a honestidade de Deus, pois Suas criaturas assistirão (em alguma(s) das 4 etapas do Juízo de Deus) o momento aterrador e irreversível quando a alma rejeita decididamente o penhor de sua salvação (Ef 1:14 e 15). O Juiz apenas antevê essa decisão, não a toma pelo réu! Já que mencionei a organização da Trindade também no assunto julgamento dos pecadores, permita-me fazer-lhe pensar sobre e enxergar na Bíblia dois raciocínios decorrentes desse planejamento divino no juízo:

   1)   Deus não divulga a ocorrência da saída do Espírito Santo da alma ou o momento do pecado contra o Espírito Santo, senão no ato do juízo, o qual começou a 167 anos atrás! Vou explicar: Saul completou este pecado logo após desobedecer à ordem divina em I Sm 15. Sim, uso o verbo completar para descrever a conduta ímpia do rei Saul com relação a voz de JAVÉ por meio do profeta Samuel. O pecado contra o Senhor Espírito não é um ato, mas um conjunto deles (por favor, leia “O que é o Pecado Contra o Espírito Santo” e “O Perigo de Retornar ao Pecado”). Como ilustração, comparo o processo desse pecado com o processo de enchimento da ira divina: “lembrou-se Deus da grande Babilônia para dar-lhe o cálice do vinho do furor da sua ira” (Ap 16:19). “Na mão do Senhor está um cálice cheio de vinho espumante e misturado; ele o derrama, e todos os ímpios da terra o bebem até a última gota” (Sl 75:8, NVI); “também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira” (Ap 14:10). Inclusive Jesus bebeu deste terrível cálice que representa a ação divina contra o pecado e o mal (Jo 18:11)! Quando a última gota que faltava para completar a taça da ira divina pinga dentro dela, então o “cálice cheio” é derramado sobre o pecador responsável por insistir em enchê-lo com seus pecados desafiadores! O Senhor Jesus bebeu deste cálice, recebeu “a cólera de Deus” no lugar do pecador salvo, que está no processo de transformação do caráter. Bem assim é com o processo pecaminoso de rejeição ao Espírito de Deus. Jesus, como Homem, sofreu a saída do Seu Companheiro de Divindade (Mt 27:46) no lugar do pecador redimido! Porém, o pecador teimoso expulsa Deus de sua vida paulatina ou rapidamente até completar esse diabólico processo (veja que, além de o Diabo está envolvido diretamente no pecado contra o Deus Espírito, ele também não possui nada da Divindade dentro de si, cf. Jo 14:30). Com Saul, aparentemente, o cálice se encheu rapidamente. Já o de Sansão não chegou a última gota! Somos diferentes, temos oportunidades diferentes e, se fazemos escolhas distintas, por certo que nossas taças serão diferentemente preenchidas ou uma será completamente preenchida e a outra não! Não é o Senhor Espírito quem decide, mas cada um de nós! “E o Espírito de JAVÉ se retirou de Saul” (I Sm 16:14, Almeida Corrigida e Revisada Fiel).  Note, no entanto, que Deus não espalhou essa notícia, nem entregou o perdido Saul a Satanás; Ele nem mesmo o abandonou (cf. I Sm 16:15-23)! Antes, por meio de Davi, o protegia de “um espírito maligno” que o atormentava (para entender a expressão bíblica “um espírito maligno enviado de Deus”, por favor, leia “A Crise de Raiva do Rei Saul e a Profecia de Micaías”). Ou seja, mesmo o pecador perdido, sem chances de salvação ainda assim recebe de JAVÉ, os Três, assistência e certa proteção contra Satanás! Deus é misericordioso incondicionalmente. Ele não só ama os que O amam (Mt 5:23-28).

   2)  Alguns nomes riscados ao cometerem o “pecado eterno” e outros antes “Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno” (Mc 3:29). “Então, disse JAVÉ a Moisés: Riscarei do meu livro todo aquele que pecar contra mim” (Êx 32:33). Nestes dois importantes textos, Jesus é Aquele que está falando (Jo 8:58)! E Ele afirma sem dar margem para dúvidas que a alma perde eternamente a chance de salvação ao completar o pecado contra o Senhor Espírito e tem seu nome automaticamente riscado do Seu Livro, “o Livro da Vida do Cordeiro” (Ap 13:8). Com isto podemos afirmar que Saul, por exemplo, teve seu nome apagado do Livro da Vida em I Sm 16:14, pois naquele momento “o Espírito de JAVÉ se retirou de Saul”. A Bíblia não menciona em nenhum lugar (pelo menos até hoje não encontrei) a possibilidade de o Espírito de Deus se retirar de alguém antes do “pecado eterno”. Por outro lado, uma vez que o julgamento divino teve data para começar (Jó 24:1 e At 17:31) e terá data para terminar (At 1:7 e Ap 22:11), há uma implicação lógica singular aqui: alguns pecadores impenitentes terão seus nomes riscados antes mesmo de cometerem o pecado contra o Espírito Santo! Isto não é difícil de entender pelo seguinte: ao Jesus começar a julgar em 22/10/1844 A.D., Ele começou por um nome, possivelmente Adão, “porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada” (I Pe 4:17) e Adão foi o primeiro membro da “casa de Deus” no sentido de ter professado possuir “aliança” com Deus, cf. Os 6:7. De Adão Jesus passou a Eva depois a Caim (ele ofereceu sacrifícios, lembra-se?), Abel, Sete, etc. Não é difícil para os assistentes judiciários do Santuário celestial reconhecerem a justiça e a misericórdia divinas no trato com todos esses professos filhos de Deus. Alguns deles até já sabem o veredito de Jesus antes mesmo de ser pronunciado sobre esses pecadores mortos, pelo fato de terem acompanhado muito da vida deles (I Pe 1:12)! 

Alguns assistentes com sua poderosa memória angelical se lembram de quando o Senhor Espírito se retirou de alguns falsos filhos de Deus, como Saul, fazendo com que JAVÉ riscasse imediatamente seus nomes de Seu Livro! Contudo, outros assistentes divinos precisaram observar atentamente o julgamento efetuado por Cristo, em Seu tribunal, até o momento da sentença, para confirmarem (Sl 19:9) a honestidade do Juiz e Seu amor incondicional por cada alma. (Nota: o ato de Deus “retirar”, “riscar” ou “apagar” um nome de Seu Livro não implica que o pecador condenado em questão não será julgado novamente no juízo pré-advento! At 17:31 e Sl 75:2 Nova Bíblia Viva). Avançando na lista de nomes, naturalmente Jesus chegará naqueles cujos donos estarão vivos ainda! E agora? Se o Juiz esperasse até a saída do Espírito Santo desses pecadores vivos ou até a morte deles, nunca haveria o retorno de Jesus a Terra, você percebe? Sempre haverá bebês nascendo e a Bíblia não menciona nenhuma pandemia de esterilização no tempo do fim! 

Consequentemente, o Supremo Juiz decidirá o caso dos vivos assim: tanto os que serão salvos quanto os teimosos, possivelmente, Ele revelará aos assistentes do tribunal o futuro e os frutos antes incubados, mas agora manifestos pela onisciência divina (Jó 34:23 e Jo 6:64). Os salvos serão selados (Ez 9:4, Ef 4:30, Ap 7:3 e 22:11) e os ímpios não serão selados pelo Espírito, embora Ele ainda deva trabalhar neles e por eles até que confirmem a predição do Juiz, cometendo (ou completando) o “pecado eterno”! Isto não é predeterminação ou predestinação divina, mas organização e honestidade em Seu julgamento já que Sua onisciência não altera o futuro, embora o conheça perfeitamente e o revele para aqueles a quem Ele desejar (Am 3:7), e,  além de tudo isso, Ele deu tempo suficiente para todos os seres humanos escolherem seu destino, deu tempo para Satanás e seus anjos revelarem completamente seus caracteres e possui um “dia e hora” marcados para retornar a Terra e resgatar Seus servos fiéis! (Mt 24:36) Certamente os funcionários do Santuário assim louvam desde o início do Julgamento: “A sua justiça é firme como as montanhas, e as suas decisões são sábias e profundas como o grande mar. JAVÉ protege a vida tanto dos homens quanto dos animais” (Sl 36:6, Nova Bíblia Viva). Mas, em breve, quando tudo o que os olhos do Todo-poderoso Juiz anteciparam se cumprir exatamente como Ele revelara, creio que Seus assistentes seu unirão aos salvos e cantarão: “Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus todo-poderoso. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações. Quem não te temerá, ó Senhor? Quem não glorificará o teu nome? Pois tu somente és santo. Todas as nações virão à tua presença e te adorarão, pois os teus atos de justiça se tornaram manifestos” (Ap 15:3,4). Hendrickson Rogers

Lista de todos os capítulos desta odisseia soterio-escatológica:

Introdução: Quantas vezes Jesus inscreve e risca um nome no Livro da Vida?

  1.   A) O Livro da Vida e o Julgamento dos terráqueos que começou há mais de 166 anos!
  2.    B) O Juízo na Volta de Jesus.
  3.    C) O Juízo Milenário no Céu.
  4.    D) O Juízo Final.
  5.    E) O Novo Céu do Universo.
  6.    F) A tecnologia divina usada no Julgamento da Terra.
  7.    G) Meu destino pode já ter sido decidido no juízo pré-advento?
  8.    H) O pecado eterno e a procedência do Juiz durante o juízo pré-advento.
  9.   I) Momentos anteriores e posteriores ao encerramento do Juízo no Santuário Celestial.
  10.    J) As 7 últimas Pragas, o Espírito Santo, a Trindade do Mal e os Selados!
  11.    K) O Papado, a Marca da Besta, o Sábado e o Caráter.
  12.   L) O Falso Protestantismo, o Papado, os EUA e o Remanescente Fiel no Armagedom.

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Deus não opera milagre para evitar que eu sofra a colheita de minhas más ações!

O Senhor manda-nos advertências, conselhos e repreensão, para que tenhamos oportunidade de corrigir nossos erros, antes de se tornarem nossa segunda natureza. Mas se recusamos ser corrigidos, Deus não intervém para frustrar as tendências de nosso próprio procedimento. Ele não opera milagre para que a semente semeada não germine e produza fruto.
O homem que manifeste uma infiel audácia ou uma obstinada indiferença para com a verdade divina, estará apenas colhendo o produto de sua própria sementeira. Essa tem sido a experiência de muitos. Ouvem com estoica indiferença as verdades que outrora lhes comoviam a alma. Semearam a negligência, a indiferença e a resistência à verdade; e tal é a colheita que recolhem.
A frieza do gelo, a dureza do ferro, a impenetrável e insensível natureza do granito – tudo isto encontra um paralelo no caráter de muitos professos cristãos.
Foi assim que Deus endureceu o coração de Faraó. Deus falou ao rei egípcio pela boca de Moisés, dando-lhe as mais impressionantes provas do poder divino; mas o rei recusou, obstinadamente, a luz que o teria levado ao arrependimento. Deus não mandou que um poder sobrenatural endurecesse o coração do rebelde rei, mas como Faraó resistisse à verdade, o Espírito Santo Se retirou, e ele se deixou ficar nas trevas e incredulidade que preferira. 

Pela persistente rejeição da influência do Espírito, os homens se desligam de Deus. Ele não tem em reserva instrumento mais poderoso, para iluminar-lhes a mente. Nenhuma revelação de Sua vontade pode alcançá-los em sua incredulidade. (Mente, Caráter e Personalidade, p.33)

E hoje, quem está entrando na arca e quem está escolhendo ficar fora dela?!

[Antes do
dilúvio] Deus outorgara a esses antediluvianos muitas e ricas dádivas; mas
usaram a Sua generosidade para se glorificarem, e as tornaram em maldição,
fixando suas afeições nos dons em vez de no Doador. Empregaram o ouro e a
prata, as pedras preciosas e as madeiras finas, na construção de habitações
para si, e se esforçaram por sobrepujar uns aos outros no embelezamento de suas
moradas, com a mais destra mão-de-obra. Procuravam tão-somente satisfazer os
desejos de seu orgulhoso coração, e folgavam em cenas de prazer e impiedade.
Não desejando conservar a Deus em seu conhecimento, logo vieram a negar a Sua
existência. Adoravam a Natureza em lugar do Deus da Natureza. Glorificavam o
gênio humano, adoravam as obras de suas próprias mãos, e ensinavam seus filhos
a curvar-se ante imagens de escultura.
É uma lei do
espírito humano que, pelo contemplar, somos transformados. O homem não se
elevará acima de suas concepções sobre a verdade, pureza e santidade. Se o
espírito nunca é exaltado acima do nível da humanidade, se não é pela fé
elevado a contemplar a sabedoria e o amor infinitos, o homem estará
constantemente a submergir mais e mais. Os adoradores de deuses falsos vestiram
suas divindades com atributos e paixões humanas, e assim sua norma de caráter
se degradou à semelhança da humanidade pecadora. Corromperam-se consequentemente.
“Viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a Terra, e que toda
a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.” “A Terra,
porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a Terra de
violência.” Gên. 6:5 e 11. Deus dera ao homem os Seus mandamentos, como regra
da vida; mas Sua lei era transgredida, e todos os pecados imagináveis foram o
resultado. A impiedade do homem era franca e ousada, a justiça pisada no pó, e
os clamores dos opressos chegava até o Céu.
Por entre a
corrupção prevalecente, Matusalém, Noé, e muitos outros, trabalhavam para
conservar vivo o conhecimento do verdadeiro Deus, e conter a onda dos males
morais. Cento e vinte anos antes do dilúvio, o Senhor, por meio de um santo
anjo declarou a Noé o Seu propósito, e ordenou-lhe construir uma arca. Enquanto
construía a arca, deveria ele pregar que Deus traria um dilúvio de água sobre a
Terra para destruir os ímpios. Os que cressem na mensagem, e se preparassem
para aquele acontecimento pelo arrependimento e reforma de vida, encontrariam
perdão, e seriam salvos.
Enquanto Noé
estava a apregoar sua mensagem de advertência ao mundo, suas obras testificavam
de sua sinceridade. Assim foi que sua fé se aperfeiçoou, e se evidenciou. Ele
deu ao mundo o exemplo de crer precisamente o que Deus diz. Tudo quanto
possuía, empregou na arca. Ao começar a construir aquele imenso barco em terra
seca, vinham de todos os lados multidões para verem a estranha cena, e ouvir as
palavras sinceras, fervorosas, do pregador original. Cada pancada desferida na
arca era um testemunho para o povo. Muitos a princípio pareceram receber a
advertência; não se voltaram, todavia, para Deus, com verdadeiro arrependimento.
Não estavam dispostos a renunciar seus pecados. Durante o tempo que se passou
antes da vinda do dilúvio, sua fé foi provada, e não conseguiram suportar a
prova. Vencidos pela incredulidade prevalecente, uniram-se afinal a seus
companheiros anteriores, rejeitando a solene mensagem. Alguns ficaram
profundamente convencidos, e teriam atendido às palavras de aviso; mas tantos
havia para zombar e ridicularizar, que eles partilharam do mesmo espírito,
resistiram aos convites da misericórdia, e logo se acharam entre os mais
ousados e arrogantes escarnecedores; pois ninguém é tão descuidado e tão longe
vai no pecado como aqueles que tiveram uma vez a luz, mas resistiram ao
convincente Espírito de Deus.
A arca estava
concluída em todas as suas partes, conforme o Senhor determinara, e estava
provida de alimento para o homem e os animais. E agora o servo de Deus fez o
seu último e solene apelo ao povo. Com um desejo angustioso, que as palavras
não podem exprimir, solicitou que buscassem refúgio enquanto ainda se poderia
achar. De novo rejeitaram suas palavras, e levantaram a voz em zombaria e
escárnio. Subitamente veio silêncio sobre a turba zombadora. Animais de toda a
espécie, os mais ferozes bem como os mais mansos, foram vistos vindo das
montanhas e florestas, e encaminhando-se silenciosamente para a arca. Ouviu-se
o rumor de um vento impetuoso, e eis que aves estavam a ajuntar-se de todos os
lados, escurecendo-se o céu pela sua quantidade; e em perfeita ordem passaram
para a arca. Os animais obedeciam ao mandado de Deus, enquanto os homens eram
desobedientes. Guiados por santos anjos, “entraram de dois em dois para Noé na
arca” (Gên. 7:9), e os animais limpos em porções de sete. O mundo olhava com
admiração, e alguns com medo. Foram chamados filósofos para explicarem a
singular ocorrência, mas em vão. Era um mistério que eles não podiam penetrar.
Mas os homens se haviam tornado tão endurecidos pela sua persistente rejeição
da luz, que mesmo esta cena não produziu senão uma impressão momentânea. Ao
contemplar a raça condenada, o Sol a resplandecer em sua glória, e a Terra
vestida quase em edênica beleza, baniram seus temores crescentes com
divertimento ruidoso, e, com suas ações de violência, pareciam convidar sobre
si o castigo da ira de Deus já despertada.

Deus ordenou a
Noé: “Entra tu e toda a tua casa na arca, porque te hei visto justo diante de
Mim, nesta geração.” Gên. 7:1. A advertência de Noé tinha sido rejeitada pelo
mundo, mas de sua influência e exemplo resultaram bênçãos para a sua família.
Como recompensa de sua fidelidade e integridade, Deus salvou com ele todos os
membros de sua família. Que animação para a fidelidade paternal!

A misericórdia
havia cessado os seus rogos pela raça culpada. Os animais do campo e as aves do
céu tinham entrado no lugar de refúgio. Noé e sua casa estavam dentro da arca;
“e o Senhor os fechou por fora”. Gên. 7:16. Viu-se um lampejo de luz
deslumbrante, e uma nuvem de glória, mais vívida que o relâmpago, desceu do céu
e pairou diante da entrada da arca. A porta maciça, que era impossível àqueles
que dentro estavam fechar, girou vagarosamente ao seu lugar por meio de mãos
invisíveis. Noé ficou encerrado, e os que rejeitaram a misericórdia de Deus,
excluídos. O selo do Céu estava naquela porta; Deus a havia fechado, e somente
Deus a poderia abrir. Assim, quando Cristo terminar Sua intercessão pelo homem
culpado, antes de Sua vinda nas nuvens do céu, fechar-se-á a porta da misericórdia.
A graça divina não mais restringirá os ímpios, e Satanás terá pleno domínio
sobre aqueles que rejeitaram a misericórdia. Esforçar-se-ão por destruir o povo
de Deus, mas como Noé estava encerrado na arca, assim os justos estarão
escudados pelo poder divino.
Fonte: White, E. G. Patriarcas e Profetas. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2007. (Capítulo 7)

Como vai sua alma? Cheia deste mundo ou de Jesus?!

A mente natural tende para o prazer e a satisfação egoístas. É método de Satanás providenciar abundância dessas coisas. Busca encher o espírito dos homens com o desejo dos prazeres mundanos a fim de não lhes sobrar tempo algum para perguntarem a si mesmos: Como vai minha alma? O amor do prazer é infeccioso. A ele entregue, a mente precipita-se de um a outro ponto, buscando sempre algum entretenimento. A obediência à lei de Deus neutraliza essa inclinação, construindo barreiras à impiedade.
Ellen G. White, Conselhos aos pais, professores e estudantes, p. 337. 

Você pai e você mãe; você constrói o caráter de seu filhinho diariamente com dedicação?

Ensinai desde o berço vossos filhos a exercer a abnegação, o domínio de si mesmos. Ensinai-os a desfrutar as belezas da Natureza e a exercitar sistematicamente as faculdades da mente e do corpo em ocupações úteis. Criai-os de modo a terem constituição sã e boa moral, disposição alegre e índole branda. Impressionai-lhes a tenra mente com a verdade de que não é o desígnio divino que vivamos meramente para satisfazer nossas inclinações atuais, mas para nosso bem final. Ensinai-lhes que ceder à tentação é fraqueza e impiedade; resistir-lhe, nobreza e varonilidade. Essas lições serão como sementes lançadas em boa terra, e produzirão frutos que farão a alegria de vosso coração.

As crianças gostam de ter companhia, e raramente se podem divertir sozinhas. Anseiam simpatia e ternura. O que lhes dá prazer, elas crêem que também o dá à mãe; e é natural que a ela se dirijam com suas pequeninas alegrias e pesares. A mãe não deve ferir-lhes o coraçãozinho tratando com indiferença essas coisas que, embora insignificantes para ela, são de grande importância para as crianças. A simpatia e aprovação que ela lhes dispensa são preciosas. Um olhar de aprovação e uma palavra de ânimo ou louvor, serão como um raio de sol em seu coraçãozinho tornando-as às vezes felizes em todo o dia. Em vez de mandar que os filhos se afastem dela, a fim de não ser molestada pelo barulho que fazem, ou perturbada por suas pequeninas necessidades, imagine a mãe algum divertimento ou trabalho leve, para entreter a mente e suas ativas mãozinhas. A Responsabilidade do Pai O marido e pai é a cabeça da família. A esposa espera dele amor e interesse, bem como auxílio na educação dos filhos, e isso é justo. Os filhos pertencem-lhe, da mesma maneira que a ela, e sua felicidade igualmente o interessa. Os filhos esperam do pai apoio e guia; cumpre-lhe ter justa concepção da vida, e das influências e associações que devem rodear sua família; ele deve ser regido, acima de tudo, pelo amor e temor de Deus, e pelos ensinos de Sua Palavra, a fim de lhe ser possível guiar os pés dos filhos no caminho reto. 

O pai é o legislador da família; e, como Abraão, deve fazer da Lei de Deus o governo de sua casa. Deus disse de Abraão: “Porque Eu tenho conhecido, que ele há de ordenar a seus “E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.” Efés. 6:4. – 390 – Estudem, o marido e a esposa, a felicidade mútua, nunca faltando as pequeninas cortesias e pequenos atos de bondade que alegram e iluminam a vida. Entre o marido e a esposa deve existir perfeita confiança. Juntos, devem considerar suas responsabilidades. Operar juntos pelo mais alto benefício de seus filhos. Jamais devem, em presença dos filhos, criticar-se mutuamente os planos, ou discutir a maneira de julgar um do outro. Tenha a mulher o cuidado de não tornar mais difícil a obra do marido pelos filhos. Apóie o marido as mãos da esposa, dando-lhe sábios conselhos, e afetuosa animação. Não se deve permitir que se erga entre pais e filhos barreira alguma de frieza e reserva. Relacionem-se os pais com eles, buscando compreender-lhes os gostos e disposições, penetrando em seus sentimentos e discernindo o que lhes vai no coração. Pais, deixai que vossos filhos vejam que os amais, e fareis tudo que estiver ao vosso alcance para torná-los felizes. Se assim fizerdes, as necessárias restrições que lhes impuserdes terão incomparavelmente mais peso em seu espírito. Governai vossos filhos com ternura e compaixão, lembrando que “os seus anjos nos Céus sempre vêem a face de Meu Pai que está nos Céus”. Mat. 18:10. Se quereis que os anjos façam por vossos filhos a obra de que Deus os incumbiu, cooperai com eles, fazendo a vossa parte. Criadas sob a sábia e amorosa guia de um lar verdadeiro, as crianças não terão desejo de ausentar-se em busca de prazer e camaradagem. O espírito que prevalece no lar moldará seu caráter; formarão hábitos e princípios que serão uma forte defesa contra a tentação, quando deixarem o abrigo do lar e assumirem sua posição no mundo. Tanto as crianças como os pais têm importantes deveres a cumprir no lar. Deve-se-lhes ensinar que constituem uma parte da organização do lar. São alimentados, vestidos, amados e cuidados; e devem corresponder a esses muitos favores, assumindo a parte que lhes cabe nas responsabilidades do lar, e trazendo toda a felicidade possível à família da qual são membros. As crianças são às vezes tentadas a zangar-se quando lhes são feitas restrições; mas, mais tarde na vida, elas bendirão os pais pelo fiel cuidado e estrita vigilância que as guardou e guiou na idade da inexperiência. CIÊNCIA DO BOM VIVER, 386 – 394.

169 anos de julgamento no Santuário celestial (1844 – 2013) – Jesus está prestes a voltar!

Profetas e Profetisas mencionados
pela Bíblia

Para
agradecer ao Senhor Jesus por Seus 169 anos de “purificação do Santuário” (cf.
Dn 8:14) ou julgamento do planeta Terra (Atos 17:31), ou ainda “preparação dos
nossos quartos na casa do Pai” (cf. Jo 14:1-3), os quais se completarão neste
próximo dia 22 de outubro (1844 – 2013), posto essa pesquisa que menciona
praticamente todos os profetas citados na Bíblia (profetas aprovados por
Deus). Uma vez que as Escrituras deixam claro o desejo de Deus Se comunicar com
o ser humano e fazê-lo de forma fantástica por meio dos profetas; uma vez que os
que estão se preparando para o retorno de Cristo serem “como um edifício e
estão construídos sobre o alicerce que os apóstolos e os profetas colocaram. E
a pedra fundamental desse edifício é o próprio Cristo Jesus” (Ef. 2:20), então,
os profetas desempenham um papel indispensável em nossa preparação e, portanto,
merecem atenção e compreensão! Por outro lado, que o Espírito de Deus nos dê
discernimento para não cairmos nas arapucas dos profetas de Satanás e não
sermos tais instrumentos dos anjos maus! Lembro ainda que, até a vinda de nosso
Senhor Jesus, existirão profetas aprovados por Deus (cf. I Co 1:6 e 7; Ap 12:17)
para a instrução dos remanescentes fiéis, os que se perseveram na obediência a
Deus e se recusam a viver no ritmo deste mundo incrédulo (cf. Ap 14:12). Boa
análise e boa preparação para a volta de Jesus com Seus sábios profetas do
passado e do presente. “Crede em JAVÉ, vosso Deus, e estareis seguros; crede
nos seus profetas e prosperareis” (II Cr 20:20)! E não esqueça: assim que Jesus
concluir o julgamento, os profetas aprovados afirmam que Ele virá para dar a
cada um segundo suas obras (cf. Jr. 17:10 e Ap 22:11).

Profeta
ou Profetisa
Texto
bíblico que faz menção
Período
da História/Reinado
Enoque,
“o 7° depois de Adão”.
Judas
14
Antes
do Dilúvio
Abraão.
Gênesis
20:7
Pós-dilúvio/Abimeleque
rei de Gerar
Moisés.
Êxodo
Pré-êxodo,
êxodo e pós-êxodo
Arão
irmão de Moisés.
Êxodo
7:1
Pré-êxodo,
êxodo e pós-êxodo
Miriã
irmã de Moisés.
Êxodo
15:20
Êxodo
“70
homens dos anciãos de Israel”.
Números
11:16-30
Pós-êxodo
Débora,
“mulher de Lapidote”.
Juízes
4:4
Jabin,
rei de Canaã
“Um
profeta”.
Juízes
6:8
Juízes
e opressão midianita
“Um
homem de Deus”.
I
Samuel 2:27
Sacerdócio
de Eli
Samuel,
o profeta, juiz e sacerdote!
I
Samuel
Pré-monarquia
israelita
“Um
grupo de profetas”.
I
Samuel 10:5
Saul
“Casa
dos profetas”.
I
Samuel 19:18-23
Saul
Gade.
I
Samuel 22:5 e II Samuel 24:11
Saul
e Davi
“Profetas”.
I
Samuel 28:6
Saul
Davi.
Atos
2:30
Davi
Natã.
II
Samuel 7:2
Davi
Hemã,
músico.
I
Crônicas 25:1 e 5
Davi
Asafe,
músico.
II
Crônicas 29:30
Davi
Jedutum,
músico.
II
Crônicas 35:15
Davi
Aías,
o silonita.
I
Reis 11:29
Salomão
Ido.
II
Crônicas 9:29
Salomão
e Jeroboão
Azarias
filho de Odede.
II
Crônicas 15:1
Asa
Hanani,
o vidente.
II
Crônicas 16:1,7 e 10
Asa
Semaías.
I
Reis 12:22
Roboão
“Um
homem de Deus”, “o profeta”.
I
Reis 13:1 e 2
Jeroboão
“Profeta
velho” e mentiroso!
I
Reis 13:11 e 18.
Jeroboão
Jeú
filho de Hanani.
I
Reis 16:1 e 7
Baasa
Elias,
o tesbita de Gileade.
I
Reis 17 e II Crônicas 21:12
Acabe
e Jeorão
Mais
de 100 profetas sustentados por Obadias!
I
Reis 18:3 e 4
Acabe
“Um
profeta”.
I
Reis 20:13 e 22
Acabe
“Um
homem de Deus”.
I
Reis 20:28
Acabe
“Um
dos discípulos dos profetas” ou “o profeta” ou “um dos profetas”.
I
Reis 20:35, 37 e 41
Acabe
Micaías
filho de Inlá.
I
Reis 22:8
Acabe
e Josafá
Eliseu.
I
Reis 19:16
Acazias,
Jorão, Josafá, Jeorão, Atalia, Joás, Jeoacaz e Jeoás
“Discípulos
dos profetas”
II
Reis 2:1-7
Jorão
Jonas.
Jonas
e II Reis 14:25
Jeroboão
II
“Miquéias,
morastita”.
Miquéias
Jotão,
Acaz e Ezequias
Isaías
filho de Amoz.
II
Reis 15:2, II Crônicas 26:22 e Isaías.
Ezequias
e Uzias
“Profetisa”,
esposa de Isaías.
Isaías
8:3
Ezequias
e Uzias
“Profetas”.
II
Reis 21:10
Manassés
Hulda.
II
Reis 22:14
Josias
“Os
profetas”.
II
Reis 23:2
Josias
Sofonias.
Sofonias
1:1
Josias
“Naum,
o elcosita”.
Naum
Josias
Jaaziel
filho de Zacarias.
II
Crônicas 22:14
Josafá
Eliezer
filho de Dodava.
II
Crônicas 20:37
Josafá
e Acazias
Zacarias
filho de Joiada.
II
Crônicas 24:20
Joás
“Profetas”,
“filhos do sacerdote Joiada”.
II
Crônicas 24:19 e 25
Joás
“Certo
homem de Deus”.
II
Crônicas 25:7
Amazias
“Um
profeta” contra Amazias.
II
Crônicas 25:15 e 16
Amazias
“Oséias,
filho de Beeri”.
Oséias
Uzias,
Jotão, Acaz, Ezequias e Jeroboão II
“Amós,
que era entre os pastores de Tecoa”.
Amós
Uzias
e JeroboãoII
Zacarias.
II
Crônicas 26:5
Uzias
Odede.
II
Crônicas 28:9
Acaz
“Videntes”.
II
Crônicas 33:18
Manassés
Hozai.
II
Crônicas 33:19
Manassés
Jeremias.
II
Crônicas 36:12 e Jeremias
Zedequias
Hanã,
“homem de Deus”.
Jeremias
35:4
Joaquim
“Mensageiros”
e “profetas”.
II
Crônicas 36:15 e 16.
Zedequias
Ezequiel,
“filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus”.
Ezequiel
1:1-3 e  2:1-5
Exílio
Daniel.
Daniel
Exílio
Ageu.
Esdras
5:1 e Ageu
Pós-exílio
babilônico
Zacarias,
filho de Ido.
Esdras
5:1 e Zacarias
Pós-exílio
babilônico
“Joel,
filho de Petuel”.
Joel
?
Habacuque.
Habacuque
?
Malaquias.
Malaquias
Pós-exílio
babilônico
Ana,
“filha de Fanuel, da tribo de Aser” (ela tinha pelo menos 91 anos quando viu
o bebê Jesus).
Lucas
2:36
Pós-exílio
babilônico e
Rei
Tibério César e Governador da Judéia Pôncio Pilatos
Simeão.
Lucas
2:25-35
Rei
Tibério César e Governador da Judéia Pôncio Pilatos
“João,
filho de Zacarias”.
Lucas
3:2
Rei
Tibério César e Governador da Judéia Pôncio Pilatos
JESUS
CRISTO
Mateus
21:11 e Lucas 13:33
Rei
Tibério César e Governador da Judéia Pôncio Pilatos
Paulo.
Aos
9, 23:11 e II Coríntios 12:1-7
Apóstolos
de Cristo
Judas
e Silas.
Atos
15:32
Paulo
“Alguns
profetas de Jerusalém” entre eles Ágabo “da Judéia”.
Atos
11:27, 28 e 21:10
Paulo
João,
irmão de Tiago, filho de Alfeu.
Apocalipse
1:1
João

“Aquele
que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem,
Senhor Jesus! A graça do Senhor Jesus seja com todos” (Ap 22:20 e 21). Hendrickson Rogers

Crendices e superstições cristãs. A existência de uma parte folclórica na teologia popular em todas as denominações cristãs (Parte IX)

Zelo de Deus
Bom zelo dos homens ou Zelo de Deus nos homens
Mau zelo dos homens ou zelo que Deus não deu aos
homens
“porque eu
sou JAVÉ, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos
até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem” (Êx 20:5).
“Finéias,
filho de Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, desviou a minha ira de sobre os
filhos de Israel, pois estava animado com o meu zelo entre eles; […] E ele
e a sua descendência depois dele terão a aliança do sacerdócio perpétuo;
porquanto teve zelo pelo seu Deus e fez expiação pelos filhos de Israel.” (Nm
25:11,13).
“e se
ajuntaram contra Moisés e contra Arão e lhes disseram: Basta! Pois que toda a
congregação é santa, cada um deles é santo, e JAVÉ está no meio deles; por
que, pois, vos exaltais sobre a congregação de JAVÉ? Procedente de JAVÉ saiu
fogo e consumiu os duzentos e cinquenta homens que ofereciam o incenso” (Nm
16:3,35).
“Porque JAVÉ,
teu Deus, é fogo que consome, é Deus zeloso” (Dt 4:24).
“Ele [Elias]
respondeu: Tenho sido zeloso por JAVÉ, Deus dos Exércitos, porque os filhos
de Israel deixaram a tua aliança, derribaram os teus altares e mataram os
teus profetas à espada; e eu fiquei só, e procuram tirar-me a vida” (I Rs
19:10).
“Porque a
ira do louco o destrói, e o zelo do tolo o mata” (Jó 5:2).
“porque JAVÉ,
teu Deus, é Deus zeloso no meio de ti, para que a ira de JAVÉ, teu Deus, se
não acenda contra ti e te destrua de sobre a face da terra” (Dt 6:15).
“Lembraram-se
os seus discípulos de que está escrito: O zelo da tua casa me consumirá” (Jo
2:17).
“JAVÉ Deus
diz: […] ‘Grite alto, como se você fosse trombeta! Anuncie ao meu povo, os
descendentes de Jacó, os seus pecados e as suas maldades. De fato, eles me
adoram todos os dias e dizem que querem saber qual é a minha vontade, como se
fossem um povo que faz o que é direito e que não desobedece às minhas leis.
Pedem que eu lhes dê leis justas e estão sempre prontos para me adorar’” (Is
58:1,2, NTLH).
“JAVÉ não
lhe quererá perdoar [cf. os vv. 18 e 19]; antes, fumegará a ira de JAVÉ e o
seu zelo sobre tal homem, e toda maldição escrita neste livro jazerá sobre
ele; e o SENHOR lhe apagará o nome de debaixo do céu” (Dt 29:20).
“No zelo,
não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor” (Rm
12:11).
“Como é que
você pode dizer ao seu irmão: “Me deixe tirar esse cisco do seu olho”, quando
você está com uma trave no seu próprio olho?” (Mt 7:4, NTLH).
“Fez Judá o
que era mau perante JAVÉ; e, com os pecados que cometeu, o provocou a zelo,
mais do que fizeram os seus pais” (I Rs 14:22).
“porque bem
reconheço a vossa presteza, da qual me glorio junto aos macedônios, dizendo
que a Acaia está preparada desde o ano passado; e o vosso zelo tem estimulado
a muitíssimos” (II Co 9:2).
“João disse:
— Mestre, vimos um homem que expulsa demônios pelo poder do nome do senhor,
mas nós o proibimos de fazer isso porque ele não é do nosso grupo” (Lc 9:49,
NTLH).
“O fragor da
tempestade dá notícias a respeito dele, dele que é zeloso na sua ira contra a
injustiça” (Jó 36:33).
“Porque zelo
por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar
como virgem pura a um só esposo, que é Cristo” (II Co 11:2).
“Vendo isto,
os discípulos Tiago e João perguntaram: Senhor, queres que mandemos descer
fogo do céu para os consumir?” (Lc 9:54).
“para que se
aumente o seu governo, e venha paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o
seu reino, para o estabelecer e o firmar mediante o juízo e a justiça, desde
agora e para sempre. O zelo de JAVÉ dos Exércitos fará isto” (Is 9:7).
“É bom ser
sempre zeloso pelo bem e não apenas quando estou presente convosco” (Gl
4:18).
“Eu sou
judeu, nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade e aqui fui
instruído aos pés de Gamaliel, segundo a exatidão da lei de nossos
antepassados, sendo zeloso para com Deus, assim como todos vós o sois no dia
de hoje” (At 22:3).
“JAVÉ, a tua
mão está levantada, mas nem por isso a veem; porém verão o teu zelo pelo povo
e se envergonharão; e o teu furor, por causa dos teus adversários, que os
consuma” (Is 26:11).
“o qual a si
mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade e purificar, para
si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras” (Tt 2:14).
“Porque lhes
dou testemunho de que eles têm zelo por Deus, porém não com entendimento” (Rm
10:2).
“JAVÉ é Deus
zeloso e vingador, JAVÉ é vingador e cheio de ira; JAVÉ toma vingança contra
os seus adversários e reserva indignação para os seus inimigos” (Na 1:2).
“Eu
repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Ap
3:19).
“quanto ao
zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível”
(Fp 3:6).
A
coluna da direita, porém, pode explicar o porquê desta pesquisa e sua
complexidade – a Igreja, ou parte dela, assumindo um papel que não lhe cabe e
atrapalhando Deus em Sua obra de educação e salvação, em vez de cooperar com
Ele! Deus pode usar Provérbios 28:13 sem errar. Alguém enviado por Ele pode
usar Provérbios 28:13 (bem como qualquer outra parte da Bíblia) sem errar. Mas,
se Deus não me enviar, em vez de ajudar meu irmão estarei cumprindo Mateus 7:4
e 5, que adverte: “Como é que você pode dizer ao seu irmão: ‘Me deixe tirar
esse cisco do seu olho”, quando você está com uma trave no seu próprio olho?
Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem
para tirar o cisco que está no olho do seu irmão’. Deus e Seus enviados podem
considerar alguém como beberrão, adúltero, etc., sem estarem enganados (cf. Jr
3:8; 9:2; Os 4:11,12). Por outro lado, um religioso pode considerar alguém
assim e cometer um grave equívoco: “Pois veio João Batista, não comendo pão,
nem bebendo vinho, e dizeis: Tem demônio! Veio o Filho do Homem, comendo e
bebendo, e dizeis: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e
pecadores!” (Lc 7:33,34). “Demorando-se ela no orar perante JAVÉ, passou Eli a
observar-lhe o movimento dos lábios, porquanto Ana só no coração falava; seus
lábios se moviam, porém não se lhe ouvia voz nenhuma; por isso, Eli a teve por
embriagada e lhe disse: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti esse
vinho!” (I Sm 1:12-14). Você reconhece a possibilidade de a igreja cristã, seja
qual for sua bandeira e denominação, cometer erros crassos de julgamento não
por seus juízes serem falhos, mas por falarem sem a anuência de Deus, embora
alegando falar em Seu Nome?! Você percebe isto? Se sim, um dos objetivos deste
estudo foi alcançado e a autoridade dos religiosos ou da igreja deles foi
colocada em seu devido lugar: “Então, lhe responderam: Nosso pai é Abraão.
Disse-lhes Jesus: Se sois filhos de Abraão, praticai as obras de Abraão” (Jo
8:39). É preciso alertar os cristãos de seu comportamento romano, sim herdado
da cúria romana. Refiro-me à pretensão deles de ter uma autoridade que Deus não
lhes deu. De falar o que Deus não lhes deu para falar. De sentenciar no sentido
contrário ao de Deus. De condenar convenientemente certos pecados e se
acostumarem com outros. O comportamento judicial da verdadeira igreja de Deus
sempre foi presidido pelo próprio Deus (cf. Gn 18:25), tanto no Primeiro quanto
no Segundo Testamentos (leia qualquer livro dos Profetas Menores como exemplo e
confira as sentenças dadas pelo próprio JAVÉ, bem como a direção do Espírito
Santo e  de Jesus Cristo em questões de
julgamento na Igreja cristão ou no “Caminho”: At 5:1-11; 7:55-60; I Co 5,
sublinho o verso 4)! Era Deus quem sentenciava os culpados. Era Deus e/ou quem
Ele enviava que determinava a condenação e/ou absolvição. E hoje em dia? Alguns
usam a Bíblia para julgar outros. Deveria a Bíblia substituir Deus? Isto não é uma
idolatria do tipo mais peçonhento que existe?! Parece-me que Deus tem pouco
espaço nos julgamentos das igrejas cristãs, ou seja, até Ele é julgado e
condenado (cf. Mt 25:45) em igrejas que professam ser de Cristo!

Concluo
a explanação desta crendice cristã apresentando o que as Escrituras dizem sobre
os adúlteros que Deus considera assim (pois, como vimos, os homens podem
considerar alguém como adúltero, mas Deus não e vice-versa!). “Já em carta vos
escrevi que não vos associásseis com os impuros; refiro-me, com isto, não
propriamente aos impuros deste mundo, ou aos avarentos, ou roubadores, ou
idólatras; pois, neste caso, teríeis de sair do mundo. Mas, agora, vos escrevo
que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou
avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal,
nem ainda comais. Pois com que direito haveria eu de julgar os de fora? Não
julgais vós os de dentro? Os de fora, porém, Deus os julgará. Expulsai, pois,
de entre vós o malfeitor. Que o autor de tal infâmia seja, em nome do Senhor
Jesus, reunidos vós e o meu espírito, com o poder de Jesus, nosso Senhor, entregue
a Satanás para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no Dia
do Senhor [Jesus]” (I Co 5:9-13, 3,4 e 5). “Ouvistes que foi dito: Não
adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção
impura, no coração, já adulterou com ela” (Mt 5:27,28). “Quem repudiar sua
mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra
comete adultério [e o que casar com a repudiada comete adultério]” (Mt 19:9). “JAVÉ,
Deus de seus pais, começando de madrugada, falou-lhes por intermédio dos seus
mensageiros, porque se compadecera do seu povo e da sua própria morada. Eles,
porém, zombavam dos mensageiros, desprezavam as palavras de Deus e mofavam dos
seus profetas, até que subiu a ira do Senhor contra o seu povo, e não houve
remédio algum” (II Cr 36:15,16). “Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê,
pois, zeloso e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a
minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele,
comigo. Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como
também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o
que o Espírito diz às igrejas” (Ap 3:19-22). Hendrickson Rogers.
Esta pesquisa está em construção. Aguarde seu desfecho estudando todas as suas partes anteriores:  1ª Parte2ª Parte3ª Parte4ª Parte5ª Parte6ª Parte7ª Parte e 8ª Parte (é só clicar).

“Quando vier o Filho do Homem, porventura achará fé na terra?”

A pergunta de Jesus em Lucas 18:8, “quando vier o Filho do Homem, porventura achará fé na terra?” me parece cada vez menos retórica. Na Europa, a fé parece quase que definitivamente coisa de museu. Foi nisso que as igrejas lá se tornaram, centros de visitação turística que falam de uma era passada, com arquitetura e crenças curiosas. Agora os EUA caminham na mesma direção, como mostram os estudos de David Kinnaman. “Nossa pesquisa mostra que muitos dos não cristãos, especialmente jovens adultos, têm pouca confiança na fé cristã, e a estima pelo estilo de vida cristão está rapidamente desaparecendo entre eles. Eles admitem que suas barreiras intelectuais e morais são erguidas quando estão perto de cristãos, e rejeitam Jesus porque se sentem rejeitados pelos cristãos” (Unchristian, Baker Books). 

Mas vivemos no Brasil, onde a fé vai muito bem, obrigado, não é? Bem, a verdade é que existem dois Brasis e um deles se parece muito mais com a realidade apontada por Kinnaman e sentida por qualquer um quando visita a Europa, a ponto de a Conferência Geral da Igreja Adventista haver inserido bairros de classe média alta de São Paulo entre os grupos não alcançados. Tecnicamente, o Morumbi está na mesma situação que o  Chad islamita, ou quase. A profecia do Mestre é de que conforme a iniquidade fosse se alastrando (e aí eu penso que, seja por ela aumentar de fato ou simplesmente pelo fato de que todos agora ficam sabendo dela, graças aos meios de comunicação), o amor esfriaria (Mateus 24:12). Ainda assim, um mundo em que a fé é trocada por… – pelo que mesmo? nos assusta, e por isso nos perguntamos: o que pode ser feito para que a religião alcance relevância nesse contexto? Depois de pensar bastante nisso cheguei à conclusão de que deveríamos ter uma preocupação anterior a essa. Antes de pensar em como fazer o cristianismo relevante para o mundo, precisamos pensar em quão relevante ele de fato é para nós. Para mim e para você. 
Na pesquisa de Kinnaman, cristãos são vistos como anti homossexuais, críticos demais sobre as vidas dos

outros, hipócritas, maçantes, intolerantes e confusos. Alguma razão para pensar isso eles têm, com certeza, mas agora pensem na Pessoa a quem os cristãos dizem seguir. Jesus seria hoje alguém rotulado como anti homossexual ou como anti qualquer coisa? Quando penso nisso lembro da foto que circula pela Internet de um menino em meio a uma manifestação cheia de cartazes com os dizeres “Deus odeia os gays”, que empunha um cartaz menor escrito “Deus não odeia ninguém”. Estou com ele. Jesus seria hipócrita, se isso era o que mais o tirava do sério? Jesus não foi maçante, multidões adoravam estar na presença dEle, Ele foi tudo menos intolerante e certamente não era nada confuso e nem as pessoas sentiam que Ele estava julgando suas vidas constantemente. É porque muitos antes de nós seguiram uma imagem de Cristo e não o Cristo real que a religião se tornou irrelevante. Aos que seguem uma imagem de Cristo Ele vai dizer: não os conheço (Mateus 7:23). Não os conheço porque nitidamente vocês não me conhecem. Será que você encontrou relevância para sua vida em algo que não é a religião pura de Cristo, aquela que o cria à imagem e semelhança dEle? Aquela que o faz mais parecido com Aquele a quem você diz seguir? Uma religião que o faz hipócrita, julgador, intolerante e chato não pode ser relevante para ninguém.
Quando vier o Filho do Homem, achará porventura fé na terra? Vou cuidar para que aqui na minha casa, ao menos, Ele encontre.

Aumentam os casos de cânceres de cabeça e pescoço (HPV) em homens. Causa: sexo oral.

O enorme aumento no número de casos de cânceres de cabeça e pescoço ligados ao HPV ao longo de duas décadas está mostrando o risco dessa infecção sexualmente contraída por um novo grupo: os homens. Uma nova pesquisa mostra que entre 1988 e 2004, o câncer de cabeça, pescoço e garganta relacionados ao HPV aumentaram em 225%, um índice alarmante. Dentro da próxima década a incidência desses cânceres – quase sempre contraídos como resultado de sexo oral – irá superar o câncer do colo do útero, e a maior parte dos casos será em homens. Mesmo assim, o HPV é muitas vezes deixado de lado nas discussões públicas – assim como a vacina que pode preveni-lo. Quando a vacina contra o HPV entra em pauta, normalmente ela é focada em jovens mulheres e no câncer cervical. Mas o HPV também causa câncer orofaríngeo e anal, fato poucas vezes divulgado pelas organizações médicas, governos e acadêmicos, que preferem não entrar em qualquer debate sobre práticas sexuais. O fato é que também deveria haver campanhas para vacinação em homens. Os diagnósticos de câncer de cabeça e pescoço decorrentes de exposição sexual têm aparecido em pessoas cada vez mais jovens – até recentemente ele só atingia pessoas na faixa dos 60 anos associado ao fumo e bebida. Estatísticas dos EUA mostraram que cerca de 90% dos homens e mulheres entrevistados praticaram sexo oral com um parceiro do sexo oposto. 36% de mulheres e 44% dos homens fizeram sexo anal. Estatísticas como essa, aliadas as conclusões do novo estudo sobre as taxas de câncer de cabeça e pescoço, mostram que uma recomendação mais ampla de vacina contra o HPV é urgente.
Fonte: Hypescience.

Nota: Infelizmente, como admite o texto acima, “organizações médicas, governos e acadêmicos […] preferem não entrar em qualquer debate sobre práticas sexuais”. É exatamente por isso que estamos sofrendo uma verdadeira epidemia de doenças sexualmente transmitidas (DSTs). Fala-se em “sexo seguro”, mas a verdade é que a promiscuidade joga as pessoas numa verdadeira roleta-russa – e elas acham que a fina proteção de látex (camisinha) as protegerá de tudo (o HPV, por exemplo, pode ser transmitido pelo contato da pele das partes íntimas, como a virilha, mesmo que não haja penetração). Curiosamente, a abstinência antes do casamento e a fidelidade conjugal nunca passam pela cabeça das autoridades como meio mais seguro de se evitar as DSTs e outras “dores de cabeça” decorrentes do sexo promíscuo. Para os que concordam com o sexo oral e se mantêm abstinentes, o HPV não será problema. Mas existem outros problemas, como os relatos a seguir deixam bem evidentes:
Menina sexualmente ativa durante o ensino médio. Não tinha sintomas de DST e nunca fez exames. Anos depois, encontrou o homem dos sonhos dela. Se casaram, mas não puderam ter filhos. Ela tinha Doença Inflamatória Pélvica (DIP) causada por clamídia.
Rapaz perdeu a virgindade aos 15 anos com uma garota a quem pensava amar. Dez anos mais tarde, ele aprendeu o que é o verdadeiro amor ao encontrar a mulher de sua vida e se casar com ela. Ela se casou virgem. Após vários anos de casados, a esposa descobriu que estava com câncer de colo do útero, provavelmente causado pelo HPV que o marido lhe havia transmitido sem saber. Embora ela tenha escolhido esperar, foi forçada a pagar um alto preço porque ele não esperou.
Mais uma vez fica evidente que o único sexo verdadeiramente seguro é aquele praticado na relação matrimonial monogâmica e heterossexual. (Michelson Borges)