Tipo de canela em pó aumenta capacidade de aprendizagem

"Esta seria uma das abordagens mais seguras e mais fáceis para converter alunos ruins em bons alunos," brinca o professor Kalipada Pahan. [Imagem: Rush]

“Esta seria uma das abordagens mais seguras e mais fáceis para converter alunos ruins em bons alunos,” brinca o professor Kalipada Pahan. [Imagem: Rush]

Condimento mental

Que a canela é uma adição deliciosa a muitas receitas [para algumas pessoas, não é o meu caso, rsrsrs..] é algo que todos sabem.

O que ninguém esperava é que ingerir a cheirosa e saborosa especiaria também pudesse melhorar a capacidade de aprendizagem. Continue Reading…

Pesquisa revela algumas profissões mais e menos saudáveis (conselhos inspirados revelam como se preparar e preparar os filhos para a vida profissional!)

 24/03/2016 Conheça as profissões mais e menos saudáveis Com informações da BBC Enviar a um amigo Imprimir Problemas de saúde mais comuns por profissão É possível trabalhar menos horas, ter sucesso profissional e deixar tempo livre para se exercitar. Além disso, trabalhar demais aumenta muito o risco de derrame. [Imagem: Wikimedia]


É possível trabalhar menos horas, ter sucesso profissional e deixar tempo livre para se exercitar. Além disso, trabalhar demais aumenta muito o risco de derrame. [Imagem: Wikimedia]

Profissão e saúde

Ficar muito tempo sentado no trabalho pode ser estressante e fazer mal para a saúde. Ter uma jornada longa também faz com que você tenha pouco tempo para se exercitar ou mesmo para cozinhar coisas mais saudáveis quando estiver em casa.

Essas dicas parecem óbvias, mas recentemente, a Associação Norte-Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês) foi além e utilizou essas informações para fazer um ranking dos empregos menos saudáveis.

Também foram identificados os problemas de saúde mais frequentes em diferentes setores da economia.

Apesar de 88% dos voluntários pesquisados (5.566 trabalhadores, homens e mulheres) não fumarem e 78% terem nível de açúcar no sangue considerado bom, apenas 40 % “tinham uma saúde cardiovascular ótima”.

Essas são as condições de saúde que a associação identificou por setores econômicos:

Transporte

O principal problema identificado entre motoristas de ônibus, trens e caminhões é o tabagismo. Quase um quarto dos entrevistados (22%) eram fumantes. Isso faz com que tenham um risco maior de sofrerem doenças cardíacas ou até um AVC.

Secretarias e cargos administrativos

São funções exercidas exclusivamente em escritórios, onde muitos sequer se levantam para comer. Isso faz com que 68% desses trabalhadores tenham hábitos alimentares pouco saudáveis. Além disso, 69% deles têm colesterol alto e só 82% realizam atividades físicas regularmente.

Indústria alimentícia

Apesar de trabalhar produzindo alimentos ou servindo refeições, as pessoas que atuam nesse setor são os que têm a pior dieta. Mais de três quartos dos que participaram do estudo (79%) têm maus hábitos alimentares.

Serviços de segurança

Entre os policiais, bombeiros e outros profissionais de segurança que fizeram parte da pesquisa, 90% são propensos a ter sobrepeso ou obesidade, 77% têm níveis ruins de colesterol e 35% sofrem de pressão alta.

Cargos de gerência e profissionais liberais

É o setor mais “saudável”, levando em consideração que um terço dos entrevistados dessa área estão no peso ideal, 75% fazem exercícios físicos regularmente e só 6% fumam. Ainda assim, a associação ressalta que 72% deles têm maus hábitos alimentares.

Empregos mais saudáveis

Além dos cargos de gerência e dos profissionais liberais, estão entre os setores mais saudáveis os profissionais de saúde (médicos e enfermeiros) e trabalhadores dos setores de arte, entretenimento, meios de comunicação e esportes.

De acordo com a publicação, os instrutores de academia, personal trainers e coreógrafos são os profissionais mais saudáveis, seguidos dos engenheiros de computação, floristas, paisagistas e jardineiros, vendedores de seguros, e profissionais ligados ao setor médico.

Fonte: Diário da Saúde.

Nota: Há mais de um século, a escritora inspirada Ellen G. White advertiu:

O sistema de educação mantido por gerações passadas, tem sido destrutivo para a saúde, e mesmo para a própria vida. Muitas crianças têm passado cinco horas por dia em salas de aula mal ventiladas, sem suficiente largueza para a saudável acomodação dos alunos. O ar dessas salas fica em breve envenenado para os pulmões que o inalam.

Crianças pequenas, cujos membros e músculos não são fortes, e cujo cérebro ainda não se acha desenvolvido, têm sido conservadas portas adentro, para dano seu. Muitas não têm senão escassa reserva com que começar a vida, e o confinamento na escola dia a dia, torna-as nervosas e doentes. Seu corpo é impedido de crescer em virtude da exausta condição de seu sistema nervoso. E se a lâmpada da vida se apaga, os pais e os mestres não consideram haver tido qualquer influência direta em extinguir a centelha de vida. Ao acharem-se junto à sepultura dos filhos, os aflitos pais consideram esse golpe como especial determinação da Providência, quando, por indesculpável ignorância, foi sua própria orientação que destruiu a vida dos filhos. Culpar, pois, a Providência por tais mortes é blasfêmia. Deus queria que os pequeninos vivessem e fossem disciplinados, a fim de poderem possuir belo caráter, glorificando-O neste mundo e louvando-O naquele outro melhor.

Pais e professores, ao assumirem a responsabilidade de ensinar essas crianças, não sentem a obrigação diante de Deus de familiarizar-se com o organismo físico, para que possam cuidar do corpo de seus filhos e alunos de maneira a preservar a vida e a saúde. Milhares de crianças morrem em virtude da ignorância de pais e professores. Há mães que gastam horas e horas em trabalho desnecessário com as suas próprias roupas e as de seus filhos, com o propósito de ostentação, e alegam então que não dispõem de tempo para ler e obter a informação necessária para cuidar da saúde de seus filhos. Acham mais fácil confiar o seu corpo aos cuidados dos médicos. Muitos pais sacrificaram a saúde e a vida dos filhos para estarem de acordo com a moda e os costumes.

Relacionar-se com o maravilhoso organismo humano, os nervos, os músculos, o estômago, o fígado, os intestinos, coração e poros da pele, e compreender a dependência de um órgão para com outro no que respeita ao saudável funcionamento de todos, é assunto em que a maior parte das mães não tem nenhum interesse. Nada sabem da influência do corpo sobre a mente, e desta sobre o corpo. A mente, que liga o finito ao Infinito, elas parecem não compreender. Todo órgão do corpo foi feito para servo da mente. Esta é a capital do corpo. Permite-se às crianças comer carne, especiarias, manteiga, queijo, porco, massas muito temperadas, e condimentos em geral. É-lhes também permitido comer alimentos insalubres a horas irregulares e entre as refeições. Essas coisas fazem sua obra em desarranjar o estômago, estimulando os nervos a uma ação fora do natural, e enfraquecendo o intelecto. Os pais não compreendem que estão lançando a semente que há de produzir doença e morte.

Muitas crianças foram arruinadas para a vida em razão de se exigir demais do intelecto e negligenciar fortalecer o físico. Muitos têm morrido na infância devido ao procedimento seguido por pais e professores imprudentes, que forçaram o intelecto, por lisonja ou temor, quando essas crianças eram demasiado tenras para verem o interior de uma escola. A mente foi-lhes sobrecarregada com lições quando não deviam ser forçadas, antes contidas até que a constituição física estivesse suficientemente forte para suportar esforço mental. As crianças devem ser deixadas tão livres como cordeiros a correr ao ar livre, soltas e felizes, dando-se-lhes as melhores oportunidades de lançarem bases para uma constituição sadia (Fundamentos da Educação Cristã, p. 8 e 9). 

O ativismo gay e a apologética evolucionista

Ideologia para viver e defender...

             Ideologia para viver e defender…

No mês de fevereiro [de 2013], após a polêmica entrevista concedida por Silas Malafaia à jornalista Marília Gabriela (confira aqui), o biólogo ateu Eli Vieira postou no YouTube um vídeo que teve milhares de visualizações. Em julho, postei um texto sobre ele e a Atea (confira aqui). Recentemente, Eli concedeu entrevista a um blog LGBT na qual afirma categoricamente ser gay e reafirma sua opinião de que o homossexualismo é mais herdado do que adquirido. Quando perguntado sobre por que decidiu postar o vídeo, ele respondeu: “Eu decidi fazer o vídeo por três motivações, em ordem de importância naquele momento: porque detesto abuso e distorção de conhecimento científico, porque tenho real compromisso com meus valores como humanista, e porque também sou um homem gay e tenho direito de resposta.” Aí está. Só acho que a ordem de importância está invertida… Eli vive dizendo que a religião move as ações dos criacionistas. No caso dele, parece que é a bandeira do ativismo gay. Como se pode ver mais uma vez, subjetividades, preferências, opções, conceitos e preconceitos acometem a todos, inclusive criacionistas e evolucionistas.

Eli disse, também, que “as pessoas variam quanto ao tempo que levam para aplicar seu conhecimento de que não há nada de errado em ser gay ou lésbica para eliminar o sentimento de culpa em sua vida amorosa e sexual. Algumas pessoas se livram completamente disso com o tempo – eu diria que a maioria, depois de alguns anos. Mas infelizmente há aqueles que foram tão profundamente marcados por uma educação homofóbica agressiva que podem levar décadas para se sentirem confortáveis em serem o que são”.

Sei que ele não vai gostar da comparação (e a faço sem qualquer ranço homofóbico, que não tenho, e consciente de que talvez não seja a mais apropriada), mas o que dizer de alguém que nasceu com propensões para o alcoolismo e não quer ser alcoólico? Deve se entregar também ao vício? O que dizer de outras índoles herdadas, mas que são repudiadas pelo herdeiro? Ele deve aceitar esse determinismo genético? E se a pessoa não quiser se entregar ao estilo de vida homossexual, ainda que tenha tendências para isso?

Eli chega a admitir seu comportamento homossexual, ao dizer que “é muito difícil estar em Cambridge e ignorar o clima de aceitação da diversidade de orientações sexuais e identidades de gênero. Não é incomum ir a pubs onde por acaso está havendo uma reunião de transexuais, e nas baladas não há constrangimento em um casal do mesmo sexo se beijar no meio de uma maioria de heterossexuais: eu já fiz isso”.

E diz mais: “Eu não acredito que os fundamentalistas realmente conseguirão num futuro próximo tomar o poder no Brasil. Não conseguirão indefinidamente infiltrar um Estado laico com leis explicitamente inconstitucionais para privilegiar sua fé. Infelizmente já há leis assim em funcionamento, como a lei estadual 5998/11 do Rio de Janeiro, proposta pelo deputado Edson Albertassi (PMDB) e assinada pelo governador Sérgio Cabral, que obriga as bibliotecas públicas a ter Bíblia. Isso vai de encontro ao Artigo 19 da Constituição, pois é subvenção estatal do cristianismo.”

E que dizer do infame Kit Gay que o governo tentou levar para as escolas? Não seria subvenção estatal do estilo de vida homossexual? Combate à homofobia é uma coisa, apologia do homossexualismo é outra. E o que dizer do PL122, que acabaria obrigando os discordantes do estilo de vida homossexual a calar a boca, numa clara violação ao direito de liberdade de expressão? Por que não posso me declarar contra as práticas homossexuais, ao mesmo tempo em que defendo a liberdade de as pessoas viverem como bem entendem?

“Ser homossexual foi acidente”, diz Eli, “mas como houve uma tentativa de uma cultura, de uma criação e até de mim mesmo de me fazer ter vergonha de sê-lo, tenho orgulho e incentivo outros LGBT a afirmarem seu orgulho, porque sabemos bem que ainda é difícil, então há mérito nesta afirmação e em viver com ela, e mérito justifica orgulho. Não há nenhum mérito em ser heterossexual numa cultura que não apenas aceita como incentiva isso exageradamente ao ponto de impelir quem não é hetero a se esconder, por isso não fazem sentido afirmações de orgulho hetero: soam muito mais como provocação às conquistas e reivindicações dos LGBT.”

Realmente é bobagem ter orgulho de ser hetero, como também é bobagem ter orgulho de ser homo. E quem deixou isso bem claro foi o deputado homossexual Clodovil Hernandes, que recebeu vaias durante o lançamento da frente parlamentar em defesa de gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros, na Câmara dos Deputados (veja o vídeo). Ele disse: “Eu não gosto da parada do Orgulho Gay. Não me orgulho de ser gay. Orgulho-me de ser eu mesmo. E sou contra uma pessoa se travestir de mulher e ir para a prostituição.”

No fim da entrevista, Eli apela para um líder religioso: “Como disse Allan Kardec sobre a codificação religiosa espírita, se esta disser uma coisa e a ciência disser outra, a razão provavelmente está com a última. Felizmente, é perfeitamente possível fazer oferenda a Iemanjá sem extinguir os peixes, adorar Alá sem negar a evolução biológica e louvar a Jesus sem inventar que o DNA tem mensagens divinas, sem inventar ‘gene africano’ ou mostrar ignorância atacando um ‘gene gay’ que jamais foi proposto a sério por geneticistas (por saberem que o número de genes que participam é bem maior que um). E também é plenamente possível ser religioso sem ordenar que as mulheres se calem, que os homossexuais se escondam e que o Estado privilegie suas crenças particulares.”

É muito comum pessoas que se sentem acuadas e agredidas partirem para o ataque e para comparações descabidas. E o histórico de Eli de combate às religiões já vem de longa data, conforme atestou no Facebook Ernane Garcia: “Conheço o Eli Vieira desde os tempos do Orkut, época em que eu tinha lá meus 15 anos. Acompanhei sua ‘evolução’ intelectual de perto, desde que ele iniciou a graduação em biologia, na UnB, pois participei dessa geração neoateísta. Éramos fanáticos pela leitura de Epicuro, David Hume, Bertrand Russell, Isaac Asimov, Carl Sagan, Richard Dawkins e outros. Adorávamos passar horas em comunidades de ceticismo e ateísmo ‘refutando’ a argumentação dos religiosos. Estávamos convencidos de que Deus não existia ou de que não havia nenhuma evidência a seu favor e, ademais, de que a religião era prejudicial à humanidade. Li toda essa besteirada cética e materialista até os meus 18 anos, até me deparar com o livro de Dawkins, The God Delusion, cuja leitura me provou o contrário: Deus existe. Nessa época, já tinha um conhecimento razoável de metafísica, teologia e lógica, que me permitiu reconhecer as falácias do biólogo inglês. Eli, pelo contrário, não evoluiu. Não estudou as críticas à sua visão ateísta do mundo. Movido por um ódio irracional à religião e à Igreja, caminhou ‘progressivamente’ à esquerda, por mera pirraça, dando atenção única e exclusivamente ao pensamento cético, materialista e ateu. É apenas isso que o Eli sabe de filosofia: somente aquilo que alimenta a justificação de seu ódio à fé, ou seja, uma ínfima parte praticamente insignificante de toda a filosofia ocidental.”

Interessante a análise de Ernane, mas não creio que os ataques de Eli à fé sejam movidos unicamente por “pirraça”. Analisando sua postura atual e o fato de ter-se assumido ainda mais explicitamente homossexual, sou obrigado a concordar com Julian Huxley: “A razão de nos lançarmos sobre A Origem das Espécies é que a ideia de Deus interfere com nossos hábitos sexuais.”

Fonte: Michelson Borges.

Quiz do prof. H sobre Equações

Eq12Vamos a mais um QUIZ com ajudas, dicas e explicações que tanto lhe ajudará a revisar o assunto como lhe informará sobre seu nível no tema estudado. Saiba que três tipos de questões poderão aparecer: múltipla escolha (com apenas uma alternativa correta), múltiplas opções (com a possibilidade de mais de uma alternativa correta) e respostas digitadas. Neste último tipo você deverá digitar sua resposta, após raciocinar/calcular, e clicar no botão “Vamos conferir”. Após resolvida cada questão, você saberá imediatamente se acertou ou errou, podendo refazê-la após uma breve dica. Você ainda poderá visualizar uma questão por vez ou todas as questões uma abaixo da outra, certo? Leia as outras informações na página do quiz e mãos a obra! Clique aqui para começarmos.

Humanos e chimpanzés: o mito dos 99%

Parecidíssimos hein?!!
Não há nada de novo no título desta postagem. Porém, a suposta diferença de 1% em nível genético entre o ser humano e o chimpanzé continua a ser propagada nos meios de divulgação científica, e principalmente nos livros didáticos. Desde 1975, essa estatística enganosa tem sido apresentada como evidência clara de que os humanos e os chimpanzés estariam intimamente relacionados na árvore evolutiva da vida.[1] A famosa estatística de 99% foi baseada na comparação de apenas 97 genes entre os respectivos genomas. O genoma humano contém cerca de 19.000 genes.[2, 3] Portanto, 97 genes representam apenas cerca de 0,5% de todo o nosso genoma. 
Além do mais, a década de 70 estava bem distante do ano em que foi possível comparar diretamente as “letras” individuais (pares de bases) do DNA de humanos e chimpanzés – o primeiro rascunho do DNA humano não foi publicado até 2001.[4] Em 2005, quando o genoma do chimpanzé foi publicado, houve um frenesi na mídia sugerindo que agora tinham provas de que chimpanzés e humanos compartilhavam aproximadamente 99% do mesmo DNA.[5] No entanto, não foi bem isso o que ocorreu. Cada vez mais as pesquisas genéticas revelam que a percentagem de similaridade de DNA tem sido extremamente exagerada.
Em 2013, por exemplo, um estudo experimental realizado por Tomkins, um geneticista norte-americano, demonstrou que apenas 69% do cromossomo X e 43% do cromossomo Y do chimpanzé eram semelhantes aos do humano.[6] Ademais, o nível de similaridade genética (DNA) entre essas espécies é de cerca de 70%, ao invés dos supostos 99% apresentados nos livros didáticos. A variação desses valores é, em parte, devido a cada vez maiores conjuntos de dados que se tornam disponíveis para comparação, mas, principalmente, devido a diferentes pressupostos utilizados no cálculo das porcentagens. Por exemplo, o grau mais elevado de similaridade (99%) relatado por cientistas evolucionistas foi obtido por análise de sequências únicas de DNA que correspondem a partes reais do código genético. Entretanto, as estimativas de menor similaridade (criacionismo ou design inteligente) refletem, por vezes, alinhamentos que incluem vastas extensões de DNA com as regiões não codificantes.
As discrepâncias espalhadas na literatura em relação ao grau de similaridade genética entre humanos e chimpanzés corroboram os dados apresentados por Tomkins. Pesquisas anteriores apresentaram um percentual de similaridade entre as espécies que varia de 70%, em análises de grandes segmentos de DNA não codificantes de proteínas;[7] ~70% quando analisadas as sequencias de DNA do cromossomo Y;[8] 77% na análise do genoma completo;[9] 77,9% na análise do cromossomo 22;[10] 86,7% na análise da região HLA;[11] 93,6% na análise do genoma, levando em consideração o número de cópias dos genes (duplicações gênicas);[12] e 95,2% em análise de cinco grandes sequências de DNA, caindo para ~87% quando inseridas as sequências completas de alta qualidade.[13, 14]
Em 2007, um artigo publicado na revista Science afirmou que a noção popular de que os seres humanos e os chimpanzés são em nível de DNA geneticamente semelhantes em 99% é um mito, e deve ser descartado devido à imprecisão estatística que já era conhecida desde o início de estudos a respeito desse tema.[15] Ainda assim o mito do 1% foi perpetuado em 2012 na mesma revista.[16]
E o que dizer das características principais que tornam os seres humanos e os macacos diferentes, tais como a função cerebral e grandes diferenças de regulação entre genes expressos no cérebro? Em 1975, King e Wilson já haviam postulado que as principais diferenças entre humanos e macacos se devem em grande parte a fatores que controlam a expressão gênica: “Nós sugerimos que mudanças evolucionárias na anatomia e modo de vida são mais frequentemente baseadas em alterações nos mecanismos que controlam a expressão de genes do que em mudanças de sequência em proteínas. Propomos, portanto, que as mutações reguladoras representam as principais diferenças biológicas entre os humanos e os chimpanzés.”[1: p. 107]
Quando o fator “expressão gênica” é avaliado, muitas diferenças genéticas entre humanos e chimpanzés são encontradas. Por exemplo, Oldham e colaboradores publicaram um artigo descrevendo redes genéticas em cérebros humanos e de chimpanzés.[17] De acordo com esses autores, 17,4% das ligações de rede no cérebro foram encontradas no ser humano, mas não no chimpanzé. Eles reafirmaram o postulado de King e Wilson ao dizer que “o maior grau de homologia de sequência entre as proteínas humanas e de chimpanzés suporta a hipótese de longa data de que muitas diferenças fenotípicas entre as espécies refletem diferenças na regulação da expressão genética, em adição às diferenças em sequências de aminoácidos.”[17: p.  17973]
Sem a pretensão de esgotar o assunto, os estudos apresentados representam apenas alguns exemplos dentre diversas outras evidências disponíveis na literatura. Com a publicação contínua de dados do projeto ENCODE,[18] vai se tornar cada vez mais distante a suposta similaridade genética entre as espécies e, portanto, mais difícil manter a mitologia da diferença de 1%.
Referências: 
[1] King MC, Wilson AC. “Evolution at Two Levels in Humans and Chimpanzees.” Science. 1975; 188(4184):107-116.
[2] MGC Project Team. “The completion of the Mammalian Gene Collection” (MGC). Genome Res. 2009; 19(12):2324–2333.
[3] Ezkurdia IJuan DRodriguez JMFrankish ADiekhans MHarrow JVazquez JValencia ATress ML. “Multiple evidence strands suggest that there may be as few as 19000 human protein-coding genes.” Hum Mol Genet. 2014; 23(22):5866-78.
[4] Venter JC, et al. “The Sequence of the Human Genome.” Science. 2001; 291(5507):1304-1351.
[5] “Chimpanzee Sequencing and AnalysisConsortium. Initial sequence of the chimpanzee genome and comparison with the human genome.” Nature. 2005; 437(7055):69-87.
[6] Tomkins JP. “Comprehensive Analysis of Chimpanzee and Human Chromosomes Reveals Average DNA Similarity of 70%.” Answers Research Journal 2013; 6(1):63–69.
[7] Polavarapu NArora GMittal VKMcDonald JF. “Characterization and potential functional significance of human-chimpanzee large INDEL variation.” Mob DNA. 2011; 2:13.
[8] Hughes JF, Skaletsky H, Pyntikova T, Graves TA, van Daalen SK, Minx PJ, Fulton RS, McGrath SD, Locke DP, Friedman C, Trask BJ, Mardis ER, Warren WC,Repping S, Rozen S, Wilson RK, Page DC. “Chimpanzee and human Y chromosomes are remarkably divergent in structure and gene content.” Nature. 2010; 463(7280):536-9.
[9] Ebersberger IGalgoczy PTaudien STaenzer SPlatzer Mvon Haeseler A. “Mapping human genetic ancestry.” MolBiol Evol. 2007; 24(10):2266-76.
[11] Anzai TShiina TKimura NYanagiya KKohara SShigenari AYamagata TKulski JKNaruse TKFujimori YFukuzumi YYamazaki MTashiro HIwamoto CUmehara YImanishi TMeyer AIkeo KGojobori TBahram SInoko H. “Comparative sequencing of human and chimpanzee MHC class I regions unveils insertions/deletions as the major path to genomic divergence.” Proc Natl Acad Sci USA. 2003; 100(13):7708-13.
[12] Demuth JPDe Bie TStajich JECristianini NHahn MW. “The evolution of mammalian gene families.” PLoS One. 2006; 1:e85.
[13] Britten RJ. “Divergence between samples of chimpanzee and human DNA sequences is 5% counting indels.” Proc. Nat. Acad. Sci. 2002; 99:13633-13635.
[14] Tomkins J, Bergman J. “Genomic monkey business—estimates ofnearly identical human-chimp DNA similarity re-evaluated using omitted data.” Journal of Creation 2012; 26(1):94-100.
[15] Cohen J. “Relative differences: the myth of 1%.” Science. 2007; 316(5833):1836.
[16] Gibbons A. “Bonobos join chimps as closest human relatives.” [Jun. 2012]. Science News, 2012. Disponível em: http://news.sciencemag.org/plants-animals/2012/06/bonobos-join-chimps-closest-human-relatives
[17] Oldham MCHorvath SGeschwind DH. “Conservation and evolution of gene coexpression networks in human and chimpanzee brains.” Proc Natl Acad Sci USA. 2006; 103(47):17973-8.
[18] The ENCODE Project. Disponível em: http://www.genome.gov/encode/
Fonte: Everton Fernando Alves é enfermeiro e mestre em Ciências da Saúde pela UEM; seu e-book pode ser lido aqui. Via Criacionismo.

Diálogo entre o educador materialista e o educador espiritual

Educador materialista (EM): A culpa é da Dilma
mesmo!
Educador espiritual (EE): Sério? Pra mim a culpa da
Dilma não é maior do que a de cada um…
(EM) Sim, mas quem a colocou no poder foi o
Nordeste!
(EE) Por que pra você a culpa mais importante é a
do outro?
(EM) Sou realista! Com políticos melhores, o Brasil
seria melhor, a vida seria melhor!
(EE) O Brasil e a vida dependem dos políticos pra
você. Para mim, o Brasil depende de cada brasileiro e a vida de todos é afetada
(e infectada) pela vida de cada um…
(EM) Você é poeta ou é educador? Deixa de ser
alienado e cai na real! A corrupção e a impunidade comem soltas e esse é o verdadeiro
problema desse país!!
(EM) De fato, sou alienado do seu ponto de vista.
(EH) Pois é! É por causa de educadores alienados
que nossos estudantes não se desenvolvem politicamente nem cientificamente!
(EM) Sim, mas graças a Deus ainda existe outra
fatia de educadores que oportuniza estudantes pensadores e resistentes!
(EH) Pensadores? Resistentes?
(EE) Vou te explicar: o costume de só enxergar a
culpa do outro, por exemplo, vem de filosofias que impregnam a Educação e a
Ciência. Raciocine comigo (investigue): se você crê que o ser humano não
precisou de um Criador para vir à existência, mas processos aleatórios e
milagrosamente fortuitos originaram a vida em nosso planeta, a qual evoluiu
através de muita violência e total ausência de moralidade, como essa visão de
mundo influencia o pensamento e a ação de quem a possui? Como educar ‘animais
evoluídos’ (na verdade adestrá-los)? Negar uma criação sobrenatural com
propósito impede qualquer ensino sobre moralidade, altruísmo, cidadania e
responsabilidade individual…
(EM) Ei pode parar por aí! Já sei que você é um
religioso fundamentalista! Mas, escute uma coisa: eu também creio em Deus; mas
a evolução é um fato científico e a coexistência entre Deus e a evolução é
perfeitamente compatível! E mais, cogita-se sobre universos paralelos e sobre a
origem extraterrestre da vida, você sabia disso ou não??
(EE) Bem, para o “Deus” do Estado Islâmico (e para
o “Deus” católico romano) sim, é possível conciliar origem sobrenatural e
evolução. Mas, para os cristãos que leem o Gênesis e enxergam um relato literal
da origem da vida na Terra em seus dois primeiros capítulos, não é possível mesmo!
Ou criação sobrenatural de cada espécie separada, sendo o ser humano dotado de
livre arbítrio, com as leis matemáticas (biológicas, físicas e químicas)
normatizando a vida e o universo, ou o materialismo que prescinde de Deus e de
qualquer lei moral. São filosofias excludentes que geram estilos de vida
distintos! E, apesar da mídia carcomida por esse materialismo, há um sem número
de evidências arqueológicas, geológicas, matemáticas, físico-químicas e
biológicas que demonstram a epistemologia coerente do Gênesis…
(EM) É impossível conversar com você! Você tenta
doutrinar cada um que encontra! Vê se me deixa em paz, qual é?! Você acha que
vou trocar meus valores nos quais imperam o amor ao próximo e a liberdade de
expressão, por uma mente bitolada e regrada por leis preconceituosas e
retrógradas?
(EE) Professor, encare a realidade! Seu sistema de
valores que impõe o dogma materialista tem formado gerações e… olha o
resultado!
(EM) Mentira sua, seu professorzinho
preconceituoso! A culpa de tanto preconceito e violência é dos evangélicos
homofóbicos e dos religiosos que matam em nome de Deus!
(EE) Ué? A culpa não era da Dilma?
(EM) Sinceramente, já estou perdendo a paciência!
(EE) Mas, você disse que em seus valores o amor e a
tolerância imperam, não disse?
(EM) Respeito quem me respeita!
(EE) Lamento que suas crenças lhe impeçam de ver
que você e as classes rotuladas por você em sua fala possuem doutrinas comuns:
lançar toda a culpa sobre os outros para cauterizar a própria consciência,
criando um sistema de justiça que só serve ao seu autor…
(EM) Minha consciência vai muito bem, obrigado! Dou
minhas aulas com dedicação, trabalho em n escolas para poder ter um salário
razoável que me permite ter alguma dignidade. E não tenho tempo para ficar
ouvindo papo religioso desatualizado cujo objetivo é castrar a liberdade alheia.
Cada um tem suas crenças e suas verdades, e não é papel do educador interferir
nelas! Seja feliz, professor, e faça os outros felizes! Vê se deixa de impor
sua maneira de pensar!!
(EE) Você acha que um bom profissional da medicina,
por exemplo, exerce sua função na sociedade sob essa sua perspectiva? Você acha
mesmo que um paciente cuja saúde está mal por causa de sua desobediência à
Biologia normativa que recebemos do Criador, deve ser afagado por seu médico?
Professor, fazer de conta que não é sua responsabilidade ensinar moralidade é
uma ditadura com implicações sociais terríveis! Por outro lado, ensinar
moralidade é outra ditadura quando o docente fala, mas não faz! No entanto, e
se o docente ensinar por meio de seu próprio estilo de vida? Isso não é
ditadura, mas combate aguerrido contra o relativismo moral, oportunizando ao
educando comparações importantes e alternativas opostas…
(EM) Você acha pouco o trabalho de um educador?
Você trabalha em quantas escolas? Deixa de ser fantoche dos governantes,
professor, abre teus olhos! Deixa de ser capacho dos que não fazem nada pela
Educação e atolam o docente de responsabilidades sociais!!
(EE) Mas você mesmo disse que ama o próximo e a
liberdade de expressão! Como dar liberdade a um estudante se você só oferece
alternativas materialistas através de um estilo de vida hedonista? Que amor é
esse? Aliás, como o amor veio à existência no contexto da evolução? Insight de
Marte? Meu caro professor, viver desobedecendo às leis da saúde, da Biologia e
da moral é tão catastrófico como desobedecer às leis da Física e da Química!
Que papelão científico e político é esse do materialismo, o qual ensina a
obediência às leis matemáticas e impõe a desobediência às leis da saúde, da
Biologia e da moral? Isso é ativismo em prol da analfabetização
político-científica! Isso destrói famílias, comunidades, nações e o mundo…
(EM) Como você pode ser tão regrado num mundo onde
as próprias autoridades transgridem as leis? Você se acha melhor do que os
demais, esse é o seu problema! Deixa de inventar moda de santinho e cai na
real! Os estudantes não precisam de modelos de ética e religião na escola, pois
a escola pública é laica. Eles precisam conhecer a realidade dura e crua! Eles
têm que estudar e ponto final! E deixa de ser homofóbico com seu discurso sobre
Biologia normativa; isso dá processo viu?!
(EE) Difamar e fofocar são costumes que podem não ficar
na impunidade, professor, cuidado! Cobramos de nossos alunos, exigimos deles o
melhor que podem dar, falamos sobre tempo de estudo em casa e da concorrência
por vagas lá fora, mas quando o tema é cobrar competências morais e científicas
do docente você pula fora? Como assim? Cada profissão exige competências
mínimas de seu profissional. Para o docente isso não deve ocorrer? Você prefere
nivelar por baixo? Você usa o argumento falacioso de que estou puxando para um
diálogo religioso, só para ignorar a completa incompetência do materialismo em
formar cidadãos e cidadãs pacíficos, competentes, honestos e ordeiros?! Diga-me
como ensinar honestidade e ordem, por exemplo, por meio da sabotadora hipótese
do caos evolutivo? Diga-me como ensinar um ser humano a amar, sem ensiná-lo a
obedecer às leis?
(EM) Você quer colocar palavras na minha boca, mas
não vou permitir isto! Para vivermos em sociedade se faz necessário a
legislação de regras para definir direitos e deveres civis. Não sou um transgressor
como você insinua! Sou um trabalhador da Educação com muito amor e dedicação! O
problema é que você mistura sua religião bíblica com a Educação, e isso é
doutrinamento religioso! Em algum momento do passado o homem começou a amar,
percebeu que a violência impedia a convivência e começou a construir um sistema
de valores. É simples assim. Não venha complicar com a ditadura da moral
religiosa, pois isto é crime. Todos somos diferentes e devemos ser respeitados.
Não se deve obrigar a alguém a pensar e agir de acordo com nossa cultura
individual, mas sim pensar na coletividade e sua multiculturalidade e
pluralidade. Deus é bom e quer o coração e a sinceridade de cada um! Mas a
religião quer o dinheiro das pessoas, quer o monopólio de suas vidas, quer a
liberdade que evoluiu com a humanidade!
(EE) Pois é, professor, com uma fundamentação
teórica tão contraditória e movediça, é impossível ter valores absolutos,
sólidos e responsáveis; a própria manutenção da vida e convivência entre as
criaturas torna-se impossível! É mais fácil culpar outros. Contudo, isso não
resolve o problema. Ou fomos criados com responsabilidades morais e obedecemos
às leis biológicas, físicas e químicas sob as quais convivemos, ou mais vidas
serão contaminadas por uma educação materialista tão paradoxal, egoísta,
conveniente, virulenta e naturalmente violenta! O resultado, bem, ninguém pode
fugir da realidade, certo? Podemos fugir de Deus, podemos fugir para “um
universo paralelo” filosófico, podemos interpretar a realidade como achamos
melhor para nosso bolso e nossa dignidade, etc. Mas, pular fora da realidade,
as leis matemáticas criadas por Deus impedem que isso seja possível. Nem mesmo a
morte é uma fuga da realidade, pois, se houve criação, então haverá
ressurreição, e também ali haverá uma realidade repleta de responsabilidades
morais das quais também não poderemos fugir! O barco está afundando. Não tem
conserto. Os efeitos do problema da vida na Terra (corrupção, violência, abuso,
injustiça, sofrimento, dor) causados em grande medida pela educação
materialista, estão chegando ao seu clímax e é maior do que nossa ciência,
tecnologia e filosofias educacionais materialistas. Nada aqui da Terra resolve nosso
problema. Mas, existe salvação. A questão fundamental é: quem se disporá a
reconhecer o fracasso de suas filosofias materialistas com seus ganhos (e desculpas)
efêmeros, abrindo mão desse peso, e escapará do iminente naufrágio último (causado
pelas próprias escolhas individuais da humanidade e pela Justiça não humana), permitindo
a salvação de sua vida e a de outros? Ou você acha que dará tempo fugir para
Marte?

P.S. Calculando o óbvio: a maior parte dos educadores materialistas ou são religiosos-ateus ou são ateus-religiosos! Eu explico: religiosos-ateus são os que professam ter compromisso com Deus, mas seu estilo de vida não difere dos ateus. Ateus-religiosos são os ativistas em prol de sua causa sem causa, isto é, os que lutam para disseminar o irracionalismo do nada que criou tudo. 

(Hendrickson Rogers) 

Advogada encontra na Bíblia sua inspiração para TCC e recebe prêmio na Itália

A advogada de Bauru, SP, Renata Cezar, de 26 anos, encontrou na Bíblia o tema de seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), sobre direitos sociais, que rendeu a ela uma medalha de reconhecimento na Europa neste mês. Renata foi a única do Estado de São Paulo, que foi homenageada na quinta-feira (15). Ela e outros 49 brasileiros receberam a medalha “Il Merito Giuridico di Visitatori – autori internazionali”, em reconhecimento a suas contribuições à paz, das relações sociais e dos valores da humanidade, no Encontro Internacional de Autores Jurídicos, na região de Puglia, na Itália. A homenagem se deve a um artigo que escreveu em 2011, fruto de seu TCC, e que foi publicado em um site. A ideia de escrever sobre direitos sociais surgiu após um momento de leitura da Bíblia, de acordo com a advogada. Ela havia chegado da banca do TCC de seu irmão Thyago Cézar, também advogado, que havia tirado 10. “Os professores dele me disseram que no próximo ano eu iria enfrentar a banca e que era minha obrigação não tirar menos que ele. Quase morri de nervosismo, cheguei em casa chorando”, lembra.
Nervosa, Renata pediu a Deus que a ajudasse. “Abri a Bíblia e fui ler minha meditação semanal. Achei no livro de Hebreus o capítulo 13, cujo título era ‘Dos direitos sociais’. Aquilo foi o suficiente. Peguei minha constituição e vi o artigo 6º que prevê todos os direitos sociais.”
A advogada tirou 10 no TCC e foi indicada para iniciação científica. Ela transformou seu trabalho em um artigo e o publicou em algumas revistas jurídicas. Em um dos sites o artigo chegou a mais de oito mil visualizações, segundo a advogada.
Os organizadores do evento encontraram a jovem quando procuravam por advogados brasileiros que escreviam sobre o tema de direitos sociais. “Eu fiquei muito surpresa. Quero tentar o mestrado e isso vai contar muito pois vou registrar o artigo na universidade, além de ser bom para toda a minha vida acadêmica.” […]
Na Itália, Renata diz viver um sonho. “São oito anos de dedicação em estudos. Conseguir registrar um artigo meu em uma universidade da Itália, um dos berços do direito, é fantástico. Sou muito grata a Deus”, agradece a advogada.
Apesar das dificuldades e conquistas, a advogada de Bauru não perde o ideal de justiça. “Mais do que achar um TCC na Bíblia, ter tirado 10, receber uma condecoração na Itália, o que me motiva a estudar, publicar e divulgar para a população é a esperança de vida digna. Afinal, é para isso que o direito serve, para amparar quem precisa”, acredita Renata.

Fonte: G1 Notícias.

A ideologia do gênero e a educação sexual compulsória!

O governo não consegue esconder seu viés autoritário. O discurso oficial é sempre um oba-oba à democracia. A prática concreta é bem diferente. O Plano Municipal de Educação é o mais recente exemplo do desprezo dos governantes pelas regras da democracia representativa. Explico, amigo leitor, as razões da minha afirmação.
Tramita atualmente nas câmaras de vereadores (a de São Paulo incluída) o projeto de lei que institui o Plano Municipal de Educação para a próxima década. O Plano Nacional de Educação (PNE), base para os planos municipais, foi intensamente debatido na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, sendo dele excluída a menção à “igualdade de gênero” pela relação direta que tem com a chamada “ideologia de gênero”. Os embates democráticos e a retirada da linguagem de “gênero” foram amplamente noticiados. A proposta do MEC, fortemente apoiada na “ideologia do gênero”, perdeu o jogo. Porém, o governo tenta ganhar no tapetão e, num flagrante desrespeito ao Congresso, trata de contornar a decisão dos parlamentares. Vejamos como se dá o malabarismo antidemocrático.
O Ministério da Educação atua mediante vários organismos. A Conferência Nacional da Educação (Conae) preparou um documento que serviu como norteador para a formulação dos planos municipais. A ideologia de gênero, afastada pelo Congresso Nacional, reaparece com vigor no texto. É uma olímpica banana às regras do jogo democrático. O documento, que contém mais de uma centena de referências a “gênero”, foi elaborado pelo Fórum Nacional de Educação.
Depois do debate democrático ocorrido no parlamento, que resultou na Lei 13005/14, que instituiu o Plano Nacional de Educação, o governo, num evidente desrespeito à lei, reintroduz a ideologia de gênero e submete novamente o plano à discussão. Resumo da ópera: o pretenso respeito à democracia é só jogo de cena.
O que está por trás de tudo é a tentativa, mais uma, de impor às crianças a ideologia de gênero. Simples assim. Mas afinal, o que vem a ser essa teoria autoritária? Trata-se da distorção completa do conceito de homem e mulher, ao propor que o sexo biológico seria um dado do qual deveríamos libertar-nos em busca da composição livre e arbitrária da identidade de gênero. É uma ideologia que defende a absoluta irrelevância dos dados biológicos e psíquicos naturais na construção da identidade da pessoa humana, considerando o gênero de cada indivíduo como uma elaboração puramente pessoal. É isso que pretendem ensinar às crianças. De modo dogmático e compulsório.
A ideologia de gênero traz diversos inconvenientes para a educação: 1) a confusão causada nas crianças no processo de formação de sua identidade, fazendo-as perder as referências; 2) a sexualização precoce, na medida em que a ideologia de gênero promove a necessidade de uma diversidade de experiências sexuais para a formação do próprio “gênero”; 3) a abertura de um perigoso caminho para a legitimação da pedofilia, uma vez que a “orientação” pedófila também é considerada um tipo de gênero; 4) a banalização da sexualidade humana, dando ensejo ao aumento da violência sexual, sobretudo contra mulheres e homossexuais; 5) a usurpação da autoridade dos pais em matéria de educação de seus filhos, principalmente em temas de moral e sexualidade, já que todas as crianças serão submetidas à influência dessa ideologia, muitas vezes sem o conhecimento e o consentimento dos pais. Trata-se, sem dúvida, de uma violência arbitrária do Estado.
Na verdade, uma onda de intolerância avança sobre a sociedade. O tema da sexualidade passou a gerar novos dogmas e tabus. E os governos, num espasmo de obscurantismo totalitário, querem impor à sociedade um único modo de pensar, de ver e de sentir. Não cabe ao governo, contra a vontade da maioria da população, formatar a cabeça das crianças brasileiras. Tal estratégia, claramente delineada no desrespeito à Lei 13.005/14, tem nome: totalitarismo.
O governo não pode passar por cima da lei e do Congresso Nacional e impor sua vontade à sociedade brasileira. Os vereadores têm a oportunidade e o dever de barrar o atalho autoritário.
Fonte: O popular.

Discalculia – dificuldade com cálculos!!

Introdução
A discalculia faz parte da linguagem quantitativa e está associada a várias causas, como ausência de fundamentação matemática, essa dificuldade atinge diversos graus, a leitura, a escrita, a ortografia.
O termo discalculia refere-se á capacidade de compreensão dos números e de suas relações, ou seja, a uma dificuldade de executar operações de matemática. Segundo Brown(1953), ” a matemática pode ser considerada como uma linguagem simbólica cuja função prática é expressar relações quantitativas e especiais cuja função é facilitar o pensamento.”

Desenvolvimento
As noções de matemática, para Fonseca (1995), emergem de experiências concretas e envolvem inúmeras habilidades que têm sua raiz na hierarquia da experiência e nos estágios do desenvolvimento psicomotor e do pensamento quantitativo. Entre essas habilidades o autor cita, como principais, as noções de tamanho, forma, cor, quantidade, distância, ordem e tempo. Para Piaget(1989), essas noções têm início na faixa etária de 04 a 07 anos, quando a criança começa a fazer uso do julgamento da forma, do tamanho e de outras relações que dependem mais da experiência do que do raciocínio, este último ainda em fase intuitiva.
Os desvios da linguagem verbal representam fator importante nas causas da discalculia, portanto a alteração dos sistemas da linguagem está geralmente associada ás dificuldades de organizar e categorizar a informação dos sistemas da linguagem está geralmente associada ás dificuldades de organizar e categorizar a informação; no entanto, sabe-se de crianças não-disléxicas que não apresentam discalculia, como também o contrário, isto é, crianças disléxicas que não apresentam problemas de cálculo.
A discalculia infantil ocorre em razão de uma falha na formação dos circuitos neuronais, ou seja, na rede por onde passam os impulsos nervosos. Normalmente os neurônios transmitem informações quimicamente através da rede. A falha de quem sofre de discalculia está na conexão dos neurônios localizados na parte superior do cérebro, área responsável pelo reconhecimento dos símbolos. Detectar o problema, no entanto não é fácil. Na pré-escola, já é possível notar algum sinal do
distúrbio, quando a criança apresenta dificuldade em responder ás relações matemáticas propostas – como igual e diferente, pequeno e grande. Mas ainda é cedo para o diagnostico preciso. É a partir dos 7 ou 8 anos, com a introdução dos símbolos específicos da matemática e das operações básicas, que os sintomas se tornam mais visíveis.
Embora reconheça os números, a criança que tem distúrbio não consegue estabelecer relações entre eles, montar operações e identificar corretamente os sinais matemáticos. Para ela, é como se, de repente, o professor estivesse falando uma língua desconhecida. Mas, ao contrário do que muitos pais imaginam, a discalculia nada tem haver com a inteligência, podendo atingir pessoas com potencial de aprendizagem em diversas áreas. Geralmente, ela aparece associada a outros distúrbios como a AAD (Desordem do Déficit de Atenção), que se reconhece pela dificuldade de concentração e organização. Além disso, é comum a falta de noção espacial, levando quem tem o problema a derrubar objetos, esbarrar em móveis como se não tivesse noção da extensão de seus braços e pernas.
Caso não seja detectado a tempo, o distúrbio pode comprometer o desenvolvimento escolar de maneira mais ampla. Inseguro devido á sua limitação, o estudante geralmente tem medo de enfrentar novas experiências de aprendizagem por acreditar que não é capaz de evoluir. Pode também vir a adotar comportamentos inadequados tornando-se agressiva e apática ou desinteressada. Sem saber o que se passa, pais, professores e até colegas correm o risco de piorar a auto-estima da criança com punições e críticas. Por isso, é importante chegar a um diagnostico rápido, de preferência com a avaliação de psicopedagogos e neurologistas e começar o tratamento adequado.
Para a habilitação ou reabilitação dos casos de discalculia, torna-se imprescindível identificar a área em que ocorre a dificuldade que impede a criança de aprender a lidar com dados matemáticos para possibilitar a elaboração de um programa adequado. Para tanto, a investigação deve incluir:
  • Noções de conjunto de objetos
  • Noções de posição de objeto ” termos a termo”
  • Associação de símbolos auditivos e visuais a números
  • Contar e compreender o principio de conservação
  • Reversibilidade de pensamento
  • Noções de espaço e tempo (seriação e ordenação).

Planejamento de Terapia
Antes de iniciar a terapia é necessário um plano de atividade, com a finalidade de selecionar recursos e de tornar claros e precisos os objetivos, de acordo com cada caso, tendo em vista maior eficiência na ação terapêutica. Planejar é organizar a própria ação, transformando a realidade numa direção escolhida.(Gandin,1991). Para o autor é preciso termos consciência de que a elaboração é apenas um dos aspectos do processo, depois disso vêm, vinculados, os aspectos de execução e avaliação. A esses aspectos acrescento os ajustes, que decorrem da avaliação constante para a consecução dos objetivos. Um dos principais objetivos do tratamento dos distúrbios de aprendizagem é o de aumentar a autoconfiança e auto- estima da criança, tão desgastadas pelos contínuos fracassos escolares. Quanto á escola é necessário que os professores desenvolvem atividades especificas com este aluno, sem necessidade de isolá-lo do resto da turma nas outras disciplinas. É importante que o aluno só deixe de receber atendimento especializado quando readquire a autoconfiança. Já o uso de remédios é necessários somente para minimizar possíveis sintomas associados, com distúrbios de atenção e hiperatividade.

Reflexos no Aprendizado
Veja os requisitos necessários para o aprendizado da matemática e as dificuldades causadas pela discalculia.
Aptidões esperadas
3 a 6 – Ter compreensão dos conceitos de igual e diferente, curto e longo, grande e pequeno, menos que e mais que, classificar objetos pelo tamanho, cor e forma, reconhecer números de 0 a 9 e contar até 10, nomear formas, reproduzir formas e figuras.
Dificuldades
Problemas em nomear quantidades matemáticas, números, termos, símbolos, insucesso ao enumerar objetos reais ou em imagens
Aptidões esperadas
6 a 12 – Realizar operações matemáticos como soma e subtração, começar a usar mapas, compreender metades, quantas partes e números ordinais.
Dificuldades
Leitura e escrita incorreta dos símbolos matemáticos
Aptidões esperadas
12 a 16 – Capacidade para usar números na vida cotidiana, uso de calculadora, leitura de quadros, gráficos e mapas, entendimento do conceito de probabilidade.
Dificuldades
Falta de compreensão dos conceitos matemáticos, dificuldade na execução mental e concreta de cálculos numéricos.

Conclusão
Devido à complexidade dos distúrbios de aprendizagem os resultados para sua solução será mais concretos se houver participação conjunta da família e da escola. Cada criança precisa ser vista de forma particular pois é em casa que a criança recebe as primeiras e mais duradouras influências que servem de base para as futuras aprendizagens, cabendo à escola o papel de complementar e dirigir a formação integral da criança.
Autor: Daniela Filgueiras Britto