Apresentando o cristianismo em toda a sua grandeza (para além do igrejismo…)

Lee Strobel, C. S. Lewis e Augusto Cury não são melhores que todos os outros ateus e não ateus que se converteram à fé cristã, porém, eles representam uma classe diferenciada de pessoas. Aquelas cujo grau de exigência para a aceitação de uma nova ideia é muito mais rigoroso e, por isso, carente de uma argumentação mais lógica e profunda e de um conjunto de informações mais amplo.

Lee Strobel, C. S. Lewis e Augusto Cury não são melhores que todos os outros ateus e não ateus que se converteram à fé cristã, porém, eles representam uma classe diferenciada de pessoas. Aquelas cujo grau de exigência para a aceitação de uma nova ideia é muito mais rigoroso e, por isso, carente de uma argumentação mais lógica e profunda e de um conjunto de informações mais amplo.

Ele, um jornalista criminalista formado em direito na universidade de Chicago, ao saber da conversão de sua esposa ao cristianismo, decide usar toda a sua habilidade de investigação para esclarecer quão frágil e mentirosa é essa nova visão de mundo de sua esposa. Porém, após viajar e entrevistar diversos pensadores, entre escritores, cientistas e professores, e testemunhar o efeito positivo dessa crença sobre a personalidade de sua esposa, só lhe resta aceitar, e não somente aceitar, mas abraçar essa fé cristã. Desde então, passou a defendê-la nos círculos intelectuais mais exigentes. Seu nome é Lee Strobel, autor de dois livros famosos sobre defesa da fé:Em Defesa da Fé e Em Defesa de Cristo. Continue Reading…

A mulher grávida que pisou a cabeça da cobra – uma leitura crítica!

Jesus criou as mulheres em igualdade
com os homens. Uma igreja cristã,
em vez de se preocupar com o feminismo
(e incorporá-lo), deveria ensinar o Gênesis.
A gravura deste artigo circulou nas redes sociais e foi fartamente distribuída por pastores, missionários, seminaristas e tantos outros evangélicos neste Natal.
Contudo, o que me chamou a atenção foram as palavras da minha filha de 10 anos ao olhar para esse desenho: “Nada a ver! Não foi Maria quem pisou na cabeça da cobra”! E não foi só minha filha de 10 anos de idade quem se pronunciou sobre o desenho em questão.
“Nós nem vimos a cobra”, disse-me um casal de evangélicos diante da gravura. O que poderia justificar e ser usado como desculpa numa “curtida desatenta” por parte de tantos evangélicos maravilhados com a mulher grávida que pisa a cobra.
“Ah! Que lindo! Tem uma imagem de Maria que também pisa na cobra igualzinha a essa aí. Tão bonito isso”, disse-me uma católica. E devo confessar que, sendo ex-romano, a primeira coisa que me veio à mente foi a pinacoteca das diversas imagens católicas de Maria pisando a cabeça da serpente, que sempre estiveram presentes por toda minha infância e adolescência.
Tirando os evangélicos que “curtiram” sem se dar conta de que a mulher grávida do desenho pisava uma cobra, o que dizem os evangélicos “conscientes”, os que postaram a gravura? “É a Igreja”, responderam.
A mulher é o símbolo da Igreja e a Igreja é quem pisa a cabeça da cobra, que é Satanás. “Pisa” por extensão, é bom frisar. Quem pisou a cabeça da cobra foi Jesus, portanto, sendo Jesus o Cabeça da Igreja, esta o pisa vitoriosamente.
A figura da mulher como imagem da Igreja é depreendida a partir do texto de Apocalipse 12. Porém, o que João faz é o contrário do que seus interpretantes fizeram posteriormente. João toma Maria como símbolo da Igreja (e do Povo de Deus no Antigo Testamento), e não o contrário: a Igreja não é símbolo de Maria.
Mas é exatamente isso o que os católicos romanos fazem. Tanto que eles, ao se depararem com o símbolo da Igreja na figura de Maria, concluem inversamente: “Os homens é que devem escolher em qual lado lutar. Do lado da serpente ou se do lado da semente da Mulher – Maria – Mãe de Jesus Cristo, mas também de cada um” (Padre Paulo Ricardo).
“A semente da Mulher – Maria – Mãe de Jesus Cristo…”. Ora, o romanismo compreende que Maria é mãe da Igreja, a igreja é “semente de Maria”. Por quê? Por extensão também. Se Maria gerou Jesus, que é o Cabeça da Igreja, sendo a igreja o corpo de Jesus, logo Maria é mãe da Igreja.
Por isto, tão imediatamente, numa cultura católica como a brasileira, a maioria das pessoas irá identificar aquela mulher grávida que pisa a cabeça da serpente no desenho em questão não com a Igreja vitoriosa, mas com a mãe da Igreja – a mulher Maria; ainda que o catolicismo oficial saiba muito bem que quem pisou a cabeça da cobra foi Jesus (veja aqui).
A mulher da gravura está grávida. E é na condição de grávida que ela pisa a cabeça da serpente – e não é nada isto o que encontramos em Apocalipse 12. A vitória sobre o diabo, por intermédio de Maria e sem a Cruz, pois Jesus está no ventre dela – protegido de todo mal, de toda dor, de todo sofrimento, enquanto é o pé dela que pisa a cabeça da cobra – esta é a mensagem posta pela gravura.
O parágrafo acima revela o espírito do nosso século representado na gravura: o advento do feminino, da deusa mulher, da superioridade da mulher sobre o homem, da assunção da maternidade sobre a paternidade.
Ainda que a mulher da gravura fosse a Igreja, o equívoco foi coloca-la grávida – mais do que um ruído, mais do que uma mera interferência, é um excesso de informação que desloca o interpretante do verdadeiro sentido do Natal para uma interpretação transbordada de sincretismo pagão da Nova Era.
Sem a encarnação completa, sem a vida de total obediência, sem a paixão e sem a morte substitutiva e a ressurreição vitoriosa que compõem o evangelho da nossa salvação, um Messias protegido no ventre de sua mãe enquanto esta resolve o problema criado pelo ser humano é a interpretação que sobra.
Em outras palavras, é um outro evangelho o da gravura: “Porque, como, pela desobediência de uma só mulher, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de uma só mulher, muitos se tornarão justos”.
Este artigo não comporta tudo o que poderíamos desenvolver sobre a importância de sabermos evangelizar nossa geração, compreendendo todas as nuances e complexidades do nosso multiculturalismo pós-moderno, ainda assim há duas regras simples que eu deixaria aqui.
A famosa regra de ouro diz que, em termos de comunicação, o importante é o que o outro entende e não o que você quis dizer. E evangelizar é comunicar as boas novas da salvação e o mais importante é sabermos o que o outro compreende e não o que eu penso sobre o que ele deveria entender.
A segunda regra é que, como missionários, não basta trabalhar com pressupostos, mas antes com aquilo que está propriamente posto. Em outras palavras, é muito mais importante você compreender o que está posto diante do interpretante por essa imagem da mulher grávida do que esperar que esse interpretante consiga entender os pressupostos da própria imagem da mesma maneira que o seu gueto teológico os entende (“entendimento” este que pode também estar equivocado, conforme demonstrei aqui neste artigo).
Acredito que é preciso comunicar melhor a mensagem do Evangelho, ainda mais quando a veiculamos nas redes sociais, ambiente que alcançará crentes e descrentes das mais diferentes formações, e essa é uma responsabilidade que cabe, indubitavelmente, aos líderes cristãos que se utilizam da internet.
Fonte: Fábio Ribas.

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#Convite: participe do Grupo “Blog do prof. H” no WhatsApp!

Oi, como vai? Espero que você esteja bem!

Quero convidar você a participar de nosso grupo no WhatsApp chamado  “Blog do Prof. H”.

Para aceitar o convite basta enviar uma mensagem do tipo “quero participar do grupo” para (82) 9690-6390 e você será adicionado! Outra opção é clicar AQUI e ser direcionado a uma página que solicitará seu número. Daí eu faço o resto!

Objetivos do grupo:  

1°) Nossa preparação para a volta de Jesus. 

2°) Ajudar outros a raciocinarem: se Deus criou a vida, o universo e a Bíblia, então Ele é capaz de cuidar de mim também! 

3°) Progresso acadêmico. 

4°) Progresso na Matemática. 

5°) Produção e disseminação de materiais que facilitem o alcance dos outros quatro objetivos!

É isso! Só pra lhe motivar, já são mais de 30.000 pessoas participando no Twitter do Prof. H (twitter.com/professor_h, confere lá!!). Acredito que você poderá se beneficiar e beneficiar outros usando este grupo.

Abraço!

(Hendrickson Rogers) 

 

A caixa pequena (#HistóriasPraMudarSuaHistória)

Muka vive em um assentamento
rural,  no norte da Namíbia,
com sua família.

Muka (pronuncia-se moo-KAH) é a terceira esposa de um chefe de Himba, vivendo no norte da Namíbia. Enquanto algumas crianças Himba vão à escola, poucos dos que
permanecem nos assentamentos sabem ler e escrever. Eles passam sua
história e cultura para seus filhos durante os momentos de contar histórias ao redor de uma fogueira a cada noite.

Por mais de 15 anos missionários cristãos têm
trabalhado com os Himba, fazendo amizade com eles, ensinando-lhes a respeito de
Deus, mostrando que Ele se importa! Eles oraram por Muka quando ela estava
gravemente doente e Deus a curou! O marido de Muka respeita os missionários
pelo que eles fazem para ajudar a sua família e seu povo.
Muka se sente feliz com as visitas dos missionários e voluntariamente participa de seus momentos de oração. Ela gostaria de participar dos cultos de
adoração, mas o culto mais próximo fica muito longe para ir a pé, e a família é
muito grande para ir em uma carroça. Assim sendo Muka se contenta em orar a Deus em seus momentos livres.
Recentemente os missionários realizaram uma reunião no acampamento especialmente para o povo Himba. Todo mundo foi convidado e quase todos
compareceram. Nas reuniões, os missionários deram aos chefes um presente especial – um
leitor de MP3 alimentado por energia solar! Eles instruíram como eles deveriam colocar o MP3 ao sol para carregar as baterias e como ligá-lo para ouvir histórias bíblicas em sua própria língua!
Voltando para casa, o marido de Muka deu um leitor de MP3 para sua primeira esposa para ouvir. Quando ela terminou de ouvir as histórias, ela
passou para Muka para que ela e seus filhos pudessem ouvir as histórias de Deus. Depois ela
passou para a próxima esposa e, assim, durante o círculo noturno das famílias as
histórias de Jesus estão sendo entrelaçadas no tecido da vida do povo Himba!
“Eu entendo melhor a Deus agora, depois de ouvir as histórias
que os missionários nos deram na caixa pequena”, diz Muka. “Quero aprender
mais sobre Deus e como a segui-Lo!”
Os MP3 players realizaram um forte avanço entre os Himba, e uma
recente oferta está fornecendo mais centenas de leitores
de MP3 e os fundos necessários para gravar mais histórias bíblicas na língua dos Himba! Obrigado por
sua contribuição, a qual ajuda pessoas como Muka e sua família a encontrar o
Salvador e aprender a segui-Lo!

 

Tradução e alterações a partir do original por Hendrickson Rogers.

Trabalhando com amor! (#HistóriasPraMudarSuaHistória)

Muthu Kutti é um professor
missionário que vive em
Madurai que fica
em Tamil Nadu, Índia.
Muthu é um professor de Bíblia numa Escola cristã de ensino médio no
sudeste da Índia. Mas o seu ministério se estende para além da sala de aula.
Ele leva seus alunos para as aldeias para realizar a Escola Sabática! A maioria dos moradores sabe pouco sobre Jesus, de modo que o objetivo da Escola Sabática é tornar Jesus conhecido. 
As crianças vêm em primeiro lugar, se reunindo sob uma árvore para ouvir
histórias e cantar músicas. Em seguida, os membros da equipe visitam as casas
dos moradores para orar pelos enfermos ou desanimados. Eventualmente adultos
participam dessas reuniões.
Um dia Muthu visitou uma aldeia e descobriu que a chuva pesada havia
danificado uma casa de barro bastante antiga, fazendo-a entrar em colapso e deixando a
mulher que vivia ali desabrigada! Ela tinha lepra e ninguém queria chegar perto dela.
Em vez de ir à Escola Sabática, Muthu e sua equipe limparam o
entulho do local daquela casa. Logo aldeões se prontificaram a ajudar também. Eles
cortaram algumas madeiras e estenderam uma lona sobre eles para um abrigo temporário.
Durante a semana Muthu e sua equipe começaram a construir uma casa pequena
e resistente para a mulher. Os aldeões viram que nenhum mal veio para Muthu ou
seus companheiros de equipe, e eles começaram a tratar a mulher como um deles
novamente! Alguns deram suas roupas e utensílios domésticos para substituir o
que ela tinha perdido.
No sábado seguinte, a mulher encontrou Muthu e pediu-lhe para vir à casa dela. Lá, ela apontou para dois sacos grandes cheios de cocos. “Esses
são a minha oferta”, disse ela. Muthu foi tocado quando ele percebeu que esta
mulher tinha reunido cerca de 100 cocos e trazido, um a um, a sua pequena
casa! Seu trabalho de amor tinha levado toda a semana!
Hoje, um grande grupo se reúne na aldeia para a adoração. A vila não possui igreja, mas é bastante receptiva aos cristãos porque sabem como essas pessoas se importam! A igreja mais próxima fica a cinco ou seis quilômetros de distância, e não há transporte
seguro. Os novos conversos estão aprendendo a orar e pedir a Deus por uma igreja em sua aldeia.
Milhares de aldeias como esta possuem apenas deuses de pedra para adorar.
As pessoas ainda esperar ouvir como Jesus as ama e quer viver com elas
para sempre. Ofertas missionárias podem tornar possível que
essas pessoas tenham uma igreja simples, para adorar a Deus e convidar
outras pessoas também.

Tradução e alterações a partir do original por Hendrickson Rogers.