O uso do Blog como um Ambiente Virtual de Aprendizagem para o exercício da tutoria online (2° artigo publicado)

Imagem do 2° artigoResumo: O artigo discute o uso do Blog como um Ambiente Virtual de Aprendizagem e ambiente de treinamento prático para o exercício da Tutoria online. Buscou-se exemplos reais dessa possibilidade, quer negativos quer positivos, que incentivem o futuro tutor online a obter as competências mínimas necessárias para sua função. Para tanto, a pesquisa bibliográfica e o relato de experiências pavimentaram a direção do tema, considerando-se competência profissional também como uma es colha humana. A realidade-objeto do relato de experiência será a dinâmica da compreensão e construção da tecnologia educacional blog como AVA que o autor do artigo usa em s ala de aula, e o uso do blog como um desenvolvedor prático das competências profissionais e tecnológicas necessárias para s e formar o Tutor em Educação a Distância ou Tutor online. Apresentam-se imagens de um blog em pleno funcionamento e seus múltiplos recursos de interação. A pesquisa permite descortinar um panorama da EaD e suas possibilidades, bem como o blog como ambiente fecundo para a compreensão da verdadeira autonomia estudantil e dos percursos para a formação docente nessa modalidade, os quais contribuem para a aquisição de qualidades profissionais e científicas imprescindíveis ao tutor online.

Para acessar (ler, baixar, citar, etc.) nosso segundo artigo (graças ao bom Deus), publicado pela revista científica CETS (Cadernos de Educação, Tecnologia e Sociedade), aperte AQUI.

Seu cérebro tem mais memória do que a internet!

Complexidade assombrosa!

             Complexidade assombrosa!

Aquele que disse que o cérebro humano é a porção de matéria mais altamente organizada do universo estava mais correto do que imaginava. Uma nova pesquisa modelou minúsculas estruturas de células nervosas e descobriu uma tática esperta que os cérebros utilizam para aumentar seu poder de computação, ao mesmo tempo em que maximizam a eficiência energética. Seu design poderia formar a base de toda uma nova e melhorada classe de computadores. Neurobiólogos do Salk Institute of La Jolla, Califórnia, e da University of Texas, Austin, desenvolveram modelos computacionais 3D que simulam seções minúsculas de hipocampos de ratos – região do cérebro de mamíferos em que os neurônios constantemente processam e armazenam recordações. Um dos modelos, publicado no jornal de biologia eLife, ajudou a revelar que as dimensões das sinapses mudam em questão de minutos.[1]

Sinapses ocorrem em junções de células nervosas, como “duas pessoas de mãos dadas”. Cada célula pode ter milhares de “mãos” em contato, tanto quanto vizinhos que formam uma rede 3D com bilhões de conexões e vias. Cada junção transfere informação entre células através de minúsculas substâncias químicas, chamadas neurotransmissores.

Imagens inovadoras publicadas em 2011 revelaram muitas outras dessas conexões de tipo nervo-a-nervo nunca antes imaginadas, incitando comparações entre o cérebro humano e o número de interruptores em todos os computadores e conexões à internet da Terra.[2] Os tamanhos desses pontos de conexão, chamados sinapses, comutam com o uso ou desuso – processo este chamado plasticidade sináptica. Sinapses se intensificam quando ocorre um aprendizado ou atenuam quando não utilizadas.

Como os cérebros fazem isso? Eles não armazenam e transmitem informação com os simples 0 e 1 dos códigos computacionais, mas com graus de intensidade de sinapses. Em outras palavras, eles não transferem informação com um único impulso por vez, mas reconhecem 26 níveis diferentes de intensidade sináptica. Os autores da nova pesquisa observaram possíveis vantagens nessa complicada variabilidade molecular. Eles escreveram que sinapses “podem refletir uma estratégia amostral concebida [designed] para a eficiência energética”.[1] Células nervosas usam o tamanho e a estabilidade de cada sinapse para processar e registrar informações como fazem as memórias [de computador].

Noutra pesquisa, publicada na Nature Communications, foi descoberto que a comunicação bioquímica dentro de cada sinapse faz o monitoramento e os ajustes constantes da plasticidade sináptica.[3] Esse “mecanismo habilitador de plasticidade” inclui loops defeedback positivo e um mecanismo de segurança para prevenção da morte da célula, conforme o sumário de uma pesquisa publicada na Nature por Christine Gee e Thomas Oertner, do Center of Molecular Neurobiology Hamburg.[4]

Terry Sejnowski, autor co-senior do estudo publicado pela eLife, reportou ao Salk Institute:

“Descobrimos a chave para desvendar o princípio construtivo [design principle] de como os neurônios hipocampais funcionam com baixo consumo de energia, porém com alta potência computacional. Nossas novas medições de capacidade da memória cerebral aumentam estimativas conservadoras por um fator de 10, para, pelo menos, um petabyte, no mesmo patamar da World Wide Web.”[5]

O que é um petabyte? 8.000.000.000.000.000 de bits de informação. Os níveis alucinantes de organização e protocolos regulatórios necessários das sinapses refutam todas as noções de que cérebros possam ter evoluído de simples células através de meros processos naturais. As estratégias, os algoritmos e princípios construtivos empregados pelo cérebro poderiam somente ter surgido por obra de um Arquiteto transcendental, cujo conhecimento a humanidade só pode sonhar em copiar.

Referências:

[1] Bartol Jr., T. M. et al. 2015. “Nanoconnectomic upper bound on the variability of synaptic plasticity.” eLife. 10.7554/eLife.10778.

[2] Thomas, B. “Brain’s Complexity ‘Is Beyond Anything Imagined’” (http://www.icr.org/article/5877/293/). Creation Science Update. Posted on icr.org January 17, 2011, accessed January 20, 2016.

[3] Tigaret, C. M. et al. 2016. “Coordinated activation of distinct Ca2+ sources and metabotropic glutamate receptors encodes Hebbian synaptic plasticity.” Nature Communications. 7: 10289.

[4] Gee, C. E. and T. G. Oertner, 2016. “Pull out the stops for plasticity.” Nature. 529 (7585): 164-165.

[5] “Memory capacity of brain is 10 times more than previously thought” (http://www.salk.edu/news-release/memory-capacity-of-brain-is-10-times-more-than-previously-thought/). Salk News. Posted on salk.edu January 20, 2016, accessed January 20, 2016.

[6] “The new work also answers a longstanding question as to how the brain is so energy efficient and could help engineers build computers that are incredibly powerful but also conserve energy” (Salk News).

Nota do blog Engenharia Filosófica: “Passou da hora de biólogos evolucionistas (os sensatos não precisam) terem aulas de sistemas digitais e microprocessadores em turmas de engenharia, ciência da computação e tecnologia da informação. Quem sabe, então, a teoria da evolução seja finalmente enterrada. Até lá, estudos como esse apenas servem para apoiar vídeos como este.”

Fonte: Traduzido e adaptado de Brian Thomas, ICR.

Pesquisa: Facebook não é sinônimo de Felicidade!

Os usuários do site de relacionamentos Facebook podem se sentir mais conectados com o mundo, mas não são necessariamente mais felizes, revelou um estudo publicado nesta quarta-feira (14/8) nos Estados Unidos. “Superficialmente, o Facebook proporciona um recurso valioso para satisfazer a necessidade básica dos seres humanos de estabelecer vínculos sociais”, afirmou Ethan Kross, psicólogo da Universidade de Michigan (norte) e principal autor da pesquisa publicada na revista científicaPLoS. “Mas ao invés de melhorar o bem-estar das pessoas, usar o Facebook tem um efeito inverso: o deixa pior”, disse. O estudo, feito com 82 jovens com celulares inteligentes e contas no Facebook, buscou avaliar o estado de ânimo dos usuários do site de relacionamentos mais popular da internet.

Para medi-lo, os cientistas enviaram mensagens de texto cinco vezes por dia durante duas semanas aos jovens, perguntando se se sentiam sozinhos ou ansiosos, a frequência com que usavam a rede social e quantas vezes tinham se comunicado “diretamente” com outras pessoas. Os resultados mostraram “que quanto mais as pessoas usavam o Facebook, pior se sentiam quando consultados por mensagem de texto logo depois” do acesso, afirmaram os cientistas.
“No transcurso de duas semanas, quanto mais utilizavam o Facebook, mais diminuía sua satisfação com a vida”, acrescentaram.
Ao contrário, as relações diretas com as pessoas e não por meio de redes sociais, geravam maior bem-estar pessoal. “Estes são os resultados de maior importância, pois vão ao próprio cerne da influência potencial das redes sociais na vida das pessoas”, explicou John Jonides, neurocientista da Universidade de Michigan e coautor do estudo.
Os pesquisadores também observaram que os entrevistados não ficavam mais propensos a usar o Facebook quando se sentiam mal, apesar de terem acessado o site frequentemente quando se sentiam sozinhos.
No entanto, os autores do estudo se recusaram a generalizar os resultados e a afirmar que o uso do Facebook – ou de outras redes sociais na internet – tenha o mesmo efeito em todas as pessoas. “Nós nos concentramos nos adultos jovens, já que eles representam uma parte essencial dos usuários do Facebook”, destacaram.
Esse estudo foi publicado uma semana depois de uma pesquisa realizada por cientistas britânicos, que indicam que publicar fotos frequentemente no Facebook poderia deteriorar as relações humanas na vida “real”.

Nota: O que fazemos nas redes sociais deve ser uma extensão de quem somos e do que fazemos na vida “real”. Infelizmente, há pessoas que se esquecem disso, e fazem de suas páginas nas redes sociais mostruários de conteúdos e comportamentos impróprios. Pior é quando se tratam de cristãos. Jesus pede de nós, os que dizemos segui-Lo, que sejamos “pescadores de homens”. A internet é comparada ao mar, tanto é que se “navega” nela. E esse mar está repleto de homens e mulheres em busca de algo. Se temos o devido senso de missão, vamos jogar nossas “redes” nesse mar a fim de atrair náufragos para a verdadeira esperança – que não é virtual, é real. No entanto, a reportagem acima nos lembra de que é bom usar essas redes sociais com moderação, a fim de que a vida virtual não engula a real. Desconecte-se de vez em quando (melhor seria dizer: conecte-se de vez em quando) e alimente seus relacionamentos reais. Converse face a face. “Curta” a companhia das pessoas. Dê-lhes cartões de verdade, abraços de verdade. Viva e seja feliz.(Michelson Borges)

10 Bibliotecas Virtuais

As bibliotecas virtuais surgem com uma forma de democratizar a informação em todo o mundo e, por isso são grandes aliadas dos professores. Nelas você encontra obras que custam caro e que ainda não estão disponíveis na sua escola ou biblioteca da cidade.
Para ajudar na busca, a Revista Nova Escola preparou uma seleção com 10 bibliotecas virtuais onde o usuário pode baixar gratuitamente diversos clássicos da literatura, entre outras obras.
Brasiliana USP (http://www.brasiliana.usp.br/)
A biblioteca que ainda não tem residência física definitiva na Universidade de São Paulo já tem uma pequena porcentagem do seu acervo online focado em autores brasileiros ou obras ligadas à cultura nacional em domínio público. Em destaque, três volumes com gravuras de Debret durante sua viagem pelo Brasil no século 19, todas as primeiras edições da obra de Machado de Assis, José de Alencar e Olavo Bilac e a Coleção da Klaxon, uma das principais revistas do movimento modernista paulistano. Boa parte das obras raras acompanha textos de apresentação feitos pelos pesquisadores.

Desenvolvida pelo Ministério da Educação, nesta biblioteca são disponibilizados gratuitamente cerca de 180 mil textos, além de imagens, arquivos de som e vídeo. O site conta com rico acervo de publicações na área de educação. Lá, você ainda encontra as obras completas de Machado de Assis e um grande acervo de poesias de Fernando Pessoa. A biblioteca possui também diversas músicas eruditas brasileiras, e inúmeros textos de literatura infantil, além dos Compilados sobre Legislação Educacional.
Biblioteca Nacional (http://www.bn.br/portal/)
Um dos maiores acervos do país já tem boa parte da sua versão virtual catalogada, principalmente na área de periódicos. Apesar de conter um certo número de materiais literários, o foco da biblioteca catalogada ainda são os mapas, fotografias e periódicos. Vale conferir a versão original dos Lusíadas, a Bíblia em latim, e a Coleção Teresa Cristina – uma série de documentos doados ao museu pela mulher de Dom Pedro II com registros riquíssimos do Império.
Arquivo Público do Estado de São Paulo (http://www.arquivoestado.sp.gov.br)
Uma excelente opção para aqueles que procuram arquivos históricos relacionados ao Estado de São Paulo Jornais, o Arquivo Público do Estado traz uma série de revistas, Fotografias, vídeos e anuários estatísticos. Entre os destaques do acervo está um conjunto documental com cartas trocadas pelos chefes do movimento sobre a Revolução de 1924. A seção Memória da Educação é um prato cheio para professores, apresentando publicações de caráter histórico que nos remetem ao universo escolar em São Paulo nos séculos 19 e 20.
Acervo Digitais de Cordeis da Biblioteca de Obras Raras de Átila de Almeida – UFPB

Considerando a riqueza da peculiaridade da cultura nordestina, a biblioteca traz cerca de 9 mil títulos e 15 mil exemplares de cordéis da Biblioteca de Obras Raras Átila Almeida, cuja mantenedora é a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). A biblioteca apresenta-se como a maior guardiã no Brasil desse tipo de acervo tanto no que diz respeito às questões de ordem quantitativa como qualitativa (estado de conservação e organização das peças).

Também pertencente à Universidade Federal da Paraíba, a biblioteca traz um rico acervo sobre o educador que inclui seus textos, livros, textos didáticos, correspondências e, inclusive, diversas críticas e análises relacionadas a seu trabalho.
Biblioteca Digital Mundial (http://www.wdl.org/pt/about/)
Criada pela UNESCO, a Biblioteca Digital Mundial disponibiliza na Internet, gratuitamente, e em formato multilíngue, importantes de literatura, áudio, mapas e fotografias provenientes de países e culturas de todo o mundo. As pesquisas podem ser feitas em sete línguas diferentes e as buscas, feitas por período.
Traz biografias de artistas, cineastas e dramaturgos nacionais; além de roteiros de cinema, peças de teatro e a história de diversas emissoras de TV. Caso o leitor prefira a versão impressa, todos eles podem ser encontrados em livrarias de todo o país;
Projeto da Wikimedia Foudation dedicado ao desenvolvimento colaborativo de livros, apostilas, manuais e outros textos didáticos de conteúdo livre. São diversos temas em diversas línguas. Há uma versão da página em português.
Banco de Dados de Livros Escolares Brasileiros (1810 a 2005) – FEUSP (http://www2.fe.usp.br/estrutura/livres/index.htm)
Banco de dados que disponibiliza pela internet o acesso à produção das diversas disciplinas escolares brasileiras desde o século XIX até os dias atuais e fornece referenciais e fontes. A organização do LIVRES caracteriza-se por ser alimentado e ampliado constantemente pelas pesquisas de uma equipe de especialistas da área, que analisam o livro.
Aproveite!

Mau uso da internet atrofia o cérebro!

internet e os games estão formando uma geração de crianças com dificuldade para pensar por si próprias. Quem diz isso é a farmacologista e baronesa britânica Susan Greenfield, 61, que dá uma palestra hoje [18/9/2012] em São Paulo. Susan reconhece que a tecnologia tem efeitos positivos. Mas afirma que ela pode, também, causar atrofia cerebral em crianças que dedicam tempo demais a jogos e redes sociais. Suzan, que também esteve num evento ontem em Porto Alegre, costuma citar dois estudos em defesa das suas ideias. O primeiro, divulgado na publicação científica PLOS One, leva a assinatura de diversos cientistas chineses. Eles acompanharam 18 adolescentes viciados em internet. Examinando seus cérebros, notaram uma série de alterações morfológicas proporcionais ao tempo em que estiveram mergulhados no mundo virtual. Outro estudo, liderado nos Estados Unidos pela cientista cognitiva Daphne Bavelier, foi publicado na revista Neuron. Seu foco são as mudanças comportamentais trazidas pela contínua exposição à tecnologia. A conclusão é que os videogames e a internet produzem alterações complexas no comportamento das pessoas, e não é fácil determinar o que é bom e o que é ruim nelas. Mas Daphne deixa claro que as mudanças existem e ficam gravadas no cérebro. Outros cientistas destacam a incerteza apontada nessas pesquisas e criticam o fato de Suzan falar sobre o assunto sem realizar estudos aprofundados sobre ele. Um dos críticos é o britânico Ben Goldacre. Em seu blog, ele aponta que Suzan prefere falar à imprensa e ao parlamento britânico – onde ela ocupa uma cadeira na Câmara dos Lordes – em vez de escrever artigos científicos que seriam revisados e criticados por outros estudiosos.
Suzan respondeu a ele numa entrevista à revista New Scientist dizendo que os cientistas que negam os danos cerebrais causados pelo excesso de exposição à internet são como aqueles que “negavam os malefícios do fumo 20 anos atrás”. Para ela, se formos esperar pelas evidências científicas, será tarde demais para fazer alguma coisa de modo a evitar esses supostos efeitos nocivos. E a solução, é claro, não é banir a tecnologia, como declarou Suzan à New Scientist: “Só restringir o acesso das crianças à internet não ajuda muito. Em vez disso, eu perguntaria: ‘O que podemos oferecer às crianças que seja ainda mais atraente e recompensador? Devemos planejar um ambiente 3D para elas em vez de colocá-las em frente a um que seja bidimensional.”
Fonte: Exame.

O que o perfeito sistema de trabalho das formigas e a internet têm em comum?

A humanidade tem conseguido cumprir alguns feitos impressionantes, mas alguns deles já estavam por aí muito antes de nós os notarmos. As formigas, por exemplo, procuram por comida de uma forma que é basicamente a mesma do TCP (Protocolo de Controle de Transmissão) da Internet e têm feito isso desde muito antes de a rede mundial surgir. Isso tem muito a ver com a forma com que as formigas cortadeiras conseguem sua comida. Da mesma forma que o TCP comprime dados de transmissão se os pacotes iniciais indicam uma banda estreita, as formigas cortadeiras enviam menos membros se os primeiros demorarem muito para voltar com a comida.
“[A] taxa com que as formigas cortadeiras (que procura por sementes individualmente) deixam o ninho para procurar comida corresponde à disponibilidade dela.Uma formiga não retorna ao ninho enquanto não encontrar comida. Se há sementes em abundância, elas voltam rapidamente e mais formigas deixam o ninho para ajudar. Se, entretanto, as formigas começam a voltar sem nada sobre suas cabeças, a busca desacelera e, talvez, é até cancelada.”
As similaridades não param aqui. As formigas também usam a técnica de início devagar do TCP, enviando uma leva de membros (pacotes) para estimar a quantidade relativa de comida (largura de banda) antes de escalar seus números para cima ou para baixo. Da mesma forma que uma conexão esgotará seu tempo (time out) se a fonte parar de enviar pacotes, as formigas param de enviar novos membros se nenhum deles retornar em 20 minutos.Balaji Prabhakar, um dos pesquisadores por trás da descoberta, diz que se esse comportamento tivesse sido descoberto antes da Internet, ele talvez tivesse influenciado a sua criação. Ainda assim, esse processo de coleta tem sido testado ao longo do tempo e é provável que ainda haja outras coisas que possamos aprender a partir dele. Nesse meio tempo, quem sabe que outros algoritmos possam estar por aí, aguardando em silêncio serem descobertos?
Fonte: Gizmodo.
Nota: Assim como a internet não é fruto do acaso e de processos sucessivos aleatórios (filosofia pagã naturalista evolucionista darwinista para a origem da vida), as formigas, a Natureza como um todo e o ser humano não o são! A existência de Deus e Sua misericordiosa atuação no universo explicam a complexidade dos sistemas vivos. Segue-se, então, que, uma vez que Ele existe, é nosso privilégio e dever conhecê-Lo e entender Seus planos para Suas criaturas! Converse com Jesus agora mesmo e Se prepare para Seu retorno cada vez mais real, necessário e próximo! (Hendrickson Rogers)

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10 mitos que “surgiram espontaneamente” (dos evolucionistas!) sobre o Criacionismo

1. “Criacionistas não acreditam que as espécies variam”

Uma muito popular caricatura dos criacionistas é a de que eles ensinam o fixismo (a crença de que as espécies não variam). Como as espécies obviamente variam, os evolucionistas adoram levantar este argumento-palha como forma de vencerem um debate que nunca o foi verdadeiramente.
Antes da publicação do livro On the Origin of Speciespor parte de Darwin, alguns cristãos de facto afirmavam que as espécies eram imutáveis.
Convém no entanto ressalvar que parte do problema se deve ao facto da palavra “espécie” possuir na altura uma definição ligeiramente distinta daquela que usamos hoje. Como se isso não fosse suficiente, não havia razão alguma para inicialmente se assumir o fixismo.
Os criacionistas há muito que se maravilham com a diversidade existente dentro do tipo-criado (ou “baramin“). Nós sabemos que as espécies variam, mas o problema (para os ateus) é que a variação que a ciência observa é sempre dentro do mesmo tipo. Por mais que se variem gatos, eles hão-de sempre ser gatos e nunca cães ou elefantes.
Os militantes ateus, por outro lado, acreditam que, desde que haja variações, tudo é possível. Parece que a genética mendeliana não ainda não foi bem aceite pela comunidade ateísta.
A variação das espécies por meio da selecção natural (e mutações) está perfeitamente de acordo com a Bíblia. Estas variações não são evidência de “evolução em acção”, mas sim mais um testemunho da variabilidade que Deus programou nas formas de vida (aumentando assim as suas hipóteses de sobrevivência nos mais variados ecossistemas deste mundo marcado pela Maldição do Pecado).
Ver também:

2. “A Teoria do Design Inteligente é Criacionismo”

Embora alguns crentes ateus afirmem que o Movimento do Design Inteligente (MDI) é um cavalo de Tróia para o ensino do criacionismo nas escolas públicas, os cientistas envolvidos no MDI não são necessariamente cristãos, e muito menos criacionistas.
O Criacionismo começa com a crença de que a Bíblia é a Infalível Palavra de Deus. A Bíblia oferece-nos o suporte ideológico na base do qual nós melhor podemos interpretar mundo.
Uma vez que a Bíblia ensina que existe Um Criador(Génesis 1:1) e que a Terra é jovem (Êxodo 21:11), os criacionistas baseiam as suas pesquisas sobre estes fundamentos.
Por outro lado, os cientistas envolvidos no MDI afirmam que alguns aspectos dos seres vivos (e do universo) são melhor explicadas como tendo uma Causa Inteligente. A Identidade do Criador ou a questão da Bíblia ser ou não ser a Palavra de Deus são irrelevantes para o MDI.
Embora os criacionistas possam concordar com alguns aspectos da teoria do Design Inteligente, aqueles que o identificam como sendo equivalente ao Criacionismo Bíblico provavelmente não estão familiarizados com nenhum dos dois.

3. “A Bíblia não é um Livro de ciência”

A Bíblia não é um Livro de ciência no sentido de descrever minuciosamente e matematicamente como é que as leis da ciência operam. No entanto, apesar de não ser um Livro de ciência, a Bíblia faz um leque de declarações que aludem a princípios científicos, e quando o faz, a Bíblia mostra-se factual.
Se a Bíblia contém a verdadeira história do universo, como inspirada por Aquele que criou o dito universo, então fazer-se trabalho científico sem se levar em conta a cosmovisão Bíblica vai conduzir os cientistas a conclusões falsas ou imperfeitas.
Não é preciso ir muito longe para se encontrar evidências para isso. As tentativas evolucionistas em explicar a origem da vida na Terra estão literalmente envoltas em cenários confusos, mutuamente exclusivos ou não-científicos. Essa situação deve-se não a falta de empenho dos cientistas evolucionistas, mas na rejeição da Bíblia como Descrição Autoritária das origens da vida.
Um cientista ateu pode fazer descobertas fantásticas sem acreditar na Palavra de Deus, mas um conhecimento mais integral do mundo natural começa com Génesis.
Convém ressalvar um dado importante: o facto da Bíblia não ser um Livro de ciência até pode ser um elogio se levarmos em conta que, na “ciência”, o que hoje é verdade, amanhã pode ser mentira (Piltdown Man, Nebraska Man, etc).
Por outro lado a Palavra de Deus mantém a Mesma: Fiel, Transformadora e portadora de Esperança num mundo marcado pelo desespero.

4. “Os criacionistas possuem uma visão limitada/literal da Bíblia”

Isto é parcialmente verdade. Os criacionistas, tal como a maioria dos cristãos, acreditam que Deus deu-nos a Bíblia para ser entendida. Como nós acreditamos que Deus não só não mente, como também deu-nos a Bíblia para nos instruir, nós assumimos que a Sua Palavra é clara e exacta.Por outras palavras, não há razão para se pensar que nós temos que interpretar o “verdadeiro sentido” de palavras e frases que foram ditas com intenções históricas.

Por outro lado, a Bíblia não foi escrita só com um estilo literário. Estão presentes nas Sagradas Escrituras vários estilos: narrativa histórica, poesia, figurativo, e outros mais. O Próprio Senhor Jesus Cristo, Aquele que inspirou os profetas e os santos através dos séculos, era Adepto das hipérboles e das parábolas.
Portanto, os criacionistas interpretam a Bíblia de forma directa. Nós não aceitamos como literais as descrições poéticas (nós olhamos para elas tal como elas são) e nem aceitamos como “poesia” as narrativas históricas (Génesis 1 e Génesis 7-9).

5. “O criacionismo já foi refutado”

Em vez de se envolverem num debate cordial com os cépticos do evolucionismo, muitos crentes ateus preferem anunciar arbitrariamente que a teoria da Criação já foi refutada e como tal, recusam-se a ouvir qualquer tipo de discussão.No final de contas, o criacionismo é uma ideia “velhinha” que já foi substituída nas escolas, universidades e nos órgãos de informação maciça – na sua grande maioria – pela teoria da evolução .

O problema é que a realidade dos factos é exactamente a inversa a que os crentes ateus mantém. A teoria da evolução já estava refutada mesmo antes de Darwin ter nascido uma vez que Aquele que criou o universo revelou ao mundo como é que Ele criou (e não foi através dos não existentes milhões de anos).
Eu gosto muito da forma como a Bíblia King James Version (KJV) que tenho em casa põe as coisas:
Created (Heb. bara’): This verb is used exclusively with God as its Subject. It referes to the instantaneous and miraculous act of God by which He brought the universe into existence. Thus the Genesis account of Creation [a única verdadeira] refutes atheism, pantheism, polytheim and evolution“ – página 5
Antes mesmo de ter sido postulada, a teoria da evolução já estava refutada.
Isto não é de admirar porque Deus “chama as coisas que não são como se já fossem” (Rom 4:17) e Ele sabia que mais cedo ou mais tarde o ser humano haveria de postular mitos como forma de justificar a sua rejeição do Criador.
A verdadeira questão aqui não é uma de evidências ou a falta delas, mas sim de ramificações espirituais. Se Deus é o Criador, então Ele é também o Juiz Supremo (o Ponto de Referência Absoluto para a moralidade).
Ao assumir que a Criação foi “refutada”, a teoria da evolução não só permite que muitas pessoas neguem a autoridade de Deus, mas também “ajuda-os” a ignorar as evidências óbvias deixadas pelO Criador (Romanos 1:20).


6. “Os criacionistas são contra a ciência”

É mais fácil atacar as imaginadas “más intenções” do opositor do que lidar com os seus argumentos. Por essa razão, muitos ateus caracterizam os criacionistas como sendo “contra a ciência”, ou como pessoas que querem regredir a ciência para o que ela era durante a “Idade das Trevas”.
A verdade dos factos é que muitos criacionistas amam a ciência porque eles amam a Deus. Explorar o universo significa ver mais de perto as coisas maravilhosas que Deus criou e como tal para um cristão é ilógico ser-se “contra a ciência”.
Existem geólogos, botânicos, astrónomos, químicos, físicos que são criacionistas, e todos eles gostam do trabalho que eles fazem. Ainda estamos por encontrar o criacionista que seja “contra a ciência”.
Por outro lado, os criacionistas de facto criticam ideologias e visões do mundo que negam a autoridade de Deus e o Seu lugar devido como o Criador. A maior parte dessas ideias emergem de crenças que assumem que o mundo material é tudo o que existe, e desde logo, assumem que Deus não existe.
Portanto, o criacionista não é contra a ciência propriamente dita, mas sim contra uma particular definição e entendimento do que a ciência é. Essa ideologia que hoje em dia se mascara de ciência é o naturalismo filosófico.
Quando o cristão usa a ciência para criticar a teoria da evolução, ele está perfeitamente de acordo com 2 Cor 10:5 que diz que ele deve destruir “os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo“.
Ser-se contra a teoria da evolução não é ser-se “contra a ciência”.

7. “Não há evidências para a Criação”

Existem evidências a favor da criação exactamente onde estás, a ler este texto. Os teus olhos (1,2,3,4,5), o teu cérebro (1234), e o oxigénio à tua volta todos testemunham para o Poder Infinito de Deus.
Obviamente que os ateus vêem essas mesmas coisas como sendo o efeito de processos naturais através dos milhões de anos. Para os ateus, tais forças são suficientes para explicar a origem do universo e a complexidade especifica das formas de vida.
As evidências por si só são apenas evidências e não uma fonte objectiva de verdade nelas mesmas. Elas tem que ser inseridas numa cosmovisão de modo a poder explicar como as coisas funcionam.
Enquanto que um ateu vê nas camadas do Grand Canyon milhões de anos e pouca água, os criacionistas olham para a mesma estrutura e observam um dos efeitos do Dilúvio catastrófico de Noé.
A mesma evidência pode ter diferentes interpretações, e é no campo das interpretações (e não das observações) que os cientistas ateus diferem dos cientistas criacionistas.
No entanto, e apesar de poder haver distintas interpretações para o mesmo dado, há algumas interpretações que se ajustam melhor com as observações. Por exemplo,alguns aspectos do nosso universo fazem muito mais sentido à luz da Criação e de uma Terra jovem do que à luz da evolução e de uma Terra com milhões de anos.
Esses aspectos não “provam” que a Bíblia está Certa, mas é consistente com a informação Bíblica.

8. “Os criacionistas negam as leis da ciência”

Nós estamos muito gratos a Deus pelas leis da Física e da Química que tornam a vida possível. Aliás, nos vemos essa leis como evidência da Mão Sustentadora de Deus no universo. Essas leis operam de forma constante porque Deus é Constante (Malaquias 3:6).
Nós negamos, contudo, que a descendência comum através da evolução seja uma “lei” ou um “facto”. A selecção natural, as mutações e as modificações genéticas são tudo processos observáveis (que se encaixam perfeitamente no modelo Bíblico). No entanto, a descendência comum é uma cosmovisão e não uma “lei da natureza”.
Nós esperamos que o universo seja ordenado e lógico porque começamos as nossa interpretações com a Bíblia. As leis da natureza não são nelas mesmas suficientes para criar o universo e a vida lá contida: elas apontam para o Criador.

9. “Os criacionistas negam as evidências para a evolução”

Quais evidências? Se algum evolucionista tiver alguma, por favor, envie.Entre muitas outras acusações que são feitas contra os criacionistas está a crença de que nós escolhemos as evidências que nos convém, e rejeitamos as que não nos convém. No entanto, como mencionado no ponto 7, o problema não está com as evidências mas sim com a interpretação e as conclusões que os crentes ateus dão às observações.

Só porque os ateus nos dizem como é que nós deveríamos interpretar uma dada observação, isso não significa que a sua interpretação é a melhor. O que os criacionistas fazem é separar os factos (baseados em observações e experimentações) das interpretações (baseadas no naturalismo/ateísmo). Isto não é ignorar-se o que não se gosta, mas sim separar o trigo do joio.

10. “Os criacionistas querem substituir o ensino da evolução pelo ensino da Criação”

Alguns crentes evolucionistas gostam de anunciar um pouco por todo o lado que os criacionistas querem banir o ensino da teoria da evolução. O único problema é que isto não é verdade.
Embora seja difícil negar que muitos cristãos gostariam que o ensino de uma teoria com efeitos tão devastadores fosse removida das escolas públicas, muito poucas (se alguma) organizações criacionistas estão nesse grupo. Ao contrário dos crentes ateus, os criacionistas não tem intenções de silenciar as vozes dissidentes.
O que nós gostaríamos que fosse promovido é um debate honesto e civilizado sobre um assunto que nos toca a todos
Além disso, todos os cristãos tem a ganhar quanto mais eles souberem acerca da fé evolucionista. Enquanto que a Bíblia nos diz que Deus criou o universo em 6 dias (Êxodo 20:11), a maior parte da população ocidental foi influenciada pelos escritos de Darwin – mesmo que eles não se apercebam.
Portanto, um conhecimento firme de uma das religiões que se opõe ao Cristianismo seria sempre benéfico para o cristão na altura de anunciar as Grandezas de Deus (Actos 2:11) num mundo em passagem (1 João 2:17).

Fonte: Darwinismo, com o português de Portugal.

“E você ainda quer que seu filho aprenda Matemática e obediência?”

Muitas crianças, adolescentes e jovens ficam expostos a uma tela de TV e/ou de computador horas a fio, sem fiscalização ou por sugestão dos pais! Eles veem e assistem, raramente avaliando o que seus cérebros absorvem. Durante essas horas, não brincam, não realizam tarefas escolares, não se relacionam com outros (a não ser virtualmente), não estão com os pais, não estão dormindo e nem completamente acordados. Marie Winn, em seu livro The Plug-in Drug (A Droga Ligada na Tomada), destacou os efeitos desequilibradores que a exposição às telas exerce sobre o cérebro durante várias horas, dia após dia.  “Assistir à TV sem pensar muito – assim como escutar ociosamente música … – desenvolve o hemisfério cerebral direito, em detrimento do esquerdo”. Deus concedeu-nos ambos os hemisférios cerebrais, e necessitamos ter o hemisfério direito bem desenvolvido para desfrutarmos da beleza de Sua criação.

Entretanto, é no hemisfério esquerdo que avaliamos as situações, desenvolvemos pensamentos lógicos, raciocinamos, tomamos decisões e construímos as frases com as quais nos expressamos e comunicamos. Claro que as crianças aprendem com o mundo virtual. À medida que elas crescem, muitas parecem não ser capazes de falar acerca de qualquer outra coisa (e mesmo acerca de qualquer coisa!). Dentre aquilo que elas aprendem destacam-se a  irrealidade e o senso de que tudo é fácil! “As crianças de hoje são frequentemente menos amadurecidas, no tocante a habilidade para suportar situações frustrantes ou perceber que algo necessita de mais tempo para ser alcançado, ou seja, que a solução não é instantânea. Elas são menos tolerantes em permitir que suas mentes se absorvam em algo que a princípio parece mais difícil, ou em algo que não revele interesse imediato”, afirmou Marie há mais de duas décadas! 

O humanismo secular, o assistir à TV negligentemente, o navegar na internet, tweetar sem propósito, etc. parecem estar produzindo uma geração do “tempo do fim” (leia Dn 8:17,19; 11:35, 12:4 e II Tm 3:1) com reduzida capacidade de pensar logicamente, escolher o bem, distinguir entre o certo e o errado, expressar fé, dispor-se a ler e estudar a Bíblia, prestar favores sem segundas intenções, cumprir seus deveres sem esperar recompensas (“professor, vale ponto?”), resistir às más influências e à pressão de seguir (imitar) a maioria. Enfim, a capacidade de adorar o Criador, tem sido quase completamente destruída! Se os pais não se incomodam em deixar seus filhos linkados e plugados por todo esse tempo, não estão convivendo com seus filhos, não os estão educando, NÃO CONHECEM os seus filhos!! Comida, roupa, Escola e computador não substituem o exercício diário (senão horário) da paternidade e da maternidade! Nem os problemas de Matemática nem os desafios extra-escolares serão recebidos com a requerida maturidade.  As reais necessidades dos meninos e meninas não são satisfeitas, de modo que se tornam presas fáceis das dificuldades da vida, vítimas do atrofiamento mental promovido pela má atuação dos pais e pelas escolhas erradas deles! Como esses jovens seres humanos atrofiados poderão acertar em suas escolhas?!

Nem mencionei a alimentação insalubre (biscoitos recheados, refrigerantes, xises, etc.), dos jogos virtuais, nem dos filmes hollywoodianos, e já temos um problema de proporções eternas aqui, pois, a época em que vivemos exige da humanidade exatamente o oposto – capacidade de raciocínio claro para entender a Bíblia e usá-la como nosso escudo e esperança; enxergar as estratégias dos anjos maus e dar a Deus tempo em comunhão com o Espírito Santo para dEle recebermos poder para vencer o mal em nós e iluminar os circundantes! Contudo, o fato de você está terminando de ler isto é uma evidência de que Deus está trabalhando em você e nos seus. Por favor, não O atrapalhe. Coopere com Ele corrigindo seus maus costumes e separando um momento (pelo menos) de oração de joelhos, todos os dias a partir de hoje! Faça isso com seus filhos também. Dê um passo agora na direção de Deus!


[Por Hendrickson Rogers, baseado em “Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse” de C. Mervyn Maxwell, 403, 404]