A ideologia da destruição dos gêneros

Experimente pensar diferente do atual zeitgeist, expressar sua opinião e dizer de forma “politicamente incorreta” que Deus criou homem e mulher, e aí você verá para onde vai sua liberdade...

Experimente pensar diferente do atual zeitgeist, expressar sua opinião e dizer de forma “politicamente incorreta” que Deus criou homem e mulher, e aí você verá para onde vai sua liberdade…

Em Gênesis 1:27, está escrito: “Criou Deus o homem à Sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” Em Mateus 19:4, Jesus reafirma essa verdade: “Não tendes lido que o Criador os fez desde o princípio homem e mulher.” Biblicamente falando, existem apenas dois gêneros: feminino e masculino; mulher e homem. Foi assim no princípio e era para ter sido sempre assim. Aliás, muitas outras coisas eram para sempre ter sido do jeito que foram criadas, mas o inimigo de Deus, com inveja satânica, viu a pintura fresca da criação divina e passou a mão sobre a tela, borrando as cores antes tão belas e harmoniosas. E tudo virou uma confusão só! Meninos e meninas estão sendo transformados em meninix. Homens estão se afeminando cada vez mais e mulheres se masculinizando. Os papeis estão sendo trocados e poucos admitem que está havendo confusão nesse processo. O casamento, antes a união entre um homem e uma mulher sob as bênçãos de Deus, está sendo transformado na união entre duas ou mais pessoas à revelia da vontade de Deus. E a aceitação desse estado de coisas é crescente porque a propaganda é intensa, atingindo especialmente os mais vulneráveis a ela: as crianças. Continue Reading…

Humanos evoluíram para ser maus??

Então, pecado não existe...

                  Então, pecado não existe…

Os humanos modernos (Homo sapiens) evoluíram com uma propensão para matar uns aos outros seis vezes maior do que a média dos mamíferos, herança de nossos [supostos] antepassados primatas que eram tão violentos quanto nós. A conclusão é de um estudo de biologia evolucionária que procurou desvendar as raízes da violência interpessoal na nossa espécie, numa tentativa de responder à antiga questão se ela é fruto de nossa natureza, conforme proposto pelo filósofo britânico Thomas Hobbes em meados do século XVII, ou do ambiente em que fomos criados, como sugeriu o também filósofo franco-genovês Jean-Jacques Rousseau aproximadamente cem anos depois. No estudo liderado por José María Gómez, da Estação Experimental de Zonas Áridas em Almería, Espanha, e publicado na edição desta quarta-feira [28/9/2016] da prestigiada revista científica Nature, os pesquisadores coletaram dados de mais de quatro milhões de mortes entre 1.024 espécies de mamíferos atuais, representando cerca de 80% das famílias dentro dessa classe de animais, assim como em mais de 600 populações humanas espalhadas pela Terra entre 50 mil anos atrás até hoje. Eles então analisaram essas informações em busca da proporção das mortes provocadas por integrantes da mesma espécie – o que entre os humanos incluiu episódios de guerra, homicídios, infanticídios, execuções e outros tipos de violência intencional. Continue Reading…

Richard Dawkins, o naturalismo e as formas de abuso infantil!

Há esperança no naturalismo??

Há esperança no naturalismo??

Quem nunca ficou incomodado com as muitas histórias de abuso infantil? O que torna essas tristes sagas ainda piores é que aqueles a quem as crianças são confiadas -professores, padres, pastores – violam essa confiança ao abusarem, muitas vezes sexualmente, dos que lhes foram confiados. Só Deus e os anjos sabem o quão sórdidos são os livros de registro do Céu com a listagem desses pecados ultrajantes. Infelizmente, nos últimos anos novas alegações de “abuso infantil” surgiram. Que abuso? Bom, trata-se do ensino de religião às crianças. O biólogo evolucionista Richard Dawkins, entre outros, já disse que os ensinos de doutrina religiosa, em particular sobre o julgamento e o inferno de fogo são, de fato, formas de “abuso infantil”. Veja, não estou defendendo tudo o que é ensinado às crianças sobre religião, e certamente também não o entendimento comum do inferno como tormento eterno. Claro que não. Como Ellen White disse: “Está além do poder do espírito humano avaliar o mal que tem sido feito pela heresia do tormento eterno. […] As opiniões aterrorizadoras acerca de Deus, que pelos ensinos do púlpito são espalhadas pelo mundo têm feito milhares, e mesmo milhões de céticos e incrédulos” (O Grande Conflito, p. 536). Continue Reading…

As crianças NÃO estão bem: carta de uma filha de lésbica!!

[Escrito com o português europeu.]
Caros membros da comunidade lgbt:

Não sou filha vossa. Nunca levantei uma bandeira numa das vossas paradas de orgulho homossexual. Nunca escrevi uma carta em vosso nome a um congressista ou a qualquer outra pessoa, e nunca senti a necessidade de fazer as pessoas aceitar o facto de eu ser filha duma lésbica. Isto talvez seja consequência do facto dela nunca ter tido necessidade de forçar as pessoas a aceitar como ela era.

Não, eu nunca me iria alinhar com uma comunidade tão intolerante e tão imersa dento dela mesma como a comunidade lgbt, uma comunidade que exige tolerância com fervor e com paixão, no entanto é incapaz de dar isso aos outros – por vezes, nem mesmo aos seus próprios membros. De facto, esta comunidade ataca qualquer pessoa que não concorde com ela, independentemente do quão amorosa a diferença de opinião seja expressa.

Eu mesmo sou o produto da Revolução Lésbica dos anos 80. A minha mãe sempre soube que gostava de raparigas, mas fez um esforço enorme para ser uma boa, heterossexual, rapariga sulista da igreja Baptista. Quando eu tinha 1 ano, ela deixou o meu pai por outro homem, com quem viveu até eu ter cerca de 4 anos. Depois do divórcio, ela disse ao meu pai para se ir embora, e ele foi porque, segundo ele, “eu sabia que não haveria de lutar contra toda a família para ter ver.”

Não me lembro bem do homem com quem ela passou a viver depois de ter deixado o meu pai, mas lembro-me de ter sido feliz com ele. Não durou muito tempo, e quando ela o deixou. deixou-o por outra mulher.

Impedir as pessoas de falar sobre o homossexualismo não mudará o que as crianças conseguem ver

Eu sabia desde a minha tenra idade que viver com duas mulheres não era natural. De modo especial, eu poderia ver isso nas casas dos meus amigos que tinham uma mãe e uma pai. Eu passava o máximo de tempo que podia com eles. Eu ansiava pela afeição que os meus amigos recebiam dos seus pais. Eu queria saber como era ser recolhida nos braços dum homem, ser estimada por um, e como era viver com um diariamente.

Tanto quanto eu sabia, eu já tinha uma mãe; não precisava de outra. O meu sonho era que a minha mãe tomasse a decisão de voltar a estar com os homens outra vez, mas, obviamente, esse sonho nunca se chegou a realizar. Os meus avós e os meus tios fizeram os possíveis para levar a cabo as actividades pai-filha, mas não era o mesmo que ter um pai a tempo inteiro, e eu sabia disso. Eu via estas tentativas como actividades de segunda categoria.

Crescer sem a presença dum homem em casa danificou-me de modo pessoal. Tudo o que eu queria desde que era uma menina pequena era ter uma família normal. Quando acabei a escola secundária, os meus pensamentos não se encontravam onde eles tinham que estar. Enquanto os meus amigos estavam ansiosos por chegar a altura da universidade, eu sabia que me faltava uma parte de mim, e sabia que nunca me sentiria plena sem a encontrar.

Os homens precisam das mulheres e as mulheres precisam dos homens.

Ao contrário de muitas outras pessoas, eu tinha o desejo de criar a minha própria família e ter estabilidade, e isto causou a que eu tivesse relacionamentos muito pouco saudáveis. Felizmente, consegui ver-me livre de ambos, mas depois de ter sido magoada e usada de forma tão maligna, tomei a decisão de que a felicidade não era para mim. Pouco depois conheci o meu marido, e tudo se encaixou.

Pela primeira vez, senti-me viva e completa. Ter filhos e pela primeira vez ver um homem a cuidar duma criança era bonita e inspirador. Isso só reforçou a minha crença de que a criança precisa duma mãe e dum pai, e que a “paternidade” homossexual e as casas onde só há um pai são muito inferiores à paternidade heterossexual quando esta última é feita da forma correcta.

Saber quase nada sobre os homens dificilmente é a parte mais complicada de ser educado por duas mulheres. De certeza que não é surpresa para ninguém que crescer em  Podunk, Oklahoma, não foi fácil. Ao contrário das outras crianças que que aparentemente são educadas em utopias homossexuais, eu cresci sozinha e isolada. Eu era filha única e perto de mim não existiam outras crianças com quem falar ou com quem me relacionar. Ninguém perto de mim sabia o que eu passava todos os dias, e eu não tive outra opção se não guardar tudo dentro de mim.

Quando cheguei à idade adulta, tentei falar com a minha mãe sobre o quão difícil a minha vida foi, mas ela não se consegue identificar porque ela cresceu com um pai e com uma mãe. Quando eu era criança, também não teria falado sobre a forma como estava a ser educada. Amo a minha mãe. Ela era o centro da minha vida e a ideia de dizer algo aos de fora que lhe pudesse magoar devastava-me. Escrever esta carta neste momento já é devastador.

Os homossexuais e as suas crianças não pensam da mesma forma.

Mas mesmo assim, eu escrevo a carta. Estou a fazer isto porque as pessoas têm que saber que nem tudo são rosas. Os efeitos de se crescer da forma como cresci ainda desempenham um papel na minha vida actual. Eu estava para além de auto-consciente quando era criança, e estava constantemente preocupada com o que os outros iriam pensar de mim.

Eu tinha um medo terrível de alguém vir a descobrir que a minha mãe era uma lésbica e nunca mais querer ter algum tipo de contacto comigo. Durante a maior parte da minha vida, aquilo que eu pensava serem as opiniões dos outros em relação a mim dominaram, s só recentemente é que fui capaz de deixar isso de lado.

Isto é só a ponta do iceberg. Os estudos que alegam que nós [crianças criadas por homossexuais] temos um desempenho superior ao dos nossos pares criados por heterossexuais dificilmente podem ser considerados científicos, e nem chegam a ser representativos. As pessoas têm que saber que algumas crianças de pais homossexuais não concordam com a adopção e nem com o “casamento” homossexual, tal como alguns homossexuais também não concordam. Mas irão notar que esse facto não se encontra nas manchetes.

O Huffington Post publicou duas respostas à recente carta de Heather Barwick aqui para o The Federalist, e ambas foram escritas por pessoas que foram criadas por membros do sexo oposto – um homem criado por mulheres e uma mulher que tinha os irmãos presentes. Faz todo o sentido que as suas experiências não tenham sido iguais à minha ou a da Heather visto que ambas fomos educadas por mulheres.

E só porque um produto da inseminação artificial não sente que ela foi roubada não significa que os outros não o sintam. Estou ciente que existem por aí crianças que discordam com o meu ponto de vista, tal como há muitos homossexuais por aí que não não concordam com o ponto de vista da comunidade lgbt.

Mas sugerir que isto não é motivo para validar ou escutar um punhado de crianças educadas por homossexuais, e que são contra isso, é ridículo. Afinal de contas, só um pequeno grupo de pessoas é que está a militar em favor da redefinição do casamento e da paternidade, e todos nós estamos a ver como isso está a avançar.

Sinceramente Não Vossa, 

Brandi Walton

Fonte: O homossexualismo.

Criada sob a guarda LGBT e contrária ao “casamento” gay

Luta pelo verdadeiro casamento!!

          Luta pelo verdadeiro casamento!!

Dawn Stefanowicz cresceu em uma casa em que os desejos sexuais dos adultos eram postos à frente das necessidades e do seu bem-estar. Hoje ela luta pelo casamento tradicional e pelo direito de a criança ter um pai e uma mãe.

A oficialização da união de casais do mesmo sexo é acause célèbre de muitos políticos e celebridades e é extensivamente abordada nos noticiários. Enquanto aumenta o furor do debate, um aspecto central é muitas vezes esquecido segundo a autora e conferencista canadense Dawn Stefanowicz: como são afetadas as crianças que são criadas por casais do mesmo sexo? Muitos estados (dos EUA) permitem casais homossexuais adotarem crianças. Essa é uma prática que será cada vez mais consolidada na lei conforme mais estados forem permitindo que casais homossexuais adotem. Além disso, alguns homossexuais têm crianças dos seus próprios relacionamentos passados com pessoas do sexo oposto. Dawn traz um ponto de vista raro na discussão pública; seu pai era ativamente envolvido no estilo de vida gay e ela se descreve como sendo “criada sob a guarda LGBT [lésbica, gay, bissexual e transgênero]”.

Dawn nasceu em Toronto. Seu pai se tornou um homossexual ativista já na juventude. Ele era um homem de negócios bem-sucedido. Desejoso de ter crianças, ele casou e teve, além de Dawn, outros dois irmãos, sendo que um é gêmeo dela. Após Dawn e seu irmão gêmeo terem nascido, seu pai parou de ter relações sexuais com a esposa e buscou relações homossexuais em lugares conhecidos do público gay canadense e americano. Dawn foi frequentemente levada a muitos desses lugares, mesmo quando era criança. Seu pai teve muitos amantes gays e os trouxe até sua casa. Aos 51 anos, ele morreu de aids, em 1991.

Atualmente, Dawn vive em Ontário, Canadá. Ela é contabilista, cristã e defende abertamente que as crianças sejam criadas por casais heterossexuais casados à moda tradicional. Ela foi casada com um homem por 28 anos e teve duas crianças, que hoje são adolescentes. Em 2007, ela publicou Out From Under: The Impact of Homossexual Parenting, um livro sobre suas experiências de vida na fase de crescimento que se passaram no mundo GLBT. Por ocasião do quinto aniversário do lançamento do livro, ela falou com o Catholic World Report.

Por que você decidiu compartilhar suas histórias das épocas em que foi “criada sob a guarda LGBT” no seu livro e nas suas palestras?

Senti-me compelida. Fiz uma aparição ante a Comissão de Assuntos Legais e Constitucionais do Senado em Ottawa, em 2004, pedindo para não colocarem “orientação sexual” na legislação vigente de crimes de ódio por conta das restrições à liberdade de expressão e religião. No fim daquele mês, compartilhei meu testemunho perante um conselho escolar. Quase imediatamente, os ativistas gays que haviam comparecido – devo dizer que não gosto de usar o termo “gay”, mas como ele é muito usado hoje em dia, eu usarei – começaram a gritar tanto durante meu depoimento que eu mal podia ouvir minha própria voz. Fui interrompida uma meia dúzia de vezes. Estive preocupada com a minha segurança; então pedi ao segurança que me escoltasse até o carro. Fui para casa e comecei escrever o livro. Eu quis compartilhar minhas experiências adquiridas em um lar homossexual.

outUma das coisas que você enfatiza é que você não viu uma rotina de relacionamento monogâmico na sua casa enquanto você crescia.

Sim. Para as crianças, como eu à época, só porque nossos pais são “parceiros” não significa que eles são monógamos. A monogamia na comunidade gay significa “monogamia em série”, pois eles ficam com um mesmo parceiro por alguns meses e logo fazem a fila andar; ou senão eles estão em uma relação, mas mantêm múltiplos parceiros simultaneamente. Pesquisas mostram que a maioria dos relacionamentos homossexuais masculinos torna-se aberta já no primeiro ano. Um artigo recente do New York Times confirma isso: 50% das uniões homossexuais masculinas tornam-se abertas a outros parceiros sexuais já no primeiro ano. Meu pai podia estar “comprometido” em um relacionamento longo, mas havia um acordo com seu parceiro para poder ter relações sexuais com outros.

Enquanto crescia, não estive cercada por casais heterossexuais comuns. Na minha casa, tinha os parceiros dos meus pais e seus amigos homens; além disso, frequentemente eu era carregada para os locais de encontro da comunidade LGBT. Eu era apenas uma criança, mas estive exposta a manifestações patentes de atividade sexual. Por exemplo, quando eu tinha nove, meu pai me levou a um sex shop do subúrbio. Ele disse que queria me expor à sexualidade para que eu não fosse hipócrita. Não havia senso de privacidade quando se tratava de sexualidade. O sexo era público; isso era parte da cultura gay.

Ele me levava para ver o trabalho de artistas gays cujas pinturas e esculturas continham símbolos fálicos embutidos. Ele me levava para praias de nudismo onde homens gays se encontravam. Ele queria que eu tirasse minhas roupas, mas eu não tirava. Era nesses lugares que os homens estavam envolvidos em “cruzeiros”, oferecendo-se uns para os outros para fazerem sexo. Havia áreas próximas dali aonde eles iam para praticar sexo. Havia uma rede, de modo que se a polícia estivesse chegando, eles avisavam uns aos outros e assim paravam de fazer sexo.

Isso era antes da era da internet, mas mesmo assim havia uma incrível rede na comunidade gay que mantinha uma comunicação para seus membros marcarem locais de encontro para que pudessem marcar “rapidinhas”. Podiam ser praias públicas, ginásios e até mesmo parques onde crianças brincavam por perto. Meu pai cruzava todo o Canadá e também gostava muito de vir para os Estados Unidos; dentre suas cidades favoritas estavam São Francisco, Miami e Ft. Lauderdale. Ele viajava, achava alguém em questão de minutos e ambos iam para algum lugar fazer sexo. Meu pai também mantinha próximo do seu escritório um apartamento para ele poder ter um lugar de rápido acesso para fazer sexo.

Uma vez, quando estava na 10ª série, eu estava animada porque meu pai havia ido assistir minha performance musical, pois ele nunca fora antes. Eu vi seus olhos se arregalarem quando ele viu todos os garotos adolescentes no palco comigo. Então eu entendi que ele não estava lá por mim, mas para pegar garotos jovens.

Conforme você foi ficando mais velha, seu pai a usou como “isca” para atrair homens com quem ele tinha interesse em fazer sexo.

Sim. Ele dizia para eu me vestir provocativamente e vestir esse ou aquele top, e então íamos “passear”. Um homem poderia se identificar como gay, mas meu pai sabia se eles ainda gostavam de jovens garotas. Além disso, isso poderia ser um modo de atrair homens bissexuais e heterossexuais.

Meu pai gostava de homens bem vestidos e de “fino trato”, cuja idade era cerca de dez anos a menos que a dele. Era sempre um homem mais novo, jamais um da mesma idade ou mais velho. Eu conheci muitos homens gays que tinham preferência por garotos adolescentes que haviam acabado de entrar na puberdade. Eles [os homens gays mais velhos] procuravam garotos vulneráveis cujo pai estava ausente.

Você não fazia objeções quanto ao modo do seu pai a usar desse jeito?

Eu não gostava, mas estava dividida. Eu queria agradá-lo e estar com ele. No fim das contas, eu estava buscando o amor e a aceitação dele. Mas, ao invés disso, eu é que tive de aceitá-lo.

E seu pai também trouxe vários homens para casa para fazer sexo?

Sim, isso foi parte da minha infância num ambiente homossexual. Não era seguro para as crianças. Para começar, você é exposto a várias doenças. Não sei como dizer isso, mas o sexo homossexual é asqueroso. Eu via lençóis sujos de esperma, fezes e gel lubrificante. Camisinhas não eram parte do cenário, pois não se conhecia a aids até então. Com efeito, anos depois, quando descrevi minha situação ao meu médico, ele encomendou os mesmos testes sanguíneos feitos em homens envolvidos em relacionamentos homossexuais.

Diferentes homens vinham viver conosco durante algum tempo nas nossas dependências. Quando meu pai tinha cerca de 30 anos, um artista de 18 anos veio viver conosco. Eles tiveram relações sexuais e saíam por aí juntos buscando outras experiências. Ocasionalmente, eles traziam homens para casa para fazer sexo grupal. Meus jovens olhos viram muito. Não foi nada alegre ou colorido.

Meu irmão gêmeo viu o sexo grupal uma vez. Ele não podia entender como nosso pai beijava outros homens, mas não podia mostrar afeição ao seu próprio filho.

Você foi abusada sexualmente?

Eu tenho imagens na minha memória sendo abusada sexualmente; eu tive pesadelos com essas imagens. Minha mãe confirmou que eu fui abusada sexualmente pelo meu pai quando eu era criança; entretanto, ela não pôde confirmar as imagens na minha memória que envolviam meu pai e outros homens comigo. Outros adultos que viveram a infância em ambientes homossexuais confidenciaram a mim que foram abusados. Há um risco maior de abuso sexual em tal ambiente.

Os parceiros do seu pai eram gentis com você?

Eles até cozinhavam ocasionalmente para mim, ajudavam no dever de casa ou me levavam para alguma atividade. Mas eles não estavam ali por mim ou pelos meus irmãos; eles estavam pelo meu pai. Meus irmãos e eu sentíamos que não tínhamos importância alguma. Além disso, embora diferentes homens viessem para viver conosco durante algum tempo, eles nunca eram como um pai ou membro da família.

Devo acrescentar também, como mulher, que não me senti valorizada, apreciada ou amada. Era um ambiente humilhante para mim. Vi muita confusão sobre gêneros; meu pai, por exemplo, às vezes se vestia de mulher. Ou então algum dos parceiros do meu pai interpretavam um papel “pseudo-feminino”.

Você também viu muita morte.

Sim. Alguns dos amigos do meu pai cometeram suicídio. Outros morreram de aids. Eu vi meu próprio pai morrer de aids.

Onde estava sua mãe esse tempo todo?

Minha mãe estava seriamente enferma com diabetes crônica desde os 18 anos. Ela também era uma pessoa fraca. Ela estava magoada e solitária, mas não se opunha abertamente ao que estava acontecendo. Ela via as coisas e ia embora. Por causa da sua doença e da sua passividade eu já tive muita responsabilidade desde os oito anos de idade. Eu fazia boa parte dos serviços de cozinha e limpeza.

Quando eles casaram, meu pai nunca teve a intenção de ser fiel a ela. Ele se casou com ela apenas porque ele queria crianças. Após meu irmão gêmeo e eu termos sidos concebidos, o relacionamento sexual deles acabou.

Ela até se igualou ao meu pai ao visitar as subculturas. Ela se envolveu com uma mulher durante a minha adolescência. Eu me lembro dos parceiros do meu pai enfeitando e penteando os cabelos dela.

Você odeia seu pai?

Não, eu sempre amei meu pai, até mesmo a despeito do estresse, solidão e pesadelos que ele causou a mim. Eu tive raiva do meu pai, pois ele colocava suas necessidades acima da minha própria pessoa. Eu senti medo de ser descartada, assim como ele descartou muitos dos seus parceiros. Eu procurava o amor dele, mas ele não podia expressar afeição por mim.

Quando ele estava morrendo, eu rezei especialmente para ele. Eu queria perdoá-lo e ficar em paz: e assim o fiz.

Como foram os anos finais da vida dele?

Ele passou por momentos árduos, o que tornou difícil para ele ser aceito nos circuitos gays. A aids causou manchas rochas no rosto e no corpo, de modo que ele tentava ocultá-las com cosméticos, calças e camisas de manga longa. Ele começou a perder peso e energia. Ele sabia que estava enfrentando uma grave situação.

Ele estava sozinho e eu continuava a dizer a ele que eu o amava. Às vezes ele não queria nada comigo. Mas eu o venci pelo cansaço. Ele compartilhou seus conflitos internos comigo. Ele foi abusado sexualmente quando era criança; seu pai era um alcoólatra violento. Ele saiu de casa quando tinha 15 anos. Assim, ele me ajudou a entendê-lo e perdoá-lo.

Entretanto, eu ainda guardava ressentimento dos seus parceiros, especialmente o último. Ele e meu pai tiveram um relacionamento “aberto” de 14 anos. Minha mãe não estava lá, então era ele quem cuidava do meu pai. Meu pai tinha muitos bens e seu parceiro sabia que poderia ganhar parte disso quando meu pai morresse. Nenhum dos parceiros do meu pai tinha conduta de protetor adotivo; com efeito, fiquei ressentida que meu pai tivesse gastado tanto tempo com seus amantes ao invés de ter gastado comigo. Esse último parceiro morreu de aids em 1996.

Eu vi meu pai um dia antes de morrer: ele estava fortemente dopado e em profunda dor. Ele teve dificuldades em me reconhecer. Eu segurei a mão dele e, enquanto isso, ele disse ao seu parceiro: “Diga a ela que a amo.”

Também notei que meu pai mantinha uma imagem de um barco num mar tranquilo que eu comprei para ele alguns anos antes. Eu estava contente que ele havia guardado; mostrou que ele dava valor. Eu rezava para que papai tivesse aquela paz da imagem.

E como foi que, na idade adulta, você se recuperou das experiências negativas dos seus anos de crescimento?

Por volta dos 30 anos de idade, eu passei por uma terapia de 13 meses. Por décadas eu tive insegurança, depressão, insônia e confusão sexual. Minha cura incluiu coisas como encarar a realidade e oferecer perdão.

Como foi a recepção ao seu livro?

Muitos apoiaram. Mais de 50 adultos que cresceram em lares de casais homossexuais me contataram para dizer o quanto se identificaram com as minhas experiências. Homens que levam um estilo de vida gay escreveram para mim procurando respostas. “Como eu posso sair da comunidade gay”, perguntava um deles, “sem o suporte que eu preciso da minha família e da comunidade como um todo?” Eles estão buscando amor, compaixão e ajuda. Eu digo a eles para não irem pelo mesmo caminho que meu pai foi.

Esses homens disseram que nunca haviam pensado em mais ninguém quando estavam sexualmente envolvidos com outros homens. Eles não viam o quanto suas escolhas machucavam os que viviam com eles. Eles estavam simplesmente aproveitando o prazer e ignorando as consequências. Mulheres lidando com o problema do lesbianismo frequentemente perguntavam sobre a minha mãe.

E o que você diz aos seus críticos?

Muitos foram iludidos pela aceitação cultural da homossexualidade. Eles não pensaram nisso a ponto de considerar o impacto em longo prazo nas crianças. Se as críticas forem sórdidas eu não respondo. Se forem respeitosas eu respondo. Digo a eles como meu pai nunca encontrou a felicidade. Mostro a eles que eu me importo e que entendo as circunstâncias e tenho compaixão por eles. Digo a eles que eles precisam achar uma comunidade de apoio onde possam ser honestos, buscar perdão e achar a salvação através de Cristo. Quando damos o testemunho de Cristo para os outros, eles ficam atraídos para Cristo.

Alguns críticos argumentam que nem todos os homossexuais são promíscuos como seu pai.

Verdade. Mas se você se envolver com a comunidade gay, há uma grande chance de se envolver com vários parceiros sexuais. Pesquisas indicam um alto nível de promiscuidade entre homens que se relacionam com outros homens; além disso, a incidência de doenças sexualmente transmissíveis é muito alta nesse grupo. Meu pai não era o único nessa história; há muitos homens gays com energia ilimitada para aproveitar os prazeres momentâneos.

Você também esteve em contato com o ministério católico para pessoas com atração pelo mesmo sexo, o Coragem.

Sim, o co-fundador, padre John Harvey, me deu muito apoio. Ele disse que sou uma mulher corajosa por compartilhar minha história.

O que você pensa sobre as pressões feitas para se reconhecer a união homossexual?

Eu dei meu testemunho para oficiais do Canadá, Estados Unidos e outros lugares. Abordei brevemente minha própria história e depois disse a eles que o casamento tradicional é significante historicamente e religiosamente. É o cimento que serve de base para nossa cultura e para nossa sociedade, pois forma um cenário pelo qual as crianças são mais bem criadas e ficam em ambientes mais seguros.

Há também a questão da monogamia, que eu também discuti, além da importância de a criança ter tanto um pai quanto uma mãe, assim como parentes aos quais elas sejam biologicamente relacionadas. Nossa identidade, segurança e senso de descendência ancestral vêm por meio dos nossos pais; isso é perdido nas uniões homossexuais.

Toda criança quer ser criada por pais biológicos que sejam fiéis entre si. As crianças não querem passar pelo tremendo estresse de ter que crescer com pais que colocam suas preferências sexuais à frente. Por três décadas da minha vida eu vi meu pai indo de um relacionamento para o outro. Essa era a prioridade dele. Uma criança não pode satisfazer suas necessidades afetivas e espirituais em um ambiente desses.

Conforme eu disse, eu estava dividida enquanto criança: “Será que devo fazer as coisas imorais que meu pai pede? Como honrar meu pai em um ambiente desses? E as minhas necessidades? Meus sentimentos não importam, mas os do parceiro importam?”

Crianças não querem saber de o mundo ser “gay” ou amigável, elas querem passar o tempo com os pais. Elas precisam de uma casa com um casal heterossexual estável, uma comunidade e uma escola para compartilhar seus valores em comum.  Elas também precisam de uma base religiosa. Eu sou atacada pelos ativistas por promover esse ponto de vista, mas não os odeio em retorno. Minha preocupação é com as crianças.

Eu nasci e cresci sob a guarda LGBT. Eu não escolhi isso. O caminho de saída desse ambiente foi solitário. Mas fazer isso me deu tal liberdade e alegria que eu quis compartilhar com os outros.

Fonte: Mídia Sem Máscara.

Os absurdos da militância gay esquerdopata

dois paisO Bloco de Esquerda, de Portugal, escolheu justamente um sábado (amanhã) – o dia da criação e da família (Gn 2:1-3) –, para lançar uma campanha a favor da adoção de crianças por “casais” do mesmo sexo. Mas o pior não é isso, e sim o slogan da campanha: “Jesus também tinha dois pais.” Mas que história é essa? Não bastasse o desprezo pela família tradicional e bíblica, criada no Éden, esses militantes ainda comparam a dupla paternidade de Jesus (divina e humana) com a configuração de um “casal” homossexual?! E por que esses militantes se acham no direito de se apropriar de uma figura religiosa para promover sua causa? E para que fazer isso? Imagine se um cristão fizesse algo parecido com a bandeira gay, por exemplo… Imediatamente seria acusado de homofóbico, processado e, quem sabe, até preso, como foi a dona de um cartório norte-americano que se recusou a fazer o “casamento” de dois homossexuais. O respeito que os militantes LGBT pedem deveriam ter para com as outras pessoas. (Lembro-me, também, de um carnaval ou parada gay em que “santos” católicos foram desrespeitados, sem que tenha havido qualquer represália por isso, embora a lei prescreva punição para quem vilipendiar símbolos religiosos. E algo ainda pior aconteceu durante a Jornada da Juventude Católica.)

Quanto à adoção de crianças por “casais” homossexuais, essa é uma questão complicada. Será que os pais ou as mães dessas crianças têm o direito de privá-las de ser criadas por uma família tradicional? Não estariam, com isso, praticamente destinando essas crianças ao homossexualismo que lhes foi apresentado como modelo? Você já leu o testemunho de uma mulher criada por homossexuais e que constatou que isso não foi bom para ela? Clique aqui para ler.

As campanhas pró-homossexualismo não são de hoje. É bom lembrar que, na Alemanha, foi publicado anos atrás um livro infantil intitulado Daddy’s Roommate (algo como “Colega de quarto do papai”), cujo objetivo é tratar do assunto da diversidade de gênero e da orientação sexual, promovendo a “tolerância”. Com frases curtas e ilustrações simples, o livro conta a história de um garoto cujo pai se divorciou da mãe e vive com um parceiro homossexual (confira aqui). São ideias parecidas com essa que o MEC, aqui no Brasil, sob pressão de marxistas culturais, insiste em levar avante nas escolas públicas (confira). 

E o que faz a Igreja Católica para “ajudar”? Publica um texto no site da Canção Nova afirmando que Adão e Eva (e, portanto, a história da criação) são mitológicos. Reafirmam o evolucionismo teísta defendido enfaticamente pelos últimos três papas, ideia segundo a qual Deus teria Se valido do processo evolutivo para fazer “despontar” um hominídeo razoavelmente evoluído dentro do qual teria colocado uma alma.

Como isso, criam vários problemas: (1) defendem o casamento heterossexual monogâmico, cuja origem está nos capítulos que consideram mito; (2) apresentam um Deus criador da morte como elemento constitutivo da criação; da violenta e injusta seleção natural; do predatismo e de outras circunstâncias que não combinam com o caráter do Deus de amor que diz Se importar até com os pardais; (3) contradizem Jesus Cristo, para quem a criação, Adão e Eva, e o dilúvio foram eventos literais, e os linka com Sua segunda vinda, outro evento literal; (4) defendem a crença pagã da alma imortal colocada no ser humano, algo que passa longe das doutrinas bíblicas (confira).

Enquanto o mundo e as igrejas continuarem a se afastar da Palavra de Deus, veremos cada vez mais confusão neste planeta confuso e entenebrecido pelo pecado.

Fonte: Michelson Borges.

Transgênero animal: Jovem diz que é uma gata presa em corpo humano

Com aceitação da família, em casa ela anda de quatro e fica ronronando e miando

Com aceitação da família, em casa ela anda de quatro e fica ronronando e miando

Na Europa, após a conquista de direitos iguais para homossexuais e, em alguns países, para transgêneros, outro movimento parece ganhar força. A teriantropia seria um “passo adiante” na questão transgêneros. Pessoas poderiam em nome da “construção” da sua identidade, descobrir-se um animal. Já existe até uma nomenclatura para isso: “transespécie”.

O caso mais recente a receber atenção é o de uma mulher na Noruega chamada Nano. Aos 20 anos ela acredita que “nasceu na espécie errada” e afirma que, na verdade, é uma gata presa em um corpo humano. O canal NRK P3 mostrou em reportagem especial o caso da mulher, que se veste com orelhas de gato e um rabo falsos. “Fui um gato toda a minha vida, mas só assumi aos 16 anos quando médicos e psicólogos descobriram o que havia “dentro” de mim”, disse ela. Para a jovem, é um “defeito genético”. Com aceitação da família, em casa ela anda de quatro e fica ronronando e miando. Afirma que tem medo de cachorros e que já tentou caçar ratos. Acredita ainda que tem a audição e a visão aguçada dos felinos. Questionada sobre seu estilo de vida, ela quer aceitação da sua condição. Asseverou que “É cansativo, mas você se acostuma a viver com os instintos de gatos”. Explica que já recebeu ajuda de psicólogos, mas decretou: “vou ser gato toda a minha vida.””

Caso semelhante na França

Meses atrás, foi amplamente divulgado o caso da francesa Karen, que nasceu homem, fez operações para mudar de sexo e agora quer viver como um animal, mais especificamente um cavalo. Ele(a) conta que essa ideia o persegue desde que tinha sete anos de idade. “Estrela” de um documentário sobre o tema, ela afirma veementemente: “Eu tenho um cavalo dentro de mim”. O que pode parecer loucura na verdade é algo cada vez mais comum. Já existe inclusive um encontro chamado pony-play. As pessoas fingem ser, de fato, um animal, andam de quatro com uma sela nas costas, trotam, e puxam uma espécie de charrete!

Fonte: Gospel Prime.

Beber moderadamente é seguro? Quatro mitos sobre o consumo de álcool!

beberUma campanha britânica está propondo às pessoas que passem 31 dias sem consumir álcool, defendendo que a prática traz benefícios à saúde que vão de perda de quilos extras a um sono melhor. A iniciativa, chamada Dry January (“Janeiro seco”, em tradução literal), ganhou a adesão do médico e apresentador da BBC Michael Mosley. Para mostrar os efeitos do álcool nos processos químicos de seu corpo, Mosley se submeteu a uma série prévia de exames de sangue e fará outra rodada assim que o desafio chegar ao fim. Enquanto os resultados não saem, Mosley conversou com especialistas para descobrir a verdade sobre mitos espalhados há décadas – ou por séculos? – a respeito dos efeitos do consumo de álcool, alguns deles relacionados a supostos benefícios à saúde. Confira, abaixo, respostas para quatro deles:

  1. “Beber moderadamente não faz mal.” Infelizmente, explica Mosley, qualquer quantidade de álcool que você ingerir irá provocar um aumento nos riscos de desenvolver algumas formas de câncer – particularmente câncer de mama –, incluindo algumas ocorrências mais raras da doença, em partes do corpo como cabeça, pescoço e garganta. É claro que esses riscos são menores quando se bebe moderadamente, mas eles tendem a crescer bastante rápido conforme a ingestão de drinques avance. O apresentador da BBC conversou com o professor Tim Stockwell, diretor do Centro de Pesquisas sobre Dependência Química da Universidade de Victoria, no Canadá. O pesquisador tem prestado consultoria a diversos governos, inclusive o de seu país, sobre recomendações a respeito do consumo dessas bebidas. Ele acredita não haver nenhumavantagem bioquímica no hábito de beber, embora reconheça que o consumo moderado possa trazer eventuais “benefícios sociais”. “Há ao menos 60 formas diferentes de o álcool te fazer mal ou matar”, afirmou. “E não apenas por meio de doenças óbvias, como as de fígado.” Segundo Stockwell, o consumo de bebidas alcoólicas, em qualquer quantidade, aumenta o risco de mulheres desenvolverem câncer de mama. “Teríamos 10% a menos de mortes no mundo por causa dessa doença se ninguém bebesse”, alerta. Para ele, os estudos que apontam que beber moderadamente não faz mal consideram como abstêmios até mesmo ex-alcoólatras e pessoas de saúde ruim, o que prejudica seus resultados.
  1. “Tomar vinho tinto faz bem para você.” É quase uma tradição: há tempos, ouve-se dizer que beber vinho tinto faz o coração funcionar muito melhor – idosos de algumas partes do mundo, por exemplo, atribuem a longevidade ao hábito de tomar uma taça antes das refeições. A verdade é que as uvas, e por consequência o vinho, têm uma substância chamada resveratrol, que, segundo estudos, diminui os níveis de um tipo de colesterol que pode se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos, e, no limite, causar obstruções e doenças cardiovasculares. O problema, afirma Mosley, é que esse benefício só é alcançado com o consumo de uma quantidade muito grande de vinho. E os malefícios desse hábito seriam tão grandes, incluindo os riscos de câncer citados acima, que essa vantagem ficaria pequena perto dos potenciais malefícios.
  1. “Misturar bebidas te deixa mais bêbado.” Na verdade, explica Mosley, não interessa muito que tipos de álcool há nos drinques que você está bebendo: o resultado será o mesmo. Uma das exceções é quando é feito o uso de bebidas com bolhas, como champanhe, por exemplo. O motivo é que elas relaxam os músculos que controlam a passagem de álcool e comida entre o estômago e o intestino delgado, onde as substâncias passam a ser absorvidas pelo organismo. Ou seja, se você tomar champanhe e, logo em seguida, partir para a cerveja, essa segunda bebida chegará ao intestino delgado, te deixando bêbado muito mais rápido.
  1. “Cafeína ajuda a melhorar da bebedeira.” Trata-se de outro mito, de acordo com o apresentador da BBC. Segundo Mosley, todo o álcool que você consumiu vai continuar no seu corpo até ser totalmente metabolizado, mesmo que você tome uma jarra inteira de café na manhã seguinte. O máximo que a cafeína pode fazer é te deixar um pouco mais desperto durante a ressaca.

Fonte: BBC Brasil.

O pecado eterno e a procedência do Juiz durante o juízo pré-advento

O TronoNatureza carnal versus pecado acariciado, Fé viva versus ausência das obras O pecador que está no processo de salvação não deve se desanimar ao perceber a insistência de sua natureza pecaminosa, pois ela sobreviverá até o fim do julgamento e o retorno libertador do Senhor (I Co 15:50-58). É claro que o filho de Deus não confunde essa sobrevivência teimosa da carne com mornidão espiritual (Ap 3:16) ou secularização (Rm 13:12-14 e I Jo 2:15-17)! A permanência da natureza caída em alguém que é “nova criatura” (II Co 5:17)  não impede a produção do fruto do Senhor Espírito no caráter (Gl 5:16, 22-25). Não quero dizer com isto que as boas obras de uma pessoa são sua garantia de salvação; a Bíblia afirma que Lúcifer foi perfeito (suas obras eram perfeitas) até escolher ser imperfeito (Ez 28:15). O acerto de hoje não é tudo, portanto. Só o amor de Deus é garantia de salvação, mais especificamente a presença do Espírito Santo na alma (Ef 1:13 e 14). Contudo, crer nisto, somente, não vale de nada! A fé não existe sem as boas obras. O bom caráter não existe sem o reto estilo de vida. “Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo? Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente. Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta” (Tg 2:14, 24 e 26). “Portanto, os meus estatutos e os meus juízos guardareis; cumprindo-os, o homem viverá por eles. Eu sou JAVÉ” (Lv 18:5). Fé na Bíblia é sinônimo de obediência a Deus; não tem nada que ver com o assentimento intelectual improdutivo, como se percebe nas práticas religiosas hodiernas, seja aqui no ocidente ou lá no outro lado do mundo! Esse costume se manifesta, por exemplo, em ir à igreja (inclusive às quartas-feiras) e só. Em datar para o futuro mudanças que já deveriam ter ocorrido, pois Deus não é fraco! Em colocar na mente que aqueles que advertem e apelam para reformas no estilo de vida estão querendo obrigar os outros a pensar e agir como eles mesmos. Em falar mais sobre o amor (pseudo-amor) ao próximo ignorando-se outros mandamentos de Deus! Enfim, o tempo não é um aliado dos religiosos acomodados com anos e anos de igreja, mas que produziram pouca ou nenhuma mudança duradoura e visível! 

Lembremo-nos do fracasso do povo judeu: “Portanto eu lhes digo que o Reino de Deus será tirado de vocês e será dado a um povo que dê os frutos do Reino” (Mt 21:43, NVI). Os salvos são inimigos da serpente e nunca simpatizantes dela e das suas obras (Gn 3:15 e I Jo 2:15-17) e o comportamento deles evidencia isto! Portanto, ter medo do julgamento deve ser um alerta para uma mudança imediata e radical no descompromisso ou hipocrisia para com Deus e uma enorme oportunidade para a investigação das Escrituras (Ap 18:4 e II Tm 2:15). O Espírito não abandonará nenhuma alma que luta contra o pecado (Sl 51:11 e 17). Se o meu nome foi (ou for) riscado do Livro da Vida em algum momento entre 22 de outubro de 1844 até a volta de Jesus, biblicamente este não será o motivo para a retirada do Senhor Espírito de minha alma. Porém, a recíproca é verdadeira – o Espírito irá retirar-se de alguém por causa de sua teimosia. Logo, esse alguém será riscado do Livro para sempre (confira a história do riscado rei Saul em I Sm 16:14-23 e 31:1-6 e compare-a com a do salvo Sansão descrita anteriormente!), pois completou ou cometeu o “pecado eterno” (Mc 3:29). Nunca ocorre a situação em que Jesus pede para o divino Espírito sair de alguém por Ele riscar o nome desse indivíduo. Obviamente, por uma questão de organização e planejamento divinos (At 17:31) o apagar o nome (Ap 3:5) pode acontecer antes da saída do Espírito Santo da vida do pecador impenitente, e isto de 22 de outubro de 1844 pra cá; e isto só reforça a honestidade de Deus, pois Suas criaturas assistirão (em alguma(s) das 4 etapas do Juízo de Deus) o momento aterrador e irreversível quando a alma rejeita decididamente o penhor de sua salvação (Ef 1:14 e 15). O Juiz apenas antevê essa decisão, não a toma pelo réu! Já que mencionei a organização da Trindade também no assunto julgamento dos pecadores, permita-me fazer-lhe pensar sobre e enxergar na Bíblia dois raciocínios decorrentes desse planejamento divino no juízo:

   1)   Deus não divulga a ocorrência da saída do Espírito Santo da alma ou o momento do pecado contra o Espírito Santo, senão no ato do juízo, o qual começou a 167 anos atrás! Vou explicar: Saul completou este pecado logo após desobedecer à ordem divina em I Sm 15. Sim, uso o verbo completar para descrever a conduta ímpia do rei Saul com relação a voz de JAVÉ por meio do profeta Samuel. O pecado contra o Senhor Espírito não é um ato, mas um conjunto deles (por favor, leia “O que é o Pecado Contra o Espírito Santo” e “O Perigo de Retornar ao Pecado”). Como ilustração, comparo o processo desse pecado com o processo de enchimento da ira divina: “lembrou-se Deus da grande Babilônia para dar-lhe o cálice do vinho do furor da sua ira” (Ap 16:19). “Na mão do Senhor está um cálice cheio de vinho espumante e misturado; ele o derrama, e todos os ímpios da terra o bebem até a última gota” (Sl 75:8, NVI); “também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira” (Ap 14:10). Inclusive Jesus bebeu deste terrível cálice que representa a ação divina contra o pecado e o mal (Jo 18:11)! Quando a última gota que faltava para completar a taça da ira divina pinga dentro dela, então o “cálice cheio” é derramado sobre o pecador responsável por insistir em enchê-lo com seus pecados desafiadores! O Senhor Jesus bebeu deste cálice, recebeu “a cólera de Deus” no lugar do pecador salvo, que está no processo de transformação do caráter. Bem assim é com o processo pecaminoso de rejeição ao Espírito de Deus. Jesus, como Homem, sofreu a saída do Seu Companheiro de Divindade (Mt 27:46) no lugar do pecador redimido! Porém, o pecador teimoso expulsa Deus de sua vida paulatina ou rapidamente até completar esse diabólico processo (veja que, além de o Diabo está envolvido diretamente no pecado contra o Deus Espírito, ele também não possui nada da Divindade dentro de si, cf. Jo 14:30). Com Saul, aparentemente, o cálice se encheu rapidamente. Já o de Sansão não chegou a última gota! Somos diferentes, temos oportunidades diferentes e, se fazemos escolhas distintas, por certo que nossas taças serão diferentemente preenchidas ou uma será completamente preenchida e a outra não! Não é o Senhor Espírito quem decide, mas cada um de nós! “E o Espírito de JAVÉ se retirou de Saul” (I Sm 16:14, Almeida Corrigida e Revisada Fiel).  Note, no entanto, que Deus não espalhou essa notícia, nem entregou o perdido Saul a Satanás; Ele nem mesmo o abandonou (cf. I Sm 16:15-23)! Antes, por meio de Davi, o protegia de “um espírito maligno” que o atormentava (para entender a expressão bíblica “um espírito maligno enviado de Deus”, por favor, leia “A Crise de Raiva do Rei Saul e a Profecia de Micaías”). Ou seja, mesmo o pecador perdido, sem chances de salvação ainda assim recebe de JAVÉ, os Três, assistência e certa proteção contra Satanás! Deus é misericordioso incondicionalmente. Ele não só ama os que O amam (Mt 5:23-28).

   2)  Alguns nomes riscados ao cometerem o “pecado eterno” e outros antes “Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno” (Mc 3:29). “Então, disse JAVÉ a Moisés: Riscarei do meu livro todo aquele que pecar contra mim” (Êx 32:33). Nestes dois importantes textos, Jesus é Aquele que está falando (Jo 8:58)! E Ele afirma sem dar margem para dúvidas que a alma perde eternamente a chance de salvação ao completar o pecado contra o Senhor Espírito e tem seu nome automaticamente riscado do Seu Livro, “o Livro da Vida do Cordeiro” (Ap 13:8). Com isto podemos afirmar que Saul, por exemplo, teve seu nome apagado do Livro da Vida em I Sm 16:14, pois naquele momento “o Espírito de JAVÉ se retirou de Saul”. A Bíblia não menciona em nenhum lugar (pelo menos até hoje não encontrei) a possibilidade de o Espírito de Deus se retirar de alguém antes do “pecado eterno”. Por outro lado, uma vez que o julgamento divino teve data para começar (Jó 24:1 e At 17:31) e terá data para terminar (At 1:7 e Ap 22:11), há uma implicação lógica singular aqui: alguns pecadores impenitentes terão seus nomes riscados antes mesmo de cometerem o pecado contra o Espírito Santo! Isto não é difícil de entender pelo seguinte: ao Jesus começar a julgar em 22/10/1844 A.D., Ele começou por um nome, possivelmente Adão, “porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada” (I Pe 4:17) e Adão foi o primeiro membro da “casa de Deus” no sentido de ter professado possuir “aliança” com Deus, cf. Os 6:7. De Adão Jesus passou a Eva depois a Caim (ele ofereceu sacrifícios, lembra-se?), Abel, Sete, etc. Não é difícil para os assistentes judiciários do Santuário celestial reconhecerem a justiça e a misericórdia divinas no trato com todos esses professos filhos de Deus. Alguns deles até já sabem o veredito de Jesus antes mesmo de ser pronunciado sobre esses pecadores mortos, pelo fato de terem acompanhado muito da vida deles (I Pe 1:12)! 

Alguns assistentes com sua poderosa memória angelical se lembram de quando o Senhor Espírito se retirou de alguns falsos filhos de Deus, como Saul, fazendo com que JAVÉ riscasse imediatamente seus nomes de Seu Livro! Contudo, outros assistentes divinos precisaram observar atentamente o julgamento efetuado por Cristo, em Seu tribunal, até o momento da sentença, para confirmarem (Sl 19:9) a honestidade do Juiz e Seu amor incondicional por cada alma. (Nota: o ato de Deus “retirar”, “riscar” ou “apagar” um nome de Seu Livro não implica que o pecador condenado em questão não será julgado novamente no juízo pré-advento! At 17:31 e Sl 75:2 Nova Bíblia Viva). Avançando na lista de nomes, naturalmente Jesus chegará naqueles cujos donos estarão vivos ainda! E agora? Se o Juiz esperasse até a saída do Espírito Santo desses pecadores vivos ou até a morte deles, nunca haveria o retorno de Jesus a Terra, você percebe? Sempre haverá bebês nascendo e a Bíblia não menciona nenhuma pandemia de esterilização no tempo do fim! 

Consequentemente, o Supremo Juiz decidirá o caso dos vivos assim: tanto os que serão salvos quanto os teimosos, possivelmente, Ele revelará aos assistentes do tribunal o futuro e os frutos antes incubados, mas agora manifestos pela onisciência divina (Jó 34:23 e Jo 6:64). Os salvos serão selados (Ez 9:4, Ef 4:30, Ap 7:3 e 22:11) e os ímpios não serão selados pelo Espírito, embora Ele ainda deva trabalhar neles e por eles até que confirmem a predição do Juiz, cometendo (ou completando) o “pecado eterno”! Isto não é predeterminação ou predestinação divina, mas organização e honestidade em Seu julgamento já que Sua onisciência não altera o futuro, embora o conheça perfeitamente e o revele para aqueles a quem Ele desejar (Am 3:7), e,  além de tudo isso, Ele deu tempo suficiente para todos os seres humanos escolherem seu destino, deu tempo para Satanás e seus anjos revelarem completamente seus caracteres e possui um “dia e hora” marcados para retornar a Terra e resgatar Seus servos fiéis! (Mt 24:36) Certamente os funcionários do Santuário assim louvam desde o início do Julgamento: “A sua justiça é firme como as montanhas, e as suas decisões são sábias e profundas como o grande mar. JAVÉ protege a vida tanto dos homens quanto dos animais” (Sl 36:6, Nova Bíblia Viva). Mas, em breve, quando tudo o que os olhos do Todo-poderoso Juiz anteciparam se cumprir exatamente como Ele revelara, creio que Seus assistentes seu unirão aos salvos e cantarão: “Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus todo-poderoso. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações. Quem não te temerá, ó Senhor? Quem não glorificará o teu nome? Pois tu somente és santo. Todas as nações virão à tua presença e te adorarão, pois os teus atos de justiça se tornaram manifestos” (Ap 15:3,4). Hendrickson Rogers

Lista de todos os capítulos desta odisseia soterio-escatológica:

Introdução: Quantas vezes Jesus inscreve e risca um nome no Livro da Vida?

  1.   A) O Livro da Vida e o Julgamento dos terráqueos que começou há mais de 166 anos!
  2.    B) O Juízo na Volta de Jesus.
  3.    C) O Juízo Milenário no Céu.
  4.    D) O Juízo Final.
  5.    E) O Novo Céu do Universo.
  6.    F) A tecnologia divina usada no Julgamento da Terra.
  7.    G) Meu destino pode já ter sido decidido no juízo pré-advento?
  8.    H) O pecado eterno e a procedência do Juiz durante o juízo pré-advento.
  9.   I) Momentos anteriores e posteriores ao encerramento do Juízo no Santuário Celestial.
  10.    J) As 7 últimas Pragas, o Espírito Santo, a Trindade do Mal e os Selados!
  11.    K) O Papado, a Marca da Besta, o Sábado e o Caráter.
  12.   L) O Falso Protestantismo, o Papado, os EUA e o Remanescente Fiel no Armagedom.

Se desejar, baixe o livro o Juízo, o qual é a reunião de todas estas pesquisas! É só clicar/apertar AQUI ou AQUI.

O dever de reprovar o pecado (afinal, para que haja o milagre da aprendizagem, é necessário definir o que é certo e o que é errado!)

Foi-me mostrado que Deus aqui ilustra como Ele considera o pecado entre os que professam ser Seu povo observador dos mandamentos. Aqueles a quem Ele tem honrado especialmente com o testemunhar as assinaladas manifestações de Seu poder, como aconteceu com o antigo Israel, e que ousam mesmo então menosprezar Suas expressas direções, serão sujeitos a Sua ira. Ele quer ensinar a Seu povo que a desobediência e o pecado são excessivamente ofensivos a Seus olhos, e não devem ser levemente considerados. Ele nos mostra que, quando Seu povo se encontra em pecado, devem-se tomar imediatamente medidas positivas para tirar esse pecado do meio deles, a fim de que Seu desagrado não fique sobre todos. – {TS1 334.1}
Se, porém, os pecados do povo são passados por alto por aqueles que se acham em posições de responsabilidade, o desagrado de Deus estará sobre eles, e Seu povo, como um corpo, será responsável por esses pecados. No trato do Senhor com Seu povo no passado, Ele mostra a necessidade de purificar a igreja de erros. Um pecador pode difundir trevas que excluam a luz de Deus de toda a congregação. Ao compreender o povo que se estão adensando trevas sobre eles, sem que saibam a causa, devem buscar diligentemente a Deus, em grande humildade e abatimento do próprio eu até que os erros que Lhe ofendem ao Espírito sejam descobertos e afastados. – {TS1 334.2}
O preconceito que se levantou contra nós por havermos reprovado as faltas que Deus me mostrara existirem, e o clamor que se ergueu de aspereza e severidade, são injustos. Deus nos manda falar, e não ficaremos silenciosos. Caso haja erros claros entre Seu povo, e os servos de Deus passem adiante, indiferentes [*] a isso, estão por assim dizer apoiando e justificando o pecador, e são igualmente culpados, incorrendo tão certo como ele no desagrado de Deus; pois serão tidos como responsáveis pelos pecados do culpado. Foram-me mostrados em visão muitos casos em que o desagrado de Deus foi atraído por negligência da parte de Seus servos quanto a tratar dos erros e pecados existentes entre eles. Os que passaram por alto esses erros têm sido considerados pelo povo muito amáveis e de disposição benigna, simplesmente por haverem eles recuado do desempenho de um claro dever escriturístico. Essa tarefa não agradava a seus sentimentos; evitaram-na, portanto. – {TS1 334.3}
O espírito de ódio que tem havido por parte de alguns por haverem sido reprovados os erros existentes entre o povo de Deus, tem trazido cegueira e um terrível engano a suas almas, tornando-lhes impossível discernir entre o direito e o erro. Apagaram sua própria visão espiritual. Podem testemunhar erros, mas não sentem como Josué, não se humilham por sentir o perigo das almas. – {TS1 335.1}
O verdadeiro povo de Deus, os que possuem o espírito da obra do Senhor, tomam a peito a salvação de almas, verão sempre o pecado em seu caráter real, maligno. Estarão sempre a favor de lidar de maneira fiel e positiva com os pecados que facilmente assaltam o povo de Deus. Em especial na obra final da igreja, no tempo do assinalamento dos cento e quarenta e quatro mil que hão de permanecer irrepreensíveis diante do trono de Deus, sentirão muito profundamente os erros do povo professo de Deus. Isto é fortemente salientado pela ilustração do profeta, da última obra na figura dos homens cada um com armas destruidoras na mão. Um homem entre eles estava vestido de linho, com um tinteiro de escrivão a sua cinta. “E disse-lhe o Senhor: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal as testas dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela.” Ezequiel 9:4. – {TS1 335.2}
Quem subsiste no conselho de Deus a esse tempo? São aqueles que por assim dizer desculpam os erros entre o professo povo de Deus, e que murmuram no coração, se não abertamente, contra os que reprovam o pecado? São os que tomam atitude contra eles, e se compadecem dos que cometem o erro? Não, absolutamente! A menos que eles se arrependam e deixem a obra de Satanás em oprimir os que têm a responsabilidade da obra, e em suster as mãos dos pecadores de Sião, jamais receberão o aprovador assinalamento de Deus. Cairão na destruição final dos ímpios, representada na obra dos seis homens que tinham as armas destruidoras na mão. Notai cuidadosamente este ponto: Os que receberem o puro sinal da verdade, neles gravado pelo poder do Espírito Santo, representado pelo sinal feito pelo homem vestido de linho, são os que, “suspiram e gemem por todas as abominações que se cometem” (Ezequiel 9:4) na igreja. Seu amor pela pureza e pela honra e glória de Deus é tal, e têm tão clara visão da excessiva malignidade do pecado, que são representados como em agonia, suspirando e gemendo. Lede o nono capítulo de Ezequiel. – {TS1 335.3}
A matança geral de todos os que não vêem assim a vasta diferença entre o pecado e a justiça, porém, e não sentem como os que se acham no conselho de Deus e recebem o sinal, é descrita na ordem dada aos cinco homens que tinham as armas destruidoras: “Passai pela cidade após ele, e feri; não poupe o vosso olho, nem vos compadeçais. Matai velhos, mancebos, e virgens, e meninos, e mulheres, até exterminá-los; mas a todo homem que tiver o sinal não vos chegueis: e começai pelo Meu santuário.” Ezequiel 9:5, 6. – {TS1 336.1}

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