A Organização Mundial da Saúde e seu novo guia CONDENÁVEL de (des)educação sexual para crianças!


Peço aos profissionais do Brasil que se levantem, independentemente da religião, e que se revoltem contra esse absurdo, pois Organização Mundial da Saúde está militando politicamente na ideologia de gênero e está deturpando a ciência para induzir convicções ateístas e de orientação homossexual.
O documento começou a ser enviado para os Ministérios da Educação e Saúde na Europa e é, indiscutivelmente, um compêndio de corrupção de menores inspirado nos dogmas da ideologia de gênero.
Abaixo, cito alguns exemplos das aberrações e absurdos que o guia recomenda transmitir às crianças com idades de 0 a 16 anos. Uma mistura de pedofilia, sexualização precoce, indução de convicções homossexuais, apologia ao aborto… enfim, leiam e se revoltem, porque é a pior coisa que já vi. Realmente estamos em guerra com os ateus, [os que] que odeiam princípios e estão destruindo a humanidade. Essas ações mostram que estamos realmente no princípio do fim.
Seguem as recomendações do guia para ensinar sexo, promiscuidade, prostituição e aborto às nossas crianças:
0 a 4 anos – prescrevem aprendizagem do “gozo”, orgasmo e prazer quando tocamos o próprio corpo: “a masturbação da primeira infância”.
0 a 4 anos – a idade é ideal para “a descoberta do corpo e dos órgãos genitais”.
4 anos – a OMS diz que nossos filhos são capazes de “necessidades expressas, desejos e limites, por exemplo, no contexto de brincar de médico”.
4 a 6 anos – as crianças precisam saber que a história da cegonha é um mito.
4 a 6 anos – ótima idade, segundo a Organização Mundial de Saúde, para “falar sobre assuntos sexuais”, explorar “relações do mesmo sexo” e “consolidar a identidade de gênero”.
6 a 9 anos – os especialistas da OMS dizem que nossos filhos estão preparados para aprender e defender os “direitos sexuais das crianças”.
9 a 12 e até os 15 anos – devem conhecer o incômodo da maternidade inesperada. Parafraseando: “O impacto da maternidade e da gravidez entre adolescentes; ou seja, planejamento familiar, planejamento de vida/estudos, a contracepção, a tomada de decisão e os cuidados no caso de gravidez indesejada.” O que eles afirmam, sem rodeios, é que antes de 15 anos nossos filhos estão prontos para estar cientes sobre a indústria do aborto.
9 a 15 anos – momento bom para receber informações sobre métodos contraceptivos e como fazer um aborto.
9 a 15 – idade-chave, de acordo com a OMS, para ensinar que a religião cristã é um obstáculo ao prazer e ao gozo físico. “A influência da idade, sexo, religião e cultura” na educação afetivo-sexual.
Aos 15 anos é hora de “abrir-se para outros (admitir a homossexualidade, bissexualidade e outras opções)”.
15 anos é também a idade de saber, além disso, sobre “sexo comercial (prostituição e o sexo em troca de pequenos presentes, refeições ou pequenas quantidades de dinheiro), pornografia e vício em sexo”.
Além dos conteúdos específicos, o guia de sexo para os padrões de educação na Europa, desenvolvido pela OMS, ainda tem seus princípios:
O princípio de que os pais são uma “fonte informal” da educação, em relação ao Estado como “fonte formal”.
O princípio de que a educação emocional e sexual das crianças deve ser planejada com “sensibilidade de gênero”. Ou seja: a natureza, os fatos, os dados, a responsabilidade dos pais… Enfim, tudo deve se submeter aos dogmas da “sensibilidade de gênero”.
O princípio de que a educação afetivo-sexual “começa no nascimento”.
O princípio de que a educação afetivo-sexual “deve ter uma abordagem holística”.
O princípio de que a educação afetivo-sexual serve ao “indivíduo e ao fortalecimento da comunidade”.
O guia tem 83 páginas e as palavras “amor” e “responsabilidade” não são citadas ou, quando o fazem, seu peso e significado são completamente irrelevantes. Em vez disso, o guia fala constantemente de “prazer”, “sexo”, “gozo”, “bem-estar pessoal”, “instintos” e aborto.
A Organização Mundial de Saúde é uma agência das Nações Unidas. Com a orientação presente nas Normas de Educação Sexual na Europa, a agência tenta definir princípios e conteúdos básicos que os Estados devem desenvolver para educar sobre carinho e sexo as crianças europeias, de acordo com os preconceitos e preceitos da ideologia de gênero. É um documento de enorme influência, dirigido aos ministros da Saúde e da Educação na Europa.
Europeus estão fazendo um abaixo assinado requerendo à diretora do Organismo Europeu da Organização Mundial da Saúde, a senhora Zsuzsanna Jakab, a imediata retirada do guia. Vamos ajudar entrando no abaixo assinado, ou essa aberração virá para o Brasil. (Link do abaixo assinado.)
Leia o manual completo (aqui).
Que Deus salve nossas crianças e que cada um de nós, profissionais e pessoas de bem, estejamos unidos contra essa aberração. Além de orar, precisamos nos mobilizar.
Fonte: Gospel Mais.
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(Hendrickson Rogers)