A seleção natural (também) não explica as características cromáticas das borboletas!

Como é que as asas das borboletas brilham? Tal como quase todas as outras borboletas, as borboletas do género Morpho possuem asas cobertas de escamas. Tipicamente, os padrões da pigmentação através das escamas geram as cores nas asas, mas as asas das borboletas Morpho revelam característica adicional.
Por cima das suas escamas, as borboletas Morphe possuem incontáveis estruturas com a forma de árvores com ramos suspensos que manipulam as ondas luminosas. O espaçamento entre os ramos ajuda corresponder o comprimento das ondas de luz., tais como o azul, por exemplo. A reflexão repetida do mesmo comprimento de onda causa efeitos de interferência que, quando vistos de certos ângulos, geram iridescência deslumbrante.
Levando em conta o detalhe de tal sistema, parece que Quem quer que criou esta característica precisa e com a forma de árvore tinha um conhecimento muito avançado de óptica e de nanotecnologia. Mas os secularistas asseguram que tal conclusão não seria “científica” – o que, na sua forma de “pensar”, significa que Deus nunca pode ser opção quando se lançam hipóteses sobre as causas de tal sistema (mesmo quando Ele claramente é a Melhor explicação.(1)
E qual é a solução evolucionista para (mais esta) dificuldade?
Em 1858 Charles Darwin deu o nome de “selecção natural” ao processo através do qual factores externos, tais como predadores ou habitats, formulavam os traços animais e botânicos. (2) No entanto, as borboletas Morpho ocupam o mesmo habit que as borboletas sem brilho nas asas, indicando que o habitat por si só não é a causa da sua iridescência.
Borboleta Morpho3Para além disso, como é que os predadores, mais aptos a detectar as borboletas mais brilhantes, desempenharam qualquer tipo de papel neste processo para além de destruírem – e não criarem – as borboletas com este mesmo brilho nas asas? Segundo o neo-Darwinismo, a natureza selecciona as características que aumentam as probabilidades de sobrevivência, mas as cores brilhantes fariam exactamente o contrário (ao atraírem a atenção dos predadores). É um mistério [para os evolucionistas] o facto das borboletas Morpho ainda existirem.
Recentemente os pesquisadores reportaram terem descoberto mais um atributo único embebido nas borboletas Morpho – atributo que não disponibiliza qualquer tipo de vantagem na sua sobrevivência: as escamas cujas estruturas têm a forma de árvore são fortemente polares no topo, e não-polares no sítio onde se conectam a cada uma das escamas. (3,4) Publicando estes achados na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), os autores do estudo escreveram:
Embora o gradiente desta polaridade superficial possa não ser essencial para a sobrevivência da borboleta, sendo, sim, uma consequência do processo de desenvolvimento da escama, esta perspectiva do design do padrão biológico pode oferecer oportunidades para uma variedade de aplicações tecnológicas. (3)
Colocando as coisas de forma directa, se este recém-descoberto gradiente de polaridade não é “essencial para a sobrevivência da borboleta,” então como é que a selecção natural pode ser a causa?
Numa tentativa de resolução deste tipo de dilema, Darwin inventou mais tarde o termo “selecção sexual.” (5) Supostamente, os animais escolhem os companheiros com base em preferências que, com o passar dos anos, geram novos traços no sexo oposto. E estas novas características ajudam a espécie a sobreviver ao permitirem que ela se reproduza mais frequentemente.
Borboleta Morpho2Mas esta história falha ao não estar de acordo com as observações. Por exemplo, assumindo que a selecção sexual é uma realidade biológica, ela só haveria de seleccionar as características que já existem. Portanto, ela pode explicar a forma como algumas variações foram removidas mas não como foram elas feitas. Para além disso, a selecção sexual só funcionaria nas características para as quais o parceiro (ou a parceira) já tem uma preferência programada dentro de si – o que levanta a pergunta em torno da origem dessa mesma preferência.(6)
Os autores do estudo emitido na PNAS escreveram:
As borboletas Morpho são um brilhante espectáculo da capacidade da natureza de levar a cabo actos de engenharia fotónica.
No entanto, não há qualquer motivo – para além do puro viés – para creditar a natureza por ter arquitectado as estruturas ópticas da borboleta – algo que nem os melhores engenheiros humanos são capazes de replicar. (1,7)
O Deus Criador – Aquele que revelou a Bíblia – brilha como o Genuíno Engenheiro em todo este processo.
Fonte: Darwinismo.
“Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há”
Êxodo 20:11. 

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