março 6, 2026

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Conceitos da ideologia evolucionista em eterno conflito: Tradicionalistas x Cladistas

A evolução pressupõe que todos os organismos vivos estão relacionados. Começando de uma forma de vida original simples, daí sofrendo mudanças ao longo de bilhões de anos, os organismos finalmente evoluíram até a variedade atual existente. Enquanto os organismos estão se transformando em formas mais e mais complexas, o número de espécies também tem aumentado. Uma espécie original supostamente produziu outra espécie que, por seu turno, produziu outra especie diferente, e assim por diante.

Esse processo repetido produziu a árvore evolutiva típica, com as espécies originais na base (tronco), tipos mais avançados formando os ramos, e espécies atuais formando as “folhas” da árvore (Figura 11.1).

p. 173

O arranjo dos ramos nas árvores evolutivas varia consideravelmente em configuração, porque bem poucas espécies contam com características apropriadas para representar o tronco ou os ramos. Devido a serem tão raros os ancestrais plausiveis, as hipóteses de relacionamentos evolutivos podem variar amplamente.

O método evolutivo tradicional é estabelecer relacionamentos por análise de se melhanças gerais entre os organismos. Quanto maior a semelhança, mais recente mente, presume-se, os organismos evoluíram um do outro. Alguns sistematas (aqueles que classificam os oganismos) atribuem valores quantitativos a características e calculam um índice de semelhanças. A escolha de quais características devem ser avaliadas e a determinação da importância de cada característica é algo bem subjetivo.

Ernst Mayr, o destacado evolucionista tradicional de Harvard, assinala que a classificação dos organismos é um tipo de “arte”.[1] A falta de rigor e objetividade tem estimulado outra abordagem para a sistemática chamada cladística.

Os cladistas, que têm sido altamente influentes, argumentam que as semelhanças gerais pouco dizem sobre a evolução. Semelhanças podem aplicar-se a muitas vias evolutivas. Somente semelhanças singulares compartilhadas (sinapomorfismos) são consideradas importantes em determinar relacionamentos, mas essas características são raras, e alguns cladistas sentem que nunca poderão estar certos quanto a relacionamentos evolutivos.

A controvérsia entre os cladistas e tradicionalistas é ilustrada por esta citação de um cladista destacado, Norman Platnick, que estuda aranhas no Museu Americano de Históoria Natural. Ele esboça o problema como segue: “Os biólogos evolucionistas têm uma escolha a fazer: ou concordamos com Mayr em que as explicações narrativas são o nome do jogo, e continuamos a nos desviar do resto da biologia para uma área regida somente por autoridade e consenso, ou insistimos que, quando possível, nossas explicações sejam testáveis e potencialmente falsificáveis e que a biologia evolutiva reúna-se à comunidade cientifica em geral.” [2]

Os cladistas crêem na evolução, mas para eles pode ser mais uma questão de fé do que de afirmação.[3] Estão particularmente preocupados em encontrar características verificáveis importantes na determinação de relacionamentos reais entre organismos.

Referências:

  1. Mayr E. 1976. Evolution and the Diversity of Life: Selected Essays. Cambridge e Londres: The Belknap Press of Harvard University Press, p. 411.
  2. Platnick NI. 1977. “Review of Mayr’s Evolution and the diversity of life”. Systematic Zoology 26: 224-228.
  3. Bethell T. 1985. “Agnostic evolucionists”. Harper’s 270(1.617): 49-52, 56-58, 60-61.

 

Fonte: Origens: Relacionando a Ciência com a Bíblia, p. 125 e 126.


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