Definição Bíblica de Adultério

  2 Adultério


No hebraico ni’uf, no grego moijéia. Ambas as línguas descrevem a relação sexual de uma       pessoa casada com outra que não é seu cônjuge. Segundo a lei levítica, tal pecado devia ser       castigado com a morte, veja Levítico 20:10. Agora, no sétimo Mandamento, é como se o Senhor desejasse incluir a impureza sexual de qualquer tipo: traição, fornicação no sentido de relação pré-marital, incesto, homossexualismo, pedofilia, zoofilia (e o que mais satanás e o pecador sem Deus puderem inventar, como a violência e o abuso sexuais), tanto em atos quanto em pensamentos!



            Significados Bíblicos do Adultério:
            1) Praticar ADULTÉRIO (Gênesis 38.24).
            2) Praticar IDOLATRIA (Ezequiel 23.37).
            3) Falsificar (II Coríntios 4.2, RA).
     Perguntas&Respostas Adultério

1    O adultério entre os hebreus (isto é, descendentes de Abraão), por ordem divina, tinha a pena de morte. Já nas demais nações o Senhor não impôs pena. Isto tem algo a nos dizer, nós que após o batismo somos considerados “descendentes de Abraão” (Leia Gálatas 3:26-29)?


Nem todos os que professam guardar os mandamentos de Deus mantêm seu corpo em santificação e honra. A mais solene mensagem já entregue a mortais foi confiada a este povo, e eles poderão exercer uma poderosa influência caso sejam por ela santificados. Eles professam estar em pé sobre a elevada plataforma da verdade eterna, guardando todos os mandamentos de Deus; por isso, se condescenderem com o pecado, se cometerem fornicação e adultério, seu crime é de magnitude dez vezes maior do que o das classes que mencionei, que não reconhecem a lei de Deus como obrigatória. Num sentido especial os que professam guardar a lei de Deus O desonram, e desacreditam a verdade quebrantando- lhe os preceitos. (Conselhos Sobre Saúde, 567)


2    Segundo a Bíblia, quem é adúltero aos olhos de Deus? Será que Ele também considera adúlteros os que terminaram seus casamentos, mesmo sem a existência de adultério, e contraíram um novo matrimônio? 


Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério. (Mateus 19:9)
           
Uma mulher pode estar legalmente divorciada do marido pelas leis do país, mas não divorciada à vista de Deus e de acordo com a lei mais alta. Só há um pecado, o adultério, que pode pôr o esposo e a esposa em posição de se sentirem livres do voto matrimonial à vista de Deus. Embora as leis do país possam permitir o divórcio, à luz da Bíblia continuam como marido e esposa, segundo as leis de Deus. … Vi que a irmã ——, por ora, não tem direito de desposar outro homem; mas se ela, ou qualquer outra mulher, obtiver um divórcio legal na base de adultério por parte do marido, então está livre para casar com quem quiser. (O Lar Adventista, 344)


Há grande necessidade de nossos irmãos vencerem faltas secretas. Sobre eles pende, como nuvem, o desprazer de Deus. As igrejas são fracas. O egoísmo, a falta de caridade, a cobiça, a inveja, as más suspeitas, a falsidade, o roubo, o furto, a sensualidade, a licenciosidade e o adultério, estão registrados contra alguns que dizem crer na solene e sagrada verdade para este tempo. Como poderão essas coisas abomináveis ser tiradas do acampamento, quando homens que pretendem ser cristãos as estão praticando constantemente? São um tanto cuidadosos quanto às suas maneiras diante dos homens, mas são uma ofensa a Deus. Seus puros olhos vêem, uma testemunha registra, todos os pecados deles, tanto abertos como secretos; e a menos que se arrependam e confessem os pecados          diante de Deus, a menos que caiam sobre a Rocha e sejam quebrantados, seus pecados             permanecerão debitados contra eles nos livros de registro. Oh, terríveis histórias se abrirão diante do mundo no Juízo – histórias de pecados nunca confessados, de pecados não apagados! Oh, se essas pobres almas pudessem ver que estão acumulando ira para o dia da ira! Então os pensamentos do coração, bem como as ações serão revelados. Digo-vos, meus irmãos e irmãs, que há necessidade de humilhardes vossa alma diante de Deus. “Cessai de fazer o mal” (Isa. 1:16); mas não pareis aqui: “Aprendei a fazer o bem.” Isa. 1:17. Só podereis glorificar a Deus produzindo fruto para a Sua glória. (Testemunhos Para Ministros, 146)


3    Um cônjuge adúltero, enquanto adúltero, jamais receberá de Deus a salvação? Será que é impossível a salvação, mesmo que o adúltero pareça viver em comunhão com Cristo, levando uma vida piedosa com sua nova mulher ou com seu novo homem, inclusive contribuindo para a salvação dela ou dele, freqüentando a igreja, levando a Palavra a outros; será que ele (ou ela) não teria uma vida melhor assim, podendo construir um caráter digno do Céu? A Bíblia revela resposta para isto ou podemos crer que o destino de um cônjuge adúltero só Deus é quem sabe?
           

Finalmente, irmãos, nós vos rogamos e exortamos no Senhor Jesus que, como de nós recebestes, quanto à maneira por que deveis viver e agradar a Deus, … . Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, …  porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação. Dessarte, quem rejeita estas coisas não rejeita o homem, e sim a Deus, que também vos dá o seu Espírito Santo. (I Tessalonicenses 4:1-9)
           
O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho. Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte. (Apocalipse 21:7 e 8)

Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.     (I Coríntios 6:8-10)
            
Aqueles que professam ser filhos e filhas de Deus deveriam representá-Lo no caráter. … É-nos concedida agora a oportunidade para formar caráter que nos capacite para entrada no reino do Céu. Aqueles que guardam os mandamentos de Deus terão direito à árvore da vida e atravessarão os portões da cidade. Com amor Deus nos deu uma lei para que possamos conhecer e eliminar aqueles traços de caráter que não podem ser tolerados no Céu. Ninguém pode entrar ali sob acusação de roubo, adultério, maledicência ou negócios duvidosos, pois isso conduziria a outra guerra no Céu. A lei de Deus foi dada para afastar os homens dessas práticas, a fim de que seu caráter pudesse ser moldado segundo o caráter de Deus.[Meditações Matinais Olhando Para o Alto(1983), 99]



4    O que dizer, então, sobre Jacó, Davi e Salomão, só pra citar alguns dos heróis da fé que foram cônjuges super-adúlteros! Você vai me dizer que eles não “herdarão o reino de Deus” e que, portanto, “a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre”?!

A Palavra de Deus nos diz: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia. Feliz o homem constante no temor de Deus; mas o que endurece o coração cairá no mal”, Provérbios 28:13 e 14. Vejamos se esses cônjuges adúlteros teimaram em permanecer em seu pecado; vamos levar em consideração    as variadas situações de adultério em que se encontravam.


            Jacó:
                        Jacó não foi feliz em seus casamentos, embora suas esposas fossem irmãs. Ele     formulou com Labão um contrato de casamento com sua filha Raquel, a quem amava.   Depois de ter servido sete anos por Raquel, Labão o enganou e lhe deu Lia. Quando Jacó compreendeu o engano que tinha sido praticado contra ele, e que Lia tinha tido parte em enganá-lo, ele não pôde amá-la. Labão desejou reter os fiéis serviços de Jacó por maior espaço de tempo, então o enganou dando-lhe Lia em lugar de Raquel. Jacó reprovou Labão por leviandade com suas afeições, dando-lhe Lia, a quem não amava. Labão persuadiu Jacó a não repudiar Lia, pois isso seria considerado uma grande desgraça, não somente para a esposa, mas para toda a família. (História da Redenção, 89)

Na grande crise de sua vida, Jacó retirou-se para orar. Estava cheio de um dominante propósito – buscar a transformação de caráter. Mas, enquanto pleiteava com Deus, um inimigo, segundo supunha, colocou-lhe a mão em cima, e durante a noite toda ele lutou em defesa da própria vida. O propósito de sua alma, no entanto, não se alterou mesmo pelo perigo da vida. Quase esgotadas suas forças, o Anjo manifestou Seu divino poder e, a um toque Seu, Jacó reconheceu com quem estava lutando. Ferido e impotente, caiu ao peito do Salvador, rogando uma bênção. Não se desviaria nem deixaria de interceder, e Cristo assegurou a petição desta impotente e arrependida alma, segundo a Sua promessa: “Que se apodere da Minha força e faça paz comigo; sim, que faça paz comigo” Isa. 27:5. Jacó insistiu com um espírito determinado: “Não Te deixarei ir, se me não abençoares” Gên.      32:26. Esse espírito de persistência foi inspirado por Aquele que lutou com o patriarca. Foi Ele que lhe deu a vitória, e mudou-lhe o nome de Jacó, para Israel, dizendo: “Como príncipe, lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste” Gên. 32:28. Aquilo pelo que Jacó, em vão, lutara em sua própria força, foi ganho pela entrega de si mesmo e uma firme fé. “Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” I João 5:4. (O Maior Discurso de    Cristo, 144)

Todo arrependido e quebrantado, apegou-se ao Anjo; “chorou, e Lhe suplicou”   (Osé. 12:4), invocando uma bênção. Tinha de ter a certeza de que seu pecado estava   perdoado. A dor física não era suficiente para lhe desviar o espírito deste objetivo. Sua decisão se tornou mais forte, sua fé mais fervorosa e perseverante, até mesmo ao fim. O Anjo experimentou livrar-Se; insistiu: “Deixa-Me ir, porque já a alva subiu”; mas Jacó respondeu: “Não Te deixarei ir, se me não abençoares” Gên. 32:26. Tivesse sido isto uma confiança vangloriosa e presumida, e Jacó teria sido instantaneamente destruído; mas sua confiança era daquele que confessa sua própria indignidade, e, contudo, confia na         fidelidade de um Deus que guarda o concerto. (Patriarcas e Profetas, 197)

A situação de adultério na qual Jacó se encontrava, não fora criada por ele! Diferentemente de seu avô Abraão, ele não repudiou Lia – Abraão repudiara Hagar. Quanto às servas de suas esposas, Bila e Zilpa, a essas sim Jacó, como seu avô, não se relacionou mais após as várias gravidezes. Na verdade temos aqui um complexo emaranhado de relações extra-conjugais apoiadas pelas próprias esposas dos adúlteros, mas que não perdurou! Foram adultérios descartáveis, digamos assim. Outro detalhe: a “pouca culpa” de Jacó nesses adultérios, se assim não fosse, poderia ter sido causa de uma terrível derrota para  ele em seu encontro com o Anjo do Senhor no vau do Jaboque, o que não ocorreu como vimos mais acima. Deus não havia marcado data para esse encontro com seu filho Jacó! Quando nos encontrarmos com o “Anjo do Senhor”, assim como Jacó, o que nos acontecerá? Lembre-se, esse Anjo com A (“a maiúsculo”) é o próprio Senhor Jesus, o qual, sem data marcada, virá nas nuvens do céu “para dar a cada um segundo as suas obras”!


            Davi:
                        Quão diferente foi o caráter de Davi! Embora tivesse pecado, quando Deus lhe    enviou repreensões ele sempre se curvou sob o castigo do Senhor. Davi era amado por Deus, não porque fosse um homem perfeito, mas porque não acariciava uma obstinada resistência à expressa vontade de Deus. Seu espírito não se erguia, rebelde, contra a reprovação. … Davi errou grandemente, mas também grandemente se humilhou, e sua contrição foi tão profunda quanto sua culpa. Nunca houve uma pessoa mais humilde que Davi sob o senso de seu pecado. Revelou-se um homem forte, não por sempre resistir à tentação, mas pela contrição de alma e sincera penitência manifestadas. Jamais perdeu sua confiança em Deus, que colocara a severa repreensão na boca de Seu profeta. Não nutria ódio contra o profeta de Deus. Era amado, também, porque confiou na misericórdia de um Deus a quem amava, servia e honrava. (Meditações Matinais 2002 – Cristo Triunfante, 148)

Tivesse Deus permitido que Davi continuasse em pecado sem ser condenado, e    permanecesse em paz e prosperidade em seu trono enquanto transgredia os preceitos divinos, e os céticos e incrédulos teriam motivo para citar a história de Davi como mácula à  religião da Bíblia. Mas, na experiência por que Ele fez Davi passar, o Senhor mostra que não pode tolerar nem desculpar o pecado. E a história de Davi nos habilita a ver também o grande objetivo que Deus tem em vista com Seu trato com o pecado; habilita-nos a divisar, mesmo através dos mais tenebrosos juízos, a realização de Seus intuitos de misericórdia e beneficência. Ele fez Davi passar pela vara, mas não o destruiu; a fornalha é para purificar, mas não para consumir. (Patriarcas e Profetas, 738)
           
Não vemos mais que uma mulher (Bate-Seba) após certo período da vida de Davi, o que já é um bom sinal! Após seu conflito com seu próprio filho Absalão (uma das conseqüências terríveis de seu adultério), ele se desquitou de dez concubinas, veja II Samuel 20:3. Lembre-se, Davi não tinha amantes. Semelhantemente a Jacó ele possuía “esposas”, o que é mais complicado de se mexer e avaliar. Um outro fato que eu particularmente acho curioso e que tem tudo a ver com a conversão de Davi nesse ponto sobre o adultério             múltiplo, é o relato que Jeremias escreveu em I Reis 1:1-4. Confira!

           
            Salomão:
                        Salomão pode ter sido salvo qual “tição de fogo”, contudo seu arrependimento não         erradicou aqueles “lugares altos”, nem demoliu aqueles monumentos, que permaneceram   como evidência de seus crimes. Ele desonrou a Deus, preferindo deixar-se dominar pela           concupiscência a ser participante da natureza divina. Que legado a vida de Salomão      transmitiu aos que se prevalecem de seu exemplo para acobertar suas ações vis! (Meditações Matinais 1971 – Vidas Que Falam, 192)

Talvez o texto acima responda a indagação: “Será que o cônjuge adúltero não pode alcançar a salvação na última hora?” Salomão conseguiu. Porém, quantos, antes e depois dele, não conseguiram? Será que vale a pena continuar espalhando as terríveis sementes do   pecado, só para satisfazer desejos proibidos por Deus em Sua Palavra? E mais: Salomão pagou um alto preço. Temos nós o suficiente para também pagarmos por nossa teimosia?  Vale a pena arriscar tudo em prol do que Deus considera “ações vis”?!

Conclusão: três situações com suas fortes peculiaridades. Contudo, em nenhuma delas vemos exceções ao que Deus ordenou. Ele não mudou Sua Palavra para salvar esses cônjuges adúlteros. Eles é que mudaram suas vidas cheias de pecado, abandonando suas “ações vis”, em prol de sua salvação! Na verdade, eles permitiram que Deus os mudasse!! Foi isto, e não apenas a misericórdia de Deus (como geralmente pensam os que estão em pecado) que impediu a perdição eterna desses “EX” cônjuges-adúlteros!

 (Este é o segundo capítulo do Livro “Perguntas&Respostas volume 3”; para obtê-lo na integra, visite e se cadastre no site: br.groups.yahoo.com/group/perguntas-e-respostas).

8 thoughts on “Definição Bíblica de Adultério

  1. jammily Oliveira

    Lendo mateus 19:3-12, entendo que, no início, Deus criou o matrimônio como uma aliança eterna, mas pela dureza do coração humano, Deus permitiu, na época de moisés, o divórcio e que para segurança da mulher repudiada, fosse dado-lhe carta de divórcio, assegurando assim que a portadora da carta não tinha cometido adultério. Jesus trouxe de volta o conceito de aliança eterna, dada por ele na Criação, aboliu as “tais cartas” pois agora a única permissão para a separação seriam as relações sexuais ilícitas. Seria necessáio, creio eu, um exemplo bíbllico do Novo testamento,pois até Jesus ter dito isso as cartas ainda valeriam… os exemplos citados são todo do Velho Testamento não dando portanto paa julgá-los à luz de Mateus 19.

  2. jammily Oliveira

    Lendo mateus 19:3-12, entendo que, no início, Deus criou o matrimônio como uma aliança eterna, mas pela dureza do coração humano, Deus permitiu, na época de moisés, o divórcio e que para segurança da mulher repudiada, fosse dado-lhe carta de divórcio, assegurando assim que a portadora da carta não tinha cometido adultério. Jesus trouxe de volta o conceito de aliança eterna, dada por ele na Criação, aboliu as "tais cartas" pois agora a única permissão para a separação seriam as relações sexuais ilícitas. Seria necessáio, creio eu, um exemplo bíbllico do Novo testamento,pois até Jesus ter dito isso as cartas ainda valeriam… os exemplos citados são todo do Velho Testamento não dando portanto paa julgá-los à luz de Mateus 19.

  3. “Um exemplo bíblico do NT” sobre o quê amiga? Não entendi.

  4. "Um exemplo bíblico do NT" sobre o quê amiga? Não entendi.

  5. Pelo que entendi os divorciados não tem direito a salvação nem pelo sangue da cruz então pra que aceitar Jesus se não tem direito de eternidade com ele ?

  6. Pelo que entendi os divorciados não tem direito a salvação nem pelo sangue da cruz então pra que aceitar Jesus se não tem direito de eternidade com ele ?

  7. Querido (ou querida), os adúlteros, assim como quaisquer outros pecadores não arrependidos, não herdarão o Reino de Deus por preferirem o pecado! Veja, ninguém se perde por que pecou. Um pecador se perde porque escolhe permanecer na desobediência. Por outro lado, assim como JAVÉ não exigiu que Davi e Bate-Seba se separassem, pode acontecer de dois (ex)adúlteros continuarem juntos e ainda assim herdar a salvação, devido a graça de Cristo e a vida de arrependimento e santificação! De modo que, a sua conclusão está equivocada – as Escrituras inundam nossas mentes de esperança com as histórias de pecadores arrependidos e salvos, mesmo em contextos complexos e pecaminosos! Deus lhe dê esperança também!

  8. Querido (ou querida), os adúlteros, assim como quaisquer outros pecadores não arrependidos, não herdarão o Reino de Deus por preferirem o pecado! Veja, ninguém se perde por que pecou. Um pecador se perde porque escolhe permanecer na desobediência. Por outro lado, assim como JAVÉ não exigiu que Davi e Bate-Seba se separassem, pode acontecer de dois (ex)adúlteros continuarem juntos e ainda assim herdar a salvação, devido a graça de Cristo e a vida de arrependimento e santificação! De modo que, a sua conclusão está equivocada – as Escrituras inundam nossas mentes de esperança com as histórias de pecadores arrependidos e salvos, mesmo em contextos complexos e pecaminosos! Deus lhe dê esperança também!

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