Voltaire e David Hume – exemplos dos perigos de se expor à filosofias ateístas!

“Diz-se que Hume, o cético, era em seus primeiros anos um crente consciencioso na Palavra de Deus. Estando ligado a uma sociedade de debates, foi-lhe designado apresentar os argumentos em favor da incredulidade. Estudou com afinco e perseverança, e sua mente perspicaz e ativa ficou imbuída dos sofismas do ceticismo. Dentro em pouco, começou a crer nos seus enganosos ensinos, e toda a sua vida posterior apresentou a negra marca da infidelidade.
David Hume foi um filósofo, historiador e ensaísta escocês que se tornou célebre por seu empirismo radical e seu ceticismo filosófico.

Quando Voltaire tinha cinco anos, decorou um poema incrédulo, e a perniciosa influência nunca se apagou de sua mente. Tornou-se um dos agentes de maior êxito de Satanás para desviar os homens de Deus. Milhares se levantarão no juízo e atribuirão ao incrédulo Voltaire a ruína de sua alma.
François Marie Arouet, mais conhecido como Voltaire, foi um escritor, ensaísta, deísta e filósofo iluminista francês. Conhecido pela sua perspicácia e espirituosidade na defesa das liberdades civis, inclusive liberdade religiosa e livre comércio.
Pelos pensamentos e sentimentos alimentados nos primeiros anos, cada jovem determina a história de sua vida. Os hábitos corretos, virtuosos e varonis formados na juventude, tornar-se-ão uma parte do caráter, e geralmente determinarão a conduta do indivíduo em toda a vida. Os jovens podem tornar-se viciados ou virtuosos, segundo sua escolha. Também podem ser distinguidos por atos verdadeiros e nobres, bem como por grandes crimes e impiedade, Signs of the Times, 11 de outubro de 1910. (Citado em Orientação da Criança, 196, da escritora Ellen G. White).

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