A origem do câncer de mama e o erro crasso do cientificismo evolucionista

Segundo a revista IstoÉ desta semana, um novo estudo divulgado pela revista científica Stem Cell Reportsacrescentou uma informação valiosa para o entendimento dos mecanismos que levam ao câncer de mama. Pesquisadores americanos e canadenses descobriram que um dos tipos de células-tronco, as chamadas luminal progenitoras (que dão origem a um gênero de tecido mamário), são geneticamente mais vulneráveis às transformações que levam ao câncer. Elas estão situadas nos ductos, canais que conduzem o leite produzido pela glândula mamária até os mamilos. Seria nessas estruturas, portanto, que a enfermidade começaria. O motivo que as torna mais sujeitas a apresentar os erros genéticos que deflagram o câncer é o fato de terem telômeros menores do que as outras células que dão origem a outros tecidos das mamas. Os telômeros são estruturas presentes nas extremidades dos cromossomos (onde estão abrigados os genes que compõem o nosso código genético). Uma de suas funções é proteger a integridade dos genes durante o processo de renovação celular, impedindo, por exemplo, as fusões de cromossomos. Quando isso ocorre, a célula pode ganhar ou perder um cromossomo, o que resulta em um defeito genético.
Durante o processo de envelhecimento, os telômeros vão encurtando, deixando as células mais vulneráveis a essas alterações. O que o trabalho agora divulgado demonstra, porém, é que eles são naturalmente menores nas células luminais progenitoras, independentemente da idade. Significa que essas células são normalmente mais expostas a erros de funcionamento que podem desencadear a doença.
“Nosso trabalho ajuda a entender melhor como a enfermidade começa a partir de mudanças no DNA que podem, por exemplo, ligar ou desligar um gene envolvido na replicação celular”, disse David Gilley, coordenador da pesquisa.
Michelson Borges: Fica de novo no ar a pergunta: Se apenas pequenas modificações em partes minúsculas dos genes (como os telômeros) podem acarretar sérios danos à vida, como conceber a ideia de que a vida tenha começado de maneira rudimentar, sem os mecanismos de reparo vitais às células, e chegado até nossos dias, depois de tantos supostos milhões de anos? Doenças como o câncer (e tantas outras) já teriam dizimado nossa espécie.

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