Credo da sociedade anti-cosmovisão (pós-modernismo)

Cremos em Marx, Freud e Darwin.

Cremos que tudo está bem

Desde que você não prejudique ninguém,

Até onde você possa definir prejudicar

E até onde você possa definir conhecimento. Continue Reading…

Apocalipse – possibilidades (capítulo 2: Pérgamo)

 

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Ap  Texto (ARA, 3ª ed)

Leitura com a fundamentação das

possibilidades que tentam alcançar a intenção

do profeta João

Texto enxuto

 

2.12 Ao anjo da igreja em Pérgamo escreve: Estas coisas diz aquele que tem a espada afiada de dois gumes: Para o mensageiro que receberá esta mensagem lá na igreja de Pérgamo, você diz assim João: o Autor desta mensagem é Aquele que tem saindo de sua boca uma espada afiada que corta nas duas laterais, representando o poder de ação imediata de sua palavra ou intenção pronunciada (cf. 1.16): Para o mensageiro que receberá esta mensagem lá na igreja de Pérgamo, você diz assim João: o Autor desta mensagem é Aquele que tem saindo de sua boca uma espada afiada que corta nas duas laterais, representando o poder de ação imediata de sua palavra ou intenção pronunciada:
2.13 Conheço o lugar em que habitas, onde está o trono de Satanás, e que conservas o meu nome e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha testemunha, meu fiel, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita. Eu conheço o lugar em que vocês da igreja de Pérgamo habitam, o mesmo onde se encontra o trono de Satanás, ou seja, o “centro administrativo e exportador do culto ao Imperador” (SILVA, 2009, p. 87) romano. Também minha presciência vê que, entre 313 – 538 d.C. Pérgamo será o centro de adoração papal[1], outro trono de Satanás. No entanto, tanto nesses dias como naqueles, vocês se agarrarão com firmeza nos Meus ensinamentos, e não renunciarão a Minha definição de fé ainda nos dias de Antipas[2], Minha testemunha, Meu fiel, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita hoje e habitará em Roma papal. Eu conheço o lugar em que vocês da igreja de Pérgamo habitam, o mesmo onde se encontra o trono de Satanás, ou seja, o “centro administrativo e exportador do culto ao Imperador” romano. Também minha presciência vê que, entre 313 – 538 d.C. Pérgamo será o centro de adoração papal, outro trono de Satanás. No entanto, tanto nesses dias como naqueles, vocês se agarrarão com firmeza nos Meus ensinamentos, e não renunciarão a Minha definição de fé ainda nos dias de Antipas, Minha testemunha, Meu fiel, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita hoje e habitará em Roma papal.
2.14 Tenho, todavia, contra ti algumas coisas, pois que tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição. Mas, infelizmente, não tenho apenas elogios para vocês em Pérgamo: entre vocês estão os que agem como Balaão, aquele profeta que “queria” Deus mas também queria o mundo (cf. 2ª Pe 2.15; Jd 11). Do mesmo modo, há uma relação ilícita entre alguns de vocês e o mundo que induz à mistura entre a Minha religião e o paganismo. Como consequência disso, Constantino (313 A.D.) tentará unir a filosofia do império romano pagão e Meus ensinos. Balão ensinou o rei Balaque como colocar armadilhas para o povo de Israel, seduzindo israelitas ao pecado. Balaão foi exitoso, pois alguns de Israel comeram[3] o que fora oferecido aos deuses moabitas, e também traíram suas esposas ou fornicaram com mulheres de Moabe[4]. Semelhantemente, o Cristianismo será maculado pela aliança entre uma igreja cristã (Igreja Católica Apostólica Romana) e o Estado; “deformidade e libertinagem” (THIELE; BERG, 1960, p. 63) serão os resultados. Mais especificamente “avareza, hipocrisia, idolatria e imoralidade” (BATISTONE, 1989, p. 14)[5]. Mas, infelizmente, não tenho apenas elogios para vocês em Pérgamo: entre vocês estão os que agem como Balaão, aquele profeta que “queria” Deus mas também queria o mundo (cf. 2ª Pe 2.15; Jd 11). Do mesmo modo, há uma relação ilícita entre alguns de vocês e o mundo que induz à mistura entre a Minha religião e o paganismo. Como consequência disso, Constantino tentará unir a filosofia do império romano pagão e Meus ensinos. Balão ensinou o rei Balaque como colocar armadilhas para o povo de Israel, seduzindo israelitas ao pecado. Balaão foi exitoso, pois alguns de Israel comeram o que fora oferecido aos deuses moabitas, e também traíram suas esposas ou fornicaram com mulheres de Moabe. Semelhantemente, o Cristianismo será maculado pela aliança entre uma igreja cristã (Igreja Católica Apostólica Romana) e o Estado; “deformidade e libertinagem” serão os resultados. Mais especificamente “avareza, hipocrisia, idolatria e imoralidade”.
2.15 Outrossim, também tu tens os que da mesma forma sustentam a doutrina dos nicolaítas.
Também reprovo aqueles que, entre vocês, escolheram os ensinos dos nicolaítas (os quais Eu odeio e Meus seguidores de séculos atrás também odiaram! Ap 2.6) – obedecer à uns mandamentos Meus e ignorar outros mandamentos! Eles doutrinam a muitos que Meu evangelho anula Meus mandamentos, e que a fé desobriga a obediência completa!! “Os nicolaítas ensinavam que as obras da carne não afetam a pureza da alma, não tendo, portanto, nenhuma influência sobre a nossa salvação” (BATISTONE, 1989, p. 14)[6].

 

Também reprovo aqueles que, entre vocês, escolheram os ensinos dos nicolaítas (os quais Eu odeio e Meus seguidores de séculos atrás também odiaram! Ap 2.6) – obedecer à uns mandamentos Meus e ignorar outros mandamentos! Eles doutrinam a muitos que Meu evangelho anula Meus mandamentos, e que a fé desobriga a obediência completa!! “Os nicolaítas ensinavam que as obras da carne não afetam a pureza da alma, não tendo, portanto, nenhuma influência sobre a nossa salvação”.
2.16 Portanto, arrepende-te; e, se não, venho a ti sem demora e contra eles pelejarei com a espada da minha boca.
Eu ordeno que vocês reconheçam isso, uma vez que estou Lhes oportunizando aprendizagem e relembranças! Caso contrário Eu irei até o lugar onde essas pessoas estão, e as combaterei com a espada de Minha boca, representando o poder de ação imediata de Minha palavra ou intenção pronunciada. E essa guerra será tanto filosófica quanto (meta)física, tanto nesses dias do profeta João e no período entre 313 – 538 A.D., quanto na Minha segunda vinda (cf. Ap 19.15).
Eu ordeno que vocês reconheçam isso, uma vez que estou Lhes oportunizando aprendizagem e relembranças! Caso contrário Eu irei até o lugar onde essas pessoas estão, e as combaterei com a espada de Minha boca, representando o poder de ação imediata de Minha palavra ou intenção pronunciada. E essa guerra será tanto filosófica quanto (meta)física, tanto nesses dias do profeta João e no período entre 313 – 538 A.D., quanto na Minha segunda vinda (cf. Ap 19.15).
2.17 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe.
Quem tem interesse em aprender de Mim, atenda ao Espírito Santo que está conduzindo as mentes de João (na recepção desta mensagem e sua escrita) e Meus outros mensageiros (na leitura e transmissão dela) para as sete igrejas. O Espírito afirma: quem continuar vencendo e obedecendo aos ensinamentos de Jesus, em vez dos sincretismos nicolaítas e balaamitas (ou seja, as tradições dos homens que contaminam a Palavra de Deus), será mantido por Mim inclusive materialmente, como Eu fiz com o povo de Israel no deserto, dando-lhe diariamente (menos no sábado) o maná! Para ele Eu desvelarei Minhas fontes de recursos, as quais permanecerão escondidas para aqueles que escolherem não obedecer[7]. Também prometo entregar aos vencedores obedientes uma pedrinha branca, um singelo símbolo de nossa intimidade aqui em sua casa terrena, bem como um presente Meu para você, vencedor, quando nos encontrarmos lá no Céu! Inscreverei na sua pedrinha um novo nome, representando seu novo caráter, glorificado e com novos dons espirituais concedidos por Mim. Lá nas moradas do Pai esse novo caráter será desvelado na medida em que você for convivendo com os outros salvos vencedores[8].
Quem tem interesse em aprender de Mim, atenda ao Espírito Santo que está conduzindo as mentes de João e Meus outros mensageiros para as sete igrejas. O Espírito afirma: quem continuar vencendo e obedecendo aos ensinamentos de Jesus, em vez dos sincretismos nicolaítas e balaamitas (ou seja, as tradições dos homens que contaminam a Palavra de Deus), será mantido por Mim inclusive materialmente, como Eu fiz com o povo de Israel no deserto, dando-lhe diariamente (menos no sábado) o maná! Para ele Eu desvelarei Minhas fontes de recursos, as quais permanecerão escondidas para aqueles que escolherem não obedecer. Também prometo entregar aos vencedores obedientes uma pedrinha branca, um singelo símbolo de nossa intimidade aqui em sua casa terrena, bem como um presente Meu para você, vencedor, quando nos encontrarmos lá no Céu! Inscreverei na sua pedrinha um novo nome, representando seu novo caráter, glorificado e com novos dons espirituais concedidos por Mim. Lá nas moradas do Pai esse novo caráter será desvelado na medida em que você for convivendo com os outros salvos vencedores.

 

Referências:

BATTISTONE, Joseph J. Lições da Escola Sabatina, 2º Trimestre de 1989, nº 374, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

CLARKE, Adam. Commentary on the New Testament, vol. 2, 1817. Disponível em: <https://archive.org/details/clarkescommentar00clar>. Acesso em: jan. 2017.

MAXWELL, C. Mervyn; GRELMANN, Hélio Luiz. Uma nova era segundo as profecias do Apocalipse. Casa Publicadora Brasileira, 2004.

MILLER, William. Evidence from Scripture and History of the Second Coming of Christ, 1843. Disponível em: <https://archive.org/details/WilliamMillerEvidenceFromScriptureAndHistoryOfTheSecondComingOf>. Acesso em: jan. 2017.

SILVA, Rodrigo Pereira. Comentário Gramático Histórico do Apocalipse – Anotações para acompanhamento de classes. Faculdade Adventista de Teologia, 2009. Disponível em: <http://www.adventistas.com/wp-content/uploads/2014/10/Comentario-Gramatico-Historico-do_Apocalipse-Rodrigo-P-Silva.pdf>. Acesso em: jan. 2017.

SMITH, Urias. As profecias de Daniel e Apocalipse, vol. 2. O livro de Apocalipse, 1979.

THIELE, Edwin R.; BERG, Henrique. Apocalipse – esboços de estudos, 1960. Disponível em: <http://www.iasdsapiranga.com.br/assets/esbo%C3%A7os-do-apocalipse.pdf>. Acesso em: fev. 2017.

WATSON, Richard. A Biblical and Theological Dictionary, 1833. Disponível em: <https://archive.org/details/biblicaltheologi00wats>. Acesso em: jan. 2017.

WHITE, Ellen G. O Grande Conflito, 2013. Disponível em: <http://centrowhite.org.br/files/ebooks/egw/O%20Grande%20Conflito.pdf>. Acesso em: fev. 2017.

[1] “Visto que o período representado por Pérgamo foi o do desenvolvimento do papado (313 a 538 A.D.), parece ser evidente que ‘o trono de Satanás’ é uma referência ao centro de adoração papal: Roma” (BATISTONE, 1989, p. 35, 36).

[2] Possibilidades 1: “’Antipas’ – Difícil saber de quem se trata. Não se conhece na história nenhum cristão com esse nome. Alguns pensam que poderia ser uma designação profética signficando “anti-papa”, o que seria uma probabilidade muito remora. Antipas, como lembra o SDABC era um nome comum na época e significava “aquele que assumirá o lugar do Pai” e não, necessariamente, o contra-pai” (SILVA, 2009, p. 88). Possibilidade 2: “Antipas – Há bons motivos para crer que este nome se refira a uma classe de pessoas e não a um indivíduo, porque hoje não se conhece qualquer informação autêntica a respeito de tal personagem. A este propósito diz Guilherme Miller: “Supõe-se que Antipas não tenha sido um indivíduo, mas uma classe de homens que naquele tempo se opunham ao poder dos bispos, ou papas, sendo uma combinação de duas palavras: Anti, contra, oposto, e papas, pai, ou papa. Muitos deles naquele tempo sofreram o martírio em Constantinopla e Roma, onde bispos e papas começavam a exercer o poder que logo reduziria à sujeição os reis da Terra e pisotearia os direitos da igreja de Cristo. E, da minha parte, não vejo motivo para rejeitar esta explicação da palavra „Antipas‟ no texto, pois que a história daqueles tempos é absolutamente omissa acerca de um indivíduo, como o nomeado aqui.” (MILLER, 1843, p. 135, 135). O Dicionário Bíblico de Watson diz: “A antiga história eclesiástica não apresenta informação alguma deste Antipas.” (WATSON, 1833, p.69). O Dr. Clarke menciona a existência de uma obra, intitulada “Atos de Antipas” (CLARKE, 1817, p. 978), mas dá-nos a entender que o seu título não merece crédito” (SMITH, 1979, p. 35, 36).

[3] “’comer coisas sacrificadas a ídolos’ – este era um problema ético sério para a igreja primitiva, desde os dias de Paulo em Corinto (I Cor. 8-10). Os açougues costumavam vender carnes de animais que foram degolados num altar a deuses pagãos. Esses açougues (e a feira de um modo geral) frequentemente ficavam ao lado dos grandes templos. Note que mesmo crendo que a prática em si não seria contrária à fé, Paulo reconheceu o perigo do escândalo ou do embaraço que traria aos novos na fé. Apesar de permitir aos leitores coríntios [sic] que comessem tal carne, recomendou-lhes que o ideal era se absterem dela. João parece menos tolerante que Paulo. Uma curiosa diferença de opinião. A diferença de contexto talvez explique a diferença de posição entre os dois autores bíblicos. Paulo escrevera numa época de relativa paz; João estava em meio ao fogo cruzado de uma perseguição institucionalizada e nestes momentos, qualquer fraqueza, qualquer tipo de tolerância (talvez aceita em tempos de paz) será perigosa” (SILVA, 2009, p.88).

 

[4] Cf. Nm 22.25 e 31.13-16.

 

[5] “As doutrinas censuradas na igreja de Pérgamo eram, sem dúvida, semelhantes em suas tendências, pois levavam à idolatria espiritual e a uma relação ilícita entre a igreja e o mundo. Este espírito produziu finalmente a união entre os poderes civil e eclesiástico, que culminou na formação do papado” (SMITH, 1979, p. 37). “A analogia com Balaão denota que havia em Pérgamo alguns cujo objetivo era dividir e arruinar a igreja incentivando práticas que eram proibidas aos cristãos. … Balaão influenciou Israel a ‘comerem coisas sacrificadas a ídolos e praticarem a prostituição’ (ver Num. 25:1 e 2; 31:16). Esses dois pecados conduziram à mistura do paganismo com a religião verdadeira. Ao ser aplicada à história da Igreja Cristã, essa representação é especialmente apropriada à situação da Igreja no período que se seguiu à legalização do cristianismo por Constantino em 313 A.D. e à sua conversão nominal dez anos mais tarde. Esse imperador adotou um plano de ação que consistia em misturar o paganismo com o cristianismo em tantos pontos quantos fosse possível, na premeditada tentativa de unir os diversos elementos dentro do império e fortalecê-lo desta maneira. A posição favorável, e até dominante, que ele concedeu à Igreja, tornou-a vítima das tentações que sempre acompanham a prosperidade e a popularidade. Sob o reinado de Constantino e seus sucessores, … a Igreja tornou-se rapidamente uma instituição político-eclesiástica e perdeu grande parte de sua espiritualidade anterior” (BATISTONE, 1989, p. 17). “Para conseguir proveitos e honras humanas, a igreja foi levada a buscar o favor e apoio dos grandes homens da Terra; e, havendo assim rejeitado a Cristo, foi induzida a prestar obediência ao representante de Satanás – o bispo de Roma” (WHITE, 2013, p. 42).

[6] Cf. nota 39.

[7] Possibilidades: (I) “Ao que vencer é prometido que há de comer do maná escondido, e, como sinal de aprovação, há de receber do seu Senhor uma pedra branca, com um novo e precioso nome gravado nela. A maior parte dos comentadores aplicam o maná, a pedra branca e o novo nome a bênçãos espirituais a desfrutar já nesta vida. Mas como todas as outras promessas feitas ao vencedor, também esta se refere sem dúvida ao futuro, e será dada quando chegar o tempo de os santos serem recompensados” (SMITH, 1979, p. 37). (II) “’Maná escondido’ – este é um símbolo claramente escatológico. Uma tradição judaica presente nos fragmentos cristãos dos oráculos Sibilinos 3:46-49, no 2 Bar. 29:4-8 e na literatura rabínica entendia que uma parte do maná do deserto estaria estocada e o milagre se repetiria nos tempos messiânicos para alimentar os fiéis. Uma continuação deste tradição diz que quando Jerusalém foi atacada pelos babilônios, Jeremias (2 Mac. 2:4-8) ou um anjo (de acordo com 2 Bar. 6:5-9) teriam escondido a arca e seus objetos sagrados, inclusive o maná. Estes elementos estariam “escondidos” na terra, para serem preservados até aos tempos messiânicos, quando então seriam restaurados. É até possível que a multidão alimentada por Cristo na Galiléia tenha entendido que aquele era o cumprimento da promessa pois foram em busca de mais pão. Seja como for, o texto de Apocalipse parece ser uma alusão profético-espiritual a isso” (SILVA, 2009, p. 88, 89). (III) “Representa a vida espiritual em Cristo agora e a vida eterna pela fé em Jesus” (BATISTONE, 1989, p. 37).

[8] Possibilidades: (I) “Quão natural, pois, a alusão a este costume nas palavras do texto: ‘Darei a comer do maná escondido!’, e depois disso, tendo-o feito participante da Minha hospitalidade, tendo-o como Meu hóspede e amigo, „lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe‟. Dar-lhe-ei um penhor da Minha amizade, sagrada e inviolável, conhecido só por ele”, Henry Blunt citado por Smith (1979, p. 38). (II) “Jacó, depois da sua vitória, ganhou o nome de Israel. Queres tu saber qual será o teu novo nome? É simples, vence. Até então toda a tua curiosidade é vã. Depois o lerás escrito na pedra branca”, John Wesley citado por Smith (1979, p. 38). (III) “’uma pedrinha branca’ – Há várias explicações plausíveis. Nos tribunais da antiguidade pedras brancas (ao contrário de pedras pretas) eram usadas pelo júri para absolver um acusado. Outra seria a de que pedras brancas também eram usadas como ingressos para banquetes e jogos. Pedras brancas também eram dadas a vencedores em competições esportivas. Todos estes usos permitem um transporte legítimo ao imaginário cristão da profecia, mas a escolha entre um deles é puramente hipotética. “’um novo nome’ – pode ser uma nova vida ou o próprio nome de Cristo (Apoc.3:12; 19:12 – embora alguns neguem o paralelo” (SILVA, 2009, p. 89). (IV) “’téssera’ – ‘objetos que serviam de senha, entre os primitivos cristãos.’ – Dicionário Aurélio. N.C.: Joseph Battistone em LES892, cita Isaías 62:2 a respeito de “nome novo” [A ser dado por Deus na Nova Terra, indicando nova personalidade/novo nascimento/nova pátria]” (BATISTONE, 1989, p. 17). (V) “A verdade é que a pedra branca com o novo nome não era qualquer reprodução exata de algum costume ou objeto de uso social daquele tempo. Era uma nova concepção, inventada para este novo objetivo; imaginada unicamente para que, por coisas e formas já familiares, ficasse perfeitamente entendível a todos os leitores das igrejas asiáticas. Continha analogias com muitas coisas embora não fosse reprodução exata de nenhuma delas”, W. M. Ramsay citado por Thiele e Berg (1960, p. 65).

Por que o darwinismo é falso (parte 3 de 3)

Biogeografia – Argumentos teológicos também são proeminentes no Origem das Espécies. Por exemplo, Darwin argumentou que a distribuição geográfica das coisas vivas não fazia sentido se as espécies tivessem sido criadas separadamente, mas faria sentido no contexto de sua teoria. Casos como “a presença de espécie peculiar de morcegos em ilhas oceânicas e a ausência de todos os demais mamíferos terrestres”, Darwin escreveu, “são fatos completamente inexplicáveis na teoria de atos independentes de criação.” Em particular: “Por que, pode ser perguntado, tem a suposta força criadora produzido morcegos e nenhum dos outros mamíferos nas ilhas remotas?” Segundo Darwin, “no meu ponto de vista, essa questão pode ser facilmente respondida, pois nenhum mamífero terrestre pode ser transportado por um espaço vasto de mar, mas os morcegos podem cruzar voando.”[34]  Continue Reading…

Por que o darwinismo é falso (parte 2 de 3)

Embriões – A teoria evolucionária precisa de melhor evidência que o registro possa fornecer. Coyne destaca corretamente: “Quando escreveu A Origem das Espécies, Darwin considerou a embriologia a evidência mais forte a favor da evolução.” Darwin tinha escrito que a evidência parecia mostrar que “os embriões das mais distintas espécies pertencentes à mesma classe são mais aproximadamente similares, mas se tornam, quando plenamente desenvolvidos, amplamente dissimilares”, um padrão que “revela a comunidade da descendência”. Na verdade, Darwin pensou que os embriões no estágio inicial “nos mostram, mais ou menos completamente, a condição do progenitor de todo o grupo no seu estado adulto”[15] Continue Reading…

Por que o darwinismo é falso (parte 1 de 3)

Jerry A. Coyne é professor no Departamento de Ecologia e Evolução na Universidade de Chicago. Em seu livro Why Evolution is True [Por que a Evolução é Verdadeira], ele resume assim o darwinismo – a teoria moderna da evolução: “A vida na Terra evoluiu gradualmente com uma espécie primitiva – talvez uma molécula autorreplicante – que viveu há mais de 3,5 bilhões de anos; e depois se ramificou ao longo do tempo, lançando muitas e novas espécies diversas; e o mecanismo para a maior parte da (mas não toda) mudança evolucionária é a seleção natural.”[1]  Continue Reading…

O que é a Teoria do Design Inteligente?

Esse método tem sido usado para detectar complexidade irredutível em diversos sistemas bioquímicos, tais como o flagelo bacteriano. Além disso, quanto mais descobrimos sobre a célula, mais estamos aprendendo que ela funciona como uma fábrica em miniatura, repleta de motores, usinas elétricas, trituradores de lixo, pontos de identificação, corredores de transporte e, mais importante de tudo, CPUs

Muitos têm perguntando: “Mas, afinal, o que é a TDI?” O Teoria do Design Inteligente (TDI) é uma teoria científica que emprega os métodos comumente usados por outras ciências históricas para concluir que muitas características do Universo e dos seres vivos são mais comumente explicadas por uma causa inteligente, não por um processo não guiado como a seleção natural. Os teóricos da TDI argumentam que o designpode ser inferido estudando-se as propriedades informacionais dos objetos naturais para determinar se eles portam o tipo de informação que, em nossa experiência, se originam de uma causa inteligente. A forma de informação que observamos é produzida por uma ação inteligente, e assim indica seguramente o design, que é geralmente verificado por características como a “complexidade especificada” ou a “informação complexa e especificada” (ICE). Um objeto ou evento é complexo se ele for improvável, e especificado se corresponder a algum padrão independente Continue Reading…

“Enigma da cebola” e a complexidade do genoma humano

Se o genoma humano é, realmente, desprovido de DNA lixo como é sugerido pelo projeto ENCODE, então, um processo evolucionário longo e não guiado não pode explicar o genoma humano. Se, por outro lado, os organismos são intencionalmente projetados, então todo o DNA, ou tanto quanto possível, deve exibir função. Se o ENCODE estiver certo, então a evolução está errada

Frequentemente, tem sido citado o “teste de cebola”, o qual demonstra que as células de cebola tem muitas vezes mais DNA do que as células humanas. E uma vez que a cebola é considerada relativamente simples em comparação com os humanos, os evolucionistas alegam que essa discrepância só pode ser reconhecida se a preponderância do seu DNA for, na verdade, lixo ou não funcional. O termo “teste de cebola” foi cunhado pela primeira vez em abril de 2007 pelo biólogo evolutivo canadense T. Ryan Gregory. em seu blog.[1] Daí em diante, outros evolucionistas, como o geneticista brasileiro Marcelo Nóbrega, têm reproduzido o mesmo questionamento retórico: “Se nosso genoma de três bilhões de letras reflete a dita complexidade orgânica, como então justificar o genoma da cebola, com 15 bilhões de letras? Será que é tão mais complicado colocar uma camada de cebola sobre a outra do que construir um cérebro humano?”[2] Continue Reading…

Motor da evolução ou mais design (super)inteligente?

Foi uma descoberta chocante, porque, antes dela, o dogma central da biologia molecular dizia que os genes estavam no DNA, eram expressos por algum tempo no código temporário do RNA e, então, eram traduzidos em proteínas, que executavam as tarefas no sistema. Assim, esperava-se que os humanos tivessem muito mais genes e muito mais proteínas do que um verme, por exemplo. Mas isso não ocorre

O trabalho do cientista australiano John Mattick tem contribuído para derrubar paradigmas tradicionais da genética. Segundo o professor da Universidade de Queensland, em Brisbane, a programação genética dos organismos multicelulares foi essencialmente mal compreendida durante os últimos 50 anos. O equívoco, conta, residia no pressuposto de que a maior parte da informação era codificada em proteínas por meio do RNA, cujo papel seria reduzido à transcrição desses dados. As pesquisas coordenadas por Mattick, no entanto, ligaram o RNA não-codificador de proteínas à evolução de organismos complexos, à diversidade biológica e à cognição, contribuindo para o desenvolvimento do campo da epigenética – o estudo da parcela de 99% do genoma que não codifica proteínas. […] Em entrevista concedida à Agência Fapesp, Mattick destacou que o RNA não-codificador de proteínas – até há pouco tempo conhecido como “DNA lixo” – tem um papel regulatório tão importante que pode ser comparado a um software que controla todo o sistema dos organismos complexos. Continue Reading…

Dez evidências de que Deus existe

  1.           Do nada poderia vir alguma coisa?

    O universo não deveria existir

De acordo com alguns estudos, o universo não deveria ter sobrevivido mais do que um segundo. Por exemplo, o Big Bang deveria ter produzido quantidades iguais de matéria e antimatéria, cancelando-se mutuamente. Em vez disso, um pouco mais de matéria foi produzida, criando todo o universo observável. Nós, definitivamente, não podemos explicar por que isso aconteceu. Em outra teoria, o universo está no campo de Higgs, que dá às partículas suas massas. Um grande campo de energia impede que nosso universo caia no “vale”, um campo mais profundo, onde não poderia existir. No entanto, se o modelo padrão da física está correto, uma rápida expansão do universo imediatamente após o Big Bang deveria ter movido o universo para o vale. Isso o teria destruído antes que ele tivesse um segundo de idade. Continue Reading…